Usina de Três Marias, no norte de Minas Gerais.| Foto: Divulgação/Cemig
A crise hídrica parece estar perto do fim e os brasileiros já devem sentir os efeitos de uma conta de energia mais barata a partir de maio. Isso significa o fim da cobrança de R$ 14,20 adicionais a cada 100 kWh consumidos, que impôs restrições ao orçamento de milhões de famílias em 2021 e deve vigorar apenas até abril deste ano. A natureza tem colaborado para a melhoria, com um volume de chuvas bem maior que a média nos últimos meses. Isso deve ter impacto sobre a renda dos brasileiros, com consequências positivas também para a indústria e comércio. Porém, em vez de se contentar com o alívio temporário, o país deveria aproveitar o momento para estruturar uma resposta de longo prazo para o problema da falta de chuvas.
No fim de 2021, o auge da crise, os lagos das usinas do substistema Sudeste/Centro-Oeste chegaram a 25% de sua capacidade. Este sistema, sozinho, responde pela geração de 70% da energia hidrelétrica no país. Neste ano, o índice já subiu para pouco menos de 40%. Para enfrentar esse período sem racionamentos e apagões, o governo federal despendeu bastante dinheiro, acumulando um saldo que ainda deve ser pago nos próximos anos. O acionamento de termelétricas e a importação de energia de países vizinhos custou R$ 16,8 bilhões, quase 30% a mais que o previsto inicialmente. Nos próximos 30 anos, os custos totais devem chegar a 140 bilhões, incluindo nisso os jabutis inseridos na MP da privatização da Eletrobrás.
Em vez de se contentar com o alívio temporário, o país deveria aproveitar o momento para estruturar uma resposta de longo prazo para o problema da falta de chuvas
Infelizmente, o padrão climático não é animador. Desde 2012 o país tem observado queda no nível dos reservatórios. Naquele ano, o patamar alcançado pelos lagos das usinas do sistema Sudeste/Centro Oeste foi de 72%, nível que não mais se repetiu depois disso. Nos últimos dez anos, três presidentes se viram às voltas com problemas de abastecimento e crises no sistema elétrico, sem que alguém apresentasse uma resposta consistente para os períodos de estiagem que não fosse simplesmente o acionamento das termelétricas.
No que concerne às usinas hidrelétricas em operação, o país precisa encontrar soluções para melhorar seu atual nível de performance. Especialistas do setor calculam que em 2012 as usinas gastavam 4% mais de água que o necessário para produzir um mesmo megawatt-hora; este porcentual atualmente está em 2%, ainda considerado ruim. Isso pode ser explicado pela presença de turbinas antigas, roubo de água para irrigação e piscicultura, reassoreamento de reservatórios e restrições não capturadas no modelo de planejamento. Existem usinas onde não se pode armazenar mais água por causa da necessidade de manutenção de um fluxo mínimo para atender outros usos. O sistema poderia mudar com a ampliação de fontes de energia intermitentes, como a solar e a eólica, com as hidrelétricas funcionando como bateria para compensar a intermitência da geração de energia.
Em termos só de potencial eólico, estimativas dão conta de que o país poderia gerar até 500 GW em terra e mais 700 GW no mar – a título de comparação, atualmente o sistema hidrelétrico brasileiro tem potencial de geração na ordem de 260 GW. Já o potencial de geração de energia solar do país é apontado por especialistas como um dos maiores do mundo. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o território nacional recebe mais de 2,2 mil horas anuais de insolação, o que equivale a 15 trilhões de megawatts.
Espera-se que o marco legal aprovado no ano passado pelo Congresso e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro estimule investimentos em áreas como energia solar, eólica e biomassa. Porém, seria desejável que o governo brasileiro apresentasse um plano de médio e longo prazo para retirar o país desse permanente cenário de tensão e expectativa em relação às precipitações. Existem evidências concretas de que o clima no mundo inteiro está mudando e não há qualquer indício que seja para melhor em termos do volume de chuvas, das quais dependem nossos reservatórios. A energia tem se tornado um problema de geopolítica em todo o mundo e o Brasil não pode mais ignorar a importância desse ativo estratégico. A busca pela soberania não pode prescindir da conquista de autonomia em um recurso tão essencial. O país tem condições climáticas, ambientais e territoriais para partir na frente na corrida por uma energia mais limpa e renovável.
Deputado Daniel Silveira é alvo de uma ação penal no Supremo Tribunal Federal por incitação à violência| Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
O presidente Jair Bolsonaro esteve no Rio Grande do Norte e no Piauí, nesta quarta-feira (30), para fazer o lançamento da tecnologia 5G no agronegócio. Ele foi primeiro a Parnamirim (RN) para fazer a entrega de um serviço de transporte urbano na Grande Natal.
Depois, foi para a fazenda Ipê, no interior do Piauí, do produtor rural Ricardo Faria, que tem 46 anos e começou a trabalhar vendendo picolé e laranja. Hoje, ele produz 7 milhões de ovos em seus aviários no Piauí, Maranhão e Tocantis. Só na fazenda Ipê são 135 mil hectares.
O presidente da República foi até lá para prestigiar e estimular o exemplo de quem começa de baixo e consegue se tornar um dos maiores produtores rurais do país.
Inviolabilidade do mandato O deputado Daniel Silveira (União Brasil-RJ) dormiu na Câmara de terça-feira (29) para quarta para não colocar a tornozeleira eletrônica ordenada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
Diante disso, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), divulgou uma nota muito importante e equilibrada, dizendo que não vai cair na armadilha de botar lenha na fogueira. Reconhece que ordens judiciais precisam ser obedecidas, mas reconhece também que a inviolabilidade do mandato tem que ser respeitada.
Lira escreveu: “condeno o uso midiático das dependências da Câmara, mas sou guardião da sua inviolabilidade”. E ele então sugere, diplomaticamente, ao STF: “seria desejável que o plenário do Supremo examinasse logo esse caso”. Nesta quarta mesmo, o presidente do STF, Luiz Fux, marcou para o dia 20 de abril o julgamento em plenário da ação penal em que Daniel Silveira figura como réu por ameças feitas a membros do próprio Supremo.
Agora está nas mãos do STF. O artigo nº 53 da Constituição brasileira vale ou não vale? O artigo diz que “deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer palavras, opiniões e votos”. É o que está escrito.
O Supremo sabe que não tem poderes para dizer que isso não vale. Só quem tem poderes para isso seria uma assembleia nacional constituinte ou uma mudança por emenda constitucional apresentada ao Congresso, que precisaria de duas votações em cada Casa legislativa, com aprovação de mais de 60% dos votos. Agora, o Supremo terá que julgar o que está escrito.
Rosa Weber ignora PGR Normalmente, quando a Procuradoria-Geral da República diz que se deve arquivar um inquérito porque ele não vai dar em nada, o Supremo vai lá e arquiva.
Mas no inquérito que acusa o presidente Jair Bolsonaro de prevaricação, a ministra Rosa Weber agiu de forma diferente. Ela rejeitou a sugestão da PGR para arquivar a investigação, isso mesmo depois de a Polícia Federal afirmar não ter encontrado indícios de malfeitos do presidente.
Esse inquérito é aquele originado pela “denúncia” do deputado Luis Miranda (Republicanos -DF), cuja palavra, todos sabem em Brasília, não vale muito, de que havia irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin e que o presidente teria sido informado por ele próprio sobre isso. Uma vacina que nem sequer foi comprada. O presidente, obviamente, não deu bola para isso. E a PGR pediu para arquivar, mas a ministra Rosa Weber disse que não.
Sem interferência Já a Polícia Federal concluiu um outro inquérito aberto depois que ex-ministro Sergio Moro acusou Bolsonaro de estar interferindo na própria PF. Segundo a investigação, não houve interferência nenhuma.
Mas o presidente tem o direito administrativo de interferir; ele é o comandante supremo também da PF. Mas não pode interferir, claro, em inquérito, investigações, etc. Nesse caso cometeria crime como, por exemplo, advocacia administrativa ou algo semelhante.
E a PF concluiu que ele não cometeu nenhum crime. É outro inquérito que vai para o lixo, uma perda de tempo e de energia.
Brasília – Fiscais do Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF) fazem vistoria em postos de combustíveis para checar as alterações dos preços finais cobrados ao consumidor, após aumento dos impostos federais PIS-Cofins. (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
“Desconto” de R$ 1 por litro nos preços da gasolina e do diesel custaria mais de R$ 8 bilhões por mês aos cofres públicos.| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Bancar um “desconto” de R$ 1 por litro nos preços da gasolina e do diesel custaria aos cofres públicos mais de R$ 8 bilhões por mês. Em um ano, a despesa poderia passar de R$ 100 bilhões, mais que todo o montante que a União recebe em dividendos da Petrobras e royalties de petróleo e gás. O valor anual também superaria o orçamento do Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família.
Esse seria o custo de um subsídio geral, a todos os consumidores, independentemente de classe social ou categoria profissional. Um benefício direcionado – apenas para caminhoneiros, por exemplo – demandaria gasto menor.
Indicado para a presidência da Petrobras, o economista Adriano Pires defende a criação de um fundo para estabilizar os preços dos combustíveis e de subsídios direcionados e temporários para combater o “efeito guerra”. Essas medidas, no entanto, não são da alçada da Petrobras, e teriam de ser executadas pelo governo.
Tanto o fundo de estabilização quanto algum tipo de subsídio para aliviar o bolso do consumidor são cogitados pelo Planalto desde antes da guerra na Ucrânia. Vistas com simpatia pelo presidente Jair Bolsonaro, essas ideias não têm o apoio do Ministério da Economia. Em declaração nesta quarta-feira (30), o secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, disse que a criação de um fundo seria uma medida “cara e ineficiente”.
O Senado aprovou em fevereiro a criação de um fundo de estabilização, mas o projeto – o PL 1472/21 – não tem data para ser apreciado pelos deputados. Está “fora do radar”, segundo o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Entre outras coisas, a proposta também estabelece um “auxílio-gasolina” mensal de R$ 300 para taxistas e motoristas de aplicativo e de R$ 100 para ciclomotores ou motos de até 125 cilindradas.
Propostas de emenda à Constituição (PECs) protocoladas no Congresso no início de fevereiro preveem outros benefícios. Uma delas, do Senado, cria um “auxílio-diesel” de até R$ 1,2 mil por mês para caminhoneiros autônomos, amplia o vale-gás para 100% do valor do botijão, em vez dos atuais 50%, e destina cerca de R$ 5 bilhões para estados e municípios subsidiarem o transporte coletivo de idosos.
A PEC do Senado foi elogiada por Adriano Pires em artigo publicado em fevereiro. Na avaliação do indicado para a Petrobras, ela “ataca com objetividade três questões fundamentais do ponto de vista social: as tarifas de transporte urbano, o botijão de gás e os caminhoneiros”. Porém, tanto essa PEC quanto outra similar, apresentada na Câmara, foram deixadas de lado. O Congresso decidiu dar prioridade à discussão de projetos de lei para enfrentar a alta dos preços.
De sua parte, o governo federal zerou até dezembro os tributos federais PIS e Cofins sobre diesel, biodiesel, gás de cozinha e querosene de aviação, o que deve gerar uma perda de receita de quase R$ 18 bilhões, segundo a Instituição Fiscal Independente (IFI). A mesma lei – sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 11, horas depois da aprovação pelo Congresso – também alterou a fórmula de cobrança do ICMS (imposto estadual) sobre os combustíveis.
Qual o consumo de gasolina e diesel, e quanto custa subsidiar esses combustíveis Em 2021, o país consumiu pouco mais de 39 bilhões de litros de gasolina. Esse foi o volume total vendido pelas distribuidoras, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Na média mensal, são cerca de 3,3 bilhões de litros do combustível. Um subsídio geral de R$ 1 por litro de gasolina, portanto, custaria aproximadamente R$ 3,3 bilhões por mês.
Na semana entre 19 e 26 de março, o preço médio nos postos do país foi de R$ 7,21 por litro, segundo pesquisa da ANP. Se recuasse em torno de R$ 1, retornaria aos patamares de outubro do ano passado.
No caso do diesel, as distribuidoras venderam mais de 62 bilhões de litros em 2021, o que dá 5,2 bilhões de litros por mês. Assim, seriam necessários R$ 5,2 bilhões mensais para baixar em R$ 1 por litro o preço a todos os consumidores.
Na média nacional, o diesel comum foi vendido a R$ 6,56 por litro entre os dias 19 e 26 de março. Um recuo de R$ 1 levaria os preços de volta aos níveis de fevereiro.
Nessa simulação, um mês de subsídio geral de R$ 1 por litro para os dois combustíveis custaria R$ 8,5 bilhões. Se o benefício durasse três meses, seriam R$ 25,4 bilhões. Mantido por um ano, demandaria R$ 101,4 bilhões – mais que todo o gasto programado para o Auxílio Brasil em 2022, que é de R$ 89 bilhões.
Em todo o ano passado, a Petrobras e outras petroleiras recolheram um total de R$ 37,8 bilhões em royalties de produção de petróleo e gás e R$ 35,9 bilhões em participações especiais, cobradas apenas em campos de grande produção. Na soma das duas modalidades, foram repassados R$ 73,7 bilhões aos cofres públicos federais, estaduais e municipais. Desse total, a parcela da União foi de R$ 29,2 bilhões.
Enquanto isso, a Petrobras programou o pagamento de R$ 101,4 bilhões aos seus acionistas em dividendos referentes ao exercício de 2021. Considerando sua participação no capital da companhia, de 28,7%, a União receberá cerca de R$ 29,1 bilhões. O valor não inclui as participações de outros dois sócios do grupo de controle, o BNDES e seu braço de participações, BNDESPar, donos de outros 8% da Petrobras.
Na soma de royalties, participações especiais e dividendos da Petrobras, portanto, a parcela da União em 2021 chega a R$ 58,3 bilhões. Esse valor pagaria pouco mais de seis meses de um subsídio geral de R$ 1 por litro para gasolina e diesel – ou pouco mais de um ano, se o benefício for de R$ 0,50 por litro.
O presidente Jair Bolsonaro e ministros de estado participam de cerimônia de hasteamento da bandeira, no Palácio da Alvorada.
Bolsonaro e ministros de estado em cerimônia de hasteamento da bandeira, no Palácio da Alvorada.| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Nove ministros do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) deixam o cargo nesta quinta-feira (31) pela manhã em uma solenidade no Palácio do Planalto. Eles vão disputar as eleições de outubro e, pela lei eleitoral, precisam sair pelo menos seis meses antes da votação do primeiro turno, marcada para 2 de outubro.
A exoneração deles já foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta. Os ministros que deixam os cargos são os seguintes:
Damares Alves, do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura Onyx Lorenzoni, do Trabalho e Previdência Marcos Pontes, da Ciência e Tecnologia Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional Tereza Cristina, da Agricultura Flávia Arruda, da Secretaria de Governo João Roma, da Cidadania Gilson Machado, do Turismo Existe também a expectativa de que o ministro da Defesa, Braga Netto, também saia do governo até o sábado, dia 2. Nos bastidores do Palácio do Planalto, ele é o favorito para ser o candidato a vice na chapa de reeleição de Bolsonaro.
Os ministros que deixam a Esplanada serão substituídos por nomes que já faziam parte do próprio ministério que vão assumir ou que eram de órgãos ligados a essas pastas. Isso atende a um pedido do presidente Bolsonaro de não haver descontinuidade no trabalho que já vinha sendo feito.
Quais serão os cargos que os ex-ministros vão disputar A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, vai disputar uma vaga do Senado pelo Mato Grosso do Sul. Tereza Cristina se filiou ao Progressistas (PP) e terá o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL) no estado. Quem assume a Agricultura é o secretário-executivo do ministério, Marcos Montes, ex-deputado federal pelo PSD.
O ministro da Infraestrutra, Tarcísio de Freitas, é pré-candidato ao governo do estado de São Paulo. Filiado ao Republicanos, Freitas será o candidato do presidente Jair Bolsonaro (PL) no principal colégio eleitoral do país. O sucessor de Tarcísio à frente da Infraestrutura será o secretário-executivo da pasta, Marcelo Sampaio. É um quadro técnico e nome da confiança do próprio ministro. Além disso, é genro do ministro-chefe da Secretaria-Geral, Luiz Eduardo Ramos.
O ministro Onyx Lorenzoni, que deixa o Ministério do Trabalho, vai concorrer ao governo do Rio Grande do Sul. Filiado ao PL, Lorenzoni pretende garantir palanque para Bolsonaro no estado. Ele será substituído por José Carlos Oliveira, presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O ministro da Cidadania, João Roma (PL), deve concorrer ao governo do estado da Bahia. Roma ingressou no mesmo partido de Bolsonaro no último domingo (27), depois de sete anos filiado ao Republicanos. A troca de sigla foi articulada depois que o presidente do Republicanos na Bahia, deputado Márcio Marinho, apresentou resistências em oficializar o nome de Roma na disputa estadual. Quem assume o ministério é Ronaldo Vieira Bento, que era chefe da assessoria de assuntos estratégicos da pasta.
A ministra Damares Alves, que deixa nesta quinta o comando do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, se filiou ao Republicanos, mas ainda não bateu o martelo qual cargo pretende concorrer na disputa eleitoral deste ano. Anteriormente, a ministra da Mulher chegou a negociar entrar na disputa do Senado pelo Amapá, mas acabou recuando da candidatura. Nos bastidores, aliados de Damares sinalizam que ela pode tentar agora uma cadeira pela Câmara dos Deputados, mas pelo Distrito Federal.
A ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, deixa o governo para concorrer a uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal. Filiada ao PL, a ministra terá o apoio do presidente Jair Bolsonaro na capital do país. O novo ministro será Célio Faria Junior, que até então era chefe do gabinete de Bolsonaro.
O ministro Rogério Marinho deixou o comando do Ministério do Desenvolvimento Regional para concorrer uma vaga ao Senado pelo Rio Grande do Norte. O pré-candidato está filiado ao PL, mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro. Quem assume o Desenvolvimento Regional é Daniel de Oliveira Duarte Ferreira, que era secretário-executivo do ministério.
O ministro do Turismo, Gilson Machado, deixa o governo para disputar uma vaga do Senado pelo estado de Pernambuco. Ele se filiou ao PL, partido do presidente Jair Bolsonaro. O Turismo, a partir de agora, passa a ser comandado por Carlos Brito, que era presidente da Embratur.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, vai disputar uma cadeira da Câmara dos Deputados pelo estado de São Paulo. Paulo Alvim, secretário de Empreendedorismo e Inovação, vai assumir o comando da pasta a partir de agora.
Foto: FABIAN BIMMERPor Thomas L. Friedman31/03/2022 | 05h00
É a enésima vez que confrontamos um petroditador cuja ferocidade e inconsequência é possível somente por causa da riqueza petrolífera que ele extrai do subsolo
THE NEW YORK TIMES – É impossível prever como a guerra na Ucrânia terminará. Espero fervorosamente que acabe numa Ucrânia livre, segura e independente. Mas o que sei com certeza é que os Estados Unidos não devem desperdiçar esta crise. É a enésima vez que confrontamos um petroditador cuja ferocidade e inconsequência é possível somente por causa da riqueza petrolífera que ele extrai do subsolo. Independentemente da maneira que a guerra na Ucrânia terminar, ela precisa acabar finalmente, formalmente e irreversivelmente com o vício dos EUA em petróleo.
Nada distorceu nossa política externa, nossos compromissos com direitos humanos, nossa segurança nacional e, acima de tudo, nosso meio ambiente mais do que nossa dependência de petróleo. Que esta seja a última guerra que nós e nossos aliados financiamos ambos os lados, pois é isso o que fazemos.
Países ocidentais financiam a Otan e ajudam o Exército da Ucrânia com os dólares de nossos impostos, e — já que as exportações de energia da Rússia financiam 40% do orçamento do governo do país — nós financiamos o Exército russo com nossas compras de petróleo e gás natural da Rússia.
Qual será a magnitude dessa estupidez?
Verão na Antártida
Nossa civilização simplesmente não pode mais arcar com isso. As mudanças climáticas não entraram de folga por causa da guerra na Ucrânia. Você tem checado os boletins meteorológicos dos Polos Norte e Sul ultimamente? Ondas de calor atingiram simultaneamente este mês partes da Antártida, elevando as temperaturas 21º Celsius acima da média por lá, e do Ártico, elevando em 10º Celsius a temperatura média.
Não se trata de erros de digitação. Tratam-se de superextremos absurdos.
“São estações opostas — não vemos os Polos Norte e Sul derretendo ao mesmo tempo”, afirmou recentemente à Associated Press Walter Meier, pesquisador do Centro Nacional de Dados sobre Neve e Gelo. “É uma ocorrência sem dúvida incomum.” E na última sexta-feira, para nenhuma surpresa, cientistas anunciaram que uma geleira do tamanho da cidade de Nova York se desprendeu do leste da Antártida no início desse período de calidez aberrante.
Foi a primeira vez que humanos observaram “que a região gelada teve um desprendimento de geleira”, notou a AP, acrescentando que, se a água congelada no leste da Antártica derreter, o nível do mar se elevará em cerca de 50 metros em todo o mundo.
Ataque russo nos arredores de Kiev em 26 de março Foto: AP / AP
A aposta de Biden no petróleo
Por todas essas razões, tenho me desapontado ao testemunhar o presidente Joe Biden e o secretário de Estado Antony Blinken dobrando a aposta na nossa dependência em petróleo, em vez de triplicar a aposta em fontes renováveis de energia e mais eficiência.
Aparentemente assustada com as falaciosas alegações dos republicanos de que as políticas de energia de Biden são responsáveis pelos altos preços da gasolina, a equipe do presidente foi mendigar em algumas das maiores petroditaduras do mundo — Venezuela, Irã e Arábia Saudita, em particular — implorando a esses países que extraiam mais petróleo e baixem o preço da gasolina.
A verdade é que, mesmo se permitirmos que empresas petroleiras americanas extraiam petróleo de todos os parques nacionais, o efeito a curto prazo nos preços da gasolina não seria tão significativo. Conforme noticiou a CNN Business na semana passada, na última década, a oscilante indústria petroleira americana gastou zilhões financiando um crescimento franco na produção, o que ajudou a manter os preços baixos, mas “sustentando lucros que se provaram fugidios. Centenas de petroleiras foram à falência durante várias quedas no preço do petróleo, levando investidores a exigir mais comedimento dos CEOs do setor da energia”.
Então, hoje, a maioria dos executivos e investidores das petroleiras americanas “não querem adicionar tanta oferta, para não causar outra saturação que derrube os preços. E acionistas querem que as empresas retornem os lucros exagerados na forma de dividendos e recompras — e não os reinvistam em aumento de produção”.
O país com capacidade mais barata, à disposição e flexível para influenciar os preços globais do petróleo no curto prazo é a Arábia Saudita. Mas a Rússia também é um grande player deste mercado. É por isso que, apenas dois anos atrás, o ex-presidente Donald Trump implorava para Arábia Saudita e Rússia cortarem dramaticamente sua produção, porque o preço do barril de petróleo havia caído para cerca de US$ 15 nos mercados globais — prejudicando seriamente as petroleiras americanas, cujo custo de extração estava entre US$ 40 e US$ 50 por barril. O preço havia despencado porque Arábia Saudita e Rússia se engalfinharam numa briga de preços em razão da diminuição das fatias de mercado durante a pandemia.
Agora, Biden está implorando aos sauditas que aumentem dramaticamente sua produção para baixar os preços. Mas os sauditas estão bravos com Biden porque Biden está bravo com eles em razão do assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi — e, relata-se, não atendem aos telefonemas de Biden.
Mendigando por energia suja
Mas o denominador comum entre Biden e Trump é o verbo “mendigar”. É este o futuro que queremos? Enquanto continuarmos dependentes de petróleo, sempre imploraremos a alguém, normalmente um sujeito do mal, para que aumente ou abaixe o preço, porque nós, sozinhos, não somos mestres do nosso próprio destino.
Isso tem de parar. Sim, é preciso haver uma fase de transição, durante a qual continuaremos usando petróleo, gás e carvão. Não somos capazes de parar subitamente com o vício. Mas devemos nos comprometer em dobrar o ritmo dessa transição — e não em dobrar a aposta nos combustíveis fósseis.
Nada ameaçaria Putin mais do que isso. Afinal, foi a queda nos preços globais do petróleo entre 1988 e 1992, ocasionada por uma superprodução saudita, que ajudou a quebrar a União Soviética e acelerou seu colapso. Podemos criar os mesmos efeitos hoje aumentando a produção de energia a partir de fontes renováveis e intensificando a ênfase em eficiência energética.
Reações à negociação pela paz entre Rússia e Ucrânia
Volodymyr Zelensky, destacou ‘sinais positivos’ nas conversas, mas o secretário de Estado, Antony Blinken, se mostrou cético com a seriedade russa na tratativa.
Uma rede elétrica mais limpa
A maneira melhor e mais rápida de fazer isso, argumenta Hal Harvey, diretor-executivo da Energy Innovation, uma consultoria especializada em energia limpa, é aumentando os padrões de energia limpa no fornecimento de eletricidade. Ou seja, exigir que a rede de transmissão de eletricidade dos EUA reduza suas emissões de carbono mudando para fontes renováveis de energia a uma taxa de 7% a 10% ao ano — um ritmo jamais visto.
Utopia? Que nada. O diretor-executivo da American Electric Power, que já foi totalmente dependente do carvão, promete agora que a empresa vai zerar as emissões de carbono até 2050, apoiando-se principalmente no gás natural. Trinta e um Estados já estabeleceram padrões de aumento de uso de fontes limpas de energia em suas redes públicas de fornecimento de eletricidade. Cheguemos agora a todos os 50.
Ao mesmo tempo, temos de aprovar uma lei nacional que conceda a cada consumidor a capacidade de se juntar a essa briga. Seria uma lei que eliminaria o limite regulatório sobre a instalação de sistemas de energia solar ao mesmo tempo que conferiria a cada lar americano um estímulo fiscal para instalar os painéis, de maneira similar ao que fez a Austrália — país que aumenta seus mercados de energia limpa per capita mais rapidamente do que China, Europa, Japão e EUA.
Quando carros, caminhões, prédios, fábricas e residências forem movidos a eletricidade e a rede de fornecimento utilizar principalmente fontes renováveis: abracadabra! — nos livraremos cada vez mais dos combustíveis fósseis, e Putin obterá cada vez menos dólares.
Os americanos estão entendendo isso. Carros elétricos estão desaparecendo das concessionárias. O Estado que mais produz energia eólica no país é o republicano Texas, que gera mais eletricidade com o vento do que os três Estados seguintes do ranking (Iowa, Oklahoma e Kansas) somados. Mas tornar isso uma missão verdadeiramente nacional nos levaria a uma economia de energia limpa com muito mais rapidez.
Na 2.ª Guerra, o governo dos EUA pediu aos cidadãos do país que plantassem “jardins da vitória” para cultivar suas próprias frutas e legumes — e reservar a comida enlatada para os soldados. Cerca de 20 milhões de americanos responderam plantando hortas por todo lado, de quintais a telhados. Bem, aqueles jardins da vitória representaram para o nosso esforço de guerra naquela época o que os painéis solares representam para a luta da nossa geração contra as petroditaduras.
Se você quiser baixar os preços imediatamente, o método mais infalível — e climaticamente correto — seria reduzir o limite de velocidade nas autoestradas para 100 km/h e pedir para todas as empresas dos EUA permitirem que seus funcionários trabalhem de casa e não tenham de se deslocar para o trabalho todos os dias. Essas duas coisas cortariam imediatamente a demanda por gasolina, o que faria baixar o preço do combustível.
Seria muito pedir uma vitória contra petroditadores, como Putin, cujo subproduto seja ar limpo, em vez de tanques em chamas?
“As alternativas limpas são agora mais baratas do que as poluentes”, notou Harvey. “Hoje custa mais caro arruinar o planeta do que salvá-lo” e também “é mais barato nos livrarmos de petroditadores do que continuarmos escravizados por eles”.
É isso aí. A tecnologia chegou. E torna Putin um alvo fácil. A questão é apenas de liderança e vontade nacional. O que estamos esperando? / TRADUÇÃO DE GUILHERME RUSSO
Sabe aquele projeto que foi confiado a você e que precisa começar a engrenar?
Esse foi o start para usar o Marketplace dentro de uma empresa B2B. Em poucas palavras, trabalho com o Marketing desde que entrei para o mercado, em um grupo atacadista de mais de 50 anos de atuação. Com o passar do tempo, me foi confiado o desafio de fazer a gestão de uma das marcas.
Tínhamos acabado de investir fortemente em uma loja física de 5 mil metros quadrados, contribuindo com o polo atacadista da região, que há cinco anos seguia em ampla expansão. Porém, não demorou muito para que os resultados atingissem o esperado. Neste período começamos a ver o crescimento exponencial para as vendas on-line.
Foi então, que em 2015, após uma imersão na NRF, iniciamos uma operação focada em Marketplace em um dos segmentos de venda de nosso atacado.
Enxergamos no Marketplace uma nova possibilidade de parceria, um potencial cliente para nosso B2B. Começamos do zero: sem conhecimento de como funcionava a estratégia de cada canal e não tínhamos nenhum contato comercial que nos mostrasse o caminho, apenas cadastrávamos nossos produtos e esperávamos os resultados.
Este projeto foi e segue sendo um enorme desafio. A começar por ser uma mulher, a primeira neta do fundador da empresa se dispondo a propor inovação a um grupo formado por uma diretoria tradicional, que há décadas vinha trabalhando com os mesmos métodos. Em seguida, foi necessário enfrentar os obstáculos de entrar em uma operação de “mar aberto”, extremamente nova, porém, que já se consagrou como uma onda consistente.
Outro desafio foi empregar uma cultura mais ágil em um grupo B2B que inovou ampliando sua operação para o B2C. Sabemos que a velocidade de venda do varejo é completamente diferente do B2B. É por isso que costumo brincar que esse mercado do Marketplace é uma “montanha-russa”, todos os dias tem uma emoção nova.
Esse dinamismo exige dos lojistas flexibilidade, agilidade e engajamento com os canais. Colocar em prática essas características têm nos ajudado a ter sucesso com nossos parceiros. Vejo que algumas empresas questionam bastante essa dinâmica, mas gosto de identificar as oportunidades e aproveitá-las.
Os Marketplaces buscam preço sim, mas também ‘seller’ de profundidade de estoque, ótimo SAC, performance logística, e cadastro completo. Com esse combo, o trabalho é feito em conjunto, construindo uma parceria interessante para ambos os lados.
É claro, há muito o que aprimorar. Porém, vejo diariamente o crescimento desses canais e da nossa marca que era apenas regional e não existia no mundo on-line, e em pouco tempo ganhou credibilidade e posicionamento de marca.
Há seis anos nesse mercado foram vários os avanços de aprendizado na construção de nossa marca. Dentro dos Marketplaces estamos colhendo os resultados de crescer muito mais rápido do que em apenas um e-commerce da própria marca. Ao estar dentro de um canal de reputação, recebemos a chancela do Marketplace e temos a oportunidade do consumidor final conhecer nosso mix de produtos e a nossa qualidade.
O trabalho de construção e fortalecimento de marca demanda um grande investimento de marketing, e o Marketplace é uma forma de ter essa alavancagem. Além disso, estar dentro dos canais tem nos garantido possibilidades para novos negócios.
Sobre novos negócios, analisando e estudando a estratégia de um dos grandes Marketplaces percebi o investimento e o foco deles em uma categoria onde não tínhamos nenhum produto, mas que tínhamos condições de desenvolver. Fizemos, cadastramos e hoje já temos um bom resultado dentro de mais uma categoria. E assim continuamos buscando oportunidades.
Como em qualquer tipo de operação há riscos, no Marketplace não é diferente.
Por se tratar de um negócio novo e em constantes mudanças, existem situações inesperadas que oneram nosso trabalho. Para exemplificar, passamos por duas situações em dois Marketplaces diferentes, onde ficamos com a loja bloqueada apesar de termos seguido todas as regras. Na primeira ficamos fora do ar por uma semana e apesar dos prejuízos, a única resposta que tivemos foi que estavam verificando. Na segunda situação, a perda foi de cinco dias bloqueados e uma queda no ranqueamento dos produtos na busca dentro do site.
Em outro momento estávamos vendendo um grande volume de cobertores e o cadastro do produto apontou um erro. O comercial nos solicitou a correção, e ao fazer a correção o produto foi deletado da plataforma. Resultado? Perdemos todo o ranqueamento do produto e as vendas pararam. Por consequência fiquei com o estoque alto parado. Poderia estar desacreditada com o Marketplace, mas não. Tiro como uma lição e já me preparo para mais um inverno, pois sei que o item tem potencial. Acredito que esse modelo de trabalhar com o meu cliente no Marketplace também contribuí com a parceria e sinergia.
Por falar em sinergia, construímos a nossa participando de todos os eventos do setor, que são encontros onde o lojista tem a oportunidade de estreitar relacionamento com os fornecedores e ter acesso às informações de vendas e de categorias de produtos em potencial, usando tudo isso a seu favor. Inclusive já apresentei amostras de tecidos em um desses eventos, os quais tinham pouca divulgação, mas muito potencial de venda. E deu certo!
Para finalizar, o que quero compartilhar é que em nossa cadeia de distribuição encontramos mais uma oportunidade de venda. O Marketplace é mais uma possibilidade e não tira vendas de nenhum outro canal. Com ele fizemos a inserção da nossa marca no mundo digital. A aposta de competitividade de nosso negócio está em trabalhar com multicanais, fazendo com que o on-line e off-line se complementem.
Preferências de Publicidade e Propaganda
Moysés Peruhype Carlech – Fábio Maciel – Mercado Pago
Você empresário, quando pensa e necessita de fazer algum anúncio para divulgar a sua empresa, um produto ou fazer uma promoção, qual ou quais veículos de propaganda você tem preferência?
Na minha região do Vale do Aço, percebo que a grande preferência das empresas para as suas propagandas é preferencialmente o rádio e outros meios como outdoors, jornais e revistas de pouca procura.
Vantagens da Propaganda no Rádio Offline
Em tempos de internet é normal se perguntar se propaganda em rádio funciona, mas por mais curioso que isso possa parecer para você, essa ainda é uma ferramenta de publicidade eficaz para alguns públicos.
É claro que não se escuta rádio como há alguns anos atrás, mas ainda existe sim um grande público fiel a esse setor. Se o seu serviço ou produto tiver como alvo essas pessoas, fazer uma propaganda em rádio funciona bem demais!
De nada adianta fazer um comercial e esperar que no dia seguinte suas vendas tripliquem. Você precisa ter um objetivo bem definido e entender que este é um processo de médio e longo prazo. Ou seja, você precisará entrar na mente das pessoas de forma positiva para, depois sim, concretizar suas vendas.
Desvantagens da Propaganda no Rádio Offline
Ao contrário da televisão, não há elementos visuais no rádio, o que costuma ser considerado uma das maiores desvantagens da propaganda no rádio. Frequentemente, os rádios também são usados como ruído de fundo, e os ouvintes nem sempre prestam atenção aos anúncios. Eles também podem mudar de estação quando houver anúncios. Além disso, o ouvinte geralmente não consegue voltar a um anúncio de rádio e ouvi-lo quando quiser. Certos intervalos de tempo também são mais eficazes ao usar publicidade de rádio, mas normalmente há um número limitado,
A propaganda na rádio pode variar muito de rádio para rádio e cidade para cidade. Na minha cidade de Ipatinga por exemplo uma campanha de marketing que dure o mês todo pode custar em média 3-4 mil reais por mês.
Vantagens da Propaganda Online
Em pleno século XXI, em que a maioria dos usuários tem perfis nas mídias sociais e a maior parte das pessoas está conectada 24 horas por dia pelos smartphones, ainda existem empresários que não investem em mídia digital.
Quando comparada às mídias tradicionais, a propaganda online é claramente mais em conta. Na internet, é possível anunciar com pouco dinheiro. Além disso, com a segmentação mais eficaz, o seu retorno é mais alto, o que faz com que o investimento por conversão saia ainda mais barato.
Diferentemente da mídia tradicional, no online, é possível modificar uma campanha a qualquer momento. Se você quiser trocar seu anúncio em uma data festiva, basta entrar na plataforma e realizar a mudança, voltando para o original quando for conveniente.
Outra vantagem da propaganda online é poder acompanhar em tempo real tudo o que acontece com o seu anúncio. Desde o momento em que a campanha é colocada no ar, já é possível ver o número de cliques, de visualizações e de comentários que a ela recebeu.
A mídia online possibilita que o seu consumidor se engaje com o material postado. Diferentemente da mídia tradicional, em que não é possível acompanhar as reações do público, com a internet, você pode ver se a sua mensagem está agradando ou não a sua audiência.
Outra possibilidade é a comunicação de via dupla. Um anúncio publicado em um jornal, por exemplo, apenas envia a mensagem, não permitindo uma maior interação entre cliente e marca. Já no meio digital, você consegue conversar com o consumidor, saber os rastros que ele deixa e responder em tempo real, criando uma proximidade com a empresa.
Com as vantagens da propaganda online, você pode expandir ainda mais o seu negócio. É possível anunciar para qualquer pessoa onde quer que ela esteja, não precisando se ater apenas à sua cidade.
Uma das principais vantagens da publicidade online, é que a mesma permite-lhe mostrar os seus anúncios às pessoas que provavelmente estão interessadas nos seus produtos ou serviços, e excluir aquelas que não estão.
Além de tudo, é possível monitorizar se essas pessoas clicaram ou não nos seus anúncios, e quais as respostas aos mesmos.
A publicidade online oferece-lhe também a oportunidade de alcançar potenciais clientes à medida que estes utilizam vários dispositivos: computadores, portáteis, tablets e smartphones.
Vantagens do Marketplace Valeon
Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos.
Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual.
Tem grande variedade de ofertas também e faz com que os clientes queiram passar mais tempo no site e, inclusive, voltem com frequência pela grande diversidade de produtos e pela familiaridade com o ambiente. Afinal de contas, é muito mais prático e cômodo centralizar suas compras em uma só plataforma, do que efetuar diversos pedidos diferentes.
Inserir seus anúncios em um marketplace como o da Valeon significa abrir um novo “ponto de vendas”, além do e-commerce, que a maioria das pessoas frequenta com a intenção de comprar. Assim, angariar sua presença no principal marketplace Valeon do Vale do Aço amplia as chances de atrair um público interessado nos seus produtos. Em suma, proporciona ao lojista o crescimento do negócio como um todo.
Quando o assunto é e-commerce, os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em 2020.
Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a visibilidade da sua marca.
A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.