sexta-feira, 5 de abril de 2024

METAPNEUMOVÍRUS PODE CAUSAR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS GRAVES E ATÉ MORTES

 

História de Redação – Catraca Livre

vírus respiratório

vírus respiratório© Mohammed Haneefa Nizamudeen/istock

 Um vírus pouco conhecido pode causar doenças respiratórias graves e até mortes. O metapneumovírus humano (hMPV)afeta principalmente crianças pequenas, idosos e pessoas com sistemas imunológicos enfraquecidos. No entanto, ao contrário de outras doenças semelhantes, não existe vacina para ele.

O metapneumovírus humano foi descoberto em 2001 e pertence à família dos paramixovírus, que inclui também o vírus sincicial respiratório (VSR) e o vírus da parainfluenza.

O hMPV pode causar uma variedade de sintomas, que podem variar de leves a graves.

Créditos: Mohammed Haneefa Nizamudeen/istock

Sintomas do metapneumovírus humano

  • Tosse
  • Febre
  • Congestão nasal
  • Falta de ar

Por esta razão, poderia facilmente ser confundida com outra doença menos grave.

Se a infecção progredir, pode resultar em bronquite ou pneumonia, o que pode resultar em congestão no peito, respiração ofegante e tosse que produz muco amarelo ou verde.

Como ocorre a transmissão do metapneumovírus humano?

A transmissão do metapneumovírus humano (hMPV) ocorre principalmente por meio do contato direto com secreções respiratórias de uma pessoa com o vírus.

Isso pode acontecer quando a pessoa infectada tosse, espirra ou fala, liberando gotículas respiratórias no ar.

A pessoa entra em contato com o vírus quando inala essas gotículas.

Além disso, a transmissão do hMPV também pode ocorrer indiretamente através do contato com superfícies contaminadas, como maçanetas, corrimãos e objetos pessoais.

Se uma pessoa tocar em uma superfície contaminada e, em seguida, tocar no rosto, especialmente na boca, nariz ou olhos, ela pode se infectar com o vírus. 

Tratamento e prevenção do vírus

O tratamento geralmente envolve o alívio dos sintomas, como analgésicos para febre e descongestionantes para a congestão nasal, embora em casos mais graves, possa ser necessária a hospitalização e o uso de medicamentos antivirais.

A prevenção inclui medidas básicas de higiene, como lavagem frequente das mãos e evitar o contato próximo com pessoas doentes.

Metapneumovírus: como devemos combatê-lo?

Gleidson Salles – Zoetis – A Hora do Ovo

Como entender o metapneumovírus e as consequências de sua presença na granja de postura? Gleidson Salles, da Zoetis, traça um roteiro neste artigo.

Com a palavra

A Metapneumovirose é uma enfermidade de ocorrência relativamente recente no Brasil. Os primeiros casos descritos foram nos anos 1990, mas essa enfermidade vem adquirindo importância crescente na indústria avícola nacional pelos prejuízos que acarreta quando acomete frangos de corte, perus, reprodutoras pesadas e, principalmente, em poedeiras comerciais.

Entre os patógenos respiratórios, o Metapneumovírus aviário (AMPV) é um dos mais relevantes, devido a sua ampla disseminação entre os hospedeiros suscetíveis e potencial de variabilidade genética e antigênica.

Também é conhecida por outras denominações como:

Metapnemovírus Aviário (mPVA).

Rinotraqueíte dos Perus (TRT).

Rinotraqueíte Aviária (ART).

Síndrome da Cabeça Inchada (SHS).

Recentemente foi identificado um vírus isolado em perus nos Estados Unidos de características diferentes dos subtipos A e B e que vem sendo chamado de subtipo C (cepa Colorado), bem como na França há relatos de um isolamento em patos de um subtipo diferente do A, B e C, sendo chamado de subtipo D.

CARACTERIZAÇÃO VIRAL E DISTRIBUIÇÃO DO AMPV

O AMPV possui um genoma de RNA não segmentado e existe uma heterogeneidade significativa nos genes SH, M, N, P e F pode ser usada para diferenciação de subtipos virais (Shin et al., 2002). Mas o mais variável é o gene da glicoproteína de ligação (G) que tem sido usado para a subtipagem do AMPV.

Com base na divergência de sequência de nucleotídeos nos genes da glicoproteína de ligação (G) e suas diferenças antigênicas, os AMPVs foram classificados em 4 subgrupos AMPV-A, AMPV-B, AMPV-C e AMPV-D (Juhasz e Easton, 1994; Eterradossi et ai; 1995; Bayon-Auboyer et al., 1999; Cook e Cavanagh, 2002). O subtipo aMPV-B é o mais difundido em todo o mundo, com exceção da América do Norte (Velayudhan et al., 2005; Andreopoulou et al., 2019; Franzo et al., 2020). Apesar dos esforços dedicados ao seu controle, continua sendo uma das principais ameaças à lucratividade da avicultura.

Abaixo é possível verificar a distribuição dos principais subtipos pelo mundo:PRIMEIRA-ILUSTRACAO

Fonte: Kaboudi et al; 2021

Em um recente levantamento realizado pela equipe Técnica da Zoetis Brasil, foi possível identificar a importante presença do Metapneumovírus em aves, onde 20% do total de 100 mostras distribuídas pelo Brasil, apresentaram anticorpos para esse agente, as amostras foram coletadas de aves não vacinadas.

SEGUNDA-ILUSTRACAO                                                                                               Fonte: Salles et al; 2022


A transmissão ocorre de forma horizontal por aerossol, através do contato entre aves doentes e aves sadias e essa parece ser a forma mais contagiosa. Outras formas de transmissão são importantes, como água contaminada, equipamentos, caminhões de ração, trânsito de pessoa e fômites. Até hoje não há evidências claras de contaminação vertical da doença, embora tenha sido relatado em formato experimental por Jones em 2002.

Após a infecção das aves, o vírus é excretado por via aérea, porém, normalmente não é eliminado pelas fezes. O vírus pode disseminar-se rapidamente no lote pela sua forma mais importante, que é a via aerossol; as condições de criação, o manejo, as condições de ambiência e a poeira podem influir fortemente na disseminação e na gravidade dos sintomas em aves criadas sobre cama (24 horas), enquanto em aves em gaiola a transmissão é relativamente mais lenta (1 a 2 semanas).IMAGEM-1 (2)

 
PATOGENIA VIRAL

O vírus entra no organismo pelo trato respiratório, afetando as células ciliadas que revestem as mucosas dos condutos nasais, laringe e traqueia e sua replicação implicará na perda do movimento ciliar, o que posteriormente vai caracterizar os sintomas respiratórios e facilitará a contaminação por agentes secundários. Sua persistência neste local ocorre por volta de 4 a 6 dias após a infecção, podendo persistir por mais tempo e penetrar mais profundamente os tecidos caso ocorra uma contaminação secundária com bactérias patogênicas respiratórias. O vírus se replica no epitélio ciliado do trato reprodutivo (oviduto) através de corrente circulatória após a replicação primária no trato respiratório, podendo ocasionar um bloqueio de algumas funções do oviduto e ovário dessas aves.

Esses danos trazem muitos prejuízos para a avicultura, embora algumas vezes esse agente seja negligenciado ou não tratado com a devida importância que tem.

No gráfico abaixo é possível identificar o período de presença viral em diferentes regiões do sistema respiratório das aves e o período inicial da sintomatologia clínica. Esse é o ponto central na falha da identificação viral no momento de coleta de material para enviar aos laboratórios de diagnóstico. Normalmente coleta-se material de aves com sinais clínicos, porém, na maioria das vezes, não há mais presença viral e acaba ocorrendo um falso negativo nos resultados da PCR, por exemplo.

TERCEIRA-ILUSTRACAO

Fonte: Cook et al; 2001.


Os danos caudados pelo AMPV são severos. Além das mucosas respiratórias, o trato reprodutivo é fortemente atingido, o que acarreta uma má formação reprodutiva e, conse-quentemente, queda de produção e má qualidade dos ovos em poedeiras. Abaixo é possível verificar alguns danos ocasionados pelo Metapneumovírus Aviário.

IMAGEM-2

Os principais subtipos presentes são o A e B. O AMPV possui apenas um grupo filogenético, mostrando que os subtipos possuem muita similaridade entre si, de aproximadamente 96%.

PREVENÇÃO E CONTROLE

O controle de doenças passa por uma série de medidas que devem ser tomadas de forma conjunta, considerando 3 pilares fundamentais:

Manejo.
Biosseguiridade.
Vacinas e vacinação.

O termo manejo é muito amplo, mas nesse caso devemos olhar para alguns pontos específicos, entre eles, a densidade de aves por galpão, o controle de agentes imunossupressores e bacterianos, o controle ambiental de poeira, fumaça, amônia e, principalmente, a ventilação.

A biosseguiridade pode auxiliar através do isolamento das granjas, eliminação de aves doentes, higienização e desinfecção das instalações de forma correta, lotes alojados com idades únicas na mesma propriedade ou região, controle de fluxo de pessoas e respeitar um vazio sanitário adequado.

A vacinação nesse terceiro pilar assume um papel de protagonismo, pois a imunoprofilaxia irá auxiliar na proteção das aves no plantel. Aqui pode-se fazer uso de vacinas replicantes (vivas) e vacinas inativadas (não replicantes). É importante respeitar a finalidade de cada ferramenta.

Introduzir vacinas nos programas imunoprofiláticos não é uma atividade simples, pois além dos custos envolvidos existe uma enorme limitação na mão-de-obra para aplicar as vacinas. Portanto, quanto mais simples for o programa, melhor será para a execução no dia a dia do campo. Existem dois tipos de vacinas vivas disponíveis no mercado brasileiro, sendo uma do subtipo A e a outra do subtipo B, e as informações disponíveis até o momento indicam que os dois produtos conferem boa proteção cruzada (Worthington, et al. 2003).

Diferentemente de outras doenças, como a Bronquite Infecciosa, por exemplo, os isolados de campo do Metapneumovírus são todos agrupados em um único SOROTIPO. A distinção em diferentes SUBTIPOS não significa que eles não compartilham anticorpos aglutinantes similares. A classificação entre os subtipos está relacionada com variações existentes na proteína G, que é apenas um dos antígenos da superfície do envelope do vírus. Dessa forma, as vacinas feitas com qualquer um dos subtipos têm abrangência sobre os demais. 

COMO ESCOLHER UM BOM PROGRAMA VACINAL?

Vacinas replicantes (Vivas)

As vacinas replicantes acabam estimulando uma resposta celular e humoral, além de causar um bloqueio mecânico do vírus de campo, impedindo sua aderência e colonização no epitélio traqueal. Essas vacinas devem ser atenuadas para não causar reações indesejáveis no animal e imunogênicas o suficiente para estimular as respostas imunes.

Vacinas não replicantes (Inativadas)

As vacinas não replicantes, aqui, induzem maior produção de anticorpos circulantes (IgY) e protegem o trato reprodutivo das aves. Em aves de vida longa o ideal é associar as duas tecnologias, onde a vacina replicante pode colaborar como primer para a vacina não replicante, fornecendo uma proteção mais ampla e uniforme para as aves.

No momento da escolha de um programa vacinal, alguns itens são fundamentais e podem auxiliar na tomada de decisão correta.

Uso de vacinas replicantes

Proteção cruzada contra os subtipos mais prevalentes;

Tipo de criação, idade que se planeja imunizar;

Possibilidade de uso combinado com outras vacinas respiratórias;

Grau de atenuação;

Título infectante do vírus vacinal;

Vias de aplicação (spray, água de bebida, ocular);

Distribuição da estirpe vacinal atenuada;

Equilíbrio entre a imunogenicidade e reatividade.

Uso de vacinas não replicantes:

Escolha da estirpe vacinal;

Tipo de adjuvante utilizado;

Imunogenicidade;

Possiblidade de combinação com outros agentes vacinais.

O controle dessa enfermidade passa por um diagnóstico mais efetivo, incluindo a ca-racterização biológica de isolados virais, análises epidemiológicas mais abrangentes e roti-neiras, biosseguridade, o uso de vacinas mais eficazes e práticas mais efetivas de vacinação. Esse são, certamente, itens críticos na luta contra esse patógeno respiratório.

O MARKETING É O PRINCIPAL MEIO PARA AS EMPRESAS COMUNICAREM COM OS SEUS CLIENTES E OCUPAR ESPAÇO NO MERCADO

 

Hérica Machado e Gustavo Alves, da KARU, agência de marketing especializada em soluções tailor made

Nos últimos anos, o marketing tem sido o principal meio para que as empresas cheguem aos seus clientes e ocupem seu espaço no mercado. Uma comprovação disso é o relatório The Voice of the Marketer 2024, lançado pela consultoria Warc, que entrevistou 1.400 profissionais em todo o mundo e prevê que o investimento global em marketing irá aumentar em 8,2% em 2024, chegando a US$1 trilhão. Entretanto, para que as empresas consigam marcar a sua presença na mente dos clientes através de um bom marketing, é imprescindível que as estratégias não sejam genéricas.

A solução para que as empresas tenham sucesso na busca de fixar espaço na mente dos seus clientes, é fugir do ‘mais do mesmo’; Hérica Machado e Gustavo Alves, da KARU, agência de marketing especializada em soluções tailor made, falam sobre as principais alternativas para criar uma estratégia de sucesso

São Paulo, fevereiro de 2024 – Nos últimos anos, o marketing tem sido o principal meio para que as empresas cheguem aos seus clientes e ocupem seu espaço no mercado. Uma comprovação disso é o relatório The Voice of the Marketer 2024, lançado pela consultoria Warc, que entrevistou 1.400 profissionais em todo o mundo e prevê que o investimento global em marketing irá aumentar em 8,2% em 2024, chegando a US$1 trilhão. Entretanto, para que as empresas consigam marcar a sua presença na mente dos clientes através de um bom marketing, é imprescindível que as estratégias não sejam genéricas.

Para Hérica Machado, fundadora e Head de Estratégia da KARU, agência de marketing especializada em soluções tailor made, a chave para a personalização assertiva está nos dados. “Estou falando da interpretação e entendimento dos dados que temos em mãos, quando cada indicador se faz importante na discussão e o que deve ser levado para cada camada. Um dos desafios das equipes de marketing mais latentes é como provar que o investimento foi eficiente, que realmente trouxe retorno além de impacto. Para a diretoria, o importante é ter uma visão simples que mostre o investimento e o ponteiro que mudou. A equalização desse dilema passa pela organização e priorização dos dados, que leva a discussões por camadas e tomada de decisões mais assertivas”, explica.

Além disso, para Gustavo Alves, sócio e Head de Projetos e Atendimento na KARU, para evitar generalizações ao criar estratégias, é essencial priorizar a contextualização. “Antes mesmo de definir as estratégias, é necessário dar um passo atrás e aprofundar o entendimento de cada cenário, grupos de públicos e como tudo isso se relaciona com os objetivos iniciais. No cenário mais tático uma pergunta vale: como minha mensagem se comportaria em diferentes canais e formatos?”, entende.

Existem algumas alternativas que podem ser usadas na busca de fugir do ‘mais do mesmo’. Pensando nisso, os especialistas listam as principais dicas para quem deseja marcar o seu cliente através de um bom marketing. Confira:

1. Entenda o contexto, mercado, cultura e características da empresa

Uma estratégia assertiva precisa de uma leitura do cenário para trazer hipóteses e caminhos de solução real. “O entendimento do mercado traz insights poderosos para o desenvolvimento de ações que geram impacto para levar o negócio para outro nível. É preciso buscar uma evolução e performance com assertividade na mensagem para o público correto. Acredito que seja o entendimento dos dados históricos, de mercado e do negócio que nos guiam para a solução mais eficaz. Conectar várias personas, soluções, produtos e praças de maneira assertiva só é possível com o desenvolvimento de uma estratégia sob medida que leve em consideração cada uma dessas nuances e consiga projetar as iniciativas a longo prazo”, analisa Hérica.

Em qualquer projeto de comunicação, é essencial reconhecer as nuances e sensibilidades presentes, especialmente ao direcionar uma mensagem para um público específico. “Isso requer um entendimento profundo do contexto, mercado e cultura dos envolvidos. Para criar uma conexão genuína, é necessário gerar um sentimento de autenticidade e diferenciação em cada indivíduo. As características distintivas da empresa ou solução devem ser evidentes, contribuindo para a construção de uma identidade coesa. Investir tempo e recursos nessas etapas iniciais é crucial para garantir que a comunicação seja eficaz e impactante, alcançando o público de maneira significativa e memorável”, complementa Gustavo.

2. Converse com o público certo

Com uma estratégia bem definida, é preciso validar o entendimento sobre o público. Mais importante que saber quem é preciso impactar, é entender quais suas dores, anseios e o que o move. “O público não direciona apenas o que configuramos nas ferramentas, mas como a mensagem deve chegar, em que momento e com que roupagem. Considerando que tudo que está nos feed sociais, as marcas concorrem com os conteúdos de influenciadores, amigos, família, outros anúncios. Para ser realmente relevante e despertar a ação da audiência é imprescindível ter uma abordagem rápida, direta e que se comunique com a necessidade da persona”, diz a fundadora da KARU.

Para Gustavo, a pergunta que deve ser feita é: Em meio a diversas comunicações, como sua mensagem se conecta com o público desejado? “A chave está em 2 coisas: aprendizados e falar a língua do seu público-alvo. Mas isso só será possível com timing e uma operação ágil. Segmentar por interesse ou usar um mix de formatos, por exemplo, oferece uma oportunidade única para alcançar esse grupo específico de usuários. Mais que uma mera função numérica, a análise de dados sobre seu público é fundamental para contextualizar e reforçar a assertividade! Diminuir os ciclos de aprendizado e otimizar tudo que tiver alcance enquanto uma campanha estiver no ar também é sinônimo de sucesso”, exemplifica.

3. Conecte a sua marca com mais princípios

Uma maneira de trabalhar os princípios da marca e se alinhando a pauta ESG (environmental, social and governance), onde é possível conectar seus pilares relacionados ao meio ambiente, pessoas/sociais e a governança do negócio. “A empresa orientada ao ESG, com indicadores e metas bem definidos pode elevar a sua reputação no mercado como também seu valuation. Estamos falando de estar comprometido e engajado em fazer do mundo um ambiente melhor olhando para o planeta; a forma como a marca se relaciona com a sociedade e o que devolve para ela; e do gerenciamento da empresa, sua cultura e práticas éticas”, defende Hérica.

A principal forma de estar conectado aos seus princípios, é por meio da adaptação cultural, já que mudar ou criar novos valores e missões é altamente complexo dependendo da dimensão da organização. “Tudo está enraizado em uma cultura aberta à inovação e pronta para se adaptar ao futuro. Atualmente, questões sociais, éticas e ambientais não podem ser ignoradas. Marcas e indivíduos devem se posicionar não apenas porque é uma tendência, mas devido à consciência coletiva sobre esses temas. Sua marca pode incorporar mais princípios, desde que olhe para dentro e compreenda como isso se refletirá e fará sentido para seu público-alvo”, entende Gustavo.

4. Não se esqueça do tailor made

Para Hérica, não existe fórmula mágica e nem método chave que resolva cenários específicos, mesmo que do mesmo segmento. “Quando falamos de marketing temos uma série de variáveis que precisam ser consideradas para uma solução que realmente resolva a dor do momento para aquele negócio. Cada negócio é um organismo, que está em uma fase diferente, tem seus dilemas próprios e é de extrema importância que exista um entendimento mais profundo para ações eficientes. Se cada negócio tem suas próprias características, porque vamos tratar as soluções de marketing, mensagem e expansão de vendas da mesma maneira?”, completa Hérica Machado.

Tailor made é uma forma mais especializada de entregar serviços ou qualquer solução. “Ao invés de absorver uma problemática e tratá-la de maneira genérica, com opções tailor made são criadas novas formas, abordagens e maneiras de resolver o problema. Essa abordagem individualizada aumenta a eficiência, pois reconhece a singularidade de cada situação. O que defendo é para que não se apegue ao que está feito hoje. Tempos depois verá que faria melhor, e esse movimento tende a nos impulsionar a uma cultura baseada em testes, erros, acertos e consequentemente, muito aprendizado”, finaliza Gustavo Alves.

Sobre a KARU

A KARU é uma agência de marketing especializada em soluções tailor made. Na Karu, desafios são oportunidades. São uma agência inovadora, resiliente e em constante crescimento, oferecendo soluções criativas para diversos setores. Abraçam o trabalho remoto, promovendo uma colaboração dinâmica entre talentos geograficamente distribuídos pelo Brasil. A KARU tem em seu portfólio empresas como: Estadão, Grupo Vieira, Forbes e Wide Educação.

A importância do bom site da Valeon para o seu negócio

Moysés Peruhype Carlech

Antigamente, quando um cliente precisava de um serviço, buscava contatos de empresas na Lista Telefônica, um catálogo que era entregue anualmente ou comprado em bancas de jornais que listava os negócios por áreas de atuação, ordem alfabética e região de atuação.

De certa forma, todos os concorrentes tinham as mesmas chances de serem encontrados pelos clientes, mas existiam algumas estratégias para que os nomes viessem listados primeiro, como criar nomes fantasia com as primeiras letras do alfabeto.

As listas telefônicas ficaram no passado, e, na atualidade, quando um cliente deseja procurar uma solução para sua demanda, dentre outros recursos, ele pesquisa por informações na internet.

O site da Valeon é essencial para que sua empresa seja encontrada pelos seus clientes e ter informações sobre a empresa e seus produtos 24 horas por dia.  Criamos uma marca forte, persuasiva e, principalmente, com identidade para ser reconhecida na internet. 

Investimos nas redes sociais procurando interagir com o nosso público através do Facebook, Google, Mozilla e Instagram. Dessa forma, os motivos pelos quais as redes sociais ajudam a sua empresa são inúmeros devido a possibilidade de interação constante e facilitado como o público-alvo e também a garantia de posicionamento no segmento de marketplaces do mercado, o que faz com que o nosso cliente sempre acha o produto ou a empresa procurada.

A Plataforma Comercial site Marketplace da Startup Valeon está apta a resolver os problemas e as dificuldades das empresas e dos consumidores que andavam de há muito tempo tentando resolver, sem sucesso, e o surgimento da Valeon possibilitou a solução desse problema de na região do Vale do Aço não ter um Marketplace que Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos e o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual. Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual. 

Quando o assunto é e-commerce, os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em 2020. 

Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a visibilidade da sua marca.

Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

CONTRATE A STARTUP VALEON PARA FAZER A DIVULGAÇÃO DA SUA EMPRESA NA INTERNET

Moysés Peruhype Carlech

Existem várias empresas especializadas no mercado para desenvolver, gerenciar e impulsionar o seu e-commerce. A Startup Valeon é uma consultoria que conta com a expertise dos melhores profissionais do mercado para auxiliar a sua empresa na geração de resultados satisfatórios para o seu negócio.

Porém, antes de pensar em contratar uma empresa para cuidar da loja online é necessário fazer algumas considerações.

Por que você deve contratar uma empresa para cuidar da sua Publicidade?

Existem diversos benefícios em se contratar uma empresa especializada para cuidar dos seus negócios como a Startup Valeon que possui profissionais capacitados e com experiência de mercado que podem potencializar consideravelmente os resultados do seu e-commerce e isto resulta em mais vendas.

Quando você deve contratar a Startup Valeon para cuidar da sua Publicidade online?

A decisão de nos contratar pode ser tomada em qualquer estágio do seu projeto de vendas, mas, aproveitamos para tecermos algumas considerações importantes:

Vantagens da Propaganda Online

Em pleno século XXI, em que a maioria dos usuários tem perfis nas mídias sociais e a maior parte das pessoas está conectada 24 horas por dia pelos smartphones, ainda existem empresários que não investem em mídia digital.

Quando comparada às mídias tradicionais, a propaganda online é claramente mais em conta. Na internet, é possível anunciar com pouco dinheiro. Além disso, com a segmentação mais eficaz, o seu retorno é mais alto, o que faz com que o investimento por conversão saia ainda mais barato.

Diferentemente da mídia tradicional, no online, é possível modificar uma campanha a qualquer momento. Se você quiser trocar seu anúncio em uma data festiva, basta entrar na plataforma e realizar a mudança, voltando para o original quando for conveniente.

Outra vantagem da propaganda online é poder acompanhar em tempo real tudo o que acontece com o seu anúncio. Desde o momento em que a campanha é colocada no ar, já é possível ver o número de cliques, de visualizações e de comentários que a ela recebeu.

A mídia online possibilita que o seu consumidor se engaje com o material postado. Diferentemente da mídia tradicional, em que não é possível acompanhar as reações do público, com a internet, você pode ver se a sua mensagem está agradando ou não a sua audiência.

Outra possibilidade é a comunicação de via dupla. Um anúncio publicado em um jornal, por exemplo, apenas envia a mensagem, não permitindo uma maior interação entre cliente e marca. Já no meio digital, você consegue conversar com o consumidor, saber os rastros que ele deixa e responder em tempo real, criando uma proximidade com a empresa.

Com as vantagens da propaganda online, você pode expandir ainda mais o seu negócio. É possível anunciar para qualquer pessoa onde quer que ela esteja, não precisando se ater apenas à sua cidade.

Uma das principais vantagens da publicidade online, é que a mesma permite-lhe mostrar os seus anúncios às pessoas que provavelmente estão interessadas nos seus produtos ou serviços, e excluir aquelas que não estão.

Além de tudo, é possível monitorizar se essas pessoas clicaram ou não nos seus anúncios, e quais as respostas aos mesmos.

A publicidade online oferece-lhe também a oportunidade de alcançar potenciais clientes à medida que estes utilizam vários dispositivos: computadores, portáteis, tablets e smartphones.

Vantagens do Marketplace Valeon

Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos.

Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual. 

Tem grande variedade de ofertas também e faz com que os clientes queiram passar mais tempo no site e, inclusive, voltem com frequência pela grande diversidade de produtos e pela familiaridade com o ambiente. Afinal de contas, é muito mais prático e cômodo centralizar suas compras em uma só plataforma, do que efetuar diversos pedidos diferentes.

Inserir seus anúncios em um marketplace como o da Valeon significa abrir um novo “ponto de vendas”, além do e-commerce, que a maioria das pessoas frequenta com a intenção de comprar. Assim, angariar sua presença no principal marketplace Valeon do Vale do Aço amplia as chances de atrair um público interessado nos seus produtos. Em suma, proporciona ao lojista o crescimento do negócio como um todo.

Quando o assunto é e-commerce, os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em 2020. 

Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a visibilidade da sua marca.

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Apresentamos o nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace que tem um Product Market Fit adequado ao mercado do Vale do Aço, agregando o mercado e seus consumidores em torno de uma proposta diferenciada de fazer Publicidade e Propaganda online, de forma atrativa e lúdica a inclusão de informações úteis e necessárias aos consumidores como:

    valeonbrasil@gmail.com

quinta-feira, 4 de abril de 2024

MELHORES ALIMENTOS PARA A LONGEVIDADE

 

História de Redação – Catraca Livre

Aumente a longevidade com alimentos ricos em flavonol

Aumente a longevidade com alimentos ricos em flavonol© iStock/Eva-Katalin

Créditos: iStock/Eva-Katalin

busca pela longevidade é um objetivo universal, impulsionando inovações em medicina, tecnologia e hábitos de vida saudáveis, visando prolongar a qualidade e a extensão da vida humana.

Recentemente, um estudo, publicado na revista Scientific Reportsdestacou a importância de escolhas alimentares conscientes para o prolongamento da vida e a prevenção de problemas de saúde.

Quais os alimentos que ajudam na longevidade?

Brócolis é fonte de flavonoides e selênio, entre outros nutrientes

Brócolis é fonte de flavonoides e selênio, entre outros nutrientes© Fornecido por Catraca Livre

Segundo o estudo, o consumo aumentado de alimentos ricos em flavonol podem ter um papel crucial na longevidade.

Além disso, esses alimentos também podem ajudar na redução das taxas de mortalidade por doenças como Alzheimer, câncer e doenças cardiovasculares.

Quando ajustados para fatores como idade e sexo, os resultados sugerem que maiores ingestões deste composto estão associadas a menores taxas de mortalidade.

Então, o que comer para viver por mais tempo? Veja alimentos ricos em flavonóis:

  • Couve;
  • Feijão;
  • Espinafre;
  • Brócolis;
  • Maçã;
  • Chá verde;
  • Vinho tinto;
  • Chocolate meio amargo;
  • Laranja;
  • Tomate;
  • Pera;
  • Azeite;
  • Pêssego;
  • Damasco;
  • Por fim, chá preto.

Créditos: bhofack2/iStock

Aumente a longevidade com alimentos ricos em flavonol

Aumente a longevidade com alimentos ricos em flavonol© iStock/andreswd

O que é flavonóis e para que serve?

Flavonóis, uma subcategoria dos flavonóides, são compostos polifenólicos com grande atividade biológica, normalmente encontrados em vários alimentos de origem vegetal.

Esses compostos são notáveis por seus efeitos benéficos à saúde, como melhora da circulação sanguínea e diminuição de processos inflamatórios e da pressão arterial.

Por isso, alimentos ricos em flavonóis são indispensáveis em uma dieta voltada para a promoção da saúde e prevenção de doenças.

O que o estudo descobriu sobre os flavonóis?

Através da análise de dados de 11.679 indivíduos, com 20 anos ou mais, coletados pela Pesquisa de Saúde e Nutrição (NHANES), os pesquisadores observaram que uma maior ingestão de flavonóides está associada a um risco menor de mortalidade por todas as causas, bem como por doenças específicas como Alzheimer, cardiovascular e câncer.

Este é o primeiro estudo que investiga em profundidade a relação entre a ingestão de flavonóis e a redução do risco de mortalidade, sinalizando um avanço significativo no entendimento de como nossa dieta pode influenciar nossa saúde e longevidade.

Quais doenças podem ser prevenidas pelos flavonóis?

Os flavonóides também demonstraram possuir efeitos antitumorais e ser benéficos para indivíduos com condições pré-existentes como diabetes, hipertensão e doenças cardíacas.

O chá verde, em particular, tem sido destacado por seu papel na regulação da glicose e por ser uma rica fonte de polifenóis e antioxidantes.

Portanto, dada a relevância desses resultados, a inclusão de alimentos ricos em flavonóis na dieta diária surge como uma estratégia promissora para melhorar a expectativa e qualidade de vida, reforçando a conexão entre a nutrição e a saúde holística.

Afinal, o que mais aumenta a longevidade?

Além de alimentos ricos em flavonol, para viver mais tempo e fortalecer a saúde, é primordial levar um estilo de vida saudável e praticar exercícios físicos diariamente.

Adotar uma dieta equilibrada, rica em alimentos naturais, vegetais, frutas, grãos integrais e gorduras saudáveis, é fundamental. Além disso, evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool são hábitos essenciais para uma vida longa e saudável.

O gerenciamento do estresse, a qualidade do sono e o cultivo de relacionamentos sociais também desempenham papéis importantes na promoção da longevidade. Faça exames de rotina para acompanhar qualquer mudança interna ou externa do corpo.

FORO PRIVILEGIADO VIRA DISPUTA ENTRE O CONGRESSO E O STF

 

História de CdB – Correio do Brasil

Em fim de mandato, Lira tem advertido que não pretende “abraçar essa briga” sozinho. Muito além do que o suporte, na Câmara, o parlamentar quer ainda discutir o tema com o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Por Redação – de Brasília

Enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) retoma as discussões sobre a ampliação do foro privilegiado, nos bastidores da Câmara dos Deputados a oposição tem se movimentado para restringir ou até mesmo extinguir essa prerrogativa, em um novo cabo de guerra entre o Judiciário e o Legislativo.

Presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL) tem negociado a aprovação de novas reformas

Presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL) tem negociado a aprovação de novas reformas© Fornecido por Correio do Brasil

Nessa linha, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), tem adotado cautela e dito a interlocutores que somente pautará propostas nesse sentido se contar com um amplo apoio dos deputados; além do aval do Senado.

Em fim de mandato, Lira tem advertido que não pretende “abraçar essa briga” sozinho. Muito além do que o suporte, na Câmara, o parlamentar quer ainda discutir o tema com o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Proposta

O debate inclui a decisão conjunta sobre a possibilidade de votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pelo ex-senador Álvaro Dias (Podemos-PR), que já foi aprovada pelo Senado e agora aguarda análise na Câmara, ou se será elaborada uma nova proposta.

O texto de Álvaro Dias propõe o fim do foro privilegiado para diversos detentores de cargos em diferentes esferas do poder, como juízes, membros do Ministério Público, governadores, ministros e, principalmente, parlamentares.

O benefício, no entanto, ainda permaneceria para presidente e vice-presidente da República, e para os chefes dos demais poderes: presidente da Câmara, presidente do Senado e presidente do STF, segundo a proposta em análise.

Novo prazo

Ainda sobre a pauta, o STF passará a avaliar, em Plenário, o processo que trata do foro privilegiado para políticos, após decisão do ministro Luís Roberto Barroso. O julgamento fora suspenso na semana passada, após um pedido de vista do presidente do Supremo. A retomada do julgamento virtual será no dia 12 de abril.

Até o momento, o placar do julgamento está em 5 a 0 pela ampliação do foro por prerrogativa de função, nome técnico do foro privilegiado. O julgamento vai atingir deputados federais e senadores que respondem a processos na Corte.

O voto do ministro Gilmar Mendes, relator do caso, está prevalecendo no julgamento. Para o ministro, o foro privilegiado de um político fica mantido se o crime tiver sido cometido durante o exercício da função de parlamentar. Essa é a regra válida atualmente. Contudo, no caso de renúncia, não reeleição ou cassação, o processo seria mantido no STF.

Habeas corpus

Além de Mendes, já votaram no mesmo sentido os ministros Dias Toffoli, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes. A Corte julga um habeas corpus do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA). O parlamentar é acusado de “rachadinha”, por ser suspeito de exigir parte do salário de funcionários de seu gabinete, em 2013, quando ele era deputado federal.

Ao longo do tempo, o político foi eleito vice-governador do Pará e senador, e o processo foi transferido para instâncias da Justiça.

DESEMBARGADOR NOMEADO POR LULA VOTA CONTRA MORO

 

História de CATARINA SCORTECCI E RENATA GALF – Folha de S. Paulo

CURITIBA, PR, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O advogado de Sergio Moro (União Brasil-PR) nas ações que podem levar à cassação do senador criticou o voto do juiz José Rodrigo Sade, que considera que gastos de segurança precisam ser levados em conta ao analisar despesas de pré-campanha eleitoral.

O ex-juiz é alvo de duas ações no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Paraná, apresentadas por PT e PL, que o acusam de abuso de poder econômico na disputa eleitoral de 2022. O placar do julgamento está empatado em 1 a 1, e ele será retomado na segunda-feira (8).

Único a votar nesta quarta (3), Sade entendeu que houve abuso e votou a favor da cassação da chapa de Moro, além de defender sua inelegibilidade e ainda do primeiro suplente, Luis Felipe Cunha (União Brasil).

“A parte que mais me chamou atenção no voto [de Sade] foi não desconsiderar os gastos com segurança. A prevalecer esse voto, o candidato ameaçado de morte vai ter que escolher: ‘Ou eu serei morto, ou não serei candidato ou serei cassado'”, disse o advogado Gustavo Guedes após o segundo dia de julgamento do ex-juiz.

Segundo o defensor do parlamentar, “todo valor de segurança em uma pré-campanha, se somado depois, inviabiliza” a candidatura.

“Atualmente, com este nível de polarização e insegurança, ameaçando os dois lados, ex-presidente [Jair] Bolsonaro esfaqueado, comitiva do presidente Lula levando tiros aqui no Paraná, e o Moro alvo de plano do PCC, me parece que não cabe, na atual conjuntura brasileira, considerar gastos com segurança sob pena de você ter tragédias envolvendo a democracia brasileira”, completou.

Já o advogado do PT, Luiz Eduardo Peccinin elogiou o voto, em contraposição à manifestação do relator.

“Entendemos que o voto de divergência [de Sade] foi importante para superar algumas coisas que pareciam verdade absoluta no voto do relator, como dizer, por exemplo, que seria necessário comprovar que o salmão que foi comido com dinheiro do fundo partidário se converteu em algum voto em benefício do candidato”, disse.

Sade foi nomeado pelo presidente Lula para o posto em fevereiro. Ele figurava na lista tríplice encaminhada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) à Presidência com nomes para a cadeira, depois de ela ficar vaga com o fim do mandato do juiz Thiago Paiva dos Santos.

Cláudia Cristina Cristofani, que seria a terceira a votar, pediu vista (mais tempo para análise) e se comprometeu a proferir seu voto na sessão da próxima segunda-feira. Com isso, a sessão foi suspensa com placar de 1 a 1.

Na última segunda-feira (1º), o relator Luciano Carrasco Falavinha votou pela improcedência do pedido de cassação e, portanto, pela absolvição de Moro. Ele também considerou que gastos com segurança não deveriam ser contabilizados.

“É evidente que a contratação de segurança pessoal não possui aptidão a fomentar a candidatura e atrair votos; ao revés, pode até mesmo representar obstáculo à aproximação com o eleitorado”, argumentou o relator.

Segundo Sade, o fundamento decisivo para incluir tal gasto como despesa de campanha decorre do próprio depoimento prestado por Moro. “Saiu dele o reconhecimento de que, longe de ser um indiferente eleitoral, seu forte esquema de segurança financiado com dinheiro público foi, na realidade, condição essencial para realização de sua campanha.”

O magistrado afirmou que “quase R$ 600 mil de dinheiro público” acabaram viabilizando a pré-campanha do hoje senador, “benefício esse que os demais candidatos não tiveram, daí o evidente desequilíbrio”.

“Nem toda despesa praticada por partidos e candidatos, seja na campanha ou na pré-campanha, é voltada de forma direta, imediata, à obtenção de votos. Há muitas despesas de índole instrumental mas que, ao fim e ao cabo, irão auxiliar no desenvolvimento da estratégia de campanha”, disse Sade.

Uma das controvérsias ao longo do processo é a definição sobre quais despesas seriam ou não de pré-campanha.

Ao longo de seu voto na segunda-feira, Falavinha trouxe a soma de cerca de R$ 224,8 mil para atos de pré-campanha de Moro para o cargo de senador pelo Paraná, apontando que o valor corresponde a 5% do teto de gastos de campanha ao posto no estado. Gastos com segurança e escolta, entre outros itens, foram desconsiderados pelo relator.

No cálculo do Ministério Público, as despesas totalizam, no mínimo, pouco mais de R$ 2 milhões -valor ainda inferior às somas feitas por PL e PT. Já a defesa de Moro, que leva em conta apenas a pré-campanha ao Senado, falou em gastos de R$ 141 mil.

MADURO PROMULGA ANEXAÇÃO DE ESSEQUIBO À VENEZUELA

 

História de admin3 – IstoÉ

Maduro acusou EUA de manterem bases militares secretas em Essequibo com o objetivo de planejar agressões contra a população venezuelana

Maduro acusou EUA de manterem bases militares secretas em Essequibo com o objetivo de planejar agressões contra a população venezuelana© Fornecido por IstoÉ. Norma estabelece que todos os mapas da Venezuela passem a incorporar a região de Essequibo, que fica no território da Guiana, e permite que população local eleja representantes ao Legislativo venezuelano.O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, promulgou nesta quarta-feira (03/04) uma lei que cria uma província venezuelana na região de Essequibo, dentro do território hoje reconhecido internacionalmente como da Guiana.

A iniciativa acirra o conflito entre os dois países vizinhos sobre a região de Essequibo, que representa 74% do território da Guiana é alvo de disputas territoriais há mais de um século.

A criação da nova província venezuelana reflete o resultado de um referendo não vinculante promovido pelo governo Maduro em dezembro passado, no qual 95% dos venezuelanos que foram às urnas votaram para que a região de Essequibo fosse incorporada à Venezuela.

Maduro afirmou que a lei cria “o estado da Guiana Essequiba, dentro da organização política territorial” da Venezuela, e “estabelece os seus limites e regula o funcionamento dos poderes públicos” no novo estado.

Eleições, mapa e petróleo

A norma promulgada por Maduro determina que a população da Guiana Essequiba poderá eleger representantes para a próxima legislatura da Assembleia Nacional venezuelana, que será eleita em 2025, e veta que pessoas que “apoiem” ou “favoreçam” os interesses do governo da Guiana ou das empresas instaladas em seu território concorram a cargos eletivos ou assumam cargos públicos.

A norma proíbe ainda a publicação de mapas políticos da Venezuela sem a incorporação da Guiana Essequiba, e permite que o presidente da Venezuela proíba “a celebração de contratos ou acordos com pessoas jurídicas que operem ou colaborem com operações estrangeiras nos territórios terrestres da Guiana Essequiba ou em águas ainda por delimitar”.

O interesse de Maduro pela região de Essequibo foi exacerbado a partir de 2015 por descobertas de imensas reservas de petróleo na costa da Guiana, que atraíram grandes consórcios internacionais, sendo a americana ExxonMobil a petroleira mais presente na região.

Hoje a Guiana tem uma reserva estimada em 11 bilhões de barris, o que equivale a cerca da 75% da reserva brasileira de petróleo. Isso está trazendo muito dinheiro ao país e acelerando o seu crescimento. Maduro afirma que a zona marítima em frente ao Essequibo seria, na verdade, da Venezuela.

Críticas aos Estados Unidos

No ato de promulgação da lei, Maduro também acusou os Estados Unidos de manterem bases militares secretas em Essequibo, com o objetivo de planejar “agressões contra a população de Tumeremo”, a cidade venezuelana que o governo designou como a capital remota da área disputada, e “agressões contra a população do sul e do leste da Venezuela”.

O presidente venezuelano declarou que seu homólogo guianense, Irfaan Ali, não governaria o país de fato, mas sim militares dos EUA e a empresa petrolífera americana ExxonMobil, que explora riquezas da região com autorização de Georgetown.

A Guiana “é governada pelo Comando Sul, pela CIA e pela ExxonMobil, e não estou exagerando. Eles controlam o Congresso, controlam os partidos, o governo e a oposição, controlam todo o governo, controlam totalmente as forças de defesa e as forças policiais da Guiana”, acusou Maduro.

Histórico da disputa

O Essequibo, conhecido como Guiana Essequiba na Venezuela, é um território rico em fauna, flora e minerais e tem uma área de cerca de 160 mil quilômetros quadrados, a oeste do rio de mesmo nome.

No século 19, quando a Guiana ainda era uma colônia britânica, ela delimitou seu território a leste do rio, mas gradualmente expandiu-se para o oeste, que já fazia parte da Capitania Geral da Venezuela, em um processo motivado pela descoberta de depósitos de ouro.

Um tribunal arbitral em Paris criado para decidir a respeito da fronteira entre os dois países concluiu, em 1899, que toda a região de Essequibo pertenceria à Guiana, mas a Venezuela considerou essa decisão inválida e fraudulenta.

Diante da continuidade do conflito, em 1966 foi firmado o Acordo de Genebra, que reconheceu a disputa sobre o acordo arbitral de 1899 e a reivindicação venezuelana pelo Essequibo, e determinou a criação de uma comissão para resolver a questão.

As negociações se arrastaram sem resultados e, após esgotados todos os procedimentos, a ONU encaminhou o caso à Corte Internacional de Justiça (CIJ), também por insistência da Guiana.

Em 2020, a CIJ concordou em examinar o caso, e em dezembro de 2023, determinou à Venezuela que se abstenha de interferir no atual status da região de Essequibo. Mas a decisão da CIJ tem caráter mais simbólico que vinculativo, já que a corte não pode obrigar países a cumprir suas decisões, e o governo venezuelano não reconhece a autoridade da corte para arbitrar a disputa.

Em janeiro deste ano, a Venezuela e a Guiana selaram um acordo para resolver a disputa pela região do Essequibo pelo diálogo, em vez da força, após um encontro bilateral entre Maduro e Ali em São Vicente e Granadinas, e previa um novo encontro entre os dois presidentes no Brasil.

Imagens de satélite de fevereiro publicadas por um centro de pesquisa americano mostraram expansão de base do Exército venezuelano na fronteira com o Essequibo. No mesmo mês, o Exército brasileiro enviou 28 blindados a Roraima para reforçar a segurança na fronteira com Venezuela e Guiana e, dois dias depois, um enviado americano anunciou em visita à Guiana o estreitamento de cooperações bilaterais na área de defesa para preservar as fronteiras do país.

EMPREGO DE VERBAS PÚBLICAS DA SAÚDE PARA CAMNPANHAS POLÍTICAS DE PARTIDÁRIOS

 

História de André Shalders e Daniel Weterman – Jornal Estadão

BRASÍLIA – O deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) pediu nesta quarta-feira, 03, que o Ministério Público Federal (MPF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) investiguem os repasses do Ministério da Saúde (MS) a Estados e municípios feitos por meio da Portaria 544 de 2023. No caso do TCU, a investigação também foi pedida numa representação formulada pelo procurador Lucas Rocha Furtado. Kataguiri pediu ainda a convocação da ministra da Saúde, Nísia Trindade, para prestar esclarecimentos diante da Câmara. Procurado, o Ministério da Saúde disse que a liberação do dinheiro seguiu análise técnica das propostas apresentadas por prefeituras e Estados.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade Foto: Rafael Nascimento / MS

A ministra da Saúde, Nísia Trindade Foto: Rafael Nascimento / MS© Fornecido por Estadão

Como mostrou reportagem do Estadão, a Portaria foi usada para distribuir cerca de R$ 8 bilhões em troca de apoio político no Congresso, atropelando limites do próprio ministério e gerando distorções. Dezenas de municípios receberam 1.000% a mais do que tinham condição de gastar, enquanto outros ficaram sem nada. Oficialmente, o Ministério nega que as verbas tenham sido liberadas de acordo com critérios políticos – mas congressistas ouvidos pelo jornal afirmam ter apadrinhado a liberação. Há também rastros das negociações na agenda oficial do ministério.

Todos os anos, o Ministério da Saúde define um limite de dinheiro que cada município pode receber, para certo tipo de atendimento. Este limite é traçado com base na infraestrutura que o local dispõe e na quantidade de serviços que ele pode prestar. O objetivo é evitar desperdícios e abusos. No caso dos serviços mais complexos, o limite é chamado de “Teto MAC” – a sigla significa “Média e Alta Complexidade”. No entanto, ao alegar “emergência”, a Portaria 544 permitiu ao ministério desconsiderar o Teto MAC. Como resultado, os repasses ultrapassaram o limite em 651 municípios. Em 20 deles, o Teto MAC foi ultrapassado em mais de 1.000%. Enquanto isso, outros ficaram sem nada.

Em Goiás, os 1.744 habitantes de São João da Paraúna contam com apenas um posto de saúde e nenhum hospital, segundo dados oficiais do Ministério da Saúde. O município declarou ter feito 28 mil procedimentos de média e alta complexidade em 2023, incluindo 4 mil exames de urina. A prefeitura recebeu, em novembro, R$ 1,25 milhão para bancar procedimentos de alta e média complexidade por meio da portaria. Rio Verde (GO), por outro lado, com 225,7 mil moradores e uma produção que superou 2 milhões de procedimentos especializados em 2023, pediu R$ 126,7 milhões por meio da mesma portaria para bancar os serviços, mas não recebeu nada.

Segundo Kim Kataguiri, a reportagem do Estadão “mostra que o orçamento secreto, chamado por Lula de ‘o maior escândalo de corrupção da história do país’, continua existindo em seu governo”. “Os indícios apontam não apenas favorecimento político, mas possíveis desvios já que municípios que não possuem capacidade de executar tanta verba estão sendo beneficiados. Vamos convocar os ministros Padilha e Nísia para explicarem o esquema na comissão de fiscalização e pedir para que o MPF investigue”, diz ele.

Ao representar sobre o assunto, o procurador do MP junto ao TCU Lucas Furtado argumenta que a prática do Ministério da Saúde significa uma continuidade do Orçamento Secreto, revelado pelo Estadão em 2021. “O teor na reportagem aponta para a possível continuidade de uma prática que se observou ainda no governo anterior, que, naquela oportunidade, operacionalizava-se por meio do chamado ‘orçamento secreto’, um instrumento de liberação de recursos do Orçamento da União por meio de indicação de parlamentares (com o uso das denominadas ‘emendas do relator’), sem transparência e sem critérios técnicos”, escreveu ele.

No TCU, as representações de Furtado e Kim Kataguiri serão analisadas pela área técnica do tribunal, que pode decidir ou não instaurar uma investigação a respeito. Na Câmara, a convocação de Nísia Trindade precisa ser pautada e depois aprovada na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) da Câmara dos Deputados. A ministra acumula dezenas de requerimentos de convocação similares na CFFC.

No caso da representação ao MPF, Kim Kataguiri diz que os fatos trazidos pela reportagem “possivelmente constituem ato de improbidade administrativa”. “Diante do exposto, solicito a este Ministério Público Federal que sejam tomadas as medidas cabíveis para investigar e apurar as irregularidades relacionadas à distribuição dos recursos do Ministério da Saúde pelo governo federal”, diz um trecho. Cabe agora ao MPF distribuir o caso a um procurador, que decidirá se instaura ou não um inquérito civil para investigar o caso

OTAN COMPLETA 75 ANOS DE SUA FUNDAÇÃO

História de Bernd Riegert – DW Brasil

O quadro atual é análogo a 4 de abril de 1949: o Ocidente livre se une contra a ameaça que vem do Leste, sob o escudo nuclear dos EUA. Muito depende do resultado da guerra na Ucrânia, e Rússia permanece o maior perigo.

Que poder ainda tem a Otan, aos 75 anos?

Que poder ainda tem a Otan, aos 75 anos?© Monika Skolimowska/dpa/picture alliance

Sobre o bolo de aniversário da Organização do Tratado do Atlântico Norte ardem 75 velas. Mais antiga aliança militar do mundo e a única formada por Estados democráticos, ela continua atraente: fundada em 4 de abril de 1949 com 12 membros, hoje reúne outros 20, sendo os mais recentes Finlândia e Suécia, buscando proteger-se em relação à Rússia. O ingresso da Ucrânia e da Geórgia também já foi deferido, pelo mesmo motivo.

A expansão da Otan para o Leste Europeu começou 25 anos atrás, com Polônia, República Tcheca e Hungria, antigos integrantes do Pacto de Varsóvia, a aliança militar do Bloco Comunista. Em 1999, quando a Otan fazia 50 anos, o clima era de euforia: acreditava-se ter vencido a Guerra Fria, a Rússia era vista como parceira.

Dois anos antes, Moscou assegurara em tratado que não tinha restrições à expansão da liga militar em direção ao Leste. Seguiu-se, em 2004, a filiação dos Estados Bálticos (Estônia, Letônia, Lituânia) e de Eslováquia, Eslovênia, Bulgária e Romênia. Em 2009, vieram Albânia e Croácia; e em 2017, Montenegro e Macedônia do Norte, ambos parte da antiga Iugoslávia.

Contudo, no início da década de 2000, o presidente russo, Vladimir Putin, passou a criticar o curso oriental da Otan. Ele afirmava que quando a República Democrática Alemã (RDA) se filiara à aliança, em 1990, no curso da reunificação, prometera-se à União Soviética que a expansão não tocaria a antiga zona de influência soviética. No entanto, isso nunca foi firmado por escrito.

Em 2008, a Otan prometeu, em princípio, aceitar a Geórgia e a Ucrânia. Foi aí, o mais tardar, que Putin acionou seus mecanismos estratégicos: depois de ocupar partes da Geórgia, em 2014 anexou a península ucraniana da Crimeia e passou a apoiar ostensivamente os separatistas pró-russos do leste do país vizinho. Em 2022 começou a invasão geral da Ucrânia. Apesar disso – ou talvez por esse motivo – a Otan mantém a porta aberta para novas filiações.

Cerimônia de assinatura do Tratado do Atlântico Norte, em 04/04/1949, em Washington

Cerimônia de assinatura do Tratado do Atlântico Norte, em 04/04/1949, em Washington© epa/AFP/dpa/picture alliance

“Otan está mais forte do que nunca”?

Em essência, a situação é a mesma que na fundação da Otan, em 4 de abril de 1949, em Washington: o “Ocidente livre” procura confrontar por meios militares a ameaça crescente a partir do leste, com apoio mútuo, sob o escudo das armas nucleares dos Estados Unidos. É Guerra Fria reloaded.

“No tocante à situação de ameaça e à reação da Otan, tudo parece como antes: defesa coletiva é novamente a tarefa central, não há dúvida”, afirma Matthias Dembinski, do Instituto Leibniz para Pesquisa da Paz e de Conflitos. A diferença crucial, contudo, é a forte desconfiança em relação à nação-líder da aliança, os EUA. Caso o novo presidente americano seja Donald Trump, poderá ser o fim do princípio do apoio mútuo, até então em vigor.

Segundo Dembinski, “no pior dos casos hipotéticos” caberia aos europeus uma dupla tarefa: “compensar tanto o papel de liderança dos EUA quanto assumir as contribuições militares que até agora o país tem prestado à Otan. É uma tarefa hercúlea”.

O atual presidente americano, Joe Biden, evoca como algo “sagrado e inviolável” o Artigo 5º da carta da Otan, segundo o qual o ataque a um dos membros é um ataque a todos. Na mais recente cúpula da organização, em 2023, na capital lituana Vilnius, ele descrevia com otimismo a situação atual: “hoje nossa aliança é um bastião da estabilidade e segurança globais, como tem sido há mais de sete décadas. A Otan está mais forte, mais cheia de energia e mais unida do que nunca”.

Em abril de 1999, Otan intervia na guerra na ex-Iugoslávia, bombardeando a Sérvia

Em abril de 1999, Otan intervia na guerra na ex-Iugoslávia, bombardeando a Sérvia© Jelena Djukic Pejic/DW

A maior ameaça para a aliança

O pesquisador de conflitos Dembinski concorda que atualmente a confrontação com a Rússia e o respaldo conjunto à Ucrânia solidificam a aliança, embora reconheça a fricção e a inércia decorrentes de possuir 32 membros, com interesses em parte conflitantes: isso a coloca intermitentemente “diante de um desafio existencial”.

“Mas o interessante da Otan é que até agora ela conseguiu superar todas as crises, e elas foram duras. Até o momento, a sua capacidade de se adaptar tem sido surpreendente”.

Para o ministro alemão da Defesa, Boris Pistorius, hoje o desafio da Otan é se readaptar, passando de missões internacionais para a negligenciada proteção do próprio território. É preciso voltar às raízes, e bem rápido, afirma.

“De certo modo, estamos dando a volta no volante em plena corrida: estamos parando já com o curso das mobilizações para crises internacionais, missões no estrangeiro. Precisamos retomar o impulso em direção à defesa nacional e da aliança. Isso exige um momento: estamos justamente no processo, e percebo que a coisa está dinâmica.”

O futuro da Organização do Tratado do Atlântico Norte dependerá do resultado da guerra da Rússia contra a Ucrânia, embora esta sequer seja país-membro, enfatiza o ex-porta-voz chefe da Otan e diretor de comunicações Jamie Shea: trata-se de uma questão de credibilidade para a aliança.

“Mesmo que Ucrânia consiga vencer e libertar seu território, a Rússia vai continuar malvada e vingativa: ela não vai amar a Otan. Infelizmente, por muitos anos a Rússia permanecerá sendo a maior ameaça para a Otan”.

Autor: Bernd Riegert

 

O BRASIL VAI EXPLORAR PETRÓLEO ATÉ SER UM PAÍS DESENVOLVIDO

 

História de FÁBIO PUPO E JOÃO GABRIEL – Folha de S. Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Mesmo após o Brasil ter se comprometido no debate internacional com a transição para uma economia global longe de combustíveis fósseis, o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) diz que o país deve continuar a exploração de petróleo até alcançar os mesmos indicadores sociais de economias desenvolvidas.

“Na minha opinião, [o país vai explorar petróleo e gás] até quando o Brasil conseguir alcançar IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] à altura do que atingiram os países industrializados, que hoje podem contribuir muito pouco com a questão ambiental porque se industrializaram muito antes de nós”, afirma Silveira em entrevista à Folha de S.Paulo.

O afastamento dos combustíveis fósseis foi acordado no ano passado na COP28, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Dubai, entre o Brasil e mais de cem países.

Apesar de não impor prazos, o compromisso havia sido comemorado pelos participantes por sinalizar de forma inédita o fim do petróleo em escala global —Silveira, no entanto, contesta conclusões da COP28 e defende debates sem o que chama de radicalismo.

Ele concorda que o país aplique sobre o petróleo o chamado Imposto Seletivo -tributo criado pela reforma tributária de 2023 para itens que prejudiquem a saúde ou a natureza e está em processo de regulamentação.

Para ele, no entanto, os países ricos também precisam pagar a conta, começando com compromissos já alcançados -como o Acordo de Paris, que prevê a destinação de US$ 100 bilhões por ano a medidas ligadas à mudança do clima em países em desenvolvimento.

Por outro lado, entende que o arrocho fiscal e a cartilha econômica ultraliberal -que ele liga ao então ministro Paulo Guedes, de Jair Bolsonaro (PL)- fazem com que os recursos do petróleo, ao invés de servirem a um plano de financiamento da transição energética e combate à desigualdade, sejam destinados ao pagamento da dívida pública.

PERGUNTA – A secretária do Ministério do Meio Ambiente, Ana Toni, disse à Folha que ainda não viu um plano para o petróleo financiar a transição energética. Esse plano existe?

ALEXANDRE SILVEIRA – Primeiro, me indigna muito uma brasileira ou um brasileiro, apesar do meu mais absoluto respeito às opiniões divergentes, criticar o setor energético brasileiro sem antes reconhecer que nenhum setor do Brasil é mais reconhecido nacional e internacionalmente.

Quando vi a entrevista, com o maior respeito à colega do Meio Ambiente, entendi que nós, brasileiros, temos que nos afastar do complexo de vira-lata. Nós temos primeiro que falar das nossas qualidades, reconhecê-las e nos orgulharmos delas. E uma das coisas que o Brasil deve se orgulhar muito é de ser o líder da transição energética global.

Eu só queria relembrar que boa parte do nosso petróleo, tanto dos impostos quanto da parte da partilha que foi estabelecida no pré-sal, [gera] recursos que são destinados à saúde e à educação do povo brasileiro. Por meio do Fundo Social do Pré-sal.

P – Mas esse fundo inclui outras áreas, não é exatamente para a transição.

AS – Primeiro, vamos falar um pouco sobre transição energética. Nenhum país do mundo tem mais autoridade para discutir o tema do que o Brasil.

Agora, em quanto tempo e de que forma a transição energética deve se dar, é [sobre isso] que questiono a colega. Em nenhum lugar do mundo podem afirmar em quanto tempo nós vamos poder abrir mão das fontes energéticas fósseis de forma segura, científica e economicamente.

P – Então até quando o Brasil vai explorar combustíveis fósseis?

AS – Até quando o Brasil conseguir alcançar IDH à altura dos países industrializados. O petróleo é uma fonte energética importante para combater desigualdade.

O Brasil pode, sim, falar em quanto tempo ele vai descarbonizar sua matriz interna. Na próxima década vamos ter uma matriz praticamente limpa e renovável. Até 2040. O que não é sinônimo de abrir mão das combustíveis fósseis.

Estamos trabalhando a utilização e armazenamento das energias renováveis em baterias, na próxima década já vamos tornar as energias limpas e renováveis em estáveis. A transição energética no Brasil se dará mais rápido que no resto do planeta.

P – Mas, ministro, não é importante que o país tenha também um plano nacional para aplicação destes recursos do petróleo?

AS – Vou me permitir concordar com você, apontando um grande equívoco que comete o mercado, o mercado financeiro em especial.

Todo mundo fala assim: como nós vamos aplicar o recurso do petróleo na transição energética? Eu te pergunto: o recurso do petróleo, hoje, inclusive do fundo social, vai para onde? Superávit primário.

Para fazer o quê? Pagar o juros da dívida. Nós vivemos um duro arrocho fiscal no Brasil.

Um país que tem necessidade de combater fome e miséria, um país que vive latentes desigualdades regionais não pode ser um país que se identifica com a política ultraliberal do Paulo Guedes. Porque o mercado, ele pode resolver parte do problema, mas ele não pode resolver todo o problema.

Não podemos abrir mão do Estado necessário. O Estado brasileiro, pelas suas peculiaridades naturais, desigualdades sociais muito latentes, ele tem que ser um Estado necessário. Nem um Estado exageradamente controlador nem um Estado ultraliberal.

P – E qual a sua posição no debate sobre taxar os combustíveis fósseis, como proposto no Imposto Seletivo?

AS – Mais uma vez o Brasil demonstra sua responsabilidade ambiental. Mais uma vez o governo Lula demonstra sua sensibilidade com a salvaguarda do planeta. Mais uma vez o povo brasileiro paga pela transição energética global.

Agora, fazer todo esse esforço sem cobrar contrapartida internacional não é justo. Não é cumprir com o que preconiza o grande objetivo do nosso governo, que é combater a desigualdade, cuidar das pessoas, gerar emprego, gerar renda, fazer inclusão. E diminuir o número de miseráveis que, infelizmente, ainda campeiam pelas várias regiões do país.

P – Mas tudo isso precisa de dinheiro…

AS – Eu sou a favor. Tudo isso precisa de dinheiro. Não é admissível que não nos deem direito de debater sobre como nós vamos valorar nossa matriz energética. Nós decidimos apostar na economia verde. Vamos reindustrializar o Brasil por meio da energia limpa e renovável.

Sou a favor de tudo aquilo que tiver dentro das possibilidades. E aí quem pode dizer se o Imposto Seletivo é possível, dentro das contas públicas atuais, é o ministro da economia [na verdade, da Fazenda, Fernando Haddad].

O que o ministro de Minas e Energia sempre repudia é a tentativa de criminalizar a adequada e ambientalmente correta exploração das nossas riquezas. Isso é inadmissível, é hipocrisia.

Alguém pode defender, em sã consciência, a transição energética sem nióbio? Sem lítio, sem cobalto, sem cobre? Não. Os minerais críticos são imprescindíveis para a transição energética. Agora, como que se conseguem os minerais críticos? Por meio da mineração, que muitas vezes, simplesmente ideologicamente, é criminalizada por alguns.

P – No momento em que o Brasil e o mundo acordaram, na COP28, a saída gradual dos combustíveis fósseis, como conciliar esses discursos?

AS – Eu estava na COP, e me preocupou muito o documento aprovado no final que apontou para o caminho de triplicar a produção de energia renovável. Me pareceu uma decisão politicamente correta, mas completamente desconectada da realidade do financiamento dos países industrializados comprometidos com o Acordo de Paris em 2009. Porque o número para se triplicar a produção de energia limpa e renovável até 2030, quando se deve cumprir o Acordo de Paris, é US$ 4,2 trilhões.

Os países industrializados se comprometeram a aplicar US$ 100 bilhões por meio do investimento nos fundos de clima, e não fizeram. Transição energética, como o Brasil, ninguém está fazendo no mundo, ninguém.

Agora, transição energética, para dar certo e para que o Acordo de Paris seja cumprido, só no dia em que o presidente Lula for ouvido pelos países industrializados e eles começarem a cumprir os compromissos assumidos em 2009.

Nós precisamos criar uma governança global para a transição energética.

*

RAIO-X | ALEXANDRE SILVEIRA, 53

Ministro de Minas e Energia. É delegado aposentado da Polícia Civil de Minas Gerais. Foi diretor-geral do Dnit (entre 2004 e 2005), deputado federal, secretário do governo de Minas Gerais e senador.

CEO DE ALUGUEL PODE SER CONTRATADO POR APENAS UM PERÍODO

 

Especialista Andria Tuma explica o que é CEO de aluguel e as principais vantagens de contratar um profissional

A conselheira consultiva e palestrante, Andria Tuma também falou sobre a desvantagem de ter um CEO Interino

Você sabia que é possível contratar um líder por apenas um período? Andria Tuma oferece o serviço para pequenas e grandes empresas. Ela explica como funciona o CEO de aluguel.

“É também conhecido como CEO interino, é um profissional experiente que é contratado por um período determinado para liderar uma empresa”, esclarece ela, que também pontua em situações a prática é utilizada:

“Mudança de liderança: Quando a empresa está buscando um novo CEO permanente.

Transição: Quando a empresa está passando por uma fase de transição, como uma fusão ou aquisição.

Crise: Quando a empresa está enfrentando uma crise e precisa de um líder experiente para tomar decisões difíceis.

Andria citou as principais vantagens de contratar um CEO de aluguel:

“Experiência: CEOs de aluguel geralmente possuem vasta experiência em liderança e gestão de empresas.

Visão imparcial: CEOs de aluguel podem oferecer uma visão imparcial sobre os desafios da empresa.

Flexibilidade: CEOs de aluguel podem ser contratados por um período determinado, o que oferece flexibilidade à empresa”

Andria listou a principal desvantagem de contratar o serviço.:”Custo: CEOs de aluguel podem ser caros.Mais caro ainda é você demorar a mudar de nível”

Andria Tuma começou sua carreira como auditora. Trabalhou também em várias empresas e no financeiro. “Eu sempre tive uma visão holística da empresa. Ela é um organismo vivo”, diz.

Após anos, a profissional percebeu que muitas das empresas em que fazia auditoria tinham o mesmo padrão de desenvolvimento e havia um padrão muito comum nas que pediam recuperação judicial. “Posso dizer que os maiores desafios do gestor que iniciou sua carreira lá de baixo é perenizar o legado. Para isso, muitos processos devem ser feitos. Uma empresa deve ser encarada como um projeto que precisa de cuidado para o crescimento. O dono muitas vezes está preocupado com a capacidade de pagamento de folha e de terceiros. Em muitos casos, nem recebe lucros ou de alguma forma esse recebimento se torna confuso para ele’, afirma.

Ela acredita que os maiores pecados de empresários é essa falta de discernimento. “Mas o que eu admiro muito é a coragem, a bravura e a resiliência. Quando eu trabalhei com auditoria e consultoria de gigantes empresas multinacionais, eu pude entender e mergulhar na história das empresas, principalmente os familiares e o meu amor pela governança começou quando eu pude ver empresas familiares se perenizando. E o maior exemplo de cultura perene é o da coroa britânica que passa anos e anos e a cultura permanece firme. Percebam que após o falecimento da rainha Elizabeth muitas coisas mudaram, mas bem poucas e essas poucas não afetam na gestão. Com isso, a gente conclui que o dono é o maior exemplo para uma empresa. Me especializei em trabalhar como conselheira de empresas familiares, muito embora eu ame atuar como conselheira e seja 11 áreas onde as mulheres ainda estão começando a ser bem atuantes”.

Pesquisando, ela entendeu que a terceirização de serviços é fundamental para pequenas e médias empresas. Por conta disso, criou o serviço de CEO eu de aluguel.

“Você pode contar comigo para diagnosticar sua empresa e te mostrar os pontos cegos. Em muitos casos, acompanho a implantação ou minha equipe faz a implantação” finaliza Andrea, que atende grandes empresas do Brasil.

FANS TOKENS DA VALEON

Os Clubes de Futebol no Brasil e no Mundo estão alinhados fora de campo e estão investindo em inovação e no mercado de criptoativos, mais especificamente as Fans Tokens que são moedas digitais chamadas de CHILIZ(CHZ).

A novidade é atribuir um valor de ativo financeiro a um produto com o qual o fã cria relacionamentos e experiências com o Clube de Futebol e que antes era apenas um serviço sem valor de revenda ou de valorização desse ativo. As Fans Tokens ajudam os clubes a melhorar a parte financeira.

Assim como nenhum elemento do marketing faz nada sozinho, não só em clubes, mas em qualquer empresa, as Fans Tokens também precisam ter a imagem trabalhada para chegar ao consumidor de forma clara, oferecendo algo que seja palatável e legível ao torcedor, ou seja, as pessoas precisam entender do que se trata este ativo digital para poder consumi-lo.

Como toda inovação, as Fans tokens ainda estão numa fase inicial e todos nós estamos aprendendo com elas. Não podemos perder de foco é que a tecnologia não pode ser o fim, a tecnologia é simplesmente o meio e é a chave para o engajamento e temos que compreender que a tecnologia pode gerar lucro, construir operações sustentáveis, proteger a integridade da concorrência, desenvolver multiplataformas e muito mais.

Engajar os fãs não é algo exclusivo do esporte. Pelo contrário, todas as marcas querem encantar seus consumidores e engajá-los das mais variadas formas. Descobrir essas formas é uma das muitas atividades de quem trabalha com comportamento do consumidor.

Em marketing, podemos definir o engajamento do cliente como os comportamentos espontâneos, interativos e cocriativos do consumidor, principalmente em trocas não transacionais entre consumidor e empresa para atingir seus objetivos individuais e sociais.

Em outro contexto, porém, podemos pensar no engajamento como um estado de espírito motivacional relacionado à marca e dependente do contexto de um cliente, caracterizado por níveis específicos de atividade cognitiva, emocional e comportamental nas interações da marca. E, nesse aspecto, surge um fator importante: como os consumidores engajados fornecem referências e recomendações para produtos específicos, o engajamento do cliente é um elemento-chave nas estratégias das empresas para o desenvolvimento de soluções, de novos produtos e retenção de clientes. É aqui que surge a ideia da monetização.

A Startup Valeon cria as FANS TOKENS VALEON para premiar uma enorme comunidade de consumidores que utilizam as redes sociais, que são o nosso público-alvo, que são as pessoas que achamos que podem realmente se beneficiar do nosso produto que é a Plataforma Comercial Marketplace Valeon e muitas vezes não possuem o conhecimento básico de como o nosso produto funciona.

As Fans Tokens são para aqueles que não querem apenas ser espectadores, mas para aqueles que desejam ter um papel mais ativo na comunidade das redes sociais.

A tokenização fornece novas maneiras inspiradoras de classificar valor, criando novos ativos ou reinventado os tradicionais, abrindo portas para melhoria de processos totalmente novos, fluxos de receitas e envolvimento dos clientes com novas oportunidades.

Pensando nisso, a Startup Valeon através do seu Site, aposta na possibilidade de trazer o consumidor que pode estar longe ou não conhece a Valeon para perto da gente e ainda ser nosso colaborador participando ativamente do nosso desenvolvimento, gerando transformações e tendo o direito de fornecer conhecimentos específicos para o desenvolvimento do Site.

Valor do Fan Token Valeon = R$ 1,00

Solicitamos a colaboração dos consumidores do Vale do Aço para as oportunidades de influenciarem em algumas decisões do nosso dia-a-dia e quanto maior o peso de suas opiniões, mais Fan Tokens irá ganhar.

1 – Você pode auxiliar no desenvolvimento do nosso Site Valeon verificando alguma possibilidade de melhoria nele.

Prêmio: 50 Fan Token Valeon

2 – As Empresas, Serviços e Profissionais que desejarem participar aderindo suas Publicidades e Propagandas ao Site Valeon terão descontos.

Prêmio: 30% na mensalidade

3 – Sugestões de Internautas que queiram incluir ÁLBUNS DE MÚSICAS de até 150 MB NA COLEÇÃO DE MÚSICAS do Site Valeon.

Prêmio: 20 Fan Token Valeon

VALIDADE DAS FANS TOKENS VALEON: 06 MÊSES

IPAT/1/01/2024

Envie sua MENSAGEM por e-mail no site da Valeon

Nossos contatos: Fones: (31) 3827-2297 e (31) 98428-0590 (Wpp)

E-MAIL: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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