História por VICTORIA AZEVEDO, CÉZAR FEITOZA, JOÃO GABRIEL, THIAGO RESENDE E THAÍSA OLIVEIRA – Folha de S. Paulo
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo Lula (PT) aceitou a derrubada
de um veto do presidente a um trecho do arcabouço fiscal após acordo com
lideranças do Congresso nesta quinta (14). Com isso, fica barrada a
tentativa do Executivo de abrir caminho para uma flexibilização da meta
fiscal.
A flexibilização da meta fiscal foi buscada pelo governo em duas
frentes, no arcabouço fiscal e no PLDO (Projeto de Lei de Diretrizes
Orçamentárias) que vem avançando no Congresso com a previsão de excluir
R$ 5 bilhões do cálculo para o ano.
De acordo com o texto restabelecido pelos parlamentares, no entanto, a
LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) “não poderá dispor sobre a
exclusão de quaisquer despesas primárias” da apuração da meta traçada
para o ano.
A flexibilização da meta já foi usada em governos petistas no
passado, para dizer que a meta fiscal foi cumprida mesmo com ampliação
de gastos com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Em compensação, foi preservado o veto que blinda investimentos
públicos de contingenciamentos a serem feitos durante o ano para cumprir
o objetivo traçado para as contas públicas
Nesse caso, o governo conseguiu apoio dos parlamentares. A
justificativa oficial do governo é que a proposição legislativa
contraria o interesse público porque “amplia a rigidez dos processos de
gestão orçamentária, com impacto potencial sobre despesas essenciais da
União.”
Nos bastidores, membros do Legislativo ligavam a decisão à garantia
de execução de emendas no ano que vem só as definidas por comissões
devem chegar a R$ 11 bilhões em 2024.
O plano da cúpula do Congresso, segundo líderes partidários, prevê
que as emendas de comissão funcionem como se fossem as antigas emendas
de relator que eram a principal verba de negociações políticas no
governo Jair Bolsonaro (PL) e foram extintas pelo STF (Supremo Tribunal
Federal) no fim do ano passado.
O objetivo do governo com o acerto também foi destravar o restante da
agenda econômica. Segundo líderes da base, ficou negociado que
deputados e senadores vão aprovar outros dois projetos econômicos da
gestão petista: o das apostas esportivas e a reforma tributária que
estão na Câmara dos Deputados.
Mas a principal medida de arrecadação defendida pelo governo na reta
final do ano é a votação da MP (medida provisória) das subvenções do
ICMS. A proposta poderia garantir R$ 35 bilhões para os cofres públicos
em 2024, segundo estimativa do governo feita antes das modificações no
texto feitas pelos parlamentares.
O relatório da MP do ICMS foi aprovado na comissão mista (formada por
deputados e senadores) na tarde desta quinta. Ele ainda terá que ser
aprovado nos plenários da Câmara e do Senado.
A costura em torno da pauta econômica foi feita nesta quarta à noite
(13) pelos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Alexandre Padilha
(Secretaria de Relações Institucionais) e levada ao presidente da Câmara
dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para que fosse chancelado.
O governo corre para que as medidas sejam aprovadas até o fim da
próxima semana, quando acaba o ano legislativo. Na sessão desta quinta, o
Congresso também derrubou os vetos de Lula ao marco temporal das terras
indígenas e à desoneração da folha de pagamentos.
Deputados e senadores derrubaram ainda vetos à lei que muda as regras
de funcionamento do Carf (Conselho Administrativo de Recursos
Fazendários). O trecho já havia sido apontado como jabuti por técnicos e
foi vetado pelo Planalto.
Com a decisão do Congresso, é retomado o dispositivo que veda a
cobrança de multas superiores a 100% do débito em caso de sonegação,
fraude ou conluio (hoje, a aplicação é de 150%).
O Congresso também derrubou o veto de Lula em relação à execução
antecipada de garantias pelo Fisco. A medida, na avaliação dos
parlamentares, vai garantir que a execução de supostos débitos
tributários em discussão na Justiça espere o trânsito em julgado, se
estiver lastreada por seguro garantia ou fiança bancária.
Livros com histórias de sucesso funcionam como um farol, principalmente, para aqueles que buscam um rumo profissional.
Estadão Blue Studio Express
Paulo Araújo/Divulgação Editora Global
Muito mais do que autoajuda, as histórias de sucesso servem como uma
poderosa alavanca para atrair jovens para a importância do
desenvolvimento pessoal para alcançar voos maiores no mercado de
trabalho. Por conta disso, livros que tratam dessa temática conquistam
cada vez mais espaço entre aqueles que buscam conhecimento e inspiração
para trilhar um caminho mais próspero.
Em um país como o Brasil, onde a geração conhecida como “nem-nem”
apresenta números alarmantes, buscar caminhos para reverter esse quadro
se torna, até mesmo, um dever de todos.
Para aqueles que ainda não sabem, os “nem-nem” formam o grupo de
jovens que não estudam e também não trabalham, causando um impacto
negativo tanto no desenvolvimento pessoal quanto na economia nacional.
Só para ter uma ideia do tamanho do problema, dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico demonstram
que a quantidade de jovens de 15 a 19 anos que não trabalham, não
estudam e nem seguem qualquer formação é de 12,6% no Brasil. Entre os
homens, essa porcentagem é de 10,5%. O problema é mais representativo
entre as mulheres, com 14,8%.
Se levarmos em consideração o grupo formado por pessoas de 20 a 24
anos, os “nem-nem” brasileiros correspondem a 24,3%, com 18,3% entre os
homens e 30,5% com relação às mulheres.
Relevância das histórias de sucesso
Mas qual o papel das histórias de sucesso nesse contexto. Claro que
solucionar o problema dos “nem-nem” é complexo, envolvendo uma
combinação de fatores.
Principalmente em países como o Brasil, que possuem nessa “fórmula”
elementos como desigualdade social, falta de oportunidades, ensino
deficitário e muito mais.
Entretanto, conhecer histórias de sucesso demonstra que é possível
chegar lá, assim como comprova a importância da educação e da formação
profissional para a conquista dos objetivos, seja para quem sonha em ser
um grande executivo até mesmo para aqueles que desejam se tornar
famosos como influenciadores.
E como realizar o sonho, qualquer que seja? Tudo começa primeiro com o
próprio sonho. Muitos da geração “nem-nem” não visualizam um futuro com
oportunidades. Dessa forma, deixam a “vida levar”, atribuindo para o
“tempo” a responsabilidade de ditar o que fazer no futuro.
Sem planejamento ou propósito, acabam sem trabalhar ou estudar em uma fase tão importante da vida.
Dessa forma, as histórias de sucessos servem como um rumo,
demonstrando que é possível conquistar um “espaço ao sol”. Afinal, se
deu certo para um, pode dar certo para muitos outros.
Coleção reúne histórias de sucesso
A relevância de conhecer e se identificar com as histórias de sucesso
reflete no crescimento do interesse por livros que trabalham essa
temática.
Atualmente, é possível encontrar nas livrarias reais e virtuais uma
grande variedade de publicações com importantes ensinamentos absorvidos
da trajetória de diferentes profissionais, que atuam em área das mais
diversas
Prova disso é a série “História de Sucesso”, idealizada por Fabiana
Monteiro e que conta com a colaboração de diversos profissionais.
Recentemente, o projeto lançou a 10ª edição pela Editora Global Partners, em um evento na Livraria da Vila, no JK Iguatemi, em São Paulo.
A série é uma coletânea de histórias de sucesso do mundo corporativo.
Com isso, os leitores encontram valiosos exemplos que servem como
inspiração, com ensinamentos importantes.
“Desde o início, abordamos temas capitais, como o poder exercido
pelas técnicas de mentoria, a relevância do aprendizado contínuo, as
mudanças inadiáveis para se acelerar os processos inclusivos dentro das
corporações. Assim como as instituições têm buscado com afinco
adaptações a este período de enorme volatilidade do mercado, apostando
em práticas inovadoras de sustentabilidade, como o ESG. A governança,
inclusive, é mote de suma importância e tem sido debatida com vieses
distintos, algo essencial na promoção do discurso pautado no
contraponto, resultando em soluções para o business”, destaca Fabiana
Monteiro no prefácio da 10ª edição do livro.
Entre os ensinamentos, a coletânea de histórias de sucesso demonstra a
importância do aprendizado, em um processo constante de desenvolvimento
pessoal e profissional. Nesse contexto, encaixa-se também o
aprimoramento das habilidades comportamentais.
Além disso, a série demonstra o papel das novas tecnologias, assim
como a necessidade de conhecer e aprimorar as práticas relacionadas com
ESG.
“Há de se ressaltar um tópico essencial dissertado desde o nascimento
do projeto: os cases de sucesso dos profissionais que, ao longo desses
anos, contribuíram com suas narrativas cativantes, provando como
estratégias bem estabelecidas, aplicação no academicismo, vivências
marcantes, valores robustos e dedicação convergem na conquista do
sucesso tanto na vida pessoal quanto na profissional, com o devido
equilíbrio”, explica ainda a autora do prefácio.
Certamente, esses são ensinamentos valiosos para todos os
profissionais e, também para quem ´faz parte da geração “nem-nem”, que
encontra nos exemplos um rumo para seguir.
Para aqueles que desejam conhecer mais sobre a série “Histórias de Sucesso”, é só acessar a página da Editora Global Partners.
Suposto ataque hacker contra a primeira-dama não é caso para a Polícia Federal nem para o Supremo
Por Notas & Informações – Jornal Estadão
A conta da primeira-dama Janja Lula da Silva na plataforma X, outrora
conhecida como Twitter, foi invadida por um suposto hacker no dia 11
passado. Uma vez no controle do perfil da mulher do presidente Lula da
Silva naquela rede social, seguido por 1,2 milhão de pessoas, o invasor
publicou ofensas contra ela e algumas autoridades, entre as quais o seu
marido e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal
(STF).
Caso fossem respeitadas a lei processual penal e a Constituição, o
crime do qual Janja da Silva foi vítima deveria ser investigado pela
Polícia Civil. Concluído o inquérito, apresentados os indícios de
autoria e materialidade do crime e oferecida uma eventual denúncia à
Justiça contra o autor pelo Ministério Público, a possível ação penal
teria de tramitar na primeira instância do Poder Judiciário.
Primeira-dama, convém ressaltar, não detém foro especial por
prerrogativa de função. Ainda que detivesse, o chamado “foro
privilegiado” é aplicável somente nos casos em que algumas autoridades,
descritas nas leis e na Constituição, são acusadas de cometer crimes,
não nos casos em que figuram como vítimas.
Mas o Brasil vive tempos estranhos. O caso envolvendo a primeira-dama
foi tratado de outra forma, como se Janja da Silva tivesse privilégios
assegurados por ser casada com quem é. Pouco após a invasão, a Polícia
Federal (PF) foi acionada e cumpriu mandados de busca e apreensão, em
Minas Gerais e no Distrito Federal, nas residências dos suspeitos,
incluindo um adolescente de 17 anos. A operação policial, a cargo da
Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos da PF, foi autorizada pelo
ministro Alexandre de Moraes.
À luz da lei, é incompreensível que a invasão da conta da sra. Janja
da Silva numa rede social tenha se tornado objeto de investigação da PF,
e não da Polícia Civil. Ainda mais surreal é o envolvimento de um
ministro do STF no caso.
Em abril de 2016, vale recordar, um hacker invadiu o celular de
Marcela Temer, à época mulher do então vice-presidente Michel Temer, e
exigiu dinheiro para não revelar o conteúdo do aparelho. A investigação
do crime foi conduzida pela Polícia Civil de São Paulo, e o achacador
acabou condenado a 5 anos e 10 meses de prisão em regime fechado após
processo que correu na Justiça paulista.
O que mudou nesses sete anos? Do ponto de vista legal, essencialmente
nada. Mas, sabe-se lá por quais razões, mudou a compreensão, bem mais
dilatada, do modo de se combater ofensas, mormente no ambiente digital, a
partir do perfil das vítimas, sobretudo quando são autoridades ou
pessoas a elas relacionadas.
A materialização dessa distorção é o notório inquérito das chamadas
milícias digitais, que foi instaurado com um propósito legítimo, mas
logo se converteu numa barafunda interminável que tem permitido ao STF
se imiscuir em investigações que nem remotamente tinham de estar a cargo
da mais alta instância do Poder Judiciário no País. O caso Janja é só
mais um a apequenar a Corte, desprestigiando o sistema de Justiça como
um todo.
Saiba quais são as principais alterações observadas no comportamento dos clientes
O comportamento do consumidor está sempre em mudança. Com jornadas de
compra cada vez mais flexíveis, alternando entre os canais físicos e
digitais, as empresas precisam se adaptar às novas demandas de seus
clientes e apostar em uma presença omnichannel no setor varejista por
meio dos meios digitais. Estar disponível para os consumidores é o
diferencial para as empresas. De acordo com pesquisa realizada pelo CX
Accelerator, da Zendesk, 64% das empresas afirmam que o atendimento ao
cliente tem impacto direto no desempenho dos negócios.
Os consumidores estão cada vez mais ligados, mais conectados, mais
interligados, do que nunca. Isso quer dizer que o mercado de varejo
precisa ser ainda mais consciente das necessidades de seus clientes. Em
outras palavras, é preciso “aprender” como anunciar e comercializar os
seus produtos de maneira a chamar a atenção, prender o interesse e
satisfazer as necessidades desse público-alvo. “Nessa linha de
pensamento, a tecnologia teve uma evolução significativa e trouxe
consigo um leque maior de possibilidades e oportunidades, tanto para as
empresas como para os próprios consumidores. Cabe a você identificar e
aproveitar essas novas oportunidades como uma parceira confiável e
valiosa para o crescimento e a consolidação da sua marca”, destaca
Valéria Bax, conselheira do Decisão Atacarejo.
Segundo estudo feito pela Adyen em 2021, 90% dos consumidores não vão
comprar de marcas que tenham uma experiência de compra ruim, seja
online ou offline. Ou seja, vão perder venda. Atualmente, os
consumidores estão buscando meios cada vez mais rápidos para tentar
resolver os problemas. “Para poder atender todos de maneira ágil, é
preciso oferecer um serviço personalizado. Por exemplo, as redes
sociais, o SAC, o e-mail, entre tantos outros, são as formas que o
cliente tem de falar com sua equipe”, completa Valéria.
Importância dos canais de atendimento na fidelização do consumidor
Além de fornecer suporte, os canais auxiliam no relacionamento e
fidelização de clientes. “Quanto melhor o atendimento, melhor será a
satisfação e retenção deste usuário ao serviço. Os meios de comunicação
com os clientes servem para tirar dúvidas, fazer reclamações, receber
suporte técnico, entender mais do produto antes da compra, entre
outros”, reitera a conselheira do Decisão Atacarejo.
Essa relação direta com os consumidores é o diferencial das empresas,
é um dos maiores fatores de fidelização. Um dos jeitos mais eficazes
de estabelecer o engajamento com os compradores e melhorar o
relacionamento com o cliente é acertar no meio de comunicação que vai
ser usado.
Sabe o que eu mais vejo no mercado?
Junior Borneli — StartSe
Testemunho:
Que empresários existem aos montes, mas poucos são empreendedores.
Simplesmente porque um empreendedor se forja em meio a desafios.
E eu tiro isso pela minha própria história.
Eu nasci no interior de Minas Gerais. Numa cidade de apenas 13 mil habitantes.
E como toda cidade do interior, as opções de lá eram bem limitadas
Eu sempre senti que poderia ir além, nunca consegui saber como.
Então trabalhei numa universidade por 10 anos.
Sem propósito, sem objetivo, apenas fornecendo o necessário pra minha esposa e filho.
Até que um eu cheguei em casa e vi que a minha energia elétrica havia sido cortada.
E eu digo que esse foi o pior e o melhor dia da minha vida.
Porque foi aí que a ficha caiu.
Que eu entendi que precisava fazer algo e que só o empreendedorismo poderia me tirar daquele lugar.
Que custe o que custasse, eu NUNCA MAIS me encontraria naquela situação novamente
Esse foi o gatilho que despertou o que eu chamo de atitude empreendedora.
A voz que diz lá dentro que “você pode mais”.
Como despertar sua atitude empreendedora e impactar positivamente seus projetos com isso.
Espírito empreendedor: 8 dicas matadoras para despertar o seu
Janu França
Um empreendedor de sucesso não nasce pronto, ele se molda.
Compartilhamos neste artigo 8 habilidades fundamentais para você atingir
seus objetivos.
Qualquer realização começa na mente. E empreendedores são,
normalmente, aqueles que têm a capacidade de colocar suas ideias em
prática e fazer acontecer. Algumas pessoas já nascem com esse espírito,
né? Outras nem tanto. Mas não se engane, isso pode ser trabalhado e
desenvolvido.
É fundamental desenvolver – ou aprimorar – esse perfil realizador
para quem quer abrir uma empresa e fazer ela crescer. O sucesso
empresarial está diretamente ligado à reunião de um grupo de
características e habilidades que tornam uma mente mais atenta para
aspectos essenciais de um negócio.
Confira nossas dicas de como despertar este espírito em você!
1 Tenha autoconfiança
“Autoconfiança é muito importante para alcançar o sucesso. E para se tornar confiante, é importante estar preparado.”
Arthur Ashe, tenista
Todo bom empreendedor confia em si mesmo. É preciso acreditar em suas
ideias e visão de negócio para colocá-las em prática e fazer com que
elas prosperem. Por isso, não se limite a pensar no que pode ou não
fazer, acredite em você e no seu sucesso. Isso irá te impulsionar.
2 Trabalhe sua mente
“Persiga um ideal, não o dinheiro. O dinheiro vai acabar indo atrás de você.”
Tony Hsieh, empreendedor
Quem tem um espírito empreendedor persegue as oportunidades quando as
encontra. E para reconhecer essas oportunidades é preciso que você
possua a mentalidade certa, quando você tem uma percepção incorreta, seu
espírito empreendedor não se desenvolve.
Alimente uma atitude positiva e encare as barreiras e os pequenos
fracassos como aprendizado, que preparam você para tentar novamente.
3 Desenvolva senso crítico
“Você deve lutar mais de uma batalha para se tornar um vencedor.”
Margaret Thatcher, política
Trabalhe seu senso crítico diariamente, ele será extremamente
necessário para que você desenvolva seus projetos da melhor maneira
possível. Sempre analise e reflita sobre todos os aspectos do projeto,
se não ficar satisfeito com algo, repense e refaça.
Crie a capacidade de você mesmo avaliar suas ideias e a forma como realiza cada etapa.
4 Planeje suas metas e as cumpra
“Todas as diretrizes são resultado de um planejamento e todo planejamento é resultado de sonhos.”
Flávio Augusto, empreendedor
Para alcançar seus objetivos você precisa saber exatamente onde
deseja chegar. Por isso trace suas metas e planeje bem suas estratégias,
ter um espírito empreendedor tem a ver com a capacidade de planejar e
ter disciplina, por isso trabalhe essas habilidades.
Estabelecer metas ajuda a alimentar seu espírito empreendedor, mas
elas precisam ser realistas, palpáveis e mensuráveis. Obedecendo a esses
pontos você poderá traçar objetivos de curto e longo prazo.
#DicaConsolide: não deixe de conhecer a história do grande erro do super empresário Flávio Augusto.
5 Tenha atitude
“Suba o primeiro degrau com fé. Não é necessário que você veja toda a escada. Apenas dê o primeiro passo.”
Martin Luther King, pastor e ativista político
Não adianta ter boas ideias, planejar estratégias, traçar metas e não
ter atitude para executá-las. Para realizar seus sonhos e alcançar o
sucesso desejado, é necessário agir. Ter um espírito empreendedor não
tem a ver com ideias e planejamento, e sim em possuir a capacidade e a
motivação para executar.
A melhor maneira de despertar e alimentar seu espírito empreendedor é
colocar algo em prática. Os desafios de um negócio e seus processos vão
fazer com que esse espírito se manifeste. Por isso, ao identificar sua
ambição no mundo empresarial e o mercado onde deseja atuar, não perca
tempo e parta para a ação.
6 Tenha ambições realistas
“Faça o que você puder, onde você está e com o que você tem.”
Theodore Roosevelt, ex-presidente EUA
Tenha ambições que estejam ao seu alcance, não adianta tentar
resolver problemas que estão fora do seu controle ou tentar atingir
alguns objetivos cedo demais. Faça planos e trace metas que façam
sentido para o seu projeto, utilizando seu senso crítico para definir se
são plausíveis e alcançáveis naquele momento.
7 Seja criativo
“Criatividade é inteligência, divertindo-se.”
Albert Einstein, físico
A criatividade é essencial para qualquer empreendedor, desde a
concepção de um novo negócio até a hora de desenvolver soluções e
estratégias dentro da empresa. Todo mundo tem certo nível de
criatividade, por isso se você deseja ser um empreendedor trabalhe
sempre sua criatividade para mantê-la ativa.
8 Desenvolva habilidades de liderança
“O melhor líder não é necessariamente aquele que faz as melhores
coisas. Ele é aquele que faz com que pessoas realizem as melhores
coisas.”
Ronald Reagan, ex-presidente EUA
É muito importante que um empreendedor tenha habilidades de
liderança, para conduzir seu projeto e delegar quando necessário. Além
disso, é preciso saber tomar as próprias decisões e fazer com que outros
acreditem em seu projeto.
Também é essencial que você saiba conduzir as pessoas pelo caminho que você deseja trilhar.
Pronto para despertar seu espírito empreendedor? Então comece logo a colocar essas dicas em prática.
NOSSA MARCA. NOSSO ESTILO!
COMPARTILHAMOS CONHECIMENTO PARA EXECUTARMOS COM SUCESSO
NOSSA ESTRATÉGIA PARA REVOLUCIONAR O MODO DE FAZER PROPAGANDA DAS
EMPRESAS DO VALE DO AÇO.
O desejo de mudar, de transformar, de acreditar, são
fundamentais para irmos além. São agentes propulsores da realização de
sonhos. Já o empreendedorismo está presente no DNA dos brasileiros e
nossa história trouxa essa capacidade que temos de nos reinventar e de
nos conectarmos com você internauta e empresários que são a nossa razão
de existir.
E todos esses elementos combinados e levados ao território da internet, torna o que era bom ainda melhor. Na internet e através
do Site da Valeon, podemos proporcionar o início do “virar de chaves”
das empresas da região para incrementar as suas vendas.
Assim, com inovação e resiliência, fomos em busca das
mudanças necessárias, testamos, erramos, adquirimos conhecimento,
desenhamos estratégias que deram certo para atingirmos o sucesso, mas
nada disso valeria se não pudéssemos compartilhar com vocês essa
fórmula.
Portanto, cá estamos! Na Plataforma Comercial Marketplace da
VALEON para suprir as demandas da região no que tange à divulgação dos
produtos e serviços de suas empresas com uma proposta diferenciada dos
nossos serviços para a conquista cada vez maior de mais clientes e
público.
Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos compublicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para asmarcas
exporem seus produtos e receberem acessos. Justamente por reunir uma
vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon
atrai uma grande diversidade evolume de público. Isso
proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores
que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por
meio dessa vitrine virtual.
O Site desenvolvido pela Startup Valeon,
focou nas necessidades do mercado e na falta de um Marketplace para
resolver alguns problemas desse mercado e em especial viemos para ser
mais um complemento na divulgação de suas Empresas e durante esses três
anos de nosso funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado
com tecnologia, inovação com soluções tecnológicas que facilitam a
rotina das empresas. Temos a missão de surpreender constantemente,
antecipar tendências, inovar. Precisamos estar em constante evolução
para nos manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso,
pensamos em como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à
frente.
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar
ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o
consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita
que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu
consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.
Senadores confirmam indicações de Lula para o Supremo
Tribunal Federal e Procuradoria-Geral da República (PGR) em votações na
Comissão de Constituição de Justiça e no plenário.
O Senado confirmou nesta quarta-feira (13/12), após uma inédita
sessão de sabatinas conjuntas, a indicação do ministro da Justiça do
governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Dino, para assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) e do vice-procurador-geral eleitoral Paulo Gonet para a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Após dez horas de sabatina na Comissão de Constituição e Justiça
(CCJ) do Senado, os dois nomes foram submetidos à votação. Dino recebeu
17 votos a favor e 10 contra. Gonet, por sua vez, foi aprovado por 23
votos contra 4.
Mais tarde, na votação em plenário, Dino recebeu 47 votos a favor e 31 contra, e Gonet, 65 votos favoráveis e 11 contrários.
Sabatina dupla
Parlamentares de oposição se queixaram do formato inédito e tentaram
dividir o processo em duas sessões distintas, o que foi negado pelo
presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP).
Dino afirmou aos parlamentares que não compareceu ao Senado para
“fazer debate político”. “Vim aqui apenas responder ao atendimento dos
dois requisitos constitucionais: notório saber jurídico e reputação
ilibada.” Ele assegurou que sabe distinguir o papel de juiz do de
político, já tendo exercido a magistratura por 12 anos.
O aliado de Lula tem a resistência de parlamentares de oposição em
razão de sua atuação na investigação dos atos golpistas de 8 de janeiro
em Brasília e de sua atitude de enfrentamento durante audiências na
Câmara dos Deputados. Ele também foi criticado por não ter atendido a
todas as convocações dos parlamentares para essas audiências.
Gonet fez um resumo de sua atuação em diferentes funções no
Ministério Público Federal (MFP) e lembrou aos parlamentares que
trabalhou no gabinete do ex-ministro do STF Francisco Rezek.
Ao ser questionado sobre os limites da liberdade de expressão, ele
disse que esse direito não é pleno, e pode ser modelado “de acordo com
as circunstâncias”. “O Ministério Público sempre vai procurar preservar
todos os direitos fundamentais”, afirmou. “Quando algum deles entra em
atrito com outros valores constitucionais, merecem ser ponderados, e
saber qual vai ser o predominante em uma determinada situação.”
Gonet afirmou que a atuação do procurador-geral da República deve ser
institucional e que o titular do cargo deve ter a coragem de “resistir
ao encanto e à sedução de brilhar em determinado instante, de obter
adesão efervescente do público num determinado momento”.
Um aliado de Lula no STF
Dino ocupará a vaga no STF deixada pela ministra Rosa Weber, que se
aposentou em setembro. Com a aprovação de Dino no Senado, Lula terá na
Corte um aliado de primeira mão, notabilizado pelo enfrentamento ao
extremismo bolsonarista de 8 de Janeiro, mas também com ampla
experiência nos Três Poderes, já que tem no currículo atuações como
juiz, parlamentar e governador.
Por outro lado, a indicação do político filiado ao PSB tirou do
primeiro escalão um dos rostos mais conhecidos do governo depois do
próprio Lula, além de frustrar demandas da sociedade civil que
clamam por uma mulher negra no STF. Na primeira indicação para o
Supremo durante seu terceiro mandato com presidente, o petista acabou
escolhendo seu ex-advogado Cristiano Zanin para a vaga de Ricardo
Lewandowski.
Nascido em 1968, em São Luís (MA), Flávio Dino é filho de um casal de
advogados. O pai dele, Sálvio Dino, foi vereador na capital maranhense,
deputado estadual e prefeito da cidade de João Lisboa (MA). O atual
ministro da Justiça e Segurança Pública foi aprovado no concurso para
juiz federal em 1994, cargo que ocupou por 12 anos, até se eleger
deputado federal pelo PCdoB.
Dino também foi presidente da Embratur durante o governo Dilma
Rousseff, governador do Maranhão por dois mandatos e, em 2022, já pelo
PSB, se elegeu senador pelo estado onde nasceu – antes de ser indicado
por Lula ao Ministério de Justiça e Segurança Pública.
Esta não será a primeira vez que um Ministro da Justiça é levado ao
STF pelo chefe do Executivo. O último exemplo foi de Alexandre de
Moraes, hoje no STF, que esteve à frente da pasta no governo Temer.
Paulo Brossard (Sarney), Maurício Corrêa (Itamar Franco) e Nelson Jobim
(Fernando Henrique Cardoso) tiveram trajetórias semelhantes.
Uma pesquisa do Instituto Quaest indicou que Dino tem a maior
popularidade digital entre os ministros do atual governo, alavancada
principalmente pelos vídeos de embates com bolsonaristas em sessões de
comissões do Congresso. Por outro lado, Dino tem sido alvo de críticas
recentes por causa da crise de segurança pública que tem assolado a Bahia, governada pelo petista Jerônimo Rodrigues, e vários outros estados.
Um “conservador raiz” na PGR
O fluminense de 62 anos Paulo Gustavo Gonet Branco ocupará o lugar deixado por Augusto Aras na Procuradoria-Geral da República.
Ele é doutor em direito, Estado e Constituição pela Universidade de
Brasília (UNB) e mestre em direitos humanos pela Universidade de Essex,
na Inglaterra.
Ele entrou na PGR em 1987 e ocupa atualmente o cargo de
procurador-geral eleitoral interino, já tendo atuado como
vice-procurador-geral eleitoral e subprocurador-geral da República.
Lula demorou 62 dias para fazer a indicação, período de escolha mais
longo desde a redemocratização do país. Um dos motivos seria a
resistência dentro do PT ao nome de Gonet, em razão de seu perfil
conservador.
Gonet é um católico praticante que já adotou posturas bastante conservadoras em alguns temas que são caros ao PT e à esquerda.
Em 2009, quando se discutia o uso de embriões para pesquisas
científicas, ele escreveu um artigo criticando o direito ao aborto,
afirmando que a vida humana existe desde a concepção, e chegou a pedir
que o governo agisse com rigidez contra a prática.
Nos anos 1990, Gonet representou o Ministério Público Federal (MPF)
na Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos e votou
contra o reconhecimento da responsabilidade do Estado sobre a morte de
figuras de oposição à ditadura militar, como os guerrilheiros Carlos
Lamarca e Carlos Marighella, a estilista Zuzu Angel e o estudante
secundarista Edson Luís. Gonet, porém, foi voto vencido nos julgamentos
da Comissão.
O nome dele também chegou a ser cogitado para a PGR no governo do
ex-presidente Jair Bolsonaro através do apoio da deputada federal Bia
Kicis (PL-DF), como possível sucessor da procuradora-geral Raquel Dodge.
A deputada bolsonarista, com quem ele estudou, chegou a levá-lo para
uma reunião com Bolsonaro, na qual Gonet teria se manifestado contra a
criminalização da homofobia. À época, Kicis classificou Gonet de
“conservador raiz”.
As alas mais conservadores no Congresso acreditam que Gonet poderá ter um papel relevante ao bloquear pautas progressistas.
A indicação de Gonet teve o apoio de dois de seus futuros colegas na
Suprema Corte, o decano Gilmar Mendes – que no passado foi seu sócio no
Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), e
Alexandre de Moraes, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral
(TSE).
Moraes acompanhou a atuação de Gonet como vice-procurador-geral
eleitoral, quando ele teve papel relevante no processo que resultou na
inelegibilidade de Bolsonaro, sendo responsável pelo relatório do MPF
que defendia a condenação.
História por Juliana Garçon e Gabriel Vasconcelos • Jornal Estadão
RIO – Um personagem inesperado chamou a atenção no leilão de concessão de blocos exploratórios da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizado nesta quarta-feira, 13. A Elysian Brasil
Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural, do empresário mineiro
Ernani Jardim de Miranda Machado, arrematou 122 blocos, quase todos com
ofertas de R$ 51 mil, somando cerca de R$ 12 milhões em bônus.
“Eu poderia dizer para vocês que fiz um super cálculo, mas a verdade é
que eu vi que o mínimo para se fazer ofertas era R$ 50 mil e coloquei
mais R$ 1 mil por lance”, explicou Machado a jornalistas na saída da
licitação.
Fundada em agosto, a poucos dias do prazo máximo para a inscrição no
leilão, e com capital social de R$ 50 mil, a Elysian agora vai ter de
investir R$ 400 milhões em sua centena de concessões nos próximos anos,
sendo R$ 80 milhões no curto prazo, prevê o empresário. Ele disse que o
valor baixo do capital social é natural e, uma vez que a empresa começar
a operar com os blocos arrematados, espera internalizar os valores.
Ernani Machado afirma que não buscará financiamento e fará os
pagamentos e aportes futuros com recursos próprios e de seus sócios na
empresa de tecnologia JMM Tech. “Já temos capital suficiente. Já
separamos (o recurso) para fazer o investimento, que iniciaremos em abril”, diz.
A maior parte dos blocos arrematados por Machado (99) está localizada
na Bacia Potiguar, mas o empresário também levou alguns blocos nas
bacias de Sergipe-Alagoas e Espírito Santo. A preferência por Potiguar
se deu porque a bacia era a que tinha maior número de blocos à
disposição, o que se encaixaria na estratégia elaborada por Machado.
Ele buscou fazer ofertas por muitas áreas — tendo em vista que parte
delas não era viável — e oferecendo valores pouco maiores que o exigido
em edital.
O empresário não tem expectativa de conseguir condições de operação e
óleo de boa qualidade em todos os blocos. “Muitas áreas não têm
petróleo. Temos de ter um leque abrangente para fazer estudos
preliminares e saber onde é possível encontrar (óleo). Pode ser também que a gente comece a extrair e não seja de boa qualidade”, diz.
A Elysian funciona num espaço de coworking em Belo Horizonte e ainda
não tem funcionários. Mas contratou sete consultores especializados no
setor de petróleo, que se apresentarão para trabalhar em regime de
dedicação exclusiva, contou Machado. “Eu não vou falar os nomes (dos consultores) não,
senão vão roubar o consultor de mim”, afirma. A partir da conquista dos
blocos no leilão, a ideia é ampliar e melhorar a estrutura da empresa.
De terno xadrez, gravata amarela e bom humor, o empresário foi até a
sala de imprensa para se apresentar aos jornalistas que cobriam o
leilão. Na conversa, ele destacou que vai usar “tecnologias diferentes”
para fazer uma extração de óleo e gás menos agressiva ao meio ambiente.
“Não agressiva é impossível”, reconhece.
Ele contou que sua empresa de tecnologia já ganhou “centenas de
prêmios em setores que não tem relação com petróleo”. “A maioria das
tecnologias hoje usadas para extrair petróleo são as mesmas de 80, 100
anos atrás.”
A Elysian, disse ele, vai usar equipamentos para verificar o volume e
a composição dos gases emitidos na operação. A partir daí, fará o
cálculo de quantas árvores deve plantar para neutralizar as emissões de
gases de efeito estufa.
Por fim, o empresário diz que foi atento para evitar áreas com
potencial risco ambiental e social — por exemplo, com a presença de
quilombolas. “Qualquer coisa desse gênero, nós descartamos
automaticamente”, promete.
A escolha da Elysian pelo setor de petróleo se deveu à oportunidade.
“Temos essa oportunidade e temos de agarrá-la. Estamos fazendo
tecnologias para petróleo e gás, percebemos que havia o leilão e que nós
tínhamos a condição financeira de fazer isso. Por que não fazer, né?”.
O diretor geral da ANP, Rodolfo Saboia, disse que a empresa
apresentou as garantia exigidas e atendeu as exigências do edital de
licitação. De qualquer forma, disse o executivo, haverá um
acompanhamento mais próximo agora nas etapas após leilão, de
desenvolvimento do programa de exploração mínimo.
O pagamento de emendas parlamentares atingiu um novo ápice nesta
semana. De acordo com o sistema Siga Brasil, o governo federal
desembolsou nos dias 11 e 12 de dezembro R$ 9,9 bilhões em emendas parlamentares.
A cifra confirma apuração do Poder360,
que mostrava no início da semana que o governo liberaria R$ 11 bilhões
de emendas para tentar aprovar nesta semana projetos prioritários, como a
MP (medida provisória) 1.185, da subvenção do ICMS (Imposto sobre
Circulação de Mercadorias e Serviços), e o texto das apostas esportivas
on-line, que taxa empresas do setor das chamadas bets.
O 1º desses projetos pode arrecadar R$ 35 bilhões em 2024, mas deverá ser desidratado. Já o 2º deve arrecadar R$ 1,6 bilhão.
Há ainda a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária, que foi votada pelo Senado e precisa da palavra final da Câmara dos Deputados para que a proposta seja promulgada ainda em 2023.
Lula dá mais cargos e verbas e eleva taxa de governismo na Câmara
Presidente acelerou uso de ferramentas da fisiologia e partidos menos
fieis acabaram dando mais votos a favor do Planalto Os partidos aliados
votaram de forma inconstante no 1º semestre do ano. No 2º semestre,
depois de liberações de emendas e de mais espaço a grupos do Centrão em
ministérios, as siglas mantiveram patamar de governismo mais alto Tiago
Mali 14.dez.2023 (quinta-feira) – 6h00 A relação do governo com a Câmara
dos deputados melhorou depois de o governo acelerar a liberação de
emendas e de entregar ministérios a governistas.
CAIRO/GAZA/JERUSALÉM (Reuters) – Israel anunciou nesta quarta-feira
suas piores perdas em combate em mais de um mês, após uma emboscada em
Gaza, e enfrenta um crescente isolamento diplomático à medida em que as
mortes de civis aumentam e a catástrofe humanitária se agrava no
território palestino.
Combates intensos ocorriam a todo vapor no norte e no sul de Gaza, um
dia após a Organização das Nações Unidas cobrarem um cessar-fogo
humanitário imediato. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse
que o bombardeio “indiscriminado” de Israel contra civis está custando
apoio internacional.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que os
militares continuariam lutando apesar da pressão internacional por um
cessar-fogo.
“Continuaremos até o fim, até a vitória, até que o Hamas seja
aniquilado”, disse ele aos soldados em Gaza por rádio. “Digo isso diante
de uma grande dor, mas também diante de pressões internacionais. Nada
nos impedirá.”
Israel reportou que 10 de seus soldados morreram nas últimas 24
horas, incluindo um coronel que comandava uma base avançada e um
tenente-coronel no comando de um regimento. Foi a pior perda em um só
dia desde que 15 soldados foram mortos em 31 de outubro.
A maioria das mortes ocorreu no distrito de Shejaia, na cidade de
Gaza, no norte, onde tropas foram emboscadas tentando resgatar outro
grupo de soldados que havia atacado combatentes do Hamas em um prédio,
disse o Exército.
Uma autoridade militar israelense disse que Israel pagou “um preço muito alto” no incidente.
O Hamas disse que o episódio mostrou que as forças israelenses nunca
poderiam dominar Gaza: “Quanto mais tempo você permanecer lá, maior será
a conta de suas mortes e perdas, e você sairá de lá carregando o fardo
da decepção e da derrota, se Deus quiser.”
Em um discurso televisionado, o chefe do Hamas, Ismail Haniyeh, disse
que qualquer acordo futuro em Gaza sem o Hamas era uma “ilusão”.
Israel contou com a simpatia global quando lançou uma campanha para
aniquilar o grupo militante Hamas, cujos combatentes atravessaram a
fronteira em 7 de outubro, matando 1.200 israelenses, a maioria deles
civis, e fazendo 240 reféns.
Mas desde então, Israel tem sitiado o enclave e devastado grande
parte de seu território. O Ministério da Saúde de Gaza disse nesta
quarta-feira que pelo menos 18.608 pessoas foram mortas e 50.594 ficaram
feridas em ataques israelenses em Gaza.
Aviões de guerra bombardearam novamente toda a extensão de Gaza e
autoridades humanitárias disseram que a chegada das chuvas de inverno
piorou as condições para as centenas de milhares de pessoas que dormem
em tendas improvisadas. A grande maioria dos 2,3 milhões de habitantes
de Gaza ficou sem abrigo.
Em Rafah, no sul de Gaza, os corpos de uma família morta em um ataque
aéreo durante a noite estavam expostos à chuva envolvidos em sudários
brancos ensanguentados, incluindo várias crianças pequenas. Um deles, do
tamanho de um recém-nascido, estava enrolado em um cobertor rosa.
(Reportagem de Bassam Massoud em Khan Younis, Gaza, Nidal al-Mughrabi
no Cairo, Dan Williams e Henriette Chacar em Jerusalém, Maggie Fick em
Londres e redações da Reuters)
O presidente Lula da Silva estava animado na última reunião do
Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, conhecido como
Conselhão. Em discurso, declarou que não vê nenhum problema em fazer
dívida para gerar crescimento econômico, tornou a questionar a meta de
déficit zero defendida pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e
ainda incluiu a inflação entre os parâmetros que podem ser ignorados em
nome da necessidade de estimular a economia. Ou seja, Lula corroborou,
praticamente na íntegra, o documento irresponsável do PT que, dias
antes, defendeu que o governo dê uma banana para os limites fiscais em
nome da necessidade de ganhar eleições – a única coisa que realmente
importa para o lulopetismo.
“Se for necessário este país fazer um endividamento para crescer,
qual é o problema?”, questionou Lula. Em vez de fazer essa pergunta
retórica, o presidente poderia ter consultado seu ministro da Fazenda,
que certamente saberia lhe explicar que endividamento não gera
crescimento, mas inflação, juros altos e estagnação. Se gastança fosse
solução, o Brasil, cujo Estado é perdulário praticamente desde a
Independência, teria crescimento chinês.
Enquanto o pobre ministro da Fazenda tenta encontrar tostões nos
bolsos das calças para fechar as contas de um governo com cada vez menos
recursos, o presidente desmoraliza publicamente seu esforço: “Eu não
quero saber de onde a gente vai ter dinheiro”.
O flerte de Lula com a irresponsabilidade fiscal está se
transformando em relacionamento sério. A certa altura de sua arenga, o
chefão petista declarou que já conhece “o caminho das pedras” e que,
portanto, é preciso “decidir agora se vamos retirar essas pedras ou
não”, isto é, “se a gente vai chegar à conclusão que, olha, por um
problema da Lei de Responsabilidade Fiscal, de superávit primário, de
inflação, a gente não poder fazer”.
Ou seja, Lula considera que a Lei de Responsabilidade Fiscal é um
“problema” a ser ignorado, uma “pedra” a ser removida, em nome do
crescimento econômico. No mesmo fôlego, desestimou o caráter
inflacionário do endividamento. Esse é o receituário do desastre, como
já deveria ter ficado claro para um presidente que está em seu terceiro
mandato e que teve bastante tempo para aprender com seus próprios erros e
com os de sua inesquecível criatura, Dilma Rousseff, cujo mote “gasto é
vida” ornou a maior recessão da história recente do País.
Não há milagre. Somente o aumento da produtividade da economia é
capaz de induzir períodos de crescimento perenes e estáveis. Não basta
ampliar de forma desmedida qualquer tipo de investimento sem considerar a
qualidade desses gastos nem a óbvia necessidade de encontrar as
receitas correspondentes – isso num país já sufocado por imensa carga
tributária. Não adianta escolher a dedo setores a serem estimulados nem
“campeões nacionais” a serem financiados sem considerar as condições da
economia brasileira e sua capacidade de competir e se integrar com as
cadeias globais.
Lula parece convencido de que ainda estamos na primeira década do
século, quando o mundo vivia o superciclo de commodities, que gerou o
vigoroso crescimento brasileiro registrado em alguns daqueles anos. Não
há nada parecido com isso no horizonte.
Não se trata de demonizar o papel da política fiscal para reativar a
economia durante turbulências, como a crise financeira mundial de 2008 e
a pandemia de covid-19. Mas é fundamental que todo governo minimamente
responsável saiba a hora de retirar os estímulos para deixar a economia
voltar a andar com as próprias pernas. Lula, ao contrário, acha que é
função dele guiá-la pelo melhor caminho.
Contrariando todas as expectativas, felizmente o País deve encerrar o
ano com um crescimento de 3%. É um crescimento robusto, muito puxado
pelo agronegócio. Seria o momento ideal de investir em uma política
fiscal anticíclica, que dialogue com a política monetária e crie um
espaço fiscal para que a sociedade possa enfrentar momentos de crise –
que sempre virão – de uma forma menos penosa.
É, contudo, o exato oposto do que Lula defende. Para ele, basta querer – e gastar – que os problemas acabam.
O
presidente da República, Jair Bolsonaro, durante a solenidade de posse
dos ministros da Justiça e Segurança Pública; e da Advocacia-Geral da
União no Palácio do Planalto
Parece profético…
As mazelas vão durar muitos anos, infelizmente.
O Brasil foi aparelhado para o socialismo-comunista baseado em pilares sustentáveis, como seja:
1-doutrinação nas universidades;
2-distribuição de ajudas ao mais pobre, em vez de dar emprego/dignidade;
3-imprensa com verbas;
4-dinheiro da corrupção para eles e o Partido.
“Ganhamos, acabamos com o PT!” Não…
Tirem esse pensamento da cabeça agora!
O PT está caído, sim, mas está muito longe de deixar de ser uma ameaça.
Já se perguntou porque o pior candidato de um partido envolvido até o
pescoço em corrupção, cujos principais líderes estão todos na cadeia,
recebeu 44 milhões de votos?
A resposta é simples. Conquistamos a presidência, mas o PT e suas variáveis ainda dominam tudo que leva até lá.
A esquerda ainda detém enorme influência e poder. Jamais subestimem
um grupo que ganhou 4 eleições, passou 13 anos com acesso a reservas
quase infinitas de dinheiro e colocou seu pessoal em absolutamente TODAS
as engrenagens da máquina estatal.
A esquerda ainda domina: meio acadêmico, meio artístico, meio cultural, movimentos sociais a grande parte do meio político.
A influência deles é tão grande, que me fizeram, praticamente o culpado da facada que levei.
Fizeram de uma matéria esdrúxula de jornal, sem provas, uma acusação
que foi parar no TSE e ficou uma semana em destaque. Fizeram meus
apoiadores se passarem por bárbaros, descontrolados noticiando ataques
claramente forjados.
Acham mesmo que eles perderam esse poder só por que não chegaram à Presidência?
Se não tivessem esse poder, teríamos ganho com 80% dos votos.
O povo sabia que não queria o PT, mas a destruição da minha imagem foi colocada em prática por todo o sistema.
Perdeu-se milhões de votos por conta de calúnias divulgadas pela
esquerda com tamanha intensidade que faria Goebbels se sentir um
estagiário na xerox do DCE.
Ganhei a eleição para Presidente, mas a máquina está toda podre e
comprometida. Não irá deixar-me governar e fazer as reformas que o País
precisa, sem apoio de vocês.
Irão sabotar-me desde o primeiro dia.
Todas as mudanças na área econômica serão anunciadas pelo sistema
como uma tentativa de prejudicar os pobres e retirar direitos do
trabalhador.
Todas as mudanças na área social serão anunciadas como uma tentativa de assassinar LGBT’s/Mulheres/Negros/Pobres/Nordestinos.
É assim que a esquerda joga.
Estou recebendo o Brasil no pior estado que um Presidente já recebeu,
serei criticado pelos seus acertos e massacrado pelos seus erros.
Tentarei não errar.
O primeiro ano será bem difícil.
É preciso tomar o poder de influência da esquerda e devolvê-lo ao povo.
O povo tem que se informar por fatos e não por narrativas cuidadosamente construídas por intelectuais em universidades.
Voltarei ao assunto sobre onde estão instalados os inimigos e como desentocá-los.
Não há como acabar com a divisão no País, se não acabarmos com quem está nos dividindo.
Comemoremos, a vitória foi gigantesca. Mas não percamos a noção da realidade. Estamos só no começo.