Javier Milei, o candidato a presidente da Argentina mais votado nas eleições primárias, tem como uma das suas principais propostas a dolarização da economia do país.
Inspirada no ex-presidente Carlos Menem, a ideia de Milei é colocar o dólar em circulação e torná-lo a moeda de curso legal do mercado argentino, substituindo a moeda nacional existente, o peso argentino.
Caso Milei se torne presidente e o Congresso aprove a medida, todas
as transações passariam a ser em dólar na Argentina, desde compras e
vendas a salários. Até agora, dois outros países da América Latina são
dolarizados: Equador, desde 2000, e El Salvador, desde 2001.
Meta: vencer a inflação
O objetivo com a dolarização é conter a inflação,
que aumentou 113,4% anualmente em julho, e estabilizar a economia, já
que a moeda estadunidense é amplamente aceita internacionalmente.
Se essa medida fosse aprovada, o país estaria perdendo o direito de
emitir a sua própria moeda, perdendo também o controle sobre a moeda que
usam, explica o macroeconomista Nelson Marconi, da
Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio
Vargas. Com isso, a Argentina dependeria da entrada de recursos em dólar
para garantir uma quantidade determinada de moeda no país para fazer
todas as transações, o que valeria para todos, empresas, governo e
pessoas físicas.
Para o economista, trata-se de uma atitude muito arriscada. “O
governo perderia a capacidade de determinar a taxa de juros interna, já
que não teria mais moeda, não teria razão também de ter uma taxa de
juros básica. Para conseguir financiar a sua dívida, teria que emitir
títulos em dólar”, diz. A falta de controle sobre a moeda resulta,
portanto, na perda desse instrumento forte de política econômica, afirma
Marconi.
Antes de uma queda da inflação, o processo de dolarização resultaria
em uma hiperinflação em pesos, diz o economista. Isso porque quem não
possui a moeda americana buscaria converter os pesos argentinos. Com
tantas conversões, a taxa de câmbio dispararia, afirma Marconi.
Depois desse período, a tendência é de uma queda na inflação, como já
ocorreu na Argentina durante a gestão de Carlos Menem. Ainda que não
fosse uma dolarização plena, como proposta por Milei, existia um padrão
de conversão do peso para o dólar, em que o governo só podia emitir uma
quantidade de moeda em peso que tivesse correspondente em dólar. O
modelo implantado por Menem foi rompido nos anos 2000 por ser
insustentável, diz Marconi.
Desafio
O principal problema que trava a dolarização na Argentina é que o
Banco Central do país praticamente já não tem dólares, tendo inclusive
limitado o saque da moeda entre os argentinos para evitar a fuga do
dinheiro. Atualmente, diante da enorme dívida com o FMI, a Argentina
cada vez mais tem reservas negativas de dólares no banco.
“A dolarização, em princípio, não é bom para um país”, afirma Juan
Carlos Rosiello, economista da Universidade Católica Argentina. “Tendo
uma moeda, você tem uma ferramenta política que é a política monetária,
que implica justamente em certos momentos da economia poder subir ou
baixar a taxa e fazer a sua moeda ficar mais ou menos competitiva.
Quando você perde a moeda você fica dependente da força de outra moeda
que você não tem qualquer controle”.
Reações
A eventual dolarização da Argentina pode acabar sendo uma estratégia
sem saída, de acordo com o Fórum Oficial de Instituições Monetárias e
Financeiras (OMFIF, na sigla em inglês). A iniciativa pode até parecer
atraente, mas não vai consertar a economia do país, afirmou em artigo
Mark Sobel, presidente nos Estados Unidos da instituição.
Segundo Sobel, as reservas em dólares da Argentina estão negativas e
investir na dolarização diante deste cenários pode aumentar a
vulnerabilidade do sistema fiscal. Ele afirma que a dolarização é uma
política que, sem saída, poderá levar a uma contração e colapso
econômicos ainda mais sérios no país.
Para ele, para melhorar a economia argentina, é preciso uma ampla
consolidação fiscal que pause o “interromper o ciclo perpétuo de excesso
de endividamento, alta e hiperinflação, calote e instabilidade”.
Para o economista-chefe do Instituto Internacional de Finanças (IIF),
Robin Brooks, uma eventual dolarização da economia da Argentina seria a
“coisa errada a fazer”. Ele afirmou que os países da América Latina que
permitem que suas moedas “flutuem” crescem consistentemente mais, na
comparação com os que atrelam sua moeda ao dólar. “Deixe o peso
[argentino] flutuar e conserte suas políticas”, instou o analista, em
publicação no X (antigo Twitter).
Na sua visão, o debate sobre a medida é apenas “mais do mesmo”, já
que a dolarização é apenas uma forma “extrema” da política de atrelar o
peso ao dólar – que o país sul-americano repetidamente implementou e que
terminou várias vezes em grande desvalorização.
“A inflação nos mercados emergentes está acima da inflação dos EUA.
Se você atrelar sua moeda ao dólar, sua taxa de câmbio real
inevitavelmente sobe e se torna supervalorizada. Isso torna a
desvalorização explosiva inevitável”, escreveu.
Respondendo os proponentes da dolarização que dizem que a medida
consertaria os desequilíbrios econômicos da Argentina, Brooks citou que
“muitos países têm desequilíbrios, mas eles deixam suas moedas
flutuarem, o que evita desvalorização explosiva”. “A Turquia faz isso e é
o exemplo que a Argentina deveria seguir, enquanto conserta suas
políticas.” /Colaboraram Carolina Marins, Jessica Brasil Skroch, Rafaela Rasera e Maria Lígia Barros
O grupo de trabalho interministerial voltado à negociação coletiva discute a criação de uma contribuição sindical de até 1% da remuneração anual dos trabalhadores. O Poder360 teve
acesso ao documento com diretrizes para restabelecer uma forma de
financiamento para os sindicatos por meio de projeto de lei.
O valor seria definido em assembleia de cada entidade sindical e o
desconto feito em folha de pagamento. Ainda há conversas para definir
como será a distribuição da nova taxa no sistema sindical brasileiro,
que envolve sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais.
Eis um exemplo de como funcionaria, se o teto da taxa prevalecer: quem ganha R$ 3.100 por mês (ou R$ 40.300 por ano) teria desconto de R$ 403 de seu salário.
As centrais sindicais, por sua vez, têm dito que o novo tributo não é
compulsório, o que o diferencia do antigo imposto sindical –extinto em
2017 com a aprovação da reforma trabalhista. A medida foi implementada
durante o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB).
As centrais sindicais trabalham desde fevereiro em uma minuta para
atualizar o sistema sindical brasileiro. Entre os objetivos do projeto,
estão:
negociação coletiva valorizada e fortalecida;
direito de negociação coletiva para servidores públicos;
sindicatos representativos;
representação sindical ampliada;
agregação sindical incentivada;
autonomia sindical para a organização e o financiamento;
participação de todos no processo de transição;
unidade fortalecida; e
autonomia para regular e operar o sistema de relações do trabalho.
Nesta 3ª feira (22.ago.2023), representantes do setor empresarial e
dos trabalhadores se reuniram para discutir pontos envolvendo negociação
coletiva.
RESISTÊNCIA NA CÂMARA
Na 2ª feira (21.ago), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sinalizou que o novo imposto sindical não será aprovado na Câmara. Em jantar do Poder360, disse que a proposta não deve passar na Câmara por ser uma alteração na reforma trabalhista de 2017.
“No Congresso não passa, não. [Está] alterando a reforma trabalhista. O imposto sindical foi extinto na reforma trabalhista”, disse Lira. Segundo o congressista, a Câmara “não retroagirá” no que já foi aprovado.
O IMPOSTO SINDICAL
O imposto sindical vigorou de 1940 a 2017, até a implantação da
reforma trabalhista. A contribuição vigorava desde 1940 e era descontada
da remuneração do trabalhador uma vez por ano, no valor de 1 dia normal
de trabalho.
Antes de as novas regras da CLT entrarem emvigor, a
receita chegou a R$ 3 bilhões para sindicatos, federações,
confederações e centrais. Caiu para R$ 65,6 milhões em 2021. No 1º
semestre de 2022, foi a R$ 53,6 milhões.
Não há como saber quanto vão faturar essas entidades, mas esse é o
valor possível que devem tentar recuperar depois das perdas impostas
pela reforma de Michel Temer. Hoje, a pessoa tem opção de contribuir se
desejar.
O tema é discutido na Justiça. Em 2018, o STF definiu que o imposto não seria obrigatório.
O Sindicato de Metalúrgicos da Grande Curitiba entrou com embargos de
declaração (um tipo de recurso) na ação contra a decisão, que agora são
analisados pelos magistrados. Em agosto de 2020, a ação foi levada a
julgamento no plenário virtual.
O ministro Gilmar, que é o relator do caso, rejeitou o pedido apresentado pelo sindicato (íntegra –
75 KB). À época, seu entendimento foi seguido pelo ex-ministro Marco
Aurélio Mello e Dias Toffoli pediu destaque –quando o caso é levado para
o plenário físico, o que ocorreu em junho de 2022. O ministro Roberto
Barroso pediu vista –mais tempo para análise– e o caso foi retomado
novamente em plenário virtual.
Gilmar mudou seu entendimento na
análise do caso no STF pelo plenário virtual, em sessão iniciada em 14
de abril, e abriu caminho para a validade da contribuição (íntegra – 75 KB). O caso está paralisado por um pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Alexandre de Moraes.
Em geral, em outros países, ocorre o oposto: os trabalhadores se
manifestam dizendo ter intenção de contribuir com o sindicato. Só então
pagam alguma taxa. Se prevalecer no STF o voto de Gilmar Mendes, no
Brasil vai ser o oposto: a taxa será criada e o trabalhador terá de se
lembrar e informar com antecedência se não deseja contribuir.
Não há solução para a desigualdade
inter-regional que não passe pela melhora da qualidade da educação
pública. A negligência com a formação de milhões de crianças e
adolescentes é imoral
Por Notas & Informações – Jornal Estadão
A disparidade entre os indicadores econômicos e sociais da Região
Nordeste em relação aos das demais regiões do País voltou ao debate
público nacional a partir da entrevista que o governador de Minas
Gerais, Romeu Zema (Novo) , concedeu ao Estadão há
alguns dias. Naquela ocasião, o governador mineiro defendeu a criação de
um consórcio dos Estados do Sul e do Sudeste à semelhança do Consórcio
Nordeste, formado em 2019, o que foi entendido por outros governadores
como uma incitação à guerra entre os entes federativos. Este jornal já
se manifestou sobre a entrevista (ver editorial O País é um só, 8/8/2023).
Disputas políticas à parte, pois tanto defensores como detratores da
ideia de um eventual Consórcio Sul-Sudeste, por óbvio, tiraram proveito
das declarações do sr. Zema para fixar suas posições e angariar apoios,
fato é que a entrevista lançou luz sobre uma questão importantíssima que
a sociedade não pode simplesmente ignorar: afinal, como reduzir a
incontestável desigualdade inter-regional no País e, assim, fazer valer o
imperativo republicano que iluminou toda a redação da Constituição de
1988?
Há muito tempo, este jornal defende, com um misto de tenacidade e
entusiasmo, que o desenvolvimento do Brasil e, como decorrência natural,
a melhora das condições de vida para seus 210 milhões de habitantes
virão da elevação da oferta de educação pública de qualidade para todos
os brasileiros em idade escolar à condição de prioridade nacional número
um. Não como uma escolha retórica, um consenso que hoje é tão banal
quanto improdutivo, mas como um real esforço conjunto do Estado e da
sociedade para fomentar políticas públicas muito bem pensadas,
implementadas e, principalmente, bem medidas.
Em entrevista a este jornal, no dia 16 passado, o ex-ministro da
Fazenda Maílson da Nóbrega foi preciso na avaliação segundo a qual
políticas de qualidade na área de educação podem ser mais determinantes
para o desenvolvimento do Nordeste do que os repasses da União aos
Estados e municípios da região. O economista, evidentemente, não
diminuiu a importância dessas transferências, sejam as obrigatórias por
imposição constitucional, sejam as voluntárias, negociadas entre os
Estados e o governo central. O ponto fundamental, como bem destacou o
entrevistado, é que os repasses federativos e a arrecadação não têm, por
si sós, o condão de desenvolver lugar algum. O que muda a realidade de
uma cidade, de um Estado ou de um país é o tipo de educação que os
cidadãos recebem.
A negligência com a formação de milhões de crianças e adolescentes
brasileiros, se não é o principal fator que explica a distância abissal
que separa o Brasil de suas potencialidades de desenvolvimento humano, é
uma das principais razões para que o País se mantenha cronicamente
aferrado ao atraso. Esse descuido com o que há de mais precioso para
qualquer nação chega a ser imoral, pois, se não faltam recursos
financeiros nem tampouco diagnósticos e propostas para uma transformação
virtuosa da educação pública brasileira, essa miséria formativa que
grassa País afora, salvo poucas ilhas de excelência, só pode ser fruto
de uma escolha deliberada por hipotecar o futuro dessas gerações.
O País destina à educação recursos equivalentes a 6,3% do PIB, um
porcentual acima da média dos países que integram a OCDE (5,8%). E,
mesmo assim, está onde está, figurando em posições muito aquém do
esperado para esse volume de dinheiro investido em quase todos os rankings de avaliação da qualidade da educação básica em nível global.
Em muitas áreas, o País claudica na formulação de políticas públicas
baseada em evidências. Isso é particularmente desastroso na área de
educação. “O Brasil tem uma cultura muito grande do achismo”, disse ao
jornal Valor o professor Mozart Ramos, uma referência em
educação no País. Já passou muito da hora de os governos das três
esferas, ao invés de tratar da educação na base da tentativa e erro,
construírem soluções definitivas para suas mazelas crônicas, condição
indispensável para alçar o País ao patamar das nações desenvolvidas.
Sinônimo de desenvolvimento, produtividade e inovação, ela deve ser
focada em missões para somar esforços na resolução dos problemas sociais
relevantes, alerta a CNI
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https://audio10.audima.co/iframe-later-new-cnn-audima.html?skin=new-cnn&statistic=trueFuncionário
trabalhando na produção de Papel e Celulose
O Brasil precisa de uma nova política de desenvolvimento produtivo
para poder competir em condições de igualdade com os demais países e
enfrentar as profundas mudanças tecnológicas e sociopolíticas atuais.
Uma nova onda de políticas industriais surgiu, em resposta às renovadas
instabilidades geopolíticas e às megatendências que desafiam os países
desenvolvimento e em desenvolvimento, como a transformação digital, a
descarbonização e as crescentes desigualdades sociais.
A Confederação Nacional da Indústria alerta que a principais
economias mundiais já estão empregando pelo menos US$ 12 trilhões nessas
políticas industriais. As principais economias do mundo se distanciaram
de experiências passadas e buscam garantir o desenvolvimento produtivo
voltado à inovação, à sustentabilidade e à competitividade
internacional.
Para isso, mobilizam recursos públicos em alta escala, para subsidiar
e incentivar a repatriação de investimentos em produtos e setores
estratégicos, além de apoiar suas empresas na captura de espaços
crescentes em cadeias globais de produção.
A CNI afirma que a ausência de uma política de desenvolvimento
produtivo no Brasil ampliará ainda mais as dificuldades de a indústria
brasileira competir nesse novo mercado internacional, ao concorrer com
empresas que se beneficiam de planos estruturados de apoio governamental
em seus países.
A indústria avalia que a estratégia de reindustrialização brasileira
deverá focar em ações transversais, voltadas para o aumento da
produtividade e da competitividade da produção brasileira, combinadas
com a adoção de políticas orientadas por missões prioritárias, em
resposta aos principais desafios de nossa sociedade.
Missões de política industrial para retomar o crescimento
O Plano de Retomada da Indústria,
lançado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), apresenta
propostas concretas para a reindustrialização do país, em bases modernas
e alinhadas com as atuais demandas por sustentabilidade.
O documento sugere políticas orientadas por missões, voltadas para o
desenvolvimento do Brasil e para objetivos sociais mais relevantes. As
missões buscam combinar as prioridades da sociedade brasileira com os
novos paradigmas tecnológicos.
Entenda um pouco sobre cada missão
Descarbonização – Desenvolver uma economia de baixo
carbono, com estímulos à descarbonização da indústria, à eficiência
energética e à promoção da bioeconomia e da economia circular
Transformação Digital – Capacitar as empresas
brasileiras, em especial as de pequeno e médio porte, para que possam
ampliar sua escala de mercado e, assim, habilitar-se a participar de
cadeias globais de fornecimento.
Saúde e Segurança Sanitária – Universalizar o acesso
e promover o desenvolvimento competitivo da cadeia de produção e
exportação de medicamentos, vacinas, testes, protocolos, equipamentos e
serviços
Defesa e Segurança Nacional – Apoiar o
desenvolvimento de elos estratégicos das cadeias do complexo industrial
da defesa e segurança nacional, com foco em tecnologias de uso dual
Desenvolvimento econômico passa por políticas industriais
Para a CNI, o único caminho possível para o Brasil voltar a crescer e
resgatar a imensa dívida social acumulada nos últimos anos, passa pelo
Desenvolvimento Industrial, capaz de alavancar o produto e a renda do
País na escala necessária, levando em conta o efeito multiplicador da
indústria sobre o PIB, que é de cerca de duas vezes e meia.
O Plano de Retomada abarca uma política industrial moderna,
responsável, sustentável, de longo prazo, com foco em ciência,
tecnologia e inovação, em formação de recursos humanos, que contribui
para a construção das capacidades produtivas e tecnológicas necessárias
para a inserção competitiva do Brasil nesse novo contexto global.
A entidade ainda ressalta que diálogo construtivo é positivo, pois o
objetivo é comum, o de elevar a renda per capita do País e reduzir a
distância para as economias desenvolvidas. É inadiável reverter o
processo de desindustrialização, que no Brasil foi precoce e mais agudo
do que no resto do mundo. Sem isso não será possível melhorar empregos,
salários, transição verde e resgate social./ CNI
Por que o Google Maps deixará de mostrar postos de gasolina para donos de veículos elétricos
Ana Julia Guimarães – StartSE
Após relatos indicando que o Google Maps possivelmente teria
rebaixado postos de gasolina na hierarquia de categorias de pontos de
interesse para proprietários de veículos elétricos que usam o Android
Auto, o Google confirmou as mudanças ao The Verge.
FIM DOS POSTOS DE GASOLINA NO GOOGLE MAPS: QUAL O OBJETIVO
Através dessa mudança no Google Maps, a empresa busca facilitar a
vida dos motoristas de carros elétricos são informações mais relevantes
para suas necessidades específicas.
Além disso, a medida reflete uma tendência global de incentivar a
transição para veículos elétricos, visando a redução das emissões de
gases poluentes e a diminuição da dependência de combustíveis fósseis.
Ao priorizar informações sobre estações de carregamento, o Google
contribui para a promoção de uma mobilidade mais sustentável e alinhada
com as preocupações ambientais
ALÉM DISSO, VEJA OUTRAS NOVIDADES DO GOOGLE MAPS
Pearl Xu, porta voz do Google, divulgou — ao The Verge — uma lista de
todos os recursos focados em veículos elétricos no Google Maps. Veja:
1- DISPONIBILIDADE EM TEMPO REAL DAS PORTAS DE CARREGAMENTO
Ao buscar por “estações de carregamento EV” no Google Maps, os
usuários agora podem visualizar a disponibilidade em tempo real das
portas de carregamento em estações próximas, evitando assim a
necessidade de esperar em filas.
2- FILTROS DE VELOCIDADE DE CARREGAMENTO
O filtro “muito rápido” auxilia na localização fácil de estações que
possuem carregadores de 150 quilowatts ou mais. Para muitos automóveis,
isso é o suficiente para recarregar e voltar à estrada em menos de 40
minutos.
3- FILTROS DE TIPO DE CONECTOR
É possível filtrar as estações com base no tipo de conector utilizado
pelo veículo elétrico, o que permite visualizar apenas as estações com
conectores compatíveis com o carro.
4- ADIÇÃO DE PARADAS DE CARREGAMENTO EM VIAGENS
Em viagens que necessitam de uma parada para recarregamento, o Google
Maps irá sugerir a melhor parada com base em fatores como tráfego
atual, nível de carga e consumo de energia estimado.
5- INCLUSÃO DE ESTAÇÕES DE CARREGAMENTO NOS RESULTADOS DE PESQUISA
Será exibido nas buscas quando locais como supermercados possuírem
estações de carregamento em suas instalações. Assim, ao realizar
compras, os motoristas podem facilmente escolher um estabelecimento que
ofereça também o carregamento do veículo.
POR QUE IMPORTA?
A mudança no Google Maps para priorizar informações relacionadas a
veículos elétricos não só reflete a conscientização crescente sobre
questões ambientais, mas também responde às demandas práticas dos
consumidores que estão fazendo a transição para essa nova tecnologia. Ao
oferecer um serviço mais completo e adaptado, a empresa está se
posicionando como uma aliada valiosa para os condutores de veículos
elétricos, contribuindo para a consolidação dessa transformação na
indústria automotiva.
Matheus Pedralli – CEO da Omnik, empresa do Grupo FCamara
Marketplaces se consolidam como tendência no varejo digital e ajudam
quem quer ampliar oferta de produtos ou canais de venda a alavancar
resultados, principalmente em datas como a Black Friday
A transformação digital dos negócios e os novos hábitos de consumo
seguem em alta e isso pode ser percebido pelos resultados do varejo
online. As datas comemorativas e comerciais do segundo semestre do ano
são extremamente importantes para o comércio digital, especialmente a
Black Friday. No ano passado, o comércio digital faturou um total de
R$6,1 bilhões, o que representou uma queda de 23% em relação ao ano
anterior. E, justamente por isso, as empresas já estão começando a se
preparar para a data com antecedência, optando por estratégias que
possam alavancar as vendas.
“Sem dúvidas as principais tendências de mercado e comportamento do
consumidor estão conectadas às lojas virtuais e marketplaces, mesmo com a
atuação normal das lojas físicas. Em datas como a Black Friday, as
demandas online costumam ter altas expectativas para o setor. Nesse
cenário, trago como estratégias para os negócios, o Marketplace In e o
Marketplace Out que podem ajudar a aumentar a receita de sellers e de
quem gerencia as plataformas em datas comemorativas que possuem alta
demanda. Esse modelo de negócio mais colaborativo está em crescimento e é
uma característica forte da transformação digital”, pontua Matheus
Pedralli, CEO da Omnik, empresa do Grupo FCamara, especializada em
transformar e-commerces em marketplaces escaláveis.
As diferenças e vantagens de cada modelo
Entender as diferenças e vantagens das duas estratégias é fundamental
para tomar decisões mais assertivas nesse período do ano. No
Marketplace In, o foco é ampliar a diversidade da oferta. Isso se
aplica, por exemplo, quando uma loja virtual identifica uma base de
clientes consolidada que poderiam estar comprando mais se ofertasse uma
diversidade maior de produtos.
“Ao identificar esse público, o empreendedor abre seu próprio
marketplace e faz a captação de sellers para que eles vendam em sua
plataforma, o que dispensa grandes investimentos em estoque. Uma das
grandes vantagens é o conhecimento prévio que se tem do público. Fica
mais fácil construir um portfólio que interesse aos consumidores,
acelerar as vendas e aumentar a frequência de compra na loja. Além
disso, é uma estratégia que favorece a conquista de novos clientes,
impactando também a escalabilidade do negócio e o faturamento”, explica
Matheus.
Já no Marketplace Out, o propósito principal é ampliar os canais de
venda. Dessa forma, em vez de abrir seu próprio marketplace, as marcas
buscam plataformas já estruturadas, onde possam ofertar os seus
produtos. “A expectativa aqui é buscar players que já possuam grande
audiência e relevância e usá-los para otimizar as vendas. Mapeiam-se
plataformas que estejam abertas a receber novos sellers e paga-se uma
comissão por venda realizada. Além de aproveitar uma base de clientes já
estabelecida, aproveita-se o forte investimento em mídia que essas
plataformas mais consolidadas fazem”, comenta o CEO.
Como escolher a melhor estratégia para a Black Friday
O executivo destaca que é preciso conhecer o momento em que o negócio
se encontra para identificar a melhor estratégia em cada caso. “As
empresas precisam entender o momento do negócio e suas necessidades,
questionando sua relevância em volume de visitas e alcance, sua posição
em relação aos concorrentes, se de fato sabe o que o cliente consome e
qual é o seu perfil, entre outros fatores que ajudam a tomada de
decisão. Além disso, devem ter em mente que não existe uma estratégia
ideal. O que existem são objetivos diferentes dentro de um modelo de
negócio colaborativo e omnichannel e que é possível, inclusive, adotar o
mutualismo com garantia de ganho, ou seja, conciliar Marketplace In e
Marketplace Out e explorar as vantagens de ambos”.
Pedralli acrescenta ainda que buscar apoio especializado ajuda tanto
na identificação das melhores soluções, quanto na implementação das
estratégias escolhidas. “Os resultados sempre vão depender de decisões
assertivas e de ações bem planejadas, por isso reforçamos sempre a
questão de se preparar com antecedência. Como especialistas em soluções
para e-commerce e marketplaces, uma certeza que podemos dar é que o
varejo digital segue cada vez mais forte e que é preciso aproveitar as
tendências. Todos os mercados podem se beneficiar dos marketplaces, pois
as soluções existentes podem ser adaptadas e customizadas para cada
tipo de negócio”, finaliza.
Descubra o Marketplace Valeon do Vale do Aço: Um Hub de Empresas, Notícias e Diversão para Empreendedores
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que os empresários equilibrem o trabalho e a diversão, criando uma
comunidade unida e fortalecendo os laços na região.
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Conclusão:
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Moysés Peruhype Carlech
A Startup Valeon, um site marketplace de Ipatinga-MG, que faz
divulgação de todas as empresas da região do Vale do Aço, chama a
atenção para as seguintes questões:
• O comércio eletrônico vendeu mais de 260 bilhões em 2021 e superou
pela primeira vez os shopping centers, que faturou mais de 175 bilhões.
• Estima-se que mais de 35 bilhões de vendas dos shoppings foram migradas
para o online, um sintoma da inadequação do canal ao crescimento digital.
• Ou seja, não existe mais a possibilidade de se trabalhar apenas no offline.
• É hora de migrar para o digital de maneira inteligente, estratégica e intensiva.
• Investir em sistemas inovadores permitirá que o seu negócio se
expanda, seja através de mobilidade, geolocalização, comunicação,
vendas, etc.
• Temas importantes para discussão dos Shoppings Centers e do Comércio em Geral:
a) Digitalização dos Lojistas;
b) Apoio aos lojistas;
c) Captura e gestão de dados;
d) Arquitetura de experiências;
e) Contribuição maior da área Mall e mídia;
f) Evolução do tenant mix;
g) Propósito, sustentabilidade, diversidade e inclusão;
h) O impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista;
i) Convergência do varejo físico e online;
j) Criação de ambientes flexíveis para atrair clientes mais jovens;
k) Aceleração de colaboração entre +varejistas e shoppings;
l) Incorporação da ideia de pontos de distribuição;
m) Surgimento de um cenário mais favorável ao investimento.
Vantagens competitivas da Startup Valeon:
• Toda Startup quando entra no mercado possui o sonho de se tornar
rapidamente reconhecida e desenvolvida no seu ramo de atuação e a
Startup Valeon não foge disso, fazem dois anos que estamos batalhando
para conquistarmos esse mercado aqui do Vale do Aço.
• Essa ascensão fica mais fácil de ser alcançada quando podemos
contar com apoio dos parceiros já consolidados no mercado e que estejam
dispostos a investir na execução de nossas ideias e a escolha desses
parceiros para nós está na preferência dos empresários aqui do Vale do
Aço para os nossos serviços.
• Parcerias nesse sentido têm se tornado cada vez mais comuns, pois
são capazes de proporcionar vantagens recíprocas aos envolvidos.
• A Startup Valeon é inovadora e focada em produzir soluções em tecnologia e estamos diariamente à procura do inédito.
• O Site desenvolvido pela Startup Valeon, focou nas necessidades do
mercado e na falta de um Marketplace para resolver alguns problemas
desse mercado e em especial viemos para ser mais um complemento na
divulgação de suas Empresas e durante esses dois anos de nosso
funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado com tecnologia,
inovação com soluções tecnológicas que facilitam a rotina dessa grande
empresa. Temos a missão de surpreender constantemente, antecipar
tendências, inovar. Precisamos estar em constante evolução para nos
manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso, pensamos em
como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à frente.
• Temos a plena certeza que estamos solucionando vários problemas de
divulgação de suas empresas e bem como contribuindo com o seu
faturamento através da nossa grande audiência e de muitos acessos ao
site (https://valedoacoonline.com.br/) que completou ter mais de 100.000 acessos.
Provas de Benefícios que o nosso site produz e proporciona:
• Fazemos muito mais que aumentar as suas vendas com a utilização das nossas ferramentas de marketing;
• Atraímos visualmente mais clientes;
• Somos mais dinâmicos;
• Somos mais assertivos nas recomendações dos produtos e promoções;
• O nosso site é otimizado para aproveitar todos os visitantes;
• Proporcionamos aumento do tráfego orgânico.
• Fazemos vários investimentos em marketing como anúncios em
buscadores, redes sociais e em várias publicidades online para
impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso site e aumentar as
suas vendas.
Proposta:
Nós da Startup Valeon, oferecemos para continuar a divulgação de suas
Empresas na nossa máquina de vendas, continuando as atividades de
divulgação e propaganda com preços bem competitivos, bem menores do que
os valores propostos pelos nossos concorrentes offlines.
Pretendemos ainda, fazer uma página no site da Valeon para cada
empresa contendo: fotos, endereços, produtos, promoções, endereços,
telefone, WhatsApp, etc.
O site da Valeon é uma HOMENAGEM AO VALE DO AÇO e esperamos que seja
também uma SURPRESA para os lojistas dessa nossa região do Vale do Aço.
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar
ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o
consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita
que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu
consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
A Startup Valeon um marketplace aqui do Vale do Aço volta a
oferecer novamente os seus serviços de prestação de serviços de
divulgação de suas empresas no nosso site que é uma Plataforma
Comercial, o que aliás, já estamos fazendo há algum tempo, por nossa
livre e espontânea vontade, e desejamos que essa parceria com a sua
empresa seja oficializada.
A exemplo de outras empresas pelo país, elas estão levando
para o ambiente virtual as suas lojas em operações que reúnem as
melhores marcas do varejo e um mix de opções.
O objetivo desse projeto é facilitar esse relacionamento com o
cliente, facilitando a compra virtual e oferecer mais um canal de
compra, que se tornou ainda mais relevante após a pandemia.
Um dos pontos focais dessa nossa proposta é o lojista que
pode tirar o máximo de possibilidade de venda por meio da nossa
plataforma. A começar pela nossa taxa de remuneração da operação que é
muito abaixo do valor praticado pelo mercado.
Vamos agora, enumerar uma série de vantagens competitivas que oferecemos na nossa Plataforma Comercial Valeon:
O Site Valeon é bem elaborado, com layout diferenciado e único, tem bom market fit que agrada ao mercado e aos clientes.
A Plataforma Valeon tem imagens diferenciadas com separação
das lojas por categorias, com a descrição dos produtos e acesso ao site
de cada loja, tudo isso numa vitrine virtual que possibilita a
comunicação dos clientes com as lojas.
Não se trata da digitalização da compra nas lojas e sim
trata-se da integração dos ambientes online e offline na jornada da
compra.
No país, as lojas online, que também contam com lojas
físicas, cresceram três vezes mais que as puramente virtuais e com
relação às retiradas, estudos demonstram que 67% dos consumidores que
compram online preferem retirar o produto em lojas físicas.
O número de visitantes do Site da Valeon (https://valedoacoonline.com.br/) tem crescido exponencialmente, até o momento, temos mais de 222.000 visitantes e o site (https://valeonnoticias.com.br/) também nosso tem mais de 5.800.000 de visitantes.
O site Valeon oferece ao consumidor a oportunidade de
comprar da sua loja favorita pelo smartphone ou computador, em casa, e
ainda poder retirar ou receber o pedido com rapidez.
A Plataforma Comercial da Valeon difere dos outros
marketplaces por oferecer além da exposição das empresas, seus produtos e
promoções, tem outras formas de atrair a atenção dos internautas como:
empresas, serviços, turismo, cinemas e diversão no Shopping, ofertas de
produtos dos supermercados, revenda de veículos usados, notícias locais
do Brasil e do Mundo, diversão de músicas, rádios e Gossip.
Nós somos a mudança, não somos ainda uma empresa tradicional. Crescemos
tantas vezes ao longo do ano, que mal conseguimos contar. Nossa
história ainda é curta, mas sabemos que ela está apenas começando.
Afinal, espera-se tudo de uma startup que costuma triplicar seu crescimento, não é?
Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.
A viagem do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a Johanesburgo para
acompanhar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reunião dos Brics
preocupa integrantes da equipe econômica. A avaliação é a de que o
comandante da economia deveria permanecer no Brasil neste momento de
mais tensão com o Legislativo.
A fonte comentou que o arcabouço fiscal está prestes a ser votado,
mas pode demandar ainda alguma sinalização do Executivo. E que nem Lula e
nem Haddad estarão no País se a área política continuar “esticando a
corda”. Além disso, as sinalizações do Congresso em relação à taxação de
alguns investimentos, como aplicações offshore, subiu no telhado. Para
finalizar, o ambiente não é dos melhores com o presidente da Câmara,
Arthur Lira (PP-AL), que está prestes a receber interlocutores do
governo em sua residência oficial para ajustar pontos das próximas
votações após uma rusga protagonizada justamente por Haddad. O ministro
teceu comentários sobre o empoderamento do Legislativo, desagradando a
parlamentares e à cúpula das duas Casas, em especial Lira.
“O ideal seria que ele estivesse por aqui, para dar o arremate pelo
menos à questão do arcabouço”, considerou uma fonte. A expectativa era a
de que o ministro apenas optasse por sair para o exterior para
participar do encontro financeiro das 20 maiores economias do mundo
(G20), que ocorrerá em Nova Delhi, na Índia. “Esta viagem de agora nos
pegou de surpresa. Havia a chance de ele ir, mas era pequena. A saída
para o G20 estava no preço e não preocupava tanto porque acreditávamos
que até lá as coisas já estariam encaminhadas”, acrescentou.
Haddad tem sido o acompanhante preferido de Lula nas viagens
internacionais mesmo antes da posse, em 1º de janeiro. Ele esteve em
encontros com o governo de Portugal e também na COP27, do Egito, ainda
no ano passado. Cotado como possível sucessor de Lula para 2026, o
ministro tem sido apresentado às altas cúpulas dos governos pelo seu
padrinho. Os dois se deslocam juntos para a África do Sul neste domingo.
“Mas será que é a hora de o ministro viajar?”, questionou a fonte. Em março, o Broadcast sistema
de notícias em tempo real do Grupo Estado)registrou que a previsão era
justamente a de o ministro se deslocar para o exterior cerca de uma vez
ao mês este ano. Só não havia, na ocasião, previsões para setembro (mas
agora ele deve ir ao G20) e em dezembro.
Produtores brasileiros de leite querem reduzir a importação do
produto para o Brasil. Segundo eles, a entrada “desenfreada” de lácteos
estrangeiros está impactando negativamente o mercado interno e pode
gerar a falência de produtores nacionais, alta de preços e
desabastecimento. Por iniciativa da Frente Parlamentar dos Produtores de
Leite, o setor se reuniu na Câmara dos Deputados na última quarta-feira
(16). Segundo Marcelo Candiotto, presidente da CCPR, maior cooperativa
captadora de leite do país, as importações dos principais derivados,
como leite em pó, creme de leite e manteiga triplicaram em junho. Com o
aumento da oferta desses produtos no mercado interno, os preços dos
produtos brasileiros caem, tornando a produção inviável, de acordo com
ele.
Desabastecimento
O representante do setor explica que, se houver falência de
produtores brasileiros, pode ocorrer um efeito cascata, já que diminui a
oferta de lácteos no mercado e a consequência é a alta de preços para o
consumidor. “O produtor não aguenta mais. Nós estamos correndo risco. O
risco é que o produtor parar, ele não consegue voltar para a atividade
rapidamente e o risco muito grave é o risco de desabastecimento. Aí nós
vamos ter o leite no supermercado como nós já tivemos, um leite a R$ 9
que a população também não consegue adquirir”, adianta o gestor.
Entrada ilegal
A cadeia produtiva nacional reivindica o aumento da fiscalização para
conter uma suposta entrada ilegal de produtos no Brasil. “O produtor de
leite está sendo prejudicado, está recebendo preços aviltados do seu
produto e, na verdade, o pequeno, médio e o grande produtor estão
passando uma grande dificuldade. Existem algumas reivindicações dos
produtores que o governo, em parte, já começou a atender porque existe
uma suspeita de uma triangulação, que esse leite está entrando pelo
Uruguai. Uruguai não tem esse volume todo que ele está exportando para o
Brasil, existe a suspeita da triangulação. A outra suspeita que existe é
que esse leite pode ser reidratado ao entrar no país. Então isso é uma
coisa que o Ministério já demonstrou a intenção de fazer a
fiscalização”, explicou.
Frear importações
No entanto, segundo ele, a solução, seria frear as importações com
adoção de medidas de proteção, como cotas para importação, inclusive de
parceiros comerciais do Mercosul. “No nosso entendimento a grande ação
que o governo tem que tomar é um basta nas importações de leite”,
dispara Candiotto. “Esses problemas já foram resolvidos em governos
anteriores até com uma suspensão das importações imediatas, com a
criação de cotas, com a taxação, a gente sabe que o Mercosul é um
mercado sensível, mas isso não significa que não podemos tomar nenhuma
ação. O produtor da Argentina, principalmente, está tendo subsídios já
constatados aí por todos no litro de leite recebido e no valor que ele
compra o milho e a soja. Então, nós queremos que haja pelo menos a
igualdade, que o produtor brasileiro não seja prejudicado. E mais uma
vez, o produtor não aguenta mais essas importações desenfreadas”,
completou Candiotto.
BRAZIL
– 2022/09/27: In this photo illustration, the BRICS logo is displayed
on a smartphone. (Photo Illustration by Rafael Henrique/SOPA
Images/LightRocket via Getty Images)
O PIB (Produto Interno Bruto) do Brics –bloco econômico formado por Rússia, Índia, China e África do Sul– atingiu US$ 25,9 trilhões em 2022. A soma de tudo o que foi produzido pelos 5 países no ano passado representa 25,5% da atividade econômica global.
Em 2010, quando a África do Sul entrou para o grupo, o PIB do Brics
atingiu US$ 11,9 trilhões –naquele momento, equivalia a 17,9% da
economia mundial. De lá para cá, o bloco cresceu sua participação.
Houve um ganho impulsionado pelos 2 gigantes asiáticos. Juntas, China e Índia equivalem a 21% do PIB global.
De 2010 a 2022, o PIB chinês quase triplicou em valores correntes,
saltando de US$ 6,1 trilhões para US$ 18 trilhões. A Índia, por sua vez,
dobrou sua atividade econômica: foi de US$ 1,7 trilhão para US$ 3,4
trilhões.
Razões para o crescimento
Ana Saggioro Garcia, diretora do Centro de Estudos e Pesquisas Brics da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e professora de Relações Internacionais da UFRRJ (Universidade
Federal Rural do Rio de Janeiro), diz que o bloco mudou o foco com o
tempo e a relevância vai além da questão econômica.
“Essa coalizão acabou se tornando, por fatores internos e
externos, uma coalizão com peso mais geopolítico do que apenas só o
econômico ou reformista. Há a ideia de que é preciso criar um mundo
multipolar, em que os norte-americanos e europeus, os países ocidentais,
não dominem sozinhos. Ou seja, um mundo de mais distribuição de poder
internacional, com um grande peso da China”, avalia.
O Brics tem 3,23 bilhões de habitantes –representa 40,7% da população mundial. Giovanni Bianchi, economista e trader do banco BR Partners, diz que o tamanho da população dos 5 países emergentes tem papel no avanço econômico, bem como a quantidade de jovens.
“Esta grande população jovem e em idade ativa é uma
força motriz para o crescimento econômico. Os 5 países estão se
industrializando rapidamente, o que está levando a um aumento na
produção e no emprego. A China, por exemplo, é agora a 2ª maior economia
do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos”, declara.
Thais Zara, economista sênior da consultoria LCA,
ratifica a importância da China no crescimento econômico do Brics, mas
afirma que o país deve perder tração nos próximos anos: “Esse
crescimento grande deve-se ao crescimento exponencial da China. Ao
pensar nos próximos anos, provavelmente a China crescerá em um ritmo
mais lento. Talvez não ganhe mais fatias do PIB global. A Índia deve
apresentar um crescimento mais forte e aparecer com mais relevância”.
Brasil
A economia brasileira enfrentou recessão –queda no ciclo econômico– em 2015 e 2016, durante o governo de Dilma Rousseff (PT). Hoje, a ex-chefe do Executivo é presidente do NDB (New Development Bank), o Banco dos Brics.
Os 2 anos de baixa levaram o PIB do Brasil a acumular queda de 6,8%,
considerando a inflação. Em valores nominais, caiu de US$ 2,5 trilhões
em 2014 para US$ 1,8 trilhão em 2015.
“Mesmo com a queda do PIB nos governos Dilma, Temer e Bolsonaro, o
Brasil não deixou de ser uma economia regionalmente importante e de
relevância mundialmente”, pondera Garcia.
Crise sanitária
A pandemia prejudicou os emergentes e a economia mundial. Em 2020, a
Rússia registrou queda de 2,7% e o Brasil recuou 3,3%. A Índia despencou
5,8% e a África do Sul, 6,4%. Só a China teve alta naquele ano (2,2%).
Em 2021, Índia (9,1%), China (8,1%), Rússia (5,6%), Brasil (5%) e
África do Sul (4,9%) registraram crescimento econômico. O ciclo de alta
se manteve no ano passado, à exceção dos russos, que caíram 2,1%.
“Os preços dispararam, a economia afundou, mas houve uma
recuperação recente. A Rússia sofreu com a pandemia, como a economia dos
demais países, mas melhorou”, avalia Ecio Costa, professor de economia da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).
Guerra da Ucrânia
A invasão à Ucrânia, em fevereiro de 2022, provocou sanções econômicas à Rússia. Os 2 países seguem em conflito.
Costa afirma que o governo russo tenta driblar os efeitos causados pelo boicote econômico de países que integram a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e a União Europeia com outras parcerias comerciais.
“Putin tinha uma expectativa de que a invasão à Ucrânia seria
algo rápido, fácil, sem grandes consequências, mas vem se arrastando até
hoje porque você tem a Otan apoiando a Ucrânia para se defender da
Rússia. Houve também várias sanções econômicas, que trouxeram um impacto
econômico. A Rússia vem tentando se recuperar disso com relações
econômicas mais fortes com a China e com países asiáticos”, diz o professor de economia.
Expectativa
O Brics se reúne de 22 a 24 de agosto, em Joanesburgo (África do
Sul). A reunião será conduzida pelo presidente sul-africano, Cyril
Ramaphosa.
Giovanni Bianchi espera que a cúpula discuta alternativas ao dólar na comercialização entre os países que integram o grupo.
“O Brics estuda reduzir essa dominância, aumentando o uso das
moedas nacionais de cada integrante, além da intenção de criar uma moeda
comum para o longo prazo. O debate veio à tona depois de aumentos
recentes nos juros americanos, além da guerra da Ucrânia, que elevou os
preços de commodities –cotadas em dólar. O Novo Banco de Desenvolvimento
tem papel fundamental nessa transição, atuando como um canal para as
transações. É esperado que até 2026 pelo menos 1/3 dos empréstimos seja
feito em moedas nacionais”, declara.
O economista também afirma que a expansão deve estar em discussão. “Há
23 outras nações com interesse de ingressar no grupo. Entre os
possíveis novos entrantes, estão países como Indonésia, Arábia Saudita e
Egito”, diz.
Segundo Ana Saggioro Garcia, há divergências sobre o ritmo de ampliação do Brics. “A
China e a Rússia querem rapidez. O Brasil e a Índia querem mais
cuidado, mais calma. Mais cálculo político sobre o que significa a
adesão de cada 1 desses membros”, afirma.
A entrada de novos países no bloco tem como consequência o aumento da participação no PIB global. “Haverá
um aumento relativo do conjunto de países que compõem o Brics, então
vai aumentar a soma dos PIBs de cada 1. Se você traz a Argentina, que
está em processo contrário, você vai ter aí uma crescente do PIB mais
lenta”, explica a professora de economia.
“Então, se aumentar ou não a participação no PIB global frente ao G7 [grupo com algumas das economias mais desenvolvidas do mundo],
eu acho que não é essa a questão. A questão é a coalizão que se dá em
torno de um aspecto mais geopolítico e que vai gerar um polo de atração
contínuo para aqueles países que buscam se deslocar do eixo Ocidental e
fazer um balanceamento de poder na estrutura internacional”, acrescenta Garcia.
Uma portaria publicada em janeiro deste ano e assinada pelo ministro da Educação, Camilo Santana, reajustou o piso dos professores. Agora, a categoria tem um valor mínimo que deve ser pago em todo o território nacional.
A medida é válida para professores que atuam na rede pública de
ensino e que cumprem uma jornada de, no mínimo, 40 horas semanais.
Veja qual é o valor do piso 2023 dos professores
O valor do piso salarial dos professores da
educação básica da rede pública subiu 15% em relação ao ano de 2022. Em
2023, os profissionais da categoria passaram a ter como valor mínimo de
pagamento R$ 4.420,55. Em 2022, o valor pago à categoria era de R$
3.845,63.
Piso dos professores é obrigatório em todo o território nacional
O pagamento do novo piso salarial dos professores é obrigatório em
todo o território nacional. Quem efetua o pagamento para os professores
são os Estados e municípios, por meio do Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
Educação (Fundeb). Essa verba é disponibilizada pela União.
Piso salarial professores 2024
A cada ano, o piso salarial dos professores sofre reajuste. Por
enquanto, ainda não foram divulgados os valores que os profissionais da
categoria deverão receber como salário mínimo para a atuação na rede
pública de ensino, para 2024.