quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS TÊM GASTO EXCESSIVO COM PESSOAL

 

Forças Armadas do Brasil destoam da Otan ao manter perfil gastador com pessoal

História por CÉZAR FEITOZA  • Folha de S. Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – As Forças Armadas gastaram 85% de seu orçamento de 2023 com o pagamento de pessoal, impulsionada pelas despesas crescentes com militares da ativa, inativos e pensionistas. O perfil gastador com salários e benefícios para um grande número de militares e familiares distancia o Brasil de sua meta de modernização orçamentária, que usa a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) como modelo.

Os gastos com pessoal pressionam o resto dos orçamentos da Marinha, Exército e Aeronáutica. Em 2023, as Forças Armadas brasileiras destinaram somente 5% de suas despesas para investimentos (R$ 5,8 bilhões) e 10% para custeio (R$ 11,3 bilhões).

Os números foram organizados pela Folha de S.Paulo com dados dos orçamentos finais de 2023 disponíveis no Portal da Transparência.

O detalhamento mostra que as Forças Armadas gastaram quatro vezes mais com o pagamento de pensão militar (R$ 25,7 bilhões) do que com investimentos –cenário que deve ser amenizado com o novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que destinou R$ 52,8 bilhões para projetos de Defesa até 2030.

O perfil geral do gasto de defesa dos 29 países-membros da Otan é diferente da despesa brasileira. Somente 9 países da aliança militar possuem o orçamento consumido por pessoal igual ou superior a 50% –e só 3 países (Portugal, Canadá e Bélgica) gastam menos de 20% com investimentos.

O grosso do gasto militar com pessoal está focado em três grupos: ativos, inativos e pensionistas.

Em 2023, as Forças Armadas brasileiras gastaram R$ 32,4 bilhões com o pagamento de salários dos militares da ativa e R$ 31,2 bilhões com o pessoal da reserva e reformado. A despesa é puxada pelo Exército, Força com maior efetivo, que consumiu R$ 47,3 bilhões com pessoal.

O Exército possui cerca de 212 mil militares na ativa e 145 mil inativos. Outros 112,8 mil são beneficiários de pensões militares –sendo 3.734 familiares de marechais. O último militar da Força a alcançar essa patente foi Waldemar Levy Cardoso, morto em 2009.

A Força tem, desde 2019, investido em um plano de redução de efetivo, que baixou em 9.017 o número de militares na ativa até 2023. “O Exército cumpre integralmente o seu planejamento de racionalização […], o que se traduz efetivamente na redução anual do seu contingente em 10% até o ano de 2029”, diz a instituição, em nota.

O Exército ainda afirmou que outras medidas, adotadas após uma lei de 2019, têm reduzido seus custos, como o aumento do tempo de serviço dos militares de 30 para 35 anos, a redução do rol de dependentes e a limitação de direitos econômicos decorrentes de pensões militares.

Na Marinha, a redução do efetivo foi de quase 5.000 militares de 2018 a 2023 –queda de 6%, de 80.485 militares para 75.482. “[A Força] empreende, permanentemente, esforços para aprimorar sua gestão de recursos humanos, por meio de uma readequação planejada e equilibrada em seu efetivo, a fim de aumentar sua eficiência e desonerar os custos para o Estado brasileiro”, diz.

A Aeronáutica mantém o menor efetivo, com 67.605 militares ativos, sendo que o grupo é dividido quase pela metade por pessoal de carreira e temporários.

“Além da redução da folha de pagamento anual, buscou-se economia com promoções hierárquicas, com movimentações, ocupação de Próprio Nacional Residencial, número de inativos e pensionistas e de usuários do sistema de saúde da Aeronáutica”, afirma a Aeronáutica sobre a política de aumentar o número de temporários.

As medidas, porém, ainda não tiveram capacidade de modificar o perfil do gasto das Forças Armadas. Para reverter o cenário de baixos investimentos, os comandantes Marcos Olsen (Marinha), Tomás Paiva (Exército) e Marcelo Damasceno (Aeronáutica) passaram a defender a aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para garantir que o orçamento do Ministério da Defesa seja fixado em 2% do PIB.

A proposta foi discutida entre os comandantes e o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, mas não conseguiu apoio do Palácio do Planalto num primeiro momento.

Com o projeto emperrado no governo, a Marinha articulou a apresentação da proposta com o senador oposicionista Carlos Portinho (PL-RJ), ex-líder do governo Jair Bolsonaro (PL), e iniciou uma ofensiva pela aprovação da PEC.

“A PEC […] é vista como instrumento legal capaz de garantir o fluxo de recursos orçamentários necessários à execução dos investimentos nos programas estratégicos, ao longo de todo período de seus desenvolvimentos, minimizando o passivo e a situação crítica de investimentos e de renovação dos meios navais”, diz a Marinha.

“A ampliação do percentual do PIB proporcionará ao Exército Brasileiro aprimorar sua capacidade dissuasória, fundamentada na incorporação de equipamentos modernos e eficazes, dando continuidade ao seu processo de transformação e racionalização”, completa o Exército.

O percentual foi definido com base na meta orçamentária estipulada pela Otan para seus 29 países-membros. Apesar disso, somente 7 nações que integram a aliança militar ocidental alcançaram os patamares desejados.

São elas Grécia (3,54%), Estados Unidos (3,46%), Lituânia (2,47%), Polônia (2,42%), Reino Unido (2,16%), Estônia (2,12%) e Letônia (2,07%). Os dados estão no último relatório divulgado pela Otan, em 2023, e se referem aos orçamentos executados no ano anterior.

“O desafio brasileiro seria romper esse padrão orçamentário tradicional e típico de países em desenvolvimento, que privilegiam o gasto com pessoal”, avalia o cientista político Octavio Amorim Neto, da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Ele afirma que o senador Portinho não considerou na proposta que os gastos da Marinha e Exército com pessoal estão “muito pesados, especialmente nos topos das carreiras”.

“Há muitos oficiais para pouca tropa. É sinal de ineficiência, tem a ver com a organização das Forças. […]. É legítimo que se aumente o gasto militar e se dê previsibilidade, mas o Congresso tem que exigir uma contrapartida das Forças Armadas. Racionalizar seus gastos, reduzirem o topo”, completa.

Ana Penido, cientista política e pós-doutoranda pela Unicamp, afirma que as Forças Armadas e o Congresso deram uma sinalização negativa ao aumentar benefícios para militares na reforma da Previdência específica para a carreira, em 2019.

Para ela, é importante que o Ministério da Defesa exerça o controle civil sobre os militares e redefina as prioridades do setor no bojo da atualização da Estratégia Nacional de Defesa –documento norteador das políticas das Forças Armadas.

“Um Tiro de Guerra no interior do Rio Grande do Sul, por exemplo. Do ponto de vista da política de Defesa, ele não tem função nenhuma. Mas ele tem valores culturais naquele municípios, vai ter Prefeitura dizendo que ele gera recursos para o município […]. Não é uma discussão simples, mas o Brasil precisa redefinir suas prioridades para, depois, fazer seus ajustes de pessoal e orçamentários”, completa.

O professor da PUC-Minas e membro do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos de Londres Eugênio Diniz diz que, “em abstrato”, há sentido no argumento especialmente usado pela Marinha de que programas estratégicos de longo prazo necessitam de disponibilidade e previsibilidade de recursos para sua continuidade.

“Mas isso não significa necessariamente que essa despesa deva ser fixada e congelada […]. A meta de 2% do PIB foi colocada pela Otan, foi definida em função do arranjo circunstancial da Otan. Não tem nada de sagrado nisso, nenhum argumento sólido sustenta a necessidade dos 2%.”

Diniz afirma que a Marinha colhe hoje o que plantou nos últimos 20 anos. “Em 2001, a Marinha tinha um efetivo em torno de 30 mil pessoas. Hoje está por volta de 75 mil. E os navios principais, a quantidade, é quase semelhante àquela época. O que explica um crescimento desse tipo em termos de pessoal?”, questiona.

QUALQUER PESSOA CAPAZ DE FORMULAR PERGUNTAS PODE ACESSAR IA DO CHATGPT

 

Por Joel Backschat, CIO na multinacional brasileira FCamara

A conquista de 100 milhões de usuários em apenas dois meses não é um fenômeno que presenciamos com frequência, mas foi exatamente o que ocorreu com a OpenAI, dona do Chat GPT. Testemunhamos um movimento massificado, o qual, pessoalmente, não me recordo de ter visto anteriormente. Diante desse marco, enfatizo um ponto crucial: a acessibilidade imediata fez com que a IA generativa se destacasse de todas as IAs anteriores. Descartou-se a necessidade de diplomas ou conhecimento prévio para interagir ou extrair valor dela. Praticamente qualquer pessoa capaz de formular perguntas pode utilizá-la.

Usar o diálogo, um dos métodos de interação humana mais comuns e simples, agregou um toque de elegância e sutileza inéditos à ferramenta. Contudo, temos ainda um fator tecnológico e, por consequência, científico que facilita essa adesão: os modelos de fundação. Esse termo, no universo das IAs, se refere a redes neurais expansivas, treinadas com vastas quantidades de dados em diversos formatos, como texto e áudio, que são aplicáveis a uma ampla gama de tarefas, inclusive as mais cotidianas. É por isso que o Chat GPT, recurso tão complexo, foi tão cativante ao mesmo tempo.

Essa versatilidade é substancialmente diferente dos modelos de IA anteriores. Até aqui, IAs podiam realizar tarefas específicas e nichadas, como prever a rotatividade de clientes. Só que um modelo de fundação pode, por exemplo, criar um resumo executivo para um relatório técnico extenso sobre computação quântica, elaborar uma estratégia de mercado para um empreendimento de pizzarias e fornecer cinco receitas distintas para dez ingredientes encontrados na geladeira de alguém.

Entretanto, isso não ocorre sem desvantagens. Essas IAs criativas podem fornecer dados menos precisos, criando, assim, a necessidade de uma gestão de riscos mais eficaz. A nova companheira do nosso dia a dia no trabalho, embora inovadora, ainda necessita do nosso conhecimento, nossa crítica e experiência. Por si só, ela não consegue criar nada verdadeiramente significativo ou real.

Por outro lado, ela tem a capacidade de nos auxiliar a moldar e formatar o nosso conhecimento de uma maneira que o potencializa, transformando-o em algo mais impactante e eficaz. Desbloqueia novos casos de uso para os negócios, mas também acelera, expande e aprimora os já existentes.

Antes, um modelo de IA especialmente treinado podia sugerir oportunidades de upselling para um vendedor com base em dados estáticos de clientes. Agora, uma ferramenta de IA generativa pode sugerir oportunidades de upselling em tempo real, com base no conteúdo da conversa, integrando dados internos do cliente, tendências de mercado externas e informações de influenciadores de mídias sociais.

Simultaneamente, a IA generativa pode oferecer um rascunho inicial de um discurso de vendas para o vendedor adaptar e personalizar. A imagem a seguir, de um estudo realizado pela McKinsey, ilustra o impacto das IAs generativas por área de negócio.

Esta possibilidade sugere que nossa força de trabalho pode ser complementada, se não substituída, por essas IAs. No entanto, o que provavelmente observaremos, ao menos no curto prazo, é que quase todos os trabalhadores poderão se beneficiar significativamente ao colaborar com a IA generativa.

De fato, enquanto a IA generativa pode, eventualmente, ser utilizada para automatizar algumas tarefas, grande parte de seu valor pode advir de como os fornecedores de software integram a tecnologia em ferramentas cotidianas (como e-mail ou software de processamento de texto), que são amplamente utilizadas por esses profissionais.

Contudo, nada disso é viável sem a necessária expertise técnica, tecnologia, arquitetura de dados, modelo operacional e processos de gestão de riscos que algumas das implementações mais inovadoras da IA generativa exigirão. Mesmo na área comercial, onde se percebe um grande potencial para a IA generativa, ainda há muito espaço para expandir seu uso, conforme evidenciado pelo mesmo estudo da McKinsey.

A jornada para a integração eficiente da IA generativa nos negócios é complexa e multifacetada. Cada fase, abrangendo desde a estruturação da infraestrutura de dados até a seleção de projetos-piloto e a gestão de talentos, requer uma análise detalhada e criteriosa.

Para as grandes corporações, a IA generativa pode ser um fator decisivo para a continuidade ou não de seus negócios. Mas, em uma perspectiva mais ampla do universo empresarial, ainda nos encontramos em uma etapa de experimentação. Alguns estão avançando mais rapidamente que outros, mas é imprescindível iniciar, discutir, documentar e buscar insights. Com isso, a cada dia emergem novas oportunidades para resolver problemas reais utilizando essa inovadora ferramenta que está ao nosso alcance.

Mindset correto é o que vai fazer você alcançar (ou não) o sucesso

Junior Borneli, co-fundador do StartSe

Mulher negra e sorridente segurando um IPad e olhando para frente (Fonte: Getty Images)

Mindset é a sua programação mental, é como você encara tudo que está ao teu redor

Mindset. Você já ouviu essa palavinha algumas vezes aqui no StartSe. Ela é importante, talvez uma das coisas mais importantes para “chegar lá” (seja lá onde for que você quiser chegar).

É sua habilidade de pensar o que você precisa para ter sucesso. E como a maioria das coisas que você possui dentro de você, ela é uma espécie de programação do seu ser. Tanto que é possível que você adquira outro mindset durante a vida, convivendo com as pessoas corretas, conhecendo culturas diferentes.

Algumas pessoas dizem que é isso das pessoas que faz o Vale do Silício ser a região mais inovadora do mundo. Eu, pessoalmente, não duvido. Fato é: você precisa de ter a cabeça no lugar certo, pois a diferença entre um mindset vencedor e um perdedor é o principal fator entre fracasso e sucesso.

Para isso, é importante você começar do ponto inicial: um objetivo. “Todo empreendedor precisa ter um objetivo. Acordar todos os dias e manter-se firme no propósito de fazer o máximo possível para chegar lá é fundamental”, diz Junior Borneli, co-fundador do StartSe e uma das pessoas mais entendidas de mindset no ecossistema brasileiro.

De lá, é importante você fazer o máximo que puder e não perder o foco, mantendo-se firme. “Não importa se no final do dia deu tudo certo ou errado. O importante é ter a certeza de que você fez tudo o que foi possível para o melhor resultado”, avisa.

Com a atitude certa, é capaz que você sempre consiga canalizar as coisas como positivas. “Você sempre tem duas formas de olhar um a mesma situação: aquela em que você se coloca como um derrotado e a outra onde você vê os desafios como oportunidades. Escolha sempre o melhor lado das coisas, isso fará com que sua jornada seja mais leve”, alerta o empreendedor.

Esses tipo de sentimento abre espaço para uma característica importantíssima dos principais empreendedores: saber lidar com grandes adversidades. “Um ponto em comum na maioria os empreendedores de sucesso é a superação”, destaca Junior Borneli.

Saber lidar com essas adversidades vai impedir que você pare no primeiro problema (ou falência) que aparecer na sua frente. “São muito comuns as histórias de grandes empresários que faliram várias vezes, receberam diversos ‘nãos’ e só venceram porque foram persistentes”, afirma.

É importante ter esse mindset resiliente, pois, nem sempre tudo será fácil para você – na verdade, quase nunca será. “Empreender é, na maior parte do tempo, algo muito doloroso. Até conseguir algum resultado expressivo o empreendedor passa por muitos perrengues. A imensa maioria fica pelo caminho”, diz.

É como uma luta de boxe, onde muitas vezes, para ganhar, você terá que apanhar e apanhar e apanhar até conseguir desferir o golpe (ou a sequência) certo. “Na minha opinião, não há melhor frase que defina a trajetória de um empreendedor de sucesso do que aquela dita por Rocky Balboa, no cinema: ‘não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar. É assim que se ganha’”, ilustra.

O problema talvez seja que alguns aspectos do empreendedorismo tenham glamour demais. “Empreender não é simplesmente ter uma mesa com super-heróis e uma parede cheia de post-its coloridos. Você vive numa espécie de montanha russa de emoções, onde de manhã você é ‘o cara’ e à tarde não tem dinheiro pro café”, salienta.

Vale a pena, porém, perseverar neste caminho. “Para aqueles que são persistentes e têm foco, a jornada será difícil, mas o retorno fará valer a pena!,” destaca o empreendedor.

DERROTA TAMBÉM ENSINA

Um ponto importante do sucesso é saber lidar com o fracasso e, de lá, tomar algumas lições para sair mais forte ainda. “Toda derrota nos ensina algumas lições e assim nos tornamos mais fortes a cada nova tentativa. A cultura do fracasso, aqui no Brasil, é muito diferente dos Estados Unidos”, afirma Junior.

No Vale do Silício, falhar é encarado algo bom, na verdade – e aumenta suas chances de sucesso futuro. “Por lá, empreendedor que já falhou tem mais chances de receber investimentos porque mostrou capacidade de reação e aprendeu com os erros”, conta o empreendedor.

Mas ao pensar sobre fracasso, você precisa ter o filtro correto para não deixar a ideia escapar. “Encarar os erros como ensinamentos e entender que falhar é parte do jogo torna as coisas mais fáceis e suportáveis”, salienta.

Foco é a palavra de ordem para você conseguir alcançar os objetivos traçados no caminho, mesmo que em alguns momentos pareça que está tudo dando errado. “Por fim, buscar o equilíbrio mental e o foco são fundamentais. Nas vitórias, tendemos a nos render à vaidade e ao orgulho. E nas derrotas nos entregamos ao desânimo e a depressão. Mentalize seus objetivos, foque nos caminhos que vão leva-lo até eles e siga firme em frente”, afirma.

É importante que você tenha noção de que para ser uma exceção, você não pode pensar da maneira comodista que a maior parte das pessoas. “Se você quer chegar onde poucos chegaram, precisará fazer o que poucos têm coragem e disposição para fazer”, completa.

                   O “não” do cliente a uma proposta. Por quê?                  

Moysés Peruhype Carlech

Fiquei pensando e ao mesmo tempo preocupado com o seu “não”, sem nenhuma explicação, à nossa proposta de divulgação da sua loja e de resto todas as lojas dessa cidade no Site da nossa Plataforma Comercial da Startup Valeon.

Esse “não” quer dizer, estou cheio de compromissos para fazer pagamentos mensais, não estou faturando o suficiente para cobrir as minhas despesas, a minha loja está vendendo pouco e ainda me vem mais uma “despesa” de publicidade da Startup Valeon?

Pergunto: como vou comprar na sua loja? Se não sei qual é a sua localização aí no seu domicílio? Quais os produtos que você comercializa? Se tem preços competitivos? Qual a sua interação online com os seus clientes? Qual o seu telefone de contato? Qual é o seu WhatsApp?

Hoje em dia, os compradores não têm tempo suficiente para ficarem passeando pelos Bairros e Centros da Cidade, vendo loja por loja e depois fazendo a decisão de compra, como antigamente.

A pandemia do Covid-19 trouxe consigo muitas mudanças ao mundo dos negócios. Os empresários precisaram lutar e se adaptar para sobreviver a um momento tão delicado como esse. Para muitos, vender em Marketplace como o da Startup Valeon se mostrou uma saída lucrativa para enfrentar a crise. Com o fechamento do comércio durante as medidas de isolamento social da pandemia, muitos consumidores adotaram novos hábitos para poder continuar efetuando suas compras. Em vez de andar pelos corredores dos shoppings centers, bairros e centros da cidade, durante a crise maior da pandemia, os consumidores passaram a navegar por lojas virtuais como a Plataforma Comercial Valeon. Mesmo aqueles que tinham receio de comprar online, se viram obrigados a enfrentar essa barreira. Se os consumidores estão na internet, é onde seu negócio também precisa estar para sobreviver à crise e continuar prosperando.

É importante você divulgar a sua loja na internet com a ajuda do Site da Startup Valeon, que no caso não é uma despesa a mais e sim um investimento para alavancar as suas vendas. Desse modo, o seu processo de vendas fica muito mais profissional, automatizado e eficiente.  Além disso, é possível a captação de potenciais compradores e aumentar o engajamento dos seus clientes.

Não adianta pensar dessa forma: “Eu faço assim há anos e deu certo, porque eu deveria fazer diferente? Eu sei o que preciso fazer”. – Se você ainda pensa assim, essa forma de pensar pode representar um grande obstáculo para o crescimento do seu negócio, porque o que trouxe você até aqui é o que você já sabe e não será o que levará você para o próximo nível de transformação.

O que funcionava antes não necessariamente funcionará no futuro, porque o contesto está mudando cada vez mais rápido, as formas como os negócios estão acontecendo são diferentes, os comportamentos dos consumidores está se alterando, sem contar que estão surgindo novas tecnologias, como a da Startup Valeon, que vão deixar para trás tudo aquilo que é ineficiente.

Aqui, na Startup Valeon, nós sempre questionamos as formas de pensar e nunca estamos totalmente satisfeitos com o que sabemos justamente por entender que precisamos estar sempre dispostos a conhecer e aprender com o novo, porque ele será capaz de nos levar para onde queremos estar.

Mas, para isso acontecer, você precisa estar disposto a absorver novas formas de pensar também e não ficar amarrado só ao que você já sabe.

Se este for seu caso, convido você a realizar seu novo começo por meio da nossa forma de anunciar e propagar a sua empresa na internet.

Todos eles foram idealizados para você ver o seu negócio e a sua carreira de uma forma completamente diferente, possibilitando levar você para o próximo nível.

Aproveite essa oportunidade para promover a sua próxima transformação de vendas através do nosso site.

Então, espero que o seu “não” seja uma provocação dizendo para nós da Startup Valeon – “convença-me”.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

terça-feira, 16 de janeiro de 2024

GOVERNO LULA MANTEM A ESTATAL CODEVASF COMO UM EMENDODUTO PARA DEPUTADOS E SENADORES

 

História por FLÁVIO FERREIRA  • Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governo Lula (PT) manteve o uso da estatal Codevasf como um emendoduto para que deputados e senadores possam despejar em seus redutos políticos milhares de metros de asfaltamento, caminhões, máquinas pesadas, tratores e equipamentos neste ano de eleições municipais.

A manobra de envio de recursos de emendas parlamentares para a estatal passou a ser utilizada em larga escala no governo Jair Bolsonaro (PL) e, em 2024, poderá favorecer candidatos aliados de congressistas e desequilibrar as disputas locais.

Levantamento da Folha de S.Paulo mostra que no primeiro ano da gestão Lula a Codevasf fez licitações para obras e produtos no valor de mais de R$ 5 bilhões, ficando num patamar próximo ao de 2021, último ano pré-eleitoral sob Bolsonaro.

Mais de um terço (R$ 1,9 bilhão) do valor das concorrências com resultados já publicados em 2023 foram para obras de pavimentação e recapeamento, serviços que não fazem parte da vocação histórica da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), que é a de promover projetos de irrigação e segurança hídrica no semiárido brasileiro.

As licitações configuram o primeiro passo do emendoduto, uma vez que viabilizam formalmente a aquisição dos serviços e produtos pela Codevasf. Em seguida, já sabedores do acervo que a estatal poderá oferecer, deputados e senadores escolhem a dedo as obras e produtos que serão financiados com suas emendas parlamentares e para onde os benefícios irão.

Para facilitar a destinação dos recursos, a Codevasf até criou um catálogo que se assemelha a um impresso comercial de empresas privadas e revendedores.

Nessa espécie de loja para políticos, a etapa seguinte para os congressistas é a de enviar ofícios à Codevasf indicando os valores das emendas que destinarão à estatal, quais serviços e produtos serão financiados e quais prefeituras ou entidades serão favorecidas.

A partir dessas indicações de deputados e senadores, a empresa pública coloca os recursos públicos e seu pessoal para executar as orientações dos políticos, que são baseadas em critérios de “toma lá dá cá” e não em estudos técnicos de necessidades locais ou programas de governo.

A Codevasf foi entregue por Bolsonaro a partidos do centrão em troca de apoio político, e no governo dele a empresa pública cresceu em contratos e expandiu seu foco e sua área de atuação –tudo isso sem planejamento e com controle precário de gastos. Ao mesmo tempo, a estatal se transformou num dos principais instrumentos para escoar emendas. O modelo foi repetido pela gestão Lula.

No período de transição entre governos, no fim de 2022, setores do PT e aliados do partido defenderam que a estatal voltasse a priorizar suas funções originais.

Na ocasião, o então coordenador dos grupos técnicos da transição de governo, Aloizio Mercadante (PT), chegou a dizer que “não pode pulverizar em asfalto quando não tem defesa civil. Não pode jogar recurso em pequenas obras, quando não tem Operação Carro-Pipa ou oferta de água, abastecimento de grandes cidades. Mais uma vez estamos vendo total colapso orçamentário, desestruturação de políticas públicas”.

Porém, na prática, o balanço das licitações feitas sob Lula indica que a empresa pública segue na trilha deixada por Bolsonaro. O atual governo inclusive manteve o presidente da estatal nomeado na gestão anterior por indicação do deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil-BA), aliado do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

A Folha de S.Paulo analisou informações publicadas em sites oficiais de cerca de 570 licitações lançadas em 2023 pela estatal. Os dados mostram que a soma dos valores das concorrências da Codevasf já com vencedores conhecidos atinge cerca de R$ 5,3 bilhões.

A quantia supera, em valores absolutos, os montantes das concorrências da Codevasf sob Bolsonaro –de 2021, que foi de cerca de R$ 5,1 bilhões, e de 2022, que foi de R$ 3,7 bilhões. Porém, a correção monetária da quantia pelo IPCA coloca 2021 à frente no ranking da estatal, com R$ 5,6 bilhões.

No atual governo e no anterior os números foram puxados pelas obras de pavimentação e recapeamento.

Sob Lula, os maiores valores das licitações foram para os estados da Bahia (R$ 366 milhões), Minas Gerais (R$ 208 milhões), Pernambuco (R$ 169 milhões), Ceará (R$ 157 milhões), Maranhão (R$ 144 milhões), Alagoas (R$ 125 milhões) e Amapá (R$ 120 milhões).

A maioria das concorrências desse tipo foram para a assinatura de contratos conhecidos como “guarda-chuva”, nos quais a empresa vencedora se compromete a fechar um preço por metro quadrado sem saber exatamente onde e em que condições a obra deverá ser realizada, o que abre brechas para distorções nas cotações e irregularidades na execução dos serviços.

Tecnicamente chamado de sistema ou ata de registro de preços, esse mecanismo em que as obras podem ser orçadas como se fossem um serviço de colocação de piso em uma casa é alvo de críticas e investigações de integrantes do TCU (Tribunal de Contas da União), da CGU (Controladoria-Geral da União) e da Polícia Federal.

Além de pavimentação e recapeamento, a lista das obras e produtos licitados em 2023 ainda traz compras de caminhões e veículos (R$ 850 milhões), retroescavadeiras e outras máquinas pesadas (R$ 650 milhões), tratores e implementos agrícolas (R$ 450 milhões) e reservatórios de água (R$ 160 milhões).

A estatal também fez concorrências para a construção de quadras esportivas (R$ 230 milhões), poços artesianos (R$ 210 milhões) e pontes (R$ 200 milhões).

OUTRO LADO

Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto afirmou que “a Codevasf não paga apenas emendas, portanto, não é razoável caracterizá-la como ‘emendoduto’. Mais de 60% do recurso disponível para licitação a ser executado na Codevasf em 2023 é referente a despesas do governo federal. No total, estão inclusos o orçamento de 2023 mais os restos a pagar (RAP), que são referentes a anos anteriores”.

Segundo o governo, “dos cerca de 40% restante, metade é destinada ao pagamento de emendas de execução impositiva que têm previsão constitucional, portanto, a execução é obrigatória. A outra metade são emendas não impositivas, mas previstas pelo Congresso Nacional no orçamento”.

Estas despesas não são criadas pelo Executivo e, segundo a lei, o governo federal não pode alterar essa programação orçamentária, que só pode ser modificada com a aprovação de projeto de lei pelo Congresso, de acordo com o Planalto.

“Considerando o orçamento, as regras fiscais, o limite de gasto, a meta de resultado primário, o recurso foi executado de acordo com a programação feita pelo Congresso”, completou.

A Codevasf afirmou que suas ações estão alinhadas à sua missão institucional de promover desenvolvimento regional de forma integrada e sustentável e suas linhas de negócio são: segurança hídrica, agricultura irrigada, economia sustentável, estruturação de cidades e planejamento regional e inovação.

Segundo a estatal, seu orçamento “é executado de modo transparente, com procedimentos que asseguram economia e eficiência” e as contratações são feitas conforme recomendações de órgãos de fiscalização e controle.

TESE DO SÉCULO DO STF JÁ CUSTOU MAIS DE R$ 300 BI PARA O GOVERNO

 

História por EDUARDO CUCOLO  • Folha de S. Paulo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A tese do século foi uma discussão travada no Judiciário na qual as empresas ganharam o direito de retirar o ICMS, principal imposto estadual, da base de cálculo das contribuições federais PIS/Cofins.

A derrota para a União no assunto já custou mais de R$ 300 bilhões, e o governo Lula tenta agora adiar o pagamento dessa fatura.

A expectativa é que o número continue a crescer nos próximos anos, conforme as empresas exercerem o direito de compensar os valores pagos a mais à Receita Federal.

Além disso, há uma série de discussões judiciais derivadas, que tratam da exclusão de outros tributos da base do PIS/Cofins, com expectativa de novas derrotas.

Em 2021, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que a União deveria devolver os valores pagos indevidamente desde março de 2017, ano em que a corte fixou o entendimento sobre o assunto. O argumento é que não se pode cobrar tributos sobre um imposto.

Os valores podem ser recuperados pelas empresas via precatório ou, como ocorre na maioria dos casos, por meio da compensação de tributos devidos à Receita Federal.

A Fazenda Nacional estimava na época ter de devolver algo próximo de R$ 230 bilhões –mais de R$ 270 bilhões em valores atualizados.

No final de 2023, o Ministério da Fazenda editou uma medida provisória que limita as compensações quando o valor superar R$ 10 milhões, parcelando o abatimento em até 60 meses.

Na exposição de motivos da MP, o governo diz que as compensações devem ter ultrapassado a marca de R$ 1 trilhão nos últimos cinco anos. Desde 2019, créditos judiciais têm representado 38% desse abatimento, sendo que 90% disso (R$ 342 bilhões) se referem à exclusão do ICMS.

No Orçamento de 2023, o governo estimou as perdas com essa ação em R$ 533 bilhões. Na elaboração da peça para 2024 em meados do ano passado, após contabilizar compensações já efetuadas em torno de R$ 300 bilhões, o valor do passivo projetado a partir deste ano foi de R$ 236,8 bilhões.

Em outubro do ano passado, o ministro Fernando Haddad (Fazenda) criticou a devolução de R$ 4,8 bilhões para British American Tobacco Brasil, proprietária da Souza Cruz, envolvendo a questão do ICMS.

Ele argumentou que o tributo cobrado a mais foi pago pelo consumidor, e que o ressarcimento beneficiaria a empresa, e não o fumante. “O consumidor pagou o PIS/Cofins, a empresa recolheu para a Receita, e a Justiça está mandando devolver o tributo não para o consumidor, mas para a empresa que não pagou esse tributo”, disse o ministro na época.

O governo também afirma que a medida visa resguardar a arrecadação federal ante a possibilidade de utilização de créditos bilionarios para a compensação de tributos. Advogados da área dizem que a mudança deve ser alvo de questionamento nos tribunais.

No ano passado, o Judiciário deu vitória ao contribuinte para a exclusão do ICMS Substituição Tributária da base do PIS/Cofins. Neste ano, o STF poderá analisar a retirada do ISS (principal imposto municipal) e do próprio PIS/Cofins da sua base. Juntas, as duas têm impacto estimado em mais de R$ 50 bilhões.

GOVERNO VAI TAXAR COMPRAS ATÉ US$ 50 PARA BANCAR DESONERAÇÃO DA FOLHA

História por Mariana Carneiro  • Jornal Estadão

Estudo elaborado pela Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) concluiu que a tributação das compras de valor inferior a US$ 50 em sites estrangeiros pode gerar uma arrecadação maior do que a projetada pelo governo. Os números da entidade empresarial giram em torno de R$ 14,6 bilhões, no cenário mais negativo, e R$ 19,1 bilhões, no mais positivo, o suficiente para compensar a desoneração da folha de pagamentos.

O estudo se baseia em projeção feita pela Receita Federal no ano passado, aplicando a alíquota de 28% sobre os produtos. Em virtude de uma esperada queda nas compras, em decorrência da aplicação da tributação hoje zerada, a Receita estimou uma arrecadação de R$ 2,8 bilhões (em caso de 30% de queda nas compras).

Se as compras caíssem ainda mais, em um cenário de 70% de queda, a arrecadação seria de R$ 1,23 bilhão.

Flávio Roscoe, presidente da Fiemg, afirma que o número da Receita está subestimado e não considera uma eventual troca do consumo feito hoje nos sites estrangeiros por produtos fabricados no Brasil.

Governo e Congresso cogitam impor a tributação para financiar a desoneração da folha de pagamentos Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil© Fornecido por Estadão

“Se o consumo nesses sites cair 50%, o que eu não acredito que vá acontecer, a arrecadação sobe, mas não tanto. Haverá a ativação do consumo interno, que vai arrecadar mais. São dois movimentos”, disse o empresário. “Hoje, nem a embalagem, nem logística, nada fica no Brasil. Tudo vem de fora. É uma prática nociva.”

Pelos cálculos da Fiemg, se o comércio por meio desses sites não cair, mesmo com a tributação, a arrecadação extra será de R$ 19,1 bilhões. Já se cair 45% (cenário mais adverso), a arrecadação seria de R$ 10,5 bilhões. Outros R$ 4,1 bilhões viriam dos impostos recolhidos pela troca por produtos domésticos.

“No pior cenário, estamos apurando uma arrecadação extra de R$ 15 bilhões para o governo”, afirmou.

Os números consideram uma alíquota de 28% de tributos federais sobre um volume de US$ 13,1 bilhões em compras de até US$ 50 em sites estrangeiros. O valor foi verificado em 2022 e corresponde a R$ 68,2 bilhões (com a taxa de câmbio média de R$ 5,22 naquele ano), advindo apenas dos sites que participam atualmente do programa Remessa Conforme, da Receita Federal.

No segundo semestre do ano passado, a Receita registrou uma queda de 34% nas compras de pequeno valor de sites no exterior e credita esse movimento à incidência de ICMS (imposto estadual), que passou a ter uma alíquota padrão de 17%. Se prosperar a fixação de uma alíquota federal de 28%, a tributação total subiria para 45%.

“Não acredito que a queda tenha sido pelo (aumento do) valor da mercadoria, mas pela inclusão de mais uma etapa no ato da compra. Não é pelos 17%, mas pelo fator psicológico (da tributação). E acredito que ele já se deu todo naquele momento”, avaliou Roscoe.

O governo e o Congresso cogitam impor a tributação para financiar a desoneração da folha de pagamentos, que, segundo informações do Ministério da Fazenda, custará R$ 16 bilhões em 2024 e não consta do Orçamento. A projeção é que a desoneração dos 17 setores econômicos atendidos pelo programa custa R$ 12 bilhões, e a de pequenas prefeituras, outros R$ 4 bilhões.

Na véspera do ano-novo, o governo baixou uma medida provisória revogando a política e instituindo, a partir de 1º de abril, uma reoneração gradual dos setores atendidos. Os municípios foram excluídos do benefício.

A iniciativa gerou reação tanto no setor produtivo quanto no meio político. Isso porque o Congresso Nacional aprovou, em outubro, a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos até 2027. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o projeto, alegando inconstitucionalidade, mas em 14 de dezembro, o veto foi derrubado em nova votação com ampla maioria de senadores e deputados.

Desde a edição da MP, o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), vem sendo pressionado a rejeitar a iniciativa e a devolver a MP para o Executivo. Porém, ele disse na semana passada que conversaria com o ministro Fernando Haddad antes de tomar uma decisão.

Roscoe afirma que a revisão da tributação de compras em sites estrangeiros era “inexorável” por ter criado uma assimetria que prejudica o comércio e a indústria local. O tema ganhou relevância no ano passado, mas perdeu tração após Haddad recuar da tributação. A primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, foi às redes sociais contra a iniciativa da Fazenda.

“O impacto é ainda maior porque ainda tem muita coisa entrando sem controle”, disse o empresário. “A Receita sempre joga para baixo (as projeções) para procurar novas fontes (de arrecadação). O impacto é de pelo menos R$ 15 bilhões com uma queda de 45% nas compras, o que eu já acho improvável.”

Roscoe afirmou que a tributação federal de 28% ainda é inferior ao considerado paritário para o setor produtivo, que requisita 60%, mas já inicia o debate. Ele refuta ainda a classificação dessas compras como de “pequeno valor”.

“O valor não é baixo. Dá uns R$ 250, o que, sem impostos, dá uns R$ 500. Quase tudo o que a gente compra no dia a dia é menos do que isso”, afirmou.

 

TRUMP SAI NA FRENTE NAS PRIMÁRIAS AMERICANAS

 

História por RFI  

Eleições nos EUA: Trump vence sem surpresas em Iowa e pode enfrentar Biden em novembro© Andrew Harnik / AP

O calendário eleitoral americano começou com a vitória de Donald Trump em Iowa. Com mais de cinquenta por cento da preferência dos Republicanos (51%) que votaram na noite desta segunda-feira (15), Trump dá um passo adiante no caminho para enfrentar novamente Joe Biden nas eleições de novembro nos EUA.

Luciana Rosacorrespondente da RFI em Nova York

A vitória de Donald Trump já era apontada nas pesquisas de boca de urna. A incógnita estava por conta do segundo lugar, que finalmente acabou ficando com o governador da Flórida, Ron DeSantis, 24%, que terminou a noite superando Nikki Haley, que ficou com 20% dos votos.

“Chance de reverter a loucura”

Ao agradecer os eleitores, DeSantis disse que ele representa “a chance de reverter a loucura”.

A candidata da Carolina do Sul, que figurava em segundo lugar na última pesquisa, parecia não se conformar com a terceira colocação ao dizer que nesta noite ela faria das primeiras Republicanas uma “disputa entre duas pessoas”.

Discurso anti-migrantes

Em discurso após a vitória, Trump retomou a retórica dura contra a imigração da campanha de 2016, dizendo que “é preciso parar a invasão”. Ele ainda mirou Joe Biden, classificando-o como “o pior presidente da história do país”.

Sem mencionar os processos que enfrenta na justiça, Trump disse que sua família está sendo perseguida por serem “pessoas boas”.

Antes de seguir para New Hampshire, onde continua com a campanha pelas primárias, Trump comparecerá mais uma vez à Corte de Manhattan nesta terça-feira (16). O ex-presidente, que já foi condenado em maio de 2023 por abusar sexualmente e difamar a escritora E. Jean Carroll, deverá responder a uma segunda acusação de difamação no caso.

SEGURANÇA PÚBLICA DO GOVERNO É INSUFICIENTE PARA CONTER A ASCENÇÃO DO CRIME ORGANIZADO

O jornal Le Monde que chega às bancas nesta terça-feira (16) traz uma reportagem sobre a violência no Rio de Janeiro, denunciando a ineficácia das operações policiais para conter a criminalidade. 

A indignação cresce no Brasil contra crimes violentos, como o assassinato de um homem encontrado morto a tiros dentro de um carro no Rio de Janeiro em outubro.
A indignação cresce no Brasil contra crimes violentos, como o assassinato de um homem encontrado morto a tiros dentro de um carro no Rio de Janeiro em outubro. AFP/File

Por:Maria Paula Carvalho

“No Brasil, Lula derrotado pela ascensão do crime organizado” é o título do texto assinado pela correspondente francesa Anne-Dominique Correa. Ela relata a troca de comando em uma das principais milícias do estado do Rio de Janeiro, descrita pelo Le Monde como um “grupo paramilitar criminoso formado por ex-policiais”. 

A reportagem relembra a promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “retirar o poder do crime organizado” ao anunciar o destacamento de 3.700 militares para patrulharem portos e aeroportos do país. Uma operação “não planificada” e que teve apenas “efeito paliativo”, avalia Bruno Longeani, expecialista em segurança no Instituto “Sou da Paz”, ouvido pelo Le Monde.

“Os criminosos se sentem livres para matar a qualquer hora do dia, em qualquer cidade, sem medo de serem presos”, denuncia o advogado. Para ele, somente “um reforço da inteligência, prevenção e coordenação entre a polícia estadual e as forças federais” poderiam resultar em uma mudança efetiva. 

O texto segue explicando que “a multiplicação de episódios de violência no Rio de Janeiro testemunha a progressão do crime organizado, que controla a metade do território fluminense”. 

Le Monde ainda cita o crescimento da violência na Bahia, que tem “a segunda maior taxa de homicídios do país, com 47 mortos por 100.000 habitantes, o dobro da média nacional”, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

A Amazônia também é citada por fazer fronteira com vários países produtores de cocaína. A região se tornou “o principal centro do tráfico de drogas da América Latina”, além de abrigar “traficantes de animais selvagens, gangues de desmatamento e garimpo ilegal”. 

Calcanhar de Aquiles 

Para o Le Monde, “os criminosos não representam apenas um desafio para a polícia, mas para o governo que não consegue manter a sua agenda política e cumprir objetivos sociais e ambientais”. 

O texto termina dizendo que a segurança pública se tornou o “calcanhar de Aquiles do governo brasileiro”, já que 47% das pessoas ouvidas numa pesquisa recente consideram a política de segurança do governo Lula “muito ruim”.  Pela primeira vez em seis anos, 60% dos brasileiros ouvidos nesse tipo de sondagem consideram “a criminalidade o principal problema do país”, mais grave do que a corrupção ou a economia.

 

A JUSTIÇA VAI LEVANDO MORDOMIAS E PENDURICALHOS E NÓS VAMOS PAGANDO

Magistrados, procuradores e promotores multiplicam salários para ganhar bem mais do que o salário de ministros do STF, contrariando o que diz a Constituição

Por Eliane Cantanhêde

Há anos, ou décadas, o nosso Estadão grita contra o que era conhecido como “mordomias” do setor público e contra o que é apelidado de “penduricalhos” para magistrados, procuradores, promotores que, assim, não apenas multiplicam seus salários muitas vezes como furam as leis que são pagos para garantir. Os Poderes e os responsáveis fingem não ouvir o grito. Eles vão levando e nós vamos pagando.

O teto constitucional do funcionalismo é o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e nenhum agente público, de qualquer poder ou cargo, pode receber mais do que R$ 41,650,92. Está na Constituição. E na prática? Bem… Quem exige dos cidadãos e cidadãs que estejam dentro da lei é craque em criar atalhos para fugir dela.

Reunião entre o CNMP e o Ministério Público de Santa Catarina, o campeão em furar o teto do funcionalismo no Brasil
Reunião entre o CNMP e o Ministério Público de Santa Catarina, o campeão em furar o teto do funcionalismo no Brasil Foto: Coordenadoria de Comunicação Social do MP-SC/Divulgação

Segundo o repórter Tácio Lorran, com base no mês de outubro de 2023, não é um ou outro, nem as exceções, mas sim 47,3% dos 11,2 mil procuradores e promotores estaduais que ganham acima do teto. Em oito Estados, mais de 75% deles. Essa multiplicação, não de pães, mas de salários, é graças a indenizações livres de impostos, vantagens eventuais, auxílios educação, creche, saúde, moradia, alimentação, transporte… E o salário, serve para o que?

O campeão em salários, ou em driblar o teto, é o MP de Santa Catarina, com uma média – atenção, média! – de R$ 106.582,99, mais que o dobro do que a Constituição autoriza e permite. O segundo, ora, ora, é o do Rio de Janeiro, com média de R$ 93.322,98, e o terceiro, o de Rondônia, com R$ 86.374,98. E quanto ganharam os procuradores e promotores do pobre Maranhão, em média, em outubro? “Só” R$ 59.292,25.

Em outra reportagem, a repórter Rayssa Motta foca numa desembargadora em particular: Tânia Garcia de Freitas Borges, aposentada compulsoriamente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, com proventos proporcionais ao tempo de serviço, depois de… usar o peso do cargo para tentar soltar o filho, preso por tráfico de drogas. Afinal, prisão, na prática, é para os filhos dos outros, principalmente pobres, pretos, de periferia.

A Dra. Tânia foi punida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por violar os princípios de integridade, dignidade, honra, decoro e independência, com uma aposentadoria vitalícia calculada, hoje, em R$ 36.282,27 por mês. Isso foi em dezembro de 2021, mas ela recebeu R$ 925 mil no ano de 2023, incluindo R$ 489 mil em “extras”. Façam as contas, senhores e senhoras. Ela fez um bom negócio ao violar tantos princípios… Aliás, penduricalhos são sempre ótimos negócios, mas para quem recebe, não para quem paga: você!

 

CRIAÇÃO DE GADO WAGYU PARA TER A CARNE BOVINA MAIS CARA DO MUNDO

 

Empresário anunciou que está criando bois Wagyu com cerveja e farinha de macadâmia

PUBLICIDADE

Por Bruna Arimathea

Além de lutador de MMApiloto de avião e, claro, CEO de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, Mark Zuckerberg agora também é boiadeiro. O dono da Meta publicou uma imagem em seu Instagram avisando aos seguidores que está trabalhando em uma criação de boi — o Wagyu, conhecido por ter a carne mais cara do mundo — em seu rancho em Kauai, no Havaí.

A ideia do bilionário é fazer toda a criação em sua fazenda, contando inclusive com ajuda de suas filhas August, Max e, daqui uns anos, sua recém-nascida Aurelia.

“Comecei a criar gado no Ko’olau Ranch, em Kauai, e meu objetivo é criar uma carne bovina da mais alta qualidade do mundo. O gado é wagyu e angus, e eles crescerão comendo farinha de macadâmia e bebendo cerveja que cultivamos e produzimos aqui no rancho”, explicou o criador do Facebook pelo Instagram.

O empresário informou ainda que deseja ter uma produção local, com gado e alimentos criados na própria fazenda. O projeto tem coerência com os planos de Zuckerberg para o futuro: em uma nova mansão, que está sendo construída também no Havaí, o bilionário quer ter autossuficiência de alimentos e energia. A propriedade, que deve contar com um bunker subterrâneo gigante, foi revelada pela revista Wired.

Enquanto a casa nova não fica pronta, Zuckerberg volta seus esforços para começar a criação de gado no Ko’olau Ranch, afirmando que está aprendendo e aprimorando a produção bovina.

“Ainda estamos no início da jornada e é divertido aprimorá-la a cada estação. De todos os meus projetos, este é o mais delicioso”, afirmou Zuckerberg nas redes sociais.

SABER EM SABER QUAIS DIREÇÕES SOPRAM OS VENTOS DA TECNOLOGIA EVITA SURPRESAS COM NOVAS INOVAÇÕES

Rodrigo Costa, sócio-diretor & Head de Digital Business da Kron Digital

Estar atento às tendências é a melhor forma de antecipar mudanças nas dinâmicas de mercado e se preparar para elas. Saber em quais direções sopram os ventos da tecnologia ajuda a traçar planos e estratégias, a ter direcionamento e mais assertividade na tomada de decisão. Afinal, nada pior do que ser surpreendido por inovações que vão impactar seu dia a dia e se sentir perdido e desatualizado.

Por isso, é importante se dedicar à análise de tendências, um tema que sempre surge e ganha destaque nos últimos meses do ano. Quero trazer aqui alguns dos principais tópicos que dominarão as conversas e que estarão por trás das inovações tecnológicas em 2024. São tendências que devem ser observadas e acompanhadas com atenção, porque têm o potencial de gerar transformações significativas para as áreas de TI.

Ampliação do uso da IA generativa

Em 2023, nada dominou mais as conversas na área de tecnologia do que a IA generativa e este tema seguirá em alta no próximo ano. O que veremos a seguir será uma rápida expansão das múltiplas formas de aplicação que serão desenvolvidas para esta tecnologia, especialmente considerando sua capacidade de resposta utilizando linguagem natural.

Cada vez mais, soluções digitais e sistemas terão sua própria IA generativa integrada para facilitar e otimizar sua utilização. Um exemplo disso é o Joule, nome da IA que passa a ser integrada ao SAP como um copiloto capaz de classificar e contextualizar dados com rapidez, gerar insights e atuar como um assistente avançado. O ano de 2024 será marcado pelo entendimento aprofundado que teremos do real potencial transformador da IA.

Gestão de confiança, risco e segurança da IA

O entusiasmo com as vantagens e os benefícios da IA aplicada aos processos deve vir junto com atenção para a tomada de medidas de proteção contra riscos que este recurso pode trazer. O uso da IA na automação de tarefas, especialmente na segurança cibernética, deve ser realizada em conjunto com práticas de gestão pensadas para esta tecnologia.

Sem planejamento adequado e uso de barreiras de proteção, a IA e sua relativa autonomia no cumprimento de tarefa designadas, pode trazer riscos de segurança e de confiabilidade. Realizar a gestão desse cenário, mapeando e prevenindo falhas, está entre as tendências para o próximo ano.

Aplicações inteligentes

Aplicações que utilizem aprendizado de máquina e IA para desenvolver autonomia, se adaptando às necessidades e padrões de uso dos usuários, devem ter um papel de destaque na experiência e na produtividade. É uma tecnologia que será capaz de aprimorar e automatizar processos, aumentando a eficiência da força de trabalho.

Por meio de um aprendizado dinâmico e contínuo, aplicações inteligentes ganham o poder não apenas de customizarem funcionalidades automaticamente à medida que são utilizadas, mas também de cruzar informações e gerar insights relevantes.

Plataformas industriais na nuvem

Nos próximos anos, veremos um crescimento consistente do uso de plataformas industriais na nuvem, as chamadas ICPs (Industry Cloud Platforms). Esta tecnologia é projetada para atender necessidades específicas da indústria que hoje utiliza soluções genéricas. Isso permitirá que as empresas adaptem seus processos com muito mais agilidade.

Trata-se de uma solução modular, que funciona integrando diferentes tecnologias na nuvem, como SaaS (Software as a Service), PaaS (Plataforma as a Service) e IaaS (Infraestrutura as a Service). Esta característica traz grande flexibilidade e adaptabilidade para diferentes demandas na indústria.

Ferramentas de otimização da força de trabalho

De modo combinado, diferentes tecnologias e ferramentas de analytics serão aplicadas para dar mais eficiência às equipes de trabalho, o que resultará em mais produtividade. É um conceito que vem sendo chamado de Augmented-Connected Workforce (ACWF).

Na prática, são soluções que, quando utilizadas em conjunto, impactarão o potencial de orientar funcionários de forma mais precisa e ágil, oferecendo contextos atualizados para tomada de decisão e execução de tarefas, além de acelerar a capacitação. Quando plenamente operacional, estima-se que estratégias de ACWF possam reduzir em 50% o tempo para desenvolvimento de novas competências.

Este é um avanço que impacta especialmente equipes que atuam em áreas que demandam alta capacitação, como TI e empresas de outsourcing cujos times de atendimento precisam dar respostas ágeis para as demandas de clientes.

Estas são algumas das tendências a que devemos estar atentos no próximo ano, mas a lista poderia ser muito mais extensa. A verdade é que estamos vivendo mais um momento de salto tecnológico, com a acelerada adoção de soluções baseadas em IA. Em 2024, teremos uma noção mais clara do potencial de transformação desta tecnologia porque veremos na prática as reais dimensões de seu impacto para as empresas e os negócios.

Eu e o ChatGPT sobre Divulgação Empresarial na Internet

Eu: Moysés Peruhype Carlech

Os empresários hoje fazem as suas compras de mercadorias para os atacadistas através da internet, usa-se muito pouco vendedores hoje em dia, poucas empresas anunciam os seus produtos pela internet e a maioria não. Por qual motivo isso acontece. Aqui no Vale do Aço temos o Marketplace Valeon criado para alavancar as vendas dessas empresas que não divulgam os seus produtos e através do site da valeon marketplace isso é possível por um preço bem razoável e barato. Por que não o fazem? Favor descrever esse assunto.

ChatGPT

Existem várias razões pelas quais algumas empresas podem hesitar em utilizar plataformas online, como o Valeon Marketplace, para divulgar e vender seus produtos. Algumas das razões mais comuns incluem:

Falta de Conhecimento Tecnológico:

Muitos empresários podem não estar familiarizados com a tecnologia necessária para operar uma loja online. Isso pode incluir a criação e manutenção de um site, a gestão de inventário online, e a compreensão de como lidar com transações eletrônicas.

Resistência à Mudança:

Algumas empresas têm uma cultura organizacional tradicional e são resistentes à adoção de novas tecnologias. A mudança para um modelo de negócios online pode ser vista como disruptiva e, portanto, não é implementada.

Custos Iniciais e Investimento:

Embora você mencione que o Valeon Marketplace oferece preços razoáveis, algumas empresas podem perceber a criação e manutenção de uma presença online como um investimento inicial significativo. Elas podem não estar dispostas a alocar recursos financeiros para essa transição.

Segurança e Privacidade:

Algumas empresas podem ter preocupações sobre a segurança de transações online e a privacidade dos dados do cliente. O receio de falhas de segurança pode dissuadi-las de adotar uma presença online.

Foco em Clientela Local:

Empresas que têm uma clientela local consolidada podem não ver a necessidade imediata de expandir para o mercado online. Elas podem acreditar que o modelo de negócios tradicional atende bem às demandas locais.

Falta de Conhecimento sobre Oportunidades Online:

Algumas empresas podem não estar cientes das oportunidades que a presença online pode proporcionar. A falta de educação sobre os benefícios do comércio eletrônico pode ser um obstáculo.

Concorrência com Grandes Plataformas:

Algumas empresas podem hesitar em competir com grandes plataformas de e-commerce, temendo que seus produtos se percam na concorrência com outras ofertas mais populares.

Logística e Distribuição:

A gestão da logística e da distribuição de produtos comprados online pode ser complexa para algumas empresas, especialmente aquelas que não estão preparadas para lidar com o aumento potencial na demanda.

Incentivar e educar as empresas sobre os benefícios de estar online, além de oferecer soluções acessíveis como o Valeon Marketplace, pode ajudar a superar algumas dessas barreiras e incentivar uma maior participação no comércio eletrônico.

Eu

Fale mais sobre educar os empresários a divulgarem mais os seus produtos através do site marketplace da valeon do Vale do Aço.

ChatGPT

Claro, vou abordar alguns pontos que podem ser relevantes ao educar empresários sobre a divulgação de produtos através do site marketplace da Valeon no Vale do Aço:

Consciência sobre o Potencial do Marketplace:

Destaque a importância do marketplace como um canal de vendas eficaz e acessível.

Explique como a Valeon, por ser uma plataforma consolidada na região, oferece visibilidade adicional aos produtos.

Treinamento sobre Uso da Plataforma:

Desenvolva programas de treinamento para ensinar os empresários a criar e gerenciar suas lojas virtuais na Valeon.

Inclua tutoriais práticos sobre a listagem de produtos, precificação, gestão de pedidos e interação com clientes.

Otimização de Páginas de Produtos:

Eduque sobre a importância de descrições detalhadas e imagens de alta qualidade para atrair consumidores.

Enfatize a necessidade de utilizar palavras-chave relevantes para aumentar a visibilidade nos resultados de pesquisa do site.

Estratégias de Marketing Digital:

Ensine estratégias de marketing digital específicas para o marketplace, como o uso de anúncios patrocinados na plataforma.

Explique como as redes sociais e outras ferramentas online podem ser integradas para promover produtos.

Gestão de Comentários e Avaliações:

Incentive a importância de gerenciar feedbacks dos clientes.

Demonstre como boas avaliações podem aumentar a confiança dos compradores e impulsionar as vendas.

Políticas de Atendimento ao Cliente:

Eduque sobre a importância de um excelente atendimento ao cliente.

Destaque como responder prontamente a perguntas e resolver problemas pode impactar positivamente a reputação da empresa.

Monitoramento de Métricas de Desempenho:

Ensine os empresários a utilizar as métricas fornecidas pela Valeon para avaliar o desempenho de suas lojas.

Mostre como ajustar estratégias com base em dados, como taxas de conversão e padrões de compra.

Promoção de Colaboração:

Incentive a colaboração entre empresários para promover produtos complementares.

Destaque a possibilidade de criar ofertas conjuntas ou parcerias estratégicas no marketplace.

Atualização Constante:

Ressalte a necessidade de manter as informações do negócio e dos produtos atualizadas.

Mantenha os empresários informados sobre novas funcionalidades ou ferramentas disponíveis na plataforma.

Apoio Técnico e Consultoria:

Ofereça suporte técnico contínuo para ajudar os empresários a superar desafios.

Considere a possibilidade de fornecer consultoria personalizada para otimizar a presença online de cada negócio.

Ao combinar esses elementos, os empresários estarão mais bem preparados para aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pelo marketplace da Valeon no Vale do Aço.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

 

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...