Militares defendem alterar procedimento realizado desde 2002 pela Justiça Eleitoral que certifica contagem correta de votos
BRASÍLIA – Militares que participam da fiscalização do sistema
eletrônico de votação veem como insuficientes até agora as mudanças
adotas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ampliar a transparência e a confiança nas eleições.
O Ministério da Defesa não
conseguiu emplacar uma forma de teste que os militares consideram
fundamental para assegurar a segurança e o funcionamento correto das
urnas. Esse é o principal ponto que as Forças Armadas querem tentar
convencer o próximo presidente da Corte, Alexandre de Moraes, a adotar.
Moraes levou a Bolsonaro convite para sua posse no TSE Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O foco dos militares é o teste de integridade. Ele consiste numa
votação simulada, realizada desde 2002 pela Justiça Eleitoral, como
forma de certificar que as urnas contam corretamente os votos digitados.
Nunca houve divergências, mas os militares propuseram mudanças no
processo.
No modelo atual, a testagem ocorre no dia da votação nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs)
para onde urnas sorteadas na véspera do pleito são levadas. Lá, em
ambiente de “laboratório”, servidores digitam os votos registrados antes
em cédulas de papel. Ao fim, a contagem da urna é comparada com a das
cédulas. Tudo é filmado e transmitido ao vivo na internet. Fiscais podem
acompanhar o procedimento e não há envolvimento direto de eleitores.
Os militares acham que a votação paralela do teste deve ocorrer em
condições reais. Por isso, propuseram que o teste de integridade seja
realizado na própria seção eleitoral. Bastaria instalar uma segunda urna
apenas para os testes. E, além disso, os eleitores deveriam ser
convidados a participar, o que garantiria, na visão deles, o ritmo real
de votação. Depois de votarem na cabine oficial, eles seriam chamados a
destravar a urna-teste com a própria biometria e, em seguida,
dispensados. A partir daí, servidores da Justiça procederiam à votação
paralela como fazem hoje.
Manifestantes se reúnem em ato pela defesa da democracia em São Paulo
Leitura da carta em defesa da democracia foi transmitida em um telão no Largo São Francisco
Técnicos do TSE, no entanto, contestam a proposta da Defesa. Para
eles, os moldes do teste de integridade, como pensado pelos militares,
pode gerar “confusão”. Programadores da Corte ponderam que o ambiente da
seção eleitoral é mais tumultuado, sujeito a interferências, para
receber um exame tão preciso.
Como mostrou o Estadão, ministros do Planalto
entraram em cena para restabelecer pontes com Moraes e convencê-lo a
ouvir os militares. Seria uma forma de baixar a temperatura antes de
atos contra ministros convocados por Bolsonaro no 7 de Setembro.
Moraes levou pessoalmente ao presidente o convite de sua posse no
TSE, marcada para 16 de agosto. No encontro, eles conversaram por cerca
de uma hora. Interlocutores de Bolsonaro reforçaram a versão de que
Moraes tende a aceitar um acordo.
Moradores entrevistados pela AP relatam felicidade e satisfação ao
tomar conhecimento do esfaqueamento do autor de ‘Versos Satânicos’,
considerado blasfêmia pelo governo local; outros temem que caso torne o
país ainda mais isolado
Nasser Karimi e Jon Gambrell, Associated Press – Jornal Estadão
Iranianos estão reagindo com orações e preocupação quanto ao ataque do romancista Salman Rushdie – o alvo de um fatwa de décadas feito pelo ex-líder supremo Aiatolá Ruhollah Khomeini, pedindo por sua morte.
Continua sem explicação o porquê de o agressor de Rushdie,
identificado pela polícia como Hadi Matar, de Fairview, Nova Jersey, ter
esfaqueado o autor enquanto ele se preparava para falar em um evento na
sexta-feira, 12, na zona oeste de Nova York. O governo teocrático do
Irã e sua mídia mantida pelo Estado não atribuíram nenhum motivo ao
ataque. Mas em Teerã, alguns que toparam falar à Associated Press
apoiaram o ataque visando o escritor que eles acreditam ter manchado a
fé islâmica em seu livro de 1988 Os Versos Satânicos.
Salman Rushdie em foto tirada em Paris em 10 de setembro de 2018 Foto: Joel Saget/AFP
Nas ruas da capital do Irã, imagens do Aiatolá Khomeini continuam
expostas enquanto as pessoas passam. “Eu não conheço Salman Rushdie, mas
estou feliz em ouvir que ele foi atacado, já que ele insultou o islã”,
disse Reza Amiri, um entregador de 27 anos. “Esse é o destino para
qualquer um que insulte santidades”. Outros, porém, se preocuparam que o
Irã se torne mais excluído do mundo enquanto as tensões sobre seu
cambaleante acordo nuclear continuam altas.
“Eu sinto que quem fez isso está tentando isolar o Irã”, disse Mashid
Barati, professor de geografia de 39 anos. “Isso afetará negativamente
as relações com vários países – até mesmo Rússia e China”.
Khomeini, em más condições de saúde no último ano de sua vida, após o
impasse na guerra entre Irã-Iraque, que dizimou a economia do país nos
anos 1980, publicou a fatwa para Rushdie em 1989. O decreto islâmico
veio durante violentas revoltas no mundo islâmico em relação ao romance,
que alguns viram como blasfêmia, já que fazia sugestões sobre a vida do
Profeta Maomé. “Eu gostaria de informar a todos os intrépidos
muçulmanos no mundo que o autor do livro intitulado Versos Satânicos…
Assim como aos publicadores que estavam cientes de seu conteúdo, estão a
partir de agora sentenciados à morte”, disse Khomeini em fevereiro de
1989, de acordo com a rádio Teerã. Ele acrescentou: “Qualquer um que o
mate, ao fazer isso, será reconhecido como mártir e irá diretamente para
o céu”.
Mais cedo neste sábado, 13, a mídia estatal iraniana destacou um
homem identificado como tendo sido morto enquanto tentava executar a
fatwa. O libanês Mustafa Mahmoud Mazeh, que morreu quando um livro bomba
que ele tinha explodiu antecipadamente em um hotel em Londres em 3 de
agosto de 1989, 33 anos atrás.
Matar, o homem que atacou Rushdie na sexta, 12, nasceu nos Estados
Unidos, com pais libaneses que imigraram do vilarejo sulista de Yaroun,
contou o prefeito da cidade Ali Tehfe à AP. Yaroun se situa apenas a
alguns quilômetros de Israel. No passado, os militares israelenses
atacaram o que descreveram como posições da milícia Xiita apoiada pelo
Irã, Hezbollah, na região.
Nas bancas de jornal neste sábado, 13, as manchetes de primeira
página mostravam seus próprios palpites quanto ao ataque. O linha-dura Vatan-e Emrouz cobria o que descreveu como “uma faca no pescoço de Salman Rushdie”. O jornal reformista Etemad perguntava: “Salman Rushdie perto da morte?”. O conservador Khorasan trazia uma grande foto de Rushdie em uma maca, com a manchete: “Satan a caminho do inferno”.
Mas a 15ª Fundação Khordad, que pôs uma recompensa de 3 milhões por
Rushdie, permaneceu em silêncio após o início da semana de trabalho.
Funcionários recusaram a responder imediatamente à AP, repassando as
questões a um oficial que não estava presente. A fundação, cujo nome se
refere aos protestos de 1963 contra o ex-xá pelos apoiadores de
Khomeini, geralmente foca em prover ajuda aos deficientes e outros
afetados pela guerra. Mas, assim como outras fundações conhecidas como
“bonyads” no Irã, financiada em parte por bens confiscados dos tempos do
xá, muitas vezes servem aos interesses políticos da linha-dura do
país.
Os reformistas do Irã, aqueles que querem lentamente liberar o país
da teocracia Xiita e ter melhores relações com o ocidente, tem tentado
distanciar o governo do país do decreto. O ministro das relações
exteriores do presidente reformista Mohammed Khatami em 1998 disse que
“o governo se dissocia de qualquer recompensa que tenha sido oferecida
nesse sentido e não apoia isso”. Rushdie lentamente começou a voltar à
vida pública por volta daquele tempo.
Mas alguns no Irã nunca esqueceram a fatwa contra ele. No sábado, 13,
Mohammad Mahdi Movaghar, um morador de 34 anos de Teerã, descreveu ter
uma “boa sensação” após ter visto Rushdie sendo atacado. “Isso é
prazeroso e mostra àqueles que insultam as coisas sagradas de nós,
muçulmanos, que além das punições no pós-vida, você será punido também
neste mundo, pelas mãos das pessoas”, ele disse.
Outros, porém, se preocuparam que o ataque – independente do porquê
ele tenha acontecido – possa atrapalhar o Irã enquanto o país tenta
negociar sobre seu acordo nuclear com as potências mundiais. Desde que o
presidente Donald Trump unilateralmente retirou os Estados Unidos do
acordo em 2018, Teerã tem visto sua moeda desvalorizar e sua economia se
desgastar. Enquanto isso, Teerã enriquece urânio, agora mais perto do
que nunca de armas entre uma série de ataques ao longo do Oriente Médio.
“Isso tornará o Irã mais isolado”, avisou o ex-diplomata iraniano
Mashallah Sefatzadeh. Enquanto as fatwas podem ser revistas ou
revogadas, o atual supremo líder Aiatolá Ali Khamenei, que assumiu após
Khomeini, nunca fez isso. “A decisão feita quanto a Salman Rushdie
continua válida”, disse Khamenei em 1989. “Como eu já disse, essa é uma
bala para a qual há um alvo. Ela foi disparada. Um dia, cedo ou tarde,
atingirá seu alvo”
Mais recentemente, em fevereiro de 2017, Khamenei respondeu
sucintamente a uma pergunta endereçada a ele: “A fatwa da apostasia do
maldito mentiroso Salman Rushdie continua tendo efeito? Qual é o dever
muçulmano nesse sentido?”. Khamenei respondeu: “O decreto foi publicado
por Imam Khomeini”.
SEO: Como conseguir mais visitas no site otimizando conteúdo?
Quem investe em SEO certamente tem como objetivo alcançar o topo do
Google para gerar tráfego orgânico. Essa tarefa, no entanto, não é algo
tão simples e exige alguns cuidados.
Existem práticas que podem afastar os visitantes e fazer com que seu
resultado seja menos satisfatório do que o esperado. Por isso, neste
artigo, você confere quatro alternativas para trabalhar com SEO em busca
de um maior número de visitantes no seu site e blog.
Continue lendo e descubra!
Alternativas para trabalhar com SEO e conseguir mais tráfego para o seu site
Melhorar o seu conteúdo e se atentar às seguintes alternativas de SEO pode aumentar o seu tráfego orgânico. Confira as dicas:
1. Pruning
O pruning, ou “poda” em tradução livre, é uma tática utilizada contra
a canabalização de palavras-chaves, ou seja, quando um mesmo blog
publica diferentes conteúdos com a sobre o mesmo assunto e faz com que
diferentes páginas concorram entre si.
Assim, essa poda pode ser realizada eliminando conteúdos que agregam
menos para o seu público ou agrupando assuntos similares em uma só
página, já que para o Google um dos critérios de relevância é a
originalidade.
Mesmo que a canabalização não seja um problema no seu blog, realizar
essa tática é importante para melhorar pois traz benefícios, como:
otimização do tempo de rastreio;
distribuição de autoridade;
performance para experiência de usuário.
2. Reotimização
A reotimização, como o nome sugere, é o aperfeiçoamento dos conteúdos
já publicados. Nesse processo é possível realizar o pruning, mencionado
anteriormente, ou até mesmo atualizar o conteúdo e revisitar as boas
práticas de SEO.
Essa ação traz diversas vantagens, como:
melhora as conversões através de novos links e CTAs otimizados; aumenta o tráfego orgânico; reforça a autoridade da sua página.
3. Linkagens internas
Na estratégia de linkagem interna, diferentes conteúdos possuem links
que apontam para outro artigo ou para uma página do seu site.
Essa tática é um fator importante para otimização de SEO, mas é
importante ter cuidado aos critérios e escolher páginas estratégicas
para receber mais links e ganhar posições no rankeamento.
4. Completar acervo de conteúdo no site
Ao revisitar o seu blog você pode identificar as falhas de conteúdo. É
possível enxergar assuntos que são de interesse e que são muito falados
no seu nicho ou segmento, mas que ainda não estão no seu blog.
É possível utilizar ferramentas como Ahrefs e Semrush para comparar
as palavras-chave que o seu site não tem posicionamento, mas que os
concorrentes possuem. Assim você identifica oportunidades para a criação
ou otimização de um conteúdo.
Por que você está ignorando a ferramenta de vendas mais poderosa do mundo?
Guilherme Dias – Diretor de Comunicação e Marketing da Associação Comercial, Empresarial e Industrial de Ponta Grossa (ACIPG)
Eu vejo todos os dias o anunciante separando seus R$ 10.000,00 pra
fazer uma campanha no rádio, R$ 3.000,00 para sair em uma revista local,
pelo menos R$ 9.000,00 para fazer uns 3 pontos de mídia exterior, mas
na hora de tirar o escorpião do bolso pra comprar mídia online, qualquer
“milão” é “caro demais”.
Eu sinceramente não sei de onde veio este mito de que fazer anúncios
na internet merece menos atenção financeira do que outros meios. A
lógica deveria ser justamente a inversa.
Nenhum outro tipo de mídia retém tanta atenção do público comprador como na internet.
O Brasil é o terceiro país do mundo onde as pessoas mais ficam
conectadas, passando mais de 10 horas por dia online (DEZ HORAS POR
DIA!).
Ficamos atrás apenas de África do Sul e Filipinas.
Qual outra mídia prende a atenção das pessoas por DEZ HORAS?
Qual outra mídia pode colocar sua marca literalmente na mão do seu cliente ideal?
Qual outra mídia pode colocar sua marca na mão do seu cliente no EXATO momento que ele está propenso a fazer uma compra?
Qual outra mídia pode rastrear, seguir o seu cliente de acordo com os hábitos de consumo dele?
Qual outra mídia pode segmentar um anúncio de acordo com os interesses, medos, desejos, ações, intenções…
Qual outra mídia pode oferecer um contato com seu cliente ideal 24 horas por dia, 7 dias por semana?
Absolutamente nenhuma além da internet.
E agora, me conta…qual o motivo da internet receber menos investimento comparado à mídia tradicional?
Marketing Digital é barato, mas não é de graça.
Vamos fazer uma conta de padaria:
Quanto custa imprimir 1.000 flyers (folhetos) e distribuir no sinal?
Papel couchè brilho 90g 4×4 cores, em gráfica de internet (qualidade bem meia boca), com frete sai em torno de R$ 250,00.
Para a distribuição, você não vai encontrar quem faça por menos de R$ 70 a diária.
Você não tem a garantia de entrega. Já ví muito “panfleteiro” jogando
metade do material no bueiro, ou entregando 2 de uma vez só em cada
carro. Mas vamos tirar essa margem da conta.
Estamos falando de R$ 320 para 1 mil impactos.
Hoje estava otimizando uma campanha de Instagram, da minha conta
pessoal, e o meu CPM (custo por mil impressões) estava girando em torno
de R$ 5,51.
Ou seja cerca de 1,72% do valor de uma ação de rua com flyer.
Essa lógica pode ser aplicada a qualquer meio de comunicação tradicional, seja rádio, tv, outdoor, busdoor…
E a conta também deve ser levada em consideração além dos anúncios de Google, LinekedIN, Facebook, Instagram e TikTok.
Banners em portais e publieditoriais, este último ainda pouco
explorado por pequenos e médios anunciantes, também apresentam números
disparados na frente do marketing tradicional.
Então, quando você se perguntar se está tendo ou não resultados com mídia online, pense nessa continha.
Marketing digital, em comparação, é barato sim, mas será que você
deveria deixar a menor faixa de verba do seu orçamento de marketing para
o meio de vendas MAIS PODEROSO QUE EXISTE?
Deixo a reflexão.
Preferências de Publicidade e Propaganda
Moysés Peruhype Carlech – Fábio Maciel – Mercado Pago
Você empresário, quando pensa e necessita de fazer algum anúncio para
divulgar a sua empresa, um produto ou fazer uma promoção, qual ou quais
veículos de propaganda você tem preferência?
Na minha região do Vale do Aço, percebo que a grande preferência das
empresas para as suas propagandas é preferencialmente o rádio e outros
meios como outdoors, jornais e revistas de pouca procura.
Vantagens da Propaganda no Rádio Offline
Em tempos de internet é normal se perguntar se propaganda em rádio funciona, mas por mais curioso que isso possa parecer para você, essa ainda é uma ferramenta de publicidade eficaz para alguns públicos.
É claro que não se escuta rádio como há alguns anos atrás, mas ainda
existe sim um grande público fiel a esse setor. Se o seu serviço ou
produto tiver como alvo essas pessoas, fazer uma propaganda em rádio
funciona bem demais!
De nada adianta fazer um comercial e esperar que no dia seguinte suas
vendas tripliquem. Você precisa ter um objetivo bem definido e entender
que este é um processo de médio e longo prazo. Ou seja, você precisará
entrar na mente das pessoas de forma positiva para, depois sim,
concretizar suas vendas.
Desvantagens da Propaganda no Rádio Offline
Ao contrário da televisão, não há elementos visuais no rádio, o que
costuma ser considerado uma das maiores desvantagens da propaganda no
rádio. Frequentemente, os rádios também são usados como ruído de
fundo, e os ouvintes nem sempre prestam atenção aos anúncios. Eles
também podem mudar de estação quando houver anúncios. Além disso, o
ouvinte geralmente não consegue voltar a um anúncio de rádio e ouvi-lo
quando quiser. Certos intervalos de tempo também são mais eficazes ao
usar publicidade de rádio, mas normalmente há um número limitado,
A propaganda na rádio pode variar muito de rádio para rádio e cidade
para cidade. Na minha cidade de Ipatinga por exemplo uma campanha de
marketing que dure o mês todo pode custar em média 3-4 mil reais por mês.
Vantagens da Propaganda Online
Em pleno século XXI, em que a maioria dos usuários tem perfis nas mídias sociais e
a maior parte das pessoas está conectada 24 horas por dia pelos
smartphones, ainda existem empresários que não investem em mídia
digital.
Quando comparada às mídias tradicionais, a propaganda online é
claramente mais em conta. Na internet, é possível anunciar com pouco
dinheiro. Além disso, com a segmentação mais eficaz, o seu retorno é
mais alto, o que faz com que o investimento por conversão saia ainda
mais barato.
Diferentemente da mídia tradicional, no online, é possível modificar
uma campanha a qualquer momento. Se você quiser trocar seu anúncio em
uma data festiva, basta entrar na plataforma e realizar a mudança,
voltando para o original quando for conveniente.
Outra vantagem da propaganda online é poder acompanhar em tempo real tudo
o que acontece com o seu anúncio. Desde o momento em que a campanha é
colocada no ar, já é possível ver o número de cliques, de visualizações e
de comentários que a ela recebeu.
A mídia online possibilita que o seu consumidor se engaje com o
material postado. Diferentemente da mídia tradicional, em que não é
possível acompanhar as reações do público, com a internet, você pode ver
se a sua mensagem está agradando ou não a sua audiência.
Outra possibilidade é a comunicação de via dupla. Um anúncio
publicado em um jornal, por exemplo, apenas envia a mensagem, não
permitindo uma maior interação entre cliente e marca. Já no meio
digital, você consegue conversar com o consumidor, saber os rastros que
ele deixa e responder em tempo real, criando uma proximidade com a
empresa.
Com as vantagens da propaganda online, você pode expandir ainda mais o
seu negócio. É possível anunciar para qualquer pessoa onde quer que ela
esteja, não precisando se ater apenas à sua cidade.
Uma das principais vantagens da publicidade online, é que a
mesma permite-lhe mostrar os seus anúncios às pessoas que provavelmente
estão interessadas nos seus produtos ou serviços, e excluir aquelas que
não estão.
Além de tudo, é possível monitorizar se essas pessoas clicaram ou não nos seus anúncios, e quais as respostas aos mesmos.
A publicidade online oferece-lhe também a oportunidade de
alcançar potenciais clientes à medida que estes utilizam vários
dispositivos: computadores, portáteis, tablets e smartphones.
Vantagens do Marketplace Valeon
Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos.
Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso
proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores
que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por
meio dessa vitrine virtual.
Tem grande variedade de ofertas também e faz com que os clientes
queiram passar mais tempo no site e, inclusive, voltem com frequência
pela grande diversidade de produtos e pela familiaridade com o ambiente.
Afinal de contas, é muito mais prático e cômodo centralizar suas
compras em uma só plataforma, do que efetuar diversos pedidos
diferentes.
Inserir seus anúncios em um marketplace como o da Valeon significa
abrir um novo “ponto de vendas”, além do e-commerce, que a maioria das
pessoas frequenta com a intenção de comprar. Assim, angariar sua
presença no principal marketplace Valeon do Vale do Aço amplia as
chances de atrair um público interessado nos seus produtos. Em suma,
proporciona ao lojista o crescimento do negócio como um todo.
Quando o assunto é e-commerce,
os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles
funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os
consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo
ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas
encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus
produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa
que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em
2020.
Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas
vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver
seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do
nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a
visibilidade da sua marca.
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode
moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é
colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn
possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o
seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e
reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a
experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende
as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A
ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio,
também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para
ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser.
Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem
a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos
potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar
empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de
escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT)| Foto: Alan Santos/PR e Ricardo Stuckert
O
ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Raul Araújo determinou
nesta quarta-feira (10) a remoção de vídeos em que o ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva (PT) chama o presidente Jair Bolsonaro (PL) de
“genocida”. O magistrado acatou um pedido apresentado pelo PL. Com a
decisão, o YouTube deverá excluir em 24 horas sete vídeos que estão
publicados na plataforma.
Araújo considerou que as declarações de Lula classificando Bolsonaro
como “genocida” configuram “propaganda eleitoral extemporânea negativa,
por ofensa à honra e à imagem de outro pré- candidato ao cargo de
presidente da República”. A declaração do petista foi feita em um evento
em Garanhuns (PE) no dia 22 de julho. “O genocida acabou com o Minha
Casa Minha Vida e prometeu Casa Verde e Amarela. Eu quero dizer para ele
que vocês vão ganhar essas eleições para mim, e que nós vamos voltar,
nós vamos voltar, e que nós vamos voltar a fazer o Minha Casa Minha
Vida”, disse Lula durante o evento, apontou o PL na ação.
No entendimento do ministro, “a palavra ou expressão ‘genocida’ tem o
sentido de qualificar pessoa que perpetra ou é responsável pelo
extermínio ou destruição de grupo nacional, étnico, racial ou
religioso”. Na última sexta-feira (5), o PL acionou o TSE contra
discursos de Lula por suposta campanha eleitoral antecipada.
A ação cita eventos em que o petista discursou em Teresina (PI),
Serra Talhada (PE), Recife (PE), Garanhuns (PE), Fortaleza (CE), Campina
Grande (PB) e Brasília (DF). O PL apresentou sete ações contra a
campanha de Lula na semana passada. “Os participantes do processo
eleitoral devem orientar suas condutas de forma a evitar discursos de
ódio e discriminatório, bem como a propagação de mensagens falsas ou que
possam caracterizar calúnia, injúria ou difamação”, escreveu Araújo na
decisão.
O partido de Bolsonaro argumentou que Lula “realizou verdadeiro
discurso de ódio contra seu opositor, o que reforça a gravidade dos atos
praticados e o reprovável desrespeito do pré-candidato petista ao
cumprimento das normas eleitorais, em prejuízo daqueles que se portam
conforme entendimento jurisprudencial sedimentado”.
O ministro ressaltou que a Corte eleitoral já decidiu que “a livre
manifestação do pensamento não encerra um direito de caráter absoluto,
de forma que ofensas pessoais direcionadas a atingir a imagem dos
candidatos e a comprometer a disputa eleitoral devem ser coibidas,
cabendo à Justiça Eleitoral intervir para o restabelecimento da
igualdade e normalidade do pleito ou, ainda, para a correção de
eventuais condutas que ofendam a legislação eleitoral”.
O escárnio tomou conta da velha imprensa. Os militantes
tucanopetistas não conseguem mais esconder seu viés ideológico, sua
histeria antibolsonarista, e para tentar atingir o presidente estão
dispostos a tudo, inclusive a fingir que bajuladores de tiranos
assassinos são ícones da democracia.
A esquerda quer usurpar a palavra democracia, sem qualquer
compromisso real com a essência da coisa. Basta ver o caso de Lula: ele
sempre foi companheiro ideológico de Fidel Castro, o maior tirano que o
continente já teve. Certa vez, Lula chegou a dizer que Fidel era o líder
mais importante das Américas. Democrata?
Lula apoia até hoje o regime venezuelano, e chegou a pedir votos para
Nicolás Maduro. Na era Chávez, Lula afirmou que a Venezuela tinha
“excesso de democracia”, isso quando o regime opressor já perseguia,
prendia e matava adversários políticos do socialista.
Bem recentemente, Lula saiu em defesa de seu companheiro da
Nicarágua, o ditador Daniel Ortega, que chegou a ser comparado a Merkel
pelo petista, justificando sua longa permanência no poder e ignorando as
diferenças básicas entre a Alemanha democrática e o modelo autoritário
nicaraguense. Democrata?
Não obstante, com todo o seu cinismo que cheira a psicopatia, Lula
escreveu: “Defender a democracia é defender o direito a uma alimentação
de qualidade, a um bom emprego, salário justo, acesso à saúde e
educação. Aquilo que o povo brasileiro deveria ter. Nosso país era
soberano e respeitado. Precisamos, juntos, recuperá-lo”.
Eis aí a tirania da visão, o monopólio dos fins nobres, a interdição
do debate sério e adulto. Democracia é sobre meios, não fins. Você
“defende” mais comida e emprego para os pobres? Então é um “democrata”,
diz Lula. Em qual manual ele tirou essa definição tosca?
Defender a democracia é defender a ditadura cubana, a ditadura
venezuelana ou a ditadura da Nicarágua, como Lula faz? Defender a
democracia é comandar o mensalão petista, que usurpou a
representatividade ao comprar o apoio dos parlamentares eleitos?
Nada disso importa. Os “respeitados” tucanos assinaram a cartinha
patética “em defesa da democracia”, e nem com a assinatura do próprio
Lula desistem de insistir na farsa. “Perfis bolsonaristas menosprezam
carta pró-democracia, diz estudo”, segundo o site Poder360. Claro que
devem menosprezar esse troço: só otário acredita mesmo que é
pró-democracia, e não pró-Lula, o que é diametralmente oposto!
Um procurador signatário da cartinha foi ao jornal nesta quarta
“explicar” a necessidade de uma defesa da democracia neste momento. O
sujeito disse que a carta não era contra ninguém em especial, e logo em
seguida passou a detonar Bolsonaro e falar de ameaças imaginárias ao
nosso sistema democrático. Fala mansa, é verdade, mas como disfarça mal!
Quando o apresentador – já que os comentaristas não puderam
participar da entrevista – questionou sobre a corrupção, o procurador
disse que a carta era específica sobre democracia, e corrupção é outro
assunto, tal como desigualdade social. Ele ignorou que a corrupção do
mensalão petista corroeu a própria democracia!
Em seguida, o militante petista chamou as manifestações patrióticas
pacíficas de “golpistas”, e mencionou um pensador esquerdista gringo
qualquer para dizer que a preocupação com nossa democracia era
“científica”. Tão “científica” quanto a “ciência” da esquerda na
pandemia. Uma farsa que já veio abaixo também, inclusive com um
professor de educação física tratado como especialista pela imprensa
toda e que agora já se filiou ao PT para encerrar o teatro.
Tudo no Brasil anda farsesco demais quando se trata de oposição ao
governo Bolsonaro. E eis o que temos na prática: o Brasil apresenta os
melhores indicadores econômicos da região, enquanto os países vizinhos
mergulham no caos inflacionário, na recessão e em escândalos infindáveis
de corrupção.
Para piorar, a Argentina lulista passou a considerar a Venezuela e a
Nicarágua “países democráticos”. Isso sim é virar pária mundial, motivo
de chacota e vergonha no mundo todo. Eis aí a “democracia” que os
signatários da tal cartinha tucana pregam…
As reais intenções da “Carta pela Democracia” se resumem a esta imagem.| Foto: Reprodução/ Twitter
PARA LER ESTA CRÔNICA, VOCÊ VAI PRECISAR DE: Dois olhos (é possível ler com apenas um dos olhos, se você tiver experiência) Óculos
(Não obrigatório. Pode ser para miopia, hipermetropia, astigmatismo e
bifocal. Apenas óculos escuros não são recomendados) Conhecimento
prévio de que várias personalidades, entre elas artistas, banqueiros e o
próprio Lula, assinaram uma tal de “Carta pela Democracia” 3 onças de imaginação (daquelas bem brabas)
MODO DE USAR Percorra as linhas, juntando letras em sílabas,
sílabas em palavras, palavras em frases, frases em sentenças e sentenças
em parágrafos, até chegar ao ponto final-final. Com sorte, em algum
momento as coisas começarão a fazer sentido. Vai por mim! Adicione um pouco de humor para dar leveza à leitura, senão corre o risco de a crônica desandar. Recheie com imaginação meio-amarga
UM ÚLTIMO AVISO A contragosto, mas para o bem do exercício
literário, mantive o estilo pobre e claudicante da carta original,
incluindo a pontuação de cartorário prestes a sofrer um derrame. Também a
estrutura da carta original foi mantida, só para acrescentar uma
dificuldadezinha ao desafio.
AGORA, SIM, A CARTA EM SUA VERSÃO SINCERONA
No dia 17 de maio de 2013, num ambiente confuso que em breve
desembocaria em enormes manifestações de rua contra tudo e contra nada, a
filósofa, ativista e sobretudo petista Marilena Chauí, uma espécie de
Márcia Tiburi com mais bagagem, durante um debate entre esquerdistas que
só discordam quanto à melhor bala usar no paredão dos reacionários,
disse “eu odeio a classe média”. A fala veio para coroar o clima de
animosidade política, do “nós contra eles”, sabiamente fomentado por
mais de uma década de governos do PT. Dividir para controlar, lembra?
A semente plantada rendeu frutos. O Brasil se dividiu. A
ex-presidenta Dilma Rousseff sofreu impeachment, mas conseguimos
emplacar a narrativa de que tudo não passou de um golpe dessa direita
fascista e neoliberal. Lula foi preso e, assim, tornou-se o mártir de
que a esquerda precisava para assumir o poder sem lero-lero de Lulinha
Paz & Amor.
Temos poderes da República, o Executivo encurralado, o Legislativo
amordaçado e o Judiciário jurando que é independente (tirando aqueles
dois capachos do bolsonarismo) e capaz de respeitar e zelar pela
observância do pacto maior, a Constituição Federal. E, para o nosso bem e
o bem do nosso contracheque, tem gente que acredita.
Sob o manto da Constituição Federal de 1988, prestes a completar seu
34º aniversário, sofremos sucessivas derrotas nas urnas, mas, aos
poucos, com a ajuda dos nossos companheiros professores desde o pré até a
faculdade, conseguimos vencer os pleitos e, quando não vencíamos,
fazíamos tanta pressão que havia até quem achasse que a maioria
conservadora do País era, na verdade, progressista. Aproveitamos para
mandar um abraço ao nosso fiel escudeiro, o senador Randolfe Rodrigues,
também conhecido como o Gigante do Amapá.
A lição de Chauí está estampada em Marx e principalmente nos atos de
seus mais nobres revolucionários, de Stalin a Fidel, passando pelo
camarada Mao e sobretudo Pol Pot, que mandava matar qualquer um que
parecesse e fosse mesmo da classe média.
“Nossas eleições com o processo eletrônico de apuração têm servido de
exemplo no mundo”, repetem as autoridades, bem como nosso marqueteiro
ensinou. E, de fato, Bangladesh e Butão são o mundo quando se trata de
emplacar um slogan travestido de argumento. E não somos bestas,
combinamos com o PSDB e podemos hoje estufar o peito para dizer que
houve alternância de poder e que, por isso, as urnas eletrônicas são
totalmente seguras e confiáveis, assim como a Justiça Eleitoral.
Caramba, esse argumento tá muito bom e ninguém vai ser doido de refutar.
Isso que a gente chama (rindo) de democracia cresceu e amadureceu,
mas muito ainda há de ser feito. Bonito isso de “muito ainda há de ser
feito”, hein? Veja só como nosso redator tem estilo. Mas onde é que
estava mesmo? Ah, sim. Vou repetir um trecho da cartilha… Deixa eu ver.
Página 13. Aqui vai: “Vivemos em um País de profundas desigualdades
sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde,
educação, habitação e segurança pública”. E se você não chorou com isso é
porque é fascista.
Temos muito a caminhar no desenvolvimento das nossas potencialidades
econômicas de forma sustentável, o que não quer dizer muita coisa, mas
“potencialidades econômicas” é bonito e “de forma sustentável” sempre
apela para aquele medinho que você sente quando falam de mudanças
climáticas. O Estado apresenta-se ineficiente diante dos seus inúmeros
desafios que só nós, da esquerda, podemos resolver – como já ficou claro
em experiências realizadas em Cuba, Coreia do Norte, URSS (que Deus a
tenha!) e China. Pleitos por maior respeito e igualdade de condições em
matéria de raça, gênero e orientação sexual ainda estão longe de ser
atendidos com a devida plenitude e enquanto o País estiver falando
“criado mudo” e separando os banheiros por gênero é porque ainda temos
muito a exterminar, digo, lutar.
Nos próximos dias (preguiça de pesquisar), teremos o início da
campanha eleitoral para escolher um bando de burocrata, alguns deles
francamente inúteis, mas necessários para a hegemonia de esquerda não
dar cara. Neste momento, deveríamos estar falando na festa da
democracia, com a disputa entre os vários tons de esquerdismo, que até
hoje fingem ser antagônicos para o bem do nosso projeto de poder para as
próximas décadas.
Em vez de uma festa cívica (mais um lugar-comum desses e eu
desisto!), estamos passando por momento de imenso perigo para nossas
pretensões autoritárias de curto, médio e longo prazo, com a
possibilidade de o Inominável, feio, bobo e cara de mamão ser reeleito
ou, no caso de (vamos usar um eufemismo) anormalidade eleitoral,
questionar a legitimidade de um pleito cuja lisura in-con-tes-tá-vel
(tente para você ver só uma coisa!) conta com a garantia de nomes como
Alexandre de Moraes e Edson Fachin, parceiros que já se mostraram
simpáticos à nossa causa oh tão democrática.
Poxa, a gente saiu às ruas, levou cacetada e teve companheiros
torturados e mortos até encontrarmos a melhor forma (a gramsciana) de
impor nossos valores e agora esse povo fica colocando a pulga atrás da
orelha dos inocentes úteis? Assim não pode, assim não dá. Por isso,
nesta parte da carta vamos aumentar o tom e dizer que são intoleráveis
(uau!) as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a
incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional. Que ameaças?
As ameaças, oras. Teve aquela vez que. E aquela outra vez que. Ah,
ameaças assim no tom de voz agressivo, nas piadas, na falta de decoro.
Não precisamos ser tão específicos.
Assistimos recentemente àquele maluco do Trump fazendo trumpice nos
Estados Unidos. Ainda bem, porque assim podemos usar a invasão do
Capitólio para dizer que a direita fascista (nunca é demais usar essa
palavra) tentou desestabilizar a democracia e a confiança do povo na
lisura das eleições. Lá os negacionistas terraplanistas supremacistas
não tiveram êxito. Aqui tampouco terão. Porque o êxito será nosso, do
povo que até hoje usa máscara, que acredita no Márcio Pochmann, que dá
uma camiseta do Black Lives Matter para a secretária no Dia da Empregada
Doméstica. Que só odeia para o seu bem.
Por sermos moral e intelectualmente superiores, nossa consciência
cívica é muito maior do que imaginam essa gentinha de quinta categoria, o
tal de “povo” que a gente só bajula em ano eleitoral porque ainda
precisa. Como já foi dito aqui, sabemos fingir diferenças
irreconciliáveis em prol de algo muito maior: a ditadura do proletariado
ou, se não der, o capitalismo monopolista à moda chinesa.
Imbuídos do furor revolucionário que lastreou o discurso do “nós
contra eles”, bem como o desabafo de Marilena Chauí, atacada por
proferir palavras que todo esquerdista gostaria de cuspir na cara da
burguesia, independentemente de quem prefere o PT ou o PSOL ou ainda o
PSTU, tadinho, clamamos as brasileiras e brasileiros a ficarem alertas
na defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições. Isto é,
a cravar o 13 nas urnas.
No Brasil atual não há mais espaço para o conservadorismo ou para
essas tentativas de abrir a economia. Capitalismo, fé e liberdade são
coisas que ficaram no passado. A solução dos imensos desafios da
sociedade brasileira passa necessariamente pela eleição de Lula e a
manutenção de importantes lideranças, como Renan Calheiros, no poder.
Por isso, cínica e mentirosamente vamos engolir o nojo e emular o
discurso patriótico para berrar de forma uníssona (que significa “ao
mesmo tempo”, caso você tenha estudado com nossos mestres
paulofreireanos):
O presidente Jair Bolsonaro (PL) participou de encontro que
reuniu o agronegócio nacional em Brasília.| Foto: Clauber Cleber Caetano
Nesta quarta houve um encontro gigantesco do meio rural no Centro de
Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O presidente esteve lá e
pudemos ver a vibração dos sindicatos rurais do país. O Brasil está
vocacionado para ser o grande produtor de alimentos do mundo – já está
sendo, mas será mais ainda, produzindo talvez o dobro, o triplo. Eses
assuntos foram discutidos, eu mediei um debate com a participação dos
ministros da Agricultura e do Meio Ambiente, que agora estão juntos,
porque antigamente meio ambiente e agricultura se digladiavam, vocês
lembram que a Marina Silva caiu fora do governo Lula por causa disso.
O presidente Bolsonaro foi aclamado e deixou muita gente mais
tranquila porque trouxe sua posição em relação ao marco temporal, aquela
discussão sobre o momento em que passa a valer o que está no artigo 231
da Constituição. Eu digo que vai valer para o dia 5 de outubro de 1988,
porque a Constituição diz que pertencem aos índios as terras que eles
tradicionalmente ocupam – é presente do indicativo, é naquele dia, não é
“vierem a ocupar” ou “tiverem ocupado”. Se fosse “tiverem ocupado”, os
tamoios vão querer o Rio de Janeiro de volta, por exemplo.
No encontro se tratou de muita coisa importantíssima para o agro,
essa nossa vocação. Como o ministro Paulo Guedes já comentou, nós temos a
vocação para alimentar o mundo, com potencial para produzir muito mais.
Temos a vocação para ser a grande potência verde do mundo, porque dois
terços deste país estão coberto de verde. A vocação de ser potência
energética, porque podemos ter 50 Itaipus no Nordeste; temos energia
eólica, da solar nem se fala, com toda essa superfície de 8,5 milhões de
quilômetros quadrados, e mais a capacidade de produzir o etanol. Já
imaginaram, a energia baratíssima e sem impostos? O Brasil iria
disparar! Digitalmente, estamos sendo a quarta potência do mundo. Muita
gente vem aqui para o Brasil ver como conseguimos fazer o Pix, como
conseguimos pagar imediatamente o auxílio emergencial, que nos ajudou a
passar pela pandemia, e agora o Auxílio Brasil.
Plano Safra reforça vocação do Brasil para a energia mais nobre que existe Como é bom poder decidir o próprio aumento de salário, não? Mas,
no outro lado disso tudo, vemos o Supremo se concedendo um aumento de
18%. Algum de vocês teve esse aumento recentemente? Até o pessoal da
enfermagem teve agora um piso, mas o terrorismo midiático já está
dizendo que vai haver demissões nos hospitais.
A corrupção vence mais uma, agora no TCU
É de entristecer quando vemos o que está acontecendo nessa luta entre
a honestidade e a corrupção, a ética e a corrupção; ela chegou a ser
ganha pela ética, mas agora a corrupção vem querendo voltar. O Tribunal
de Contas da União disse que Deltan Dallagnol e Rodrigo Janot,
ex-coordenador da Lava Jato no Ministério Público e ex-chefe do
Ministério Público da União, têm de indenizar a União em R$ 2,8 milhões
como se tivessem roubado esse dinheiro. Terão de devolver como muitos
dos corruptos devolveram o que roubaram – e daqui a pouco vão cancelar a
devolução, os ladrões serão indenizados. Já vimos o que aconteceu com
Sergio Moro, como se ele tivesse feito alguma coisa de errado, quando na
verdade suas sentenças foram confirmadas pelo tribunal revisor e na
terceira instância, no Superior Tribunal de Justiça. E aí conseguiram
reverter tudo no STF com decisões de recursos. É bom que a gente saiba
disso, porque nós somos a origem do poder e não podemos receber esse
tipo de mudanças passivamente. Não podemos fingir que não temos nada com
isso; temos muito a ver com isso.
Brasil registra IPCA negativo pela 15ª vez desde o início do Plano Real, em 1994
Em um País como o Brasil, que lutou por anos a fio contra a
hiperinflação, pensar em deflação ainda pode soar meio estranho. Mas ela
dá as caras de vez em quando. Acabou de acontecer em julho, pela 15ª vez desde o início do Plano Real – a queda foi de 0,68%. Essa também foi a maior queda desde o início da série histórica do IBGE, em janeiro de 1980. Mas, afinal, o que é deflação, e qual seu impacto para a economia?
A deflação se caracteriza pela queda generalizada dos preços durante
um determinado período de tempo – é o oposto da inflação. Em geral, está
associada a uma queda da demanda pelos produtos, seja porque a oferta
de bens e serviços cresceu mais do que a procura, seja porque os
consumidores ficaram mais retraídos em relação aos gastos (preferindo
elevar o nível de poupança, por exemplo).
Não é o caso da deflação brasileira em julho. Segundo os
especialistas, essa é uma queda de preços, de certa forma, “artificial”,
uma vez que foi provocada principalmente pela redução de impostos
incidentes sobre produtos como combustíveis e energia. Não há uma queda
generalizada de preços, o que caracterizaria uma deflação “clássica”.
Para os consumidores, deflação pode parecer uma coisa boa, já que
significa redução de gastos e mais dinheiro no bolso. Mas uma deflação
persistente não é um bom sinal quando se pensa na economia como um todo.
É um sinal de debilidade da atividade econômica.
Queda nos preços dos combustíveis foi principal fator para a deflação registrada em julho
Quando há excesso de oferta de bens, ou ausência de demanda, há um
aumento da capacidade ociosa na produção, e investimentos em novas
fábricas, ou ampliação de linhas, por exemplo, deixam de fazer sentido.
Um dos efeitos disso acaba sendo o aumento do desemprego. O remédio para
combater esse quadro costuma ser o aumento dos gastos públicos, que
pode levar a um endividamento maior do Estado. Ou seja, torcer para uma
deflação permanente pode não ser uma boa ideia.
Prazo para militares fiscalizarem as urnas termina em 12 de agosto, próxima sexta-feira| Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE
O
Ministério da Defesa solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a
extensão do prazo de inspeção dos códigos-fonte das urnas eletrônicas
por parte dos militares. O procedimento teve início em 3 de agosto e
está previsto para terminar na próxima sexta-feira (12). O ofício foi
enviado pelo ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, ao presidente do
TSE, Edson Fachin, na quarta-feira (10).
Além dessa questão, a Defesa também pediu à Justiça Eleitoral a
inclusão de mais nove militares no grupo que realiza a fiscalização dos
códigos-fonte das urnas e fez uma consulta sobre a possibilidade de eles
terem acesso à sala em que é feito esse trabalho.
Os nove militares indicados na quarta-feira (10) foram: major Diego
Bonato Langer (Força Aérea); capitão Davison Silva Santos (Força Aérea);
primeiro-tenente Fernando Mascagna Bittencourt Lima (Marinha);
primeiro-tenente Rafael Coffi Tonon (Marinha); primeiro-tenente Gabriel
Heleno Gonçalves da Silva (Marinha); primeiro-tenente Lincoln De Queiroz
Vieira (Exército); primeiro-tenente Gabriel Bozza (Exército);
primeiro-tenente Yuri Rodrigues Fialho (Exército); e primeiro-sargento
David De Souza França (Força Aérea).
Nogueira afirmou no ofício que os indicados dispõem de conhecimentos
específicos em linguagem de programação C++ e Java. Caso o TSE atenda à
solicitação da Defesa, serão 17 militares no trabalho de inspeção dos
códigos-fonte.
O grupo que deu início à fiscalização em 3 de agosto era composto por
nove militares. Mas um deles foi excluído pelo TSE da atividade. De
acordo com a Corte Eleitoral, o coronel do Exército Ricardo Sant’Anna
mantinha perfis nas redes sociais que “disseminaram informações falsas a
fim de desacreditar o sistema eleitoral brasileiro”.
Sobre a questão, o Exército afirmou que o TSE decidiu pela exclusão
do militar “baseado em ‘apuração da imprensa’ e de forma unilateral, sem
qualquer pedido de esclarecimento ou consulta”. Disse também que buscou
“esclarecer os fatos antes de tomar quaisquer providências,
eventualmente precipitadas ou infundadas” após tomar conhecimento da
notícia.
A abertura dos códigos-fonte é uma atividade obrigatória realizada
pelo TSE um ano antes de cada eleição. O conjunto de linhas de
programação que formam os software das urnas eletrônicas pode ser
inspecionado por representantes técnicos dos partidos políticos, do
Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), das Forças
Armadas, da Polícia Federal e de universidades, entre outras
instituições. Os códigos estão disponíveis para inspeção das entidades
fiscalizadoras desde 4 de outubro de 2021.
Procurado, o TSE não deu retorno até a publicação da reportagem.
À medida que o mundo volta a alguma normalidade, começamos a perceber
também que a forma de vender mudou fundamentalmente em comparação com
os tempos pré-pandemia. Embora isso traga muitas oportunidades, também
apresenta novos desafios que os vendedores precisam considerar.
Aqui estão quatro dos principais desafios enfrentados pelos vendedores e como resolvê-los:
Construindo confiança em um ambiente virtual
O afastamento das interações presenciais mudou o jogo no setor de
vendas. Vendedores precisam adaptar suas técnicas e estratégias para
construir credibilidade e confiança em um ambiente virtual, o que fica
mais difícil com a barreira causada pelo distanciamento entre o cliente
potencial e o vendedor.
O ano de 2022 tem sido diferente para os vendedores, pois o cenário
de vendas mudou muito. O vendedor que puder aproveitar a tecnologia de
forma a personalizar virtualmente essas mensagens vencerá neste ano.
Como agora há tantos vendedores entrando em contato por e-mail e
telefone, em vez de se encontrar pessoalmente com as pessoas, você
precisa descobrir maneiras inteligentes para fazer negócios com uma
abordagem personalizada.
Entrar em contato com as pessoas certas
A transição para um ambiente de vendas virtual pode dificultar a
conexão com os tomadores de decisão. Isso é especialmente importante,
pois agora é mais fácil para a concorrência enviar e-mails em massa e
firmar conexões pelo LinkedIn, de modo que o espaço para networking
digital já está inundado.
A necessidade de ficar frente a frente com tomadores de decisão está
se tornando cada vez mais desafiadora – especialmente com o aumento
contínuo de líderes e executivos trabalhando em casa. As explosões de
e-mails de vendas não personalizadas se tornarão ainda menos eficazes.
Os representantes precisarão garantir que não apenas pesquisaram uma
conta, mas que têm um forte ‘ponto de vista’ e um apelo à ação muito
claro, independente do meio.
Adaptando-se a tempos incertos em um mundo pós-pandemia
Tempos incertos quase sempre resultam em resultados incertos. Alguns
vendedores prosperam com a mudança e descobrem que a incerteza é algo
que os motiva. Outros acham que a incerteza se arrasta em seu próprio
desempenho. Com as empresas adotando novos ritmos, as vendas devem mudar
e os vendedores precisam ser ágeis o suficiente para se adaptar a isso.
A transição para o novo mundo pós-covid é um desafio que deve estar
no foco dos vendedores em 2022. Durante a pandemia, vimos muitas
empresas ficarem remotas e suspenderem reuniões presenciais, resultando
em uma nova dinâmica de cultura de escritório promovida por ferramentas
de comunicação. Também vimos mudanças nas estratégias de marketing e
vendas com a implementação de novas ferramentas de marketing digital e
divulgação.
No futuro, provavelmente veremos as empresas reavaliando os
protocolos de negócios em torno do trabalho remoto e revisitando suas
estratégias de geração de leads e aquisição de clientes. Dependendo de
qual direção sua empresa decidir seguir, os vendedores podem enfrentar
alterações mais permanentes nas políticas remotas – transformando a
maneira como trabalham com seus gerentes e colegas de trabalho. E se as
empresas decidirem continuar (ou fazer a transição para) os esforços de
vendas remotos daqui para frente, poderão ver mudanças nos processos.
Além disso, podem ter que lidar com a implementação de novas
tecnologias para promover vendas remotas, marketing e coordenação de
serviços. Flexibilidade e vontade de avançar serão atributos-chave no
próximo ano – como foi no ano passado também.
Mantendo a produtividade
A maioria das empresas precisou fazer a transição para um ambiente de
vendas remoto durante a pandemia, mas esse modelo pode resultar em
falta de produtividade, com problemas de eficiência por uma mudança nos
hábitos de compra dos clientes em potencial. De acordo com o Sales
Enablement Report da HubSpot, as organizações de vendas que fizeram a
transição para um modelo de vendas mais remoto têm maior probabilidade
de atuar com eficiência e coesão.
O relatório ainda destaca o fato de que as organizações de vendas
foram forçadas a operar remotamente. Os representantes precisam se
tornar mais criativos à medida que os hábitos de compra mudam. Gerentes
estão sendo solicitados a encontrar novas maneiras de melhorar a
produtividade do vendedor e os líderes a impulsionar o crescimento por
meio da incerteza.
Assim, enquanto um grau de normalidade é retomado, 2022 ainda tem
sido um ano de desafios. Mas nenhum é insuperável. Os vendedores devem
reconhecer a necessidade da agilidade em suas abordagens para lidar com
os desafios do novo cenário de vendas, neste ano e além.
O “não” do cliente a uma proposta. Por quê?
Moysés Peruhype Carlech
Fiquei pensando e ao mesmo tempo preocupado com o seu “não”,
sem nenhuma explicação, à nossa proposta de divulgação da sua loja e de
resto todas as lojas desse Camelódromo na no Site da nossa Plataforma
Comercial da Startup Valeon.
Esse “não” quer dizer, estou cheio de compromissos para fazer
pagamentos mensais, não estou faturando o suficiente para cobrir as
minhas despesas, a minha loja está vendendo pouco e ainda me vem mais
uma “despesa” de publicidade da Startup Valeon?
Pergunto: como vou comprar na sua loja? Se não sei qual é a
sua localização aí no Camelódromo? Quais os produtos que você
comercializa? Se tem preços competitivos? Qual a sua interação online
com os seus clientes? Qual o seu telefone de contato? Qual é o seu
WhatsApp?
Hoje em dia, os compradores não têm tempo suficiente para
ficarem passeando pelo Camelódromo, vendo loja por loja e depois fazendo
a decisão de compra, como antigamente.
A pandemia do Covid-19 trouxe consigo muitas mudanças ao
mundo dos negócios. Os empresários precisaram lutar e se adaptar para
sobreviver a um momento tão delicado como esse. Para muitos, vender em
Marketplace como o da Startup Valeon se mostrou uma saída lucrativa para
enfrentar a crise. Com o fechamento do comércio durante as medidas de
isolamento social da pandemia, muitos consumidores adotaram novos
hábitos para poder continuar efetuando suas compras. Em vez de andar
pelos corredores dos camelódromos e shoppings centers, durante a crise
maior da pandemia, os consumidores passaram a navegar por lojas virtuais
como a Plataforma Comercial Valeon. Mesmo aqueles que tinham receio de
comprar online, se viram obrigados a enfrentar essa barreira. Se os
consumidores estão na internet, é onde seu negócio também precisa estar
para sobreviver à crise e continuar prosperando.
É importante você divulgar a sua loja na internet com a ajuda
do Site da Startup Valeon, que no caso não é uma despesa a mais e sim
um investimento para alavancar as suas vendas. Desse modo, o seu
processo de vendas fica muito mais profissional, automatizado e
eficiente. Além disso, é possível a captação de potenciais compradores e
aumentar o engajamento dos seus clientes.
Não adianta pensar dessa forma: “Eu faço assim há anos e deu
certo, porque eu deveria fazer diferente? Eu sei o que preciso fazer.” –
Se você ainda pensa assim, essa forma de pensar pode representar um
grande obstáculo para o crescimento do seu negócio, porque o que trouxe
você até aqui é o que você já sabe e não será o que levará você para o
próximo nível de transformação.
O que funcionava antes não necessariamente funcionará no
futuro, porque o contesto está mudando cada vez mais rápido, as formas
como os negócios estão acontecendo são diferentes, os comportamentos dos
consumidores está se alterando, sem contar que estão surgindo novas
tecnologias, como a da Startup Valeon, que vão deixar para trás tudo
aquilo que é ineficiente.
Aqui, na Startup Valeon, nós sempre questionamos as formas de
pensar e nunca estamos totalmente satisfeitos com o que sabemos
justamente por entender que precisamos estar sempre dispostos a conhecer
e aprender com o novo, porque ele será capaz de nos levar para onde
queremos estar.
Mas, para isso acontecer, você precisa estar disposto a
absorver novas formas de pensar também e não ficar amarrado só ao que
você já sabe.
Se este for seu caso, convido você a realizar seu novo começo
por meio da nossa forma de anunciar e propagar a sua empresa na
internet.
Todos eles foram idealizados para você ver o seu negócio e a
sua carreira de uma forma completamente diferente, possibilitando levar
você para o próximo nível.
Aproveite o final do ano para promover a sua próxima transformação de vendas através do nosso site.
Então, espero que o seu “não” seja uma provocação dizendo para nós da Startup Valeon – “convença-me”.