Two
businessmen cycling in opposite directions. Different path. Conflict in
office team. People riding bikes. Dispute and workers disagreement.
Inefficient teamwork. Vector concept
| Foto: Bigstock
Em última análise, toda decisão é moral
e, ao mesmo tem, uma escolha privada. Se não houvesse vontade livre, se
as pessoas não fossem livres para tomar decisões segundo a própria
consciência, não haveria sentido falar em responsabilidades, ética e
felicidade. Sem contar que qualquer debate sobre justiça seria
irrelevante. Tudo seria obediência aos impulsos e gostos pessoais,
inclusive nossos compromissos morais. Ora, nossos compromissos só são
compromissos morais em virtude de sermos livres e conscientes para agir.
Como diz William James, numa tirada que eu leio com certo humor contra o
determinismo, “o meu primeiro ato de livre arbítrio será acreditar no
livre arbítrio”.
Infelizmente, a noção de “escolha privada” no contexto do debate
público do aborto — apenas para dar um exemplo de um debate que estou
familiarizado — tem um valor semântico diverso do valor moral. A noção
de “escolha privada” transformou a ideia de decisão moral referente ao
aborto, e qualquer outro debate público, numa espécie de experiência
pessoal de gosto. Tudo se tornou experiência pessoal, impressões
subjetivas e palpite.
Exemplo: “Se você é contra o aborto, não aborte”. Essa sentença tem a
mesma estrutura que esta: “Se você não gosta de carne, não coma”. Não
se pode deduzir um imperativo categórico — um compromisso moral — da
experiência pessoal de gosto: “Age como se a máxima de tua ação devesse
tornar-se, através do teu gosto pessoal uma lei universal”. Se uma
mulher — e seu parceiro — decide abortar por não desejar aquele filho,
ela se compromete moralmente com um problema muito mais complicado do
que a decisão pessoal de qual comida refogar e pôr no prato.
A noção de “escolha privada” transformou a ideia de decisão moral
referente ao aborto, e qualquer outro debate público, numa espécie de
experiência pessoal de gosto
Questões de gosto são muito mais flexíveis em termos de dar razões
para os nossos compromissos. Ninguém exige ou oferece muita explicação
quando se trata de manifestar uma opinião sobre preferir o sabor de um
molho a outro. Por sua vez, crenças que motivam nossos compromissos
morais são mais exigentes em termos de justificação racional.
É possível ser contra o aborto e prescindir de argumentos religiosos e
morais. Mas dos argumentos morais, impossível. Por argumentos
religiosos entendo a necessidade de buscar suporte nos textos sagrados
para responder as demandas dos nossos compromissos morais. Pense na
pergunta: “por que eu não posso matar meu vizinho?”. Eu daria uma
infinidade de razões para não matar alguém que se não existisse eu me
tornaria uma pessoa muita mais feliz: “não devo fazer isso, posso ir
preso”, “todos têm o direito de viver”, “não tenho coragem” etc. Um
argumento religioso, basicamente, diria: “não mate, a vida dele é tão
sagrada quanto a sua. Isso é um pecado grave contra Deus”.
Tanto “sacralidade da vida” quanto “pecado” demandam de uma visão de
mundo mais abrangente, uma visão que presume um entendimento acerca da
relação entre Deus e homens. Nesse caso, nossos compromissos morais, em
última instância, são compromissos com a nossa fé em Deus, uma relação
profunda acerca do sentido último que damos a nossa existência.
Penso que as questões mais importantes da vida estão diretamente
relacionadas com a forma como nos relacionamos com Deus. Para minha
desgraça, meu vizinho não pensa assim. Ele não está nem aí pra Deus e
para questões vitais. Agora se ele desejar me matar e não acredita em
“sacralidade da vida” e “pecado”? Certamente, a vida dele seria mais
significativa sem minha existência. Como resolver esse dilema se seu
único compromisso moral é com os desejos? Meu vizinho está pouco se
lixando para minha fé, minha consciência, meus valores morais.
Terei de negociar com ele. Nós nos odiamos e convivemos com relativa
proximidade — diariamente. Como resolver? De saída, apelando para
argumentos religiosos não vai rolar. Sem chance, esse é o preço do
secularismo. Meus compromissos morais com Deus não formam uma base comum
para negociar com meu vizinho descrente e moralmente comprometido
apenas com sua felicidade. Portanto, é preciso encontrar uma base comum,
um canal de diálogo. Em resumo, numa sociedade secularizada, esse
terreno comum é o que chamamos de “Estado de direito”. No Estado de
direito, leis fundamentais são evidentes para a razão.
Argumentos morais devem partir dessa base comum, independente dos
nossos compromissos com uma religião específica. No entanto, disso não
segue que a experiência religiosa tem a mesma estrutura que a
experiência de gosto. Talvez um dia, mediante o exercício público da
minha racionalidade, eu convença meu vizinho da grande importância de se
acreditar em Deus, da sacralidade da vida e do pecado. Mas agora,
infelizmente, essa não é a nossa base de diálogo. Nenhum acordo sairá
daí. Temos interesses em viver e ser felizes segundo a régua que cada um
determinou para si mesmo, como fundamento para uma democracia
incomunicável.
Entenda como não repetir os erros de companhias gigantes que foram ultrapassadas por inovações.
Inovação é o que mantém as empresas vivas. Não há como negar mais
isso. Se a sua empresa não inova, muito provavelmente outra companhia
virá e tomará seu lugar. E o pior: isso também afeta empresas que já
foram grandes inovadoras em seus dias.
Para continuar inovando, empresas podem tomar dois caminhos:
conversar com startups ou criar programas de P&D (pesquisa e
desenvolvimento) dentro de suas casas. Aqui preferimos a primeira opção,
sai mais barato e efetivo para grandes empresas.
Outra opção é conhecer empresas de grande sucesso que foram à
falência por não inovarem. Aqui nós trazemos os grandes cases do mercado
com nomes como Blockbuster, Kodak, Yahoo!, Xerox, MySpace, Atari,
Blackberry, AOL, Nokia e Hitachi. Eles te dão uma noção de como algumas
mudanças de perspectiva poderiam ter salvado – talvez seja o que falta
na sua empresa também.
CONHEÇA 7 EMPRESAS GIGANTES QUE FALIRAM NOS ÚLTIMOS ANOS:
1. BLOCKBUSTER
Esse é um dos casos mais famosos das últimas décadas. Quem não tem
memórias de ir até uma “locadora” para alugar alguns filmes? Bom. Essa
era já morreu e levou a maior franquia desse segmento junto com ela. A
Blockbuster era uma companhia gigante e com uma grande clientela fiel. E
mesmo assim, morreu em pouquíssimos anos, quase de maneira surreal.
As pessoas deixaram de alugar DVDs para assistir através de serviço
de streaming em demanda, como Netflix e Amazon Prime Video (e aqui no
Brasil ainda teve a crueldade da pirataria para completar). Para piorar:
a companhia teve a oportunidade de comprar a Netflix em 2000 e não
comprou – resolveu focar as forças em ser a melhor varejista possível, o
que acabou indo por terra quando as pessoas deixaram de visitar suas
lojas para alugar DVD. Tudo bem, na época a Netflix era só um serviço de
DELIVERY de DVD. A empresa faliu em 2013, depois de patinar por anos. É
ainda mais doloroso saber que ela teve a faca e o queijo na mão, mas
tomou as decisões erradas.
Atualmente, só sobrou uma Blockbuster aberta em todo o mundo – na
cidade de Bent, estado americano do Oregon. Ela continua aberta por dois
motivos: a) saudosistas da região vão para lá, além de muitos turistas e
b) o dono não paga aluguel no terreno da loja. Ou seja, isso atesta que
o modelo de negócios da empresa ruiu completamente, dando lugar a outra
coisa nova e melhor.
2. KODAK
Outra história famosíssima de marca super popular, reconhecida,
praticamente sinônimo de seu setor e que faliu por falta de inovação. Na
década de 1970, a Kodak chegou a ser dona de 80% da venda das câmeras e
de 90% de filmes fotográficos. E na mesma década, ela mesma inventou o
que ia falir a empresa: a câmera digital. E surpreendentemente, ela
ainda foi quase líder neste mercado, quando começou a competir.
Eles poderiam ter ido ainda melhor se tivessem acordado lá atrás. O
que aconteceu é que, prevendo que câmera digital iria prejudicar a venda
de filmes, eles engavetaram a tecnologia. Duas décadas depois, as
câmeras digitais apareceram com força e quebraram a Kodak. Ela até
tentou sobreviver, lançou câmeras digitais, mas seu nome não era mais
sinônimo de fotografia como tinha sido décadas atrás. Faliu em 2012 e
acabou com uma marca famosíssima, que, embora esteja de volta nos dias
de hoje com algumas iniciativas interessantes, não é mais a mesma.
É muito importante lembrar que as empresas que quebraram a Kodak
tiveram uma série de problemas na frente. O caso mais interessante
talvez seja da GoPro, que é extremamente focada em hardware de captação
de imagens. Como o celular passou a fazer esse tipo de trabalho, esse
tipo de companhia também passou a ter problemas, demitindo centenas de
funcionários recentemente. Ou seja, não basta inovar uma vez: precisa
também seguir a inovação.
3. YAHOO!
Em 2005 o Yahoo! era o maior portal de internet do mundo e chegou a
valer US$ 125 bilhões. Pouco mais de 10 anos depois, a companhia foi
vendida por um preço modestíssimo para a Verizon, apenas por US$ 4,8
bilhões. Uma fração dos US$ 44,6 bilhões oferecidos pela Microsoft em
2008, quando a empresa já estava em crise. Tudo isso para sacramentar a
morte da empresa como companhia independente.
Recentemente, a Verizon vendeu seu conglomerado de mídia – que inclui
o Yahoo e a AOL – por US$ 5 bilhões para o fundo de capital privado
Apollo Global Management.
O que deu errado? O posicionamento da companhia e a falta de
inovação. Ela poderia ser o maior portal de pesquisa da internet, mas
decidiram ser um portal de mídia. Foi por isso que não compraram o
Google e não conseguiram comprar o Facebook. Aliás, a primeira
oportunidade de comprar o Google foi por US$ 1 milhão, quando a atual
empresa mais valiosa do mundo era só uma startup.
4. XEROX
Se as outras histórias são mais famosas, essa é a mais espetacular na
minha opinião. Ela não faliu (eu menti para você no título da matéria,
desculpa!), mas vale muito menos do que duas décadas atrás, mesmo sendo
uma das companhias que ajudaram a criar várias tecnologias que usamos
atualmente – com um dos times mais inovadores de toda a história. E seu
nome, que é sinônimo no Brasil de cópia, hoje é muito menos relevante.
O PARC (Palo Alto Research Center) da Xerox tinha objetivo de criar
novas tecnologias inovadoras. E conseguiram: computadores, impressão à
laser, Ethernet, peer-to-peer, desktop, interfaces gráficas, mouse e
muito mais. Steve Jobs só criou a interface gráfica de seus computadores
após uma visita ao centro da Xerox, no coração do Vale do Silício. E
ele não foi o único a “copiar” uma tecnologia deles com o intuito de
lucrar. Muitos outros o fizeram e ganharam bastante dinheiro com as
tecnologias desenvolvidas pela Xerox.
Contudo, um player do mercado pouco aproveitou das tecnologias
desenvolvidas pela companhia: a própria Xerox. Isso é uma prova de que
não adianta ter um time de inovação dentro da sua empresa criando coisas
sensacionais. Inovação também é gestão. Não adianta ter os melhores
inovadores na companhia se seus gerentes não conseguem implementar essas
inovações para o mercado – uma regra de ouro para Larry Page, fundador
do Google.
5. MYSPACE
A primeira grande rede social dos Estados Unidos, que teve o mesmo
destino do Orkut. O MySpace começou a ganhar fôlego e tração baseada na
ideia de que as pessoas queriam se conectar com outras ao redor do
mundo, dividir fotos e outras mídias. Parecia bacana, mas a plataforma
estagnou.
Pouco tempo depois, o Facebook surgiu do nada e tomou o espaço do
MySpace facilmente, criando inúmeras novas funcionalidades. O Facebook
se tornou muito popular em pouco tempo e roubou todo o espaço que o
MySpace tinha. Foi vendido para um grupo gigante e depois sumiu. Seu
irmão mais novo vale mais de US$ 800 bilhões e é uma das empresas mais
promissoras do mundo.
6. ATARI
Outra empresa do Vale do Silício que foi engolida pelos competidores
por produzir produtos de qualidade questionáveis (alguém se lembra do
jogo do ET?). Não bastou criar um mercado gigante de videogames
praticamente sozinha, inovando com o Pong ou com o Atari 2600.
A companhia superaqueceu o mercado de videogames no início da década
de 1980 e chegou a ter que enterrar milhares de fitas não vendidas e
assumir o prejuízo. Quando o mercado se recuperou, outras empresas mais
inovadoras haviam tomado a liderança, como a Nintendo. A Atari até
tentou entrar novamente no mercado, mas nunca mais teve sucesso. Faliu,
ressuscitou, faliu de novo e atual fase da empresa foi vendida em 2008
apenas para manter a valiosa marca viva.
7. BLACKBERRY
Mais uma grande empresa que faliu recentemente e que você vai lembrar
do que ocorreu. A real inventora do smartphone foi a RIM no começo dos
anos 2000. A companhia chegou a ter mais de 50% do mercado de celulares
nos Estados Unidos, em 2007. Contudo, naquele mesmo ano, começou a sua
derrocada.
O primeiro iPhone foi lançado no dia 29 de junho de 2007. A
Blackberry ignorou as tecnologias que o iPhone estava trazendo, como o
touch-screen e julgou que a empresa nunca seria capaz de se tornar o
standard corporativo por não conseguir lidar com a segurança a nível de
e-mail empresarial.
Mas a Apple dominou o mercado de consumidores pessoas-físicas e
promoveu o BYOD (Bring Your Own Device, traga seu próprio aparelho)
dentro das empresas. Com isso, o mercado foi redefinido e a Blackberry
perdeu quase todo seu marketshare. A empresa faliu e atualmente tenta se
redefinir lentamente, com aparelhos que usam o sistema operacional
Android.
ESCALANDO NEGÓCIOS DA VALEON
1 – Qual é o seu mercado? Qual é o tamanho dele?
O nosso mercado será atingir os 766 mil habitantes do Vale do
Aço e poder divulgar os produtos / serviços para vocês clientes,
lojistas, prestadores de serviços e profissionais autônomos e obter dos
consumidores e usuários a sua audiência.
A ValeOn atenderá a todos os nichos de mercado da região e
especialmente aos pequenos e microempresários da região que não
conseguem entrar no comércio eletrônico para usufruir dos benefícios que
ele proporciona. Pretendemos cadastrar todas as empresas locais com
CNPJ ou não e coloca-las na internet.
2 – Qual problema a sua empresa está tentando resolver? O mercado já expressou a necessidade dessa solução?
A nossa Plataforma de Compras e Vendas que ora
disponibilizamos para utilização das Empresas, Prestadores de Serviços e
Profissionais Autônomos e para a audiência é um produto inovador sem
concorrentes na região e foi projetada para atender às necessidades
locais e oferecemos condições de adesão muito mais em conta que qualquer
outro meio de comunicação.
Viemos para suprir as demandas da região no que tange a
divulgação de produtos/serviços cuja finalidade é a prestação de
serviços diferenciados para a conquista cada vez maior de mais clientes e
públicos.
O nosso diferencial está focado nas empresas da região ao
resolvermos a dor da falta de comunicação entre as empresas e seus
clientes. Essa dor é resolvida através de uma tecnologia eficiente que
permite que cada empresa / serviços tenha o seu próprio site e possa
expor os seus produtos e promoções para os seus clientes / usuários ao
utilizar a plataforma da ValeOn.
3 – Quais métodos você usará para o crescimento? O seu mercado está propício para esse tipo de crescimento?
Estratégias para o crescimento da nossa empresa
Investimento na satisfação do cliente. Fidelizar é mais barato do que atrair novos clientes.
Equilíbrio financeiro e rentabilidade. Capital de giro,
controle de fluxo de caixa e análises de rentabilidade são termos que
devem fazer parte da rotina de uma empresa que tenha o objetivo de
crescer.
Desenvolvimento de um planejamento estratégico. Planejar-se
estrategicamente é como definir com antecedência um roteiro de viagem ao
destino final.
Investimento em marketing. Sem marketing, nem gigantes como a
Coca-Cola sobreviveriam em um mercado feroz e competitivo ao extremo.
Recrutamento e gestão de pessoas. Pessoas são sempre o maior patrimônio de uma empresa.
O mercado é um ambiente altamente volátil e competitivo. Para
conquistar o sucesso, os gestores precisam estar conectados às demandas
de consumo e preparados para respondê-las com eficiência.
Para isso, é essencial que os líderes procurem conhecer (e
entender) as preferências do cliente e as tendências em vigor. Em um
cenário em que tudo muda o tempo todo, ignorar as movimentações externas
é um equívoco geralmente fatal.
Planeje-se, portanto, para reservar um tempo dedicado ao
estudo do consumidor e (por que não?) da concorrência. Ao observar as
melhores práticas e conhecer quais têm sido os retornos, assim podemos
identificar oportunidades para melhorar nossa operação e, assim,
desenvolver a bossa empresa.
4 – Quem são seus principais concorrentes e há quanto tempo
eles estão no mercado? Quão grandes eles são comparados à sua empresa?
Descreva suas marcas.
Nossos concorrentes indiretos costumam ser sites da área,
sites de diretório e sites de mídia social. Nós não estamos apenas
competindo com outras marcas – estamos competindo com todos os sites que
desejam nos desconectar do nosso potencial comprador.
Nosso concorrente maior ainda é a comunicação offline que é
formada por meios de comunicação de massa como rádios, propagandas de
TV, revistas, outdoors, panfletos e outras mídias impressas e estão no
mercado há muito tempo, bem antes da nossa Startup Valeon.
5 – Sua empresa está bem estabelecida? Quais práticas e procedimentos são considerados parte da identidade do setor?
A nossa empresa Startup Valeon é bem estabelecida e
concentramos em objetivos financeiros e comerciais de curto prazo,
desconsideramos a concorrência recém chegada no mercado até que deixem
de ser calouros, e ignoramos as pequenas tendências de mercado até que
representem mudanças catastróficas.
“Empresas bem estabelecidas igual à Startp Valeon devemos começar a pensar como disruptores”, diz Paul Earle,
professor leitor adjunto de inovação e empreendedorismo na Kellogg
School. “Não é uma escolha. Toda a nossa existência está em risco”.
6 – Se você quiser superar seus concorrentes, será necessário escalar o seu negócio?
A escalabilidade é um conceito administrativo usado para
identificar as oportunidades de que um negócio aumente o faturamento,
sem que precise alavancar seus custos operacionais em igual medida. Ou
seja: a arte de fazer mais, com menos!
Então, podemos resumir que um empreendimento escalável é
aquele que consegue aumentar sua produtividade, alcance e receita sem
aumentar os gastos. Na maioria dos casos, a escalabilidade é atingida
por conta de boas redes de relacionamento e decisões gerenciais bem
acertadas.
Além disso, vale lembrar que um negócio escalável também
passa por uma fase de otimização, que é o conceito focado em enxugar o
funcionamento de uma empresa, examinando gastos, cortando desperdícios e
eliminando a ociosidade.
Sendo assim, a otimização acaba sendo uma etapa inevitável
até a conquista da escalabilidade. Afinal de contas, é disso que se
trata esse conceito: atingir o máximo de eficiência, aumentando clientes, vendas, projetos e afins, sem expandir os gastos da operação de maneira expressiva.
Pretendemos escalar o nosso negócio que é o site marketplace da Startup Valeon da seguinte forma:
objetivo final em alguma métrica clara, como crescimento percentual em vendas, projetos, clientes e afins;
etapas e práticas que serão tomadas ao longo do ano para alcançar a meta;
decisões acertadas na contratação de novos colaboradores;
gerenciamento de recursos focado em otimização.
Nossos contatos: Fones: (31) 3827-2297 e (31) 98428-0590 (App)
Após prefeitura impedir renovação com veículos a diesel, SPtrans
afirma que concessionárias encomendaram a produção de 1.166 coletivos
movidos a eletricidade
Atualmente, operam em São Paulo apenas 220 ônibus elétricos
Nova matriz energética é estratégia contra a poluição do ar na cidade
A medida não agradou às concessionárias, que disseram que foram pegas de surpresa
Ministério Público também investiga a determinação da prefeitura
Ônibus elétrico que foi testado em São Paulo e tem tempo de recarga de 3 horas
HIGER BUS/DIVULGAÇÃO
As concessionárias que operam o serviço de ônibus em São Paulo
deverão incorporar à frota da capital 1.166 veículos elétricos neste
ano, segundo a SPTrans, empresa pública que administra o serviço na
cidade.
A chegada desses veículos representa um passo inicial na mudança na
matriz energética do transporte coletivo na capital, considerado um dos
causadores da poluição do ar na cidade. Atualmente, operam em São Paulo
apenas 220 ônibus elétricos da frota de aproximadamente
13,3 mil ônibus. Dos atuais elétricos, 201 são trólebus e 19 são
movidos a bateria, sendo que um deles está em fase de testes.
A mudança ocorre após o prefeito Ricardo Nunes (MDB) determinar que a renovação da frota se dará apenas por meio da inclusão de ônibus elétricos. Ou
seja, os veículos movidos exclusivamente a diesel não poderão mais ser
adquiridos pelas empresas que operam na cidade ao trocarem os veículos –
coletivos com mais de dez anos não podem circular na capital.
A exceção em relação à obrigação de elétricos fica por conta dos
miniônibus, já que não há oferta desses veículos com esse tipo de
tecnologia no mercado nacional.
Além dos 1.166 novos veículos elétricos previstos para operar em
2023, outros 516 passarão a integrar a frota em 2024. Segundo a SPTrans,
algumas concessionárias não apresentaram ainda seus pedidos, e novas
compras serão realizadas ao longo dos anos. Logo este número tende a
crescer gradativamente.
A meta da gestão Ricardo Nunes no Plano de Metas é incorporar 2.600 até o final de 2024.
Regra gerou reação
A medida não agradou às concessionárias, que disseram que foram pegas
de surpresa e que a nova exigência aumentará os custos do serviço, o
que também deverá se refletir na tarifa e nos subsídios repassados pela
administração municipal.
Por ora, a gestão Ricardo Nunes manteve a tarifa em R$ 4,40 para o
ano de 2023 e espera que a troca por veículos elétricos possa ser
impulsionada por meio de um financiamento, que poderá ser do BNDES
(Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
A iniciativa da Prefeitura de São Paulo de impedir a renovação da
frota com veículos a diesel chamou a atenção do Ministério Público, que
instaurou inquérito civil para investigar Ricardo Nunes.
O inquérito foi aberto em novembro pelo promotor de Justiça Paulo
Destro, da Promotoria do Patrimônio Público e Social da capital. Segundo
o Promotoria, a investigação agora está suspensa em razão de um recurso
apresentado pela Prefeitura de São Paulo. O pedido será julgado pelo
Conselho Superior do Ministério Público, o que não tem prazo para
ocorrer.
Relembre o caos no transporte: falhas na ViaMobilidade, cratera no metrô e gratuidade para idosos
O caos no transporte público em São Paulo começou em 1° de fevereiro
com o desmoronamento parcial das obras da futura estação Santa Marina,
da Linha 6-Laranja do Metrô, na capital paulista. O rompimento de uma
coletora de esgoto da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado
de São Paulo) causou a abertura de uma cratera na marginal Tietê, nas
imediações da ponte do Piqueri. No momento do acidente, 50 funcionários
trabalhavam no local. Por sorte, todos conseguiram sair em
segurança.Governo do Estado de São Paulo – 03.02.2022
Políticas públicas Um disfarce para financiar exércitos aliados Marcos Tosi – Gazeta do Povo
MST
– VIDA E CIDADANIA – 16/04/2012 – CURITIBA – PARANA – O Movimento dos
Trabalhadores Sem Terra (MST) realizou uma caminhada hoje da praça 29 de
Março até a sede do Incra. – Daniel Caron / Agencia de Notcias Gazeta
do Povo
MST – VIDA E CIDADANIA – 16/04/2012 – CURITIBA – PARANA – O
Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) realizou uma caminhada hoje
da praça 29 de Março até a sede do Incra. – Daniel Caron / Agencia de
Notcias Gazeta do Povo| Foto: Daniel Caron/Daniel Caron
Sob o
aspecto técnico e econômico, está difícil de encontrar sentido na
diretriz prevista pelo governo Lula de retomar o protagonismo da
Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em operações de estoques
reguladores. Esses estoques, que há anos praticamente não existem,
funcionavam no passado como ferramenta de intervenção do governo no
mercado para garantir preços mínimos aos produtores.
Os tempos são outros e os barracões da Conab que ainda não foram
vendidos perderam sua relevância, diante da alta dos preços das
commodities agrícolas e da modernização do mercado agropecuário, em que
predomina amplamente a lei da oferta e demanda. A companhia, atualmente,
tem um papel mais técnico e estratégico, realizando levantamentos de
safra, de custos de produção e de armazenagem para subsidiar políticas
públicas.
Mesmo assim, o presidente Lula e seus correligionários, já na
campanha eleitoral, insistiram na volta dos estoques reguladores. “Você
pode fazer estoque e, fazendo estoque, controlar o preço. Vai colocar
mais produto no mercado quando o preço estiver alto. Fizemos isso, a
Conab era uma coisa importante no meu governo “, disse o Lula candidato.
VEJA TAMBÉM: Epidemia aviária põe mundo em alerta: frango e ovos vão ficar mais caros em 2023? Sucesso do agro e falha do marketing? Os desafios de imagem do café brasileiro No Brasil “sem dono”, milhares vivem no limbo à espera de regularização
A intenção continua firme, a julgar pelo discurso de posse do
ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, que reafirmou o
papel da Conab na compra de alimentos “para formação de estoque
regulador e para compra direta do Programa de Aquisição de Alimentos”.
Para formar estoques na marra, como propõe o governo, a Conab teria
de passar por cima da lei que só permite essa ferramenta quando os
preços de mercado estão abaixo dos mínimos. Seria também, na prática,
gastar mal o dinheiro público e até ir contra as regras da Organização
Mundial do Comércio (OMC), que combatem essa forma de subsídio. Quem vai
tocar a nova-velha abordagem da Conab é o Ministério do Desenvolvimento
Agrário, recriado por Lula e que ficou com a empresa pública, antes sob
o guarda-chuva do Ministério da Agricultura.
Estoques reguladores públicos caíram em desuso Essa operação ficou
absolutamente desnecessária. Nesses últimos 20 anos, a Política de
Garantia de Preços Mínimos (PGPM) atuava no apoio ao arroz no Rio Grande
do Sul, ao trigo do sul do Brasil, e ao milho do Centro-Oeste,
principalmente do Mato Grosso. Esses três produtos estão com preços bem
acima dos preços de garantia. Então, esse lado de formação de estoques
da Conab caiu em desuso. Nesse mercado, seja pelos preços
internacionais, seja pela melhoria de logística, e no caso específico do
Mato Grosso, pelo grande consumo de milho para fazer etanol, a Conab
ficou de mãos vazias”, afirma Ivan Wedekin, economista que foi
secretário de Políticas Agrícolas do Ministério da Agricultura no
primeiro mandato de Lula, no início dos anos 2000.
Ressalvando que seus comentários são técnicos, e que não têm natureza
política ou ideológica, Wedekin aponta que os armazéns da Conab hoje
têm capacidade de estocagem inexpressiva, na casa dos 2 milhões de
toneladas, além de serem inadequados e muito antigos. Se no passado a
Conab tinha também o papel de distribuição física de cestas básicas,
isso teria ficado obsoleto com o bolsa-família, que dá dinheiro para a
compra de alimentos.
Quanto à comercialização de grãos, desde o início dos anos 2000 a
Conab passou a fazer intervenções no mercado ao estilo hands-free, ou
seja, sem pôr a mão nos produtos. Assim, se está sobrando milho no Mato
Grosso, ou se o preço está abaixo do mínimo e falta milho no Nordeste, a
Conab dá um prêmio para o escoamento, um tipo de subsídio ao frete.
Para combater a fome, argumenta Wedekin, há mecanismos mais modernos,
como nos Estados Unidos, onde há décadas se adota a política dos food
stamps, ou seja, créditos para compra de alimentos.
“O bolsa família caminhou nessa direção, você não manda mais a cesta
básica. Você dá o dinheiro para a mulher, principalmente, fazer suas
comprinhas lá. Dada a digitalização do dinheiro, é tudo automatizado. Do
ponto de vista de política agrícola, essa busca de formação de estoque
não faz sentido, e do ponto de vista abastecimento, numa análise nua e
crua, também não cabe à Conab ficar distribuindo mercadorias físicas”,
aponta. Restaria apenas a aquisição de alimentos da agricultura
familiar, “a compra e a distribuição local, como na merenda escolar,
como um braço social da economia”.
Intenção seria despejar dinheiro em movimentos sociais aliados do governo Para
outros observadores, a motivação por trás da anacrônica retomada de
estoques públicos por parte da Conab pode ser bem menos nobre do que
combater a fome, como tem pregado Lula. Xico Graziano, ex-deputado
federal e ex-presidente do Incra, professor de MBA da FGV, acredita que o
governo articula na verdade uma forma de financiar movimentos de
esquerda, despejando montanhas de dinheiro numa agricultura pouco
eficiente.
“O que nós vamos ver acontecer agora é mais uma vez a Conab gastar
milhões comprando produto de grupos de pequenos produtores, em
assentamentos de reforma agrária, ou daqueles chamados de familiares e
campesinos, e distribuindo esses produtos para entidades variadas. Ok,
mas a questão é a transparência desse processo. Teremos de ficar atentos
para ver como isso vai se formar de novo, porque já foi terrível, e
quem desmontou isso foi o Michel Temer. Uma rede de apoio que custava
aproximadamente R$ 1 bilhão, que era distribuída para esses grupos, e
alimentava essa máquina toda de grupos de invasores de terra pelo Brasil
afora. Isso foi desmontado, era um desperdício de dinheiro”, destaca
Graziano
Para o engenheiro agrônomo, falar em formação de estoques públicos
hoje, a não ser em situação de guerra no país, não faz sentido: “Não é
nem uma volta ao passado, é um devaneio. Mais do que isso, é um
disfarce. A Conab vai ser importante para alimentar a máquina dos grupos
anticapitalistas do campo, esse é o problema. Aqueles que ficam metendo
o pau no agronegócio, que ficam xingando tudo. Vai dar um trabalho
enorme isso. E o Lula vai fazer o que ele sempre fez. Ele veste o
bonezinho do MST e depois vai lá agradar ao Blairo Maggi, que é um
grande produtor, e faz isso tudo funcionar”.
Quem terá acesso aos recursos milionários das compras públicas? O
ex-deputado não discorda que a causa, aparentemente, é boa: favorecer os
grupos de pequenos agricultores. O problema estaria na transparência do
processo – como serão as licitações, quem terá acesso a esses recursos
milionários. “Vai haver um privilegiamento total, vai ser uma dominância
política total sobre as compras públicas que a Conab vai fazer. Já foi
assim, os grupos chamados agroecológicos, isso virou uma rede pelo país
todo. Tudo bancado pelo nosso dinheiro, milhões e milhões em convênios,
em editais, etc. Isso ajuda a melhorar a distribuição de renda, ajuda
esses grupos pobres de agricultores a se sair melhor na vida? Sim, é uma
possibilidade, um caminho. Eu não me oponho que ações desse tipo sejam
feitas. A questão é saber qual vai ser o controle disso, estando tudo lá
num ministério controlado pelos anticapitalistas. Vai dar confusão lá
na frente”, prevê.
Nem mesmo a justificativa de usar os estoques públicos para
“baratear’ o preço dos alimentos se mantém em pé, numa análise mais
detida. Para Vlamir Brandalizze consultor do mercado de commodities
agrícolas, o discurso parece mais o de alguém “jogando para a torcida”.
Ele alerta que o que funciona hoje no país é a lei da oferta e da
procura.
“O feijão carioca escasseou muito, hoje está acima de R$ 400 a saca.
Mas assim que vier a segunda safra, quando o pessoal colher a soja, vão
ver que o feijão está com cotação boa e imediatamente o produtor vai
plantar feijão e não vai plantar milho safrinha. E isso vai abastecer o
mercado. É o mercado que se corrige rapidamente, sem a interferência do
governo. Agora, se você tem estoque do produto, o cara não vai querer
plantar porque sabe que o governo, na hora que o mercado melhora, ele
entra e vende”, sublinha.
O fato de a agricultura ter se transformado no grande negócio do
Brasil também compromete a efetividade dos estoques reguladores.
Brandalizze, que também é plantador de feijão, observa que anos atrás
recebia de R$ 6 a R$ 8 a saca. Hoje o preço está entre R$ 300 e R$ 400.
“Veja quanto de dinheiro que uma Conab precisa para bancar qualquer
volume de estoque. Os tempos mudaram”, afirma.
Para refutar o argumento de que o problema está no preço dos
alimentos no país, Brandalizze cita o exemplo de outra commodity: “O
arroz brasileiro é um dos mais baratos do mundo. O pacote de 5 quilos
custa hoje entre R$ 13 e R$ 17 no supermercado. O arroz na Ásia, que
normalmente é o mais barato do mundo, hoje custa de R$ 4 a R$ 7 o quilo,
a granel, de qualidade inferior ao brasileiro. Nós estamos exportando
mais de 2,2 milhões de toneladas de arroz neste ano, porque o arroz
brasileiro está muito barato”.
Outra cadeia produtiva que ilustra a importância da não intervenção
governamental indevida é o milho. Quando a produção brasileira estava
voltada apenas para o mercado interno, nos momentos de crise o grão
disparava e “matava o suinocultor”. “Hoje nós somos o segundo maior
exportador de milho e talvez agora, em 2023, devemos até bater os EUA.
Por que se tornou um grande negócio, daí você investe em tecnologia e
produtividade. Quando é amarrado ao governo, fica muito travado, o
pessoal acaba temendo, inclusive”, diz o analista.
O desafio, assim, não seria de baixar o preço dos alimentos no país,
mas de dar renda aos brasileiros. “Eu mais acredito mais em emprego do
que em outras coisas. Por que você dando emprego e a pessoa tendo renda,
ele consegue comprar com R$ 20 um pacote de arroz de 5 kg, consegue
comprar 1 kg de feijão com R$ 7 a R$ 10, um frango com R$ 6 a R$ 8,
suíno com R$ 10 a R$ 12, ovo com R$ 5 a R$ 6 a dúzia. É tudo possível,
desde que tenha dinheiro e emprego”.
Alexandre de Moraes visita edifício-sede do STF para vistoriar
perícia após depredação por invasores.| Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
As
cenas de destruição do 8 de janeiro, na Praça dos Três Poderes,
chocaram os brasileiros, e com toda a razão. Elas merecem todo o
repúdio, e precisam ser respondidas com firmeza, como afirmamos já na
noite daquele domingo: a investigação tem de ser rigorosa, com a
identificação e a devida punição de todos os envolvidos no
quebra-quebra, dos que instigaram a revolta ainda que não tenham
quebrado uma única vidraça, e dos que, pela omissão imprudente ou
deliberada, permitiram que a invasão ocorresse graças a um esquema de
segurança precário. No entanto, é preocupante ver que o Judiciário, a
esquerda e seus aliados na opinião pública têm em mente algo que vai
muito além disso: a criação de toda uma categoria de “culpados por
associação” que tem tudo para culminar em uma verdadeira caça às bruxas.
Em vários despachos e decisões pós-8 de janeiro, o ministro Alexandre
de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, tem usado o termo “terroristas”
para designar não apenas os participantes do ataque à Praça dos Três
Poderes, mas qualquer brasileiro que tenha estado nos acampamentos
montados diante de quartéis em todo o país. Se já é bastante controversa
a aplicação da palavra aos que invadiram o Planalto, o Congresso e o
STF – ao menos do ponto de vista legal, pois a descrição feita na Lei
Antiterrorismo não abrange o que ocorreu em 8 de janeiro –, mais
temerário ainda é atribuir intenção ou modo de agir terrorista a quem
nem esteve em Brasília no último domingo. Apesar disso, o termo
disseminou-se amplamente pelas mídias sociais e pela imprensa, lançando
um estigma sobre toda uma parcela de brasileiros que de terrorista não
tem absolutamente nada.
Está se fomentando a perseguição ostensiva a qualquer coisa que
remeta a “bolsonarismo” ou a qualquer pessoa que, em algum momento,
tenha manifestado apoio ao ex-presidente ou a suas pautas, transformando
tudo e todos em cúmplices do “terrorismo do 8 de janeiro”
Outra prova de que a reação ao 8 de janeiro não deve se limitar aos
criminosos de fato é o discurso segundo o qual seria preciso também
encontrar e responsabilizar também todos os que teriam ajudado a “criar o
clima” que permitiu ou incentivou o ataque à Praça dos Três Poderes.
Parlamentares estão sendo apontados como “defensores do terrorismo” ou
“simpatizantes disfarçados”; se é verdade que houve quem até
compartilhasse imagens da destruição, muitos outros estão sendo acusados
por simplesmente limitar-se a descrever os motivos que levaram à
indignação popular, como os inquéritos abusivos do Supremo. Mesmo assim,
já existe pressão para que todos eles sejam cassados ou impedidos de
tomar posse. Da mesma forma, um colunista de um renomado site de
notícias sobre o Judiciário prega a responsabilização, ao menos no
“plano moral”, de “juristas bolsonaristas” no “fomento a golpes”.
Esta responsabilização, no entanto, pode transbordar também para o
plano legal: a Procuradoria-Geral da República já pediu ao STF a
abertura de um inquérito para a investigação dos “autores intelectuais
do terrorismo”. O conceito incluiria todos os que tenham feito críticas
às urnas eletrônicas e “ataques” aos poderes da República. Como este
último termo já foi indevidamente ampliado para que qualquer crítica
legítima aos abusos cometidos pela suprema corte seja classificada como
“ataque”, há uma grande possibilidade de que, caso a presidente do STF,
Rosa Weber, aceite a abertura de inquérito, haja uma criminalização
ampla, geral e irrestrita de qualquer um que, mesmo repudiando
veementemente a violência como ferramenta política, tenha manifestado
opinião crítica a Lula, ao Supremo, à inação do Senado em seu papel de
contrapeso ao STF, ou feito análises com fundamentação técnica sobre
possíveis fragilidades no sistema eletrônico de votação brasileiro.
O resultado disso será um macarthismo à brasileira: a perseguição
ostensiva a qualquer coisa que seja classificada como “bolsonarismo” ou a
qualquer pessoa que, em algum momento, tenha manifestado apoio ao
ex-presidente ou a suas pautas, transformando tudo e todos em cúmplices
do “terrorismo do 8 de janeiro”, assim como o macarthismo original
transformara qualquer norte-americano com simpatias pela ideologia de
esquerda em culpado de “antividades antiamericanas”, para usar o termo
que deu nome ao comitê de investigação montado pela Câmara de
Representantes dos EUA. E, como não há nada ruim que não possa piorar, o
caso brasileiro ainda deve contar com o estímulo ao denuncismo ao
estilo soviético, a julgar por reportagens que tratam positivamente
pessoas que denunciaram parentes supostamente envolvidos no 8 de
janeiro, mesmo sem a certeza absoluta de que eles participaram da
invasão – o que traz à tona a imagem de Pavlik Morozov, o menino
exaltado como exemplo nas escolas da União Soviética por ter denunciado o
pai à polícia política, em 1932 (a veracidade da história, ou ao menos
de partes dela, foi questionada após o fim da URSS).
VEJA TAMBÉM: Luciano Trigo: Artigo 58 O apagão da liberdade de expressão no Brasil (editorial de 30 de agosto de 2021) O desvario golpista e o direito à manifestação (editorial de 11 de janeiro de 2023) Alexandre de Moraes e o “guarda da esquina” (editorial de 17 de dezembro de 2022) O autoritarismo judicial da suspensão de perfis em mídias sociais (editorial de 22 de novembro de 2022)
Mas, se os Estados Unidos providenciam o mau exemplo, também
oferecem a solução. Já na época do macarthismo, a Suprema Corte
norte-americana agiu para conter vários excessos da campanha liderada
pelo senador Joseph McCarthy, e defendeu os direitos políticos e de
liberdade de expressão de vários americanos perseguidos por suposta
simpatia pelo comunismo. O caso mais emblemático, no entanto, vem das
investigações da invasão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021. Tanto na
Justiça quanto na comissão criada pelo Congresso dos Estados Unidos, o
foco tem se limitado ao ataque em si e aos seus instigadores imediatos;
não há a intenção de acusar e punir “autores intelectuais” da invasão,
muito menos de criminalizar o trumpismo e tratar como párias todos os
norte-americanos que ainda apoiam Donald Trump, o Partido Republicano ou
o seu ideário – ainda que essa tentação exista, como bem mostra a
qualificação de “deploráveis” dada por Hillary Clinton aos eleitores de
Trump em 2016. Tampouco se usou a invasão do Capitólio como pretexto
para restringir liberdades como as de expressão e de reunião – nem pela
via legislativa, nem pela via judicial, ao contrário do que vem
ocorrendo no Brasil.
A principal democracia do mundo, portanto, mostra o rumo, amparada
por séculos de tradição de respeito às liberdades e tendo passado pelo
trauma de uma caça às bruxas poucas décadas atrás. Não somos obrigados a
repetir o erro norte-americano para aprender a lidar com eventos como o
8 de janeiro. Sim, bem sabemos que o atual governo é guiado pelo desejo
de controlar o discurso e eliminar da arena pública qualquer oposição; é
de seu interesse associar o bolsonarismo e mesmo o conservadorismo à
barbárie do 8 de janeiro para que seja mais fácil banir este discurso e
promover os desejados “expurgos” na imprensa, no mundo do
entretenimento, na política, nas igrejas, nas mídias sociais. Mas, se
queremos pacificação verdadeira – que não é mero apaziguamento, e sim
respeito autêntico às diferenças de opinião –, essa mistura tupiniquim
do macarthismo americano com o denuncismo soviético precisa ser cortada
pela raiz.
Alexandre de Moraes visita edifício-sede do STF para vistoriar
perícia após depredação por invasores.| Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
A
invasão das sedes do Congresso, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal
Federal (STF), no último domingo (8) deverão dar novo impulso, no âmbito
do Judiciário, à defesa de uma teoria conhecida como “democracia
militante”, também chamada de “democracia defensiva” por alguns autores.
Trata-se de uma ideia desenvolvida em 1937 pelo jurista alemão de
origem judia Karl Loewenstein (1891-1973). Ele propunha que a democracia
tinha de ter mecanismos para se proteger de atores que poderiam usar de
suas liberdades para destruí-la.
Era uma crítica à Constituição da República de Weimar, que emergiu na
Alemanha 1919, após a Primeira Guerra, e adotava uma linha de
neutralidade em relação às várias ideologias em disputa na época, o que
favoreceu a ascensão do nazismo e seu sufocamento em 1933. Ficou célebre
a provocativa frase de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda na
Alemanha nazista, de que “sempre será uma das melhores piadas da
democracia o fato de que ela dá aos seus inimigos mortais os meios para
destruir a si própria”.
Desde então, várias democracias na Europa têm adotado a teoria para
limitar a formação de partidos extremistas e, no caso da Alemanha, para
proibir a negação do holocausto.
No Brasil, o tema vem ganhando força nos últimos anos em razão de
decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), concentradas no ministro
Alexandre de Moraes, que têm restringido diversos direitos fundamentais –
como a liberdade de expressão e, agora também a liberdade de reunião
para manifestações – em nome da “proteção” do regime democrático.
Embora nunca tenha usado o termo ou feito referência explícita à
teoria, Moraes costuma fundamentar essas decisões com essa premissa. “A
Constituição Federal não permite a propagação de ideias contrárias a
ordem constitucional e ao Estado Democrático, nem tampouco a realização
de manifestações nas redes sociais visando o rompimento do Estado de
Direito”, escreveu, por exemplo, em fevereiro de 2021, na ordem de
prisão do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), que havia elogiado a
cassação de ministros do STF pelo AI-5 em 1964.
Moraes argumentava que a liberdade de expressão não poderia servir à
destruição das instituições republicanas, notadamente o STF, que seria o
garantidor, em última análise, da democracia, e por consequência, da
própria liberdade de expressão.
Nesta semana, por ocasião dos atos de vandalismo nos edifícios-sede
dos Três Poderes, o ministro passou a impor duras restrições ao direito
de reunião, pelo mesmo motivo. Por entender que a manifestação
representou tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito, proibiu
ocupação de rodovias, espaços e prédios públicos, bem como determinou a
prisão de quem tentasse realizar manifestações nesses locais. Dias
antes, ministro já havia mandado prender manifestantes acampados em
frente a quartéis do Exército que pediam intervenção das Forças Armadas.
Nesta decisão, fez referência a personagens históricos que combateram o
nazismo.
“A democracia brasileira não irá mais suportar a ignóbil política de
apaziguamento, cujo fracasso foi amplamente demonstrada na tentativa de
acordo do então primeiro-ministro inglês Neville Chamberlain com Adolf
Hitler. Os agentes públicos (atuais e anteriores) que continuarem a ser
portar dolosamente dessa maneira, pactuando covardemente com a quebra da
democracia e a instalação de um estado de exceção, serão
responsabilizados, pois, como ensinava Winston Churchill, ‘um
apaziguador é alguém que alimenta um crocodilo esperando ser o último a
ser devorado’”, escreveu o ministro.
Mas antes mesmo dessa demonstração evidente de “democracia
militante”, Moraes já vinha recebendo elogios de setores da
intelectualidade e da comunidade acadêmica no campo do direito, pela
atuação combativa contra militantes, apoiadores e políticos próximos do
ex-presidente Jair Bolsonaro, a partir da suposição de que ele era uma
ameaça à democracia.
Em novembro, num artigo publicado no site jurídico Conjur, o
criminalista Sidney Duran Gonçalez, mestre e doutorando em Direito Penal
pela Universidad de Salamanca, escreveu que as manifestações dos
quartéis, por reivindicarem uma intervenção das Forças Armadas contra o
Poder Judiciário, especialmente sobre o Tribunal Superior Eleitoral
(TSE), que organizou as eleições, a partir de interpretação equivocada
da Constituição, mereceria uma reprimenda com base na ideia de
autoproteção da democracia.
“As manifestações que temos visto ultimamente, são claramente uma
projeção daquilo que tem pregado já há muito, o seu maior incentivador, o
presidente da República, que eleito pelo voto popular de maneira
democrática, volta-se contra o sistema e incentiva desconfianças acerca
das eleições, colocando em descrédito todo o sistema”, escreveu.
No mesmo mês, o cientista político e ex-ministro da Secretaria de
Estado de Direitos Humanos Paulo Sérgio Pinheiro publicou artigo
defendendo a relevância das reflexões de Loewenstein para o Brasil.
Argumentava que as instituições não foram capazes de conter uma
“escalada de extrema direita com conteúdo neofascista, liderada pelo
presidente da República”, e que uma “desconstrução do estado de direito
contou com a cumplicidade das Forças Armadas” e “inércia” da
Procuradoria-Geral da República e do Congresso pela recusa em
responsabilizar Bolsonaro por supostos ataques à ordem constitucional.
Passada a eleição e a derrota do presidente, Pinheiro sugeria a
possibilidade de continuidade de medidas de defesa da democracia ante os
atos contra a eleição de Lula em frente aos quartéis.
Tese é controversa por poder facilitar abuso de autoridade Antes
da invasão aos poderes, havia mais críticas ou ressalvas à aplicação, no
Brasil, da teoria da democracia militante. “A doutrina é controvertida,
pois governos mal-intencionados ou tribunais cooptados podem abusar de
sua autoridade para impor limites àqueles que os criticam e desafiam. A
questão sobre quem guarda os guardiões sempre reaparece quando se
atribui a alguém o poder de censurar ou restringir direitos”, escreveu
em março de 2020, na Folha de S.Paulo, o professor da faculdade de
direito da FGV em São Paulo Oscar Vilhena Vieira. Ainda assim,
ressalvava que convocações de protestos contra o Congresso e o STF
deveriam levar cidadãos e instituições a se empenharem na tarefa de
impor limites para conter “tudo aquilo que conspire contra a
democracia”.
Em maio de 2021, o sociólogo e doutor em geografia humana pela USP
Demétrio Magnoli se manifestou de forma mais dura contra a ideia de
democracia militante ao comentar o texto do projeto de lei que viria a
substituir a antiga Lei de Segurança Nacional, norma também inspirada na
teoria de Loewenstein. Criticava, principalmente, trechos da proposta
que permitiam criminalizar a defesa de ideias autoritárias.
“[Daniel] Silveira tem o direito de elogiar o regime militar e suas
leis, assim como comunistas da velha estirpe estão cobertos pelo
princípio da liberdade de expressão ao propor a substituição do
Congresso pelos sovietes. O que é proibido, para um como para os outros,
é cruzar o limite entre a palavra e a ação”, escreveu no artigo, também
publicado pela Folha. “Já temos leis suficientes sobre as fronteiras da
liberdade de palavra. A Lei do Estado Democrático deve se circunscrever
à ação violenta contra as instituições. Nossa democracia não milita”,
concluía.
Uma crítica ainda mais contundente da democracia militante foi
publicada em novembro de 2022 pelo professor do Insper Fernando Schüler,
cientista político e doutor em Filosofia. Em artigo na revista Veja,
ele lembrou que, em nome da teoria, o STF bloqueou contas do banco
Rodobens, pelo fato de ter, no passado, concedido empréstimo para a
aquisição de caminhões que foram levados a Brasília para engrossar o ato
em frente ao QG do Exército contra Lula.
Também citava como exemplos exagerados da aplicação da teoria, no
Brasil, a suspensão das contas, nas redes sociais, do economista Marcos
Cintra, que expressou dúvidas sobre a apuração das urnas eletrônicas; e
também do empresário Luciano Hang, por causa de conversas privadas no
WhatsApp. Seu argumento era de que uma teoria usada contra o nazismo não
poderia ser aplicada de modo vulgar em democracias em funcionamento.
“Quem teria a prerrogativa de decidir quem é o inimigo existencial e a
quem deveríamos entregar o poder de agir para além das leis e da
Constituição, uma vez definida a situação “excepcionalíssima”? E mais:
que instrumentos a democracia militante nos daria para nos proteger dela
mesma? Se um ministro decide censurar e banir um deputado, mesmo que a
Constituição diga claramente que ele não pode fazer isso, o que fazer? E
se um filme censurado, quando as leis dizem que isso não pode ser
feito?”, questionava.
Eu condenei o jornalista americano Glenn Greenwald quando houve
aquele ataque de hackers que revelou conversas entre o pessoal da Lava
Jato.
Foi um crime, previsto inclusive na Constituição, porque invadiu a
privacidade dos promotores, mas foi usado para desmoralizar a
Procuradoria da Lava Jato e o juiz Sergio Moro.
Mas agora, o jornalista Greenwald, não é que mudou de lado, ele
percebeu que um outro lado exagerou e está fazendo eco a reportagens do
New York Times que dizem que o Brasil está em um momento muito perigoso
de arbítrio, de totalitarismo, de desrespeito à Constituição e as
liberdades e de censura.
Ele está botando a boca no mundo. Interessante que é a forma de sair
do Brasil e ir para os Estados Unidos e para o mundo o que tá realmente
acontecendo aqui no Brasil. Fica aqui esse registro.
Eu não sou seguidor dele, mas estou vendo que ele percebeu o que está
acontecendo aqui no país. Eu passo o dia inteiro falando que a
Constituição tem que ser respeitada e vocês sabem, como eu sei, que ela
não está, principalmente no Artigo 5º e no Artigo 220, que falam sobre
as liberdades, o direito à liberdade de expressão e sobre a vedação à
censura, essas coisas.
Começa o Fórum de Davos Hoje começa o Fórum Econômico Mundial de
Davos, na Suíça. O Brasil tem uma comitiva que é chefiada pelo
vice-presidente da República, que também é Ministro da Indústria,
Comércio e Desenvolvimento, Geraldo Alckmin.
Ele chefia uma comitiva que tem a ministra do Meio Ambiente, Marina
Silva, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira e o ministro da
Fazenda, Fernando Haddad.
Certamente, Marina Silva vai se enquadrar no politicamente correto
das questões ambientais, que são muito bonitas, etc, mas que, pelo menos
na Europa, não estão resultando muita coisa.
Isso porque eles são obrigados a produzir energia de carvão e energia
nuclear, por exemplo. O Partido Verde da Alemanha até já afundou. Mas,
enfim, Marina está lá.
Não sei o que Fernando Haddad vai falar. Tomara que não fale muito.
Mas o Mauro Vieira certamente vai explicar a posição do Brasil.
Logo depois, terminado o Fórum Mundial, dia 20, outra missão de Mauro
Vieira será acompanhar o presidente da República à Argentina porque vai
ter a reunião de cúpula dos chefes de governo da América Latina e do
Caribe. O anfitrião é o presidente Alberto Fernandéz.
A maioria desses países agora é de esquerda, então vai ser um caminho indo para a esquerda.
Aqui no Brasil isso já está sendo posto em prática, com a reabertura
das embaixadas do Brasil em Havana e em Caracas e a retirada de um
general como embaixador do Brasil em Israel.
Vem aí a eleição dos presidentes da Câmara e do Senado
Está faltando só 15 dias para a eleição dos presidentes da Câmara e do Senado.
As pessoas falam em reeleição. O Artigo 57, no parágrafo 2º, diz que
não tem reeleição. Mas ninguém mais obedece a Constituição, né? O que é
um perigo muito grande, porque aí o que manda é quem tem mais força, não
é a lei. É um perigo.
Quem desobedece a Constituição está armando alguma coisa que pode vir contra si próprio. Mas, enfim.
O grande perigo é reeleger Rodrigo Pacheco no Senado, porque ele foi
omisso completamente com todos esses desrespeitos à Constituição.
Eu estou torcendo para que ele não seja reeleito, para que o Senado
tenha um papel realmente de câmara revisora, inclusive dos atos do
Supremo, como diz a Constituição. Temos que respeitá-la.
Economia no governo novo Quinze dias de governo novo e já a economia completamente entregue ao acaso.
A insegurança jurídica no país hoje é muito grande, o que faz com que
os investidores, aqueles que estão investindo no país, em emprego, em
produção, estejam todos com o pé atrás.
Após governador afastado afirmar que Força impediu ação em dezembro,
ex-comandante da PM diz que a tropa foi barrada no dia dos atos;
militares alegam risco de operação noturna
A desmontagem de acampamento de bolsonaristas em Brasília e a prisão
dos extremistas gerou um novo conflito de versões entre o governo e a
Polícia Militar do Distrito Federal de um lado e o Exército do outro. No
centro agora da polêmica estaria a resistência em acabar de uma vez com
o local na noite do domingo, dia 8 – horas depois da invasão da sede
dos três Poderes – e prender os radicais que teriam se refugiado na
frente do Quartel-General da Força Terrestre, no Setor Militar Urbano
(SMU).
Apoiadores
do ex-presidente Jair Bolsonaro no acampamento armado em frente ao
Quartel-General do Exército, em Brasília. Foto: Wilton Junior/Estadão
Agora foi a vez do ex-comandante da PM do DF Fábio Augusto Vieira
afirmar, em depoimento à Polícia Federal, que a Força se negou a
permitir que a tropa de choque da PM entrasse no acampamento para deter os vândalos na noite do dia 8.
O coronel afirmou que, em meio ao início das ações golpistas, o
Exército “já estava mobilizado para não permitir” a entrada da PM no
SMU, onde estava localizado o acampamento de bolsonaristas.
De fato, naquela noite, o Exército posicionou sua Tropa de Choque e três blindados, cercando a praça na frente do QG. O Estadão esteve no local e verificou que a ordem então era que ninguém podia entrar no acampamento, só sair.
Naquele momento se desenvolvia uma reunião da qual participavam os
ministros Flávio Dino (Justiça), Rui Costa (Casa Civil) e José Múcio
(Defesa) com os comandantes do Exército, Julio Cesar Arruda e do
Planalto, Gustavo Henrique Dutra Menezes. Na versão dos militares, eles
estavam havia um mês desocupando paulatinamente o acampamento por meio
de um estrangulamento. Imagens feitas com drones pela inteligência
militar confirmariam a ação. Antes do fim do dia 7, o total de acampados
havia caído para cerca de 200.
O número aumentou novamente com a chegada de caravanas de extremistas a
Brasília. Na reunião com os ministros, os generais afirmaram que fariam
a desocupação do terreno na manhã de segunda-feira. De acordo com a
versão dos militares, a ordem de prisão emitida pelo ministro Alexandre
de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, só foi expedida depois do
término da reunião. A ordem, portanto, de quem ninguém entraria na área
do acampamento à noite tinha por objetivo impedir os riscos de uma
operação noturna em um ambiente com mulheres, crianças e idosos e não
impedir o cumprimento da ordem judicial do STF.
‘ATO PACÍFICO’
Em outro momento, na audiência de custódia após ser preso, o
ex-comandante da PM afirmou que “tudo apontava no domingo para um ato
pacífico”, quando apoiadores radicais do ex-presidente Jair Bolsonaro
levaram a cabo o que chamaram de “tomada de poder”. Segundo o militar,
as operações da corporação no dia dos atos golpistas foram realizadas de
acordo com informações da área de inteligência, “inclusive de outros
órgãos”.
A alegação do ex-comandante da PM do DF conflita com o alerta emitido
pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. Em ofício
enviado a Ibaneis Rocha na véspera das investidas extremistas, ele apontou riscos de violência nos atos previstos para o dia seguinte. Como mostrou o Estadão, o ministro Dino enviou ofício às autoridades de segurança pública do DF.
No documento, o ministro afirma que a PF havia identificado “intensa
movimentação” de caravanas rumo a Brasília e, ainda de acordo com o
texto, os manifestantes tinham a intenção de “promover ações hostis e
danos contra os prédios” da capital federal.
Destruição no prédio do Congresso Nacional causada por extremistas bolsonaristas. Foto: Pedro França/Agência Senado
Vieira foi preso na terça-feira passada, por ordem de Moraes, com
base em “fortes indícios” de “omissão”. A audiência de custódia foi
realizada na quarta. No mesmo despacho em que determinou a prisão de
Vieira, o ministro do STF decretou também a prisão preventiva –
sem prazo determinado –, efetuada neste sábado, 14, do então secretário
da Segurança Pública, Anderson Torres, que foi ministro da Justiça de
Bolsonaro até o dia 31 de dezembro.
NEGATIVAS
Vieira e Torres negam que tenham se omitido no enfrentamento da ação
dos vândalos, que furaram, sem dificuldades barreiras policiais e não
encontram pelotões suficientes para contê-los. Diante desse cenário,
Ibaneis foi afastado do cargo de governador por 90 dias. A decisão de
Moraes foi chancelada pelos integrantes do Supremo.
Na audiência de custódia, acompanhado de advogados, Vieira negou
“conivência” com a ofensiva dos apoiadores de Bolsonaro. “Não houve da
nossa parte facilitação para que os atos ocorressem”, disse o
ex-comandante da PM-DF. Já Ibaneis negou ao depor à PF ter tido
“qualquer tipo de conivência” com os atos radicais em Brasília e afirmou
que foi a favor da remoção dos acampamentos bolsonaristas em frente ao
QG, mas que o comando do Exército foi contrário à medida.
Vieira
e Torres negam que tenham se omitido no enfrentamento da ação dos
vândalos. Foto: Foto: PMDF/Divulgação; Adriano Machado/Reuters
O salário de Cook, apesar de alto, está longo de ser o maior do
mercado de tecnologia na atualidade. O posto pertence a Jeffrey Green,
da empresa americana de automação de marketing The Trade Desk, que
ganhou 8 vezes mais do que Cook, segundo levantamento feito pela S&P
Global Market Intelligence.
Zig Serafin aparece em segundo lugar, com salário anual de US$ 540
milhões. Serafin é CEO da americana Qualtrics Internacional, que fornece
uma plataforma de gestão da experiência do cliente. A empresa foi
comprada pela alemã SAP em 2018 por US$ 8 bilhões e separada da gigante
europeia em um IPO em 2021, no qual foram levantados US$ 1,5 bilhão na
Nasdaq.
Max Levchin integra o pódio com salário anual de US$ 451,2 milhões.
Ele lidera a empresa Affirm Records, especializada em tecnologia para o
mercado financeiro.
Entre as mais famosas do mercado, Roblox, Amazon e Intelcompõem o top 10 dos executivos mais bem pagos do setor de tecnologia.
Andy Jassy, da Amazon, é o primeiro executivo na história da companhia a substituir o fundador Jeff Bezos,
hoje no conselho administrativo. Jassy era o líder da divisão chamada
Amazon Web Services, mais famosa pela sigla AWS, que fornece soluções de
computação em nuvem para o segmento corporativo.
Os CEOs mais bem pagos do mercado de tecnologia (salário anual)
Jeffrey Green (The Trade Desk) – US$ 835 milhões
Zig Serafin (Qualtrics Internacional) – US$ 540,5 milhões
Max Levchin (Affirm Holdings) – US$ 451,2 milhões
Peter Kern (Expedia Group) – US$ 296 milhões
Rathna Mathrubootham (Freshworks Inc) – US$ 234 milhões
David Baszucki (Roblox Corp.) – US$ 232,4 milhões
David Steinberg (Zeta Global Holdings) – US$ 216,4 milhões
Andrew Jassy (Amazon) – US$ 212,7 milhões
Patrick Gelsinger (Intel Corp) – US$ 177,9 milhões
William McDermott (ServiceNow Inc) – US$ 165,8 milhões
O ano de 2023 chegou e, com ele, novos sonhos, o famoso planejamento e
as metas a serem cumpridas durante os 365 dias que se seguem. Ao mesmo
tempo, vem à tona na mente das pessoas que querem mudar de emprego ou
que estão infelizes em seu trabalho atual.
Pensando nessas e outras questões conflituosas na mente da pessoa que
deseja mudar, profissionais e mentores como o especialista em
Desenvolvimento Pessoal e Carreira, Kaio Machado, a terapeuta
integrativa, farmacêutica e coach, Ketila Kirmse, a empresária e
terapeuta Sistêmica, Adriana Santágueda, e a fotógrafa e mentora de
mulheres, Kamila Botton, se uniram para dar dicas para esse profissional
que deseja ser bem sucedido e iniciar um processo de autoconhecimento e
mudança.
Autoconhecimento
Para Kaio Machado, o autoconhecimento é a ferramenta primordial para
que as pessoas busquem um resultado profissional satisfatório. “Podemos
imaginar que talvez o problema não seja com as empresas em si, e sim o
fato das pessoas não saberem, de fato, o que querem para sua vida”.
Partindo dessa premissa, Kaio afirma que o autoconhecimento é uma
ferramenta poderosa para a descoberta da verdadeira essência, identidade
e propósito de vida, pilares que são essenciais para uma carreira bem
sucedida.
“Entendendo que carreira tem a ver com a nossa missão pessoal, que é
algo que exercemos no mundo através dos nossos dons e talentos colocados
em prática, vemos que a superficialidade que tratamos muitas vezes a
escolha da nossa profissão é onde se encontra o verdadeiro erro”,
conclui Kaio.
Faça as pazes com suas crenças
Já a empresária e Terapeuta Sistêmica, Adriana Santágueda, pontua que
existem crenças culturais passadas de geração em geração que travam o
sucesso, apenas por ir de encontro à ancestralidade de cada indivíduo.
“Exemplo disso, é quando no passado a família viveu traumas com um
automóvel. Ao sonhar com aquela super máquina, se esforçar para
conquistá-la, alguma coisa acontece e o sonho é adiado”, explica
Santágueda.
Segundo Adriana, a pessoa herda crenças, medos e traumas ancestrais, e
a dica é resolver as questões e se desprender para seguir sua própria
história, livre. No entanto, os dons e talentos também são herdados e
estes devem ser honrados. “Não se iluda com a história de que eles – os
pais e avós- já se foram e não tem nada a ver com você.
Isto é apenas uma negação de seu inconsciente que ama e honra, mesmo
sem você saber. Os ancestrais vivem em você através de seu DNA, e nesta
memória genética, você reage de acordo com o que está programado. O DNA
traz emoções e sensações, traz os comportamentos e hábitos de todos que
vieram antes de você, e tudo isto vibra no momento que é acionado”.
Então, a dica de Adriana para um Planejamento Sistêmico de sucesso, é
aproveitar os dons e talentos, adequando isto à sua empresa e à sua
vida. Honrando e agradecendo seus ancestrais tudo que eles viveram para
aprimorar seus talentos.
Mas ela alerta ainda que, quando um planejamento não se realiza, está
relacionado a imprevistos, falta de estratégia, falta de recursos,
mudança de metas e sonhos. “Tome consciência que você é o ancestral de
seus descendentes, e que hoje você está fazendo os movimentos que eles
fizeram muito antes de você e agradeça cada um por seus conhecimentos e
talentos”.
Fatores biológicos a seu favor
No mercado de trabalho, as mulheres ainda recebem menos que o homem e
ainda sofrem discriminação por determinados fatores biológicos. A
terapeuta integrativa e coach feminina, Ketila Kirmse, explica que, por
muitos anos, as mulheres sofreram com oscilações e dores provenientes
das fases do ciclo menstrual em suas rotinas pessoais, profissionais e
sociais que o influenciavam negativamente em seu desenvolvimento no
mercado de trabalho.
“No entanto, o autoconhecimento transforma o que era negativo, em um
mapa comportamental que lhes permite fazer um planejamento excepcional
para suas semanas, meses e ano. Uma vez que, ao saber identificar cada
fase de seu próprio ciclo, a mulher se torna capaz de se organizar
utilizando os hormônios a seu favor: o período pré-menstrual, por
exemplo, que até então costumava ser um período desafiador passa a ser
excelente para análises, balanços e conclusão de tarefas”.
Dessa maneira, a especialista conclui que as interações – sejam com a
equipe, clientes, fornecedores, amigos ou familiares – se tornam mais
fluidas e, caso alguma ação seja necessária em um momento menos
propício, é possível criar estratégias para que não aconteça
intercorrências, maiores desafios ou perda de produtividade.
Para quem trabalha em Home-Office
E aquele profissional que decidiu trabalhar Home-Office e busca um
resultado satisfatório no seu trabalho? Bom, para essa pessoa, a
especialista em Neuro Feng Shui, Doutora Maraísa Faria, explica que esse
profissional terá que se adaptar ao espaço de casa.
“A onda do home office ou liberdade geográfica chegou para ficar, ao
mesmo tempo, trabalhar nesses ambientes pode ser desafiador. Obter
conhecimento sobre como o ambiente pode facilitar e estimular seu foco e
produtividade pode ser o que você precisa, aliado às neurociências e
comportamento humano é a grande virada de chave”.
Para a especialista, inicialmente, a casa não é um local preparado
para receber um escritório ou uma mesa de trabalho. “Mas algumas vezes
acabamos encontrando um cantinho ou uma parede onde a mesa se encaixa
como uma luva. E, muitas vezes, este local é de frente para uma parede, e
trabalhar olhando para uma parede não é ideal”.
Maraísa explica que as paredes representam obstáculos, e quando se
trabalha olhando para um obstáculo as chances de avançar, crescer,
encontrar saída para um problema, desenvolver, são menores.
“O ideal é que no seu campo de visão exista um espaço aberto, como
uma janela ou até mesmo a visualização do ambiente. É incrível a
diferença, faça
o teste!”
A especialista conclui sua tese afirmando que, quando se fala de
comportamento e percepção cerebral, o ideal é mostrar ao cérebro que é
hora ou momento de trabalhar, ligar o computador, vestindo pijama, por
exemplo, uma vez que é difícil para ele -o cérebro- perceber, de
imediato, que é momento de ter foco em algo.
“Rituais como tomar banho, trocar de roupa são essenciais para
perceber que é hora de trabalhar. Com essas informações, tenho certeza
que vai aumentar sua produtividade e assim alcançar o planejamento
pensado para 2023”.
Inteligência Emocional
Outro fator bastante importante para quem planeja mudar ou se manter
trabalhando obtendo resultados satisfatórios, é a inteligência emocional
que, para a fotógrafa e mentora de relacionamento e comunicação com
pessoas, Kamila Botton, é a maior riqueza do homem.
Botton afirma que existe uma busca incessante por ser livre,
liberdade financeira, geográfica e de tempo e, por vezes, as pessoas vêm
sucumbindo em busca desses processos.
“O que elas não entenderam, é que o seu alvará de libertação está no
aperfeiçoamento da sua relação intrapessoal e sua inteligência em gerir
suas emoções. Primeiro passo a ser dado, é buscar lapidar o teu
relacionamento intrapessoal. Entender que todas as suas emoções são
válidas e reais, só que é preciso usar a emoção certa, pelo tempo certo e
na intensidade certa. Isso irá transformar o teu dia a dia, trazendo
equilíbrio nas relações interpessoais”.
Outra questão levantada pela Mentora, é o medo, o que ela acredita
ser uma das emoções válidas e mais nocivas que acompanha o ser humano.
“Pois bem, se parássemos para observar a intensidade dessa emoção
entenderíamos que ele só é realmente paralisante quando, nós ou alguém
que amamos, corre risco de vida, pois em outras circunstâncias, é
possível vencê-lo e compreender que ele está sendo excessivo.
Kamila conclui que a tarefa de cada pessoa, como adultos, é buscar
ter paciência com cada processo que se vive e compreender cada momento.
Vale a pena ler qualquer semelhança será mera coincidência !!!
Autor desconhecido
Um ladrão entrou no banco gritando para todos:
” Ninguém se mexe, porque o dinheiro não é seu, mas suas vidas pertencem a vocês.”
Todos no banco ficaram em silêncio e lentamente se deitaram no chão.
Isso se chama CONCEITOS PARA MUDAR MENTALIDADES
Mude a maneira convencional de pensar sobre o mundo.
Com isso, uma mulher ao longe gritou: ” MEU AMOR, NÃO SEJA RUIM PARA
NÓS, PARA NÃO ASSUSTAR O BEBÊ “, mas o ladrão gritou com ela:
“Por favor, comporte-se, isso é um roubo, não um romance!”
Isso se chama PROFISSIONALISMO
Concentre-se no que você é especializado em fazer.
Enquanto os ladrões escapavam, o ladrão mais jovem (com estudos
profissionais de contabilidade) disse ao ladrão mais velho (que tinha
acabado de terminar o ensino fundamental):
“Ei cara, vamos contar quanto temos.”
O velho ladrão, obviamente zangado, respondeu:
“Não seja estúpido, é muito dinheiro para contar, vamos esperar a notícia para nos contar quanto o banco perdeu.”
Isso se chama EXPERIÊNCIA
Em muitos casos, a experiência é mais importante do que apenas o papel de uma instituição acadêmica.
Depois que os ladrões foram embora, o supervisor do banco disse ao gerente que a polícia deveria ser chamada imediatamente.
O gerente respondeu:
“Pare, pare, vamos primeiro INCLUIR os 5 milhões que perdemos do
desfalque do mês passado e relatar como se os ladrões os tivessem levado
também”
O supervisor disse:
“Certo”
Isso se chama GESTÃO ESTRATÉGICA
Aproveite uma situação desfavorável.
No dia seguinte, no noticiário da televisão, foi noticiado que 100
milhões foram roubados do banco, os ladrões só contaram 20 milhões.
Os ladrões, muito zangados, refletiram:
“Arriscamos nossas vidas por míseros 20 milhões, enquanto o gerente do banco roubou 80 milhões em um piscar de olhos.”
Aparentemente, é melhor estudar e conhecer o sistema do que ser um ladrão comum.
Isto é CONHECIMENTO e é tão valioso quanto ouro.
O gerente do banco, feliz e sorridente, ficou satisfeito, pois seus
prejuízos foram cobertos pela seguradora no seguro contra roubo.
Isso se chama APROVEITANDO OPORTUNIDADES ..
ISSO É O QUE MUITOS POLÍTICOS FAZEM ESPECIALMENTE NESTA *PANDEMIA, ELES A USAM PARA ROUBAR E RESPONSABILIZAR O VÍRUS.
A startup digital ValeOn daqui do Vale do Aço, tem todas essas
qualidades, não me refiro aos ladrões e sim no nosso modo de agir:
Estamos lutando com as empresas para MUDAREM DE MENTALIDADE referente
à forma de fazer publicidade à moda antiga, rádio, tv, jornais, etc.,
quando hoje em dia, todos estão ligados online através dos seus
celulares e consultando as mídias sociais a todo momento.
Somos PROFISSIONAIS ao extremo o nosso objetivo é
oferecer serviços de Tecnologia da Informação com agilidade,
comprometimento e baixo custo, agregando valor e inovação ao negócio de
nossos clientes e respeitando a sociedade e o meio ambiente.
Temos EXPERIÊNCIA suficiente para resolver as
necessidades dos nossos clientes de forma simples e direta tendo como
base a alta tecnologia dos nossos serviços e graças à nossa equipe
técnica altamente especializada.
A criação da startup ValeOn adveio de uma situação de GESTÃO ESTRATÉGICA apropriada
para atender a todos os nichos de mercado da região e especialmente os
pequenos empresários que não conseguem entrar no comércio eletrônico
para usufruir dos benefícios que ele proporciona.
Temos CONHECIMENTO do que estamos fazendo e viemos
com o propósito de solucionar e otimizar o problema de divulgação das
empresas da região de maneira inovadora e disruptiva através da
criatividade e estudos constantes aliados a métodos de trabalho
diferenciados dos nossos serviços e estamos desenvolvendo soluções
estratégicas conectadas à constante evolução do mercado.
Dessa forma estamos APROVEITANDO AS OPORTUNIDADES
que o mercado nos oferece onde o seu negócio estará disponível através
de uma vitrine aberta na principal avenida do mundo chamada Plataforma
Comercial ValeOn 24 horas por dia e 7 dias da semana.