quarta-feira, 21 de junho de 2023

EQUIPE MOTIVADA E ENGAJADA TEM UM SENSO PRODUTIVO MELHOR

Valéria Bax – Master Business Coach e Mentora, Sócia do Instituto EVEX

Saiba quais são os principais desafios

Quando uma equipe está engajada, os membros são mais motivados, produtivos e têm um senso de propósito em relação ao seu trabalho. Eles estão dispostos a investir esforços extras, têm um alto nível de comprometimento com os objetivos da empresa e estão mais propensos a contribuir de maneira positiva para o ambiente de trabalho e para o sucesso da organização como um todo.

Valéria Bax, Master Business Coach e Mentora, Sócia do Instituto EVEX, explica que o engajamento da equipe é o nível de dedicação, entusiasmo e comprometimento dos membros da equipe em relação ao seu trabalho, aos objetivos organizacionais e ao sucesso geral da empresa. “É uma medida do vínculo emocional e psicológico que os colaboradores têm com a organização em que trabalham”, ressalta.

O comprometimento dos colaboradores é um fator crítico para o sucesso de qualquer negócio. É como em um jogo de futebol. Quando a equipe está entrosada e tem um técnico que joga junto, vencer passa a ser um objetivo de todos. Você tem no time pessoas mais produtivas, satisfeitas e propensas a permanecer mais tempo na empresa.

Desafios de construir uma equipe motivada

 Não ter uma comunicação clara e eficaz;

 Não reconhecer ou valorizar as conquistas das pessoas e da equipe;

 Não ter clareza dos objetivos da empresa, das áreas e de cada membro da equipe;

 Ter um ambiente onde existem muitos conflitos pessoais;

Sobrecarga de trabalho ou pressão equivocada;

 Não ter pessoas alinhadas com os valores da empresa.

Para se ter uma equipe motivada e engajada é importante ter uma comunicação clara e transparente a partir do líder. Reconhecer o trabalho bem feito e valorizar os esforços de forma autêntica, oferecer suporte e orientação para a equipe sempre que necessário, acompanhar e dar feedbacks assertivos e construir uma cultura forte que seja positiva, gera autonomia e equilíbrio. “Com uma equipe motivada os desafios ficam mais leves, as pessoas mais participativas e se sentem parte da empresa. Os resultados ficam mais fáceis de serem alcançados”, destaca Valéria.

A STARTUP VALEON OFERECE SEUS SERVIÇOS AOS EMPRESÁRIOS DO VALE DO AÇO

Moysés Peruhype Carlech

A Startup Valeon, um site marketplace de Ipatinga-MG, que faz divulgação de todas as empresas da região do Vale do Aço, chama a atenção para as seguintes questões:

• O comércio eletrônico vendeu mais de 260 bilhões em 2021 e superou pela primeira vez os shopping centers, que faturou mais de 175 bilhões.

• Estima-se que mais de 35 bilhões de vendas dos shoppings foram migradas

para o online, um sintoma da inadequação do canal ao crescimento digital.

• Ou seja, não existe mais a possibilidade de se trabalhar apenas no offline.

• É hora de migrar para o digital de maneira inteligente, estratégica e intensiva.

• Investir em sistemas inovadores permitirá que o seu negócio se expanda, seja através de mobilidade, geolocalização, comunicação, vendas, etc.

• Temas importantes para discussão dos Shoppings Centers e do Comércio em Geral:

a) Digitalização dos Lojistas;

b) Apoio aos lojistas;

c) Captura e gestão de dados;

d) Arquitetura de experiências;

e) Contribuição maior da área Mall e mídia;

f) Evolução do tenant mix;

g) Propósito, sustentabilidade, diversidade e inclusão;

h) O impacto do universo digital e das novas tecnologias no setor varejista;

i) Convergência do varejo físico e online;

j) Criação de ambientes flexíveis para atrair clientes mais jovens;

k) Aceleração de colaboração entre +varejistas e shoppings;

l) Incorporação da ideia de pontos de distribuição;

m) Surgimento de um cenário mais favorável ao investimento.

Vantagens competitivas da Startup Valeon:

• Toda Startup quando entra no mercado possui o sonho de se tornar rapidamente reconhecida e desenvolvida no seu ramo de atuação e a Startup Valeon não foge disso, fazem dois anos que estamos batalhando para conquistarmos esse mercado aqui do Vale do Aço.

• Essa ascensão fica mais fácil de ser alcançada quando podemos contar com apoio dos parceiros já consolidados no mercado e que estejam dispostos a investir na execução de nossas ideias e a escolha desses parceiros para nós está na preferência dos empresários aqui do Vale do Aço para os nossos serviços.

• Parcerias nesse sentido têm se tornado cada vez mais comuns, pois são capazes de proporcionar vantagens recíprocas aos envolvidos.

• A Startup Valeon é inovadora e focada em produzir soluções em tecnologia e estamos diariamente à procura do inédito.

• O Site desenvolvido pela Startup Valeon, focou nas necessidades do mercado e na falta de um Marketplace para resolver alguns problemas desse mercado e em especial viemos para ser mais um complemento na divulgação de suas Empresas e durante esses dois anos de nosso funcionamento procuramos preencher as lacunas do mercado com tecnologia, inovação com soluções tecnológicas que facilitam a rotina dessa grande empresa. Temos a missão de surpreender constantemente, antecipar tendências, inovar. Precisamos estar em constante evolução para nos manter alinhados com os desejos do consumidor. Por isso, pensamos em como fazer a diferença buscando estar sempre um passo à frente.

• Temos a plena certeza que estamos solucionando vários problemas de divulgação de suas empresas e bem como contribuindo com o seu faturamento através da nossa grande audiência e de muitos acessos ao site (https://valedoacoonline.com.br/) que completou ter mais de 100.000 acessos.

Provas de Benefícios que o nosso site produz e proporciona:

• Fazemos muito mais que aumentar as suas vendas com a utilização das nossas ferramentas de marketing;

• Atraímos visualmente mais clientes;

• Somos mais dinâmicos;

• Somos mais assertivos nas recomendações dos produtos e promoções;

• O nosso site é otimizado para aproveitar todos os visitantes;

• Proporcionamos aumento do tráfego orgânico.

• Fazemos vários investimentos em marketing como anúncios em buscadores, redes sociais e em várias publicidades online para impulsionar o potencial das lojas inscritas no nosso site e aumentar as suas vendas.

Proposta:

Nós da Startup Valeon, oferecemos para continuar a divulgação de suas Empresas na nossa máquina de vendas, continuando as atividades de divulgação e propaganda com preços bem competitivos, bem menores do que os valores propostos pelos nossos concorrentes offlines.

Pretendemos ainda, fazer uma página no site da Valeon para cada empresa contendo: fotos, endereços, produtos, promoções, endereços, telefone, WhatsApp, etc.

O site da Valeon é uma HOMENAGEM AO VALE DO AÇO e esperamos que seja também uma SURPRESA para os lojistas dessa nossa região do Vale do Aço.

VOCÊ CONHECE A ValeOn?

A MÁQUINA DE VENDAS ONLINE DO VALE DO AÇO

TEM TUDO QUE VOCÊ PRECISA!

A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

A Startup Valeon um marketplace aqui do Vale do Aço volta a oferecer novamente os seus serviços de prestação de serviços de divulgação de suas empresas no nosso site que é uma Plataforma Comercial, o que aliás, já estamos fazendo há algum tempo, por nossa livre e espontânea vontade, e desejamos que essa parceria com a sua empresa seja oficializada.

A exemplo de outras empresas pelo país, elas estão levando para o ambiente virtual as suas lojas em operações que reúnem as melhores marcas do varejo e um mix de opções.

O objetivo desse projeto é facilitar esse relacionamento com o cliente, facilitando a compra virtual e oferecer mais um canal de compra, que se tornou ainda mais relevante após a pandemia.

Um dos pontos focais dessa nossa proposta é o lojista que pode tirar o máximo de possibilidade de venda por meio da nossa plataforma. A começar pela nossa taxa de remuneração da operação que é muito abaixo do valor praticado pelo mercado.

Vamos agora, enumerar uma série de vantagens competitivas que oferecemos na nossa Plataforma Comercial Valeon:

  • O Site Valeon é bem elaborado, com layout diferenciado e único, tem bom market fit que agrada ao mercado e aos clientes.
  • A Plataforma Valeon tem imagens diferenciadas com separação das lojas por categorias, com a descrição dos produtos e acesso ao site de cada loja, tudo isso numa vitrine virtual que possibilita a comunicação dos clientes com as lojas.
  • Não se trata da digitalização da compra nas lojas e sim trata-se da integração dos ambientes online e offline na jornada da compra.
  • No país, as lojas online, que também contam com lojas físicas, cresceram três vezes mais que as puramente virtuais e com relação às retiradas, estudos demonstram que 67% dos consumidores que compram online preferem retirar o produto em lojas físicas.
  • O número de visitantes do Site da Valeon (https://valedoacoonline.com.br/)  tem crescido exponencialmente, até o momento, temos mais de 221.000 visitantes e o site (https://valeonnoticias.com.br/) também nosso tem mais de 5.800.000 de visitantes.
  • O site Valeon oferece ao consumidor a oportunidade de comprar da sua loja favorita pelo smartphone ou computador, em casa, e ainda poder retirar ou receber o pedido com rapidez.
  • A Plataforma Comercial da Valeon difere dos outros marketplaces por oferecer além da exposição das empresas, seus produtos e promoções, tem outras formas de atrair a atenção dos internautas como: empresas, serviços, turismo, cinemas e diversão no Shopping, ofertas de produtos dos supermercados, revenda de veículos usados, notícias locais do Brasil e do Mundo, diversão de músicas, rádios e Gossip.

                                                                                                                                                                   Nós somos a mudança, não somos ainda uma empresa tradicional. Crescemos tantas vezes ao longo do ano, que mal conseguimos contar. Nossa história ainda é curta, mas sabemos que ela está apenas começando.

Afinal, espera-se tudo de uma startup que costuma triplicar seu crescimento, não é?

Colocamos todo esse potencial criativo para a decisão dos senhores donos das empresas e os consumidores.

E-Mail: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

Fones: (31) 98428-0590 / (31) 3827-2297

 

terça-feira, 20 de junho de 2023

O GOVERNO LULA ESTÁ COM PROBLEMAS DE COMUNICAÇÃO EM TODOS OS NÍVEIS

Gargalo do Governo
Comunicação do governo é alvo de críticas até de aliados e força Lula a tentar nova estratégia
Por
Wesley Oliveira – Gazeta do Povo
Brasília


Lula, ministro da Secom, Paulo Pimenta, e Marcos Uchôa durante a segunda live presidencial| Foto: Ricardo Stuckert/Palácio do Planalto

Alvo de críticas até por aliados do Palácio do Planalto, a comunicação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido um dos principais gargalos do Executivo nesses primeiros seis meses de mandato. Na reunião ministerial da última quinta-feira (15), o petista voltou a cobrar uma reorganização desse setor. Na nova estratégia, Lula pretende favorecer, por exemplo, a comunicação por meio das rádios.

Durante o encontro com os ministros, Lula defendeu que haja um alinhamento de todas as pastas com a Secretaria de Comunicação (Secom) para evitar divulgações desalinhadas com o Planalto. Além disso, ele frisou que as políticas implantadas sejam “de governo” e não de ministros.

“Vai ter uma discussão sobre a relação dos ministros com a Secom. É importante que a gente saiba. A gente pode fazer divulgação das coisas que a gente faz, com muito mais profissionalismo, se a gente tiver o mínimo de educação de fazer as coisas coletivamente”, disse Lula durante a abertura do encontro.

Paralelamente, Lula fez um aceno para o ministro da Secom, Paulo Pimenta, que passou a ser alvo de críticas por sua atuação no governo. “É pra isso que colocamos o Paulo Pimenta, figura simpática, alegre e sorridente, para coordenar a nossa comunicação”, completou o petista.

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Em uma nova estratégia para tentar ampliar o alcance da comunicação do governo federal, a Secom lançou um podcast com Lula para falar sobre as ações da gestão petista. O programa, no entanto, tem atingido baixos índices de audiência.

Nesta segunda-feira (19), por exemplo, a segunda edição do programa “Conversa com o Presidente” registrou pouco mais de 7 mil acessos simultâneos no canal do petista no YouTube. Na edição da semana passada esse número foi ainda menor, com cerca de 5,8 mil visualizações simultâneas. A transmissão, prevista para ocorrer semanalmente às terças-feiras, foi antecipada porque Lula embarca para a viagem à Europa na noite desta segunda.

Os integrantes do governo, no entanto, minimizam a baixa audiência e avaliam que o objetivo do modelo da live não é atingir grandes índices no momento da transmissão, mas sim colocar pautas consideradas positivas pelo governo na agenda da imprensa e das redes sociais.

Apesar do discurso, a Secom pretende liberar o sinal das lives para todas as rádios que mostrarem interesse em retransmiti-la.

A avaliação interna é de que o horário da transmissão, que ocorre por volta das 9h da manhã, beneficia os ouvintes de rádio em todo o país. Ou seja, nos cálculos do governo, a estratégia de transmitir uma agenda positiva da gestão petista pode atingir principalmente o eleitorado do interior do país. A expectativa é de que a disponibilização do sinal ocorra já nas próximas edições.

Outro ponto que a Secom vai investir será nos “cortes” dos melhores momentos do programa como forma de tentar ampliar a repercussão nas redes sociais.

Governo quer apostar em entrevistas para rádios estaduais
Além disso, o Planalto vai investir numa estratégia para que o petista sempre conceda entrevistas para um pool de rádios sempre que for visitar um determinado estado. Nesta semana, por exemplo, Lula falou com rádios de Goiás antes de visitar a cidade de Rio Verde para inaugurar a obra de uma ferrovia na região.

Na ocasião, o petista aproveitou para fazer sinalizações, principalmente para o agronegócio e para o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). Foi uma tentativa aproximação de Lula após sucessivas declarações contra o setor. O presidente, inclusive, já chamou empresários do agro de “fascistas e negacionistas”.

O aceno também foi uma forma de tentar aumentar o apoio a Lula na região. No segundo turno da eleição de 2022, o ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu aproximadamente 60% dos votos, ante 38% para o petista.

“Goiás é um estado muito importante no trânsito dos produtos deste país, sobretudo para agricultura e nós vamos fazer de tudo para ajudá-lo, pode ter certeza”, disse Lula durante a entrevista.

Comunicação do governo foi criticada por aliados de Lula
As dificuldades de comunicação viraram um dos temas recorrentes das conversas de Lula com parlamentares da base nas últimas semanas. Como a Gazeta do Povo mostrou, Pimenta vinha sendo alvo de “fogo amigo” entre os integrantes do próprio governo por causa de sua atuação no governo Lula.

Recentemente, por exemplo, o chefe da Secom entrou em embate com o deputado André Janones (Avante-MG), que foi um dos principais articuladores da campanha petista. Em entrevista à GloboNews, o deputado mineiro disse que parte da dificuldade de negociação que o governo tem enfrentado no Congresso está relacionado à comunicação.

Janones afirmou que o governo não consegue pautar as discussões nas redes sociais, por exemplo. “Então, na minha opinião, a gente está sendo derrotado na disputa das narrativas. Ao perder a disputa de narrativas, o nosso poder de negociação se fragiliza”, disse.

O deputado foi rebatido pelo ministro. Pimenta afirmou que a comunicação do governo deve adotar uma postura menos incisiva do que a do período eleitoral. “Passada a eleição, quem ganha tem que governar para todos. O Lula é o presidente de todos os brasileiros e brasileiras. Para isso, não podemos ter uma comunicação que alimente esse ambiente, que foi um ambiente, de certa forma, que fez com o que o Brasil passasse a conviver com intolerância, ódio, violência”, argumentou.

Além desse episódio com Janones, Pimenta virou alvo de críticas internas depois que ele chegou a anunciar que haveria o corte do patrocínio do Banco do Brasil à Agrishow, maior feira agrícola da América Latina, o que não ocorreu. A crise ganhou repercussão depois que o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, desistiu de participar do evento devido ao convite feito ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com integrantes do Planalto, Pimenta anunciou a suposta retirada do patrocínio da instituição sem um alinhamento prévio com os demais setores do Executivo.

Para o ministro, no entanto, os aliados do governo Lula talvez esperassem um novo “gabinete do ódio”. “Parte da nossa base talvez tenha imaginado que nós seríamos um gabinete do ódio ao contrário, mas não é esse o papel da Secom”, completou em entrevista à GloboNews.

Secom tem usado redes do Planalto para ironizar adversários políticos 
Em outra frente, a Secom tem usado os perfis oficiais do governo para ironizar os principais opositores de Lula. No episódio mais recente, a pasta fez uma postagem que simulava um PowerPoint sobre os 137 dias do mandatário. Era uma referência à cassação do deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR).

No post, a comunicação celebrava feitos da gestão Lula como a queda da inflação e a valorização do salário mínimo, no mesmo modelo de diagramação de uma apresentação realizada pelo então procurador da República, enquanto coordenador da Operação Lava Jato, a promotores em setembro de 2016. Na ocasião, ele acusou o petista de liderar um grupo criminoso de desvio de dinheiro na Petrobras no caso do triplex.

Antes disso, a pasta aproveitou a operação da Polícia Federal que investiga suposta inserção de dados falsos no cartão de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro para publicar uma montagem nas redes sociais com uma imagem do Zé Gotinha e a mensagem “vai viajar para o exterior? Regularize suas vacinas”.


Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/comunicacao-do-governo-e-alvo-de-criticas-ate-de-aliados-e-forca-lula-a-tentar-nova-estrategia/
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ETERNA REFORMA TRIBUTÁRIA É O NOSSO FRANKENSTEIN A SER DESTRUÍDO

 

Editorial
Por
Gazeta do Povo


Tributação sobre consumo de produtos e serviços no Brasil está entre as mais complexas do mundo.| Foto: Marcelo Andrade/arquivo / Gazeta do Povo

O Brasil segue envolvido com a eterna reforma tributária em andamento no Congresso Nacional. Em 6 de junho, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) apresentou relatório ao grupo de trabalho (GT) que discute o assunto na Câmara dos Deputados. A pretensão é que esse texto, aprovado no GT, seja a base para a elaboração de um substitutivo à PEC 45/2019, a ser votado diretamente em plenário, provavelmente no início de julho. O relatório do GT tem 92 páginas e as atividades do grupo, formado por 13 integrantes, foram divididas em duas partes: um histórico do sistema tributário brasileiro e a exposição das conclusões a que chegou o GT. O relatório segue na direção das propostas feitas pelas PECs 45 e 110/2019 sobre a simplificação de impostos sobre o consumo, o fim da cumulatividade e a cobrança no destino de consumo do produto.

A primeira observação, com a qual concordam praticamente todos os parlamentares integrantes do GT, é que o sistema tributário atual sobre o consumo é complexo, disfuncional, ineficiente, desequilibrado e injusto. O documento lista 16 causas que resultaram no monstro tributário, um verdadeiro Frankenstein que coloca o Brasil como um dos cinco piores sistemas tributários do mundo. Tornou-se consenso entre empresários, economistas, advogados tributários e especialistas sobre impactos econômicos da tributação que o Brasil chegou até aqui com dois grandes blocos de tributos cheios de distorções. Um bloco é o dos tributos sobre renda, que a rigor não é dos piores – pelo contrário: o Imposto de Renda chega a ser simples e de fácil execução, até mesmo melhor que seu similar em muitos países desenvolvidos. O segundo bloco é a estrutura tributária sobre consumo; esta, sim, é um castelo eivado de deformidades gravíssimas.

Mesmo aceitando que é lógico um sistema que tribute, de um lado, a renda de pessoas físicas e pessoas jurídicas – caso do Imposto do Renda – e, de outro lado, tribute o consumo, as décadas de distorções e remendos produziram um monstrengo completamente insano sob qualquer ângulo analisado. Mas não se trata apenas de um castelo de distorções legais. A tributação sobre consumo no Brasil prejudica a economia, distorce a lógica tributária, torna impossível a funcionalidade, forma um emaranhado que ninguém consegue entender em sua amplitude e responde pelo gigantesco contencioso que entope o Poder Judiciário de processos e litígios entre contribuintes e governo, numa orgia jurídica absolutamente insana e interminável.

Não existe nada no mundo similar em normas e essência ao monstruoso sistema tributário brasileiro sobre consumo

Pode-se começar citando algo que qualquer iniciante em economia e tributação sabe ser um defeito grave: o fato de haver cinco tributos sobre o consumo, cada um com sua montanha de leis e regulamentos difíceis de conhecer e cumprir. A base de consumo é tributada por cinco tributos diferentes, de competência das três esferas federativas. No nível federal, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); nos estados, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); nos municípios, o Imposto sobre Serviços (ISS).

Não existe nada no mundo similar em normas e essência ao sistema tributário brasileiro sobre consumo. Cada ente federativo tem sua própria competência para legislar sobre normas específicas do imposto sobre o consumo. O país tem 26 estados, Distrito Federal e 5.570 municípios com competência para, além da União federal, legislar, cobrar e fiscalizar os tributos em sua alçada, fazendo que, além de todos os males já considerados, o custo financeiro do sistema tributário seja fator de desperdício, excessivo custo de obediência, insegurança jurídica e desestímulo à atividade econômica.

Chega a ser estranho como o Brasil conseguiu construir esse bloco de tributação sobre o consumo e com ele conviver tanto tempo, sem se dar conta da deformação que foi criada e piorada ano a ano com efeito de freio ao crescimento econômico e ao desenvolvimento social. Trata-se de um caso quase único de deformação, cabendo perguntar como foi possível isso acontecer sem que nenhum governo tivesse interrompido o processo de distorções em alguma etapa da construção perversa. Vale lembrar que, sempre com apreço à tese de que a soma de dois erros dá um acerto, o governo e o sistema de leis brasileiros aprovaram determinados remendos na tentativa de aliviar distorções, a exemplo da concessão por entes subnacionais de benefícios fiscais para atrair investimentos, com agravamento da ineficiência na alocação de recursos e indução ao que passou a ser chamado de “guerra fiscal”.

VEJA TAMBÉM:
O erro de tratar o setor produtivo como inimigo (editorial de 8 de junho de 2023)
A Estratégia Federal de Desenvolvimento e o Brasil de 2030 (editorial de 2 de junho de 2023)
Ineficiência, corrupção e concentração de renda (editorial de 26 de maio de 2023)


A diferença de tributação entre entes federativos – especialmente estados e municípios – e a manutenção de diversos tributos sobre o consumo afastam investimentos estrangeiros no país em face da complexidade existente no manicômio de leis, normas e regulamentos específicos de cada ente tributador. Tudo isso ajudou a criar uma estrutura que trata de forma diferente a tributação sobre consumo de bens e a tributação sobre consumo de serviços, coisa estranha se comparada aos padrões existentes nas principais economias do mundo. A ideia teórica de tributar consumo não distingue se o ato de consumir se dá pelo uso de um bem material ou um serviço e, mesmo que houvesse alguma lógica na distinção entre ambos, ela não seria lógica se feita da forma e proporção como se faz no Brasil.

Em resumo, do ponto de vista teórico econômico e segundo a lógica tributária, a estrutura tributária brasileira atingiu um ponto de distorção e descontrole que alguma reforma que mitigue pelo menos um pouco o monstro, como as tentativas de unificação de impostos previstas nas PECs 45 e 110, precisa ser levada adiante. A sociedade tem o direito de pedir aos políticos que desmontem a arapuca que o setor estatal montou com a aprovação dos representantes do povo e que atingiu um ponto tão grave que ou se conserta (ainda que um pouco) o problema, ou o país chegará a um ponto de colapso tributário com sérias consequências em atraso econômico e baixo crescimento.

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/reformar-o-frankenstein-tributario/
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STF AINDA SE INSPIRA NA LEI DA DITADURA PARA PROFERIR DESPACHOS E SENTENÇAS

 

Artigo
Censurado por “subversão”: lei da ditadura serve de inspiração para STF
Por
Hugo Freitas Reis, especial para a Gazeta do Povo


Ministro Alexandre de Moraes durante sessão no STF.| Foto: Nelson Jr./SCO/STF

O apresentador de podcasts Bruno Monteiro Aiub, o Monark, foi alvo de nova ordem de bloqueio de redes sociais, divulgada nesta quarta-feira (14), proferida pelo ministro do STF Alexandre de Moraes no âmbito do Inquérito 4.923, desdobramento do Inquérito das Fake News, também chamado por alguns de “Inquérito do Fim do Mundo”. O episódio suscitou controvérsia, levantando as mesmas duas perguntas que periodicamente retornam ao noticiário em se tratando do mencionado inquérito: 1) isso é crime?; 2) um ministro do Superior Tribunal Federal tem poderes para fazer isso?

No mais das vezes, a resposta para as duas perguntas tem sido não. Ao menos, segundo a lei brasileira atual. Mas uma leitura de leis antigas, já revogadas, de períodos menos democráticos da nossa história, pode produzir conclusões surpreendentes.

O nascimento do “Inquérito do Fim do Mundo”
O episódio mais polêmico do Inquérito do Fim do Mundo foi a sua instauração, promovida, recorde-se, em reação a cidadãos privados que, por meios diversos, tinham proferido palavras críticas ou danosas à reputação de ministros do STF. Até onde se saiba, nenhum destes cidadãos fazia parte do seleto rol de autoridades cujos crimes, pela Constituição, devem ser julgados pelo tribunal.

Assim, desde o início, já se tinha um óbvio problema de incompetência de juízo (o mesmo fundamento, por exemplo, que, dois anos depois, seria invocado pelo próprio tribunal para anular as condenações do ex-presidente Lula). Se os ministros do STF já não tinham autoridade legal para julgar os supostos crimes, atrair os casos para a sua alçada se tornava ainda mais temerário pelo fato de os próprios ministros figurarem como vítimas, dando margem a um potencial problema processual ainda mais grave, o impedimento ou suspeição do juízo.

Como se não bastassem estes problemas, a forma de determinação da relatoria do inquérito, dentro do tribunal, foi em si mesma controversa.

No nosso sistema jurídico, a atribuição de juiz à causa é feita por sorteio. As razões disto são óbvias: a regra se destina a fornecer uma camada a mais de garantia de imparcialidade, evitando tanto o forum shopping (a escolha estratégica, por uma das partes, de um juiz ou órgão judicial específico, tendo razões para escolher um que considere mais favorável para si) quanto a ação voluntariosa de juízes, que, de outra forma, poderiam tomar a iniciativa de se adiantar aos outros na assunção de casos, o que sugeriria um ânimo incompatível com a imparcialidade.

No entanto, o então presidente do tribunal, Dias Toffoli (ele próprio vítima dos primeiros supostos crimes a serem alvos de medida cautelar), ao instaurar o inquérito de ofício, deixou de aplicar a regra do sorteio, escolhendo a dedo o ministro Alexandre de Moraes para conduzir o inquérito.

O que dava ao presidente do STF poderes para proceder desta forma? Toffoli invocou o art. 43 do Regimento Interno do STF: “Ocorrendo infração à lei penal na sede ou dependência do Tribunal, o Presidente instaurará inquérito, se envolver autoridade ou pessoa sujeita à sua jurisdição, ou delegará esta atribuição a outro Ministro.”

Ocorre que é evidente a olho nu que o artigo não se aplicava ao caso, seja porque não se cogitava que qualquer (suposta) infração à lei tivesse ocorrido dentro do tribunal (mas sim, por exemplo, na distante redação d’O Antagonista), seja porque, independentemente disto, nem sequer se cogitava que as supostas infrações envolvessem pessoa sujeita à jurisdição do STF. Como já foi dito, tratavam-se de cidadãos privados, com foro na Justiça comum ­— alguns dos quais já tinham, inclusive, sido julgados e inocentados por esta, tornando o Inquérito 4.781, além de tudo, eivado de ofensa à autoridade da coisa julgada dos demais juízes.

Portanto, o art. 43 do Regimento Interno não era capaz de fornecer a resposta.

A resposta estava no Brasil colônia

Esta situação, naturalmente, provocou perplexidade na comunidade jurídica, que, por mais que se esforçasse em procurar, não conseguia encontrar em todo o ordenamento brasileiro qualquer dispositivo que autorizasse os procedimentos adotados pelo STF.

O problema, o tempo todo, foi que se limitaram a consultar as leis que ainda eram vigentes.

Por acaso, certa vez consultei as antigas Ordenações Filipinas, promulgadas pela monarquia absolutista portuguesa em 1603 e vigentes no Brasil durante séculos. Sua aplicação mais famosa, certamente, foi o esquartejamento de Tiradentes, com cada um de seus pedaços (cabeça, braços) sendo exibido em uma cidade diferente, para advertir a população do que acontecia com o súdito que fosse insubordinado ao seu soberano. O aspecto brutal da lei às sensibilidades atuais se deve ao seu contexto pré-iluminista, em que pouco zelo havia em limitar os poderes das autoridades de Estado.

Um dos dispositivos das Ordenações tem surpreendente semelhança com a situação narrada. Trata-se da seção intitulada “Dos que dizem mal del-Rey”, com o seguinte tipo penal: “O que disser mal de seu Rey, não será julgado per outro Juiz, senão per elle mesmo, ou per as pessoas, a quem o elle em special commeter. E ser-lhe-ha dada a pena confórme a qualidade das palavras, pessoa, tempo, modo e tenção, com que forem ditas. A qual pena, se poderá estender até morte inclusive, tendo as palavras taes qualidades, porque a mereça.”

O caso Monark
Quem leu a decisão determinando nova censura aos canais de Monark se surpreendeu pela ausência de referência a qualquer crime que o apresentador pudesse ter cometido. Talvez seja útil repetir a técnica da pesquisa histórica, para desvanecer também aqui a perplexidade.

Embora a decisão não cite nenhum artigo de lei, nela, o ministro Alexandre de Moraes faz abundantes referências a “notícias falsas” e descreve os discursos de Monark como tendo conteúdo de “subversão”. Esta palavra soou antiquada ao meu ouvido, remetendo a contextos ditatoriais. Realizei então uma pesquisa da palavra na base de dados da legislação brasileira.

Algumas poucas leis usam “subversão” para se referir a motins de detentos em estabelecimentos prisionais, a serem reprimidos pelos agentes penitenciários.

Quase todas as outras são leis da ditadura militar, hoje revogadas ou não-recepcionadas, voltadas, presumivelmente, à repressão dos subversivos comunistas. As leis restantes eram as primeiras versões da Lei de Segurança Nacional, promulgadas por Getúlio Vargas, antes de serem substituídas pela Lei de Segurança Nacional da ditadura militar, em 1983. Esta versão chegou a ser usada pelo STF no Inquérito do Fim do Mundo, antes de ser revogada em 2021, por uma lei que já não mais usa o termo “subversão”, retirando-o da lei criminal brasileira.

De todas essas leis abolidas, a melhor candidata para fundamentar as medidas hodiernas do STF é a Lei de Imprensa, de 1967 — paradoxalmente, declarada pelo próprio tribunal como não-recepcionada pela Constituição de 1988 —, que, além de reprimir a subversão, também criminalizava, ora vejam, “notícias falsas” (“ou fatos verdadeiros truncados ou deturpados”, donde se vê que, à frente do seu tempo, a lei já previa o moderníssimo conceito de “desordem informacional”) e proibia conteúdo que atentasse contra a “moral” (evocando os termos da acusação feita pelo ministro Alexandre para criminalizar a manifestação do Telegram contra o PL da Censura).

Os insatisfeitos com a derrota do PL da Censura no Congresso têm feito apelo para que o STF imponha as novas regras de censura mesmo assim, na marra. O ministro Alexandre de Moraes já fez insinuação neste sentido. Fica, então, a sugestão para uma forma inteligente de fazê-lo, dadas as limitações de um Poder que, teoricamente, não poderia criar leis: se o tribunal já disse que certas leis são incompatíveis com a Constituição, basta desdizer. Ressuscitem as leis da ditadura.

Hugo Freitas é mestre em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais


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SUCESSO NO CAMPO SERVE PARA LULA SE AUTO-PROMOVER

PIB
Depois de xingar o agro, Lula usa sucesso do campo para se promover

Por
Alexandre Garcia – Gazeta do Povo


Agronegócio ajudou a impulsionar o PIB do primeiro trimestre.| Foto: Michel Willian/Gazeta do Povo/Michel Willian/Gazeta do Povo

Pois é: Lula chamou o agro de fascista, de negacionista, mas se aproveitou do agro para o seu governo dizer que estamos crescendo. É que o agro cresceu 23% no primeiro trimestre, com tudo aquilo que foi plantado no ano passado, e com isso subiu o PIB. Por enquanto, são consequências, principalmente, da política monetária do Banco Central, de proteger a moeda e o crédito. Essa é a função dele. Está mantendo a taxa Selic enquanto houver sinais de inflação em outros países. Nos Estados Unidos, o banco central de lá, o Fed, aumentou a taxa de juros por dez reuniões consecutivas e agora, pela primeira vez, está mantendo para observar. Os juros lá estão entre 5% e 5,25%, o que é muito alto para os EUA. Já o Banco Central Europeu está com taxa de 4%, que também é altíssima. Todo mundo sabe que lá na Europa os bancos praticamente não pagam juros, porque o juro é baixíssimo. Esta é a mais alta taxa dos últimos 22 anos na Europa, imaginem só.

Mas o Congresso também fez sua parte impedindo loucuras como voltar a estatizar a Eletrobras, acabar com o Marco do Saneamento, mexer no Banco Central, agora o governo está querendo a maluquice de desfazer a reforma trabalhista. Estão falando menos nisso tudo porque não se brinca com dinheiro. Dizem que o dinheiro não aceita desaforo. É uma questão de credibilidade.

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Acho que poucos vão lembrar do milagre brasileiro. Eu lembro muito bem porque eu trabalhava no setor de Economia do Jornal do Brasil e cobri o milagre econômico. Delfim Netto era o mago das finanças. O presidente Médici entrava no Maracanã e sua presença era anunciada no alto-falante, porque ele recebia um aplauso incrível por causa do milagre brasileiro. Estava todo mundo empregado, o Brasil crescia 11,2% em média por ano – houve um ano em que cresceu 14%. Conto isso porque infelizmente não estamos vendo agora – ao menos eu não estou vendo – o fator que provocou o milagre brasileiro: otimismo e entusiasmo. O que estou vendo é o contrário, principalmente no agro, que está sentindo essa história de marco temporal, ameaça fundiária, apoio ao MST, Marina vetando tudo, declarações do presidente da República contra os que semeiam suor… E o segundo grande setor do PIB, o de serviços, também é atingido na área urbana, eu vejo o cuidado. Depois não vamos dizer que nos surpreendemos. Não se brinca com credibilidade, o dinheiro não aceita desaforo. Ainda bem que o Congresso reagiu, e é bom que o Congresso continue pensando a respeito disso.

Juíza que substituiu Moro enfim se livra da Lava Jato 
A juíza Gabriela Hardt, que substituiu Sergio Moro e depois foi substituída por esse Eduardo Appio, que está sob investigação por andar fazendo ameaças, enfim se livrou da Lava Jato. Ela não aguentava mais; deve ser decepção com essas coisas que nos decepcionam também. Hardt queria ir para Florianópolis, mas não conseguiu; agora, foi para a 3.ª Turma Recursal do Paraná, ainda em Curitiba. E para a 13.ª Vara Federal de Curitiba (eu acho que o número 13 caiu direitinho em cima) vai o juiz Fábio Nunes de Martino, de Ponta Grossa.


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VIAGENS DE LULA PARA O EXTERIOR DÃO O QUE FALAR

 

Por
J.R. Guzzo – Gazeta do Povo


Presidente Lula foi acompanhado de 40 autoridades em sua viagem à China, em abril de 2023.| Foto: Ricardo Stuckert/PR

Não demorou; nunca demora. Eis aí o presidente da República, mais uma vez, se atirando de cabeça em sua obsessão preferida como homem de governo – viajar para o exterior, no jato presidencial, onde tem quarto de casal e sala privativa, com tudo pago pelo governo. (Pelo governo não: tudo é pago por você e seus impostos.)

Vai agora ver o papa em Roma, além de um sociólogo, e participar de um evento em Paris; não há, nem em Roma e nem em Paris, nenhuma possibilidade de acontecer alguma coisa que possa interessar, mesmo de longe, o cidadão que está pagando a conta. É a sétima viagem em menos de seis meses, coisa que nenhum outro presidente do planeta conseguiu fazer no mesmo período. Já deu o equivalente a duas voltas inteiras ao mundo.

Ficou 28 dias fora do Brasil, mais do que viajou aqui dentro. Já tirou foto com 30 líderes estrangeiros – embora só tenha recebido nove deputados dos partidos de sua “base”. Não conseguiu nada de útil para o Brasil e para os brasileiros com essas viagens todas; ao contrário, só criou problema, basicamente porque nunca falou tanta bobagem na vida quanto no desfile permanente que faz pelo exterior desde que assumiu a presidência.

Eis aí o presidente da República, mais uma vez, se atirando de cabeça em sua obsessão preferida como homem de governo – viajar para o exterior.

As viagens em massa servem para Lula se ausentar do exame, debate e solução de qualquer questão de governo, num momento em que o Brasil está atolado até a cabeça em questões que não são sequer entendidas por ele, e muito menos resolvidas; sem resolver nada por aqui, escapa para o exterior, onde prejudica o interesse nacional e impressiona os jornalistas fazendo o papel de “líder mundial”. É uma piada, a cada vez que decola – e uma piada muito cara.

Em Londres, Lula foi capaz de ocupar 57 quartos de um hotel onde a diária da suíte “master” custa quase 40 mil reais. Como é possível alguém ocupar 57 quartos de hotel com uma comitiva oficial? Ele foi lá assistir a coroação do rei Charles III, só isso – porque raios precisaria levar esse mundo de gente? Só em aluguel de carros, gastaram 250 mil dólares, ou cerca de 1,3 milhão de reais, uma quantia que a maioria dos brasileiros não conseguirá ganhar durante todas as suas vidas. A conta, no fim, passou dos 3 milhões de reais. No Japão, pouco tempo depois, já gastou o dobro – foram 6 milhões, turbinados pela maior fixação do PT e arredores, o cartão de crédito “corporativo”. É extraordinário, para um país que segundo o próprio Lula, tem “33 milhões” de pessoas “passando fome”, ou mesmo “120 milhões”, nas contas da sua ministra do Meio Ambiente.

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O programa estratégico de Lula é atender suas próprias vontades
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Lula finge que está fazendo “política externa”. Mas o que faz, na prática, é o mais alucinado programa turístico, com despesas de sultão, que um primeiro casal brasileiro já foi capaz de montar. Agora, por exemplo, vai fazer de conta que fala com o presidente Emmanuel Macron. Macron vai fazer de conta que fala com ele. O intérprete vai fazer de conta que traduz. Tem sido isso, e mais disso, desde a sua primeira viagem – quando foi à Argentina e prometeu construir lá o gasoduto de “Vaca Muerta” (é isso mesmo), a única obra pública de porte que o seu governo anunciou até agora.

Lula, na verdade, não faz diplomacia. Apenas repete, em termos gerais, o que ouve do comissário para assuntos externos, o ex-ministro Celso Amorim – que vive mais ou menos uns 70 anos atrás e, reproduz, nas instruções que dá ao presidente, o programa de política exterior de um centro acadêmico estudantil. Não pode sair nada de bom dessa salada.


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LIVE DE LULA FALA DE PASSARINHOS E CELEBRA A SUA PRÓPRIA VITÓRIA

Parabéns!

Por
Paulo Polzonoff Jr. – Gazeta do Povo


Lula fazendo o L ou o L fazendo o Lula? Jamais saberemos…| Foto: Reprodução/ Twitter

Ontem Lula fez mais uma de suas (dele) lives com Marcos Uchôa. Não sei se você viu. Não sei se alguém viu. Não sei nem se os petistas viram. De qualquer modo, assisti a um recorte, como dizem os jovens. Nesse trecho, um Lula quase franciscano falava de passarinhos e celebrava sua própria vitória e a vitória de seu partido oh-tão-puro sobre o ódio, o fascismo – ou qualquer outro moinho de vento do tipo.

Um pouco por masoquismo e outro tanto porque eu tinha que fazer hora antes do barbeiro, fiquei assistindo àquilo repetidamente. Reparando em cada expressão do rosto do efelentífimo. “Ó o passarinho cantando, ó. Que coisa bonita!”, diz Lula, os olhinhos semicerrados de prazer, para em seguida emendar que nas lives do ex-presidente Jair Bolsonaro não tinha nada disso. “Aqui é beleza, aqui é natureza, aqui é tranquilidade e passividade”, arremata, praticamente compondo uma música do Caetano. Ou do Nando Reis.

Aí, quanto mais assistia ao vídeo, mais me lembrava do Meu Amigo Petista (MAP). Cujo nome não posso citar porque ele tem vergonha. “Vai que o povo do trabalho descobre”, me diz ele, justificando a opção pelo anonimato. Como se ninguém tivesse notado a sua felicidade pós-eleitoral, né, cara? Não hesitei. Mandei o vídeo do Lula caetanizando diante do Marcos Que Vergonha Uchôa (que eu confundo com o Tino Pausa Dramática Marcos), ao lado de uma mensagem simples: parabéns. E um monte de emojis de festa.

Parabéns!

Porque, reconheçamos, meu amigo petista merece os parabéns. O meu e o seu. Afinal, ele não largou o Lula e o PT nunca. Haja fé em político! No Mensalão, por exemplo, ele tinha na ponta da língua a desculpa perfeita para a corrupção petista. Governabilidade. Depois, na chamada Eleição da Ferradura, defendeu Dilma do “machismo” de Aécio Neves. E aí veio a Lava Jato e meu amigo petista não largou o osso. Pelo contrário, ao fim do parágrafo seguinte encontraremos meu amigo petista indo levar os ossos ao acampamento em frente à sede da Polícia Federal em Curitiba – onde Lula esteve preso. Por corrupção e lavagem de dinheiro.

Haja espírito militante! Ele, meu amigo petista, passou anos ouvindo, primeiro, os panelaços contra Dilma. Depois, o impeachment. Em seguida, ele assistiu às cenas de Lula visitando o triplex do Guarujá. E nem assim meu amigo petista se abalou. “Globo golpista”, dizia ele. Aí veio condução coercitiva. A prisão do Lula. Provas e mais provas envolvendo tantos petistas que perdi a conta. E o amigo lá. A fé inabalada. E eu não disse que ao fim deste parágrafo ele estaria levando os ossos ao acampamento de adoração ao Encarcerado? Pois olha ele ali, gritando “Bom dia, presidente Lula” perto da Maria do Rosário.

Depois veio o pior. Pior para ele, digo. Bolsonaro foi eleito presidente. Lula preso. Sergio Moro ministro da Justiça. O amigo chorou, afogou as mágoas no Bek’s e nunca perdeu uma oportunidade de repetir o vocabulário que lhe ensinaram. Primeiro fascista. Depois genocida. E não adiantava as declarações ou os fatos. As palavras eram sempre distorcidas e os fatos eram invenção da imprensa comprada pelo imperialismo ianque. Qualquer coisa assim.

Fé cega, faca amolada

Tanta fé em Lula, no Partido dos Trabalhadores e no Sistema, que o amigo jura que é composto por pessoas que defendem a democracia e os direitos dos mais pobres (sério?!), começou a valer a pena quando o ex-condenado foi solto. De uma hora para a outra, a justiça que o amigo petista considerava corrompida ou acovardada passou a ser… justa. Teve início, aí, uma maratona cheia de obstáculos morais que meu amigo petista correu sem nem esboçar cansaço. Mais uma vez, meus parabéns.

Tudo para, hoje, meu amigo petista ouvir o Lula celebrar o cantar dos pássaros. Para ele, meu amigo petista (e provavelmente o seu amigo petista), o Brasil infernal de ontem se transformou nesta terra de esperança de hoje. Ele acredita realmente em tudo o que lhe dizem os camarada. Para ele, a palavra dos deputados do PT (e alguns do PSOL e PCdoB) é ouro. Sem qualquer questionamento, meu amigo petista, que se acha um gênio, deposita seu futuro e o futuro dos seus filhos e netos nas decisões tomadas por sindicalistas, intelectuais e uns corruptos confessos. E ele ainda ri de mim, que acredito em Deus e me sei falho.

Assim segue o MAP pela vida, parasitando um aqui, outro acolá. Se expressando por sarcasmos espertinhos. Concordando com Renan Calheiros num dia e com Reinaldo Azevedo (quem diria?!) no outro. Compostando hoje e pagando imposto com gosto amanhã. Estupidificado. Pena que, temeroso da Covid-19, ele ainda insista em esconder o sorriso parvo por trás de uma máscara de pano, meu amigo petista. Que, a esta hora, deve estar se perguntando: será que ele está falando de mim? Estou.


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BOLSONARO SERÁ JULGADO NO TSE E VAI ENFRENTAR HOSTILIDADES DOS JUÍZES

 

Julgamento

Por
Vinícius Sales Gazeta do Povo


Braga Netto e o ex-presidente Jair Bolsonaro são alvo de ação de inelegibilidade no TSE| Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se reúne na próxima quinta-feira (22) para iniciar o julgamento de um processo que definirá se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficará ou não inelegível pelos próximos oito anos. A perspectiva do próprio Bolsonaro sobre o resultado não é positiva, dada a composição da Corte Eleitoral, formada majoritariamente por indicados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e pelo histórico de atritos do ex-mandatário com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O tribunal que vai julgar o ex-presidente é composto pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Kassio Nunes Marques, Benedito Gonçalves – que é o relator da ação contra Bolsonaro –, Raul Araújo Filho, André Ramos e Floriano de Azevedo.

Esses dois últimos foram indicados em 30 de maio por Lula para ocuparem as vagas destinadas à advocacia no TSE. Os nomes vieram de uma lista quádrupla aprovada pelo STF e contaram com o apoio do ministro Alexandre de Moraes nos bastidores.

As indicações foram vistas como um novo obstáculo para uma decisão favorável a Bolsonaro, já que um dos juízes substituídos foi Carlos Horbach, o único que votou contra a cassação do mandato do ex-deputado federal do Paraná Fernando Francischini (PL) em outubro de 2021. Os demais membros da Corte, naquela ocasião, entenderam que mentiras sobre urnas comprometem o processo eleitoral. A decisão abriu precedente para que agora Bolsonaro possa ser condenado pelo mesmo motivo. Horbach poderia ficar mais dois anos no TSE, mas em maio informou que não pretendia ser reconduzido ao cargo.

Dos sete ministros que compõem o plenário, cinco foram indicados por Lula, um pelo ex-presidente Michel Temer (Alexandre de Moraes) e um por Bolsonaro (Nunes Marques).

Outro personagem decisivo para o caso é o relator da matéria, o ministro Benedito Gonçalves. Em ocasiões anteriores, o magistrado impôs decisões contrárias ao ex-chefe do Executivo e já mostrou simpatia por Lula.

Na eleição do ano passado, o ministro vetou o uso eleitoral na campanha de Bolsonaro dos desfiles de 7 de setembro, da visita a Londres para o funeral da rainha Elizabeth II e do discurso na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Ele também chegou a proibir o ex-presidente de realizar lives nos palácios da Alvorada e do Planalto. Também foi ele quem, durante a cerimônia de posse de Lula, disse a Moraes que “missão dada, é missão cumprida”.

No decorrer deste processo contra Bolsonaro, Gonçalves autorizou a inclusão da minuta encontrada na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres nos autos da ação – o texto previa a imposição de um estado de defesa no TSE para rever a apuração das eleições. A decisão atendeu a um pedido apresentado pelo PDT, que acionou a justiça contra Bolsonaro para reforçar as acusações de abuso de poder político por parte do ex-presidente.

O ministro do TSE justificou a inclusão do material afirmando que há uma “inequívoca correlação” entre as acusações feitas na ação do PDT contra Bolsonaro e os documentos apreendidos em 10 de janeiro na operação de busca e apreensão na casa de Anderson Torres. Gonçalves ainda decidiu acionar o ministro Alexandre de Moraes para compartilhar com o TSE provas colhidas em inquérito que apura os atos que levaram à invasão e à depredação das sedes dos Três Poderes.

A defesa de Bolsonaro contesta a adição desses novos fatos no processo, ocorridos após a eleição, por não terem a participação do ex-presidente. Os advogados do ex-presidente também reclamam que a inclusão de fatos posteriores à origem do processo viola a estabilização da demanda, o princípio da congruência, o contraditório e a segurança jurídica.

Porém, a decisão de Gonçalves é um indicativo de que, em seu voto, ele deve adotar o entendimento de que a ação se refere a um contexto maior do que apenas a reunião de Bolsonaro com embaixadores sobre o sistema eleitoral brasileiro antes das eleições – fato que motivou a ação proposta pelo PDT.

Esse entendimento vai contra o que o próprio TSE referendou em 2017 ao rejeitar, por quatro votos contra três, a cassação da chapa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e seu vice, Michel Temer (MDB). Naquele momento, a maioria dos ministros da Corte Eleitoral considerou que as provas de caixa dois na campanha eleitoral de 2014 obtidas na delação premiada da Odebrecht não deveriam ser usadas no processo de abuso de poder político contra a chapa – esses dados eram desconhecidos na época da acusação. Ou seja, elementos que não estivessem na petição inicial da ação não poderiam ser usados para o julgamento de uma ação de investigação judicial eleitoral – mesmo tipo de processo que estará em julgamento nesta quinta.


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O MARKETING DESEMPENHA UM PAPEL FUNDALMENTAL NA INDÚSTRIA E NO COMÉRCIO

 

Desvendando o Marketing B2B na Indústria: Estratégias e Insights para o Sucesso.

Por Ricardo Martins – Especialista em Marketing Digital da TRIWI

O marketing business-to-business (B2B) desempenha um papel fundamental no setor industrial. A abordagem de marketing para empresas que vendem para outras empresas é única e requer estratégias específicas para obter sucesso. Neste artigo, exploraremos as particularidades do marketing B2B na indústria, incluindo a geração de leads, o desenvolvimento de relacionamentos com clientes corporativos e o fechamento de vendas. Além disso, forneceremos dicas e insights valiosos para empresas industriais que desejam aprimorar suas estratégias de marketing B2B.

1 – Geração de leads

No marketing B2B, a geração de leads é crucial para o sucesso. As empresas industriais podem adotar várias estratégias eficazes para atrair clientes corporativos. É essencial identificar seu público-alvo com precisão e criar conteúdo relevante e informativo que resolva os desafios específicos enfrentados por essas empresas. Além disso, a colaboração com influenciadores da indústria e a participação em eventos e feiras comerciais podem ajudar a aumentar a visibilidade e gerar leads qualificados.

2- Desenvolvimento de relacionamento com clientes corporativos

No ambiente B2B, o desenvolvimento de relacionamentos sólidos com clientes corporativos é fundamental. As empresas industriais devem se concentrar em construir confiança e estabelecer-se como parceiros confiáveis. Isso pode ser alcançado por meio de um atendimento personalizado e proativo, oferecendo soluções personalizadas para as necessidades de cada cliente. Além disso, o estabelecimento de uma comunicação consistente e transparente, juntamente com a prestação de suporte pós-venda de qualidade, ajuda a fortalecer os relacionamentos com os clientes.

3 -Fechamento de vendas

No marketing B2B na indústria, o fechamento de vendas muitas vezes envolve um processo complexo e demorado. É essencial que as empresas industriais entendam o ciclo de vendas de seus clientes e adotem uma abordagem estratégica. Isso pode incluir a criação de materiais de vendas convincentes, a demonstração clara do valor de longo prazo de seus produtos ou serviços e a personalização da oferta de acordo com as necessidades específicas de cada cliente. Além disso, a construção de um senso de urgência e a criação de um processo eficiente de negociação ajudam a acelerar o fechamento de vendas.

4- Dicas e Insights para o Sucesso

Invista em marketing de conteúdo: Produza conteúdo relevante e útil que demonstre seu conhecimento e expertise na indústria. Isso ajudará a estabelecer sua empresa como líder e referência no setor.

Utilize estratégias de account-based marketing (ABM): Identifique as contas-alvo mais estratégicas e personalize suas abordagens de marketing para atender às necessidades específicas de cada cliente em potencial.

Construa parcerias estratégicas: Procure colaborar com outras empresas complementares na indústria para aproveitar sinergias e alcançar um público mais amplo.

Aproveite o poder do marketing digital: Utilize estratégias de marketing digital, como SEO, mídias sociais e campanhas de e-mail marketing, para aumentar sua visibilidade e alcançar potenciais clientes de forma eficaz.

Aperfeiçoe seu processo de vendas: Analise constantemente seu processo de vendas e identifique áreas de melhoria. A automação de vendas e o uso de tecnologias de CRM (Customer Relationship Management) podem ajudar a otimizar e agilizar o processo.

O marketing B2B na indústria é um desafio complexo, mas com as estratégias corretas, as empresas industriais podem obter sucesso significativo. Ao adotar abordagens focadas na geração de leads, no desenvolvimento de relacionamentos com clientes corporativos e no fechamento de vendas, é possível construir um negócio próspero. Ao seguir as dicas e insights fornecidos, as empresas industriais estarão em uma posição vantajosa para aprimorar suas estratégias de marketing B2B e alcançar resultados positivos a longo prazo.

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segunda-feira, 19 de junho de 2023

CPI DO ABUSO DE AUTORIDADE ENCONTRA RESISTÊNCIA E PODE NÃO VINGAR

 

CPI Abuso
CPI do Abuso de Autoridade encontra resistência e corre o risco de não emplacar

Por
Tatiana Azevedo – Gazeta do Povo


O deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS) está tentando colher assinaturas para a CPI do Abuso de Autoridade.| Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Abuso de Autoridade, proposta para apurar excessos praticados pelo Judiciário está encontrando resistência no processo de obtenção apoio de lideranças políticas na Câmara dos Deputados. Ela corre o risco de não ser instalada novamente, assim como ocorreu já ocorreu no final do ano passado.

O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), autor do requerimento para criação da CPI, disse à Gazeta do Povo que corre contra o tempo para conseguir as 27 assinaturas de parlamentares que faltam para completar as 171 exigidas pelo Regimento Interno da Câmara e a Constituição Federal (1/3 do total de deputados na legislatura). O deputado afirmou que não está conseguindo convencer muitos colegas da importância da CPI.

De acordo com o deputado Marcel, ao contrário do que ocorreu na legislatura passada, quando o pedido da CPI encontrou amplo apoio dos parlamentares, batendo 181 assinaturas em apenas 48 horas, desta vez o convencimento está mais complicado. “Tem sido um pouco mais difícil, teve a prioridade da CPMI do 8 de janeiro, até pela ampla repercussão que o caso gerou, mas estamos conseguindo aos poucos, à medida que novos fatos surgem”, acrescentou o deputado.

Um desses fatos novos foi o mandado de busca e apreensão concedido pelo ministro do STF Alexandre de Moraes contra o senador Marcos do Val (Podemos-ES) na última quinta-feira. O Senado é hoje praticamente a única instituição que poderia conter eventuais abusos do STF.

Para Van Hattem, a operação da Polícia Federal, desta vez contra um senador da República “foi mais um absurdo cometido pelo Judiciário, e que mostra a urgência de se investigar esses atos”.

Para a deputada Adriana Ventura (Novo-SP), muitos até concordam com a CPI do Abuso de Autoridade, mas têm medo. “Medo de represália, seja do Executivo, Judiciário ou do próprio líder partidário”.

Marcel van Hattem lembra que no ano passado o requerimento atendia a todas as exigências para instalação da CPI – assinatura de 1/3 dos parlamentares, fato determinado e prazo. Mas o pedido terminou arquivado em função do fim da legislatura parlamentar.

O Regimento Interno da Câmara permite que apenas cinco Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) funcionem ao mesmo tempo. Atualmente, quatro outras comissões estão já instaladas na Câmara, além da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro, que por incluir deputados e senadores não impede a quinta comissão apenas de deputados.

VEJA TAMBÉM:
Marcel van Hattem faz abaixo-assinado para CPI do abuso de autoridade no STF e TSE
Editorial: Uma CPI fundamental para o país
Oposição também cogita comissão mista para investigar abusos da Justiça


O presidente da Câmara, Arthur Lira (PL-AL) chegou a justificar o arquivamento da CPI do Abuso de Poder em 2022 alegando falta de tempo. Lira sugeriu ainda que ao invés de uma CPI da Câmara, os partidos de oposição e independentes buscassem assinaturas para instalação de uma CPMI, com a participação de deputados e senadores, que encontraria menos entraves para instalação e maior efetividade.

A alternativa não está descartada pelo deputado Marcel van Hattem.  “Há aqueles que entendem que seria melhor uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), e caso seja realizada assinarão o requerimento”, disse o deputado à Gazeta do Povo.

Segundo Van Hattem, há um movimento nesse sentido, mas para considerar essa alternativa seria preciso garantir também 27 assinaturas no Senado Federal.

Deputados que já apoiaram CPI hoje se mostram indecisos
O deputado Fábio Schiochet (União-SC) é um exemplo de parlamentar que assinou o requerimento de instalação da CPI do Abuso de Autoridade no ano passado, mas ainda não se decidiu nessa legislatura.

Para ele, “vai ser uma CPI natimorta”. Schiochet disse que ainda está analisando a questão, mas considera que o Senado tem maior autonomia em relação ao Judiciário.

Ele lembra que o Senado é o responsável por sabatinar ministros indicados ao Supremo Tribunal Federal, como acontece agora com a indicação do advogado de Lula, Cristiano Zanin, à Suprema Corte.

Já o deputado Nelsi Coguetto Maria, oVermelho, (PL-PR) disse ter dúvidas sobre a efetividade de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para investigar os abusos cometidos pelo Judiciário. “A CPMI do 8 de janeiro não está dando resultado”, disse. Ele ainda avalia se vai assinar o requerimento da CPI, como fez na legislatura passada.

O deputado Carlos Chiodini (MDB-SC) já decidiu que não assinará o requerimento. “Virou uma farra de CPIs, o Brasil já tem cinco comissões funcionando, não precisa de mais”. O parlamentar disse acreditar que o Congresso precisa debater temas que, segundo ele, são “mais importantes”, como a Reforma Tributária.

Câmara pode entender que abusos devem ser debatidos na esfera da Justiça

Para o cientista político Cristiano Noronha, da Arko Advice, dificilmente a CPI do Abuso de Autoridade será instalada agora. “De um lado você tem o governo, e de outro o próprio Lira e também o Pacheco adotam uma postura de mais cautela em relação aos poderes”, diz ele. “Não vejo ambiente político e institucional para que essa CPI prospere, não é a intenção da maioria dos parlamentares”, completa.

Noronha afirmou que na atual composição da Câmara dos Deputados há uma “relação mais pacífica” entre os poderes da República. “Você não tem como antes críticas tão contundentes, tão vorazes”. Além disso, o analista disse que muitos que fizeram questionamentos mais duros ao Judiciário hoje respondem a processos.

O deputado Otoni de Paula (MDB-RJ), por exemplo, é alvo de denúncia por injúria e difamação contra Alexandre de Moraes. Em junho de 2020, em resposta à quebra de seu sigilo bancário pelo ministro do STF e presidente do TSE, no inquérito dos atos antidemocráticos, o deputado disse, numa transmissão ao vivo nas redes sociais, que, com a medida, Moraes “enoja ainda mais a sociedade”.

Ele passou então a ser alvo de processo por insinuar que Moraes não agiria de forma isenta e imparcial.

“Eu não tenho o que temer. Não tenho o rabo preso, não sou bandido. Agora eu não sei se o sigilo bancário do ministro Alexandre de Moraes for quebrado se ele pode ter a mesma paz que eu estou tendo agora”, disse o deputado na época.

Outro alvo recente da justiça foi o presidente da CPI do MST, deputado Tenente Coronel Zucco (Republicanos-RS). No mês passado o ministro Alexandre de Moraes determinou à Polícia Federal que investigasse Zucco por suposto “patrocínio e incentivo a atos antidemocráticos” no Rio Grande do Sul. No fim do ano passado, o deputado postou frases de apoio às manifestações contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em suas redes sociais.

Na avaliação de Noronha, o analista Arko Advice, mesmo que consiga as 171 assinaturas necessárias para criação, a CPI do Abuso de Autoridade pode esbarrar numa questão jurídica. “Há um entendimento que decisões da Justiça devem ser contestadas no devido processo legal”. Ainda segundo Noronha, existe a possibilidade da Mesa da Câmara não admitir a CPI.

Van Hattem aposta em abaixo-assinado para criar pressão popular e aprovar CPI

Enquanto tenta convencer os parlamentares da importância da CPI do Abuso de Autoridade, Van Hattem também busca o apoio dos eleitores. O Partido Novo criou um abaixo-assinado para fazer com que a população pressione os deputados que ainda não se manifestaram sobre a CPI.

Segundo o deputado Van Hattem, já são mais de 500 mil assinaturas coletadas, o que mostra como a sociedade enxerga as decisões tomadas pelo STF e TSE.

“O que a gente está vendo aí é uma mobilização sem precedentes contra os abusos, como nós vimos em Porto Alegre e Curitiba. Eu acredito que essa mobilização não tardará a chegar na Câmara dos Deputados”, disse ele, se referindo às manifestações de apoio a Deltan Dallagnol. O ex-procurador da Lava Jato teve o registro de candidatura cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral, o que levou à perda do mandato na Câmara dos Deputados.

O TSE entendeu que Dallagnol teria desrespeitado a Lei da Ficha Limpa por pedir exoneração do cargo de procurador para evitar possíveis Processos Administrativos Disciplinares, sem que houvesse nenhum processo em análise, e por isso a decisão chegou a ser questionada por juristas. Ives Gandra Martins disse que o Judiciário invadiu a competência do Legislativo.

O deputado Dallagnol, em sua defesa, também acrescentou que o TSE criou uma “inelegibilidade imaginária” ao supor que poderia haver inquéritos contra ele no futuro, e disse que a decisão da justiça eleitoral foi “perseguição política”.

Articulação de comissão tem que andar rápido pois Câmara só pode ter mais uma CPI
Para ser instalada como a quinta Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara, a CPI do Abuso de Autoridade precisa atender os requisitos legais e ainda sair na frente de outro possível pedido para criação de comissão.

A consultora legislativa Deborah Wajngarten atua na área de Direito Penal, Direito Processual Penal e Procedimentos Investigatórios Parlamentares da Câmara dos Deputados. Ela explica que todo pedido de CPI a ser instalado na Casa deve ter prazo certo de 120 dias prorrogáveis por mais até 60 dias; assinatura de 1/3 dos seus membros, e fato determinado – acontecimento de relevante interesse para a vida pública e a ordem constitucional, legal, econômica e social do país.

Ela poderá ser instalada se esses requisitos forem preenchidos e se a capacidade máxima de funcionamento de cinco CPIs simultâneas na Câmara não tiver sido alcançada.

A consultora explica que “cabe à Mesa, após a leitura do requerimento em Plenário, a instalação de uma CPI”. Mas não há uma regra para determinar qual CPI deve ser instalada primeiro.

Mas, quando uma CPI termina, outra pode ser instalada na mesma legislatura, desde que o número de comissões simultâneas não passe de cinco. A limitação visa manter o funcionamento correto das demais comissões permanentes e temporárias da Casa e remanejar servidores.

Atualmente, estão em funcionamento na Câmara A CPI do MST, para investigar a atuação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e seus financiadores, a CPI das Americanas, para investigar as inconsistências de R$ 20 bilhões nos balanços contábeis das Lojas Americanas; a CPI do Futebol, para investigar denúncias de manipulação de resultados em partidas realizadas no futebol profissional no Brasil, instaladas em 17 de maio; e por último a CPI das Pirâmides Financeiras, para investigar indícios de fraudes na operação de empresas para obter lucros com Criptomoedas, instalada no dia 13 de junho.


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