sexta-feira, 15 de julho de 2022

O DESENVOLVIMENTO PESSOAL É BENÉFICO EM QUALQUER SITUAÇÃO

 

Michael Aboud

Listamos os doze princípios do Rei Salomão para te ajudar a conquistar uma vida mais próspera.

O número de empreendedores no Brasil triplicou em menos de 10 anos.

O número saltou de 14 milhões há uma década para mais de 50 milhões em 2022. Esses dados comprovam que vivemos a era do empreendedorismo, quebrando paradigmas e criando um mundo oportuno para o desenvolvimento de marcas e negócios. No entanto, dados do IBGE são um alerta para quem quer empreender: 48% das empresas brasileiras fecham em até três anos e o principal motivo é a falta de gestão eficiente.

Para uma gestão eficiente de um negócio, especialistas apontam de forma unânime o controle emocional, foco, aprimoração, determinação e planejamento como fatores determinantes no sucesso de uma empresa em desenvolvimento.

Muitos negócios falham por falta de conhecimento e preparação de seus administradores, muitas vezes ocasionado por questões pessoais e emocionais. As principais habilidades de um empreendedor de sucesso não são ensinadas nas salas de universidades, são em sua grande maioria virtudes que tem haver com a projeção de uma vida próspera através de estudo, planejamento, controle, organização e determinação.

O empreendedor, palestrante, escritor e pastor Michael Aboud é conhecido por abordar em seus conteúdos a relação do desenvolvimento pessoal e espiritual com o sucesso e uma vida mais próspera. O especialista defende os Doze princípios do Rei Salomão para uma vida próspera. O rei Salomão foi o terceiro rei de Israel, filho de Davi e Bate-Seba.

O rei Salomão governou sobre Israel aproximadamente entre 971 e 931 a.C. Ele é conhecido por sua sabedoria, e por ter sido o rei que construiu o primeiro Templo de Jerusalém, deixando diversos ensinamentos que refletem no empreendedorismo.

Veja abaixo quais são os doze princípios para ajudar a conquistar uma vida mais próspera:

1- Busque sabedoria

O conhecimento é a maior arma a sua disposição. Adquira conhecimento em todas as áreas da sua vida.

2- Blinde sua Mente

Fortaleça sua mente e saiba detectar o que deve ou não ganhar atenção. Elimine situações que não agregam nada saudável.

3- Elimine a preguiça

Tenha determinação e cumpra seus pequenos objetivos diários, crie outros objetivos e não deixe seus afazeres para depois.

4- Domine seu temperamento

Tenha controle de sua mente. Seja educado e agradável, mantenha sempre a calma e tome sempre a melhor decisão.

5- Fuja das paixões carnais

Fuja de excessos, promiscuidade. Encontre uma pessoa para uma relação estável e com objetivos em comum

6- Exerça a generosidade

Quem oferece ajuda ao necessitado, receberá conforto. Ajude as pessoas sempre que possível.

7- Gaste menos do que ganha

A independência emocional está muito ligada à estabilidade financeira. Aprenda a gastar menos do que você ganha e comece a poupar para ter uma reserva de emergência

8- Planeja antes de começar

Para qualquer tipo de negócio ou qualquer coisa que você faça na vida, planeje e tudo será mais fácil. Esteja pronto para imprevistos

9- Minhas finanças, minhas responsabilidades

Conquiste sua independência financeira e seja responsável com seus gastos. Suas finanças são responsabilidades que refletem durante toda a vida e exercer sua cidadania é buscar este controle que começa em pequenos atos diários e trazem resultados durante a vida toda.

10- Não acredite em promessas de enriquecer rápido

Não existem maneiras de enriquecer rápido e desconfie de promessas desse tipo. Tenha consciência que negócios lucrativos acontecem com o tempo, portanto o único caminho é a partir de estudo, aprimoração e gerenciamento adequado.

11- Busque conselhos das pessoas certas

É comum que em diversas etapas de nossos negócios ou até mesmo em eventualidades da vida, muitas pessoas queiram dar conselhos do que pode ser feito, mas cuidado! Busque conselhos de pessoas certas, com mais experiência e que tenha obtido sucesso em situações parecidas. Não aceite conselhos de qualquer pessoa.

12- O poder do sacrifício.

Saiba a importância do sacrifício para a conquista de algo maior, por exemplo: você pode ter um padrão de vida mais modesto durante um tempo para investir em algo que possa render mais no futuro e assim garantir uma vida tranquila.

ESCALANDO NEGÓCIOS DA VALEON

1 – Qual é o seu mercado? Qual é o tamanho dele?

O nosso mercado será atingir os 766 mil habitantes do Vale do Aço e poder divulgar os produtos / serviços para vocês clientes, lojistas, prestadores de serviços e profissionais autônomos e obter dos consumidores e usuários a sua audiência.

A ValeOn atenderá a todos os nichos de mercado da região e especialmente aos pequenos e microempresários da região que não conseguem entrar no comércio eletrônico para usufruir dos benefícios que ele proporciona. Pretendemos cadastrar todas as empresas locais com CNPJ ou não e coloca-las na internet.

2 – Qual problema a sua empresa está tentando resolver? O mercado já expressou a necessidade dessa solução?

A nossa Plataforma de Compras e Vendas que ora disponibilizamos para utilização das Empresas, Prestadores de Serviços e Profissionais Autônomos e para a audiência é um produto inovador sem concorrentes na região e foi projetada para atender às necessidades locais e oferecemos condições de adesão muito mais em conta que qualquer outro meio de comunicação.

Viemos para suprir as demandas da região no que tange a divulgação de produtos/serviços cuja finalidade é a prestação de serviços diferenciados para a conquista cada vez maior de mais clientes e públicos.

O nosso diferencial está focado nas empresas da região ao resolvermos a dor da falta de comunicação entre as empresas e seus clientes. Essa dor é resolvida através de uma tecnologia eficiente que permite que cada empresa / serviços tenha o seu próprio site e possa expor os seus produtos e promoções para os seus clientes / usuários ao utilizar a plataforma da ValeOn.

3 – Quais métodos você usará para o crescimento? O seu mercado está propício para esse tipo de crescimento?

Estratégias para o crescimento da nossa empresa

  1. Investimento na satisfação do cliente. Fidelizar é mais barato do que atrair novos clientes.
  2. Equilíbrio financeiro e rentabilidade. Capital de giro, controle de fluxo de caixa e análises de rentabilidade são termos que devem fazer parte da rotina de uma empresa que tenha o objetivo de crescer.
  3. Desenvolvimento de um planejamento estratégico. Planejar-se estrategicamente é como definir com antecedência um roteiro de viagem ao destino final.
  4. Investimento em marketing. Sem marketing, nem gigantes como a Coca-Cola sobreviveriam em um mercado feroz e competitivo ao extremo.
  5. Recrutamento e gestão de pessoas. Pessoas são sempre o maior patrimônio de uma empresa.

O mercado é um ambiente altamente volátil e competitivo. Para conquistar o sucesso, os gestores precisam estar conectados às demandas de consumo e preparados para respondê-las com eficiência.

Para isso, é essencial que os líderes procurem conhecer (e entender) as preferências do cliente e as tendências em vigor. Em um cenário em que tudo muda o tempo todo, ignorar as movimentações externas é um equívoco geralmente fatal.

Planeje-se, portanto, para reservar um tempo dedicado ao estudo do consumidor e (por que não?) da concorrência. Ao observar as melhores práticas e conhecer quais têm sido os retornos, assim podemos identificar oportunidades para melhorar nossa operação e, assim, desenvolver a bossa empresa.

4 – Quem são seus principais concorrentes e há quanto tempo eles estão no mercado? Quão grandes eles são comparados à sua empresa? Descreva suas marcas.

Nossos concorrentes indiretos costumam ser sites da área, sites de diretório e sites de mídia social. Nós não estamos apenas competindo com outras marcas – estamos competindo com todos os sites que desejam nos desconectar do nosso potencial comprador.

Nosso concorrente maior ainda é a comunicação offline que é formada por meios de comunicação de massa como rádios, propagandas de TV, revistas, outdoors, panfletos e outras mídias impressas e estão no mercado há muito tempo, bem antes da nossa Startup Valeon.

5 – Sua empresa está bem estabelecida? Quais práticas e procedimentos são considerados parte da identidade do setor?

A nossa empresa Startup Valeon é bem estabelecida e concentramos em objetivos financeiros e comerciais de curto prazo, desconsideramos a concorrência recém chegada no mercado até que deixem de ser calouros, e ignoramos as pequenas tendências de mercado até que representem mudanças catastróficas.

“Empresas bem estabelecidas igual à Startp Valeon devemos começar a pensar como disruptores”, diz Paul Earle, professor leitor adjunto de inovação e empreendedorismo na Kellogg School. “Não é uma escolha. Toda a nossa existência está em risco”.

6 – Se você quiser superar seus concorrentes, será necessário escalar o seu negócio?

A escalabilidade é um conceito administrativo usado para identificar as oportunidades de que um negócio aumente o faturamento, sem que precise alavancar seus custos operacionais em igual medida. Ou seja: a arte de fazer mais, com menos!

Então, podemos resumir que um empreendimento escalável é aquele que consegue aumentar sua produtividade, alcance e receita sem aumentar os gastos. Na maioria dos casos, a escalabilidade é atingida por conta de boas redes de relacionamento e decisões gerenciais bem acertadas.

Além disso, vale lembrar que um negócio escalável também passa por uma fase de otimização, que é o conceito focado em enxugar o funcionamento de uma empresa, examinando gastos, cortando desperdícios e eliminando a ociosidade.

Sendo assim, a otimização acaba sendo uma etapa inevitável até a conquista da escalabilidade. Afinal de contas, é disso que se trata esse conceito: atingir o máximo de eficiência, aumentando clientes, vendas, projetos e afins, sem expandir os gastos da operação de maneira expressiva.

Pretendemos escalar o nosso negócio que é o site marketplace da Startup Valeon da seguinte forma:

  • objetivo final em alguma métrica clara, como crescimento percentual em vendas, projetos, clientes e afins;
  • etapas e práticas que serão tomadas ao longo do ano para alcançar a meta;
  • decisões acertadas na contratação de novos colaboradores;
  • gerenciamento de recursos focado em otimização.

quinta-feira, 14 de julho de 2022

MUDANÇAS NO CÓDIGO PENAL E PRISÃO EM 2ª INSTÂNCIA NUNCA SÃO VOTADOS

 

Editorial
Por
Gazeta do Povo


Deputados do grupo de trabalho que discute o novo CPP resolveram deixar discussão sobre prisão em segunda instância para agosto ou outubro.| Foto: Reprodução/TV Câmara

A muito necessária inserção da possibilidade de início do cumprimento da pena após condenação em segunda instância exige duas mudanças importantes: na Carta Magna, para que não haja dúvida quanto à constitucionalidade dessa medida, mas também no Código de Processo Penal, cuja redação atual foi, inclusive, o ponto de partida para que o Supremo Tribunal Federal revertesse, em 2019, sua jurisprudência de 2016 (que, por sua vez, refletia a regra que vigorou no Brasil por décadas, até 2009) e acabasse com essa possibilidade de prisão. Enquanto o CPP seguir afirmando que “ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão preventiva”, continuará a haver um obstáculo importante para a prisão em segunda instância.

Tramita no Congresso Nacional há muitos anos um projeto de lei para a instituição de um novo Código de Processo Penal – sua aprovação no Senado ocorreu em 2010 –, e isso permitiria trazer de volta a possibilidade de prisão em segunda instância em ao menos uma daquelas duas frentes. No entanto, essa mudança tão fundamental para o bom combate ao crime no Brasil corre risco. O relator do texto na Câmara, deputado João Campos (Republicanos-GO), fez a coisa certa e incluiu o início do cumprimento da pena após a condenação por colegiado. Mas um grupo pequeno de deputados escolhido a dedo pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pode colocar a perder este avanço.

A prisão em segunda instância não apenas é o desejo da sociedade, mas também a melhor prática de combate ao crime, aplicada em praticamente todas as democracias sólidas, e que condiz perfeitamente com as atribuições de cada instância da Justiça no Brasil

Em 2021, Lira dissolveu a comissão especial com 34 deputados, representando todos os partidos, que analisava o projeto e instituiu um grupo de trabalho (GT) com apenas 18 parlamentares selecionados por ele mesmo, e cuja posição majoritária é oposta à prisão em segunda instância. O grupo de trabalho, é preciso recordar, foi o mesmo instrumento usado para analisar o pacote anticrime proposto pelo então ministro Sergio Moro, e também ali a prisão em segunda instância foi derrubada. Os poucos deputados favoráveis à medida no GT do Código de Processo Penal, então, pretendem tirar o tema de dentro do grupo, onde a derrota é certa, para levá-lo ao plenário, onde acreditam que haveria mais apoio, até porque há dúvidas sobre a possibilidade regimental de determinado item ser recolocado no projeto em votação no plenário depois de ele ter sido rejeitado no grupo de trabalho.

Não faz sentido que uma fração mínima do total de deputados cale dessa forma o desejo de tantos brasileiros cansados de crimes e ladroagem, muito menos que a totalidade dos deputados em plenário seja impossibilitada de reverter uma decisão equivocada do grupo de trabalho; isso distorce o sentido da representatividade parlamentar. A prisão em segunda instância não apenas é o desejo da sociedade, mas também a melhor prática de combate ao crime, aplicada em praticamente todas as democracias sólidas. No caso brasileiro, além disso, ela condiz perfeitamente com as atribuições de cada instância da Justiça, pois a análise da culpa – se o réu cometeu ou não o crime de que é acusado – termina exatamente na segunda instância, que corresponde aos Tribunais de Justiça estaduais ou aos Tribunais Regionais Federais; as cortes superiores, como o STJ e o STF, analisam apenas questões processuais, não de culpabilidade.


Por mais que a corrida eleitoral e a situação econômica atual acabem se impondo sobre os demais temas, por razões evidentes, outras pautas, como as relativas a comportamento ou ao combate à corrupção, não podem ser abandonadas ou deixadas de lado – elas dizem respeito ao tipo de país que desejamos, aos valores que consideramos importantes, aos males que julgamos essencial combater. A prisão em segunda instância é um caso emblemático, pois a lei atual brasileira favorece a impunidade ao permitir que réus naveguem o labirinto processual brasileiro até finalmente conseguirem escapar do merecido castigo. Precisamos de mais parlamentares comprometidos com a mudança tanto no CPP quanto na Constituição, para eliminar de vez este obstáculo que impede a justiça de ser cumprida e os criminosos de pagarem por seus atos.


Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/prisao-em-segunda-instancia-codigo-de-processo-penal/
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APROVADA A PEC DOS BENEFÍCIOS SOCIAIS

 

Auxílio Brasil e outros

Por
Célio Yano – Cristina Seciuk – Gazeta do Povo


Benefícios temporários são aprovados em 2º turno na Câmara dos Deputados.| Foto: Elaine Menke/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (13) em segundo turno e redação final a chamada PEC dos Benefícios, que cria ou amplia temporariamente uma série de auxílios sociais, ao custo de R$ 41,25 bilhões, a menos de três meses das eleições.

Em uma vitória da base de Jair Bolsonaro (PL), destaques feitos pela oposição para alterar o texto – com foco em retirar o reconhecimento de estado de emergência ou tornar as benesses permanentes – acabaram rejeitados. O texto foi aprovado sem alterações e como a redação já foi avalizada pelo Senado a PEC dos Benefícios segue para promulgação.

O quadro excepcional foi uma estratégia encontrada pelo governo para driblar a Lei Eleitoral (9.504/1997), que proíbe a criação de benefícios em ano de pleito, salvo aqueles “destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública”, conforme o artigo 73 da norma. De acordo com o texto da PEC, o dispositivo se justificaria em razão “da elevação extraordinária e imprevisível dos preços do petróleo, combustíveis e seus derivados e dos impactos sociais deles decorrentes”.

Um destaque para retirar a expressão da proposta foi apresentado pelo PT e apoiado por PSB, PDT, Psol, Novo, PCdoB e Rede, além de parlamentares de outros partidos que contrariaram orientação de suas bancadas, mas acabou derrubado.

Antes disso, o Novo, único partido a orientar voto contrário à PEC na discussão em primeiro turno, na terça-feira (12), apresentou requerimento de retirada do tema da pauta de votação. O pedido foi rejeitado por 356 deputados contra 29 que votaram a favor.

Benefícios serão temporários e bancados fora do teto de gastos
A proposta prevê, entre as principais medidas, o aumento nos valores do Auxílio Brasil (de R$ 400 para R$ 600) e do vale-gás (de 50% para 100% de um botijão a cada dois meses), além da criação de um voucher de R$ 1 mil mensais para caminhoneiros e de uma espécie de auxílio-gasolina mensal destinado a taxistas. Todas as medidas têm data para terminar: 31 de dezembro.

PSB e Psol tentaram alterações na redação de modo a tornar as ações permanentes, retirando os prazos previstos. Em outro destaque, o PCdoB pediu a exclusão do limite orçamentário para o aumento do Auxílio Brasil. Essas sugestões também acabaram derrotadas pela base do governo.

Conforme o texto, as despesas serão bancadas por créditos extraordinários, ou seja, que não estavam previstos ou foram subestimados no Orçamento da União deste ano. Dessa forma, o valor não será considerado no teto de gastos, principal âncora fiscal do país, nem na apuração da meta de resultado primário prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022.

Entre as fontes de recursos, devem entrar aproximadamente R$ 26,6 bilhões oriundos da privatização da Eletrobras, e dividendos de estatais, que devem ficar entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões neste ano.

PEC teve rito acelerado apesar de problemas técnicos retardarem votações
Na terça, após a aprovação do texto-base em primeiro turno, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), suspendeu a sessão antes da apreciação dos destaques em razão de problemas técnicos que dificultavam a votação de deputados que não se encontravam no plenário.


PF vai à Câmara investigar falha em votação da PEC dos Benefícios
Na retomada das discussões nesta quarta, diversos parlamentares protestaram contra a medida, uma vez que o regimento da Câmara prevê suspensão de sessões por no máximo uma hora. O presidente da Câmara anunciou, então, o encerramento da sessão às 11h26 e convocou nova para 11h30, com votação pelo sistema remoto, com avanço para a votação das tentativas de mudança no texto-base.

Para garantir que o pacote de benesses completasse tramitação na Câmara ainda nesta tarde, foi aprovado requerimento que dispensou a proposta de cumprir intervalo regimental previsto entre as discussões em primeiro e segundo turno.

O texto aprovado pelos deputados é um substitutivo. Nele, o relator Danilo Forte (União-CE) consolidou em projeto único a PEC dos Benefícios (1/2022) e a PEC 15/2022, que cria incentivos fiscais para os biocombustíveis, minimizando o impacto de lei complementar que reduziu a competitividade das alternativas limpas em face dos combustíveis fósseis.

Como a segunda proposta tinha estágio de tramitação mais avançado, o ajuste permitiu acelerar a discussão da primeira, atendendo interesse do governo.


Guedes diz que PEC dos Benefícios é um exercício de responsabilidade fiscal

Quais são os benefícios da PEC aprovada
A PEC promove um aumento no valor pago aos beneficiários do Auxílio Brasil, com acréscimo de R$ 200 mensais, a partir de agosto. O aumento aprovado terá custo total de R$ 26 bilhões, elevando o valor de R$ 400 para R$ 600 até o mês de dezembro. A proposta também prevê o cadastramento de 1,6 milhão de novas famílias, zerando a fila de espera dos cidadãos elegíveis ao programa.

O auxílio-gás, pago bimestralmente, vai dobrar de valor no período. O benefício repassa 50% do preço médio do botijão de 13 kg a famílias inscritas do CadÚnico (o Cadastro único para Programas Sociais do governo federal). A estimativa é de custo de R$ 1,05 bilhão até o final do ano.


O que o pacote de benefícios do governo Bolsonaro pode fazer pelo PIB e pela inflação

Há ainda previsão de direcionamento de R$ 5,4 bilhões aos caminhoneiros por meio de vouchers de R$ 1 mil mensais. Terão direito ao benefício os profissionais cadastrados no Registro Nacional de Transportes Rodoviários de Cargas (RNTRC). Para o recebimento não será preciso comprovar a compra de diesel no período de recebimento.

Já o auxílio a ser pago a taxistas será de R$ 200 mensais para cobrir custos com combustível. O benefício deve totalizar R$ 2 bilhões, destinados a trabalhadores cadastrados.

Também compõem o pacote um reforço orçamentário de R$ 500 milhões para o programa Alimenta Brasil (que promove compra de alimentos de pequenos produtores e sua destinação para famílias em situação de insegurança alimentar), compensação total de R$ 2,5 bilhões para estados e municípios que ofereçam gratuidade a idosos no transporte coletivo e subsídio de R$ 3,8 bilhões ao etanol, a ser pago como crédito tributário para a manutenção da competitividade do álcool frente à gasolina.

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/camara-dos-deputados-aprova-pec-dos-beneficios-em-segundo-turno/
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EMENDAS DO RELATOR E SEUS BENEFICIÁRIOS

 

Congressistas
Por
Olavo Soares
Gazeta do Povo


Congresso aprovou LDO de 2023 sem a obrigatoriedade da execução das emendas de relator, conforme defendiam alguns parlamentares.| Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

As emendas de relator ao orçamento federal sofreram um revés na última terça-feira (12), quando o Congresso aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) sem a inclusão de um trecho que previa o pagamento obrigatório desses recursos. A ausência da chamada impositividade, porém, não tira o peso desse tipo de emenda no jogo político do Legislativo, que tende a ser relevante nas eleições de 2022.

As emendas RP9, nome técnico delas, começaram a vigorar na transição entre 2020 e 2021 e chamaram a atenção pelo seu caráter sigiloso e por serem vistas como meio para a garantia de apoio de deputados federais e senadores ao Palácio do Planalto – por isso, foram apelidadas por seus críticos de “orçamento secreto”.

O parlamentar que havia proposto a determinação da impositividade das RP9 na LDO de 2023 foi o senador Marcos do Val (Podemos-ES). Ele é uma das peças no jogo travado no Legislativo pelo controle de parte significativa do orçamento da União.

Conheça abaixo os deputados federais e senadores que lideram o processo das emendas de relator, e o peso de cada um deles na liberação das verbas.

Domingos Neto, deputado federal (PSD-CE)
Relator do Orçamento de 2020, o deputado foi uma espécie de “criador” das RP9 em sua proposta apresentada naquele ano. A partir do orçamento delineado por Domingos Neto, o Congresso fortaleceu os mecanismos para o repasse de recursos aos demais congressistas. Ele destinou R$ 110,3 milhões ao município de Tauá (CE), que tem 59 mil habitantes e cuja prefeita é sua mãe, Patrícia Aguiar.

Arthur Lira, presidente da Câmara (PP-AL)
Lira ocupa hoje o terceiro cargo na linha sucessória da República, mas é também um deputado vinculado ao chamado Centrão do Congresso. Nessa condição, agiu como fiador das emendas de relator e foi também contemplado com o sistema – recebeu R$ 276,8 milhões por meio das RP9 em 2021.

Ele nega que a sistemática seja sigilosa e alega que toda a tramitação dos recursos está disponível na internet. O presidente da Câmara chegou a montar na Casa uma sala destinada às RP9, em que deputados e assessores apresentavam suas solicitações a funcionários encarregados de cuidar das demandas.


Rodrigo Pacheco, presidente do Senado (PSD-MG)
Pacheco foi um dos parlamentares mais contemplados com os recursos das emendas de relator em 2021. Foram R$ 180,4 milhões que Pacheco teve a opção de distribuir a prefeituras de Minas Gerais. Ele alegou que fez suas escolhas de acordo com critérios técnicos. Pacheco contestou a impositividade das RP9 proposta por Marcos do Val, o que adiou em um dia a aprovação da LDO.

Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil, e Eliane Nogueira, senadora (PP-PI)
O ministro da Casa Civil, o senador licenciado Ciro Nogueira, e sua mãe e suplente, Eliane Nogueira, foram os segundos colocados na relação de parlamentares mais contemplados com as emendas de relator em 2021, com R$ 399,2 milhões. Assim como Lira, Ciro Nogueira também é um representante do Centrão do Congresso. O ministro é presidente nacional licenciado do PP e um defensor das RP9.

Marcelo Castro, senador (MDB-PI)
Relator-geral do Orçamento da União para 2023, ele é um dos mais decisivos personagens do processo atual. Sua presença na função causa incômodo aos apoiadores de Bolsonaro e pode até gerar uma modificação na sistemática das RP9. Isso porque Castro declarou apoio ao ex-presidente Lula na corrida eleitoral.

A ideia é fazer com que as emendas RP9 não sejam mais decisão exclusiva do relator do orçamento, e sim uma responsabilidade dividida entre ele e o presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), posto que atualmente é ocupado pelo deputado Celso Sabino (União Brasil-PA), apoiador de Bolsonaro.

Celso Sabino, deputado federal (União-PA)
O presidente da CMO foi um dos parlamentares que mais se envolveu na busca pela impositividade das RP9. Discutiu com os outros congressistas e discursou em público em defesa da impositividade da iniciativa. “Esses recursos indicados pelo Congresso Nacional têm salvado vidas, têm comprado medicamentos, têm construído postos de saúde, têm adquirido ambulâncias. Esses recursos, já há muito tempo, não são, como dizem, secretos”, disse. Seu apelo não surtiu o efeito por ele esperado, mas Sabino permanecerá vinculado ao tema, por conta de sua atuação na CMO.

Hugo Leal, deputado federal (PSD-RJ)

O parlamentar foi o antecessor do senador Marcelo Castro na condição de relator do Orçamento. Isso deu a ele notoriedade e poder sobre grande parte da Câmara. Recentemente, em audiência no Senado, Leal defendeu as RP9 e disse que as emendas possibilitaram a alocação de R$ 1,7 bilhão na saúde. No fim do ano passado, Leal reservou R$ 16,5 milhões para as emendas de relator.

Rogério Marinho, ex-ministro do Desenvolvimento Regional (PL-RN)
Pré-candidato ao Senado, Rogério Marinho foi ministro por pouco mais de dois anos, entre fevereiro de 2020 a março de 2022. O período coincide com a invenção das RP9, e foi sob a pasta do Desenvolvimento Regional que a maior parte das reivindicações dos congressistas foi conectada. Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo que fez a primeira divulgação sobre as emendas de relator, em maio de 2021, revelou ofícios de parlamentares que pediam “sua cota” ao ministério.

Márcio Bittar, senador (União-AC)
O representante do Acre foi o campeão de verbas recebidas em 2021, com R$ 460,2 milhões. Bittar é um defensor de Bolsonaro no Congresso e chegou a ser cotado para assumir a liderança do governo no Senado quando Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) deixou o posto. O senador por Pernambuco, aliás, foi o quinto mais contemplado em 2021, com R$ 143 milhões.

Davi Alcolumbre, senador (União-AP)
Alcolumbre era o presidente do Senado no fim de 2020, quando o pagamento das emendas de relator começou a ganhar corpo. Sob sua gestão ocorreu a ampliação da área de influência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), que chegou até o Amapá. Por meio das RP9, ele pôde fazer a alocação de R$ 277 milhões de verbas públicas só do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Ottaci Nascimento (SD-RR) e Bosco Saraiva (SD-AM), deputados federais
Os dois deputados figuraram entre os contemplados iniciais das RP9 e ganharam destaque por terem destinado recursos para a compra de tratores em Padre Bernardo (GO), município distante dos estados que representam. Nascimento, posteriormente, foi identificado pelo jornal O Estado de S. Paulo como um dos frequentadores da suposta “sala do orçamento secreto”, na Câmara.

Bancada do Maranhão
Reportagem recente da revista Piauí revelou que as emendas de relator estariam possibilitando fraudes no Sistema Único de Saúde (SUS). Municípios pobres e de pequeno porte estão inflando suas estatísticas de consultas e exames médicos para sugerirem grande gasto no setor e, por consequência, serem contemplados com verbas similares em anos posteriores. Segundo a reportagem, o procedimento inclui congressistas da base de apoio ao governo, como o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), e adversários, como o senador Weverton Rocha (PDT).


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PROJETOS E MAIS PROJETOS E NADA DE MELHORIA

 

Impostos

Por
Célio Yano


PLP 17 projeta mais facilidades para os contribuintes na hora de prestar contas ao Fisco| Foto: Fernando Jasper/Gazeta do Povo

Um projeto de lei que cria o Código de Defesa do Contribuinte e pode ser votado na Câmara ainda esta semana depois de mudanças promovidas por seu relator, o deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), reduzirem as controvérsias que dificultavam sua aprovação. O texto original, de autoria de Felipe Rigoni (União-ES), era contestado por entidades que representam auditores fiscais, porque, segundo eles, restringiria seu poder de fiscalização.

O código tem por objetivo estabelecer normas gerais relativas a direitos e deveres e prevê tratamento diferenciado a bons pagadores e a coibição de abusos por parte do fisco.

A inspiração para o novo código – que tramita como projeto de lei complementar (PLP) 17 – vem do Taxpayer Bill of Rights, dos Estados Unidos. Para Rigoni, a lógica do sistema tributário brasileiro privilegia o Estado em detrimento do contribuinte, que é quem o sustenta. “O que se pretende não é inverter essa lógica, apenas repará-la com vistas à coibição de abusos e retoques e inserções pontuais em nossas normas”, afirma na justificativa do projeto.

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A votação do projeto, que tramita em regime de urgência, estava prevista para a terça-feira (12), mas acabou não entrando na pauta após o adiamento da análise da PEC 15/2022, a PEC dos Benefícios, para a data. Agora, a discussão do PLP 17 em plenário nesta semana – última antes do recesso parlamentar – depende de um acordo entre líderes partidários.

No fim de junho, um conjunto de entidades que representam auditores das receitas federal e estaduais assinou uma carta conjunta contra o texto, apelidado de “Código de Defesa do Sonegador”. Segundo o documento, o PLP 17 colocaria obstáculos à tributação de grandes contribuintes e à repressão das empresas de fachada, conhecidas como “laranjas”, o que poderia comprometer a arrecadação tributária e o financiamento de políticas públicas no país.

Foram criticados pontos como o artigo 25, que vedava à Fazenda Pública fazer-se acompanhar pela força policial em diligências, salvo em caso de autorização judicial, e o artigo 29, que condiciona a desconsideração da personalidade jurídica à decisão judicial nas hipóteses de abuso de direito, excesso de poder, infração da Lei, fato ou ato ilícito, o que favoreceria a utilização de empresas de fachada.

Os dispositivos foram retirados no parecer de Pedro Paulo, e o novo texto foi mais bem recebido. “É muito difícil estabelecer uma comparação [com a proposta original], pois é praticamente outro projeto”, diz Mauro Silva, presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), em nota. Para ele, o substitutivo “tem qualidade técnica”, embora ainda possa ser melhorado. “Eu espero que ele [substitutivo] seja aperfeiçoado e prospere.”

Novidades incluem incentivos a bons pagadores
Entre as novidades do texto está ainda a previsão de benefícios para “bons pagadores e cooperativos com a aplicação da legislação tributária”. Conforme o projeto, esses contribuintes podem ter acesso a flexibilização de prazos, descontos progressivos, priorização na análise de processos administrativos e na devolução de créditos, além de acesso a canais de atendimento simplificados.

A nova redação também limita multas a 200% do crédito tributário no caso de comprovação de dolo, fraude ou simulação – hoje, a multa pode chegar a 225%. Além disso, a proposta do relator prevê extinção da punibilidade de crimes contra a ordem tributária mediante o pagamento da dívida, desde que esta ocorra antes do recebimento da denúncia e que o contribuinte não seja reincidente em crimes dessa natureza.

Atualmente, o pagamento da dívida livra o sonegador de punição independentemente do momento em que ocorre, incluindo após o trânsito em julgado da sentença penal condenatória. Muitas vezes a quitação ocorre em programas de refinanciamento, os chamados “Refis”, o que garante até mesmo descontos sobre as multas e juros.

O texto veda ainda a concessão de bônus pela quantidade de autos lavrados ou créditos tributários lançados como forma de evitar uma “indústria da multa”. “A mudança na relação tributária perpassa também pela adoção de incentivos que realmente decorram de condutas que beneficiem não apenas o erário, mas a satisfação dos contribuintes”, afirma Pedro Paulo.

Segundo o relatório, em caso de empate no julgamento de processo administrativo tributário, o processo será decidido favoravelmente ao contribuinte nas esferas federal, estadual e municipal.


Sindicato de auditores fiscais defende mais mudanças no projeto

Diferentemente de Silva, o presidente do Sindicado Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), Isac Falcão, avalia que o novo texto, embora apresente melhorias em relação ao texto original, ainda vai contra as práticas recomendadas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo do qual o Brasil almeja fazer parte.

“O substitutivo ao PLP 17 reduz os potenciais prejuízos que o projeto original causava ao estado brasileiro ao adotar sugestões feitas pelo Sindifisco Nacional por meio de emendas apresentadas aos parlamentares”, afirma. “Mas, ainda assim, mantém no seu conjunto dispositivos que restringem as possibilidades de atuação do fisco e que vão na contramão das melhores práticas internacionais”, diz.

Um dos pontos visto como problemático é trecho que responsabiliza pessoalmente o auditor fiscal pela reparação de danos causados pela cobrança de um tributo que venha a ser considerado indevido em eventual recurso, o que, para Falcão, colocaria a fiscalização em situação de insegurança.


Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/codigo-de-defesa-do-contibuinte-o-que-e-como-afeta-relacoes-fisco/?ref=foi-manchete
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LULA ADOTA O MESMO DISCURSO DA POLÍTICA DO SRI LANKA

 

Agricultura

Por
Alexandre Garcia


Casal cultiva hora caseira no Sri Lanka: política agrícola do governo causou escassez de comida e revolta popular.| Foto: Chamila Karunarathne/EFE/EPA

O ex-presidente Lula andou passando por Brasília e deu uma entrevista para o Correio Braziliense. Depois de ter chamado Bolsonaro de mentiroso, ele afirmou que foi o político mais investigado do país e não acharam nada contra ele. E ainda disse que a denúncia do petrolão foi recusada pela Justiça de Brasília. Pois é… Eu contei aqui as vezes em que Lula mencionou Bolsonaro: nove vezes. Alckmin ele mencionou duas vezes. Parece até que Bolsonaro é seu companheiro de chapa…

Onde estão as provas da CPI da Covid?
Vou falar de novo da tal CPI do circo no Senado. A Polícia Federal recebeu aquele calhamaço de denúncias, mas não tinha prova nenhuma; então, está pedindo que o relator, o senador Renan Calheiros, mande as provas. Faz mais de meses que ela está pedindo e não vem nada. Então, a PF está apelando para o Supremo, já que foi o Supremo que mandou abrir essa CPI, que mande também enviar as provas para a polícia conseguir concluir os inquéritos e encaminhar tudo para a procuradoria com as devidas provas. Do contrário, não adianta nada: é só trabalho perdido da CPI, tempo perdido de quem acompanhou, da PF, vamos esperar que seja tudo encaminhado.

A propósito de CPI da Covid, eu vi aqui no Poder 360 que quem mais lucrou com a pandemia foi a Pfizer. O lucro líquido mais que dobrou, subiu 131%. A vacina rendeu US$ 13,2 bilhões; um tal de Paxlovit, US$ 1,5 bilhão de dólares. Bom negócio. Agora, diga-se a favor de todos os laboratórios que uma parte do preço do medicamento é destinada depois à pesquisa de novos avanços; tomara que a Pfizer aplique esse dinheiro em pesquisas de vacina, por exemplo.


Sri Lanka destruiu sua agricultura ao botar em prática as palavras bonitas da ONU
Como vocês sabem, lá no Sri Lanka o presidente teve de fugir para o exterior, porque o povo invadiu o palácio presidencial no sábado. Sabem qual foi a causa disso? Estou inspirado no Xico Graziano, num artigo que saiu também no Poder 360: o tal do produto orgânico. Ele prometeu na campanha eleitoral que não haveria mais importação de defensivos e fertilizantes químicos, e fez isso exatamente baseado num relatório da ONU. O pessoal da ONU fala e escreve essas coisas, é tudo muito bonito, já acompanhei de perto essas coisas lindas da notícia, da fama; pois ele aplicou.

Em seis meses essa política já tinha arrasado a cultura do arroz em um país que era exportador. O preço interno subiu 50% e tiveram de importar arroz para comer porque a produtividade despencou 35%. Vocês acham muito? Pois a produtividade do chá caiu pela metade. A do coco, outro grande produto de lá, caiu 30%. A do milho também caiu pela metade. Então, gente, quando aparecem essas novidades, essas coisas bonitinhas, tudo bem testar em pequenas propriedades, avulsas, meio raras e para quem pode pagar o preço, porque fica mais caro; em larga escala, no entanto, o Sri Lanka mostrou que fracassou. É bom a gente lembrar que Linus Pauling ganhou um Prêmio Nobel por aumentar a produção de alimentos do mundo, aplicando fertilizantes e defensivos, principalmente.


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LULA O PAI DOS POBRES NÃO QUER VIVER DE PROBREZA

 

Foto: Wilton Junior/Estadão

Por Julia Affonso

Espaço de luxo tem dois quartos, duas salas, uma cozinha completa, dois banheiros, um lavabo e dois halls; PT diz que as despesas são pagas pelo partido

BRASÍLIA – Nos dois dias em que passou em Brasília para contatos políticos, nesta semana, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato do PT ao Palácio do Planalto, se hospedou na melhor suíte presidencial do hotel de luxo Meliá. Com 183 metros quadrados, o espaço é reservado na internet por uma diária de R$ 6 mil.

A suíte ocupada pelo petista, segundo anúncio do hotel, é destinada para hóspedes que vão se “sentir especiais”. Tem dois quartos, duas salas, uma cozinha completa, dois banheiros, um lavabo e dois halls. Há, ainda, uma sala de jantar para oito pessoas. A conta da hospedagem deve sair do Fundo Partidário. A socióloga Rosângela Silva, mulher de Lula, conhecida como Janja, se hospedou com o ex-presidente.

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Fachada do Hotel Melia, em Brasília; suíte presidencial usada por Lula tem 183 metros quadrados
Fachada do Hotel Melia, em Brasília; suíte presidencial usada por Lula tem 183 metros quadrados Foto: Wilton Junior/Estadão

Líder nas pesquisas de intenção de voto, Lula está na suíte que é oferecida a preço cheio por R$ 9,2 mil, sem o desconto da internet. A decoração é composta por móveis franceses e abajures de cristal. O hotel tem outras duas opções de suítes presidenciais – um apartamento de 86 m² e outro de 102 m² –, cada uma delas com diária de aproximadamente R$ 4 mil.

Estadão perguntou à assessoria do PT o motivo de Lula ter escolhido a suíte presidencial. Em nota, o partido informou que, durante os deslocamentos do ex-presidente, providencia “locais de hospedagem capazes de atender também a sua equipe de apoio e os dirigentes políticos que o acompanham em suas agendas, com instalações adequadas para receber convidados e realizar reuniões (salas e auditórios)”. Destacou, ainda, que “todas as despesas relacionadas aos deslocamentos de seu presidente de honra são realizadas pelo PT, conforme a lei e rigorosamente informadas à Justiça Eleitoral, que as divulga”.

Hotel onde o ex-presidente Lula se hospedou em Brasília; petista passou dois dias na capital federal
Hotel onde o ex-presidente Lula se hospedou em Brasília; petista passou dois dias na capital federal Foto: Wilton Junior/Estadão

Presidenciáveis

No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (PL) fica em residências oficiais quando em deslocamento. No exterior, desde que assumiu, tem feito vídeos para se contrapor aos governos do PT, dizendo que não se hospeda com dinheiro do contribuinte.

Em novembro, porém, ele próprio fez uma gravação para mostrar a suíte de luxo em que ficou no Bahrein, no Oriente Médio. “Aqui a gente tem uma sala, uma sala aqui que (é) quase o tamanho do apartamento que eu morava no Rio de Janeiro. A cama bastante confortável, uma televisão (de) primeira linha.” A diária de R$ 46 mil, segundo Bolsonaro, foi paga pelo “rei do Bahrein”.

Bolsonaro colocou sob sigilo gastos do cartão corporativo, o que inviabiliza identificar despesas nas viagens internacionais. Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), publicada pela Veja, apontou que os deslocamentos do presidente e do vice Hamilton Mourão, assim como de suas equipes de apoio, custaram mais de R$ 16 milhões de 2019 até março do ano passado. Não foram encontradas irregularidades, mas a Corte apontou aumento nos gastos de viagens.

Adversária do petista, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) disse, por meio de assessoria, que não usa suíte presidencial “em nenhum momento”. Simone afirmou que a escolha de hospedagens é feita “levando em consideração a eficiência dos deslocamentos e dentro de um padrão do bom senso dos investimentos dessa rubrica, sem buscar luxo”. Ciro Gomes (PDT) não respondeu aos contatos da reportagem.

O MUNDO EM RUÍNAS

Leia o artigo

Foto: Chamila Karunarathne/EFE – Jornal Estadão

Apesar das notícias alarmantes, números mostram situação melhor

THE NEW YORK TIMES – O mundo entrou em uma era de turbulência incomum? Ou só parece que isso aconteceu?

Lendo as manchetes é fácil concluir que algo se rompeu. PandemiaEscassez global de grãos. A guerra da Rússia na Ucrânia. O derretimento político e econômico no Sri LankaO assassinato do ex-primeiro-ministro no Japão. E nos Estados Unidos: inflação, massacres, o acerto de contas sobre o 6 de Janeiro e o fim do direito ao aborto.

Pode ser difícil conciliar essa sensação de caos com dados e projeções de longo prazo que mostram, segundo muitas métricas, que o mundo em geral está se tornando um lugar melhor.

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A guerra é hoje uma ocorrência mais rara, segundo alguns índices, do que foi ao longo dos 50 anos passados – e quando ocorre é significativamente menos mortífera. Genocídios e atrocidades em massa também são cada vez menos comuns. A expectativa de vida, o grau de escolaridade e os padrões de vida se elevaram a picos históricos.

Imagem mostra manifestantes segurando um escudo policial enquanto invadiam o Capitólio, nos Estados Unidos, em 6 de janeiro 2021. Fato foi o episódio recente mais grave da democracia americana.
Imagem mostra manifestantes segurando um escudo policial enquanto invadiam o Capitólio, nos Estados Unidos, em 6 de janeiro 2021. Fato foi o episódio recente mais grave da democracia americana.  Foto: Eric Lee/Bloomberg

E fome, mortalidade infantil e pobreza extrema também apresentaram declínio constante nas décadas recentes, o que liberta centenas de milhões de pessoas dos fatores que, conforme demonstram os números, estão entre as principais ameaças à humanidade. Então por que razão sempre parece que, apesar de todos os dados, as coisas só pioram?

Há alguns motivos para essa aparente discrepância, sendo uns mais alentadores que outros, com exceção de um importante fator: o estado da democracia, segundo o qual o mundo não está melhorando nem um pouco.

Ganhos sutis

As melhorias mais significativas observadas atualmente no mundo tendem a ser graduais, transcorrendo ao longo de gerações. Centenas de milhões de pessoas podem viver vidas mais saudáveis e seguras do que seus pais. Mas essas mudanças, com frequência sutis, elevam os padrões de vida em sociedades inteiras num mesmo momento, o que torna mais difícil que os indivíduos as notem.

Tendemos a julgar nosso desempenho em comparação às pessoas que nos cercam ou em comparação com nosso passado recente – não em comparação a marcos abstratos ou gerações anteriores. E muitas das mudanças mais positivas tratam de prevenção.

Ninguém nota quando guerras não acontecem, parentes não morrem vítimas de doenças e crianças não morrem na infância. Mas tente visitar uma sociedade turbulenta – Hong Kong invadida pelo autoritarismo ou, digamos, o Líbano com a economia em queda livre – e dizer para as pessoas que elas vivem numa era de bem-estar ascendente e ameaças cada vez menores. Você provavelmente se deparará com olhares incrédulos.

E graças à internet, com o consumo de notícias extremamente maior do que jamais foi, mesmo as pessoas longe das crises vivem atualmente em um mundo digital repleto constantemente de notícias terríveis. Uma reportagem a respeito de acontecimentos graves, como um massacre ou a guerra na Ucrânia, torna-se onipresente em nossas vidas.

Calamidades

Se seus feeds de redes sociais e as telas de sua casa exibem uma torrente constante de calamidades, isso é capaz de alimentar uma sobrepujante – apesar de certas vezes descabida – sensação de ameaça, como se o mundo inteiro estivesse afundando.

Quando as pessoas dizem sentir que o mundo está desmoronando, elas não se referem a métricas de longo prazo, como expectativa de vida. Em vez disso, elas tendem a sentir que a humanidade está sitiada por turbulências e emergências num grau em que jamais esteve.

Mas existe um argumento, ainda que capaz de alentar apenas algum economista, de que as crises na atualidade são tanto mais raras quanto menos graves do que as crises no passado recente.

Menina observa uma vala comum com centenas de corpos em Ruanda, em 1994, durante o genocídio. 800 mil pessoas foram assassinadas em um dos episódios mais brutais da década de 90. Foto: Corinne Dufka
Menina observa uma vala comum com centenas de corpos em Ruanda, em 1994, durante o genocídio. 800 mil pessoas foram assassinadas em um dos episódios mais brutais da década de 90. Foto: Corinne Dufka 

Consideremos os meados dos anos 90, época de que os americanos tendem a recordar como um momento de estabilidade global e otimismo. Se não vivêssemos hoje um período de turbulência excepcional, aquele mundo não pareceria certamente melhor em comparação?

Na realidade, o oposto é verdadeiro. Os meados da década de 90 testemunharam genocídios em Ruanda e na Bósnia; anos de guerra na Europa em meio à dissolução da Iugoslávia; crises de fome devastadoras no Sudão, na Somália e na Coreia do Norte; guerras civis em mais de uma dúzia de países; repressões e golpes de Estado demais para enumerar.

Tais eventos eram realmente mais comuns nos anos 90 do que hoje. Décadas anteriores foram, na maioria dos aspectos, ainda piores.

Mas é menos provável você se recordar de cada desastre que ocorreu décadas atrás tão vividamente quanto se lembrar, digamos, do ataque terrorista ou da crise política desta semana. E as reduções na ocorrência dessas crises apenas reduziram os problemas do mundo, não os erradicaram.

Fome

Ninguém comemora que a mais recente crise de fome foi menos grave do que as anteriores, especialmente as famílias ameaçadas – e especialmente sabendo que guerras futuras ou crises relacionadas ao clima sempre podem provocar as seguintes. Ainda assim, a sensação de que o mundo está piorando não é universal. Na realidade, ocorre principalmente entre moradores de países ricos, como os EUA.

Sucessivas pesquisas constataram que a maioria das pessoas em países de renda baixa e média, como Quênia ou Indonésia, tende a expressar otimismo em relação ao futuro, a respeito de si mesmas e suas sociedades.

Ativista queniano do Grupo de Trabalho dos Centros de Justiça Social ergue slogan contra a fome escrito em prato vazio para protestar no país, em imagem do dia 7 deste mês, em Nairóbi. Problemas continuam no país, mas pesquisas apontam que população tende a ser mais otimista
Ativista queniano do Grupo de Trabalho dos Centros de Justiça Social ergue slogan contra a fome escrito em prato vazio para protestar no país, em imagem do dia 7 deste mês, em Nairóbi. Problemas continuam no país, mas pesquisas apontam que população tende a ser mais otimista Foto: Daniel Irungu / EFE

Otimismo

Esses países abrigam a maior parte da população mundial, sugerindo que o otimismo é, acredite ou não, a sensação que prevalece no mundo. Afinal, esses países são os locais onde esses ganhos no longo prazo em saúde e bem-estar são mais pronunciados.

Muitas dessas regiões também passaram por décadas de conflitos civis e instabilidades durante a Guerra Fria, quando EUA e União Soviética os tratavam como campos de batalha impulsionando déspotas e insurgentes.

Mas essas mesmas pesquisas também tendem a constatar que, em países ricos, a maioria dos entrevistados expressa pessimismo a respeito do futuro. Muito disso pode se dever à perspectiva de mobilidade social, em vez de decorrer das manchetes globais. Moradores de países de baixa renda tendem a acreditar que seu futuro econômico será melhor, enquanto nos países ricos as pessoas acham difícil isso ocorrer.

Imagem mostra dose da vacina contra covid-19 aplicada em idosa em Israel no fim de 2021. O imunizante para o combate a pandemia foi fabricado muito mais rápido do que vacinas do passado. Foto: Oded Bality/ AP
Imagem mostra dose da vacina contra covid-19 aplicada em idosa em Israel no fim de 2021. O imunizante para o combate a pandemia foi fabricado muito mais rápido do que vacinas do passado. Foto: Oded Bality/ AP 

Mas o pessimismo a respeito das próprias circunstâncias pessoais pode facilmente se tornar pessimismo a respeito do mundo. Pesquisas realizadas nos EUA constataram que pessoas com pouca esperança de avanço financeiro também sentem que o país está piorando como um todo e desaprovam os líderes políticos. A erosão dos empregos seguros para a classe trabalhadora, enquanto o emprego na manufatura foge para o exterior e os sindicatos de trabalhadores definham, é atribuída a irrupção de grande parte da reação populista no Ocidente.

Anos 90

Então não surpreende, segundo essa visão, que os americanos tenham considerado os anos 90 um período de paz e prosperidade global – mesmo que aquela década tenha sido de paz e prosperidade principalmente para os americanos.

Mas futuros econômicos estagnados dificilmente são a única razão para o pessimismo nos países ricos. Apesar de todas as métricas que mostram a constante melhoria no mundo, em uma delas o mundo realmente encara uma erosão dramática e desestabilizadora: na democracia.

Declínio Democrático

Por sete décadas, o número de países considerados democráticos cresceu. A qualidade média dessas democracias – em termos de eleições justas, estado de direito e coisas do tipo – também melhorou constantemente. Mas esse crescimento passou a diminuir cerca de 20 anos atrás. E há cinco ou seis anos, pesquisadores têm constatado que o número de democracias no mundo tem encolhido pela primeira vez desde a 2.ª Guerra.

As democracias existentes também têm se tornado menos democráticas, mais polarizadas e mais propensas a disfunções políticas ou colapso franco. Considere a ascensão de governos autoritários na Hungria, nas Filipinas e na Rússia, os ataques ao Judiciário na Polônia, o extremismo hindu na Índia e os temores de um golpe de Estado ocorrer no Brasil.

Pilhas de veículos destruídos nos arredores de Kiev são rastro de destruição deixado pelos russos. Guerra na Ucrânia reordenou geopolítica mundial em 2022 e mostra a erosão de instituições democráticas. Foto: Evgeniy Maloletka/ AP
Pilhas de veículos destruídos nos arredores de Kiev são rastro de destruição deixado pelos russos. Guerra na Ucrânia reordenou geopolítica mundial em 2022 e mostra a erosão de instituições democráticas. Foto: Evgeniy Maloletka/ AP 

Esses podem ser os casos especificamente mais graves, mas são vanguardas de uma tendência global. Assim como os EUA, onde analistas da democracia descrevem seus índices em queda constante.

Em razão de países mais ricos serem mais propensos à democracia, eles também são mais propensos a serem afligidos por essa tendência. Isso pode justificar o pessimismo nesses países. Também é capaz de ajudar a explicar por que, para os americanos, pode parecer que o mundo inteiro está se desintegrando.

Para os americanos, a quem lhes tocou passar a maior parte de suas vidas em uma sociedade segura e estável, a mudança para uma crise política aparentemente sem fim é desestabilizadora – capaz de fazer o mundo parecer um lugar mais obscuro e aterrador, o que pode fazer eventos distantes geograficamente também parecerem mais assustadores e desconcertantes.

Padrões

As pessoas buscam naturalmente padrões no mundo. Experimente algo uma vez, especialmente se a experiência for traumática, e você passará a encontrar a mesma situação em toda parte.

Para os americanos subitamente sintonizados, digamos, nas ameaças domésticas de fraude eleitoral ou distúrbio civil, eventos similares que transcorrem em outros países subitamente lhes parecem muito mais viscerais.

Tudo isso pode se somar. Algumas crises distantes que os americanos poderiam ter desprezado, classificando-as como não relacionadas entre si 30 anos atrás, podem hoje parecer conectadas. Podem até parecer provas do fim do mundo. /TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL

 

KODAK INOVOU MUITO E DEPOIS QUERIA CONTROLAR A INOVAÇÃO

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Você conhece a história da Kodak? Saiba como ele foi a maior empresa de fotografia do planeta e chegou à falência em 2012 por falta de inovação.

Você certamente lembra (ou já ouviu falar) da Kodak, a maior empresa de fotografia que o planeta já viu. Ela entrou com um pedido de falência em 2012 e praticamente morreu por falta de inovação. Embora ela esteja tentando renascer após a parada forçada, a companhia não chega nem perto do que ela já foi.

No final da década de 70, a Kodak tinha 90% das vendas de filmes e 85% das vendas de câmeras nos Estados Unidos, o principal mercado do mundo, e uma presença fortíssima ao redor do mundo (inclusive o Brasil). Tinha 100.000 empregados e um lucro de bilhões.

Atualmente, companhia tem apenas 6.000 colaboradores e foi esvaziada na sua crise na última década: a empresa vendeu ativos e patentes que construiu em décadas de sucesso e inovação. Na verdade, mais de 120 anos de história, já que a companhia foi fundada em 1889 e passou pela falência em 2012.

Como foi o surgimento da empresa Kodak?

A companhia nasceu na cidade de Rochester, no Estado de Nova York, nos Estados Unidos. Sua história tem início em 1880, quando George Eastman – que na época trabalhava na Eastman Dry Plate Company – desenvolveu um papel que podia ser coberto de emulsão fotográfica.

Essa foi a primeira de uma série de invenções que permitiu a Kodak se tornar a Kodak. Em 1883, outro especialista em fotografias, William Walker, entrou para a companhia e, em 1885, inventou algo que poderia segurar uma série destes papéis. Naquele mesmo ano, Eastman comprou uma patente de David Houston para um rolo e continuou a desenvolvê-lo.

Dois anos mais tarde, um outro inventor chamado Hannibal Goodwin criou um filme de nitrocelulose e em 1888, Emile Reynaud colocou algumas perfurações neste filme de nitrocelulose. Eastman então juntou tudo e criou o primeiro rolo de filme comercial e a primeira câmera Kodak, que usava este filme. E assim, a invenção de Eastman criou a fotografia amadora praticamente sozinha.

Um adendo interessante: Thomas Edison, o inventor da lâmpada, chegou a melhorar a invenção de Eastman, reduzindo o filme de 40 milímetros para 35 e criando o Kinetoscópio, um aparelho capaz de gravar imagens em movimento. A invenção de Edison foi tão importante quanto a de Eastman e criou a indústria do cinema.

O primeiro Kinetoscópio criado em 1891

Como surgiu a marca “Kodak”?

Eastman registrou a marca Kodak em 1888, um ano antes de fundar a empresa, inicialmente chamada de Eastman Company. Em 1892, vendo o sucesso de sua própria marca, Eastman mudou o nome da empresa para Eastman Kodak.

O nome Kodak não significa nada, apenas a letra favorita de Eastman seguida de uma combinação quase aleatória, mas com uma boa sonoridade e fácil de lembrar. Ele acreditava que uma marca precisava ser “curta, vigorosa e incapaz de ser escrita de forma errada a ponto de destruir sua identidade”. Além disso, para ele uma marca não deveria significar nada.

Ele não era publicitário, mas acertou em cheio na sua marca e no primeiro slogan para a Kodak – “You Press the Button, We Do The Rest”, ou seja, “Você aperta o botão e nós fazemos o resto”, ainda em 1889.

A primeira câmera da Kodak foi um sucesso e, em pouco tempo, a companhia estava produzindo uma série de câmeras diferentes: em 1895 veio a Pocket Kodak, de US$ 5, e em 1900 a Brownie, de US$ 1 e feita de papelão. A Brownie era tão barata que praticamente popularizou a ideia de foto descartável.

Os grandes feitos e a era de ouro da Kodak

As próximas três décadas foram de muitos lucros para a Kodak, que se transformou em uma grande corporação neste período. Ganhou milhões de dólares e continuou investindo pesado em pesquisa e desenvolvimento. Em 1935, a empresa faria uma de suas maiores invenções: o Kodachrome, o primeiro filme a cores da companhia produzido em massa.

Infelizmente, George Eastman não sobreviveu para ver isto. Ele se matou em 1932, tirando sua própria vida com uma arma. Sua jornada empreendedora havia chegado ao fim, mas a companhia que ele criou havia se transformado numa gigante, garantindo seu legado.

O Kodachrome foi produzido em todas as versões possíveis: 8, 16, 35, 120, 116 e 828 milímetros e foi vendido até 2009, quando a empresa abandonou a produção por conta da vitória da câmera digital.

A 2ª Guerra Mundial ajudou a Kodak a se tornar ainda mais inovadora: ela desenvolveu um filme capaz de detectar quanto de radiação os cientistas do Projeto Manhattan (que desenvolveu a Bomba Atômica) estavam recebendo. Efetivamente, isso ajudou o desenvolvimento de diversas tecnologias de análises clínicas, inclusive o Raio X.

Além disso, a tecnologia de microfilme fez com que os exércitos reduzissem radicalmente a quantidade de sacos de informação que eram transmitidos. Espiões se tornaram mais eficientes, passando informações com mais segurança e sendo pegos com menos frequência.

A Kodak era a 62ª companhia em termos de contratos com o governo americano durante a segunda guerra mundial e chegou a produzir granadas para ajudar no esforço de guerra. A relação foi levada para a década de 60, onde a Kodak forneceu os filmes e câmeras que produziram as primeiras imagens da Terra em satélites americanos e de homens na lua.

O Kodachrome foi o primeiro filme a cores da Kodak

Como a Kodak criou o digital ainda no seu ápice

Nesta época, a Kodak ganhava muito dinheiro também pela impressão de fotos em cores e tinha receitas de US$ 4 bilhões, algo próximo de US$ 50 bilhões em dólares de hoje. Foi nesta época, no começo da década de 70, que a Kodak atingiu seu ápice.

A companhia, em 1975, criou o que iria destruí-la algumas décadas depois: Steve Sasson, um engenheiro da empresa, desenvolveu uma câmera digital capaz de tirar fotos de até 0.1 megapixel. A companhia ainda continuou desenvolvendo tecnologias nesta linha: em 1986, uma câmera de 1 megapixel e em 1991 a primeira câmera digital em que o usuário via exatamente o que seria capturado na hora de tirar fotografia (algo comum para todas as câmeras atualmente).

Outras invenções famosas da Kodak nesta época foram as telas de OLED, que foram desenvolvidas em 1979 e produzidas pela primeira vez em 1999, permitindo aumentar e muito a qualidade das imagens. A companhia vendeu este segmento para a LG em 2009, quando já estava em crise. Além disso, a empresa criou o padrão RGGB, usado em todas as câmeras digitais.

Contudo, a companhia não levou as câmeras digitais para o mercado na hora que foi inventado. Tinha medo que isso acabasse prejudicando as vendas de filmes e câmeras tradicionais.

Embora fosse uma ideia inovadora e tivesse uma longa lista de patentes, a empresa nunca quis que isso fosse para o mercado propriamente dito, e por conta disto, foi ultrapassada principalmente por gigantes japonesas: Canon, Sony e Fuji.

Quais foram as principais invenções e inovações feitas pela Kodak?

Como pode perceber, a empresa, mesmo não dando o devido valor à chegada do digital, tem a sua importância dentro do mundo da fotografia.

Por isso, fizemos um compilado das principais inovações feitas pela Kodak. Veja só:

Criação do primeiro filme de rolo e câmera de fotografar de fácil manuseio.

Primeiro modelo de câmera de bolso, chamada de Pocket Kodak.

Desenvolvimento do primeiro filme a cores, cujo nome era Kodachrome.

Produção da primeira câmera fotográfica com controle de exposição automático e oito velocidades no obturador. O nome: Super Six-20.

Invenção da primeira câmera digital, em 1975, mas que ficou apenas como protótipo.

Criação da primeira câmera DSLR, já com o uso de cartões de memória.

Foi por meio de uma parceria com a Apple que a primeira câmera digital comercializada foi criada: a QuickTake.

Invenção do primeiro sensor de megapixel.

Qual foi o erro da Kodak?

Ela podia ser uma inovadora, mas não se moveu rápido o suficiente para adentrar no mercado novo de câmeras digitais que estava se formando no início dos anos 90. Um detalhe é que no começo da década a empresa pensou em fazer uma transição “lenta” para as câmeras digitais.

Em 1994, produziu a QuickTake junto com a Apple e em 1996 lançou duas câmeras digitais, DC-20 e DC-25. Contudo, continuou a vender essas câmeras como “de nicho”, com baixa implementação da estratégia digital. Afinal, a liderança da companhia não imaginava (ainda) um mundo sem filmes tradicionais e tinha pouco incentivo para mudar.

Na virada do século, porém, a empresa (com um novo CEO) resolveu entrar de vez neste mercado e lançou a linha EasyShare – depois de estudar a fundo o comportamento dos seus clientes e perceber que era inevitável a mudança.

A companhia chegou a inventar uma linha de produtos auxiliares, como uma pequena impressora que podia imprimir suas fotos digitais quase instantaneamente.

A Kodak, porém, não botou muito esforço na sua cadeia de suprimentos, o que derrubou sua lucratividade. Em 2001, ela era a 2ª colocada no mercado norte-americano para câmeras digitais, com cerca de 25% do mercado, mas perdia US$ 60 para cada câmera que ela fazia. Outras empresas eram mais eficientes e lucravam.

Aquele ano foi especialmente importante: as vendas de filmes caíram muito no final do ano, conforme os usuários começavam a usar mais e mais câmeras digitais. Contudo, a empresa acreditou que a queda era um efeito passageiro por conta do 11 de Setembro e pensou que poderia “diminuir a agilidade da mudança” através de um marketing agressivo.

Não deu certo, a empresa viu sua fatia do mercado cair para 15% em 2003 e 9,6% em 2007 (colocando-a em 4º lugar). Novas concorrentes asiáticas estavam chegando para tomar o espaço da Kodak e ela não estava em uma posição de dominância. Na época, esse tipo de receita já era importante para a companhia: a Kodak faturava US$ 5,7 bilhões por ano com câmeras digitais.

Com o surgimento dos smartphones, a Kodak ainda foi uma das primeiras a morrer. Outras competidoras como a GoPro capturaram os mercados de nicho e a Sony ainda vendia algumas câmeras digitais.

A crise tomou conta da Kodak, que perdeu relevância e saiu do S&P 500 em dezembro de 2010, sinalizando que já não era uma das principais empresas norte-americanas. A companhia nesta época gastava mais do que arrecadava e estava torrando seu caixa rapidamente.

Em junho de 2011 as suas reservas eram de US$ 957 milhões, contra US$ 1,6 bilhão 1 ano antes.

Um pequeno desespero tomou conta da companhia, que tentou ganhar dinheiro com suas patentes, processando empresas como Apple e BlackBerry. Não deu muito certo e a empresa vendeu suas patentes para uma grande lista de empresas que incluem a própria Apple, Google, Facebook, Microsoft e Amazon, pouco antes de pedir a falência.

A companhia conseguiu um crédito com o Citi para sobreviver ao processo, totalizando US$ 950 milhões. Poucos anos depois, conseguiu sair da falência – mas sendo uma fração da antiga companhia fundada por George Eastman.

No fim, a Kodak foi morta pela inabilidade de transformar o produto que ela mesmo criou em algo relevante para ela mesma.

O que sua empresa pode aprender com a história da Kodak?

Essa história, tão amplamente já estudada e compartilhada, ensina uma coisa muito importante: O FUTURO NÃO É MAIS SINGULAR, ELE É PLURAL.

No passado, todo mundo olhava para o futuro e não enxerga formas diferentes de fazer as coisas. Mas, com a tecnologia evoluindo cada vez mais, toda e qualquer hipótese de futuro passou a ser válida.

A Kodak poderia ter “adivinhado” que a câmera digital seria o futuro? Talvez não. Mas poderia ter ignorado essa possibilidade. Com certeza, não.

PS1: a Kodak, anos depois, tentou recuperar o tempo perdido. Lançou suas câmeras digitais e colocou no mercado até mesmo um smartphone. Não funcionou.

PS2: a Kodak também não quebrou ou desapareceu, como muitos acreditam. Ela ainda existe, está avaliada em US$ 430 milhões. Mas este valor é uma fração do que ela já foi ou do que poderia ter sido.

PS3: Steven entrou para o Hall da Fama como um dos maiores inventores de todos os tempos e, desde então, recebeu várias outras condecorações ao redor do mundo.

Ao longo da jornada, a empresa passou por momentos de muito brilho. Começou pequena, mas revolucionária, criando um artigo que mudaria os rumos de como as pessoas guardavam memórias – o jeito como a gente consome e entende fotografia hoje se deve muito a Kodak.

Depois, foi crescendo, se adaptando e seguindo em confluência com o mercado, garantindo uma época de ouro e tanto para a marca. Mas não foi suficiente: descobrir um jeito digital, que facilitaria a vida das pessoas e tornaria o método mais acessível e esconder com medo de perder mercado já indicava que algo daria muito errado, você não acha?

Uma das premissas da transformação digital, inclusive, é pensar em cooperação porque nem sempre uma empresa tem a resposta, mas juntas podem criar o melhor cenário para ambas.

Mas para entender ainda melhor o cenário, nada melhor do que entender o consumidor, não é? Criar uma jornada de compras, entender o que o agrada e, claro, como ele vai se comportar com as mudanças que estão por vir. Nesse caso, mudanças que mudariam para sempre o jeito como nos relacionamos com a fotografia.

Ao ver que a Kodak foi do topo à derrocada, quais insights surgem para o jeito como sua empresa funciona hoje? Se quiser saber como ela se encontra, a partir do nosso modelo de Organizações Infinitas, é só fazer o teste e começar a agir! Acesse aqui e descubra gratuitamente.

Sua empresa está realmente preparada para disputar espaço com as empresas que já nasceram ou se tornaram digitais?

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Existem várias empresas especializadas no mercado para desenvolver, gerenciar e impulsionar o seu e-commerce. A Startup Valeon é uma consultoria que conta com a expertise dos melhores profissionais do mercado para auxiliar a sua empresa na geração de resultados satisfatórios para o seu negócio.

Porém, antes de pensar em contratar uma empresa para cuidar da loja online é necessário fazer algumas considerações.

Por que você deve contratar uma empresa para cuidar da sua Publicidade?

Existem diversos benefícios em se contratar uma empresa especializada para cuidar dos seus negócios como a Startup Valeon que possui profissionais capacitados e com experiência de mercado que podem potencializar consideravelmente os resultados do seu e-commerce e isto resulta em mais vendas.

Quando você deve contratar a Startup Valeon para cuidar da sua Publicidade online?

A decisão de nos contratar pode ser tomada em qualquer estágio do seu projeto de vendas, mas, aproveitamos para tecermos algumas considerações importantes:

Vantagens da Propaganda Online

Em pleno século XXI, em que a maioria dos usuários tem perfis nas mídias sociais e a maior parte das pessoas está conectada 24 horas por dia pelos smartphones, ainda existem empresários que não investem em mídia digital.

Quando comparada às mídias tradicionais, a propaganda online é claramente mais em conta. Na internet, é possível anunciar com pouco dinheiro. Além disso, com a segmentação mais eficaz, o seu retorno é mais alto, o que faz com que o investimento por conversão saia ainda mais barato.

Diferentemente da mídia tradicional, no online, é possível modificar uma campanha a qualquer momento. Se você quiser trocar seu anúncio em uma data festiva, basta entrar na plataforma e realizar a mudança, voltando para o original quando for conveniente.

Outra vantagem da propaganda online é poder acompanhar em tempo real tudo o que acontece com o seu anúncio. Desde o momento em que a campanha é colocada no ar, já é possível ver o número de cliques, de visualizações e de comentários que a ela recebeu.

A mídia online possibilita que o seu consumidor se engaje com o material postado. Diferentemente da mídia tradicional, em que não é possível acompanhar as reações do público, com a internet, você pode ver se a sua mensagem está agradando ou não a sua audiência.

Outra possibilidade é a comunicação de via dupla. Um anúncio publicado em um jornal, por exemplo, apenas envia a mensagem, não permitindo uma maior interação entre cliente e marca. Já no meio digital, você consegue conversar com o consumidor, saber os rastros que ele deixa e responder em tempo real, criando uma proximidade com a empresa.

Com as vantagens da propaganda online, você pode expandir ainda mais o seu negócio. É possível anunciar para qualquer pessoa onde quer que ela esteja, não precisando se ater apenas à sua cidade.

Uma das principais vantagens da publicidade online, é que a mesma permite-lhe mostrar os seus anúncios às pessoas que provavelmente estão interessadas nos seus produtos ou serviços, e excluir aquelas que não estão.

Além de tudo, é possível monitorizar se essas pessoas clicaram ou não nos seus anúncios, e quais as respostas aos mesmos.

A publicidade online oferece-lhe também a oportunidade de alcançar potenciais clientes à medida que estes utilizam vários dispositivos: computadores, portáteis, tablets e smartphones.

Vantagens do Marketplace Valeon

Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos.

Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual. 

Tem grande variedade de ofertas também e faz com que os clientes queiram passar mais tempo no site e, inclusive, voltem com frequência pela grande diversidade de produtos e pela familiaridade com o ambiente. Afinal de contas, é muito mais prático e cômodo centralizar suas compras em uma só plataforma, do que efetuar diversos pedidos diferentes.

Inserir seus anúncios em um marketplace como o da Valeon significa abrir um novo “ponto de vendas”, além do e-commerce, que a maioria das pessoas frequenta com a intenção de comprar. Assim, angariar sua presença no principal marketplace Valeon do Vale do Aço amplia as chances de atrair um público interessado nos seus produtos. Em suma, proporciona ao lojista o crescimento do negócio como um todo.

Quando o assunto é e-commerce, os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em 2020. 

Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a visibilidade da sua marca.

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A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

Apresentamos o nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace que tem um Product Market Fit adequado ao mercado do Vale do Aço, agregando o mercado e seus consumidores em torno de uma proposta diferenciada de fazer Publicidade e Propaganda online, de forma atrativa e lúdica a inclusão de informações úteis e necessárias aos consumidores como:

 

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