Key to success and achieve business target, KPI, career achievement or secret for success in work concept, businessman putting golden key into bullseye target key hold to unlock business success.
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Quando estourou a crise financeira mundial em 2008-2009, procurei estudar as causas e consequências daquela crise, pelo menos o suficiente para me julgar em condições de opinar e escrever a respeito. Demorei um pouco para me sentir confortável em sair falando. A despeito de eu ter sido diretor e presidente de banco, ter ocupado funções em finanças no setor privado e no setor público, e muitos anos atuando como professor de Teoria Econômica e Finanças, a crise veio carregada de complexidades que me obrigaram a gastar bom tempo estudando o assunto.
Naqueles anos, a taxa de desemprego aumentou em grande parte do mundo e, como sempre acontece, houve uma avalanche de artigos e palestras sobre o mundo do trabalho e o futuro do emprego. Na esteira desse movimento, surgiram as costumeiras publicações, artigos e e livros, dando receitas para obter sucesso profissional como empregado, profissional autônomo ou empreendedor.
As receitas fáceis e simplistas sempre me incomodaram, no mínimo porque o ser humano é um animal complexo, diferente e único, logo, não acredito em receita única e válida para todas as pessoas. Também sempre me incomodou o conhecido discurso sobre a gestão de pessoas nas empresas, dizendo coisas como: “Nosso maior ativo é nosso capital humano” ou “em nossa empresa, somos uma família”. Isso me soa como demagogia.
Penso que esse discurso, ademais de ser falso, é também desnecessário, pois, tratar bem os empregados, respeitá-los, oferecer bom ambiente de trabalho e cumprir as normas legais é atitude obrigatória de qualquer gestão civilizada. Vale mencionar que as ações gerenciais no mundo do emprego seguem leis econômicas e estão submetidas aos imperativos da competição e da eficiência, acima do discurso de que empresa é família.
Empresa deve ser instituição honesta e humana, mas não é família. Diante de uma crise (como a que estamos ainda metidos devido à pandemia), as empresas simplesmente demitem e o fazem no pior momento da vida das pessoas. Há um conflito dramático, pois, se não agirem com racionalidade e priorizando a sobrevivência financeira da organização, o resultado é a falência, e aí não se salva emprego nenhum. Habitualmente, ironizo dizendo que, na crise, família não demite o filho, divide o bife. Empresa demite.
Mas, voltando às receitas simplistas para o sucesso, refiro-me a um livro que me caiu nas mãos naquele ano de 2009, chamado “Derrubando Mitos”, de Phil Rosenzweig, ex-executivo empresarial que se tornara consultor e professor na cidade de Lausanne, na Suíça. Dele, extraí uma frase apropriada. “O sucesso nos negócios é algo de natureza indefinida”, disse o autor.
Esse livro, apesar de publicado há 14 anos, mantém-se atual e merece ser lido por quem queira melhorar seu entendimento do assunto e, principalmente, por quem pensa ter descoberto a receita de sucesso nos negócios e na carreira. Muitos são os consultores, escritores, executivos e palestrantes que dizem conhecer a receita do sucesso. Mas, ainda que digam coisas úteis e válidas, não há fórmulas mágicas nem receitas gerais para explicar por que algumas empresas ou pessoas têm sucesso e outras fracassam.
Habitualmente, ironizo dizendo que, na crise, família não demite o filho, divide o bife. Empresa demite
Senti-me confortado lendo o livro, porque penso que há vários caminhos que levam ao sucesso, como há vários que levam ao fracasso. E como dizia Aristóteles, “o homem é o homem e suas circunstâncias”. Ignorar a influência do momento, do contexto e do acaso no destino do sucesso ou do fracasso é simplificar a coisa.
Existem princípios aplicáveis no alto desempenho empresarial ou pessoal. Porém, cada organização e cada profissional acabam fracassando ou tendo êxito com vários ingredientes próprios. O caminho que leva ao paraíso é cheio de ramificações, atalhos e ocorrências favoráveis, que surgem, por vezes, independentemente da vontade ou da ação dos líderes.
O livro “Derrubando Mitos” afirma que a receita única do sucesso ou do fracasso não existe. Pode ser agradável ler e ouvir gurus e palestrantes dando receitas prontas, que trazem conselhos válidos, mas não são suficientes para levar ao sucesso em um mundo complexo. Em geral, a receita tem de ser personalizada, segundo as peculiaridades do caso, as características pessoais do agente e as circunstâncias do ambiente interno e externo. Vale a pena pensar sobre isso.
Quando você compra um carro usado, pode sentir vontade de acreditar no que o vendedor diz: “um carro tão bom por um preço tão baixo!”. Além disso, não acreditar nele dá trabalho. Você precisa entender um pouco de carros, e é desagradável enfrentar o vendedor. Mesmo assim, você sabe que o vendedor tem motivos para “enfeitar” a verdade. Então você chuta os pneus, experimenta o carro num test-drive, faz perguntas probatórias. Pode até trazer um amigo que entenda de mecânica. Essa experiência toda está longe de ser divertida mas, se você não exercer um mínimo de ceticismo, há um preço que pagará mais tarde. O carro pode dar problemas. Então você se arrependerá de não ter investido um pouquinho de ceticismo no início do processo.
Esse raciocínio foi descrito pelo astrônomo americano Carl Sagan (1934-1996), no livro O Mundo Assombrado pelos Demônios. O mundo dos negócios está repleto de vendedores de carros usados. Curiosamente, homens que se orgulham de sua racionalidade e seu sangue-frio para tomar decisões costumam comprar esses carros de olhos fechados. Pior, dirigem-nos em alta velocidade, em estradas mal sinalizadas.
Claro, estamos falando em linguagem figurada. Os carros usados de Sagan, no mundo das empresas, são as teses de como alcançar o sucesso. Os vendedores, há de todos os tipos: consultores, mágicos, acadêmicos, psicólogos. Phil Rosenzweig, um professor de estratégia e
gestão internacional da escola de negócios IMD, na Suíça, se propõe a ser aquele amigo que entende de carros. Neste livro, ele revela os principais truques que grandes gurus, jornalistas e até respeitadas instituições utilizam — na maioria das vezes, sem ter consciência disso — para vender suas idéias. Eleito um dos melhores livros de negócios do ano passado pelo Financial Times, Wall Street Journal e pelo Boston Globe, Derrubando Mitos não fornece uma estratégia segura para alcançar o sucesso. Mas vai ajudá-lo a evitar grande desastres no caminho.
Ainda sobre o livro Derrubando Mitos (ver postagem do dia 08/10/2008), achei domingo passado um post sobre o livro escrito pelo senhor J. Ferrari em seu blog. Como todos sabem que achei esse livro espetacular, resolvi publicar o post integralmente. Vale a pena ler, principalmente para os que ainda não leram o livro.
Se você ler muitos livros sobre administração de empresas, é praticamente inevitável que desenvolva certo grau de ceticismo. Num dia, você acompanha os argumentos do consultor americano Jim Collins, autor de grandes sucessos como Empresas Feitas para Vencer (editora Campus). Ele assegura que as empresas só se tornam excelentes se seguirem uma estratégia incremental, com pequenas melhorias de cada vez. Aí você lê o professor de Harvard Clayton Christensen, outro autor de sucesso. Ele diz que, enquanto você dá um duro danado para melhorar seus serviços ou produtos, existe alguém lá fora inventando alguma coisa que vai fazer todo mundo esquecer aquilo que você produz.
Se você acompanha as teses de gestão há algum tempo, já deve ter visto vários modismos: a solução dos problemas da empresa pela aposta na qualidade, a solução pela reengenharia de processos, a salvação pelo foco em uma única atividade central, a salvação pelo investimento em várias atividades diferentes… É possível até que você tenha ficado em dúvida sobre o que é ser um gestor. Afinal, o que é administrar? É controlar, como dizia o pensador clássico francês Henri Fayol? Ou é realizar, apostar em coisas novas, como defende o megaguru americano Tom Peters? Será pensar e planejar, como diz o mestre da competitividade, Michael Porter? Ou liderar, como diz Warren Bennis, um especialista em… claro, liderança?
Para quem fica perdido no meio de tantas teorias contraditórias, vale a pena investir algum tempo na leitura de mais um livro de administração: Derrubando Mitos – Como Evitar os 9 Equívocos Básicos no Mundo dos Negócios (Editora Globo), do americano Phil Rosenzweig, professor de Estratégia e Gestão Internacional da escola de negócios IMD, na Suíça. O livro foi considerado um dos melhores lançamentos do ano passado pelos jornais econômicos Financial Times e Wall Street Journal. A edição brasileira, recém-lançada, é o primeiro tomo da coleção Época Negócios.
O principal mote do livro é revelar os truques que grandes gurus, jornalistas e até respeitadas instituições usam – na maioria das vezes, sem ter consciência disso – para vender suas ideias. Seus ataques se dirigem desde a autores famosos, como Jim Collins e Tom Peters, até a ícones da mídia especializada, como as revistas Fortune, Business Week e Forbes, e consultorias estabelecidas, como a Bain.
O primeiro dos nove truques que Rosenzweig apresenta é o efeito aura. Ele dá o título da obra, em inglês (The Halo Effect). O efeito aura foi um termo inventado pelo psicólogo americano Edward Thorndike no início do século passado. Nasceu da observação de Thorndike, de um serviço que prestou para o Exército americano. Sua tarefa era determinar quais soldados eram bons em tiro, quais eram os melhores corredores, quais eram os mais fortes e assim por diante. Depois de aplicar questionários a alguns comandantes, o psicólogo percebeu um fenômeno curioso. Quando um soldado era considerado bom em algo, geralmente ganhava notas altas em todos os quesitos.
Thorndike explicou o resultado como uma espécie de contaminação. Ao ver uma pessoa muito boa em algum campo de atuação, automaticamente acreditamos que ela se sobressai em outras atividades. Exemplos recentes? Com a economia brasileira em alta, o presidente Lula bateu recordes de popularidade, mesmo durante o escândalo político do mensalão. Nos Estados Unidos, logo após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, quando um sentimento de união tomou conta do país, o presidente Bush foi bem avaliado em pesquisas sobre sua política econômica. Inversamente, quando as críticas à invasão do Iraque aumentaram, os americanos avaliaram sua conduta da economia como ruim.
Muitas vezes, essa contaminação faz sentido. Se uma companhia de renome lança um produto, é natural que as pessoas prefiram comprar dela, em vez de testar o produto feito por uma empresa desconhecida. A armadilha é que a aura nos impede de enxergar com clareza. Vários estudos mostram que nossas opiniões são influenciadas pelo contexto. Um deles é do professor de administração Barry Staw, da Universidade da Califórnia. Staw propôs tarefas a vários grupos. Depois, disse a alguns desses grupos que eles tinham tido bom desempenho, e a outros que não tinham ido bem. Staw fez isso aleatoriamente. E aí pediu aos grupos que descrevessem o trabalho em equipe. Nos grupos que ele afirmou ser melhores, as pessoas classificaram as equipes como mais abertas a mudanças, mais coesas, mais motivadas. Nos grupos que ele disse terem se dado mal, as pessoas se lembraram de comunicação ruim, falta de união e baixa motivação.
E qual o problema do efeito aura? É que ele contamina grande parte dos estudos supostamente científicos sobre sucesso. Talvez motivação seja um ingrediente essencial para o sucesso, mas, se você pergunta o segredo do sucesso a uma pessoa bem-sucedida, é provável que ela se lembre de ter tido mais motivação do que teve de verdade. O mesmo vale para clima organizacional, inteligência, ousadia etc.
Esse seria um problema dos livros que apontam receitas de sucesso a partir de empresas bem-sucedidas. Segundo Rosenzweig, o sucesso financeiro atual das empresas cria um efeito aura que faz executivos, empregados, rivais, jornalistas e até analistas especializados achar que tudo o mais vai bem.
As demais ilusões descritas por Rosenzweig são:
– A confusão entre correlação e causalidade. Digamos que um estudo tenha descoberto que as empresas mais bem-sucedidas financeiramente gastam mais com programas de educação para seus gerentes. O que concluir daí? Que as empresas que investem em seus funcionários colhem melhores resultados? Ou que as empresas que colhem melhores resultados têm mais dinheiro para programas de educação? a ilusão de que há uma explicação única para o sucesso.
– A busca de causas a partir dos efeitos. É uma ilusão comum nos estudos que procuram inferir receitas de sucesso olhando apenas para empresas bem-sucedidas.
– A ilusão das pesquisas “rigorosas” (quantidade de dados analisados não é igual a profundidade das conclusões).
– O mito do sucesso duradouro: a maioria das empresas bem-sucedidas, por uma simples questão estatística, tende a ter resultados piores que suas concorrentes no futuro, um fenômeno conhecido como regressão à média. Foi o que aconteceu com as empresas que constavam no livro Feitas para Durar, durante a década de 1990.
– A ilusão do desempenho absoluto: os carros da General Motors são hoje muito melhores que na década de 1980. O que explica sua queda na participação de mercado nos EUA, de 35% em 1990 para 25% em 2005? Os concorrentes melhoraram mais. Parece óbvio, mas, até o escândalo da “contabilidade criativa” de empresas americanas no início do século, a maioria dos altos executivos recebia bônus vinculados a resultados absolutos, e não às conquistas reais de mercado.
– O erro de interpretação: se olhamos apenas as empresas bem-sucedidas, não enxergamos aquelas que adotaram a mesma estratégia e se deram mal. Em vez de uma receita de sucesso, podemos estar seguindo uma receita de volatilidade. Um exemplo: durante um incêndio, uma pessoa se jogou do 4º andar e escapou sem nenhuma contusão e nenhuma queimadura. Mas jogar-se pela janela é uma estratégia radical que, na maioria das vezes, leva à morte. Em um incêndio, faz mais sentido esperar os bombeiros.
– A ilusão da física dos negócios. Essa é a noção de que o mundo dos negócios se presta a previsões, de que resultados podem ser repetidos, de que existem leis que regem os resultados. Não há.
O maior mérito do livro “Derrubando Mitos”, de Phil Rosenzweig (veja edição de março da Época Negócios) é demolir, sem dó nem piedade, a ideia mais cara aos “mercadores de ilusões” que dominam a literatura empresarial: “excelência empresarial”, entendida como vantagem competitiva sustentável, não existe. Nunca existiu, e está cada vez mais longe de existir. Qual o corolário disso? Simples. As várias safras de livros que apareceram, dos anos 80 para cá, com a pretensão de fornecer receitas para a “excelência”, são enganosas e levam à conclusões falsas. Rosenzweig desconstruiu o mantra da gurulândia – “faça assim, que você terá sucesso”- usando uma linguagem clara, sem tecnicismos estatísticos e dando nomes aos bois. Os bois se chamam: Tom Peters, Jim Collins, e mais uns três ou quatro “encantadores de serpente” do circuito dos palestrantes de negócios. Leiam o livro. Para mim é a melhor coisa publicada em nossa área em muitos anos. Mas o que me deixa pasmo é o seguinte: as conclusões do livro não são novidade. Pesquisadores dignos desse nome já vinham mostrando isso (os “bois”, acima, não são nada rigorosos, são só pretensiosos). Dois deles – Robert Wiggins e Tim Ruefli, da Universidade do Texas (corra ao Google!) -concluíram que vantagem competitiva é raríssima e, quando acontece, dura pouco. É da natureza da competição capitalista, leitor. Gente como Joseph Schumpeter – sobre quem já escrevi nesta revista – já tinha cantado essa pedra há décadas. Vantagem duradoura não pode existir num regime em que a competição é que gera a riqueza. É precisamente como na evolução biológica: as espécies coexistem interconectadas numa “corrida armamentista evolucionária” que não acaba nunca. Se um predador fica mais veloz, a presa desenvolve melhor camuflagem; aí o predador fica mais sensível ao odor da presa, e ela, então, “aprende” a saltar mais longe etc. Isso dura indefinidamente, não há descanso. Os biólogos, inspirados por Lewis Carrol, autor de “Alice no país das maravilhas”, chamam isso de competição “rainha vermelha” – um personagem de Carrol que diz: “aqui, você tem que correr o máximo que puder, para conseguir ficar no mesmo lugar”. Foi esse, exatamente, o efeito que o Wal Mart introduziu no varejo. Seus competidores não agüentaram o ritmo da corrida que ele impôs e vários “pediram para sair” (KMart, por exemplo, uma ótima empresa aliás). No sistema capitalista, a inovação (dinheiro novo) não vem de empresas que ficam na “crista da onda” por muito tempo, vem das que introduzem novos modelos e práticas de negócios, ameaçando a posição dos estabelecidos, obrigando-os a correr atrás, e puxando a média para cima. Eu chutaria que, nos setores mais competitivos, não há sucesso que fique “na crista da onda” por mais de 15 anos em média, e a tendência é essa janela diminuir. Vamos encarar o fato: empresas não inovam sustentavelmente, é o mercado que inova. E eu que, um dia, acreditei no conto da vantagem competitiva sustentável… Quero meu dinheiro de volta!
‘Rock Brasil 40 Anos’ estima levar, entre 27 de março e 21 de abril, cerca de 100 mil pessoas ao Memorial da América Latina
Julio Maria, O Estado de S.Paulo
Vai ficando mais distante e, talvez por isso, mais evidente o quanto aqueles anos ilhados entre o início e o fim da década de 1980 significaram para quem ouviu música no Brasil. Pois uma outra versão do rock em português que havia sido inaugurado mais de 20 anos antes, higienizado, apolítico e irradiado pelo Programa Jovem Guarda enquanto tendas verde-oliva eram instaladas em Brasília, se reapropriaria dos espaços de mainstream com outro apetite. Um Brasil que se despedia da ditadura mas não de suas contradições oferecia desta vez um material visivelmente mais contraditório e complexo – e tudo parecia tão ingênuo lá atrás – tecido nas incompatibilidades. Havia raiva e esperança, palavrões e poesia, midiatismo e reclusão, RPM e Lobão, e tudo democraticamente chamado de “rock nacional”.
Show do Paralamas do Sucesso na Praça Mauá, em 2018 Foto: FABIO MOTTA/ESTADÃO
O talvez maior retrato já feito desta época será um evento chamado Rock Brasil 40 Anos, que já passou pelo Rio de Janeiro e por Belo Horizonte e que chega agora a São Paulo. Com edições intermitentes, entre 27 de março e 21 de abril, o festival terá como base principal o Memorial da América Latina, onde o palco armado vai receber, para uma média de público diário de 15 mil pessoas, bandas como Paralamas do Sucesso, Plebe Rude, Capital Inicial, Biquíni Cavadão, Leoni, Leo Jaime, Barão Vermelho, Ultraje a Rigor, Titãs, Ira, Camisa de Vênus, Paulo Ricardo, Humberto Gessinger, Blitz, Frejat, Nando Reis, Arnaldo Antunes e Marina Lima. As vendas de ingressos, com preços entre R$ 80 e R$ 400, são feitas pelo site ingressocerto.com.br.
O produtor Peck Mecenas, idealizador do projeto, teve sua vida adulta inaugurada junto com o rock nacional. Sua história é curiosa. Aos 18 anos, ele era produtor de estrada da banda Barão Vermelho, com quem trabalharia por 18 anos e, logo depois, se tornou produtor executivo do Circo Voador, no Rio de Janeiro, o “ninho da cobra” do que seria o rock brasileiro. Muitos consideram que a inauguração de tudo se deu no Circo, ainda nas areias do Arpoador, no Rio, no verão de 1982. Assim, ainda moleque, veria os primeiros passos de Barão Vermelho, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Blitz, Camisa de Vênus e muitas outras bandas. “Aquilo foi o divisor entre a ditadura e a democracia. Que País É Esse? (da Legião) e Brasil (de Cazuza) poderiam ser os hinos nacionais.”
CINEMA. Há uma produção cinematográfica diretamente ligada às bandas dos anos 80, mas pouco avaliada. Ela estará em uma longa mostra que será realizada no Centro Cultural Banco do Brasil, como parte do projeto, com entrada franca. Alguns dos filmes são Barão Vermelho – Por que a Gente É Assim?, de 2007, com direção de Mini Kerti; Faroeste Caboclo, de 2013, dirigido por René Sampaio, baseado na música de mesmo nome da Legião Urbana; Blitz, O Filme, de 2019, de Paulo Fontenelle; Titãs: A Vida Até Parece Uma Festa, de 2009, com direção de Oscar Rodrigues Alves e Branco Mello; Somos Tão Jovens, de 2013, uma cinebiografia de Renato Russo, com direção de Antonio Carlos da Fontoura; e Cazuza – O Tempo não Para, de 2004, com a história de Cazuza, dirigido por Sandra Werneck e Walter Carvalho.
Outra frente será preenchida pelos musicais, uma linguagem relativamente nova em sua abordagem dos anos 80. O mesmo CCBB terá uma série deles com produções como Cazas de Cazuza, de Rodrigo Pitta; Cássia Eller – O Musical, Renato Russo – O Musical e Cabeça, Um Documentário Cênico. Uma palestra que vale a pena conferir será ministrada pelo jornalista e crítico musical Nelson Motta. Ele será realizada nos dias 26 de março e 2, 9 e 16 de abril.
Revival. Os primeiros shows do Memorial da América Latina começam às 15h deste domingo. Uma sequência de nomes poderosos será formada por Paralamas do Sucesso, Plebe Rude, Capital Inicial e Biquíni Cavadão. Bi Ribeiro, baixista dos Paralamas do Sucesso, conta que não se lembra de ter visto evento sobre o rock dos anos 80 nas mesmas dimensões. “Das maiores bandas, só faltou a Legião. Acho que é a maior celebração já feita sobre esta época.”
Bi conta que o distanciamento pode trazer novas reflexões. Seu grupo, os Paralamas, talvez seja o de linguagem mais descolada do que é entendido como um movimento. Se não houvesse os anos 80, certamente haveria Paralamas com o mesmo sucesso. “Havia muita competição. Uma competição informal, claro, cada banda queria fazer um disco melhor do que a outra. Estávamos todos no mesmo páreo. Mas hoje o que rola é muita amizade”. E qual show Bi Ribeiro gostaria de ver? Alguns, ele diz. “O Ira! queria muito ver um show deles.” Mas ele dá uma dica quase improvável. “E cara, você precisa ver o show do Biquíni Cavadão. Os caras fazem uma p… apresentação”.
Dia 27 março
Paralamas do Sucesso
Plebe Rude
Capital Inicial
Biquíni Cavadão
Dia 3 de abril
Leoni
Leo Jaime
Barão Vermelho
Dia 10 de abril
Ultraje a Rigor
Titãs
Ira!
Camisa de Vênus
Dia 17 de abril
Paulo Ricardo
Cee lee bration
Humberto Gessinger
Blitz
Dia 21 de abril
Frejat
Nando Reis
Arnaldo Antunes
Marina Lima
*Os primeiros shows começam sempre às 15h, no Memorial da América Latina
SERVIÇOS:
Ingressos Shows Memorial da América Latina:
Site INGRESSO CERTO
Pista – 1º Lote (inteira) R$160 e (meia-entrada) R$80
Camarote – 1º Lote (inteira) R$400,00 e (meia-entrada) R$ 200,00
Ainda em fase de testes no mundo, inovação já causa a expectativa de mudança na maneira de consumir futebol
Caio Possati , especial para o Estadão
Inovações tecnológicas prometem revolucionar a maneira como o torcedor consome o esporte REUTERS|Rafael Marchanteabout:blank
Não há torcedor que não tenha se sentido frustrado por não conseguir comprar ingressos para aquela decisão tão esperada, seja ela qual for. Ou, então, aquela pessoa que está no estádio de futebol, mas não sabe dizer se o pênalti dado e validado pelo VAR (Árbitro de Vídeo) foi, de fato, bem marcado. Esses são sentimentos que fazem parte da rotina de quem consome esporte hoje. As tecnologias que vêm por aí, contudo, apontam para um futuro em que essas frustrações ficarão no passado.
Com a pulverização e o incremento do 5G, a 5ª geração de internet móvel, por parte de emissoras e produtoras de conteúdo e de telecomunicação, as transmissões esportivas e seu consumo devem mudar radicalmente. Dentro dessas possibilidades, será possível assistir aos jogos de casa como se estivesse em campo ou arquibancada, saber se um lance duvidoso foi bem marcado ou não. Inovações que, segundo especialistas ouvidos pelo Estadão, podem ser implementadas em alguns anos com a consolidação do 5G.
Inovações tecnológicas prometem revolucionar a maneira como o torcedor consome o esporte Foto: REUTERS/Rafael Marchante
O QUE É O 5G?
Em linhas gerais, o 5G é a quinta geração de redes de celulares, que é especificada por um conjunto de padrões que definem as frequências e os protocolos de comunicação para que dispositivos (smartphones) e infraestrutura (antenas) consigam se entender. “Uma vez especificados esses padrões, fabricantes de dispositivos conseguem produzir aparelhos compatíveis com a tecnologia, permitindo que as redes de celular sejam implantadas e os dispositivos de diversos fabricantes acessem essa rede usando a tecnologia 5G”, explica o professor do Instituto de Computação da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Luiz Bittencourt.
Mas é na forma como funcionará que a nova rede costuma ser apresentada e compreendida. O 5G é reconhecido por três principais características: ser ultraveloz (pode ser 10 a 30 vezes mais rápida do que a rede 4G); a baixa latência, que corresponde ao tempo de resposta que o dispositivo apresenta para se conectar à rede; e a alta capacidade de processamento e transmissão de dados – que metaforicamente pode ser associado ao aumento da largura de uma estrada que permite maior quantidade de tráfego.
A partir desses três pilares, as transmissões esportivas e, por consequência, a forma como os espectadores consomem o esporte tendem a mudar drasticamente comparado ao que é hoje. Segundo especialistas, o 5G terá a capacidade de proporcionar muito mais do que uma transmissão estável ou sem delays (atrasos). O tempo de tudo será real. Em geral, experiências imersivas geradas pela tecnologia de Realidade Virtual (RV) e Realidade Aumentada (RA), além do aumento da customização do próprio consumo (assistir como eu quero e da forma como quero), estarão no cardápio de degustação oferecido pela rede.https://arte.estadao.com.br/uva/?id=2kX77z
SATÉLITE X 5G
Para entender como o 5G vai transformar a forma de transmitir e consumir esporte é necessário entender o funcionamento desse processo atualmente. Utilizando o esporte mais popular do mundo como exemplo, Ricardo Souto, Head de Transmissão da LiveMode, startup responsável que realiza a transmissão e comercialização de direitos dos jogos do Campeonato Paulista e da Copa do Nordeste, afirma que o processo de produção de partidas de futebol no Brasil ainda é dependente de uma tecnologia que não está veiculada à internet. Se vale de satélites.
“A produção dos eventos esportivos”, explica Souto, “é feita via satélite”. Ou seja: “Câmeras são instaladas na beira do campo, transformando o ambiente em um grande estúdio. Os sinais dessas imagens são levados até uma unidade móvel, que recebe e sobe esses sinais para um satélite em órbita. Do satélite, as imagens são enviadas de volta às emissoras que detêm os direitos de transmissão, que chegam à casa das pessoas por meio dos aparelhos”, explica.
No atual sistema resumido por Souto, os satélites não permitem a chegada de uma alta quantidade de sinais vindo das câmeras, o que limita a transmissão dos dados e o fluxo das informações.
“É um gargalo de distribuição de imagens.” Como uma estrada engarrafada. Isso faz com que os espectadores assistam às partidas em um sequenciamento único de imagens. Isto é: enquadramento no treinador, que segue para a imagem do campo, que fecha na torcida. No 5G, isso muda: as pessoas terão autonomia para escolher as imagens. “Essa é a primeira coisa que chamou a atenção da gente com o 5G, porque essa tecnologia acaba com o gargalo. Você passa a ter uma internet mais rápida, disponível e ampla, capaz de tirar mais sinais disponíveis do estádio”, diz Souto.
Com a tecnologia 5G, uso do celular para acompanhar transmissões esportivas vai ser cada vez mais comum Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters
A nova rede, com capacidade de transmitir mais dados, permite que as produtoras sejam mais criativas na forma de trabalhar o conteúdo. Fica viável, por exemplo, instalar uma microcâmera no juiz e dar ao espectador a opção de assistir ao jogo pelo ponto de vista deste personagem, de dentro do campo.
“Essas possibilidades vão surgindo conforme se vai aumentando a transmissão de mais dados para além daquela imagem vertical e horizontal bidimensional que a gente vê em um jogo”, afirma Bruno Maia, professor de Marketing da PUC-Rio e fundador e CEO da Feel the Match, startup que desenvolve negócios e propriedades de conteúdos ao esporte. “Quando o 5G começar a ser testado, vão se criar milhões de possibilidades de interações. Você pode, com muito mais facilidade, ter uma transmissão em que o espectador escolhe três formas diferentes de assistir ao mesmo jogo de futebol, por exemplo”, salienta Maia.
CUSTOMIZAÇÃO
“Interação” e “escolha” são duas palavras ditas por Bruno Maia que vão ao encontro das capacidades do 5G e podem vir a ser rotina para os torcedores em um futuro próximo. Como as produtoras de conteúdo vão desfrutar de tecnologia mais rápida e que gera capacidade para suportar uma quantidade alta de dados, as produções de conteúdos tendem a ser mais inovadoras do que apenas o aumento da disponibilidade de imagens.
A primeira novidade, como mencionado, é a quebra do gargalo que viabiliza a transmissão simultânea de imagens e permite que o espectador escolha como deseja assistir à partida – seja pela perspectiva de um atleta ou pela movimentação dele em campo, de um canto do estádio ou do meio do gramado. As opções estarão disponíveis como se fossem um cardápio.
Contudo, há também o possível desenvolvimento de novas ferramentas interativas que podem ampliar essa customização e transformar a forma como se consome o evento esportivo. O 5G vai permitir que as pessoas consigam, por meio do uso de um óculos de realidade virtual, assistir a um jogo de casa e se sentam como se elas estivessem dentro do estádio ou, até mesmo, no gramado – uma prática já adotada pela NBA.
“É possível posicionar uma câmera perto do banco de reservas e fazer o torcedor assistir a uma partida desse ângulo”, diz Ricardo Souto, head da LiveMode. “Então, o 5G tem um potencial de promover experiências altas aos consumidores”, reforça. Bruno Maia pensa em outras inovações. “Hoje a gente consegue reproduzir a imagem e o som por meio da realidade virtual. Eu não sei se daqui a alguns anos vamos conseguir reproduzir o cheiro também das coisas”, provoca.
MAIS INFORMAÇÕES
Outra funcionalidade que pode ser aplicada pelo 5G é o de produção e disponibilidade de informações e conteúdo em tempo real. Poderá ser possível apontar para um jogador com a câmera do smartphone e extrair dados, estatísticas ou qualquer outra informação dele, como distância, velocidade percorrida ou frequência de batimentos cardíacos. “Imagina que legal seria poder ver os batimentos cardíacos de um jogador e do goleiro no momento de uma cobrança de pênalti”, exemplifica Souto.
Ambos, contudo, reforçam que essas criações ainda estão no plano das ideias e que poucas experimentações no mundo ainda foram feitas. A fase é de testes e de descobrimentos, de saber se funciona ou não, de descobrir limites ou ignorá-los. Mas, entre os especialistas ouvidos pelo Estadão, não há dúvidas: o 5G vai transformar a forma como se produz, transmite e consome esporte. Como? Não se sabe.
Na Alemanha, uma maneira de se apropriar do 5G está sendo praticada há meses. Na Bundesliga, o Campeonato Alemão, torcedores que assistem aos jogos in loco em determinados estádios já conseguem usufruir da funcionalidade de replay instantâneo. Portanto, um gol ou uma jogada duvidosa pode ser conferido no celular instantes após o lance ter acontecido.
A NBA já testou a tecnologia de realidade virtual, permitindo que torcedores, de casa, acompanhassem uma partida como se estivessem dentro do ginásio.
OUTROS IMPACTOS
Porém, são experimentos que dificilmente devem chegar ao Brasil em 2022. Diferentemente da Alemanha e dos EUA, que já adotaram o 5G e possuem estádios e arenas com infraestrutura capaz de fazer a rede funcionar, o País ainda dá os primeiros passos para o uso da quinta geração da rede.
No fim do ano passado, foi realizado o leilão, entre as operadoras, para a concessão da exploração de faixas de frequência do 5G distribuídas no Brasil. Hoje, parte das capitais e algumas cidades brasileiras já estão aptas a receber a 5.ª geração de internet móvel. Espera-se que, quando chegar de vez ao País, isso venha a gerar transformações tanto do ponto de vista de transmissão quanto comercial.
De acordo com holandês Jan Kees Moss, analista de investimentos e mestre em gestão esportiva internacional, o 5G vai ajudar a tornar as transmissões mais flexíveis e baratas para as empresa. “Como a infraestrutura será mais flexível, mais conteúdo poderá ser produzido, sendo positivo para as receitas. Do lado do custo, também há benefícios, pois as câmeras 5G não exigem cabos, enquanto as produções podem ser enviadas diretamente para um hub central. Satélites e caminhões não serão mais necessários”, escreveu Moss no blog “Sporttomorrow”, dedicado a falar sobre inovação esportiva.
Ele afirma que essas melhorias podem aumentar a quantidade de concorrentes na transmissão das partidas. Ricardo Souto entende que a possibilidade de maior geração de imagens e conteúdos pode ser melhor aproveitada comercialmente pelas empresas. “As marcas vão poder oferecer câmeras exclusivas e comercializar essas imagens com os consumidores. Então, o 5G vai trazer também um significativo impacto comercial no esporte”, acredita.
Um novo ano nos dá energia para fazer novos planos, não é verdade? Por isso, se você colocou na sua lista de metas para 2022 o objetivo de aprender como empreender com pouco dinheiro, então este artigo é para você.
Obviamente, nós sabemos que alcançar esse objetivo não é fácil. É preciso ter muita conexão com o mercado e estar sempre se atualizando para saber o que está em alta e o que vale a pena investir.
Nesse sentido, preparamos algumas dicas que vão te ajudar muito a ganhar dinheiro em casa. Portanto, boa leitura!
O que você verá:
Como montar seu negócio com 500 reais?
1. Revenda PLR
2. Preste serviços na internet
3. Abra uma loja de roupa
4. Seja um revendedor
5. Venda um infoproduto
6. Trabalhe com a venda de alimentos
Como montar seu negócio com 500 reais?
Quem disse que você precisa juntar uma grana boa para empreender, é porque não sabe que investir em um negócio novo requer criatividade e força de vontade.
Afinal, há diversas possibilidades de investir pouco dinheiro para construir uma nova fonte de renda e, até mesmo, uma nova profissão.
Por isso, confira algumas dicas de como empreender com pouco dinheiro, isto é, de montar o seu negócio com apenas 500 reais!
1. Revenda PLR
PLR (Private Label Rights), em tradução livre, significa Direitos de Marca Própria. Nesse caso, o empreendedor compra um produto com PLR e passa a ter o direito de usá-lo, modificá-lo e revendê-lo.
Ou seja, se você não tem tempo para criar o seu próprio infoproduto, basta comprá-lo pronto com PLR. Assim, você pode adaptá-lo e vendê-lo em seu nome.
Vale dizer que ao comprar um produto digital com PLR, é possível obter muitos benefícios, principalmente no que diz respeito à criação ágil do produto. Afinal, outra pessoa já realizou a produção e edição do material. Logo, você só precisa revisar e fazer as modificações necessárias.
2. Preste serviços na internet
A internet oferece uma variedade infinita de possibilidades de como empreender com pouco dinheiro. Afinal, tudo o que você precisa é entender como funciona o seu nicho de mercado no meio virtual e saber quais são as necessidades do seu público.
Quando você é especialista no que faz, essas possibilidades só aumentam.
Assim, pela internet, você pode:
Oferecer consultoria para profissionais da área, ajudando no seu desenvolvimento;
Trabalhar como consultor para empresas;
Fazer um curso online e vender para o seu público;
Prestar seus serviços pela internet, como de design, redação, gestão de redes sociais, entre outros que podem ser feitos de forma totalmente remota.
Por isso, estude o seu mercado e descubra como expandir a sua área de atuação através da internet.
3. Abra uma loja de roupa
O faturamento no comércio eletrônico está em um crescimento exponencial, tanto no Brasil quanto no mundo. Por isso, abrir uma loja online é sinônimo de fazer um bom negócio.
Nesse sentido, você pode, por exemplo:
Abrir um brechó online:
Há diversos aplicativos nos quais você pode vender roupas usadas ou novas na internet. Assim, você pode fazer um perfil no Instagram ou até mesmo no aplicativo Enjoei. A OLX também é uma ótima opção para esse tipo de negócio.
Venda sob encomenda:
Outra possibilidade é a venda sob encomenda. Você pode abrir sua loja online, fazer seu e-commerce e trabalhar com uma espécie de pré-venda exclusiva. Assim, você não leva prejuízo. É só produzir conforme a sua demanda de mercado.
4. Seja um revendedor
Marcas como Hinode, Boticário, Natura e Rommanel possuem revendedores por todo o Brasil. E na internet, eles também atuam com ótimos resultados em vendas.
Por isso, considere essa possibilidade de renda extra na hora em que você pensar em como empreender com pouco dinheiro.
Lembre-se que trabalhar nas revendas passa por diversas áreas. Você pode vender roupas, lingeries, biquínis, sapatos, perfumaria, jóias e semijoias e muito mais! Trabalhe com diferentes produtos e amplie seu catálogo.
5. Venda um infoproduto
Há duas maneiras de vender infoprodutos: você pode trabalhar como produtor de conteúdo ou trabalhar com um programa de afiliados.
Ao produzir o seu próprio conteúdo, você obtém o lucro total do seu produto digital. Afinal, a autoria é sua e você precisa apenas repassar para a plataforma que comercializa seu infoproduto uma parte ínfima dos seus lucros, isto é, uma mínima taxa pelo serviço.
Já trabalhando em um programa de afiliados, você pode vender um infoproduto de um produtor digital. Assim, existem diversas plataformas que oferecem esse programa. Basta você achar as melhores opções para o seu mercado e colocar a mão na massa.
Um afiliado ganha uma porcentagem por cada infoproduto vendido. O legal desse modelo de negócio é que você se preocupa apenas com a venda do produto digital, já que o pós-venda é de inteira responsabilidade da pessoa que produziu o material.
6. Trabalhe com a venda de alimentos
Você tem dotes culinários que todos os seus amigos e familiares elogiam? Então esse já é o atributo principal que você precisa para saber como empreender com pouco dinheiro no ramo alimentício.
Afinal, com a evolução dos aplicativos de delivery de alimentos, muita gente está lucrando alto e investindo pouco. Aplicativos como iFood, Rappi, Uber Eats e 99Food são apenas alguns dos exemplos com os quais você pode trabalhar seu negócio.
Os aplicativos cobram apenas uma pequena taxa por cada entrega. Sendo assim, tudo o que você precisa fazer é se dedicar ao seu negócio, tendo ideias e estratégias que façam você bombar com suas receitas.
Para te ajudar a ter sucesso nesse ramo, confira algumas dicas que preparamos:
Teve uma ideia de alimento para vender? Então você já deu o primeiro passo. Agora só falta achar concorrentes que vendem alimentos semelhantes aos seus. Assim, você consegue se diferenciar e oferecer uma nova proposta ao seu cliente.
Caso o que você tem a vender não se diferencie da concorrência, pense em um serviço mais atrativo para o seu público. Quando o produto é igual, a gente capricha na embalagem. A experiência do cliente é fundamental nessa etapa. Por isso, valorize-a.
Ofereça promoções e descontos para fidelizar seus clientes. Isso ajuda tanto nas vendas quanto na avaliação do seu serviço nos aplicativos de entrega.
Ao seguir essas dicas, você tem tudo para dar certo. Mas, para isso, vai ter que pôr as mãos à obra e se dedicar muito!
E aí, curtiu as ideias de como empreender com pouco dinheiro em 2022? Então saiba que agora o próximo passo é conhecer a Startup Valeon para divulgar e vender os seus infoprodutos em uma plataforma completa e cheia de recursos!
Vale a pena ler qualquer semelhança será mera coincidência !!!
Autor desconhecido
Um ladrão entrou no banco gritando para todos:
” Ninguém se mexe, porque o dinheiro não é seu, mas suas vidas pertencem a vocês.”
Todos no banco ficaram em silêncio e lentamente se deitaram no chão.
Isso se chamaCONCEITOS PARA MUDAR MENTALIDADES
Mude a maneira convencional de pensar sobre o mundo.
Com isso, uma mulher ao longe gritou: ” MEU AMOR, NÃO SEJA RUIM PARA NÓS, PARA NÃO ASSUSTAR O BEBÊ “, mas o ladrão gritou com ela:
“Por favor, comporte-se, isso é um roubo, não um romance!”
Isso se chamaPROFISSIONALISMO
Concentre-se no que você é especializado em fazer.
Enquanto os ladrões escapavam, o ladrão mais jovem (com estudos profissionais de contabilidade) disse ao ladrão mais velho (que tinha acabado de terminar o ensino fundamental):
“Ei cara, vamos contar quanto temos.”
O velho ladrão, obviamente zangado, respondeu:
“Não seja estúpido, é muito dinheiro para contar, vamos esperar a notícia para nos contar quanto o banco perdeu.”
Isso se chamaEXPERIÊNCIA
Em muitos casos, a experiência é mais importante do que apenas o papel de uma instituição acadêmica.
Depois que os ladrões foram embora, o supervisor do banco disse ao gerente que a polícia deveria ser chamada imediatamente.
O gerente respondeu:
“Pare, pare, vamos primeiro INCLUIR os 5 milhões que perdemos do desfalque do mês passado e relatar como se os ladrões os tivessem levado também”
O supervisor disse:
“Certo”
Isso se chamaGESTÃO ESTRATÉGICA
Aproveite uma situação desfavorável.
No dia seguinte, no noticiário da televisão, foi noticiado que 100 milhões foram roubados do banco, os ladrões só contaram 20 milhões.
Os ladrões, muito zangados, refletiram:
“Arriscamos nossas vidas por míseros 20 milhões, enquanto o gerente do banco roubou 80 milhões em um piscar de olhos.”
Aparentemente, é melhor estudar e conhecer o sistema do que ser um ladrão comum.
Isto éCONHECIMENTOe é tão valioso quanto ouro.
O gerente do banco, feliz e sorridente, ficou satisfeito, pois seus prejuízos foram cobertos pela seguradora no seguro contra roubo.
Isso se chamaAPROVEITANDO OPORTUNIDADES..
ISSO É O QUE MUITOS POLÍTICOS FAZEM ESPECIALMENTE NESTA *PANDEMIA, ELES A USAM PARA ROUBAR E RESPONSABILIZAR O VÍRUS.
A startup digital ValeOn daqui do Vale do Aço, tem todas essas qualidades, não me refiro aos ladrões e sim no nosso modo de agir:
Estamos lutando com as empresas paraMUDAREM DE MENTALIDADEreferente à forma de fazer publicidade à moda antiga, rádio, tv, jornais, etc., quando hoje em dia, todos estão ligados online através dos seus celulares e consultando as mídias sociais a todo momento.
SomosPROFISSIONAISao extremo o nosso objetivo é oferecer serviços de Tecnologia da Informação com agilidade, comprometimento e baixo custo, agregando valor e inovação ao negócio de nossos clientes e respeitando a sociedade e o meio ambiente.
TemosEXPERIÊNCIAsuficiente para resolver as necessidades dos nossos clientes de forma simples e direta tendo como base a alta tecnologia dos nossos serviços e graças à nossa equipe técnica altamente especializada.
A criação da startup ValeOn adveio de uma situação deGESTÃO ESTRATÉGICAapropriada para atender a todos os nichos de mercado da região e especialmente os pequenos empresários que não conseguem entrar no comércio eletrônico para usufruir dos benefícios que ele proporciona.
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