terça-feira, 15 de março de 2022

MINA DE URÂNIO E FOSFATO PODE SER DESTRAVADA E COMEÇAR A EXPLORAÇÃO MINERAL

 

Fertilizantes e energia nuclear

Por
Célio Yano – Gazeta do Povo

Jazida está localizada nos domínios da Fazenda Itataia, em Santa Quitéria (CE), a 210 km de Fortaleza| Foto: Divulgação/INB

Um dos projetos listados no Plano Nacional de Fertilizantes (PNF) – que o governo lançou na sexta-feira (11) para reduzir a dependência brasileira no setor – é a exploração da jazida de Itataia, localizada no município de Santa Quitéria, no Ceará, a cerca de 210 km de Fortaleza. Na reserva, encontram-se de forma associada o fosfato, que pode ser utilizado como insumo para o agronegócio, e o urânio, que serve de combustível para usinas nucleares.

Por isso, além de constar do PNF, o projeto Santa Quitéria, como é chamado, está habilitado também na Política Pró-Minerais Estratégicos, do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Um consórcio formado pela estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e pela fabricante de fertilizantes baiana Galvani em 2011 está habilitado a explorar a jazida, localizada nos domínios da Fazenda Itataia, que tem 4.042 hectares.

Há mais de dez anos, o consórcio trabalha no licenciamento ambiental do projeto junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), sob críticas de grupos de moradores locais e movimentos sociais. A expectativa é de que a aprovação do Relatório de Impacto Ambiental (Rima), apresentado em 2017, seja acelerada com o início do PNF – que prevê, entre outras medidas, a desburocratização de processos de licenciamento para exploração de minas.

De acordo com a Galvani, superada essa etapa, o início das obras deve ocorrer entre o fim deste ano e o início de 2023, para que a operação propriamente dita tenha início a partir do segundo semestre de 2024 ou no primeiro semestre de 2025. Vencedora de uma licitação aberta pela INB, a empresa é a responsável pelos investimentos e por desenvolver os processos, a engenharia, os estudos para o licenciamento ambiental, a construção e a montagem do empreendimento.

O fosfato é predominante no local, correspondendo a cerca de 90% da jazida. Segundo o INB, estão disponíveis aproximadamente 8,9 milhões de toneladas do mineral e 80 mil toneladas de urânio, que seriam explorados ao longo de 20 anos de vida útil do empreendimento.

Ao todo, são previstos investimentos de R$ 2,3 bilhões pelo consórcio em um complexo que fará tanto a exploração quanto o beneficiamento do minério composto de fosfato e urânio e conhecido como colofanito. Em sua capacidade máxima, a mina, cuja lavra será realizada a céu aberto e em cava, deve produzir anualmente 1,05 milhão de toneladas de fertilizantes fosfatados, além de 220 mil toneladas de fosfato bicálcico, usado na nutrição animal.

O volume será suficiente para atender o equivalente a 25% da demanda de fertilizantes fosfatados no Norte e no Nordeste, e de 50% da demanda por fosfato bicálcico nas duas regiões, segundo a Galvani. Hoje, o Brasil importa mais de 70% dos insumos à base de fosfato utilizados na agricultura.

O PNF é um esforço do governo para reduzir a dependência brasileira da importação de NPK (sigla para nitrogênio, fósforo e potássio), escancarada recentemente após o início da guerra na Ucrânia e das consequentes sanções de países do Ocidente à Rússia, principal fornecedor dos insumos.


O plano pode beneficiar o projeto Santa Quitéria ainda com a concessão de incentivos fiscais e tributários para a aquisição de máquinas, equipamentos, materiais de construção e serviços e com a abertura de linhas de crédito especiais.

Urânio vai abastecer as usinas nucleares de Angra 1, 2 e 3

Além dos derivados do fosfato, o complexo de Santa Quitéria deve produzir aproximadamente 2,3 mil toneladas de concentrado de urânio (conhecido como “yellow cake”), que ficará sob responsabilidade da INB. O material, após convertido em um gás, o hexafluoreto de urânio (UF6), será enriquecido para ser utilizado nas centrais termonucleares de Angra 1 e Angra 2 e da futura Angra 3, com conclusão prevista para 2026.

O processo de conversão do concentrado de urânio em UF6 não é feito no Brasil. Embora o país domine a tecnologia, ainda não dispõe de escala para fazer o processo. Na etapa seguinte, o INB vem trabalhando há anos para ampliar a usina de enriquecimento do combustível em Resende (RJ), hoje capaz de atender 60% da demanda de Angra 1.

Segundo o INB, a exploração de urânio da jazida de Santa Quitéria, somada à produção de Caetité (BA), deve ser suficiente para atender a capacidade de todas as usinas atômicas previstas no Plano Nacional de Energia (PNE), que projeta uma capacidade instalada de 10GW de energia nuclear no país até 2050.


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PUTIN TEM A SEU FAVOR UM LEGISLATIVO SUBSERVIENTE

 

Política de Moscou

Por
Fábio Galão – Gazeta do Povo

Sede da Duma, a câmara baixa do parlamente russo, em Moscou: partido de Putin é maioria nas duas casas, e outras legendas apenas “preservam aparência de pluralismo político”, segundo relatório| Foto: EFE/EPA/SERGEI ILNITSKY

Há mais de 20 anos no poder, o presidente russo, Vladimir Putin, teve como um de seus trunfos na invasão à Ucrânia uma arma que costuma acompanhar líderes que se perpetuam no poder: um legislativo subserviente.

A Assembleia Federal russa é composta de duas casas, o Conselho da Federação (câmara alta) e a Duma (câmara baixa). O partido de Putin, o Rússia Unida, tem ampla maioria em ambas: tem 142 dos 170 assentos do Conselho da Federação e 324 das 450 cadeiras da Duma.

Os parlamentares do Conselho da Federação, ao contrário do que ocorre na câmara baixa, não são eleitos diretamente: cada região federal russa tem direito a dois representantes, sendo que um senador é eleito pelos legislativos locais e outro é nomeado pelo governador regional e tem seu nome confirmado pelo parlamento local.

Na minoria nas duas casas, os partidos mais representativos são o Comunista (três assentos no Conselho e 57 na Duma), o social-democrata Somente Rússia – Pela Verdade (quatro cadeiras na câmara alta e 28 na baixa) e o Liberal Democrata, de direita (cinco no Conselho e 23 na Duma). O recém-criado Novo Povo, de centro-direita, que não tem assentos no Conselho da Federação, conseguiu 15 cadeiras na eleição para a Duma realizada no ano passado.

Essa gama de legendas pode dar a impressão de que, apesar da esmagadora maioria, Putin ao menos tem alguma oposição dentro do legislativo russo. Entretanto, um relatório divulgado no ano passado pelo Parlamento Europeu indicou que não é bem assim.

“Com o partido no poder claramente no comando, o parlamento serve como pouco mais do que um carimbo para as iniciativas do Kremlin e do governo. Dentro do sistema de democracia controlada da Rússia, o principal papel da oposição parlamentar é preservar uma aparência de pluralismo político, excluindo cuidadosamente a maioria dos críticos do regime”, destacou o documento, que apontou que as verdadeiras vozes críticas a Putin, como o ativista Alexey Navalny (preso no ano passado), são impedidas de concorrer nas eleições e sufocadas com acusações criminais, o que em muitos casos as leva a deixar o país.

Apesar de, em tese, estarem em campos políticos opostos, o Partido Comunista e o Liberal Democrata não costumam divergir quando o assunto é Putin.

“Na maioria das vezes (…), tanto os liberais democratas quanto os comunistas parecem satisfeitos em oferecer apenas oposição simbólica. Em questões de política externa, eles apoiam amplamente a agenda de Vladimir Putin, e ambos não têm muito interesse em melhorar os laços com o Ocidente. Em 2020, nenhum deputado dos dois partidos se opôs às mudanças constitucionais que deram a Putin a opção de ficar mais 12 anos no poder”, indicou o relatório do Parlamento Europeu.

O Somente Rússia – Pela Verdade é considerado pró-Kremlin e o Novo Povo foi descrito por associados a Navalny como um projeto do governo Putin, criado para dividir os votos da oposição sem prejudicar o Rússia Unida.

Críticas isoladas à invasão da Ucrânia
Apesar dessa situação extremamente controlada pelo presidente russo, esporadicamente ocorrem episódios de manifestação de dissidência, como quando três parlamentares do Partido Comunista criticaram a invasão da Ucrânia.

Oleg Smolin, deputado da Sibéria, se disse “chocado” numa rede social. “Como intelectual russo, estou convencido de que a força militar deve ser usada na política apenas como último recurso”, afirmou. “Eu não poderia votar pelo reconhecimento das Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk [na região de Donbass] sem me trair.”

Mikhail Matveyev, deputado da região de Samara, escreveu também nas redes sociais que votou “pela paz, não pela guerra”, “para que a Rússia se torne um escudo, para que Donbass não seja bombardeada, e não para que Kiev seja bombardeada”. Entretanto, ele depois apagou as mensagens, alegando que estariam sendo utilizadas por outros países “para incitar o ódio mútuo”.

O último parlamentar russo a se manifestar, Vyacheslav Markhaev, senador da Sibéria, criticou no Facebook o fato de a Rússia ter escondido “planos para desencadear uma guerra em grande escala contra nosso vizinho mais próximo”.

Apesar dessas poucas vozes discordantes sobre a invasão da Ucrânia, poucos dias depois a Duma aprovou por unanimidade uma lei que prevê pena de 15 anos de prisão para quem divulgar fake news na Rússia sobre os militares do país – o que inclui, por exemplo, chamar de “invasão” ou “guerra” o que Putin descreve como uma “operação militar especial” em andamento no país vizinho.


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PEDIDO DE EXTRADIÇÃO DE ALLAN DOS SANTOS NÃO TEM SENTIDO

 

Como quer o STF

Por
Alexandre Garcia – Gazeta do Povo

Jornalista Allan dos Santos, do canal Terça Livre, teve a extradição dos EUA determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF| Foto: Agência Senado

O ministro Alexandre de Moraes, que é o relator do “Inquérito do Fim do Mundo”, no Supremo Tribunal Federal (STF), está cobrando do Ministério da Justiça informações sobre a extradição do jornalista Allan dos Santos, que está nos Estados Unidos. Moraes determinou a extradição dele em outubro do ano passado.

O que Moraes esquece, no entanto, é que os EUA, tem por tradição não devolver perseguidos políticos ao país de origem. Ou seja, o governo brasileiro terá que “rebolar” para explicar que Santos não é um perseguido político, mas um “perigo” para a democracia brasileira.

Será muito difícil isso, porque não estamos falando de um guerrilheiro, um sequestrador, alguém que fabrica bombas, um assaltante, um sabotador, não, mas de um jornalista que fala, que aí sim, é verdade, não tem papas na língua.

Os americanos podem pensar: mas o governo brasileiro está perseguindo esse jornalista. Como é que o governo vai explicar que não é o Poder Executivo, o Ministério de Relações Exteriores ou o da Justiça, nem o presidente da República e nem o Congresso Nacional que estão pedindo isso, mas um ministro do Supremo. É difícil de explicar isso para um país que tem tradição de dar asilo político.

Mercado canadense
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, anunciou que o Canadá está abrindo o seu mercado para receber carne bovina e suína do Brasil. Ela é uma grande estrategista e o que tem feito muito nesses três anos à frente do Ministério. Ela já abriu 200 novos mercados.

Vale lembrar que o Canadá é um dos maiores produtores de potássio e que nós precisamos importar de 90% a 95% desse mineral que é usado para fertilizar nossas terras e produzir alimento.

O Ministério da Agricultura está tendo papel fundamental num momento que a guerra no Leste Europeu prejudica o abastecimento. O Brasil é, atualmente, o maior importador do mundo de fertilizantes. Por isso, temos que conseguir o máximo possível de suficiência interna desses produtos.

Agora é impeachment
Lula não quer mais falar em “golpe” contra Dilma Rousseff. Porque agora ele está conversando com quem votou pelo impeachment da ex-presidente. Em entrevista à rádio Banda B, do Paraná, o petista afirmou que se fosse conversar só com quem foi contra o afastamento de Dilma, não teria com quem conversar. Por isso, está indo atrás do Gilberto Kassab, do PSD; do Renan Calheiros do MDB; do Geraldo Alckmin, que era do PSDB, e etc.

Ora, Lula conhece as ruas. Ele não acredita em pesquisas. Por isso, está fazendo o que o ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Winston Churchill, disse que faria na Segunda Guerra Mundial: que se aliaria até com o diabo para combater Hitler. Pois é o que o Lula está fazendo.


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FORÇAS PODEROSAS AGEM CONTRA O PROGRESSO DO BRASIL

Atraso econômico
As forças insanas que agem contra o progresso do Brasil

Por
J.R. Guzzo – Gazeta do Povo

Indígenas de várias etnias fazem caminhada para acompanhar em frente ao STF a votação do chamado Marco temporal indígena


Indígenas protestam em Brasília, em frente ao STF, contra a votação do chamado marco temporal para demarcação de terras indígenas, no ano passado| Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O grande inimigo da prosperidade econômica do Brasil – e, por consequência, da real melhoria das condições de vida dos brasileiros – tem sido a pandemia do coronavírus, pelo desastre sem precedentes que provocou na atividade produtiva do país. Mas o vírus está sendo vencido, aqui e no restante do mundo. Com o tempo, ele não estará mais presente no dia a dia da humanidade, e será possível voltar às condições normais para a operação da economia.

O problema real, para o Brasil, está no seu vírus permanente, que existia muito antes da Covid e vai continuar existindo, cada vez mais forte: a ação destrutiva que exercem contra o progresso um conjunto insano de leis, a burocracia em todos os seus níveis e o sistema judiciário de um modo geral.

Nada impede de forma tão agressiva o Brasil de crescer, hoje em dia, quanto a combinação desses três fatores. Não se trata de uma questão abstrata, e muito menos de algo que só interesse a empresários ou a quem tenha dinheiro a perder ou ganhar. Combater o progresso é combater diretamente qualquer possibilidade de avanço social no Brasil – um país que precisa desesperadamente vencer a pobreza e prover uma existência mais digna para a grande maioria da sua população.

Agir contra o desenvolvimento econômico é agir contra o aumento de oportunidades para os pobres, a oferta de empregos e a distribuição de renda. É bloquear a aquisição de conhecimento, essencial para o cidadão melhorar seus níveis de remuneração. É impedir a criação de riqueza – e sem criar riqueza não se cria renda.

O que se vê no Brasil todos os dias é o aparelho do Estado trabalhando ativamente para impedir o progresso em tudo aquilo em que pode interferir. São as milhares de repartições públicas que têm o poder de dar ou negar “licenças” – e para tudo é preciso pedir licença ao burocrata. É, sobretudo, o Ministério Público, que proíbe o tempo todo as empresas de realizarem investimentos nas suas atividades ou de executarem projetos de novos negócios. É o Judiciário, que na maioria das vezes atende exigências do MP e paralisa durante anos a fio, e às vezes para sempre, as tentativas de produzir mais e melhor por parte da iniciativa privada.


Temos, neste momento, o exemplo da mineração de potássio no Amazonas – existem as minas, com 800 milhões de toneladas, os investidores, o projeto industrial, o cumprimento de todas as regras ambientais, mas o MP bloqueia qualquer atividade na área desde 2016. Sua alegação: a mina está “próxima” a uma reserva indígena, e essa proximidade pode perturbar a tribo ali residente.

O aproveitamento desse potássio, que hoje o Brasil tem de importar para sua produção de fertilizantes, é essencial para o agronegócio brasileiro – e o agronegócio é essencial para a economia do país. Mas o MP, com o amparo da Justiça, passa por cima disso tudo em busca de um suposto benefício a uma minoria. É um caso clássico de interesse comum sendo sacrificado por interesses particulares.

É, também, uma lição objetiva sobre as enormes forças que agem contra o progresso no Brasil atual. Seus integrantes acham que o desenvolvimento econômico é um mal em si. Vai atrapalhar os índios, as florestas e o meio ambiente em geral. Significa, sempre, agressão à natureza – ou degradação do meio ambiente, poluição da atmosfera e aumento da taxa de carbono.

Mais que isso, crescimento conduz a lucro – e boa parte dos membros do MP acredita que o lucro é um pecado mortal, como o capitalismo em geral, e tem de ser combatido de todas as formas possíveis.

A prioridade absoluta, para esses procuradores, é deixar o Brasil parado exatamente onde está; nós continuamos tendo tudo aquilo que temos, mas quem é pobre que continue pobre, quem não tem emprego que continue não tendo, e quem faz trabalho primitivo e mal remunerado que não saia do mesmo lugar.

Só o crescimento econômico sem amarras pode curar essas coisas. Se você é contra o remédio, é a favor da doença. É onde estamos.


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BOLSONARO QUER ZERAR IMPOSTOS SOBRE COMBUSTÍVEIS

 

  1. Economia 

Presidente deixou claro que vai passar por cima da orientação da equipe econômica de não bancar uma desoneração indiscriminada sobre os combustíveis

Adriana Fernandes*, O Estado de S.Paulo

O presidente Jair Bolsonaro jogou gasolina na fogueira da “guerra” política travada no governo para a adoção de novas medidas compensatórias para segurar o impacto da alta do preço do petróleo na bomba dos consumidores. Ao acenar no sábado passado com a redução também de tributos incidentes sobre a gasolina, com custo de quase R$ 27 bilhões aos cofres públicos, Bolsonaro deixou claro que vai passar por cima da orientação da equipe econômica de não bancar uma desoneração indiscriminada sobre os combustíveis. Ele ainda culpou o Senado por não ter aprovado, na semana passada, a medida junto com o corte de tributos do diesel.  

Segundo o presidente, um projeto de lei complementar poderá ser encaminhado para impedir que todo o reajuste concedido pela Petrobras chegue às bombas dos postos.

O presidente também já avisou aos auxiliares que pretende aumentar o vale-gás. Hoje, o governo banca 50% do preço médio do botijão (13kg) para cada família de baixa renda que recebe o Auxílio Brasil. Bolsonaro quer que o programa pague o preço de todo o gás.

O impacto da desoneração da gasolina poderá alcançar R$ 23,84 bilhões de PIS e Cofins e mais R$ 3,01 bilhões da Cide, contribuição que incide sobre os combustíveis. Já o vale-gás tem custo de R$ 1,9 bilhão.

Os cálculos são do Ministério da Economia, que vê a redução maior de impostos, abarcando também a gasolina, com grande preocupação e uma medida pouco eficiente.

Bolsonaro e Guedes
Jair Bolsonaro, presidente da República, e Paulo Guedes, ministro da Economia; presidente deixou claro que vai passar por cima da orientação da equipe econômica de não bancar uma desoneração indiscriminada sobre os combustíveis Foto: Ueslei Marcelino/ Reuters

Após quase dois meses com os preços congelados, e em meio a pressões para não trazer a volatilidade do mercado externo para o Brasil, a Petrobras anunciou, na semana passada, um aumento da gasolina em 18,7%; o diesel, em 24,9%; e o gás de cozinha em 16%.

Uma preocupação adicional é a retirada da desoneração com uma eventual melhora do cenário internacional que estabilize a alta volatilidade de preços do petróleo depois que a Rússia invadiu a Ucrânia. Na área de incentivo tributário, a máxima que corre em Brasília é a de que é mais fácil conceder e muito difícil acabar com ele mais tarde. Um problema com potencial de espirrar para o próximo presidente, em 2023, se a desoneração valer até o fim do ano.

O Congresso já aprovou a desoneração do diesel, do biodiesel, GLP e, na última hora, do querosene de aviação. O custo estimado de perda de arrecadação é próximo de R$ 20 bilhões. O etanol anidro e o hidratado ficaram de fora da redução de tributos.

Como ocorreu com o diesel, o projeto visa a afastar a necessidade de o governo ter que compensar a desoneração da gasolina com aumento de outros tributos. Essa é uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Como mostrou o Estadão no sábado, a pressão para a desoneração da gasolina é crescente, como segue forte o lobby das empresas de transporte público, e para corte de tributos do etanol. O lobby das empresas aéreas para a desoneração do querosene, capitaneado pela Azul Linhas Aéreas, foi bem-sucedido com custo de R$ 317 milhões de perda de arrecadação.

O governo também já decidiu pela redução dos impostos do frete marítimo, que diminuirá em cerca de R$ 4 bilhões por ano. Essa medida tem apoio do Ministério da Economia porque reduz o custo da importação de insumos. O próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, antecipou que vai “eliminar e remover” impostos na importação de insumos.

Além dessa orientação de Guedes para o corte de tributos, o Ministério da Economia prefere focar na concessão de subsídios – no caso de a medida prevalecer como querem aliados políticos do presidente – para a população mais pobre via o programa social Auxílio Brasil e na concessão de uma bolsa caminhoneiro.

Ainda assim, há dúvidas em relação à viabilidade desse tipo de subsídio orçamentário em ano de eleições, sem ferir a lei eleitoral. Essa incerteza jurídica, admitem integrantes do governo, é até mais ampla e abarca até mesmo o corte do IPI já adotado e outros benefícios que estão no radar, como o vale-gás. Em última instância, essas adoção dessas medidas em ano de eleições podem ser questionadas pelos adversários do presidente na Justiça Eleitoral, admitem integrantes do governo.

Na disputa pela sua reeleição, o presidente aumentou a pressão pela desoneração da gasolina e pela adoção de um subsídio temporário de alguns meses porque recebeu informações de que a desoneração do diesel terá pouco impacto na bomba, já que dificilmente o corte de tributos será repassado integralmente. Um dos argumentos para não repassar ao consumidor é de que o estoque foi comprado com preço mais alto. Por outro lado, o movimento para aumentar o corte de tributos chamou a atenção dos investimentos do mercado financeiro para o risco para as contas públicas.

*REPÓRTER ESPECIAL DE ECONOMIA EM BRASÍLIA

REFORMA TRIBUTÁRIA PROPOSTA SOFRE RESISTÊNCIAS

 

  1. Economia 

A reforma não gera desemprego e sim crescimento – beneficiando todos os setores, mas sobretudo o setor de serviços

Bernard Appy*, O Estado de S.Paulo

Está prevista para esta semana a discussão – na Comissão de Constituição e Justiça – do parecer do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 110, que trata da reforma tributária. Como era de esperar, à medida que se aproxima a votação, crescem as resistências à mudança, sobretudo por parte do setor de serviços.

A reforma tributária não eleva a carga tributária total, mas, ao propor uma alíquota uniforme para bens e serviços, promove uma redistribuição da carga – que será menor para alguns setores e maior para outros. Parte do setor de serviços – que hoje é pouco tributada – vem se opondo à reforma sob o argumento de que será prejudicada, o que levaria a um aumento do desemprego.

Restaurante
Parte do setor de serviços, que hoje é pouco tributada, vem se opondo à reforma sob o argumento de que será prejudicada. Foto: Alex Silva/Estadão – 24/4/2021

Esse argumento é claramente falacioso. Por um lado, a maioria do setor de serviços será, efetivamente, beneficiada pela reforma tributária. Isso se aplica à prestação de serviços para empresas, pois a totalidade do imposto pago pelo prestador será recuperada pelo tomador do serviço – o que não ocorre hoje. Adicionalmente, a maior parte da prestação dos serviços a consumidores é feita por empresas do Simples Nacional, que não serão afetadas pela reforma.

Por outro lado, é preciso avaliar se a menor tributação do consumo de serviços – como ocorre hoje – é justa e eficiente. E a resposta é não. Não é justa, pois quem consome serviços são principalmente as famílias de maior renda. Não é eficiente, pois múltiplas alíquotas inevitavelmente levam a problemas de classificação, contenciosos e má alocação de recursos. Não é por acaso que todos os especialistas internacionais em tributação do consumo entendem que o ideal é ter uma única alíquota para bens e serviços. Talvez se justifique um tratamento favorecido para educação e saúde – não porque são serviços, mas sim porque, nesses casos, favorecer a demanda privada reduz a necessidade de sua provisão pelo setor público.

Por fim, é preciso deixar claro que a reforma não gera desemprego. Ela pode até levar a algum deslocamento de trabalhadores de setores menos eficientes para setores mais eficientes – o que é bom, pois tende a elevar os salários. O que a reforma gera é crescimento – beneficiando todos os setores, mas sobretudo o setor de serviços, que é o que mais cresce quando aumenta a renda da população.

O momento é de decisão política sobre o que queremos para o Brasil: um país mais justo e eficiente ou um país em que a defesa de interesses de setores pretensamente prejudicados torna o País mais desigual e reduz o crescimento.

*DIRETOR DO CENTRO DE CIDADANIA FISCAL

TENDÊNCIAS MUNDIAIS PARA O VAREJO EM 2022

 

Paulo Guimarães – Grupo Inventti

Multicanalidade, novas tecnologias, hospedagem na nuvem e metaverso são algumas das tendências apresentadas na NRF Retail ‘s Big Show.

O ano de 2022 promete ser mais um ano de muitos avanços e inovações para o setor de varejo. Estudo realizado e apresentado pela International Data Corporation (IDC), aponta que a expectativa é que mais da metade da economia global seja baseada ou influenciada pelo digital neste ano.

Nesse contexto, quatro principais tendências prometem revolucionar o varejo no Brasil. É o que alerta Paulo Guimarães (Peguim), executivo de vendas do grupo Inventti, formado pelas empresas Myrp e a homônima Inventti. Ele participou do NRF 2022 Retail ‘s Big Show, o maior evento de varejo do mundo, que ocorreu recentemente em Nova York, nos Estados Unidos, ao lado de participantes de 96 países, como China, Japão e Alemanha.

Peguim, que também é presidente da Associação dos Fornecedores de Automação Comercial do Brasil – AFRAC, esteve no evento representando o varejo brasileiro por meio de discussões sobre o setor, junto à FIRA (Federation of International Retail Associates).

Algumas tendências presentes no exterior já estão se tornando realidade no Brasil e tendem a expandir de forma ainda mais rápida neste ano. Entre elas, Peguim destaca a multicanalidade; a adoção e atualização mais rápidas de novas tecnologias; a consolidação do uso de tecnologias cloud e mobile e o surgimento de novas plataformas imersivas, como o metaverso.

1) Multicanalidade e OmniChannel

É uma nova realidade do varejo que busca oferecer vários canais de compra ao consumidor como sites e aplicativos de celular além da própria loja física. A Multicanalidade e o OmniChannel começaram a despontar no Brasil há 3 anos. Para que isso tudo funcione, requer-se estrutura e uniformização de processos, para que o consumidor entenda que está comprando na mesma empresa e tenha uma experiência de compra igual em todos os canais.

“Atualmente, o cliente quer fazer um pedido em um lugar, retirá-lo em outro e sem barreiras físicas. Para isto, é necessário conciliar as posições de estoque, contabilidade e questões fiscais. A tendência é que se estabeleça por completo nos próximos três anos. Ainda há o que discutir, como a divisão do faturamento entre as unidades de vendas, questões relacionadas ao estoque, entre outras. É importante que um canal não ganhe a antipatia do outro ”, reforça Peguim.

Segundo a pesquisa Global Marketing Trends 2022, da Deloitte, neste ano as empresas buscarão investir cada vez mais nas experiências físicas e digitais. Mesmo em um ambiente predominantemente online, as pessoas ainda desejam experiências mais humanas no contato com o digital, ou seja, um ambiente híbrido, o que inclui a experiência presencial.

2) Aceleração na adoção de tecnologias

O varejo físico seguirá com alta demanda por adoção de tecnologias que viabilizem seus modelos de negócio. Para continuar atendendo às necessidades, as empresas precisam de uma estrutura com profissionais de back office, ou seja: aqueles que não atuam na linha de frente. Apesar de iniciativas de consolidação e eficiência operacional já terem sido implementadas, os setores tributário e fiscal demandam aceleração na adoção de tecnologias.

Peguim relata que foram citadas algumas tendências durante o evento do qual participou, e que estes conceitos precisam estar na pauta deste ano das empresas de varejo. “É preciso ficar atento às tecnologias que facilitam o pagamento aos consumidores e que ao mesmo tempo auxiliam os varejistas no controle de estoque em tempo real. Em outras edições do evento essas tecnologias foram discutidas, mas somente agora, podemos afirmar que elas poderão realmente entrar no dia a dia das empresas”, destaca.

3) Sistemas cloud e mobile

A hospedagem de soluções de varejo em nuvem resulta em redução de custos, maior confiabilidade, aumento de eficiência e segurança. Os varejistas brasileiros já estão neste caminho. Entretanto, para chegar mais longe, o Brasil precisa investir em tecnologia e infraestrutura para modernizar o varejo.

Um exemplo, é oferecer internet mais rápida, com mais links dedicados para melhor transmissão de dados. “Nos países desenvolvidos, você tem uma infraestrutura de comunicação que demanda baixo investimento. Mas se está num local onde as tecnologias estão num nível menos maduro, você tem sistemas de telecomunicação menos performáticos. É como rodar um trem bala na rede ferroviária brasileira: não consegue, mas na rede japonesa sim”, explica Peguim.

E se engana quem pensa que os brasileiros não gostam de tecnologia. “Temos uma das maiores diversidades de comportamento do mundo. Há um grupo que se comporta como jovens no Japão, que dominam tecnologias. Temos um grupo intermediário. É uma população classe C e D que se assemelha a população C e D da Índia, adepta da tecnologia. Eles demandam modernidade, isto faz que tenhamos alguns pilotos interessantes como a AME, um programa de cashback das Lojas Americanas. Ao realizar pagamentos as pessoas ganham cashbacks, ou seja, ganham dinheiro para ser usado diretamente no aplicativo da loja”, diz Peguim.

4) Metaverso e o mundo virtual

As tendências mencionadas anteriormente já estão em implantação. No evento em Nova York, falou-se também sobre o que pode ser o futuro do varejo, com o ambiente virtual aproximando-se ainda mais da realidade.

Na NRF, se discutiu o Metaverso, que seria uma extensão digital do mundo onde as pessoas vivem e trabalham. O varejo seria uma experiência próxima a que se tem hoje, no mundo real, com as compras sendo feitas por um avatar em uma loja virtual. “Hoje, você entra no site digita o produto ou busca em uma lista. No Metaverso, você passeia pelos corredores digitais. Poderia ocorrer uma compra por impulso”, explica Peguim.

O executivo conta que existe um projeto piloto da Nike, que ao comprar um tênis em uma loja física, o consumidor ganha recompensas digitais que podem ser usadas no Metaverso. Para o varejo de roupas, uma possibilidade será disponibilizar o lançamento de itens primeiramente no virtual, para utilização em avatares (personificações digitais), com objetivo de analisar a receptividade de um produto. “Se gostarem no Metaverso, poderá ser vendido no mundo real”, avalia Peguim.

Novos tempos do varejo

Atualmente, o varejo brasileiro passa por diversas transições. Peguim relata sobre a importância da integração do varejo físico com o digital. “Podemos observar que as lojas físicas estão ganhando inúmeras novas funções, como hubs logísticos. O público vem mudando constantemente, buscam e compram de marcas que criam experiência e não apenas vendas. Por isso, as companhias precisam além de tudo se adaptar a esse novo consumidor visando qualidade de experiências através das vendas físicas e digitais”.

Preferências de Publicidade e Propaganda

Moysés Peruhype Carlech – Fábio Maciel – Mercado Pago

Você empresário, quando pensa e necessita de fazer algum anúncio para divulgar a sua empresa, um produto ou fazer uma promoção, qual ou quais veículos de propaganda você tem preferência?

Na minha região do Vale do Aço, percebo que a grande preferência das empresas para as suas propagandas é preferencialmente o rádio e outros meios como outdoors, jornais e revistas de pouca procura.

Vantagens da Propaganda no Rádio Offline

Em tempos de internet é normal se perguntar se propaganda em rádio funciona, mas por mais curioso que isso possa parecer para você, essa ainda é uma ferramenta de publicidade eficaz para alguns públicos.

É claro que não se escuta rádio como há alguns anos atrás, mas ainda existe sim um grande público fiel a esse setor. Se o seu serviço ou produto tiver como alvo essas pessoas, fazer uma propaganda em rádio funciona bem demais!

De nada adianta fazer um comercial e esperar que no dia seguinte suas vendas tripliquem. Você precisa ter um objetivo bem definido e entender que este é um processo de médio e longo prazo. Ou seja, você precisará entrar na mente das pessoas de forma positiva para, depois sim, concretizar suas vendas.

Desvantagens da Propaganda no Rádio Offline

Ao contrário da televisão, não há elementos visuais no rádio, o que costuma ser considerado uma das maiores desvantagens da propaganda no rádio. Frequentemente, os rádios também são usados ​​como ruído de fundo, e os ouvintes nem sempre prestam atenção aos anúncios. Eles também podem mudar de estação quando houver anúncios. Além disso, o ouvinte geralmente não consegue voltar a um anúncio de rádio e ouvi-lo quando quiser. Certos intervalos de tempo também são mais eficazes ao usar publicidade de rádio, mas normalmente há um número limitado,

A propaganda na rádio pode variar muito de rádio para rádio e cidade para cidade. Na minha cidade de Ipatinga por exemplo uma campanha de marketing que dure o mês todo pode custar em média 3-4 mil reais por mês.

Vantagens da Propaganda Online

Em pleno século XXI, em que a maioria dos usuários tem perfis nas mídias sociais e a maior parte das pessoas está conectada 24 horas por dia pelos smartphones, ainda existem empresários que não investem em mídia digital.

Quando comparada às mídias tradicionais, a propaganda online é claramente mais em conta. Na internet, é possível anunciar com pouco dinheiro. Além disso, com a segmentação mais eficaz, o seu retorno é mais alto, o que faz com que o investimento por conversão saia ainda mais barato.

Diferentemente da mídia tradicional, no online, é possível modificar uma campanha a qualquer momento. Se você quiser trocar seu anúncio em uma data festiva, basta entrar na plataforma e realizar a mudança, voltando para o original quando for conveniente.

Outra vantagem da propaganda online é poder acompanhar em tempo real tudo o que acontece com o seu anúncio. Desde o momento em que a campanha é colocada no ar, já é possível ver o número de cliques, de visualizações e de comentários que a ela recebeu.

A mídia online possibilita que o seu consumidor se engaje com o material postado. Diferentemente da mídia tradicional, em que não é possível acompanhar as reações do público, com a internet, você pode ver se a sua mensagem está agradando ou não a sua audiência.

Outra possibilidade é a comunicação de via dupla. Um anúncio publicado em um jornal, por exemplo, apenas envia a mensagem, não permitindo uma maior interação entre cliente e marca. Já no meio digital, você consegue conversar com o consumidor, saber os rastros que ele deixa e responder em tempo real, criando uma proximidade com a empresa.

Com as vantagens da propaganda online, você pode expandir ainda mais o seu negócio. É possível anunciar para qualquer pessoa onde quer que ela esteja, não precisando se ater apenas à sua cidade.

Uma das principais vantagens da publicidade online, é que a mesma permite-lhe mostrar os seus anúncios às pessoas que provavelmente estão interessadas nos seus produtos ou serviços, e excluir aquelas que não estão.

Além de tudo, é possível monitorizar se essas pessoas clicaram ou não nos seus anúncios, e quais as respostas aos mesmos.

A publicidade online oferece-lhe também a oportunidade de alcançar potenciais clientes à medida que estes utilizam vários dispositivos: computadores, portáteis, tablets e smartphones.

Vantagens do Marketplace Valeon

Uma das maiores vantagens do marketplace é a redução dos gastos com publicidade e marketing. Afinal, a plataforma oferece um espaço para as marcas exporem seus produtos e receberem acessos.

Justamente por reunir uma vasta gama de produtos de diferentes segmentos, o marketplace Valeon atrai uma grande diversidade e volume de público. Isso proporciona ao lojista um aumento de visibilidade e novos consumidores que ainda não conhecem a marca e acabam tendo um primeiro contato por meio dessa vitrine virtual. 

Tem grande variedade de ofertas também e faz com que os clientes queiram passar mais tempo no site e, inclusive, voltem com frequência pela grande diversidade de produtos e pela familiaridade com o ambiente. Afinal de contas, é muito mais prático e cômodo centralizar suas compras em uma só plataforma, do que efetuar diversos pedidos diferentes.

Inserir seus anúncios em um marketplace como o da Valeon significa abrir um novo “ponto de vendas”, além do e-commerce, que a maioria das pessoas frequenta com a intenção de comprar. Assim, angariar sua presença no principal marketplace Valeon do Vale do Aço amplia as chances de atrair um público interessado nos seus produtos. Em suma, proporciona ao lojista o crescimento do negócio como um todo.

Quando o assunto é e-commerce, os marketplaces são algumas das plataformas mais importantes. Eles funcionam como um verdadeiro shopping center virtual, atraindo os consumidores para comprar produtos dos mais diversos segmentos no mesmo ambiente. Por outro lado, também possibilitam que pequenos lojistas encontrem uma plataforma, semelhante a uma vitrine, para oferecer seus produtos e serviços, já contando com diversas ferramentas. Não é à toa que eles representaram 78% do faturamento no e-commerce brasileiro em 2020. 

Vender em marketplace como a da Valeon traz diversas vantagens que são extremamente importantes para quem busca desenvolver seu e-commerce e escalar suas vendas pela internet, pois através do nosso apoio, é possível expandir seu ticket médio e aumentar a visibilidade da sua marca.

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A Valeon é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.

Apresentamos o nosso site que é uma Plataforma Comercial Marketplace que tem um Product Market Fit adequado ao mercado do Vale do Aço, agregando o mercado e seus consumidores em torno de uma proposta diferenciada de fazer Publicidade e Propaganda online, de forma atrativa e lúdica a inclusão de informações úteis e necessárias aos consumidores como:

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