segunda-feira, 23 de maio de 2022

SENADO QUER APROVAR MAIS PRIVILÉGIOS PARA A CLASSE JUDICIÁRIA

 

Editorial
Por
Gazeta do Povo


Presidente do STF, ministro Luiz Fux, e presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), articulam PEC que pode assegurar reajustes automáticos a membros da magistratura e do Ministério Público| Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Quatro anos depois do fim da novela do auxílio-moradia para a magistratura – cujo desfecho, diga-se de passagem, não foi dos mais satisfatórios –, o Congresso Nacional prepara o retorno de mais um penduricalho imoral: com as bênçãos do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), uma PEC apresentada em 2013 pode ir a votação agora, restaurando o “quinquênio” para todos os magistrados, além dos procuradores e promotores do Ministério Público. Trata-se de um adicional equivalente a 5% do salário básico, incorporado ao contracheque a cada cinco anos de carreira; o benefício já chegou a existir no passado, mas foi eliminado em 1999 para os servidores do Poder Executivo e em 2005 para os juízes.

A redação da PEC 63 tem os chamados “requintes de crueldade” para com os cofres públicos. O quinquênio será pago independentemente de qualquer outro critério – por mais que o Judiciário tenha orçamento próprio, todo o dinheiro público vem do mesmo lugar, o bolso do contribuinte; se eventualmente não houver dinheiro para o quinquênio, portanto, que se corte de algum outro lugar. Além disso, o benefício não estará sujeito ao teto previsto no artigo 31, XI da Constituição, que proíbe remunerações superiores ao salário de ministro do Supremo – apesar de o parágrafo 11 do mesmo artigo abrir uma exceção para que verbas indenizatórias não sejam consideradas neste limite, é óbvio que a natureza do quinquênio não é a de indenizar o juiz ou membro do MP por coisa alguma, mas sim de incrementar seus vencimentos. Por fim, seu efeito será retroativo, e a contagem do tempo considerará o “efetivo exercício em atividade jurídica”, definido como “o exercício na magistratura, no Ministério Público, em cargos públicos de carreiras jurídicas e na advocacia” – ou seja, não incluirá apenas o tempo na carreira em questão, seja na magistratura para os juízes, seja no MP para procuradores e promotores.

Não apenas não haverá uma reforma administrativa que faça o necessário enxugamento dos gastos com pessoal, como também quem já é regiamente pago poderá vir a receber ainda mais simplesmente por se manter na carreira

O retorno da PEC 63, que chegou a ser arquivada no fim de 2018, foi um pedido do presidente do Supremo, Luiz Fux, que por sua vez ouviu solicitações semelhantes dos tribunais superiores. Fux havia tido um papel importante nas discussões sobre o auxílio-moradia, pois fora o relator das ações sobre o benefício no Supremo; em 2014 Fux concedeu uma liminar ordenando seu pagamento a todos os juízes do país, de forma claramente inconstitucional, e evitou o quanto pôde um julgamento em plenário que tendia a derrubar o auxílio. Só quando o então presidente Michel Temer ofereceu reajuste de 16,38% aos membros do Judiciário, Fux retirou a liminar que ele mesmo havia concedido e encerrou a controvérsia, deixando claro quais eram os reais interesses da magistratura.

Mais uma vez, assim como ocorrera com o auxílio-moradia e, mais recentemente, com toda a mobilização de servidores da elite do funcionalismo público, estamos diante de um caso severo de insensibilidade e descolamento da realidade nacional. Para defender a PEC, Pacheco chegou a falar, em um programa de televisão, em “compensar as carreiras em relação às privações que elas têm, de não ter outra fonte de remuneração, não poder exercer qualquer outro tipo de atividade”, como se esses profissionais fossem coagidos a fazer o que fazem; o termo “privações”, em específico, traz à memória o desembargador que defendeu o auxílio-moradia porque o juiz “tem de comprar terno, não dá para ir toda hora a Miami comprar terno”. Para quem está no topo do topo da pirâmide socioeconômica nacional, com estabilidade garantida, falar em “privações” é um verdadeiro acinte para o brasileiro médio.


Ou seja, não apenas não haverá uma reforma administrativa que faça o necessário enxugamento dos gastos com pessoal, como também quem já é regiamente pago poderá vir a receber ainda mais simplesmente por se manter na carreira. Tudo com uma ampla rede de apoio que vai da esquerda à base governista, todos bastante empenhados em ampliar o trem da alegria com emendas que preveem o quinquênio para várias outras categorias – o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) chegou a propor o pagamento “aos demais servidores efetivos e comissionados de todas as esferas dos poderes”. Tudo, claro, em nome da “isonomia”.


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LULA NA SUA IGNORÂNCIA DIZ QUE VAI FECHAR CLUBES DE TIRO

 

Armas
Por
Carolina Giovanelli, especial para a Gazeta do Povo


Lula afirmou que, caso seja eleito, vai “fechar clubes de tiro” e “criar clubes de leitura”.| Foto: Ricardo Stuckert/PT

“Se preparem, porque esses clubes de tiros que foram criados vão fechar, vamos querer clubes de leitura.” A frase foi dita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato à presidência pelo Partido dos Trabalhadores (PT), em evento no último dia 30, e aborda possíveis mudanças em seu governo, caso seja novamente eleito. “Vamos querer bibliotecas espalhadas por esse país afora. Em vez de tiro, vai ter um livro”, seguiu. “Em vez de tiro, as pessoas vão ter acesso à cultura.”

Está longe de ser a primeira vez em que o petista – que já defendeu porte de armas apenas às Forças Armadas e de segurança – faz comentários do tipo. As críticas se intensificaram durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), seu principal oponente na disputa de 2022 e apoiador da política armamentista no país. O atual presidente e seus filhos, inclusive, já visitaram clubes de tiro para mostrar apoio.

Cientista político e coordenador do curso de Relações Internacionais do Ibmec, Adriano Gianturco acredita que há espaço tanto para clubes de tiro quanto para clubes de leitura. “Primeiramente, a sugestão de Lula não vai acontecer. Não se trata de uma proposta concreta, mas apenas uma sinalização de valores, de posição política. Os clubes de tiro são legais no mundo inteiro”, explica. “Em segundo lugar, criou-se essa falsa dicotomia entre livros e armas. Isso não existe.”

A mais recente declaração de Lula não caiu bem a quem gerencia e frequenta esses espaços. Afinal, são negócios legalizados, que movimentam a economia e seguem uma série de regras de segurança para sua atuação. “Na minha opinião, foi uma fala equivocada”, afirma André Átila, gerente do 1911 Shooting Club, em São Paulo, com cerca de 3000 filiados. “Somos um lugar sério, de treinamento, esporte, lazer e até mesmo terapia. Além disso, geramos empregos.”

Vale lembrar que o tiro é um esporte, disputado nas Olimpíadas. Nos Jogos do Rio, em 2016, o paulistano Felipe Wu conquistou um feito raríssimo: uma medalha de prata na categoria pistola de ar de 10 metros. O prêmio anterior na modalidade veio nos longínquos anos de 1920. Para subir ao pódio, Wu precisou treinar em centros especializados – e não em bibliotecas.

Com o suporte de Bolsonaro, principalmente a partir de portarias e decretos que aumentaram o acesso a armas e munições, os clubes de tiro proliferaram desde o início de seu governo. De acordo com dados do Exército, em 2019, foram 232 registros de endereços do tipo; em 2020, 291; e, em 2021, 348. Até março deste ano, houve 82 novos certificados. No total, hoje são 2070 locais do setor no país.

É preciso seguir uma lista de medidas para treinar nesses lugares, a exemplo de não possuir antecedentes criminais, portar equipamento de proteção e só apontar a arma para onde se pretende atirar. Muitos dos frequentadores consistem em interessados em mais segurança em seu dia a dia. Para isso, oferecem-se cursos como o de tiro defensivo, para aprender de que maneira agir em situações de violência.

Para conseguir a posse de arma hoje no Brasil, por meio da Polícia Federal, é preciso ter no mínimo 25 anos, contar com a aprovação em laudos técnicos e psicológicos, comprovar a necessidade da proteção, ter ocupação lícita e residência fixa e não possuir antecedentes criminais. É possível obter a concessão também pelo Exército, mas aí como atirador desportivo, caçador ou colecionador.

“As pessoas acham que é simples, mas não é fácil, nem barato. Contando registro, cursos, filiação em um clube e armamento, gasta-se pelo menos R$ 10 mil”, calcula Átila. “E, diferentemente dos bandidos, que andam com arma de numeração raspada, as nossas são fiscalizadas. Se eu der um tiro para o alto, vou responder por isso.”

O temor de muitos é de que a violência aumente com o crescimento dos clubes de tiro e os registros de porte de arma. Na verdade, não existe certeza sobre isso: há estudos que mostram o aumento de violência com mais armas em determinados locais e, em outros, a redução das ocorrências. Um livro do autor americano John R. Lott Jr., chamado “More Guns, Less Crime” e escrito a partir de estatísticas de 29 anos nos Estados Unidos, contestado por alguns pesquisadores, diz que crimes violentos diminuem quando crescem as leis de porte. Um dos motivos seria porque criminosos ficam receosos de atacar vítimas armadas.

Para o cientista político e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie Rodrigo Prando, a declaração recente de Lula busca alcançar seu eleitorado. “Trata-se de uma eleição polarizada, a ideia é marcar posição”, explica. “Se os clubes de tiro cresceram tanto, havia uma demanda reprimida. E não são possibilidades excludentes. Mais clubes de tiro não impedem a criação de mais bibliotecas, mais hospitais, mais teatros…”

Sobre o receio de escalada da violência com novas licenças de porte de arma, o pesquisador cita cautela. “Em uma sociedade já violenta como a nossa, o aumento de armas vai incidir no aumento da violência? A probabilidade é que sim, mas precisamos de pesquisas e dados a longo prazo. Esse assunto demanda mais objetividade e menos paixão”, destaca.


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PREVIDÊNCIA DE SÃO PAULO PAGA APOSENTADORIA ATÉ PARA ARTISTA DE TV

Por
Lúcio Vaz – Gazeta do Povo


Sede da São Paulo Previdência (SPPREV). Autarquia paga R$ 400 milhões a filhas solteiras| Foto: Divulgação/SPPREV

Com déficit previdenciário anual em torno de R$ 20 bilhões, o Estado de São Paulo paga R$ 400 milhões por ano para 14 mil pensionistas filhas solteiras de servidores. São R$ 241 milhões pagos a 9,9 mil filhas de servidores civis e R$ 160 milhões pagos a 4,4 mil filhas de policiais militares. A pensão mais alta chega a R$ 25 mil por mês – acima do salário do governador, de R$ 23 mil.

Nos últimos anos, investigações da São Paulo Previdência (SPPREV) resultaram no cancelamento de pensões para filhas “solteiras” que, na verdade, eram casadas. Também foram vetados os “casamentos de UTI”, feitos para deixar pensão para parentes de servidores com idade avançada. Eles casavam com parentes maiores de 18 anos e deixaram o encargo da pensão para o estado até a morte da pensionista. Lei estadual estabeleceu a carência de dois anos de casamento para valer a pensão da “viúva”.

Entre as pensionistas está a atriz Maitê Proença, que recebe pensão de seus pais, o procurador de Justiça Carlos Eduardo Gallo e a professora Margot Proença, mortos em 1971 e 1989. A SPPREV descobriu que Maitê viveu 12 anos com o empresário Paulo Marinho, com quem teve uma filha, mas nunca oficializou o casamento. A pensão chegou a ser cortada por decisão administrativa, mas a atriz recuperou o benefício na Justiça em julho de 2010.

A 2ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo determinou que o governo paulista voltasse a pagar o benefício por entender que a lei aplicável à concessão de pensão previdenciária por morte é aquela vigente na data de morte do segurado.

A SPPREV afirmou ao blog que o pagamento da pensão de Proença não consta do Portal da Transparência, atualmente, porque o benefício foi suspenso por falta de recadastramento. A Previdência paulista tem uma equipe que fica procurando informações sobre pensionistas em redes sociais para identificar possíveis casos de casamentos não declarados. A equipe tem conseguido algum sucesso.

A maior parte das filhas solteiras está no Executivo estadual – administração direta e indireta. São 9,3 mil pensionistas, que recebem um total de R$ 200 milhões por ano. No Judiciário, são 559 beneficiárias, com renda total de R$ 36,5 milhões ao ano. No Legislativo; apenas 47 pensionistas, com folha de R$ 4,4 milhões por ano.


A origem das filhas solteiras

A pensão permanente para filhas solteiras de militares foi criada pela Lei nº 452/1974, mas o benefício foi alterado pela alterado pela Lei Federal nº 9.717/1998. No caso dos servidores civis, a Lei nº 180/1978 previa este benefício, tendo sido alterado pela Lei nº 698/1992. “É o direito adquirido que mantém o pagamento às pensionistas na qualidade de filhas solteiras, desde que o óbito seja anterior à publicação da Lei Federal nº 9.717/1998, ou seja, antes de 27 de novembro de 1998”, afirmou a SPPREV.

A Previdência paulista acrescentou que, tanto no caso de pensionistas filhas solteiras como no caso de pensionistas na qualidade de cônjuges ou companheiros de ex-servidores, o casamento e a união estável são razões para a perda do direito ao benefício de pensão por morte.

No momento em que a concessão do benefício é realizada, assim como nos recadastramentos obrigatórios anuais, os pensionistas assinam um termo informando que são solteiros. Porém, caso haja provas que comprovem o contrário, é instaurado um processo de averiguação. Se assim for comprovado o casamento ou a união estável, o benefício pode ser cancelado.

“Diante do exposto, destacamos que é dever da São Paulo Previdência adotar as medidas necessárias para que não haja fraudes ao sistema previdenciário e que pessoas não recebam benefícios indevidamente, cumprindo assim o previsto na legislação”, diz nota ao blog.

Reportagens do blog mostraram que as pensionistas filhas solteiras da União custam anualmente R$ 10 bilhões. A maior parte está entre os militares das Forças Armadas, com um total de R$ 6 bilhões. As fabulosas pensões das filhas solteiras do Congresso Nacional custam mais R$ 80 milhões por ano. A Câmara também tem feito investigações para identificar “filhas solteiras” casadas. Já cobrou administrativamente indenização de R$ 7 milhões por pagamentos indevidos a uma pensionista “solteira” que vivia em união estável havia 10 anos.


Rombo sem fim
O rombo na Previdência de São Paulo foi detalhado em reportagem do blog. O déficit acumulado de 2007 a 2021 foi de R$ 300 bilhões, em valores atualizados. E vai continuar crescendo até 2050, quando começará a diminuir, até retornar ao estágio atual. O déficit é coberto pelo governo estadual, com dinheiro do contribuinte. A SPPREV reúne a previdência dos três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário.

O principal motivo desse rombo previdenciário foi a inexistência de contribuição dos servidores para a sua própria aposentadoria até dezembro de 2003. Até aquela data, o estado de São Paulo só cobrava contribuição dos servidores para garantir as pensões dos seus dependentes. Supersalários dos servidores geraram aposentadorias que chegam a R$ 100 mil, algumas pagas atualmente por decisões judiciais.


Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/lucio-vaz/previdencia-da-sao-paulo-paga-r-400-milhoes-por-ano-a-pensionistas-filhas-solteiras/
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DESAVENÇAS DE DORIA E O PMDB E O AGRONEGÓCIO

 


Por
Alexandre Garcia – Gazeta do Povo

O governador de São Paulo, João Doria, fala à imprensa, após encontro com o presidente em exercício , General Hamilton Mourão


Doria foi escolhido nome do PSDB em prévias, mas setores do partido querem retirada de candidatura| Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Segunda é um dia, talvez seja o dia da verdade para João Doria e para o PSDB. Vai haver um encontro em São Paulo. Doria evitou o encontro de Brasília, de terça-feira. Disse que não podia porque tinha compromisso em Goiás, e o PSDB vai ter que dizer para Doria, com jeito: “olha, nós oferecemos a melhor retirada possível, honrada, honrosa”.

Doria já avisou: “não tenho nenhum motivo para desistir, eu ganhei as prévias e pronto”. E o partido concordou em fazer as prévias, vai ter que explicar.

Agora, os tucanos… acho que vocês conhecem, os tucanos são assim mesmo. É da natureza deles. É como a história do escorpião atravessando o rio no lombo do sapo. Vai ser isso, afundam Doria e os tucanos.

Aí, na terça-feira, tem uma reunião em Brasília de Cidadania, MDB e PSDB. Para anunciar Simone Tebet como cabeça de chapa. Vão ter que arranjar desculpas para o Doria. Simone Tebet foi prefeita em Mato Grosso do Sul, se tornou um pouco conhecida na “CPI do Circo”. Mas que nome tem nacionalmente? Como têm Bolsonaro, Lula e Ciro?

Aliás, o MDB, e eu já falei aqui, está dividido. Tem o MDB do Nordeste, pró-Lula; e um MDB de Minas Gerais, de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que é pró-Bolsonaro. É o drama – e vou repetir, desculpem – de partido grande que não tem nomes. Não fizeram nomes.

Até o PT: Lula indicou Dilma, que era o único nome que não ia dividir o partido. E deu no que deu. Porque são visões dentro do mesmo partido, visões diferentes.

Horizontes para o agro

Vamos em frente: não é surpresa, e o horizonte é amplo para o agro brasileiro. Que é detestado pelas esquerdas autofágicas, masoquistas, faquires, que não querem comer. São contra o agro que traz riqueza. Que traz divisas e que, principalmente, produz alimentos. Os alimentos não são fabricados na indústria que enlata, que empacota; são fabricados na terra. Vem tudo da terra, inclusive a carne. Vem do capim, da ração, da água.

Tudo isso para dizer o seguinte: um órgão da ONU, a Organização Mundial do Comércio (OMC), está apelando para o Brasil produzir alimentos. Porque com a guerra e a carência de terras no mundo os alimentos estão ficando cada vez mais caros. A inflação alimentar dos EUA está 10%. Isso é uma tragédia, isso não acontece há meio século. Nós temos 67 milhões de hectares plantados, e 30 milhões de hectares prontinhos para serem plantados, sem derrubar uma árvore. Inclusive, de pastagens que estão disponíveis. Mas se estamos produzindo mais carne, porque está sobrando pastagens? É confinamento. Produção vertical. Produtividade. E nos tornamos os maiores produtores de carne. Proteína pura. Tem a proteína da soja também, o milho, o algodão, o arroz, o feijão, o trigo. Estamos começando a produzir trigo no Nordeste.

E isso porque não estou falando do MATOPIBA, Maranhão-Tocantins-Piauí-Bahia. A nova fronteira do agro brasileiro. Esse é o futuro. E eu não sei porque há alguns urbanóides que inclusive escrevem em livros didáticos para as crianças contra o agro. Devem ser apátridas. Não têm pátria, ou têm sérios problemas psicológicos em suas convicções.


Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/o-dia-da-verdade-para-doria-e-o-psdb/
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BOLSONARO CUMPRIMENTA O SEU INIMIGO ALEXANDRE DE MORAIS

 

Aquele abraço

Por
Paulo Polzonoff Jr. – Gazeta do Povo

O presidente da República, Jair Bolsonaro,cumprimenta o ministro do STF, Alexandre de Moraes, durante a cerimônia de posse de quatro novos ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST)


Demonstrações de cordialidade são péssimas para consciências carcomidas por um desejo inconfessável de sangue.| Foto: Agência Brasil

Idiota (e não imbecil) que sou, ao assistir às imagens do abraço do presidente Jair Bolsonaro no ministro Alexandre de Moraes durante uma cerimônia no TST imaginei que no dia seguinte todo mundo só falaria disso. Afinal, este foi, para mim, um dos gestos definidores de um quatriênio marcado pelo antagonismo psicótico, pelo medo infundado e pela vaidade farisaica.

Mas não. O gesto foi absolutamente desprezado. Só vi um jornalista usar o selinho azul para chamar Bolsonaro de “tchuchuca”. Talvez ele esperasse que o presidente desse um soco na cara do ministro. O que é compreensivo. Demonstrações de cordialidade são péssimas para consciências carcomidas por um desejo inconfessável de sangue. E aí está outro motivo para termos dado as costas para o supremo abraço presidencial: ele contraria um espírito do tempo que confunde truculência com coragem e qualquer uma das sete virtudes capitais com covardia.

Outra coisa que ajudou a ofuscar aquele que um príncipe Michkin consideraria o acontecimento político do ano foi a visita do bilionário Elon Musk. Mas só porque Musk, muito mais do que um abraço, fomenta contendas virulentas. Digo, tão virulentos quanto conseguem ser os memes e os “debates” das redes sociais. Outro importante sinal dos tempos, ou melhor, do estado geral da nossa alma: preferimos chafurdar na miséria do debate político a contemplar duas pessoas se esforçando para agirem como seres humanos dignos.

Por fim, o desprezo pelo abraço do presidente no enfant terrible do STF (e vice-versa) parte de uma escolha consciente e maquiavelicamente pragmática daqueles que controlam a narrativa: ignorar qualquer coisa que o presidente Jair Bolsonaro diga ou faça e que possa ser prejudicial ao esforço de retratar o chefe do Executivo como um monstro. Ou seja, para alguns a realidade terá de se ajustar à opinião de iluminados. Na marra. E, para tanto, alguns estão dispostos a comprometer o que lhes resta (se é que resta algo) da esperança.

Deixa de frescura
Tudo na cena é digna de apreciação, análise e, como pretendo afirmar em seguida, admiração. Bolsonaro chega com aquele sorriso mezzo carioca, mezzo joão-sem-braço, envolve com uma curiosa efusividade dois pachecos cujo nome não vou me dar o trabalho de pesquisar e, ao avistar o reizinho Alexandre de Moraes carrancudamente sentado no trono, faz um gesto desses que a gente faz no bar para os amigos. Algo do tipo “levanta aí, cara, deixa de frescura!”.

Alexandre de Moraes, que para mim parece constrangido como um menino mimado que ouve da mãe a ordem de “não quero saber quem começou o quê! engole o choro e abraça teu irmãozinho! quero ver vocês dois fazendo as pazes agora!”, se levanta e recebe um aperto de mão. Era para ter ficado nisso, mas por algum motivo Alexandre de Moraes se empolga e coloca as mãos no ombro e no cotovelo de Bolsonaro – que agora parece reticente em se aproximar demais.

Claro que você pode usar as lentes do cinismo, do maquiavelismo, do cientificismo político, do niilismo e do identitarismo para ver a cena como um duelo e daí atestar que um deles se saiu vencedor e o outro morreu ou está mortalmente ferido. “Foi uma demonstração de masculinidade tóxica”, dirá alguém. Muito provavelmente alguma. “Foi um cálculo político que antecipa um golpe”, dirá outro em letras garrafais. “Jesus foi traído com um beijo”, evocará um terceiro, meio que cantarolando aquela música da Legião Urbana.

Mas vou convidá-lo agora a beber da escassa fonte da ingenuidade intencional a fim de assistir à cena como um sinal de que, apesar de todos os pesares que estampam as capas dos jornais ou nossas timelines, apesar de toda a retórica belicosa e todos os pontos de exclamação em demasia, apesar de todos os absurdos jurídicos e de toda essa nossa sensação de impotência, apesar disso e daquilo dois inimigos, por alguns segundos, se deram as mãos, cada qual sentindo do outro a presença viva e se reconhecendo como um indivíduo que existe para além do personagem político.

Sem nenhum medo de perder todas as minhas economias nesta aposta, arrisco dizer que assistimos a um milagrezinho: por alguns segundos, o teatrinho macabro do poder (ou teatrinho do poder macabro) foi interrompido para apreciarmos a manifestação da cordialidade (a palavra correta é “amor”) que nos irmana. O fato de no átimo seguinte Bolsonaro e Alexandre de Moraes terem voltado a seus respectivos papeis políticos é um detalhe que opto por ignorar hoje. Só por hoje.

POLARIZAÇÃO POLÍTICA ASFIXIA O BRASIL

 

No mato sem cachorro

Por
Luiz Felipe Pondé – Gazeta do Povo

PALACIO DO PLANALTO / BRASIL / Brasilia, 4/12/2007./ Vista do Palácio do Planalto em Brasília. / Foto: Rodolfo BUHRER/Gazeta do Povo.


PALACIO DO PLANALTO / BRASIL / Brasilia, 4/12/2007./ Vista do Palácio do Planalto em Brasília. / Foto: Rodolfo BUHRER/Gazeta do Povo.| Foto: Rodolfo BUHRER/Rodolfo BUHRER

Bolsonaristas são uma quadrilha de batedores de carteira, milicianos e praticantes de rachadinha. O PT é outro nível. Com o DNA do sindicalismo – bandido com metafísica social –, o PT é uma gangue sofisticada. Rouba com garfo e faca e com discursos intelectuais – quando Haddad passa, ciclistas revolucionários e estudantes de humanas suspiram profundamente. Conta com a bênção de muitos membros da elite, retomará o poder e remontará suas redes de corrupção. Artistas ficarão emocionados e jornalistas conterão o gozo no canto dos lábios.

Bolsonaristas veem a si mesmos como machos alfa a andar de motocicleta por aí. Se você é simpatizante do Lula, você vê a si mesmo como um ser evoluído, com altíssima consciência cósmica e amor à humanidade.

Se você não abraça nenhum dos polos da corrupção acima descritos, terá zero opção nas eleições para presidente neste ano. Ou vota nulo e resguarda sua consciência, o que de nada adianta quanto à miséria política do país – mas dirão os mais céticos “um voto não faz nenhuma diferença mesmo”. Ou tapa o nariz e vota no que você considera menos fedido. O odor de ovo podre exala das duas opções.

A miséria política brasileira tocou o fundo do poço. Estamos no mato sem cachorro. Para apoiar Bolsonaro, você tem que ser uma espécie de estúpido raivoso e cego. Para apoiar Lula, você tem que ser um obcecado ideológico ou um mentiroso contumaz.

A terceira via descortinou essa mesma miséria. Um desfile de vaidades indiferentes ao destino do país. Afoitos em adiantar alguma vantagem para suas carreiras e seus partidos – enfim, sua sobrevivência, mesmo na inviabilidade da vitória –, os candidatos da terceira via nunca quiseram ser uma opção viável, mas apenas aparecer para projetos futuros. Não têm nenhuma cerimônia em entregar o país a um dos dois lixos que concorrem à presidência. A sensação que se tem ao olhar para os ex-candidatos da terceira via é a de assistir a um desfile de Napoleões loucos numa ópera bufa.

A elite econômica nunca se preocupou com o país. Somos uma vaca leiteira para aumentar suas riquezas. Farão, como sempre fizeram, acordos com os canalhas da vez. O cidadão brasileiro continuará vivendo entre assaltos, craqueiros, inflação, fome, picaretas progressistas e reacionários que babam na gravata.

Os militares, infelizmente, demonstraram avidez pelo poder e pequenez histórica. Antes do governo Bolsonaro, haviam amealhado uma boa posição na opinião pública. Depois do governo Bolsonaro, ficaram com cara de homem inseguro em busca de provas públicas de sua condição de macho.
Com Bolsonaro, gozam muitos evangélicos, milicianos e ladrões de galinha, destruidores da Amazônia, dos índios, num arco de liberalismo estúpido que destrói um patrimônio essencial a serviço da gangue do garimpo.

Com o PT, todos os inteligentinhos gozarão ao voltar finalmente ao poder e poderão roubar o Estado com discurso progressista. A classe teatral poderá fazer o “L” com os dedinhos como se estivessem resistindo a ditaduras de alto risco em seus palquinhos. Se bolsonaristas cospem quando falam, simpatizantes do Lula choram, emocionados, com a própria sensibilidade fake.

Há que se reconhecer que com o Lula a imagem internacional do Brasil deverá melhorar um pouco. A política é um circo, seja em que nível for, do município à ONU.

Bolsonaro é um palhaço pró-ditadura, Lula, um político datado que traz no seu portfólio lutas “contra a ditadura”. Um saldo pobre para um país cansado no mato sem cachorro.
Dirão que “não há saída fora da política” – e não há mesmo, por isso estamos sem saída. Não há alternativas que não passem, de alguma forma, pelo fim da picada. O Brasil parece um paciente terminal, com uma classe política que nos asfixia.

O PT, que dominou o cenário político partidário pós-ditadura, é uma gangue. Deverá voltar ao poder nas eleições deste ano – salvo algum acidente de percurso – e voltará a roubar, ainda que com algum verniz. E voltará a perseguir todo mundo que não rezar no seu altar, como fez em governos anteriores, apesar de posar de democrático.

EMPRESAS INVESTEM NOS CLIENTES COM TECNOLOGIA

Gustavo Pisani – Fcamara

Nos últimos 2 anos, com o crescimento do digital, o varejo acabou passando por muitas mudanças, sendo a principal, o comportamento dos consumidores, que passaram a ficar cada vez mais exigentes. Para esse ano, as expectativas de vendas são grandes, mas, é preciso que as empresas invistam em tecnologia e omnicanalidade, para levar experiência personalizadas e diferenciadas, fidelizando e trazendo novos clientes.

Varejo digital: empresas investem em tecnologia e omnicalidade para oferecer a melhor experiência de compra

 Especialista comenta desafios da digitalização do varejo e importância de empresas adaptarem seus negócios para se manterem competitivas

O varejo sofreu grandes transformações nos últimos dois anos, motivadas pelas inovações tecnológicas, mas também por novos hábitos de consumo de uma sociedade cada vez mais digital. Em 2021, o e-commerce brasileiro bateu recorde de faturamento – mais de R$ 180 bilhões, segundo a Ebit/Nielsen – e foi quando mais de 12 milhões de brasileiros tiveram a experiência de comprar online pela primeira vez. A expectativa é de um faturamento ainda maior em 2022 e também de uma adesão cada vez maior ao comércio eletrônico e às experiências omnichannel, que integram canais físicos e digitais de relacionamento e de vendas. Quem não adaptar seus negócios para oferecer essas experiências, inevitavelmente, ficará para trás. 

“O consumidor busca na compra online uma experiência semelhante à de uma compra física, porém ainda melhor. Ele quer o mesmo poder de escolha, bom atendimento, possibilidade de troca e devolução, ter com quem tirar dúvidas, mas com a vantagem de ter experiências diferenciadas e facilitadas, graças aos recursos que a tecnologia proporciona. Aqueles que ainda optam pelo varejo físico, também buscam experiências melhoradas pela integração de canais físicos e digitais. É importante avaliar todas as etapas da jornada do cliente e identificar as melhores estratégias de digitalização e otimização para cada um desses processos e para cada perfil de consumidor”, comenta Gustavo Pisani, diretor de varejo no Grupo FCamara, ecossistema de tecnologia e inovação que potencializa a transformação dos negócios.

Nesse contexto, Pisani defende que a omnicanalidade é essencial e possibilita oferecer uma jornada mais conveniente a cada perfil de público. Segundo dados da All Social Miner, em parceria com a Opinion Box, 60% dos brasileiros passaram a consumir de forma híbrida após a pandemia, transitando entre canais físicos e digitais. O consumidor pode começar sua busca pela internet, comprar pelo WhatsApp e optar por retirar o produto em uma loja física, por exemplo. Outro pode ver um produto pessoalmente no varejo físico, mas preferir continuar sua jornada de compra no ambiente online. Seja qual for o caminho trilhado, a interação com esse consumidor precisa ocorrer de maneira natural e fluida.

“Essa é a grande proposta do omnichannel, integrar os canais para que eles funcionem em sintonia e conforme as preferências de cada consumidor. O cliente precisa sentir que sua jornada transcorre com facilidade, de maneira agradável. E os negócios precisam estar preparados para essa flexibilidade. Seja qual for o canal escolhido pelo cliente para fazer sua pesquisa, sua compra ou resolver sua troca ou devolução, ele precisa encontrar um padrão de atendimento e a mesma praticidade. É isso que trará o tão falado encantamento. E hoje, para se sobressair no mercado, não basta vender, é preciso encantar”, ressalta Pisani.

Desafios e benefícios

Promover a digitalização dos negócios é desafiador, especialmente para empresas mais antigas e com uma cultura mais conservadora. Por isso, Pisani ressalta que essa adaptação começa de dentro para fora, ou seja, tem início com uma mudança de mentalidade dos líderes e gestores, que devem disseminar esse mindset para seus colaboradores e capacitá-los para as novas exigências.

“Algumas empresas já nasceram nessa realidade digital e, portanto, têm mais facilidade de adaptação. Outras, mais antigas, podem ser um pouco resistentes. E essa transformação cultural também é importante. Ao longo do processo, os benefícios da digitalização aparecem com clareza e isso também vai derrubando as resistências”, aponta o diretor.

Além da maior satisfação e fidelização dos consumidores, o executivo destaca que a digitalização fortalece a reputação da marca, traz maior competitividade, otimiza processos e abre novas possibilidades de negócio.

“”No nosso propósito em apoiar os grandes varejistas no seu processo de digitalização, mostra sem dúvidas, impacto de crescimento e novas oportunidades. O varejo hoje gira em torno da experiência do consumidor e o consumidor quer a melhor experiência. Portanto, não há como se manter competitivo estando fora do mundo digital. Diversas ferramentas e soluções disponíveis facilitam esse processo. Contar com parceiros de expertise também traz mais segurança e assertividade nessa adaptação e consequentemente melhores resultados”, finaliza.

Vendas pela internet com o site Valeon

Você empresário que já escolheu e ou vai escolher anunciar os seus produtos e promoções na Startup ValeOn através do nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace aqui da região do Vale do Aço em Minas Gerais, estará reconhecendo e constatando que se trata do melhor veículo de propaganda e divulgação desenvolvido com o propósito de solucionar e otimizar o problema de divulgação das empresas daqui da região de maneira inovadora e disruptiva através da criatividade e estudos constantes aliados a métodos de trabalho diferenciados dos nossos serviços e conseguimos desenvolver soluções estratégicas conectadas à constante evolução do mercado.

Ao entrar no nosso site você empresário e consumidor terá a oportunidade de verificar que se trata de um projeto de site diferenciado dos demais, pois, “tem tudo no mesmo lugar” e você poderá compartilhar além dos conteúdos das empresas, encontrará também: notícias, músicas e uma compilação excelente das diversas atrações do turismo da região.

Insistimos que os internautas acessem ao nosso site (https://valedoacoonline.com.br/) para que as mensagens nele vinculadas alcancem um maior número de visitantes para compartilharem algum conteúdo que achar conveniente e interessante para os seus familiares e amigos.

Enquanto a luta por preservar vidas continua à toda, empreendedores e gestores de diferentes áreas buscam formas de reinventar seus negócios para mitigar o impacto econômico da pandemia.

São momentos como este, que nos forçam a parar e repensar os negócios, são oportunidades para revermos o foco das nossas atividades.

Os negócios certamente devem estar atentos ao comportamento das pessoas. São esses comportamentos que ditam novas tendências de consumo e, por consequência, apontam caminhos para que as empresas possam se adaptar. Algumas tendências que já vinham impactando os negócios foram aceleradas, como a presença da tecnologia como forma de vender e se relacionar com clientes, a busca do cliente por comodidade, personalização e canais diferenciados para acessar os produtos e serviços.

Com a queda na movimentação de consumidores e a ascensão do comércio pela internet, a solução para retomar as vendas nas lojas passa pelo digital.

Para ajudar as vendas nas lojas a migrar a operação mais rapidamente para o digital, lançamos a Plataforma Comercial Valeon. Ela é uma plataforma de vendas para centros comerciais que permite conectar diretamente lojistas a consumidores por meio de um marketplace exclusivo para as empresas.

Por um valor bastante acessível, é possível ter esse canal de vendas on-line com até mais de 300 lojas virtuais, em que cada uma poderá adicionar quantas ofertas e produtos quiser.

Nossa Plataforma Comercial é dividida basicamente em página principal, páginas cidade e página empresas além de outras informações importantes como: notícias, ofertas, propagandas de supermercados e veículos e conexão com os sites das empresas, um mix de informações bem completo para a nossa região do Vale do Aço.

Destacamos também, que o nosso site: https://valedoacoonline.com.br/ já foi visto até o momento por mais de 100.000 pessoas e o outro site Valeon notícias: https://valeonnoticias.com.br/ também tem sido visto por mais de 1.000.000 de pessoas , valores significativos de audiência para uma iniciativa de apenas dois anos.

Nossos contatos: Fones: (31) 3827-2297 e (31) 98428-0590 (Wpp)

E-MAIL: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

 

domingo, 22 de maio de 2022

O PAI DOS POBRES É RICO E VIVE ENTRE OS RICOS

 

IstoÉ

Lula da Silva, o meliante de São Bernardo, dias atrás, em ato de campanha na CUT, ou algo assim, bateu sem dó nem piedade na classe média brasileira, alvo eterno da fúria sindical e da esquerda brasileira, sabe-se lá o porquê.

© Fornecido por IstoÉEx-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa durante evento em São Paulo

Sim, se há algo que a canhotinha nacional não suporta, é pobre que deixou de ser pobre mas não se tornou rico. No Brasil, oficialmente ao menos, classe média significa uma família com renda mensal de três a sete mil reais.

Há alguns anos, a amalucada Marilena Chauí, ícone da esquerda caviar, em surto irado berrou: ‘eu odeio a classe média, a classe média é o atraso, é a estupidez, é o que tem de mais reacionário, ignorante e terrorista’, sob aplausos e zurros da plateia esquerdopata.

A ‘filósofa’, por certo, não se referia à classe média pobre, pois massa de manobra de seus ídolos cretinos populistas. Ela se referia à classe média rica, àquela que ‘consome bens materiais, muda de casa, compra carro e acha que ficou rica’ (palavras enojadas da moça).

A valente também não se referia aos ricos de verdade do País, como as famílias Andrade (Andrade e Gutierrez), Villela (Banco Itaú), Odebrecht e outros bilionários do ‘socialismo brasuca’, que irrigaram, durante décadas, os bolsos e cofres das esquerdas do Brasil.

Voltando ao ex-tudo (ex-presidente, ex-presidiário, ex-corrupto e ex-lavador de dinheiro), é sabido que casou, mudou e não me convidou. O capo petista contraiu núpcias em luxuoso salão de festas, com regabofe de primeira, para cerca de 150 convidados em São Paulo.

A pajelança durou cerca de nove horas, e ninguém pôde entrar com celular. Sabem como é, né? Quando se trata de socialismo, tudo é público. Já o capitalismo, só no privado. Afinal, ‘eu odeio a classe média que bebe vinho caro e fuma charuto cubano, porra’!

Livre, leve e solto pelos ‘brodinhos’ do Supremo, e embolsando indenizações por ter sido chamado de ‘líder de quadrilha’, o pai do Ronaldinho dos Negócios trocou São Bernardo por Sampa, e o AP humilde em que morava com a ‘galega’ por uma luxuosa mansão.

Com 700 metros quadrados, piscina, quatro suítes, oito banheiros (taqueopariu!!) e churrasqueira, o novo puxadinho do pai dos pobres deixa o sítio de Atibaia (que não é dele) e o triplex de Guarujá (que também não é dele) parecendo cafofo de quarto e sala.

Outro dia, o chefão do mensalão e petrolão – vixe, lá vem processo nimim!! – surgiu ostentando um relógio Piaget, avaliado em 90 mil reais (o mesmo valor dos micheques do Queiroz). Isso porque Lula, Chauí e companhia odeiam a classe média. Imagino se gostassem.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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