Uma extensa caravana de migrantes da América Central e do Sul partiu do México em direção à fronteira dos Estados Unidos.
Até 8 mil pessoas de todas as idades, principalmente da Venezuela,
Cuba e México, fazem parte da procissão – eles levam uma faixa na qual
está escrito “Êxodo da Pobreza”.
O movimento acontece dias antes da chegada do secretário de Estado
dos Estados Unidos, Antony Blinken, à Cidade do México — ele quer chegar
a novos acordos para controlar a migração.
Na sexta-feira (22/12), o presidente do México, Andrés Manuel López
Obrador, disse querer colaborar novamente com os EUA para resolver as
preocupações sobre a migração.
O líder mexicano deve se reunir com o secretário de Estado dos EUA nesta quarta-feira (27/12).
A Casa Branca disse, em um comunicado, que Blinken discutiria a
“migração irregular sem precedentes” na região e identificaria formas de
os dois países “enfrentarem os desafios de segurança fronteiriça”.
A inteligência artificial já é realidade em diversas aplicações; o machine learning é parte fundamental disso.
Algumas tecnologias passam a fazer parte do nosso dia a dia de um
jeito tão silencioso que a gente dificilmente percebe. Um exemplo é o
machine learning, que pode ser traduzido como aprendizado de máquina ou
aprendizagem de máquina: esse é um conceito associado à inteligência
artificial, razão pela qual é cada vez mais destacado pela mídia. Apesar
disso, pouca gente compreende a ideia.
Se é o seu caso, não se preocupe: nas próximas linhas, você
descobrirá o que é machine learning e conhecerá algumas aplicações que
já adotam tecnologias do tipo.
Diferença entre machine learning e inteligência artificial
Vamos começar esclarecendo um detalhe que causa confusão: muita gente
pensa que machine learning e inteligência artificial significam a mesma
coisa, mas não é bem assim. Na verdade, a inteligência artificial é um
conceito amplo que inclui o aprendizado de máquina como um dos seus
recursos.
Mas, então, o que é inteligência artificial? Há várias definições
para a ideia. Uma que é bastante aceita é a de que a inteligência
artificial consiste em mecanismos computacionais que se baseiam no
comportamento humano para resolver problemas. Em outras palavras, a
tecnologia faz o computador “pensar” como uma pessoa para executar
tarefas.
É verdade que essa é uma explicação simplista, afinal, um sistema
inteligente não precisa, necessariamente, ser algo próximo do raciocínio
humano. De todo modo, não deixa de existir alguma lógica aí. Nós,
humanos, somos capazes de analisar dados, encontrar padrões ou
tendências neles, de fazer análises mais apuradas a partir daí e, então,
utilizar as conclusões para tomar decisões. De certo modo, a
inteligência artificial segue esse mesmo princípio.
Análise de dados – ilustração
Normalmente, quanto mais executamos uma tarefa, mais habilidosos
ficamos nela. Isso é resultado da nossa capacidade de aprender. A
repetição ou a execução frequente de procedimentos relacionados funciona
como um treinamento para nós. Algo parecido ocorre nos sistemas de
inteligência artificial: dados disponíveis publicamente (a partir da
web, por exemplo) ou registrados em plataformas próprias servem de
treinamento para os algoritmos de inteligência artificial.
Como esse treinamento é feito? Não existe uma forma, há vários
algoritmos para esse fim. Tudo depende da aplicação e das organizações
ou pessoas que estão por trás deles. Aqui, o que mais importa é saber
que é neste momento que o machine learning passa a fazer sentido.
O que é machine learning, então?
Machine learning também é um conceito com várias definições
possíveis. Aqui vai uma que nos permite assimilar bem sua essência:
aprendizado de máquina é um sistema que pode modificar seu comportamento
autonomamente tendo como base a sua própria experiência — o treinamento
que abordamos anteriormente. A interferência humana aqui é mínima.
A tal modificação comportamental consiste, basicamente, no
estabelecimento de regras lógicas, vamos dizer assim, que visam melhorar
o desempenho de uma tarefa ou, dependendo da aplicação, tomar a decisão
mais apropriada para o contexto. Essas regras são geradas com base no
reconhecimento de padrões dentro dos dados analisados.
Pense em uma pessoa que digita a palavra bravo em um site de busca. O
serviço precisa analisar uma série de parâmetros para decidir se exibe
resultados equivalentes a enfurecido ou a corajoso, dois significados
possíveis. Entre os numerosos parâmetros disponíveis está o histórico de
pesquisa do usuário: se minutos antes ele tiver buscado por coragem,
por exemplo, o segundo significado é o mais provável.
Uso – smartphone
Esse é um exemplo muito simples, mas que ilustra alguns aspectos
importantes do machine learning. Para começar, é importante que sistemas
do tipo façam análises com base em uma quantidade significativa de
dados, coisa que os buscadores têm de sobra por conta dos milhões de
acessos que recebem e que, consequentemente, servem de treinamento.
Outro aspecto ilustrado ali é a constante entrada de dados que
favorece a identificação de novos padrões. Suponha que a palavra bravo
passe a ser uma gíria associada a um movimento cultural. Com o machine
learning, o mecanismo de pesquisa conseguirá identificar padrões que
apontam para o novo significado do termo e, depois de algum tempo,
estará apto a considerá-lo nos resultados das buscas.
Há várias abordagens para o machine learning. Uma bastante conhecida é
chamada de deep learning ou aprendizagem profunda. Nela, grandes
quantidades de dados são tratadas a partir de várias camadas de redes
neurais artificiais (algoritmos inspirados na estrutura de neurônios do
cérebro) que resolvem problemas muito complexos, como reconhecimento de
objetos em imagens.
Exemplos de uso do machine learning
O uso do machine learning nas mais diversas aplicações só tende a
crescer. Não é por capricho, mas por necessidade: muitos recursos
tecnológicos que temos hoje só funcionam ou são viáveis por conta da
inteligência artificial. Eis alguns exemplos:
– Banco de dados autônomo: com auxílio do machine learning, bancos de
dados autônomos lidam de modo automatizado com várias tarefas até então
realizadas por um administrador (DBA), permitindo que o profissional
cuide de outras atividades e diminuindo o risco de indisponibilidade da
aplicação por falha humana;
– Combate a fraudes em sistemas de pagamento: diversas tentativas de
fraudes com cartões de crédito e outros meios de pagamentos são geradas a
cada segundo no mundo todo; felizmente, o machine learning tem
permitido que sistemas de combate a fraudes barrem a maior parte dessas
ações;
Uso – cartão de crédito
– Tradução de textos: uma tradução nunca pode ser feita ao pé da
letra; é preciso levar em conta contextos, expressões regionais e outros
parâmetros. Graças ao machine learning, os tradutores automáticos estão
ficando cada vez mais precisos;
– Recomendação de conteúdo: plataformas de streaming de vídeo e áudio
usam o machine learning para analisar o histórico de conteúdo
reproduzido ou rejeitado pelo usuário para dar a ele recomendações
condizentes com os seus gostos.
Apesar de os conceitos de inteligência artificial e machine learning
terem surgido há muito tempo, só agora a gente vê uso em larga escala
dessas tecnologias. Mas, acredite, ainda estamos só no começo. Se elas
são muito úteis e impressionantes atualmente, imagine quando estiverem
mais treinadas e aperfeiçoadas.
O que é marketplace e por que investir nessa plataforma
ÚnicaPropaganda e Moysés Peruhype Carlech
Milhares de internautas utilizam o marketplace diariamente para fazer
compras virtuais. Mas muitos ainda desconhecem seu conceito e como ele
funciona na compra e venda de produtos.
Afinal, o que é marketplace?
O marketplace é um modelo de negócio online que pode ter seu funcionamento comparado ao de um shopping center.
Ao entrar em um shopping com a intenção de comprar um produto
específico, você encontra dezenas de lojas, o que lhe permite pesquisar
as opções e os preços disponibilizados por cada uma delas. Além de
comprar o que você planejou inicialmente, também é possível consumir
outros produtos, de diferentes lojas, marcas e segmentos.
Leve isso ao mundo virtual e você entenderá o conceito de
marketplace: um lugar que reúne produtos de diversas lojas, marcas e
segmentos. A diferença é que no ambiente virtual é mais fácil buscar
produtos, e existe a facilidade de comprar todos eles com um pagamento
unificado.
Os principais marketplaces do Brasil
A Amazon foi a primeira a popularizar esse modelo de negócio pelo mundo, e até hoje é a maior referência no assunto
No Brasil, o marketplace teve início em 2012. Quem tornou a
plataforma mais conhecida foi a CNova, responsável pelas operações
digitais da Casas Bahia, Extra, Ponto Frio, entre outras lojas.
Hoje, alguns nomes conhecidos no marketplace B2C são: Americanas,
Magazine Luiza, Netshoes, Shoptime, Submarino e Walmart. No modelo C2C,
estão nomes como Mercado Livre e OLX. Conheça os resultados de algumas
dessas e de outras lojas no comércio eletrônico brasileiro.
Aqui no Vale do Aço temos o marketplace da Startup Valeon que é uma
Plataforma Comercial de divulgação de Empresas, Serviços e Profissionais
Liberais que surgiu para revolucionar o comércio do Vale do Aço através
de sua divulgação online.
Como escolher o marketplace ideal para sua loja
Para ingressar em um marketplace, é preciso cadastrar sua loja,
definir os produtos que serão vendidos e iniciar a divulgação. Mas é
fundamental levar em consideração alguns pontos importantes antes de
decidir onde incluir sua marca:
Forma de cobrança: cada marketplace possui seu modelo de comissão
sobre as vendas realizadas, que pode variar de 9,5% a 30%. O que
determina isso é a menor ou maior visibilidade que o fornecedor
atribuirá a seus produtos. Ou seja, o lojista que quer obter mais
anúncios para seus produtos e as melhores posições em pesquisas pagará
uma comissão maior.
Na Startup Valeon não cobramos comissão e sim uma pequena mensalidade para a divulgação de seus anúncios.
Público-alvo: ao definir onde cadastrar sua loja, é essencial
identificar em quais marketplaces o seu público está mais presente.
Garantimos que na Valeon seu público alvo estará presente.
Concorrentes: avalie também quais são as lojas do mesmo segmento que
já fazem parte da plataforma e se os seus produtos têm potencial para
competir com os ofertados por elas.
Felizmente não temos concorrentes e disponibilizamos para você cliente e consumidores o melhor marketplace que possa existir.
Reputação: para um marketplace obter tráfego e melhorar seus
resultados em vendas precisa contar com parceiros que cumpram suas
promessas e atendam aos compradores conforme o esperado. Atrasos na
entrega, produtos com qualidade inferior à prometida e atendimento
ineficiente são fatores que afastam os usuários que costumam comprar
naquele ambiente virtual. Ao ingressar em um marketplace, certifique-se
de que a sua loja irá contribuir com a boa reputação da plataforma e
pesquise as opiniões de compradores referentes às outras lojas já
cadastradas.
Temos uma ótima reputação junto ao mercado e consumidores devido a seriedade que conduzimos o nosso negócio.
Vantagens do marketplace
A plataforma da Valeon oferece vantagens para todos os envolvidos no comércio eletrônico. Confira abaixo algumas delas.
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Efetuar o pagamento pelos produtos de diferentes lojistas em uma única transação.
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abertura de uma loja física ou online.
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impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso site e aumentar as
suas vendas.
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O aumento da população de rua é uma
hemorragia civilizacional que clama aos céus. Mas o problema é
multidimensional e o Estado precisa enfrentá-lo em suas múltiplas
dimensões
Por Notas & Informações – Jornal Estadão
Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, em 10 anos a
população de rua no Brasil aumentou 211%. A calamidade é global. Há
anos, nas metrópoles de países ricos e pobres, de San Francisco ao
Cairo, de Pequim a Paris, dormem a cada noite mais miseráveis nas ruas.
Esse desamparo pandêmico sugere distúrbios socioculturais profundos:
desintegração de laços comunitários, famílias desestruturadas, solidão,
transtornos mentais, álcool, drogas. Todos esses fatores são
pressionados por falhas de mercado. Sobretudo, o custo de moradia. Uma
pesquisa estatística em Nova York sugeriu que uma queda de 10% nos
custos de aluguel resultaria num declínio de 8% no número dos sem-teto.
Um dos motivos pelos quais Tóquio quase não tem moradores de rua é a
moradia barata. Como em outros países, no Brasil os custos têm
aumentado. Metade das famílias que vivem com até três salários mínimos
consome mais de um terço da renda com aluguel.
Além de políticas para gerar emprego, reduzir a pobreza e baratear a
moradia (como adensamentos urbanos, habitações sociais ou aluguéis
subsidiados), nas políticas focadas nos sem-teto há uma disputa entre
duas estratégias: “moradia primeiro” ou “cuidado primeiro”. Para a
primeira, a solução é instalar os sem-teto em moradias subsidiadas, sem
pré-qualificações como sobriedade ou tratamentos psiquiátricos. Para a
segunda, é preciso abrigá-los em alojamentos temporários, condicionando
moradias permanentes a compromissos de reabilitação. Para os partidários
da primeira, a maior evidência é a Finlândia, o único país da Europa
que reduziu sua população de rua. Os críticos contrapõem casos como o da
Califórnia. O Estado mais rico dos EUA investiu bilhões em Housing First,
mas em cinco anos, enquanto a população de rua no país cresceu 6%, a da
Califórnia cresceu um terço. Com 12% da população do país, o Estado
contabiliza quase metade dos americanos sem-teto. O contraste pede
cautela. Talvez nenhum dos dois lados deva ter primazia, porque ambos
devem vir primeiro, cada um em cada situação.
A população dos sem-teto é complexa. Há quem passe temporariamente
pelas ruas e há quem viva permanentemente nelas. Há quem esteja
momentaneamente sem condição de trabalhar e gerar renda e quem é parcial
ou totalmente incapacitado por limitações físicas ou cognitivas; e há
quem caia no relento por algum comportamento antissocial e
autodestrutivo. Para estes, distúrbios mentais, abuso de entorpecentes e
delinquências são a porta de entrada das ruas. Para os outros, as ruas
podem ser a porta de entrada para delinquências, abusos e distúrbios.
Todos esses casos pedem o cuidado do Estado de Bem-Estar Social. Mas de
modos diferentes.
O modelo de “moradia primeiro” deveria priorizar famílias e pessoas
em situação de rua por pura pobreza. Em São Paulo, o programa De Braços
Abertos pagou moradias a dependentes químicos e psicóticos. Várias foram
destruídas. Muitos voltaram a viver nas ruas, alguns morreram de
overdose. São pessoas sem autonomia, que precisam ser abrigadas em
comunidades e tratadas por profissionais antes de assumir um lar.
Entre 1995 e 2020 a pobreza extrema no Brasil caiu de 15% para 5%.
Nos últimos cinco anos, o orçamento do Bolsa Família saltou de R$ 30
bilhões para R$ 175 bilhões. Mas o aumento exorbitante da população de
rua sugere que os programas de transferência de renda não estão
devidamente focados e são insuficientes sem outras formas de
assistência. Além disso, boas intenções intoxicadas por romantismos
podem, à custa de combater excessos, produzir outros piores. O movimento
antimanicomial começou denunciando condições desumanas de hospitais
psiquiátricos, mas, ao invés de humanizá-los, lutou por aboli-los. Hoje a
disponibilidade de leitos no Brasil é 90% menor que a média da OCDE.
O aumento explosivo da população de rua é um fracasso cívico. Mas a
solução pede menos voluntarismo e mais ciência, menos utopias e mais
pragmatismo. O problema é multidimensional e o Estado precisa
enfrentá-lo em suas múltiplas dimensões.
História por Bianca Lima, Adriana Fernandes, Mariana Carneiro, Anna
Carolina Papp, Iander Porcella e Fernanda Trisotto • Jornal Estadão
BRASÍLIA – Em sessão solene histórica, o Congresso Nacional promulgou nesta quarta-feira, 20, a maior reforma tributária no Brasil desde a ditadura militar. A emenda constitucional que muda a tributação sobre o consumo no País foi aprovada na última sexta-feira, 15, após mais de 30 anos de debate. O desafio agora será a regulamentação por meio de leis complementares, que serão enviadas pelo governo ao Legislativo em 2024.
A cerimônia de promulgação contou com a presença de autoridades como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, além dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Estava presente também a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet – a única mulher sentada à mesa do plenário, ao lado de dez homens.
O presidente Lula destacou que, com a aprovação da
reforma, o Congresso demonstrou “compromisso com o povo brasileiro”.
“Não precisa gostar do governo, gostar do Lula, mas guardem essa foto, e
se lembrem: contra ou a favor, vocês contribuíram para esse País, na
primeira vez no regime democrático, aprovar uma reforma tributária”,
afirmou. O presidente foi aplaudido e vaiado ao dizer que o crescimento
melhorou e a inflação caiu em seu primeiro ano de mandato.
O momento da promulgação do texto foi marcado por embates entre
oposição e governo, que alternavam gritos de guerra no plenário. De um
lado, governistas gritavam “Lula, guerreiro, do povo brasileiro”. De
outro, se ouviam gritos de “ladrão” e “cachaceiro”
“Esperava que seria um dia de consagração dessa Casa (…). Pediria a
essa Casa que se terminasse essa sessão com maior nível de respeito
possível. Essa Casa representa o Brasil. E é um dia histórico. Vamos
guardar convicções para sessões normais do plenário. Vamos fazer o
máximo possível para nos comportamos”, afirmou Arthur Lira.
“Foram 40 anos de espera que transformaram nosso sistema tributário
num manicômio fiscal. Não havia mais tempo a esperar. O Brasil merecia
um sistema tributário organizado, eficiente, justo e que se
transformasse em um dos pilares para o desenvolvimento. É a primeira
ampla mudança do sistema tributário nacional feita no regime
democrático”, disse o presidente da Câmara. Ele fez deferência a Haddad,
a quem chamou de “parceiro constante dessa luta”.
“É hoje e aqui que mudamos a trajetória do país. É uma conquista do Congresso e do povo brasileiro”, afirmou Rodrigo Pacheco. “Mesmo
com tanta dificuldade de se chegar num novo texto, a reforma tributária
se impôs. O Congresso aprovou a reforma porque não havia mais como
adiá-la”, afirmou.
“Começamos o ano com a depredação das instituições, numa tentativa
contra a democracia. Hoje, estamos mostrando ao País por que é
importante a democracia. Porque este Congresso está hoje entregando ao
País talvez uma das suas reformas mais estruturantes nos últimos anos,
nas últimas décadas, que é a reforma tributária”, afirmou o deputado Aguinaldo Ribeiro, que relatou a PEC na Câmara.
O ministro Fernando Haddad, por sua vez, fez apelo
ao presidente do STF, afirmando que o Supremo será o “guardião da
reforma”. Ele rebateu críticos que dizem que a reforma é imperfeita.
“Perfeição e imperfeição são atributos que não cabem a um projeto
coletivo com tantos atores. Isso aqui aglutinou muitos anseios, muitas
disputas – e muitas delas, legítimas. Ela é perfeita porque foi feita
sob a democracia. Todo mundo foi ouvido. E ela é perfeita porque
reconhece que o processo histórico há de torná-la ainda melhor”, disse.
A ministra Simone Tebet afirmou que foi chamada por
Pacheco para representar as mulheres na mesa do plenário. “É a reforma
que vai dar dignidade para o povo brasileiro, mais ela é mais do que
isso: ela é reforma dos mais pobres”, afirmou. “Agora entendemos por que
ela é a mãe de todas as reformas: ela é a reforma das mulheres
brasileiras”, afirmou, mencionando a isenção da cesta básica nacional.
A reforma institui o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual:
um do governo federal e outro de Estados e municípios. O novo modelo de
tributo tem por princípio a não cumulatividade plena, ou seja, impede a
chamada “tributação em cascata”, que hoje onera consumidores e
empresas.
Serão três novos tributos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), substituindo o ICMS dos Estados e o ISS dos municípios; a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substitui PIS, Cofins e o IPI, que são federais; e o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos danosos à saúde e ao meio ambiente.
Também faz parte da espinha dorsal da reforma o deslocamento da
cobrança dos tributos da origem (onde a mercadoria é produzida) para o
destino (onde é consumida). Com essa nova sistemática, a reforma promete
colocar fim à guerra fiscal entre os Estados, na qual governadores
concedem incentivos fiscais para atrair investimentos aos seus
territórios – uma anomalia brasileira, que se perpetua por décadas.
Com a reforma, a expectativa é de que o Brasil entre num novo ciclo
de aumento da produtividade, do investimento e do Produto Interno Bruto
(PIB). A mudança, no entanto, não será de uma hora para outra, pois
haverá um período de transição, que terá início em 2026, levando à
extinção dos tributos atuais em 2033. Já a transição da tributação na
origem (onde a mercadoria é produzida) para o destino (onde é consumida)
durará 50 anos.
O potencial de crescimento é considerado difícil de mensurar, mas a
aposta é de que o avanço de se unificar a base de tributação entre bens e
serviços será muito maior do que o prejuízo advindo das exceções
aprovadas pelo Congresso e que podem levar a alíquota do IVA a uma das
maiores do mundo.
O governo terá um prazo de 180 dias para elaborar os
projetos que serão enviados ao Congresso para regulamentar as novas
regras de tributação do consumo, mas o secretário extraordinário do
Ministério da Fazenda para a reforma, Bernard Appy, planeja concluir os
textos antes do fim do prazo, com um trabalho conjunto da União,
Estados, municípios e parlamento.
Arthur Lira, um dos fiadores da reforma, já alertou que essas legislações trarão os “detalhes mais agudos” do novo sistema e,
portanto, exigirão atenção redobrada. “No primeiro dia legislativo de
2024, começaremos a discutir a indispensável legislação complementar”,
disse o presidente da Câmara nesta quarta na cerimônia de promulgação.
Essas leis vão definir, por exemplo, a alíquota do IVA dual. Também
será por meio da regulamentação que ficará mais claro como funcionarão
os regimes diferenciados e as alíquotas reduzidas para determinados
setores – que se multiplicaram no texto em meio aos lobbies de diversos
setores econômicos.
No ano que vem, governo e Congresso também definirão, por meio de lei
complementar, a atuação do Comitê Gestor do IBS, que distribuirá os
recursos arrecadados para Estados e municípios; a composição da cesta
básica nacional, de grande interesse do agronegócio e do setor
supermercadista; o sistema de cashback (devolução de tributos), previsto
para a conta de luz e o gás de cozinha; e a implementação do Imposto
Seletivo.
O tamanho do fundo da Amazônia e do fundo ligado à região Norte – que
inclui Acre, Rondônia, Roraima e Amapá – também dependerá dessas
futuras leis. Ao todo, serão quatro fundos bancados pela União que
beneficiarão Estados e municípios. Um impacto expressivo no Orçamento
federal, para o qual ainda não existe fonte de financiamento.
Segundo Appy, será importante um trabalho conjunto preliminar entre
União, Estados e municípios para a elaboração dos projetos, também com a
criação de grupos de trabalho para definir os principais pontos que
estarão nos textos que seguirão ao Congresso.
Esse trabalho terá três eixos principais: a parte estrutural lidará
com fato gerador, base de cálculo e modelo de cobrança; o tratamento dos
regimes específicos trará a definição clara dos bens e serviços nas
alíquotas reduzidas; e, por fim, o comitê gestor será um projeto mais
relevante para Estados e municípios do que para a União.
Do ponto de vista da tramitação, as leis complementares tendem a ser
mais fáceis para o governo, já que é necessário o apoio de no mínimo 257
deputados e 41 senadores, menos que os 308 votos na Câmara e 49 no
Senado para passar Propostas de Emenda à Constituição (PEC), como a da
reforma tributária. A exigência de um quórum menor, no entanto, não
deixa o assunto menos espinhoso e delicado.
Idas e vindas
A reforma tributária foi aprovada na última sexta-feira, 15, após a última votação na Câmara.
Desde a primeira votação pelos deputados, foram cinco meses de uma
tramitação marcada por embates. De um lado, lobbies de setores e
atividades que buscaram alíquota reduzida e tratamento diferenciado; de
outro, a disputa entre Estados ricos e pobres por mais recursos e pela
prorrogação de incentivos fiscais.
Na nova passagem da proposta pela Câmara, os deputados retiraram
algumas das mudanças incluídas pelo Senado, após acordo costurado entre
os relatores da Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e do Senado Eduardo
Braga (MDB-AM), com os respectivos presidentes das Casas.
Na Câmara, deputados avaliaram que Braga piorou o texto e trabalharam
para retirar dispositivos introduzidos pelos senadores. Para evitar um
impasse, que poderia impedir a promulgação da emenda ainda neste ano,
com a contagem dos prazos, a desidratação do texto acabou ficando menor
do que a desejada pelos deputados.
Aguinaldo também excluiu do texto a cesta básica estendida que havia
sido incluída pelo Senado. Ele reduziu ainda as exceções, ao excluir
cinco setores dos regimes específicos, os quais têm tratamento
tributário diferenciado, como os serviços de saneamento e de concessão
de rodovias.
Em relação ao regime específico de combustíveis de lubrificantes, o
relator retirou a possibilidade de os senadores fixarem as alíquotas e
retomou essa previsão em lei complementar.
Ele chegou a suprimir do texto a equiparação salarial de auditores
fiscais estaduais e municipais ao teto remuneratório de ministros do
Supremo Tribunal Federal (STF), mas esse trecho foi retomado pela Câmara por meio de um destaque.
Aguinaldo também excluiu a previsão de sabatina e aprovação no Senado
do presidente do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
Durante a votação de destaques na Câmara, a chamada bancada da bala e
os bolsonaristas conseguiram retirar a incidência do Imposto Seletivo
sobre armas e munições.
O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, afirmou que a
regulação das redes sociais torna-se um “imperativo civilizatório” após a
morte de uma jovem por ataques nas redes sociais na semana passada.
Segundo ele, apesar de tais tragédias envolverem questões de saúde
mental, há também natureza política.
“A regulação das redes sociais torna-se um imperativo civilizatório,
sem o qual não há falar-se em democracia ou mesmo em dignidade. O resto é
aposta no caos, na morte e na monetização do sofrimento”, escreveu o
ministro, em publicação no X – antigo Twitter, no sábado, 23.
Jéssica Canedo, uma jovem de 22, morreu após ter sido apontada como
suposta “affair” do humorista Whindersson Nunes. Em nota, a família
confirmou a morte na sexta-feira, 22, após Jéssica não ter resistido à
depressão e ao ódio disseminado nas redes.
“Em menos de um mês este é o segundo caso de suicídio de pessoa jovem
– e que guarda relação com a propagação de mentiras e de ódio em redes
sociais – de que tenho notícia. Tragédias como esta envolve questões de
saúde mental, sem dúvida, mas também, e talvez em maior proporção,
questões de natureza política”, comentou o ministro.
Na postagem, Silvio Almeida citou “irresponsabilidade das empresas
que regem as redes sociais” diante de conteúdos criminosos propagados
pelos usuários. Em sua visão, tais conteúdos têm “destruído famílias e
impossibilitado uma vida social minimamente saudável”.
O pedido pela regulamentação das redes sociais ocorre dias depois de o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama, Rosângela da
Silva, conhecida como Janja, terem feito comentário semelhante.
Após ter sido vítima de ataque hacker na semana passada, Janja também
falou sobre a importância do debate de monetização nas redes. “A gente
precisa não só da regularização das redes, mas a gente precisa discutir a
monetização das redes”, afirmou na terça-feira, 19, no programa Conversa com o Presidente.
Levantamento do ‘Estadão’ mostra que gasto
com reformas e troca de móveis nos palácios presidenciais em 2023 supera
anos anteriores; Secom afirma que peças respeitam ‘padrões e
referências’ e serão utilizadas pelos futuros chefes de Estado
Por Daniel Weterman e Tácio Lorran – Jornal Estadão
BRASÍLIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja,
resolveram fazer reformas e trocar os móveis dos palácios presidenciais
neste ano. Só com um tapete novo, o governo gastou R$ 114 mil para dar
mais “brasilidade” ao Palácio do Planalto. Um sofá escolhido por Janja
para o Alvorada, residência oficial da Presidência, foi comprado por R$
65 mil. A colocação de um piso “mais macio e confortável” na Granja do
Torto, casa de campo do casal, custou R$ 156 mil para os cofres
públicos.
Levantamento do Estadão mostra que o governo gastou R$ 26,8 milhões com reformas, compra de novos móveis, materiais e utensílios domésticos para o Palácio do Planalto, oPalácio da Alvorada, a Residência Oficial do Torto e o Palácio do Jaburu em
2023. Em comparação com anos anteriores, é o maior gasto com esse tipo
de despesa, que não considera a manutenção do dia a dia das residências
oficiais e o pagamento de funcionários. Os números são do Portal da
Transparência e do Siga Brasil.
Procurada, a Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da
República informou que as peças adquiridas respeitam os padrões e
referências dos Palácios oficiais. “Além disso, todas as peças passam a
integrar o patrimônio da União e serão utilizadas pelos futuros chefes
de Estado que lá residirem.”
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao lado da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja Foto: Ricardo Stuckert / PR
A aquisição de novos mobiliários faz parte de um projeto de
“modernização” dos Palácios Presidenciais, segundo consta num dos
processos de compra da Presidência. No início deste ano, Janja afirmou
em entrevista à GloboNews que o Palácio da Alvorada foi danificado
durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A primeira-dama chegou a mostrar estofados rasgados, pisos estragados e uma mesa quebrada na residência.
Com essa justificativa, o casal morou por mais de um mês em um hotel em
Brasília. “É bastante trabalho, mas já estamos com a mão na massa para
deixar tudo lindo, e reabrir o Alvorada para visitas o quanto antes”,
escreveu ela numa rede social. Onze meses depois dessa fala, a visitação
ao Palácio da Alvorada, no entanto, segue suspensa.
As compras dos mobiliários foram feitas ao longo de todo o ano e
seguem. No último dia 29 de novembro a Presidência da República publicou
um edital para a aquisição de 13 tapetes de nylon e de sisal de fibra,
sendo três para o Alvorada e 10 para o Planalto. O valor total estimado é
de R$ 374.452,71. Os preços de cada tapete variam de R$ 736 a R$
113.888,82. Os mais caros trata-se de itens inspirados em desenhos
modernistas do arquiteto Burle Marx, com formato orgânico pensado a
partir das linhas do espelho d’água do Palácio do Planalto e dimensões
de 6,8 x 10,3 metros. Essas peças ficarão em áreas onde ocorrem eventos e
cerimônias no Planalto.
Para justificar essas aquisições, o órgão alega que os tapetes
orientais, que atualmente ambientam as salas e gabinetes dos Palácios
Presidenciais, não trazem aos seus espaços a “brasilidade” necessária.
Dessa maneira, diz o estudo técnico preliminar, “realizou-se uma
pesquisa sobre as tipologias de materiais utilizados na produção de
tapetes brasileiros, bem como sobre os locais e meios originários de
fabricação das peças de tapeçaria no país objetivando uma maior
integração visual entre os espaços do prédio”. O processo de compra
ainda está na fase de captação das propostas.
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Rosângela
da Silva, a Janja, esposa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT),
abriu as portas do Palácio da Alvorada e denunciou o mau estado de
conservação com que encontrou a residência presidencial, em entrevista à
GloboNews. Foto: Reprodução/GloboNews Foto: Reprodução/GloboNews
Um decreto publicado em 27 de setembro de 2021 proíbe
a aquisição de bens de luxo pelo governo federal, o que inclui a
própria Presidência da República. O texto considera bens de luxo aqueles
que apresentam ostentação, opulência, forte apelo estético ou requinte.
Há, no entanto, duas exceções em que é possível efetuar a compra desses
artigos de luxo: primeiro, se for adquirido a preço igual ou inferior
ao bem comum; segundo, se tiver características superiores justificadas
pelo órgão.
Apesar do alto valor do tapete, a Presidência diz não se tratar de
item luxuoso. Procurada, a Secom esclareceu que o item possui as
características superiores justificadas em face da estrita atividade do
órgão ou da entidade.
A Presidência da República também vai gastar R$ 156.154,77 para
trocar os pisos da Granja do Torto, a casa de campo oficial dos
presidentes, que conta com lago artificial, piscina, campo de futebol,
quadra e churrasqueira. O objetivo da troca de chão é “padronizar” o
ambiente com materiais que tenham “maior durabilidade e que exijam uma
baixa manutenção”. O novo piso será de vinílico e tem como
característica o fato de ser “mais macio e confortável”, conforme
destacado pela Presidência durante a compra.
Jantar
de confraternização foi oferecido na Granja do Torto, residência de
campo do governo brasileiro, em Brasília Foto: Divulgação
Também estão sendo gastos R$ 130.695,36 num enxoval de lençóis e
roupas de cama e de banho. Parte desse valor (R$ 41.750) foi gasto sem
licitação, em setembro deste ano. A outra parte (R$ 88.945,36) se refere
a um pregão aberto no último dia 4 de dezembro para a aquisição de
itens como mantas, fronhas e roupões de banho.
“A aquisição justifica-se para renovar as roupas de cama e banho da
família presidencial e de hóspedes nas Residências Oficiais do Palácio
da Alvorada e da Granja do Torto”, diz o estudo que fundamenta a
abertura do edital. As colchas vão ornar a nova cama de R$ 42.230 do
Alvorada. O item tem revestimento em couro grão natural e pés em metal, e
foi adquirido em fevereiro por Janja junto a sofás reclináveis de até
R$ 65.140 e poltronas ergonômicas de R$ 29.450.
No fim do ano, a Presidência abriu processos para comprar R$ 182.810
em persianas motorizadas e cortinas e R$ 358.400 em árvores de Natal e
arranjos de flores nobres, tropicais e de campo para recepcionar
autoridades, políticos e artistas.
A jornada de trabalho no Brasil está prestes a passar por uma
significativa mudança em 2024. O governo federal está implementando uma
medida que permitirá a redução da jornada, impactando diretamente
trabalhadores formais em diversos setores, com especial destaque para o
financeiro. Essa decisão busca oferecer mais flexibilidade aos
profissionais, sem comprometer o salário mínimo.
A aprovação dessa medida implica que a redução na jornada de trabalho
será possível mediante acordo unânime entre empregador e empregado.
Essa flexibilidade visa atender às necessidades dos trabalhadores,
permitindo, por exemplo, a adoção de uma jornada de quatro dias em vez
dos tradicionais cinco. Essa opção representa um avanço significativo
para aqueles que buscam um equilíbrio maior entre vida profissional e
pessoal.
A não redução no valor do salário mínimo
É importante destacar que, mesmo com a redução na jornada de
trabalho, o valor do salário mínimo não será reduzido. Essa garantia é
crucial para preservar o poder de compra dos trabalhadores e evitar
impactos negativos em suas condições financeiras. Essa salvaguarda
proporciona aos trabalhadores a segurança de que poderão desfrutar dos
benefícios da redução da jornada sem sacrificar seus rendimentos.
Perspectivas para o salário mínimo em 2024
A medida que autoriza a redução da jornada de trabalho sem diminuição
salarial vem acompanhada de perspectivas animadoras para o salário
mínimo em 2024. O presidente Lula, em período eleitoral, comprometeu-se a
aumentar anualmente o piso salarial até o final de seu mandato em
dezembro de 2026. A expectativa é que o salário mínimo seja ampliado,
proporcionando um aumento estimado de R$ 101.
Se confirmado, o salário mínimo para 2024 poderá atingir a marca de
R$ 1.421, considerando o atual valor de R$ 1.320. Essa iniciativa visa
não apenas manter o poder de compra dos trabalhadores, mas também
promover uma melhoria significativa na qualidade de vida, refletindo em
um cenário econômico mais equilibrado e justo.
Trâmites para a ampliação do salário mínimo
A ampliação do salário mínimo em 2024 depende da aprovação da Lei
Orçamentária Anual pelo Senado Federal. Essa etapa é crucial para
permitir que os estados brasileiros acessem um novo piso salarial,
beneficiando os trabalhadores formais em todo o país. A proposta visa
fortalecer o sustento daqueles que exercem suas profissões formalmente,
contribuindo para uma distribuição mais equitativa da renda.
Impactos da medida na qualidade de vida
A redução da jornada de trabalho aliada à possível ampliação do
salário mínimo tem o potencial de melhorar significativamente a
qualidade de vida dos trabalhadores formais. Essa combinação oferece não
apenas mais tempo livre para atividades pessoais, familiares e de
lazer, mas também uma remuneração mais justa, alinhada com as
necessidades e custos da vida contemporânea.
No esforço de ampliar as ferramentas jurídicas para combater o
desmatamento, o Executivo brasileiro lançou uma nova regra que proíbe
órgãos das diversas esferas da administração pública de contratar
pessoas ou empresas que estejam na lista de inidôneos por grave infração
ambiental.
A relação de delitos que entram nessa nova regra foi feita com base
em outra lei, que dispõe sobre punições a quem agride o meio ambiente.
Entre as infrações estão queimadas ilegais, incêndios ou desmatamentos em
áreas superiores a mil hectares; elaboração ou fornecimento de
documento falso que resulte em significativo dano ambiental; e
maus-tratos de cães e gatos, quando houver a morte do animal.
A empresa ou pessoa que cometer um desses delitos poderá ser
declarada inidônea perante a administração pública e, com isso, ficando
proibida de participar de licitações e compras realizadas por órgãos
federais pelo período de três a seis anos. Além disso, se entrarem para a
lista de inidôneos, estes também não poderão fechar negócios com
governos estaduais e prefeituras.
“Quem comete esses ilícitos não pode criar a expectativa de firmar um
contrato com o poder público. Nós temos trabalhado para utilizar todos
os instrumentos disponíveis no combate a infrações ambientais graves”,
afirmou a advogada da União Maria Helena Pedroza.
Pedroza ressalta que, no processo de declaração de inidoneidade, é
assegurado o respeito ao contraditório e amplo direito de defesa. E essa
classificação é anulada se ficar provado que a infração não ocorreu ou
que foi cometida por terceiros.
Punições penais, administrativas e cíveis
Por outro lado, o impedimento de firmar contratos com a administração
pública não livra o infrator ambiental de outras punições no âmbito
penal, administrativo e cível. “No nosso dia a dia, quando vamos
contratar alguma pessoa ou empresa, nós sempre procuramos saber sua
história, entender algumas referências, para então tomar nossa decisão.
Na administração pública, também funciona mais ou menos assim”, comparou
a advogada da União.
Plenário do STF retoma o julgamento de ações sobre prisão em segunda instância. Luiz Fux e Dias Toffoli.
Nove anos após o início da Lava Jato, a força-tarefa – que chegou a
ser considerada a maior cerca a políticos suspeitos de desvios de
recursos públicos da história – acumula derrotas nos tribunais
superiores do País.
Nesta terça-feira, 19, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal
Federal (STF), determinou a nulidade absoluta de todos os atos
praticados em processos da Operação Lava Jato contra o ex-governador do
Paraná Beto Richa (PSDB), atualmente deputado federal. Outros nomes
denunciados também foram absolvidos ou tiveram condenações anuladas no
decorrer de 2023: o ex-ministro José Dirceu, os ex-governadores do Rio
Luiz Fernando Pezão e Sérgio Cabral, o ex-presidente da Câmara Eduardo
Cunha e o ex-deputado federal André Vargas.
O ex-ministro José Dirceu, que comandou a Casa Civil no primeiro
mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi absolvido no início
de dezembro em uma ação penal da Operação Lava Jato que se arrastava
desde 2017. Ele foi acusado pela força-tarefa de lavar dinheiro de
propina das empreiteiras UTC e Engevix.
A decisão foi tomada pelo juiz federal Fábio Nunes de Martino, que
assumiu a 13.ª Vara Federal de Curitiba. Ele concluiu que o Ministério
Público Federal errou na tipificação dos crimes. Para o magistrado, o
que os procuradores apontam como lavagem de dinheiro é, na verdade,
corrupção.
Martino assumiu em novembro a titularidade da 13.ª Vara Criminal,
base e origem da Lava Jato, que foi conduzida no auge pelo ex-juiz
Sergio Moro, hoje senador (União-PR). Dessa forma, ele Martino se tornou
responsável pelo que restou da Lava Jato, extinta em meio a acusações
de excessos. Uma das ações remanescentes era essa contra Dirceu.
Luiz Fernando Pezão
A Justiça Federal no Rio de Janeiro reformou, em abril, a sentença do
juiz federal Marcelo Bretas e absolveu o ex-governador do Rio de
Janeiro Luiz Fernando Pezão das acusações de corrupção ativa e passiva,
lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa decorrentes
da versão fluminense da Lava Jato.
Bretas, que está afastado do cargo de juiz da 7ª Vara Federal
Criminal do Rio por decisão do Conselho Nacional de Justiça, condenou
Pezão a 99 anos de prisão por esses crimes, em 2021. A defesa do
ex-governador recorreu e o Tribunal Regional Federal da 2ª Região
(TRF-2) aceitou os argumentos e reformou a decisão, livrando Pezão das
acusações.
Sérgio Cabral
Símbolo da Lava Jato no Rio, o também ex-governador do Rio Sérgio
Cabral, que chegou a ser condenado a mais de 400 anos de prisão por
casos de corrupção, se livrou de uma das acusações em março deste ano.
Ele foi absolvido em um processo em que era acusado de receber propina
de empreiteiras por irregularidades em licitações.
Na sentença, a juíza Maria Paula Gouvêa Galhardo, da 4ª Vara da
Fazenda Pública do Rio, apontou ausência de provas e “atuação tímida do
Ministério Público no caso”.
André Vargas
Em outro dos revezes do ex-juiz federal Sérgio Moro e da Lava Jato, a
Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal anulou,em setembro, uma
condenação imposta ao ex-deputado federal André Vargas, um dos primeiros
sentenciados no bojo da Operação.
O colegiado, com a relatoria do ministro Cristiano Zanin, estendeu os
efeitos de um decisão anterior da Corte máxima e reconheceu a
incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para atuar no caso em que
Vargas foi acusado de corrupção e lavagem de dinheiro por usar sua
influência como deputado para atuar em contratos no âmbito da Caixa
Econômica Federal.
Vargas foi preso em abril de 2015, condenado a penas que somadas
chegam a 15 anos pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de
dinheiro.
Eduardo Cunha
Em maio, a Segunda Turma do STF decidiu, por três votos a dois,
anular uma das condenações do ex-presidente da Câmara dos Deputados
Eduardo Cunha na Operação Lava Jato, após ver incompetência da Justiça
Federal para julgar o processo. A sentença derrubada pela Corte máxima
havia imposto 15 anos e onze meses de prisão de prisão a Cunha, por
corrupção e lavagem de dinheiro.
A ação que agora foi enviada para a Justiça Eleitoral era a última
que tramitava na Justiça Federal, no bojo da Lava Jato, contra Cunha.
Agora cabe aos juízes eleitorais analisarem as acusações que pesam
contra o ex-presidente da Câmara por delitos conexos à esfera eleitoral.
É uma grande parte da política “nós” contra “eles” e um pouco de avanço tecnológico.
A indústria de PCs mudou em primeiro lugar, com o DVI (Digital Visual Interface),
o primeiro substituto convencional para o VGA na indústria e uma forma
de transição. Os cabos DVI podem transportar o sinal analógico, com um
sinal mais limpo que o VGA, e eles podem transportar o sinal digital. O
DVI foi introduzido em 1999. O link único DVI suporta taxas de dados de
vídeo de 3,96 Gb/s, enquanto o link duplo pode suportar até 7,92 Gb/s.
A HDMI (interface multimídia de alta definição) foi
estabelecida a partir de 2002 como um formato da indústria de
eletrônicos de consumo projetado intencionalmente para ser compatível
com o DVI. Não se limitava à compatibilidade com DVI desde o início,
suportando formatos de cores padrão de vídeo além de RGB. Durante anos, a
indústria de computadores não mostrou interesse na interface HDMI. No
entanto, ao longo desses anos, a interface HDMI foi aprimorada para 1,3
(8,16 Gb/s de link único), 2,0 (14,4 Gb/s) e 2,1 (42,6 Gb/s), com cores
profundas, suporte a 4K e 8K, etc.
Em 2010, pouco depois da introdução do HDMI 1.4, vários fabricantes
líderes, incluindo Intel e AMD, anunciaram que não estavam planejando
oferecer suporte ao DVI no ano de 2013, mas se concentraram no HDMI
(para conectividade de TV) e no DisplayPort (para suporte do monitor
principal).
Em 2006, o grupo VESA divulgou as especificações iniciais do
DisplayPort, suportando taxas de dados de 8,64 Gb/s. Embora inicialmente
fosse um pouco mais rápido que o DVI e correspondesse ao HDMI, a
principal vantagem do DisplayPort é que, em vez de ser um fluxo de vídeo
digital, é uma tecnologia baseada em pacotes. A tecnologia de pacotes
torna o DisplayPort extensível, usado no DisplayPort 1.2 para oferecer
suporte a vários monitores em um único DisplayPort. O DisplayPort 1.3 /
1.4 oferece uma taxa de dados de 25,92 Gb/s, além de incluir várias
melhorias no HDMI, como Rec. Suporte ao espaço de cores 2020.
Basicamente, o DisplayPort suporta as necessidades da indústria de
computadores. Também é suportado com um modo alternativo de
especificação completa no Thunderbolt 2.0 e no conector Tipo-C (USB,
Thunderbolt 3.0), enquanto o HDMI no Tipo-C é suportado apenas no HDMI
1.4. Essa é novamente a realidade de que o DisplayPort é uma
especificação nativa da indústria de computadores, enquanto o HDMI é
gerenciado com base nas prioridades da CE.
O ponto principal do HDMI continua sendo a compatibilidade do
computador com as televisões. Mas é bastante simples – e barato –
conduzir uma entrada HDMI de um dispositivo de ponte DisplayPort para
HDMI.
E, finalmente, existem royalties a serem pagos pelas portas HDMI, o
logotipo HDMI etc. O DisplayPort é isento de royalties. Isso pode não
parecer grande coisa, mas o pessoal da indústria de PCs, talvez
estragado por anos de desenvolvimento da Intel e depois de apenas
distribuí-las, realmente não gosta muito de pagar royalties. A Apple
conseguiu praticamente matar o IEEE1394 (também conhecido como Firewire –
embora “Firewire” seja uma marca comercial da Apple, que também não
ajudou em nada), pedindo US $1,00 por porta quando foi lançado.
Existem várias empresas especializadas no mercado para desenvolver,
gerenciar e impulsionar o seu e-commerce. A Startup Valeon é uma
consultoria que conta com a expertise dos melhores profissionais do
mercado para auxiliar a sua empresa na geração de resultados
satisfatórios para o seu negócio.
Porém, antes de pensar em contratar uma empresa para cuidar da loja online é necessário fazer algumas considerações.
Por que você deve contratar uma empresa para cuidar da sua Publicidade?
Existem diversos benefícios em se contratar uma empresa especializada
para cuidar dos seus negócios como a Startup Valeon que possui
profissionais capacitados e com experiência de mercado que podem
potencializar consideravelmente os resultados do seu e-commerce e isto
resulta em mais vendas.
Quando você deve contratar a Startup Valeon para cuidar da sua Publicidade online?
A decisão de nos contratar pode ser tomada em qualquer estágio do seu
projeto de vendas, mas, aproveitamos para tecermos algumas
considerações importantes:
Vantagens da Propaganda Online
Em pleno século XXI, em que a maioria dos usuários tem perfis nas mídias sociais e
a maior parte das pessoas está conectada 24 horas por dia pelos
smartphones, ainda existem empresários que não investem em mídia
digital.
Quando comparada às mídias tradicionais, a propaganda online é
claramente mais em conta. Na internet, é possível anunciar com pouco
dinheiro. Além disso, com a segmentação mais eficaz, o seu retorno é
mais alto, o que faz com que o investimento por conversão saia ainda
mais barato.
Diferentemente da mídia tradicional, no online, é possível modificar
uma campanha a qualquer momento. Se você quiser trocar seu anúncio em
uma data festiva, basta entrar na plataforma e realizar a mudança,
voltando para o original quando for conveniente.
Outra vantagem da propaganda online é poder acompanhar em tempo real tudo
o que acontece com o seu anúncio. Desde o momento em que a campanha é
colocada no ar, já é possível ver o número de cliques, de visualizações e
de comentários que a ela recebeu.
A mídia online possibilita que o seu consumidor se engaje com o
material postado. Diferentemente da mídia tradicional, em que não é
possível acompanhar as reações do público, com a internet, você pode ver
se a sua mensagem está agradando ou não a sua audiência.
Outra possibilidade é a comunicação de via dupla. Um anúncio
publicado em um jornal, por exemplo, apenas envia a mensagem, não
permitindo uma maior interação entre cliente e marca. Já no meio
digital, você consegue conversar com o consumidor, saber os rastros que
ele deixa e responder em tempo real, criando uma proximidade com a
empresa.
Com as vantagens da propaganda online, você pode expandir ainda mais o
seu negócio. É possível anunciar para qualquer pessoa onde quer que ela
esteja, não precisando se ater apenas à sua cidade.
Uma das principais vantagens da publicidade online, é que a mesma
permite-lhe mostrar os seus anúncios às pessoas que provavelmente estão
interessadas nos seus produtos ou serviços, e excluir aquelas que não
estão.
Além de tudo, é possível monitorizar se essas pessoas clicaram ou não nos seus anúncios, e quais as respostas aos mesmos.
A publicidade online oferece-lhe também a oportunidade de alcançar
potenciais clientes à medida que estes utilizam vários dispositivos:
computadores, portáteis, tablets e smartphones.
Vantagens do Marketplace Valeon
Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos.
Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso
proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores
que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por
meio dessa vitrine virtual.
Tem grande variedade de ofertas também e faz com que os clientes
queiram passar mais tempo no site e, inclusive, voltem com frequência
pela grande diversidade de produtos e pela familiaridade com o ambiente.
Afinal de contas, é muito mais prático e cômodo centralizar suas
compras em uma só plataforma, do que efetuar diversos pedidos
diferentes.
Inserir seus anúncios em um marketplace como o da Valeon significa
abrir um novo “ponto de vendas”, além do e-commerce, que a maioria das
pessoas frequenta com a intenção de comprar. Assim, angariar sua
presença no principal marketplace Valeon do Vale do Aço amplia as
chances de atrair um público interessado nos seus produtos. Em suma,
proporciona ao lojista o crescimento do negócio como um todo.
Quando o assunto é e-commerce,
os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles
funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os
consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo
ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas
encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus
produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa
que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em
2020.
Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas
vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver
seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do
nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a
visibilidade da sua marca.
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A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode
moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é
colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn
possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o
seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.