Blog do Moysés Peruhype Carlech

segunda-feira, 18 de março de 2024

MÚSICA DE ELTON JOHN NOS LEVA A ESTRADA DOS TIJOLOS AMARELOS

Brasil e Mundo Estrada dos tijolos amarelos

Para onde nos leva a estrada dos tijolos amarelos?

Byvaleon

Mar 18, 2024

História de Wagner Balera – Newsrondonia

Para mim parece uma dica reflexiva apropriada para o momento em que nos situamos. Na estrada de tijolos amarelos os cães da sociedade uivam…

Eles, decerto, não são os pobres de cuja presença se tratará em outro ponto do caminho. Os que reclamam são aqueles a quem os meios de comunicação dão sempre a palavra. Acontece um desastre climático, mas quem fala não é o que entende de clima e, sim, o que somente enxerga os efeitos econômicos do desastre climático.

Sobram imóveis decorrentes do excesso de construção civil num período. Do outro lado do planeta. Imóveis cuja elaboração exigiu mão-de-obra, isto é, geraram emprego. Mas à beira da estrada de tijolos amarelos as cassandras advertem: não dá mais para investir em moradias populares aqui, aqui mesmo. A margem é mínima.

E quando as ruas ficam cheias dos vira-latas não tem um centavo fuçando por petiscos como você pelo chão, nossos porta-vozes reclamam da sujeira que eles deixam nas ruas e ainda atacam com vis ameaças um outro Cristo que sai para lhes dar sopa e pão. Proposta para resolver o problema das pessoas em situação de rua é algo extremamente complexo. Melhor deixar para depois. Ataque-se já o usuário de drogas e se retirem todos os seus pertences sem nenhuma consideração do devido processo legal que, esse, só vale para os cães que uivam.

A solução do problema complexo pode ser encontrada mediante apoio ao que diz:  estou voltando para o meu arado.

Não e não! Impossível. Os cães, benditos possuidores, não aceitariam o retorno de nem mesmo cinco por cento da população, antes se recusam a devolver assim as terras ancestrais dos povos originários como a dos quilombolas. E alguns até ironizam que, se você fizer isso, voltar atrás, virará estátua de sal, como fora advertida a mulher de Lot, que não acreditou na ameaça e hoje se multiplica em legião de estatuas de sal chamadas waiãpi, apurinã, tukano, guajajara, mura e yanomami.

Eu, finalmente, decidi minhas mentiras futuras.

Falemos sobre mentiras passadas, presentes e do que vem para o futuro.

A mentira passada das mais divulgadas é a de que o amarelo da bandeira representa o nosso ouro.

Mentira em dúplice dimensão. O amarelo entra na bandeira porque representa a casa imperial dos Habsburgos, à qual pertencia Leopoldina, primeira imperatriz do Brasil. E o ouro que foi encontrado por aqui em abundância, provavelmente não saiu das terras onde dominaram os Habsburgos por quase trezentos anos.  Decerto a Casa Imperial do colonizador fez uso do ouro brasileiro. Portanto, no Império, o ouro era dos Bragança, o verde da bandeira. É levaram o equivalente a dez anos da produção anual atual do metal.

E, consoante a mentira presente, o ouro não é nosso e, sim, dos que o extraem ilicitamente e ainda se lhes deu o poder de autodeclararem a permissão da lavra garimpeira que não permite a apuração da origem e o controle ambiental da atividade.

Trata-se, possivelmente, da mais amarela das lavagens de dinheiro perpetrada pelos cães e que se infiltra nas terras indígenas mediante a paga de sempre: os petiscos, tanto maiores quanto mais poderosos os que deveriam vigiar o solo.

A estrada dos tijolos amarelos leva à morte dos povos originários e quilombolas, no limite, à morte do Estado, que não consegue fazer cessar essa gritaria da coruja que uiva na mata.

Mas sabe o que o Estado deve fazer, se não quiser morrer? Derrubará seu avião.  E destruirá tuas pistas de pouso clandestinas onde circula o ouro que você certificou. Não seria demais que cuidasse de processar você e te fazer cumprir a pena cabível por estar nos obrigando a dar adeus à estrada dos tijolos amarelos.

Esperemos que mentiras futuras deixem de existir, mediante controles eficientes da produção do tijolo amarelo, cuja extração não destrua o ambiente, como se faz em Canaã dos Carajás, de nome e memória tão simbólicos.

Fique, enfim, a homenagem a esse notável cantor e compositor e a reflexão que ele nos ajudou a ter sobre o tema.

Wagner Balera

Wagner Balera© Fornecido por Newsrondonia

Coordenador do Núcleo de Estudos de Doutrina Social, Faculdade de Direito da PUC-SP. É Professor Titular de Direitos Humanos da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Coordenador da Revista Brasileira de Direitos Humanos. Membro da Academia Paulista de Direito. Membro da Academia Paulista de Letras Jurídicas. Membro da Academia Nacional de Seguros e Previdência. Membro da Academia Brasileira de Direito da Seguridade Social. Membro da Academia Brasileira de Direito Tributário. Advogado. É Livre-Docente em Direito Previdenciário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Doutorado em Direito das Relações Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Mestrado em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).

Presidente do IPCOM (Instituto de Previdência Complementar e Saúde Suplementar).

Adeus estrada de tijolos amarelos
Canção de Elton John
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Resultados da pesquisa

Principais resultados

Letras
Quando você vai descer?
Quando você vai pousar?
Eu deveria ter ficado na fazenda,
deveria ter ouvido meu velho
Você sabe que não pode me segurar para sempre
Eu não me inscrevi com você Não
sou um presente para seus amigos abrirem
Esse garoto é muito jovem para cantar
O blues, ah, ah
Então, adeus, estrada de tijolos amarelos
Onde os cães da sociedade uivam
Você não pode me plantar em sua cobertura
Vou voltar para o meu arado
De volta à velha coruja uivante na floresta
Caçando o sapo com tesão
Oh, finalmente decidi que meu futuro está
Além da estrada de tijolos amarelos
Ah, ah
O que você acha que fará então?
Aposto que eles vão derrubar o avião.
Você vai precisar de um pouco de vodca e tônicos
Para colocá-lo de pé novamente
Talvez você consiga um substituto
Há muitos como eu para serem encontrados
vira-latas que não têm um centavo
Farejando petiscos como você
No chão, ah, ah
Então, adeus, estrada de tijolos amarelos
Onde os cães da sociedade uivam
Você não pode me plantar em sua cobertura
Vou voltar para o meu arado
De volta à velha coruja uivante na floresta
Caçando o sapo com tesão
Oh, finalmente decidi que meu futuro está
Além da estrada de tijolos amarelos
Ah, ah

 

 

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REELEIÇÃO DE PUTIN NA RÚSSIA FOI UM SIMULACRO DE ELEIÇÃO

 

Brasil e Mundo Reeleição de Putin na Rússia

“Simulacro”, dizem jornais franceses sobre reeleição de Putin, “o prisioneiro do Kremlin”

Byvaleon

Mar 18, 2024

História de RFI

"Simulacro", dizem jornais franceses sobre reeleição de Putin, "o prisioneiro do Kremlin"

“Simulacro”, dizem jornais franceses sobre reeleição de Putin, “o prisioneiro do Kremlin”© Maxim Shemetov/Retuers

Os jornais franceses desta segunda-feira (18) repercutem os resultados da eleição presidencial russa e a controversa vitória de Vladimir Putin, que obteve, segundo a contagem oficial, mais de 87% dos votos. 

“Putin, o poder absoluto que preocupa o ocidente” é a manchete do jornal Le Figaro, lembrando que esse será o quinto mandato do chefe do Kremlin – o terceiro consecutivo – e que ele governará por mais seis anos, após “uma votação sem oponentes”. 

Em um editorial intitulado de “O Prisioneiro do Kremlin”, Le Figaro afirma que o líder russo criou sua própria armadilha com seu sistema totalitário: “um vazio corrosivo”. “O poder isola, mas o poder autoritário aprisiona”, diz o texto. 

“Putin ‘reeleito'”, afirma o jornal Libération no título de uma matéria que classifica a eleição presidencial russa de “simulacro”. Para o diário, as imagens mais marcantes da votação foram as da mobilização dos eleitores no protesto convocado por Yulia Navalnaya, viúva do opositor Alexei Navalny, morto na prisão no último 16 de fevereiro.

Na chamada ação ‘Meio-dia contra Putin’”, milhares de eleitores russos se aglomeraram em longas filas para votar nos outros três candidatos a presidente, embora nenhum deles tivesse chances de vencer o chefe do Kremlin. “Embaixadas e consulados russos em todo mundo também foram tomados por multidões de expatriados” dispostos a marcar sua oposição à reeleição de Putin. 

Chefe de guerra

Para o jornal Le Monde, o “todo poderoso Putin” se reelegeu para “um novo mandato de chefe de guerra”. O diário lembra que, se o presidente russo completar o seu quinto mandato, em 2030, ele baterá o recorde no poder no país, ultrapassando o ditador Josef Stalin, líder de um regime totalitário entre 1927 e 1953 na então União Soviética. 

“Nenhuma inflexão deve ser esperada de sua parte, principalmente sobre a guerra na Ucrânia”, destaca a matéria. De fato, em discurso após o anúncio de sua vitória na noite de domingo, Putin atribuiu o sucesso nas urnas ao fato que, segundo ele, “a Rússia defende com armas na mão o direito de crescer”, conclui o jornal Le Monde.

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BENEFÍCIOS DO ETANOL PARA O CARRO E MEIO AMBIENTE

Brasil e Mundo Etanol

Etanol: o que é, produção e benefícios

Byvaleon

Mar 18, 2024

História de Equipe eCycle

Etanol: o que é, produção e benefícios

Etanol: o que é, produção e benefícios© Fornecido por eCycle

O etanol, conhecido como álcool etílico (C2H5OH), é uma substância pura composta por uma molécula com dois átomos de carbono, cinco de hidrogênio e um grupo hidroxila. Ele pertence à função orgânica dos alcoóis.

O etanol é o principal componente de bebidas alcoólicas, sendo encontrado em pequenas concentrações nestas bebidas.

Já em relação ao consumo de etanol combustível, existem dois tipos principais: anidro e hidratado. A diferença entre eles está na concentração de água em sua composição. O etanol anidro contém cerca de 0,5% de água, enquanto o hidratado tem aproximadamente 5%.

O etanol hidratado é produzido de forma convencional na indústria e é comercializado nos postos de combustíveis para uso em veículos. Já o etanol anidro passa por um processo adicional e específico para remover o excesso de água.

O etanol anidro é utilizado na produção de gasolina C, que é uma mistura de gasolina A (gasolina pura) e álcool etílico. Essa mistura geralmente contém de 20% a 25% de álcool anidro. No entanto, nem a gasolina A nem o álcool anidro podem ser vendidos diretamente aos consumidores finais.

Como ocorre a produção de etanol?

Diversas espécies vegetais podem ser usadas como matéria-prima na produção de álcool etílico. No Brasil, a cana-de-açúcar é a mais amplamente utilizada, e também é uma alternativa para a geração de eletricidade a partir do resíduo em forma de bagaço. A cada tonelada de cana-de-açúcar, são produzidos cerca de 140 kg de bagaço.

O Programa Nacional do Álcool (Pró-álcool), lançado pelo governo federal, em 1975, como resposta ao choque mundial do petróleo,  incentivou o cultivo de cana-de-açúcar no país.

Isso se deve às condições ideais encontradas no Brasil, como solo, topografia e clima favoráveis ao desenvolvimento dessa cultura. Além disso, a cana-de-açúcar apresenta a maior produtividade por hectare em comparação com outras espécies vegetais.

De acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Brasil ocupa a segunda posição mundial na produção de etanol, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Enquanto no Brasil é a cana-de-açúcar a principal matéria-prima para sua produção, nos Estados Unidos, o milho é a espécie vegetal mais utilizada pelos produtores.

Vantagens e desvantagens do etanol

O álcool etílico possui vantagens e desvantagens que devem ser consideradas. Por um lado, é uma alternativa mais limpa em comparação aos combustíveis fósseis, ajudando a reduzir as emissões de gases do efeito estufa. No entanto, há preocupações quanto à sua potencial concorrência com a produção de alimentos, devido à necessidade de terras agrícolas para o cultivo de matérias-primas.

Para enfrentar essas preocupações e atender à crescente demanda por energia e alimentos, estão sendo desenvolvidas tecnologias para produzir álcool etílico a partir de resíduos agrícolas. O etanol de segunda geração, também conhecido como etanol celulósico, é produzido a partir de materiais ricos em lignina, como o bagaço de cana, que normalmente seria desperdiçado no processo convencional de produção.

No entanto, é importante considerar outras etapas da cadeia produtiva do etanol. Um exemplo é a produção de vinhoto ou vinhaça, um subproduto do processo de produção do etanol. Para cada litro de álcool etílico produzido, são utilizados 13 litros de água, dos quais 12 litros são vinhoto. Quando despejado em corpos hídricos, o vinhoto torna a água imprópria para consumo humano e causa impactos ambientais na fauna e flora aquáticas.

Uma abordagem para reduzir o impacto ambiental dessa etapa é utilizar o vinhoto na produção de biogás. Isso ajudaria a mitigar os efeitos negativos e aproveitar o subproduto de forma mais sustentável.Portanto, embora o etanol apresente benefícios em termos de redução de emissões e uso de fontes renováveis, é fundamental considerar toda a cadeia produtiva e buscar soluções para minimizar seus impactos ambientais e sociais.

Qual é a diferença entre etanol e gasolina?

A diferença entre gasolina e etanol está principalmente em suas origens e composições. A gasolina é derivada do petróleo, um combustível fóssil formado por uma mistura complexa de hidrocarbonetos. Por outro lado, o etanol é um biocombustível produzido a partir de fontes renováveis, como cana-de-açúcar, milho ou beterraba. Essas matérias-primas vegetais passam por processos de fermentação e destilação para obter o álcool etílico.

Uma das vantagens do etanol em relação à gasolina é sua pegada ambiental mais favorável. Durante a queima, o etanol libera menos dióxido de carbono (CO2) e outras emissões poluentes em comparação com a gasolina, contribuindo assim para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Além disso, o etanol é considerado uma fonte de energia renovável, pois é obtido a partir de culturas agrícolas que podem ser replantadas.

No entanto, é importante mencionar que o etanol possui um poder calorífico um pouco menor em comparação com a gasolina. Isso significa que, em geral, os veículos consomem mais etanol para percorrer a mesma distância do que com a gasolina.

Apesar disso, os motores flex são projetados para utilizar tanto gasolina quanto etanol combustível, ajustando automaticamente a injeção de combustível de acordo com o tipo que é usado. A escolha entre gasolina e etanol pelos consumidores depende de vários fatores, como disponibilidade, preço, desempenho do veículo e preocupações ambientais.

 

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ONDA DE TEMPERATURAS ALTÍSSIMAS ACIMA DO NORMAL ATINGE TODO O BRASIL

 

Brasil e Mundo Recordes de temperatura no final do verão

Até quando vai a onda de calor em SP e nos outros Estados afetados?

Byvaleon

Mar 18, 2024

História de Redação – Jornal Estadão

A onda de calor que tem elevado os termômetros e feito cidades baterem recordes de temperatura para março neste fim do verão, principalmente no Centro-Sul, só deve deixar o País no outono. Segundo a empresa de meteorologia Climatempo, a previsão é de que ela se estenda até a quarta-feira, 20, ou seja, no início da nova estação. Em algumas capitais, pode até haver queda brusca de temperatura.

Ondas de calor são geradas por bloqueios atmosféricos causados por grandes sistemas de alta pressão atmosférica, segundo a definição da Climatempo. A consequência disso são dias seguidos com temperaturas de até 5°C acima da média, o que coloca a saúde humana em risco.

A onda de calor vivenciada no País está na sua segunda parte. Isso porque o centro de alta pressão atmosférica tem se movido gradualmente.

Movimentação no Parque da Independência, na zona sul de São Paulo, neste domingo, 17, em mais um dia de calor. Foto: Werther Santana/Estadão

Movimentação no Parque da Independência, na zona sul de São Paulo, neste domingo, 17, em mais um dia de calor. Foto: Werther Santana/Estadão© Fornecido por Estadão

A primeira parte, conforme a Climatempo, aconteceu entre 11 e 15 de março. Os principais afetados foram os municípios do oeste e do sul de Mato Grosso do Sul, além da porção oeste dos Estados do Sul.

Com o deslocamento do centro de alta pressão do Sul para São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a onda inaugurou uma segunda fase no sábado, 16, que vai até a quarta, 20. As áreas de calor mais intenso são especialmente nas cidades do Sudeste e do Centro-Oeste.

Vídeo relacionado: Sensação térmica atinge recorde de 60°C no RJ (Dailymotion)

Na previsão quinzenal da Climatempo, é possível observar a queda nas temperaturas nas capitais dos principais Estados afetados pela onda. As do Sudeste devem ter uma queda brusca entre a quinta, 21, e a sexta, 22.

  • Na capital paulista, a quarta deve ter máxima de 32°C e mínima de 23°C. Na quinta, 32°C e 24°C. Na sexta, a queda é brusca com máxima de 24°C e mínima de 19°C.
  • Em Vitória, capital do Espírito Santo, a temperatura na quarta fica entre 24°C e 36°C. Na quinta, 25°C e 36°C. Na sexta, 24°C e 28°C.
  • Na capital mineira, Belo Horizonte, a quarta deve ter máxima de 32°C e mínima de 22°C. Na quinta, 33°C e 22°C. Na sexta, a máxima de 26°C e mínima de 21°C.
  • No Rio, a temperatura na quarta fica entre 24°C e 37°C. Na quinta, 25°C e 39°C. Na sexta, 24°C e 29°C.
  • Onda de calor: SP, MS e PR estão em alerta de ‘grande perigo’, diz Inmet; veja previsão
  • Veja dicas de como amenizar o calor em casa
  • Com 60º C, Rio tem recorde de sensação térmica neste sábado; calor segue forte no domingo

Chuva em SP

Os últimos dias do verão serão marcados pelo retorno da chuva um pouco mais intensa em São Paulo. “O calor, a umidade e a circulação de ventos devem favorecer a formação de nuvens carregadas sobre o território paulista (já) neste domingo”, segundo a Climatempo.

Temporais passam a ocorrer de maneira mais generalizada na terça-feira, 19, inclusive na capital. Os volumes devem ser elevados e podem causar “danos pontuais”, diz a previsão.

O que diz o Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) colocou mais de 1,6 mil municípios de partes de Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás em alerta de “grande perigo” para onda de calor. A classificação de risco passou a valer no sábado, 16, e dura até o final da tarde da segunda-feira, 18.

O alerta máximo do Inmet vale para 556 municípios que estão no norte do Paraná; sul, leste e centro-norte mato-grossense; e as regiões paulistas de Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Piracicaba, Ribeirão Preto, Araçatuba, Marília, Araraquara e Bauru. A Região Metropolitana, Vale do Paraíba e o litoral sul de SP estão em alerta de perigo potencial.

Área com alerta de grande perigo para onda de calor Foto: Inmet/Reprodução

Área com alerta de grande perigo para onda de calor Foto: Inmet/Reprodução© Fornecido por Estadão

Veja a previsão para este domingo em todas as capitais, segundo o Inmet:

Região Norte

  • Manaus – mínima de 24°C e máxima de 32°C
  • Rio Branco – mínima de 23°C e máxima de 31ºC
  • Porto Velho – mínima de 23°C e máxima de 29°C
  • Belém – mínima de 24°C e máxima de 32°C
  • Macapá – mínima de 25°C e máxima de 32°C
  • Palmas – mínima de 22°C e máxima de 32°C
  • Boa Vista – mínima de 26°C e máxima de 38°C

Região Nordeste

  • Salvador – mínima de 24°C e máxima de 33°C
  • Recife – mínima de 26°C e máxima de 32°C
  • Aracaju – mínima de 27°C e máxima de 32°C
  • Maceió – mínima de 25°C e máxima de 33°C
  • Fortaleza – mínima de 24°C e máxima de 30°C
  • Teresina – mínima de 25°C e máxima de 33°C
  • São Luís – mínima de 23°C e máxima de 39°C
  • Natal – mínima de 25°C e máxima de 31°C
  • João Pessoa – mínima de 25°C e máxima de 32°C

Região Sudeste

  • São Paulo – mínima de 24°C e máxima de 35°C
  • Rio de Janeiro – mínima de 23°C e máxima de 39°C
  • Vitória – mínima de 25°C e máxima de 36°C
  • Belo Horizonte – mínima de 20°C e máxima de 34°C

Região Centro-Oeste

  • Goiânia – mínima de 22°C e máxima de 33°C
  • Cuiabá – mínima de 28°C e máxima de 37°C
  • Campo Grande – mínima de 23°C e máxima de 34°C
  • Brasília – mínima de 19°C e máxima de 30°C

Região Sul

  • Curitiba – mínima de 22°C e máxima de 33°C
  • Florianópolis – mínima de 24°C e máxima de 29°C
  • Porto Alegre – mínima de 22°C e máxima de 28°C

Paulistanos contam estratégias para enfrentar a onda de calor

“Nos últimos anos, estamos sentindo que o calor está mais intenso mesmo. Dentro de casa, sempre com janelas abertas, ou, quando está muito calor, fechamos tudo e ficamos no ar-condicionado”, afirma o empresário Carlos Mansur, de 37 anos.

Para fugir um pouco da monotonia de casa, mas sem derreter, a família dele gosta de ir a parques, mas ele conta que um passeio no shopping também é uma opção. Neste domingo, 17, foi ao Parque da Independência, na zona sul, para brincar com as filhas Julia, de 2 anos, e Vivian, de 3 meses, junto à esposa Suzana. ”Tem as fontes de água que dá pra brincar com crianças, e uma feira ao lado com diversas opções de comida e bebida”, afirma sobre a escolha.

Carlos Mansur com a filha Julia, de 2 anos, no Parque da Independência neste domingo em São Paulo. Foto: Werther Santana/Estadão

Carlos Mansur com a filha Julia, de 2 anos, no Parque da Independência neste domingo em São Paulo. Foto: Werther Santana/Estadão© Fornecido por Estadão

Além de muita água, os cuidados da família envolvem protetor solar e repelente – o Brasil enfrenta uma epidemia de dengue em proporções nunca antes vistas. “O maior problema das crianças pequenas é que começam a ficar de mau humor, mas não entendem e não expressam que estão com calor. Estamos sempre atentos para ficar na sombra, oferecendo água para elas e observando se elas estão suando muito.”

Os parques também costumam ser o refúgio da família do chefe de cozinha Ed Aldrwin Canholi dos Santos, de 54 anos, morador da zona sul. Neste domingo, 17, a escolha foi pelo Independência, na companhia da esposa Alessandra Mingues Moreira Canholi, 44, da filha Maria Eduarda, 10, e do cãozinho Darwin.”A fonte do parque é uma opção incrível para amenizar o calor”, diz.

Os parques também costumam ser o refúgio da família do chefe de cozinha Ed Aldrwin Canholi dos Santos, de 54 anos, morador da zona sul. Neste domingo, 17, a escolha foi pelo Independência, na companhia da esposa Alessandra Mingues Moreira Canholi, 44, da filha Maria Eduarda, 10, e do cãozinho Darwin. Foto: Werther Santana/Estadão

Os parques também costumam ser o refúgio da família do chefe de cozinha Ed Aldrwin Canholi dos Santos, de 54 anos, morador da zona sul. Neste domingo, 17, a escolha foi pelo Independência, na companhia da esposa Alessandra Mingues Moreira Canholi, 44, da filha Maria Eduarda, 10, e do cãozinho Darwin. Foto: Werther Santana/Estadão© Fornecido por Estadão

Eles também gostam do Parque Ibirapuera, da Aclimação e das Bicicletas. ”Essa onda atual parece estar bem mais intensa, pois nem à noite tem caído muito a temperatura”, avalia. Para enfrentá-la, muita água e qualquer atividade externa somente em momentos de menos intensidade do Sol. Para a Duda e o Darwin, gelo, frutas frescas e piscina.

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GOVERNO LULA INVESTIGA A LAVA JATO NO SEU OBJETIVO DE VINGANÇA

 

Brasil e Mundo Governo Lula Lava Jato

Investigação do governo Lula sobre Lava Jato esbarra em acesso a dados

Byvaleon

Mar 18, 2024

História de JOSÉ MARQUES – Folha de S. Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Apurações abertas pelo governo Lula (PT) com o objetivo de responsabilizar agentes públicos por suspeitas de irregularidades cometidas durante a Operação Lava Jato enfrentam dificuldades na obtenção de informações de outros órgãos e, mais de seis meses depois de anunciadas, estão inconclusas.

Essas investigações foram iniciadas em meio a uma revisão dos procedimentos da operação, que tem sido defendida por uma ala de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), como Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do próprio presidente Lula.

Lula, que ficou preso por 580 dias devido a condenações oriundas da Lava Jato, teve os processos contra ele anulados após decisões do Supremo.

Em setembro do ano passado, Toffoli mandou anular todas as provas oriundas do acordo de leniência da Odebrecht (atualmente Novonor), em uma decisão que chamava a prisão de Lula de “um dos maiores erros judiciários da história do país”.

Ao mesmo tempo, intimou a AGU (Advocacia-Geral da União) para que o órgão iniciasse apuração “para fins de responsabilização civil pelos danos causados pela União e por seus agentes” em virtude do que o ministro chamou de práticas ilegais.

À época, a AGU anunciou a criação de uma força-tarefa com o objetivo de “promover a reparação de danos causados por decisões proferidas pelo Juízo da 13ª Vara Federal Criminal da Subseção Judiciária de Curitiba-PR, contra Luiz Inácio Lula da Silva, atual presidente da República, bem como por membros do Ministério Público Federal no âmbito da chamada ‘Operação Lava Jato’”.

Na divulgação, o advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmava que, “uma vez reconhecidos os danos causados, os desvios funcionais serão apurados, tudo nos exatos termos do que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal”.

Essas apurações ficaram sob responsabilidade de um dos braços da AGU, a Procuradoria Nacional da União de Patrimônio Público e Probidade.

Após a decisão de Toffoli, a AGU expediu ofícios com solicitações de informações a uma série de órgãos de fiscalização, com o objetivo de fundamentar eventuais processos.

Os pedidos foram enviados à PGR (Procuradoria-Geral da República), ao CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e ao TCU (Tribunal de Contas da União).

Também foram requisitados dados do DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça).

Nesses ofícios, a AGU pedia informações sobre a abertura de eventuais investigações que tratem dos dados mencionados na decisão de Toffoli, além de uma solicitação de compartilhamento das informações existentes.

Os dados serviriam para embasar as ações de pedidos de recuperação de recursos.

Até o momento, porém, apenas o TCU e o DRCI forneceram à AGU as informações solicitadas. O órgão, por sua vez, ainda não apresentou peças à Justiça com o objetivo de ressarcimento de recursos.

A decisão de Toffoli apresentada no ano passado aconteceu em meio a uma tentativa de reaproximação do ministro do Supremo com Lula, que foi quem o indicou à corte, em 2009. Quando Lula estava preso em Curitiba, o ministro impediu que ele fosse ao velório do irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá, que morreu em 2019.

Na decisão que anulou as provas da Odebrecht, Toffoli afirmou que a Lava Jato foi uma “armação fruto de um projeto de poder de determinados agentes públicos em seu objetivo de conquista do Estado por meios aparentemente legais, mas com métodos e ações contra legem [a lei]”.

“Digo sem medo de errar, foi o verdadeiro ovo da serpente dos ataques à democracia e às instituições que já se prenunciavam em ações e vozes desses agentes contra as instituições e ao próprio STF. Ovo esse chocado por autoridades que fizeram desvio de função, agindo em conluio para atingir instituições, autoridades, empresas e alvos específicos”, disse, em sua decisão.

Além da investigação da AGU, apurações abertas em outros órgãos com o objetivo de responsabilizar agentes da Lava Jato continuam sem conclusão.

A corregedoria do CNJ também abriu uma apuração para investigar possíveis irregularidades no controle de valores oriundos entre acordos de delação premiada e leniência firmados com a força-tarefa da operação e homologados pela vara que estava sob responsabilidade do então juiz Sergio Moro.

Em 15 de setembro do ano passado, o órgão divulgou um relatório parcial que afirmava ter encontrado “uma gestão caótica” e “possível conluio” nesse controle.

A correição, porém, ainda não foi concluída, e corre sob sigilo. No CNJ, há visões divergentes a respeito da Lava Jato por dois dos seus principais integrantes: o presidente do órgão, Luís Roberto Barroso, que também preside do Supremo, e o corregedor Luís Felipe Salomão.

Enquanto Barroso tem críticas pontuais ao que considera irregularidades e erros cometidos pela Lava Jato, Salomão tem uma visão mais negativa da operação, sobretudo a respeito da tentativa da criação do chamado fundo da Lava Jato.

Essa criação, noticiada pela Folha, se daria com recursos de multa imposta a Petrobras como parte de um acordo com autoridades dos Estados Unidos para compensar perdas de acionistas minoritários com os esquemas de corrupção revelados a partir de 2014.

A Lava Jato, investigação iniciada em Curitiba sobre um esquema de corrupção na Petrobras e depois desdobrada em braços por todo o país, completa dez anos neste mês de março.

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HAJA LÁBIA PARA PARA SALVAR UM PRODUTO RUIM QUE PARECE TER PASSADO DA VALIDADE

 

Governo Lula Produto ruim e parece ter passado da validade

Haja lábia

Byvaleon

Mar 18, 2024


Rui Costa acha que a queda na popularidade de Lula vem das falhas da comunicação, mas não há marketing capaz de vender um produto ruim – e que parece ter passado do prazo de validade

Por Notas & Informações – Jornal Estadão

Um dos principais auxiliares do presidente Lula da Silva, o ministro Rui Costa (Casa Civil) assim identificou a razão da notável corrosão na popularidade do chefe: a comunicação do governo. Minimizando as pesquisas que indicaram crescente reprovação ao presidente e tentando reduzir o peso de qualquer fragilidade da atual gestão, Costa acha que é preciso aperfeiçoar a comunicação do governo e aproximá-lo de quem lê notícias via WhatsApp. “É alcançar as pessoas com informações corretas”, disse ele, em entrevista recente à GloboNews. O ministro do PT está convicto de que os números da popularidade não representam a realidade do governo.

Questão de fé, por definição, não se discute. Segundo a parolagem petista, o atual mandato do demiurgo só tem produzido boas notícias; o problema estaria na percepção popular, ruim porque o governo não conseguiu fazer suas “informações corretas” chegarem às redes. Em outras palavras, a piora não teria se dado em razão dos fatos: além dos bons resultados apresentados, o presidente estaria cumprindo fielmente seu desiderato de trabalhar para reunir eleitores, famílias e amigos afastados por divergências políticas, governaria com sabedoria e conciliação, tentando conjugar as ideias do PT com outras forças e pensamentos fora das tribos petistas, e não teria espalhado diatribes que afrontam mentes moderadas – católicas, evangélicas, judaicas ou agnósticas.

Pelo menos neste caso, Costa não recorreu à habitual criminalização do inimigo preferencial da esquerda: a “grande mídia corporativa”. Tampouco lançou mão de teorias conspiratórias comuns aos governos de natureza populista – a crença numa grande articulação entre veículos jornalísticos, como um esforço intencional da mídia e dos críticos para desestabilizar o governo. Em outros termos e outros tempos, a narrativa de perseguição da imprensa não raro era também adotada pelo então presidente Jair Bolsonaro. Mas a intenção de Costa de fazer chegar as “informações corretas” ao distinto público denota a habitual má vontade lulopetista com o trabalho da imprensa.

Se o problema está na percepção pública, sugere Rui Costa, no fim das contas quem será responsabilizado por isso é a comunicação do governo – aquela que, em última instância, atua na mediação entre o que o governo faz e como atinge a opinião de cidadãos. Ao aderir à tese, o ministro reforça a máxima segundo a qual a comunicação é o “mordomo” das crises dos governos, isto é, aquele sobre o qual habitualmente recai a culpa, ainda que seja necessário reconhecer as deficiências da comunicação lulopetista, em que imperam a falta de conhecimento sobre as exigências do ambiente digital, as falhas improvisadas ou bem pensadas do grande líder e a pajelança palaciana, incapaz de achar uma voz crítica que dissuada, divirja, aponte ao presidente as armadilhas das bombas que solta. Ao contrário, não falta quem surja para dobrar a aposta e justificar as lambanças do companheiro-em-chefe, como ocorreu no trágico episódio da comparação do conflito de Israel com o Hamas ao Holocausto.

Se Lula fala e faz o que quer, como quer e para quem quer (e não para quem precisa), não há estratégia de comunicação genial o suficiente para consertar o defeito de origem. Eis o ponto: marketing político ou comunicação oficial não substituem o que só um bom produto pode suprir. Na ausência deste, não há boa estratégia, mensagens, bons canais ou quaisquer outras artimanhas narrativas para convencer o distinto público do contrário e assegurar outra percepção popular. O governo Lula tem se mostrado um produto que passou do prazo de validade, concebido para as afinidades tribais, não para um País complexo e uma população diversa e com expectativas de mudança real em suas condições de vida. Antes de tentar seduzir os brasileiros com a ladainha antediluviana sobre luta de classes, que não faz nenhum sentido para os cidadãos que querem liberdade para aproveitar as novas oportunidades de trabalho e empreendedorismo, é preciso chegar à vida real das pessoas – que Lula, ocupado demais consigo mesmo e com seus devaneios, parece desconhecer. O ministro pode não enxergar, mas o culpado pelos problemas de comunicação está no gabinete presidencial, a poucos metros do seu.

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EXEMPLOS CONCRETOS DE UM BRASIL QUE ESTÁ DANDO CERTO NO EMPREENDEDORISMO

Negativismo, inovação e empreendedorismo

Negativismo x inovação e empreendedorismo

Byvaleon

Mar 18, 2024

É fácil fazer jornalismo de boletim de ocorrência. Não é tão fácil contar histórias reais, com rosto humano, que mostram o lado bom da vida

Por Carlos Alberto Di Franco – Jornal Estadão

O negativismo da mídia é uma forma de falsear a verdade. A vida, como os quadros, é composta de luzes e sombras. Precisamos denunciar com responsabilidade. Mas devemos, ao mesmo tempo, mostrar o lado positivo da vida.

“Bad news are good news.” O mote, alardeado pelos militantes do jornalismo cinzento, tem produzido um excesso de matérias em lá menor. O negativismo gratuito é, sem dúvida, uma das deformações da nossa profissão. “O rabo abana o cachorro.” O comentário, frequentemente esgrimido em seminários e debates sobre a imprensa, esconde uma tentativa de ocultar algo que nos incomoda: nossa enorme incapacidade de trabalhar em tempos de normalidade.

Alguns setores da mídia, em nome de suposta independência e de autoproclamada imparcialidade, castigam diariamente o fígado dos seus leitores. Dominados pelo vírus do negativismo, perdem conexão com a vida real.

A deformação não está na denúncia em si, mas na miopia, na obsessão seletiva pelo underground da vida. O que critico não é o jornalismo de denúncia, mas o culto do denuncismo. É preciso sair às ruas e ver a vida real. Lá, estou certo, perceberemos que as sombras não são capazes de ocultar as luzes que brilham no cotidiano.

Precisamos, ademais, valorizar editorialmente inúmeras iniciativas que tentam construir avenidas ou vielas de inovação e empreendedorismo. É o que farei neste espaço opinativo. Fui atrás de iniciativas interessantes e ofereço a você, amigo leitor, dois exemplos concretos de um Brasil que está dando certo.

O primeiro exemplo vem de uma empresa nacional com notável trajetória no campo da inovação: a Akiyama. Desde sua fundação, em 2005, lidera o campo da identificação biométrica no Brasil. Totalmente nacional, a empresa é um exemplo de excelência operacional e inovação.

Com uma presença abrangente, a empresa oferece suporte técnico e manutenção em mais de 5 mil municípios, incluindo todas as capitais brasileiras. Esta extensiva rede de serviços mostra a capacidade da empresa de atender a um país continental, garantindo segurança de dados e autenticação numa escala sem precedentes.

Maior fornecedora do cadastramento biométrico do Brasil, a Akiyama tem desempenhado papel fundamental no cadastramento biométrico do eleitorado brasileiro. Com mais de 140 milhões de pessoas registradas por meio de seus dispositivos e softwares, a empresa reforça a importância da identificação precisa e confiável em diversas esferas da sociedade.

Conversei com Gonçalo Fernandes, membro do Conselho de Administração do Grupo Akiyama. Trata-se de um jovem executivo com experiência internacional. Sua missão é aprimorar o modelo de governança da empresa e acelerar a internacionalização do grupo. Nas palavras de Ismael Akiyama, CEO e fundador do grupo, a habilidade de Gonçalo em instaurar “ordem ao caos”, juntamente com sua capacidade de “pensamento estratégico, inovação em design de conceitos, definição de processos claros e métodos de trabalho e empreendedorismo, o posiciona como um agente de mudança crucial dentro da empresa”.

Investir em talento e inovação é o segredo das empresas que olham para a frente e não estão reféns do retrovisor. Tal atitude não ocorre apenas no mundo empresarial. Há pessoas, e não são poucas, que não se perdem no cipoal das dificuldades da vida. Encaram as crises como porta de entrada de grandes oportunidades.

O jornal O Estado de S. Paulo jogou luz num destes personagens que valem a pena. Mostrou uma rica experiência de vida e contou uma boa história. Os leitores, frequentemente afogados na espuma que brota nos corredores do poder, devem ter agradecido as lufadas de ar fresco que sopram na vida real.

Analisando o mercado local e com bom faro para negócios, o empresário rondoniense Tony Cozendey, de 33 anos, passou de office boy de uma ótica em Buritis (RO) para o comando de sua própria rede espalhada por 14 Estados do País, com mais de 34 unidades em funcionamento e faturamento anual de cerca de R$ 20 milhões.

Desde que começou a operar, o Instituto Visão Solidária, também conhecido como IVS, apostou na produção de óculos a preços acessíveis, inicialmente com foco na venda em cidades do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Tony Cozendey nasceu numa família humilde na cidade de Alta Floresta do Oeste (RO). Aos 15 anos, mudou-se para Buritis. Para se sustentar na cidade, foi trabalhar como office boy para um amigo de seu pai, que era dono de uma ótica na cidade.

“Comecei fazendo cobrança de bicicleta nos bairros, depois passei a ajustar óculos e aprender a montá-los. Assim que comecei a me comunicar bem, fui ajudar no atendimento aos clientes e me tornei vendedor.”

Sem as algemas das dificuldades, que paralisam e inibem, Tony vislumbrou oportunidades. Hoje, é um exemplo de sucesso.

É fácil fazer jornalismo de boletim de ocorrência. Não é tão fácil contar histórias reais, com rosto humano, que mostram o lado bom da vida. “Quando nada acontece”, dizia Guimarães Rosa, “há um milagre que não estamos vendo.” O jornalista de talento sabe descobrir o milagre que se esconde no aparente lusco-fusco do dia a dia.

 

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A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL TEM SIDO FUNDAMENTAL PARA IMPULSIONAR A EVOLUÇÃO DOS E-COMMERCE

 

Empreendedorismo

E-commerce e inteligência artificial: Uma união poderosa

Byvaleon

Mar 18, 2024

Gemini – Google

O e-commerce, ou comércio eletrônico, está em constante crescimento, e a inteligência artificial (IA) tem sido fundamental para impulsionar essa evolução. A IA oferece ferramentas inovadoras que otimizam diversos aspectos do e-commerce, desde a experiência do cliente até a gestão de estoque e logística.

Benefícios da IA no e-commerce:

  • Experiência do cliente personalizada:
    • Recomendações de produtos: A IA analisa o histórico de compras e navegação do cliente para recomendar produtos relevantes, aumentando a chance de conversão.
    • Chatbots e assistentes virtuais: A IA oferece suporte 24/7, respondendo dúvidas e auxiliando na navegação do cliente.
    • Pesquisa inteligente: A IA facilita a busca por produtos, com autocompletar e filtros inteligentes.
  • Otimização de marketing e vendas:
    • Análise de dados: A IA coleta e processa dados de clientes, fornecendo insights valiosos para campanhas de marketing mais direcionadas e eficazes.
    • Segmentação de público: A IA identifica perfis de clientes, permitindo a criação de anúncios e promoções personalizadas.
    • Previsão de demanda: A IA prevê a demanda por produtos, ajudando na gestão de estoque e evitando rupturas.
  • Gestão eficiente:
    • Automação de tarefas: A IA automatiza tarefas repetitivas, como atendimento ao cliente, gestão de pedidos e logística, liberando tempo para tarefas estratégicas.
    • Prevenção de fraudes: A IA identifica e previne fraudes em transações online, protegendo a loja virtual e seus clientes.
    • Otimização de preços: A IA ajusta preços dinamicamente de acordo com a demanda e a concorrência, maximizando os lucros.

Exemplos de empresas que usam IA no e-commerce:

  • Amazon: A Amazon utiliza IA para diversas funções, como recomendação de produtos, chatbots, análise de dados e previsão de demanda.
  • Netflix: A Netflix usa IA para recomendar filmes e séries aos seus usuários, além de personalizar a experiência de cada usuário.
  • Magazine Luiza: O Magazine Luiza utiliza IA para chatbots, análise de dados e otimização de preços.

Conclusão: A inteligência artificial é uma ferramenta poderosa que pode transformar o e-commerce. As empresas que implementam IA podem oferecer uma experiência do cliente personalizada, otimizar suas operações e aumentar seus lucros. A IA é o futuro do e-commerce e as empresas que não a utilizarem podem ficar para trás.

Como a inteligência artificial aumenta as vendas no e-commerce?

  • Dicas de E-commerce, Guest Post, Marketing Digital, Matérias Especiais
  •  
  • A inteligência artificial (IA) surgiu como uma oportunidade para muitos negócios. Por isso, micro, pequenas e grandes empresas estão se adaptando a essa tecnologia para obter melhores resultados com uma solução confiável e assertiva.

Dentre as diversas áreas que já utilizam IA para otimizar processos, o comércio eletrônico é uma das que mais está aplicando esse recurso para aumentar as vendas on-line e tornar a experiência de compra dos clientes muito mais dinâmica.

Quer saber mais sobre inteligência artificial para e-commerce? Então continue a leitura!

O que é inteligência artificial?

A inteligência artificial (AI) é um conjunto de algoritmos que têm a capacidade de autoaprendizagem, ou seja, de ir aprendendo conforme o número de informações coletadas.

Para exemplificar melhor, podemos fazer um paralelo de como é o crescimento e desenvolvimento de uma pessoa. Primeiro vem o nascimento, depois ela começa a falar as primeiras palavras, montar frases, aprender o significado das coisas e assim por diante.

Com a inteligência artificial o processo é bem parecido. Assim como acontece no nosso cérebro, ela passa pela aprendizagem de acordo com os dados e informações que recebe, depois vai processando tudo isso, criando padrões e, de forma automática, vai evoluindo.

Quando surgiu a inteligência artificial e como se desenvolveu?

Por mais que as pessoas acreditem que essa tecnologia é muito nova, na verdade não é. A primeira vez que a inteligência artificial apareceu na história foi em 1956, em um congresso da Dartmouth College, evento que marcou o início do assunto.

Desde então, surgiram altos e baixos, acompanhados de investimentos e também frustrações. No ano de 1965, por exemplo, Herbert Simon afirmou que para os próximos 20 anos as máquinas poderiam fazer o que os homens fazem, porém isso não ocorreu.

O grande primeiro feito de uma inteligência artificial aconteceu em 1997, quando o IBM Deep Blue venceu o Kasparov, famoso campeão de xadrez mundial. Essa foi a primeira vez que uma máquina venceu um cérebro humano em um jogo.

Depois, com a chegada do século XXI, as coisas começaram a acontecer de uma forma ainda mais rápida.

Em 2017, muitas criações mostraram resultados, indicando que a inteligência artificial está evoluindo cada vez mais. O Facebook, por exemplo, habilitou dois robôs (Bob e Alice) para conversarem entre eles, com o objetivo de melhorar o sistema de negociação da IA.

Depois de um determinado tempo, o diálogo deles passou a ter um significado que não era entendido por humanos, ou seja, os robôs criaram uma linguagem própria, totalmente desconhecida até mesmo para os técnicos responsáveis.

Inteligência artificial hoje

Hoje, a inteligência artificial já se tornou popular, devido aos avanços em processamento de dados, aprendizagem e armazenamento de informações. Com isso, grandes exemplos do uso dessa tecnologia estão inseridos no nosso dia a dia.

A Netflix organiza a página inicial do serviço com base em recomendações relacionadas ao que o usuário já assistiu e gosta, o Facebook analisa o tipo de conteúdo que uma pessoa costuma consumir e a Amazon também utiliza recomendações de produtos para potencializar as vendas on-line.

A boa notícia é que os recursos de inteligência artificial para e-commerce já estão disponíveis no mercado para lojas virtuais de diversos segmentos e portes e não são mais exclusividade dos gigantes.

Inteligência artificial no comércio eletrônico

  • Dicas de E-commerce, Guest Post, Marketing Digital, Matérias Especiais
  • Camila Coelho

 

Entre os principais usos da inteligência artificial no e-commerce atualmente estão as vitrines de recomendação de produtos e a busca inteligente.

Esses recursos proporcionam personalização e melhora da experiência de compra para os usuários; e, consequentemente, aumento da taxa de conversão de vendas da loja virtual.

A taxa de conversão é uma das principais dores do e-commerce no Brasil hoje, pois ela ainda é bem baixa: fica em torno de 1,65%. Ou seja, para cada 1.000 pessoas que visitam um site, somente 16 pedidos são efetuados.

Mas, felizmente, a inteligência artificial está sendo uma ótima aliada para esse problema, pois faz com que as compras on-line sejam mais eficientes, intuitivas e prazerosas para os consumidores, aumentando a conversão de vendas on-line.

A importância do bom site da Valeon para o seu negócio

Moysés Peruhype Carlech

Antigamente, quando um cliente precisava de um serviço, buscava contatos de empresas na Lista Telefônica, um catálogo que era entregue anualmente ou comprado em bancas de jornais que listava os negócios por áreas de atuação, ordem alfabética e região de atuação.

De certa forma, todos os concorrentes tinham as mesmas chances de serem encontrados pelos clientes, mas existiam algumas estratégias para que os nomes viessem listados primeiro, como criar nomes fantasia com as primeiras letras do alfabeto.

As listas telefônicas ficaram no passado, e, na atualidade, quando um cliente deseja procurar uma solução para sua demanda, dentre outros recursos, ele pesquisa por informações na internet.

O site da Valeon é essencial para que sua empresa seja encontrada pelos seus clientes e ter informações sobre a empresa e seus produtos 24 horas por dia.  Criamos uma marca forte, persuasiva e, principalmente, com identidade para ser reconhecida na internet. 

Investimos nas redes sociais procurando interagir com o nosso público através do Facebook, Google, Mozilla e Instagram. Dessa forma, os motivos pelos quais as redes sociais ajudam a sua empresa são inúmeros devido a possibilidade de interação constante e facilitado como o público-alvo e também a garantia de posicionamento no segmento de marketplaces do mercado, o que faz com que o nosso cliente sempre acha o produto ou a empresa procurada.

A Plataforma Comercial site Marketplace da Startup Valeon está apta a resolver os problemas e as dificuldades das empresas e dos consumidores que andavam de há muito tempo tentando resolver, sem sucesso, e o surgimento da Valeon possibilitou a solução desse problema de na região do Vale do Aço não ter um Marketplace que Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos e o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual. Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual. 

Quando o assunto é e-commerce, os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em 2020. 

Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a visibilidade da sua marca.

Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

CONTRATE A STARTUP VALEON PARA FAZER A DIVULGAÇÃO DA SUA EMPRESA NA INTERNET

Moysés Peruhype Carlech

Existem várias empresas especializadas no mercado para desenvolver, gerenciar e impulsionar o seu e-commerce. A Startup Valeon é uma consultoria que conta com a expertise dos melhores profissionais do mercado para auxiliar a sua empresa na geração de resultados satisfatórios para o seu negócio.

Porém, antes de pensar em contratar uma empresa para cuidar da loja online é necessário fazer algumas considerações.

Por que você deve contratar uma empresa para cuidar da sua Publicidade?

Existem diversos benefícios em se contratar uma empresa especializada para cuidar dos seus negócios como a Startup Valeon que possui profissionais capacitados e com experiência de mercado que podem potencializar consideravelmente os resultados do seu e-commerce e isto resulta em mais vendas.

Quando você deve contratar a Startup Valeon para cuidar da sua Publicidade online?

A decisão de nos contratar pode ser tomada em qualquer estágio do seu projeto de vendas, mas, aproveitamos para tecermos algumas considerações importantes:

Vantagens da Propaganda Online

Em pleno século XXI, em que a maioria dos usuários tem perfis nas mídias sociais e a maior parte das pessoas está conectada 24 horas por dia pelos smartphones, ainda existem empresários que não investem em mídia digital.

Quando comparada às mídias tradicionais, a propaganda online é claramente mais em conta. Na internet, é possível anunciar com pouco dinheiro. Além disso, com a segmentação mais eficaz, o seu retorno é mais alto, o que faz com que o investimento por conversão saia ainda mais barato.

Diferentemente da mídia tradicional, no online, é possível modificar uma campanha a qualquer momento. Se você quiser trocar seu anúncio em uma data festiva, basta entrar na plataforma e realizar a mudança, voltando para o original quando for conveniente.

Outra vantagem da propaganda online é poder acompanhar em tempo real tudo o que acontece com o seu anúncio. Desde o momento em que a campanha é colocada no ar, já é possível ver o número de cliques, de visualizações e de comentários que a ela recebeu.

A mídia online possibilita que o seu consumidor se engaje com o material postado. Diferentemente da mídia tradicional, em que não é possível acompanhar as reações do público, com a internet, você pode ver se a sua mensagem está agradando ou não a sua audiência.

Outra possibilidade é a comunicação de via dupla. Um anúncio publicado em um jornal, por exemplo, apenas envia a mensagem, não permitindo uma maior interação entre cliente e marca. Já no meio digital, você consegue conversar com o consumidor, saber os rastros que ele deixa e responder em tempo real, criando uma proximidade com a empresa.

Com as vantagens da propaganda online, você pode expandir ainda mais o seu negócio. É possível anunciar para qualquer pessoa onde quer que ela esteja, não precisando se ater apenas à sua cidade.

Uma das principais vantagens da publicidade online, é que a mesma permite-lhe mostrar os seus anúncios às pessoas que provavelmente estão interessadas nos seus produtos ou serviços, e excluir aquelas que não estão.

Além de tudo, é possível monitorizar se essas pessoas clicaram ou não nos seus anúncios, e quais as respostas aos mesmos.

A publicidade online oferece-lhe também a oportunidade de alcançar potenciais clientes à medida que estes utilizam vários dispositivos: computadores, portáteis, tablets e smartphones.

Vantagens do Marketplace Valeon

Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos.

Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual. 

Tem grande variedade de ofertas também e faz com que os clientes queiram passar mais tempo no site e, inclusive, voltem com frequência pela grande diversidade de produtos e pela familiaridade com o ambiente. Afinal de contas, é muito mais prático e cômodo centralizar suas compras em uma só plataforma, do que efetuar diversos pedidos diferentes.

Inserir seus anúncios em um marketplace como o da Valeon significa abrir um novo “ponto de vendas”, além do e-commerce, que a maioria das pessoas frequenta com a intenção de comprar. Assim, angariar sua presença no principal marketplace Valeon do Vale do Aço amplia as chances de atrair um público interessado nos seus produtos. Em suma, proporciona ao lojista o crescimento do negócio como um todo.

Quando o assunto é e-commerce, os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em 2020. 

Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a visibilidade da sua marca.

VOCÊ CONHECE A ValeOn?

A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO

TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!

A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

Apresentamos o nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace que tem um Product Market Fit adequado ao mercado do Vale do Aço, agregando o mercado e seus consumidores em torno de uma proposta diferenciada de fazer Publicidade e Propaganda online, de forma atrativa e lúdica a inclusão de informações úteis e necessárias aos consumidores como:

    valeonbrasil@gmail.com

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domingo, 17 de março de 2024

LAVA JATO COMPLETA 10 ANOS SEM NENHUM POLÍTCO PRESO

 

Brasil e Mundo Lava Jato

Lava Jato faz 10 anos sem políticos presos

Byvaleon

Mar 17, 2024

DEUTSCHE WELLEi – IstoÉ Dinheiro

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Operação desvendou esquema de corrupção na Petrobras que beneficiou políticos e empreiteiros. Figuras de relevo foram condenadas, mas excessos abriram espaço reversão de decisões e soltura de presos.O início da Operação Lava Jato completa dez anos neste domingo (17/03). A investigação desvendou um esquema de corrupção envolvendo o desvio de recursos em que doleiros lavavam o dinheiro obtido por empreiteiras em contratos superfaturados com a Petrobras e repassavam parte dos ganhos a diretores da estatal, políticos e partidos.

Os crimes foram cometidos de 2004 a 2012. O aprofundamento da investigação levou à descoberta de irregularidades com os mesmos métodos envolvendo contratos fraudados em obras no Rio de Janeiro, São Paulo e até nos estádios da Copa do Mundo de 2014. Em 7 anos, a Operação teve 79 fases e culminou com a condenação e prisão de figuras relevantes do cenário político nacional e também de empresários.

Ao longo do processo, a apuração mobilizou uma força-tarefa de procuradores. Contudo, erros, excessos e vazamentos levaram a recuos e reversão do resultado de julgamentos, com a soltura de presos, desmembramento de processos em diferentes instâncias e anulação de condenações. Sob a gestão do ex-Procurador-Geral da República, Augusto Aras, o modelo da força-tarefa foi encerrado em 2021. Dez anos depois, no saldo da Operação que desvendou o esquema na Petrobras, nenhum político permanece preso.

Estopim da investigação

A primeira fase da Operação Lava Jato, em março de 2014, recebeu esse nome, pois os agentes da Polícia Federal prenderam o empresário Carlos Habib Chater, dono do Posto da Torre, no Distrito Federal, pela suspeita de lavagem de dinheiro e desvio de recursos em lavanderias e postos de combustível. Ele foi apontado como cúmplice do doleiro Alberto Youssef, preso na mesma ação, mas por delitos no Paraná.

Os investigadores descobriram que Youssef comprou um carro de luxo para o diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. A Land Rover seria o pagamento de propina. Assim, a apuração se ampliou: as fraudes não se restringiam a irregularidades no Lava Jato, mas alcançavam contratos com petrolífera.

Diante da proporção que a investigação tomava, o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu instituir uma força-tarefa de procuradores do Ministério Público Federal (MPF) que se debruçaram sobre os processos relacionados à Lava Jato. O procurador Deltan Dallagnol coordenou as atividades do grupo até 2020.

Presos por decisão do juiz Sergio Moro, titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, que tratava de crimes financeiros, Youssef e Costa, que foram presos, firmaram acordos de delação premiada. O depoimento deles incriminou outros executivos, empresários e políticos e as informações prestadas embasaram a deflagração de novas fases da Operação. A estratégia para desvendar o esquema foi depois criticada, pois as provas apresentadas em parte dos depoimentos das dezenas de colaborações prestadas por outros investigados eram frágeis, e ainda assim embasaram investigações.

Em maio de 2014, o então ministro Teori Zavaski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que os autos dos processos da Lava Jato deveriam ser remetidos à Corte, já que parlamentares com prerrogativa de foro foram citados. Outros processos foram distribuídos para tribunais no Rio e Brasília.

As empreiteiras

A apuração apontou práticas de corrupção envolvendo um grupo de 16 empreiteiras: Engevix Engenharia, OAS, Odebrecht, UTC, Camargo Correa, Techint, Andrade Gutierrez, Mendes Júnior, Promon, MPE, Skanska, Queiroz Galvão, Galvão, Iesa, GDK e Setal. Elas teriam se associado em um cartel para evitar a concorrência por contratos de engenharia com a Petrobras.

Para garantir que as construtoras fossem vencedoras da licitação, as empreiteiras pagavam de 1% a 5% dos valores dos contratos. Os valores eram repassados em espécie aos operadores financeiros do esquema – doleiros – que movimentavam contas no exterior que lavavam o recurso por meio de contratos falsos com empresas de fachada. Em seguida, o dinheiro era repassado ao beneficiário final: executivos da Petrobras ou políticos.

As empresas acusadas de crimes também decidiram colaborar, e assinaram acordos de leniência para prestar informações sobre o caso e se comprometeram a devolver valores desviados. As informações levaram à deflagração da 7ª fase da Operação, a Juízo Final, que culminou com a prisão de empreiteiros. Em março de 2016, Marcelo Odebrecht e Otávio Marques de Azevedo, da Andrade Gutierrez, e Gerson Almada, da Engevix, foram detidos.

A Controladoria-Geral da União (CGU) julgou 11 das empreiteiras inidôneas, e foram impedidas de manter contratos com o poder público. O BNDES por sua vez deixou de financiar as construtoras. Até a eclosão da Operação, as empresas contrataram R$ 57,5 bilhões em crédito, que não foram repassados.

Políticos

As primeiras prisões de políticos na Lava Jato ocorreram em abril de 2015, no âmbito da 11ª fase da operação, chamada de A Origem, quando foram presos os deputados André Vargas, Pedro Corrêa e Luiz Argôlo. Em setembro, Vargas foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

Em outubro de 2016, a apuração chegou ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que se tornou réu em inquérito no Supremo, suspeito de receber propina em contratos da Petrobras na compra de navios-sonda.

No mês seguinte, a Polícia Federal deflagrou a Operação Calicute, que identificou uma série de fraudes envolvendo as construtoras investigadas na Lava Jato e contratos com a secretaria de Obras e da Saúde no governo do Rio de Janeiro. O beneficiado foi o então governador do estado, Sérgio Cabral (PMDB), preso na ocasião.

Ex-presidentes também foram se tornaram alvo dos investigadores. Foi o caso de Fernando Collor de Mello e Michel Temer, além de Luiz Inácio Lula da Silva. Lula foi preso em abril de 2018, depois de ser condenado por Moro por lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso da reforma do tríplex bancada pela OAS como pagamento de propina. Em 2016, o MPF pediu, e Moro autorizou, a condução coercitiva do petista para que prestasse depoimento.

A Procuradoria-Geral da República ainda denunciou no PMDB os senadores Edison Lobão, Jader Barbalho, Renan Calheiros, José Sarney, Romero Jucá e Valdir Raupp, também favorecidos com o esquema de fraudes. Raupp foi condenado no STF, assim como Nelson Meurer, do PP.

Interlocutores dos partidos

Interlocutores dos partidos também foram presos e condenados: o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi detido por receber vantagens indevidas a partir dos contratos fraudulentos com a Petrobras. Mais um nome do PT que foi detido foi o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu. Ele foi condenado por receber propina por meio da Diretoria de Serviços da Petrobras.

Mais um petista preso foi o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci. Em outubro de 2018, às vésperas das eleições, o ex-juiz Sergio Moro retirou o sigilo da delação premiada de Palocci. Ele alegou que Lula sabia do esquema de corrupção na Petrobras e que teria recebido imóveis da Odebrecht. A medida gerou críticas de atuação política do juiz.

Já pelo PP, foi preso o ex-assessor do deputado federal José Janene, João Claudio Genu, que também recebeu valores ilícitos destinados ao partido.

Diretores da Petrobras

A apuração demonstrou que os diretores da Petrobras eram indicados por partidos políticos: PT, PMDB e PP. A propina chegava às legendas por meio dos executivos. Por isso, em janeiro de 2015, Nestor Cerveró, que comandava a Diretoria Internacional da Petrobras, foi preso, assim como seu antecessor, Jorge Zelada. Na 10ª fase da Operação, Que País é Esse?, foi a vez do ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato de Souza Duque ser detido. Mais um preso foi o ex-presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, acusado de receber R$ 3 milhões da Odebrecht para favorecer a empresa em contratos com a estatal.

Desdobramentos

A investigação de ilegalidades cometidas na Petrobras levou à descoberta de outras práticas de corrupção no setor elétrico. A 16ª fase da Lava Jato, batizada de Radioatividade, se debruçou sobre obras da usina nuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro, cuja licitação teria sido fraudada mediante do pagamento de propina a agentes públicos. A ação levou à prisão do presidente licenciado da Eletronuclear, Othon Pinheiro, que promoveu o acordo.

A apuração de irregularidades, que coletou informações dos acordos de delação premiada e acordos de leniência, alcançou ainda a construção de estádios para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Segundo o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o conluio entre as empresas teria fraudado licitações para obras da Arena Pernambuco (PE), Castelão (CE), Arena das Dunas (RB), Fonte Nova (BA) e a reforma do Maracanã (RJ).

Outras construções também se tornaram alvo de investigação pela suspeita de mesma prática de desvio de recursos, como obras de revitalização do Complexo do Alemão, Complexo de Manguinhos e Comunidade da Rocinha. As construtoras ainda se mobilizaram para vencer de maneira fraudulenta a licitação pela construção da ferrovia Norte-Sul e da integração da Leste-Oeste.

Dinheiro recuperado

Segundo o MPF, cerca de R$ 14,5 bilhões podem ser recuperados após a tramitação e julgamento de acordos de colaboração e leniência que ainda estão em curso.

O ministro do Supremo, Edson Fachin, relator dos casos da Lava Jato na Corte, divulgou um balanço da atuação do Supremo nas ações relacionadas à Operação. Segundo o gabinete, os acordos de colaboração premiada com os envolvidos no esquema resultaram na recuperação de R$ 2 bilhões aos cofres públicos.

A Petrobras tem sido restituída em várias parcelas ao longo dessa década de atuação da Força-Tarefa. Segundo a estatal, pelo menos R$ 6,1 bilhões foram devolvidos até 2021. Em 2019, a Força-Tarefa do MPF em Curitiba tentou constituir um fundo privado para gerir R$ 2,5 bilhões depositados pela estatal em uma conta da 13ª Vara Federal. O valor corresponde ao valor pago pela empresa para evitar um processo judicial nos Estados Unidos. A medida foi alvo de questionamento na Câmara dos Deputados e barrada pelo STF. Para o ministro Alexandre de Moraes, havia o risco de “desvirtuamento” na gestão dos valores.

Condenações revertidas

Em novembro de 2019, o STF decidiu que réus só podem começar a cumprir a pena depois que todos os recursos judiciais sejam esgotados. A decisão do colegiado alterou o entendimento anterior, de 2016, e que previa que os condenados poderiam ser presos antes do fim do trânsito em julgado. A medida beneficiou condenados pela Lava Jato.

Com isso, após 580 dias encarcerado no prédio da Polícia Federal em Curitiba, o presidente Lula foi solto. Em seguida, se livrou dos processos judiciais depois que Moro foi julgado suspeito pelo STF. Em 2022, ele voltou à cena política, disputou as eleições e retornou ao cargo de presidente para um terceiro mandato.

Sergio Cabral é outro nome de relevo da política que foi condenado, preso e depois libertado. Em dezembro de 2022, a segunda turma do STF revogou a prisão preventiva do ex-governador, detido por uma decisão da 13ª Vara de Curitiba, que o julgou culpado de receber propina da Andrade Gutierrez para beneficiar a construtora em contratos para obras no Comperj. A defesa argumentou que ele foi preso antes de se esgotarem todos os recursos.

Os advogados de políticos buscam no STF a liberdade dos condenados, e têm obtido vitórias. Desse modo, não restam políticos presos como resultado da Lava Jato. Em 2022, o STF também anulou a condenação do ex-deputado Eduardo Cunha. Ele deixou a prisão depois de cinco anos na cadeia.

Outros condenados que foram libertados são: o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (suspeito de receber propina na obra da Arena das Dunas), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (condenado por esconder R$ 51 milhões em espécie, que seriam lavados). João Cláudio Genu, operador do esquema na Petrobras para o PP, e o ex-ministro José Dirceu (PT) também foram libertados por decisão do STF depois das condenações.

Derrocada

As solturas se somaram aos reveses que a Lava Jato acumulou em 2019. Naquele ano, Sergio Moro deixou a magistratura para assumir a vaga de ministro da Justiça do ex-presidente Jair Bolsonaro, o que gerou questionamentos sobre sua parcialidade na atuação nos casos da Lava Jato.

Em julho, a Polícia Federal deflagrou a Operação Spoofing, que reuniu provas obtidas a partir de ataques hackers aos celulares de autoridades públicas envolvidas na Lava Jato. A troca de mensagens entre Moro e Dallagnol pelo Telegram, reveladas pelo The Intercept Brasil, apontam a coordenação entre os dois para obter resultados nas decisões do processo.

Eles expressaram preocupação com o possível retorno do PT à presidência. Em 2018, Fernando Haddad disputou a vaga com Bolsonaro, já que Lula, preso, foi impedido de concorrer. Logo após a revelação das conversas, o plenário do STF considerou Moro parcial na ação penal em que condenou Lula pelo recebido de propina da OAS na reforma de um tríplex no Guarujá (SP). Com isso, todas as decisões de Moro no caso foram anuladas.

Além disso, Fachin declarou que a 13ª Vara de Curitiba era incompetente para julgar os processos de Lula (além do caso tríplex, também o do sítio de Atibaia e do Instituto Lula), pois não teriam relação com a corrupção na Petrobras. Esse, aliás foi um argumento usado pela defesa de vários condenados para questionar as decisões de Moro.

A OAB também questionou a conduta junto ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e alegou que procuradores omitiram nomes de autoridades com foro privilegiado nos processos para evitar que os casos investigados por eles fossem remetidos a cortes superiores.

Em 2020, Deltan Dallagnol deixou a procuradoria e em 2022 se elegeu deputado federal. Foi cassado em maio de 2023 por uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O tribunal considerou que Dallagnol pediu exoneração do cargo para se livrar de sindicâncias sobre sua conduta na Lava Jato, e assim, se livrar de possíveis condenações que o tornariam inelegível.

O Congresso Nacional, por sua vez, aprovou mudanças na legislação. A nova Lei de Abuso de Autoridade ampliou o escopo das práticas consideradas abusivas (em que o autor se beneficia ou prejudica um outro), e as sanções podem ser aplicadas não só a agentes dos Três Poderes, mas também do Ministério Público.

Em 2021, o ex-procurador-Geral da República Augusto Aras extinguiu a força-tarefa, cujo trabalho foi absolvido pelos Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos).

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