Parlamentar, que recentemente migrou da Rede Sustentabilidade para o PT, disse que irá trabalhar com “diálogo democrático” na revisão do Código Penal.| Foto: Pedro França/Agência Senado
Dez anos depois de uma tentativa – felizmente frustrada – de realizar a toque de caixa uma reforma absurda do Código Penal, o tema está de volta ao Congresso Nacional. O Projeto de Lei 236/2012 acaba de ganhar novo relator, o senador Fabiano Contarato (PT-ES), que promete “diálogo democrático”, aproveitando “contribuições as mais divergentes” e sua experiência como ex-delegado da Polícia Civil e professor universitário na área de Direito Penal e Processo Penal. Mas consertar o PL 236 é trabalho que deve exigir muito mais que isso, a começar por bom senso, item que esteve totalmente ausente na gênese do projeto.
O PL 236/2012 é cria dos ex-senadores José Sarney e Pedro Taques; em 2011, este solicitou, e aquele (então presidente do Senado) instalou uma comissão de juristas para redigir uma reforma do Código Penal. O resultado final foi tão absurdo que o jurista Miguel Reale Júnior o classificou como “obscenidade” que “não tem conserto”. Tratava-se de uma peça nitidamente influenciada mais por ideologia que por um autêntico senso de justiça, e que batia de frente com as convicções mais arraigadas do brasileiro. A versão inicial, por exemplo, pretendia descriminalizar totalmente o plantio, compra e porte de qualquer droga para uso próprio; legalizava o aborto em qualquer caso até a 12.ª semana de gestação (o que chegou a ser mencionado com orgulho pelo relator da comissão); e não tinha o menor senso de proporcionalidade na atribuição de penas – um caso escandaloso era o da pena por “deixar de socorrer crianças, inválidos ou feridos” (1 a 6 meses de prisão, ou multa), muito maior que a punição por “deixar de socorrer animais” (1 a 4 anos, a mesma pena para abandono de animais).
É preciso que os responsáveis pelas novas versões do PL 236 estejam guiados por convicções saudáveis para que saibam tanto definir corretamente o que deve ou não deve ser criminalizado quanto dosar corretamente as penas para evitar desproporções
Sarney queria que o Senado aprovasse o projeto o mais rapidamente possível, mas o próprio Taques, designado relator do PL 236, afirmou que não havia como analisar brevemente um texto tão complexo e desacelerou bastante a tramitação, oferecendo relatórios que, ao menos em alguns pontos mais controversos, amenizava muito (embora não eliminasse completamente) algumas das novidades desejadas pela comissão de juristas. A depuração inicial realizada por Taques foi aprofundada por uma comissão especial de senadores; com a aprovação, o texto foi para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde ficou parado desde então e chegou a ter como relator o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que deixou o posto ao se tornar presidente da casa legislativa.
Há sérias razões para acreditar que seja impossível simplesmente remendar um texto que nasceu tão enviesado, já que boa parte dele é movida por um nítido desprezo pela vida humana; sem corrigir o erro de fundo, ele continuará perpassando o projeto, por mais atento que seja o pente-fino que pretenda corrigir as distorções pontuais. É preciso que os responsáveis pelas novas versões do PL 236 estejam guiados por convicções saudáveis, como o respeito pela dignidade da vida humana em todas as suas dimensões, para que saibam tanto definir corretamente o que deve ou não deve ser criminalizado quanto dosar corretamente as penas para evitar desproporções como aquela que valorizava mais a vida dos animais que a vida de humanos vulneráveis como crianças e inválidos.
A lei penal reflete o conjunto de valores de uma sociedade, que por meio de seus representantes define os comportamentos que deseja coibir não apenas por meio da reprovação moral, mas por meio da força legal. É, portanto, tema importantíssimo, ao menos do mesmo nível que as grandes reformas macroeconômicas. Sua revisão é algo que exige discernimento profundo da parte de quem a realiza e fiscalização atenta da sociedade, que não pode aceitar uma tramitação veloz, irrefletida ou pouco transparente.
O blog que fiscaliza o gasto público e vigia o poder em Brasília
Por Lúcio Vaz – Gazeta do Povo
O então presidente da Câmara, Rodrigo Maia, chega ao aeroporto de Lins (SP) .| Foto: Nova TV
O presidente da Câmara dos Deputados e o chefe do Estado Maior das Forças Armadas partiram do aeroporto Santos Dumont (RJ) no mesmo horário, às 16h20, em 8 de outubro de 2020, com destino a Brasília. Mas cada um seguiu no seu jatinho da FAB. Esse é um dos exemplos de voos que partem para o mesmo destino com intervalos muito reduzidos, sem compartilhamento das aeronaves. Levantamento do blog apurou pelo menos 30 casos, sendo 20 deles com intervalos abaixo de uma hora.
O então chefe do Estado Maior, tenente-brigadeiro Raul Botelho, havia participado do exercício conjunto no porta-helicópteros “Atlântico”, no litoral do Rio de Janeiro. O seu voo para Brasília teve 10 passageiros. O avião do então presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) tinha sete passageiros.
A assessoria de Maia afirmou que ele havia agendado o voo para as 18h, mas acabou antecipando a decolagem. Ainda assim, o intervalo entre os voos seria menor do que duas horas. A assessoria acrescentou que o deputado costumava compartilhar voos quando possível, mas isso dependia da capacidade de passageiros na aeronave. Na quase totalidade das viagens, Maia era transportado na aeronave Legacy, com 12 ou 14 lugares. Os presidentes do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF) também usam preferencialmente essa aeronave.
Em 28 de fevereiro de 2019, uma quinta-feira, Maia voou para o Rio às 7h15, com seis passageiros. O motivo da viagem, registrado pela FAB, era “residência”. Isso significava que o deputado estava indo para casa de jatinho, o que é permitido por decreto presidencial. O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, decolou 35 minutos depois para o mesmo destino, com 12 passageiros. Em 10 de fevereiro de 2020, Maia partiu para o Rio às 7h05; Azevedo, meia hora mais tarde.
Os atuais presidentes do Senado e da Câmara, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e Artur Lira (PP-AL), partiram de São Paulo para Brasília no dia 25 de outubro de 2021. O primeiro às 14h35 e o segundo às 15h30. O jatinho de Pacheco tinha 5 passageiros, enquanto o de Lira tinha 4.
No dia 22 de março de 2019, uma sexta-feira, dois jatinhos da FAB decolaram de Brasília para o Rio de Janeiro com intervalo de cinco minutos, o primeiro às 8h. Um transportava o ministro da Defesa, Fernando Azevedo; outro, o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. Uma aeronave tinha 14 passageiros e a outra, 10. Em 16 de agosto daquele ano, os mesmos ministros partiram de Brasília para São José dos Campos (SP) com intervalo de 10 minutos, o primeiro às 7h45, cada um com 14 passageiros.
Exército e STF justificam voos
O comandante do Exército, Paulo Sérgio Nogueira, decolou do aeroporto Santos Dumont para Brasília às 17h5 do dia 8 de agosto do ano passado, após acompanhar o ministro da Defesa em visita ao Comando Militar do Leste. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, decolou do Galeão, 15 minutos depois, também com destino a Brasília. O ministro cumpriu longa agenda no Rio. O último compromisso foi às 15h30 – vacinação na clínica da família Adib Jatene, na Maré.
O Exército afirmou ao blog que “os compromissos do Ministério da Saúde e do Comando do Exército estavam agendados em locais, datas e horários diferentes, bem como o retorno a Brasília. Tal fato implicou, ainda, na utilização de aeroportos distintos”.
O presidente do STF, Luiz Fux, partiu do aeroporto Santos Dumont para Brasília, no dia 1º de março de 2021, às 16h15, com cinco passageiros a bordo. Vinte minutos depois, o ministro do Turismo, Gilson Machado, decolou do mesmo local para Brasília, com 14 passageiros, após cumprir uma longa agenda.
A assessoria do tribunal afirmou ao blog que “o compartilhamento dos voos não depende tão somente da proximidade geográfica das áreas e dos horários solicitados. A FAB possui aeronaves específicas que possuem uma limitação do quantitativo de passageiros. Neste sentido, caso haja disponibilidade de vagas ou outras variáveis, a Aeronáutica faz com que as instituições conversem e ajustem, entre elas, o compartilhamento dos voos”.
O ministro da Infraestrutura visitou as obras do Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, às 10h, e partiu do Rio para Brasília, no dia 30 de julho de 2021, uma sexta-feira, às 18h55, com 14 passageiros no avião. O ministro da Economia decolou do Rio para Brasília 20 minutos depois, com 5 passageiros.
A capacidade de passageiros dos jatos O número de passageiros também foi citado pelo Comando da Aeronáutica ao justificar o não compartilhamento de voos com intervalo reduzido. “Os voos levam em consideração o número de passageiros que irão ocupar as vagas e a disponibilidade de assentos nas aeronaves, não sendo possível aplicar o compartilhamento em certos casos”, diz nota da FAB. O blog solicitou, mas a Aeronáutica não informou a capacidade de passageiros das aeronaves utilizadas nesses voos.
O blog fez, então, um segundo levantamento, reunindo voos compartilhados de autoridades com elevado número de passageiros, ou mesmo voos solos com muitos passageiros, todos no ano passado. Esses casos demonstram que a FAB dispõe de aeronaves com capacidade bem maior do que a do Legacy para o transporte de autoridades.
No dia 23 de março, os presidentes da Câmara, Arthur Lira; e do Senado, Rodrigo Pacheco; compartilharam um voo de São Paulo para Brasília, no final da manhã. Pacheco levou 12 passageiros; Lira, mais 11. Em 15 de setembro, o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, e o ministro da Saúde decolaram no mesmo voo para São Paulo às 8h. Ciro levou 9 passageiros; Queiroga, mais 25.
Os ministros da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas; e do Turismo, Gilson Machado; voaram juntos de Brasília para São Paulo no final da manhã do dia 7 de abril. Cada um levou 20 passageiros. Em 9 de abril, Machado vou junto com o ministro da Cidadania, João Roma, para Porto Seguro e Salvador. Havia 12 lugares para Machado e 20 para Roma.
Houve grande lotação também em alguns voos solos. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, esteve em Campo Grande e Rondonópolis em 11 de maio. O avião tinha 36 passageiros. Na viagem para Foz do Iguaçu, em 27 de maio, o avião do ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, tinha 50 passageiros.
Decreto regulamenta compartilhamentos O blog enviou ao Comando da Aeronáutica uma planilha com 30 voos com autoridades em horários próximos e questionou por que esses voos não foram compartilhados. A FAB respondeu que cumpre o estabelecido pelo Decreto n° 10.267/2020, que dispõe sobre o transporte aéreo de autoridades em aeronaves da Aeronáutica.
O Art. 4º do decreto, determina que, sempre que possível, a aeronave será compartilhada por mais de uma das autoridades se o intervalo entre os voos para o mesmo destino for inferior a duas horas. “Esse horário de partida do voo será ajustado de acordo com a necessidade da autoridade de maior gradação. Nessas situações, a FAB propõe às autoridades envolvidas o compartilhamento de aeronaves”, diz nota enviada ao blog.
“Cabe esclarecer que as decolagens nem sempre correspondem aos horários planejados inicialmente. Atrasos ou adiantamentos podem acarretar em proximidades nos horários de partidas”, concluiu a nota.
O blog enviou cópia dos voos com pequeno intervalo a todos os órgãos públicos citados na reportagem e perguntou por que não houve compartilhamento de aeronave. Os ministérios da Economia, Infraestrutura, Turismo, Comunicações e Ciência e Tecnologia afirmaram que cumprem as normas do Decreto 10.267 e que a logística dos voos é executada pela FAB.
Plenário do STF, em Brasília| Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF
Roberto Jefferson vai virar réu no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele não tem mandato, portanto não tem foro privilegiado, portanto o foro não é o Supremo. Mas é o novo tipo de devido processo legal que hoje tem no país. Já tem seis votos – ou seja, maioria – para ele virar réu, para aceitar a denúncia de crime de calúnia, homofobia, incitação ao crime contra o patrimônio público. Acho que deveria estar na primeira instância, mas o relator alega que é um inquérito conexo, um processo conexo àquele da milícia digital. Só que o da milícia digital tampouco deveria estar no Supremo. Na verdade, foi um inquérito administrativo do Supremo. Com base no regimento interno. Supondo que tenha sido um crime cometido dentro das dependências do Supremo, quando na verdade foram ações digitais no mundo – porque hoje a rede social é no mundo.
Então, fica tudo muito difícil de ser explicado, porque não consegue ser aceito pelo nosso segundo neurônio. Pode passar pelo primeiro, meio distraído. Além disso, tem aqui uma aplicação da Lei de Segurança Nacional, que não existe mais. O relator, ministro Alexandre de Moraes, fala em “conduta contra o Estado Democrático de Direito” com o intuito de impedir o livre exercício do poder Legislativo. Só que nenhum de nós viu alguma coisa que estivesse ameaçando realmente o poder Legislativo. Não sei se o Roberto Jefferson era comandante de tanque, ou de algum míssil, ou quem sabe estava treinando aqueles aviões suicidas. Mas, enfim, já teve seis votos. E, por enquanto, está interrompida a continuação. Mas já está decidido.
O artigo 101 da Constituição diz que para ser ministro do Supremo tem que ser brasileiro, ter no mínimo 35 anos, notável saber jurídico e conduta ilibada. Não diz que tem que ser juiz ou advogado ou promotor público, como diz o artigo que fala na composição do Superior Tribunal de Justiça. São 33, e um terço para cada um: para juiz, para promotores e para advogados.
Aí acontece o seguinte: a natureza do advogado, a vocação dele, é trabalhar em favor de alguém. E contra alguém, ou alguma coisa. Aí vira juiz do Supremo, mas a natureza dele continua sendo a natureza de advogado. A gente viu na semana passada o trio Moraes, Barroso e Fachin, que são advogados, assim como Lewandowski, que é o novo membro do TSE, agindo como advogados. Porque a ação de um juiz, a natureza de um juiz, é a aplicação estrita da lei na busca da justiça. Cegamente. Com a espada na mão para cumprir a lei, e a balança para chegar à conclusão e ver de que lado, qual o prato que pesa mais. Então talvez, para corrigir isso, tem que se fazer uma mudança na Constituição. E, para mim, o juiz do Supremo tem que ser o ápice de uma carreira de juiz de direito. Que vai subindo, chega a desembargador, depois se torna ministro de tribunal superior, e o mais brilhante deles acaba sendo escolhido para o Supremo. Talvez tenha que ser isso. Mas é apenas uma suposição.
Eu li a Gazeta de Petrópolis de 1895, de 5 de janeiro, que tem na primeira página a notícia de tudo o que aconteceu agora. É a mesma coisa. As mesmas chuvas, a mesma enxurrada, as mesmas quedas de barreira, as mesmas inundações, os mesmos prejuízos, guardando as proporções. 1895. Acho que é uma vergonha para o Estado brasileiro, nos seus três níveis, que isso se repita por mais de um século.
Monark, protagonista e vítima de uma sociedade soterrada por opiniões| Foto: Reprodução / Twitter
Vivemos em uma sociedade soterrada pelas opiniões.
O youtuber com precária formação intelectual e cultural que amealhou milhões de seguidores jogando Minecraft, um videogame, transforma-se em apresentador de um programa de debate e entrevistas em que despeja em sua enorme audiência opiniões sobre todo tipo de assunto, até os mais sensíveis.
O usuário no Twitter comenta a postagem de um cidadão, xingando-o de fascista ou de comunista e dizendo que o artigo que o outro compartilhou está errado — mesmo sem clicar no link, sem ler o texto na íntegra. Mas isso não o impede de se sentir seguro em sua opinião.
A filha pré-adolescente diz que as suas opiniões sobre qualquer coisa têm o mesmo peso que as de seu pai, 35 anos mais velho e mais experiente. Na escola ela desenvolve “espírito crítico” e é estimulada a expressar sua “opinião”, a elaborar hipóteses para os fatos estudados, mas não aprende limites, humildade e respeito.
No TikTok, no Instagram e no restante do lamaçal das redes sociais, qualquer um com o mínimo de criatividade visual e habilidade natural de comunicação consegue levar seus preconceitos, suas crenças, suas perversões ou seu moralismo (tudo parte de suas opiniões sobre o mundo) para um grande público, incluindo crianças desavisadas, sem discernimento de certo e errado.
Na TV, um punhado de celebridades e de anônimos são confinados em uma casa, desfiando suas posições rasas sobre qualquer assunto, para deleite de milhões de espectadores que julgam as opiniões dos brothers segundo as suas próprias. Fatos não fazem parte do show.
Em pré-campanha, um ex-presidente que busca o terceiro mandato diz que mudou sua opinião sobre o que seria o critério para a melhoria de vida dos brasileiros: além de churrasco, eles deveriam poder também comer verduras orgânicas, caso sejam vegetarianos. A opinião também é anteparo para a hiprocrisia.
E o presidente atual, sem nenhum conhecimento técnico na área de saúde, considera absolutamente normal discordar dos especialistas de seu próprio governo para, com base em crenças, memes e mitos distribuídos no WhatsApp, colocar em dúvida a eficácia e a segurança das vacinas contra covid-19. Para ele vale mais sua opinião do que o método científico.
Vivemos em uma sociedade em que opiniões sem amparo nos fatos muitas vezes têm mais peso e influência do que opiniões bem fundamentadas.
Quando a internet se popularizou e as redes sociais ganharam terreno, comemorou-se uma nova era de democratização dos meios de comunicação. A informação não seria mais monopólio da chamada “grande mídia” e a produção do conhecimento não estaria mais limitada aos centros universitários.
Mas não foi a informação que ganhou espaço nos meios digitais alternativos, no uso das redes sociais pelas massas. Não se viu o florescimento da pluralidade de ideias novas, antes sem voz.
O que cresceu foi a voracidade das opiniões. O espaço para debates sensatos, informativos e embasados nas redes existe, mas é apenas marginal. O que se consome mesmo é opinião, de qualquer tipo — e que, para serem ouvidas na cacofonia do mundo virtual, tendem aos extremismos, ao histrionismo e à manifestação de ódio.
A dinâmica opinativa das redes sociais — que dispensa a necessidade de procurar embasamento nos fatos — foi transferida até para os veículos tradicionais (antes muito zelosos com seus espaços de opinião, entregando-os apenas a profissionais com longas carreiras dedicadas à lida responsável com os fatos).
Como sobreviver em uma sociedade soterrada por opiniões sem embasamento?
Primeiro, valorizando influenciadores, políticos, comentaristas que reconhecem seus limites opinativos. Ninguém tem conhecimento suficiente para opinar sobre tudo. Ponto positivo para quem disser que não se sente apto a opinar sobre isso ou aquilo.
Segundo, procure discernir opiniões baseadas em fatos daquelas ancoradas em crenças. Fatos são verdades objetivas, que podem ser comprovados por evidências. Crenças são verdades presumidas, sem evidências.
Identifique, nas opiniões dos outros, os argumentos que se travestem de fatos, mas que na verdade são crenças. E reconheça, em suas próprias opiniões, aquelas que têm mais a ver com seus sentimentos e emoções e as outras, mais racionais.
Terceiro, leia ou assista ao conteúdo por inteiro antes de opinar. Títulos e trechos de falas fora de contexto não são suficientes para embasar uma opinião.
Quarto, desenvolva a empatia e a capacidade de escutar. Empatia significa colocar-se no lugar do outro, tentar entender porque ele ou ela pensa ou se sente de determinada forma. A capacidade de escutar, por sua vez, é fundamental para absorver os argumentos contrários. É essencial para fazer uma avaliação da própria opinião. Será que ela está tão correta assim?
Quinto, procure saber de onde vêm as informações que supostamente embasam determinada opinião. Qual é a fonte? A interpretação está correta ou foi distorcida?
Por fim, em sexto lugar: aumente o consumo de notícias factuais ou explicativas e reduza o de conteúdo puramente opinativo. Uma proporção de 70%/30% está de bom tamanho. Mas isso é só uma opinião.
Publicado em agosto de 1945, o lançamento da Tordesilhas Livros de janeiro, Fazenda dos animais, é considerado a alegoria mais famosa do século XX. Ainda que tenha sido lançada há mais de 75 anos, é curioso observar que a obra poderia ter sido escrita até mesmo nos dias de hoje, já que seus personagens permanecem tão atuais.
É irônico também que George Orwell seja tão citado e lido por militantes de direita e extrema-direita, já que o autor era declaradamente socialista democrático. A grande questão é que, durante a Guerra Fria, Fazenda dos animais foi utilizada como propaganda ideológica anticomunista.
É um fato que a obra é uma crítica ácida ao sistema político implantado na União Soviética após a Revolução Russa. Mas, muito longe de ser uma cartilha antiesquerdista, o texto revela a genialidade do autor em conseguir referenciar personalidades e fatores políticos nos animais da Fazenda Palacete, o que o torna atemporal.
Fazenda dos animais
Em uma leitura mais despretensiosa, a fábula pode parecer apenas uma narrativa satírica que acompanha a revolta dos animais de uma fazenda contra as explorações e a tirania dos humanos, mas gradativamente, veem a implantação e consolidação de um sistema muito diferente do que era imaginado.
A verdade é que cada figura da obra possui um equivalente histórico. Abaixo, listamos alguns dos personagens e os referenciais que cada um representa. Depois que os paralelos forem estabelecidos, é impossível ler Fazenda dos animais com um olhar menos atento e não se chocar com as características que poderiam descrever figuras tão atuais.
Confira:
Major – Karl Marx ou Lenin
Toda a revolta se inicia quando o velho porco Major convoca os animais da Fazenda Palacente e conta sobre seu sonho de criar uma granja governada por animais. A maioria relaciona a figura dele com Marx, mas alguns também fazem um paralelo com Lenin, um dos líderes da Revolução Russa.
Bola-de-neve – Leon Trótski
Um dos porcos líderes da revolta dos bichos. Considerado um herói de batalha, ele defendia a ideia que revolução deveria se espalhar para outras propriedades. O personagem é o correspondente histórico de Leon Trótski, líder bolchevique, rival de Stalin, que foi exilado e se refugiou no México, onde foi assassinado.
Napoleão – Josef Stalin
Um dos porcos líderes da revolução, após a morte de Major, ele arquiteta um golpe contra Bola-de-neve. Gradativamente, vai se tornando despótico e adotando atitudes humanas. Sua figura representa Josef Stalin, líder da União Soviética.
Sr. Jones – Czar Nicolau II
Tirano, o dono da Fazenda Palacete explora os animais que vivem em péssimas condições, passando fome e com altas cargas de trabalho. Seu equivalente histórico é o Czar Nicolau II, líder da família imperial russa que foi assassinada após a tomada de poder dos bolcheviques durante a Revolução Russa.
Garganta – A propaganda
Carismático e bom de lábia, o porco é o porta-voz do líder Napoleão. Sempre justifica os privilégios e os desmandos despóticos dos porcos. Esse personagem representa o poder da propaganda soviética utilizada para conter a insatisfação e divulgar os avanços do governo para a população.
As ovelhas – As massas alienadas
Limitadas intelectualmente e facilmente influenciáveis, a qualquer crítica ao governo de Napoleão, elas começam a balir “Quatro pernas bom, duas pernas ruim!”. Elas personificam a população russa menos instruída que acreditava nas propagandas do Governos Stalinista e não aceitavam que seu líder fosse criticado, defendendo-o com unhas e dentes.
Os cachorros – A KGB
Os nove filhotes foram separados da mãe ainda pequenos e foram criados sob a tutela de Napoleão. Ao crescerem, tornaram-se sua feroz guarda particular. Esses animais representam a KGB, a polícia secreta de Stalin, utilizada para perseguir seus opositores.
Sobre a obra: Quando o sr. Jones, da Fazenda Palacete, sofre um golpe articulado pelos animais e é expulso de suas terras, o futuro pós-rebelião parece promissor e igualitário para porcos, cachorros, cavalos, ovelhas, vacas e galinhas. Mas os porcos Napoleão e Bola de Neve estão dispostos a aproveitar o vácuo de poder e assumir a liderança da fazenda. Aos poucos, a briga pelo controle começa a levantar a questão: o que, afinal, diferencia animais de humanos?
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Sobre a Tordesilhas Livros:
Dedicada à literatura, a Tordesilhas se compromete com a diversidade ao revisitar com originalidade autores consagrados, revelar obras de tradições pouco conhecidas, descobrir o novo em passados remotos e selecionar na criação de hoje o que está fadado à perenidade. Ao mesmo tempo, persegue o apuro na produção dos livros, nossa marca registrada. Com edição rigorosa, tradutores renomados e design gráfico elegante e funcional, buscamos tornar a leitura uma experiência única.
Através de cuidadosa curadoria editorial, a Tordesilhas explora o melhor de cada um dos livros publicados, sempre em busca de talentos que possam dialogar com um público amplo sem perder a qualidade narrativa. Além dos clássicos, revisitados com criatividade, publicamos romances, biografias, contos, memórias, teatros e livros de fotografia. Também estão no radar da Tordesilhas escritores nacionais e internacionais que investiguem temas contemporâneos, capazes de nos ajudar a compreender mutações aceleradas do século XXI.
Juliana Schunck, diretora da Massfix, empresa de reciclagem de vidros
Celebrar o passado, para construir o presente e planejar o futuro. Esse é o objetivo da Organização das Nações Unidas – ONU, que declarou que 2022 será o ano internacional do vidro. A ideia é enfatizar a importância tecnológica, científica, cultural e econômica do vidro, uma vez que este material é o mais puro e único 100% reciclável que existe.
Engana-se quem pensa que o vidro está presente apenas em embalagens, fachadas, ou janelas e portas. Encontramos o material nas fibras ópticas; em energias solares, como fotovoltaica e concentrada; energia eólica, na redução de emissão de carbono; na energia nuclear; na vitrificação de resíduos perigosos; nas composições de biovidro presentes na reparação óssea; regeneração e resolução de tecidos, para problemas auditivos e dentários entre milhares de outras versões.
Apesar de ser protagonista em infinitas utilizações é considerado o patinho feio dos resíduos, por ter na reciclagem o menor valor agregado, fazendo com que os próprios catadores não sejam atraídos para este tipo de material, dado que o vidro é predominantemente composto de areia e outros minerais abundantes no planeta.
Dessa forma, 2022 é seu ano de destaque e por conta disso, universidades e centros de pesquisa, sociedade civil, associações, artistas, educadores, fabricantes e empresas dos cinco continentes direcionarão um olhar especial para o vidro e tudo o que envolve a cadeia, desde a produção, utilização, reutilização até o descarte, priorizando sua reciclagem.
Importante lembrar que o vidro nada mais é do que uma mistura de matérias-primas naturais, as mesmas utilizadas há milhares de anos. A única coisa que mudou desde que se têm notícias de seu descobrimento, por volta de 7.000 AC, é a tecnologia empregada, que deu maior rapidez ao processo e diversificou o uso.
Os números do setor da reciclagem mostram que desde sua implantação no Brasil, o segmento tem crescido cerca de 5% ao ano e os dados oficiais não são precisos, demonstrando uma variação entre 45 e 49%. Este é um dado preocupante visto que as milhões de toneladas de lixo produzidas anualmente não têm destino adequado o que causa um gigantesco dano ambiental especialmente nos lixões, o que é um problema de saúde pública além de outros efeitos negativos.
Vale ressaltar que, em 2020, o Brasil alcançou um total de 82,5 milhões de toneladas de Resíduos Sólidos Urbanos – RSU ou 1,07kg por habitante. Desse volume, apenas 4% foi destinado à reciclagem. Não menos importante são os dados da pesquisa Ciclosoft de 2018, cujo resultado demonstra que, do volume coletado pelas iniciativas de coleta seletiva, apenas cerca de 8% é vidro.
Dessa forma, o Brasil, em especial, comemorará o ano de 2022 iniciando um caminho de grande aumento de capacidade produtiva no segmento de embalagens de vidro e grandes esforços dedicados por um número crescente de empresas atuantes no segmento de reciclagem de vidros e logística reversa visando elevar o vidro ao protagonismo da sustentabilidade.
O inbound marketing é uma metodologia de negócios que atrai clientes criando conteúdo valioso e experiências personalizadas para eles. Enquanto o outbound marketing interrompe o seu público com conteúdo que ele nem sempre quer ver, o inbound cria conexões e resolve problemas que as pessoas já têm.
O que é a metodologia inbound?
A metodologia inbound é a forma de fazer sua empresa crescer através de relações significativas e duradouras com consumidores, prospects e clientes. Trata-se de fazer as pessoas se sentirem valorizadas e capacitadas para atingir seus objetivos em todas as etapas de sua jornada com você.
Por quê? Quando seus clientes têm sucesso, você também tem.
A metodologia inbound pode ser aplicada em 3 fases:
Atração: atrair as pessoas certas com o conteúdo e as conversas certas, tornando você um consultor de confiança com quem elas desejam se engajar.
Engajar: fornecer às pessoas informações e soluções alinhadas com seus problemas e suas metas, para que elas tenham mais chances de comprar de você.
Encantar: fornecer ajuda e suporte para ajudar os clientes a obter sucesso com o seu produto.
Quando os clientes sentem que foram bem-sucedidos e compartilham isso com outras pessoas, isso atrai novos clientes em potencial para sua organização, o que cria um ciclo autossustentável. É assim que sua organização cria impulso e é por isso que a metodologia inbound serve como base para o seu flywheel.
O que é o flywheel?
O flywheel é um modelo de negócios adotado pela HubSpot que ilustra o impulso que sua organização ganha ao priorizar e entregar uma experiência excepcional para o cliente.
Para girar o flywheel e ganhar impulso, você deverá investir em estratégias de aquisição e retenção de clientes (forças).
Na direção oposta, qualquer coisa que reduza a velocidade do seu flywheel é considerada atrito. Muitas vezes, as maiores fontes de atrito para seus clientes ocorrem nas transferências entre equipes; portanto, o alinhamento e a comunicação entre as equipes são essenciais para manter o flywheel girando.
Quando o flywheel se baseia na metodologia inbound, marketing, vendas e atendimento ao cliente conseguem adicionar força nas fases de atração, engajamento e encantamento. Todas as funções organizacionais também são responsáveis por remover o atrito do flywheel.
Por exemplo, na fase de atração, o marketing provavelmente desempenhará o papel mais importante ao fazer coisas como blogs, marketing de eventos e exibição de anúncios pagos no marketplace da ValeOn, mas sua equipe de vendas também pode adicionar força ao participar de vendas sociais e sua equipe de atendimento ao cliente pode adicionar força ao tornar mais fácil para os clientes atuais fazer indicações.
Depois de reter clientes suficientes para engajar e encantar, eles manterão seu flywheel girando ao promover sua empresa e trazer novos clientes através de recomendações. Com o tempo, o flywheel permitirá que você cresça sem precisar investir de forma contínua na aquisição de clientes.
Vamos entender melhor algumas estratégias de marketing inbound.
Estratégia de inbound marketing
Essas estratégias ajudarão você a vender de forma eficaz para o seu público-alvo do jeito inbound. Veja abaixo as estratégias específicas para cada fase do inbound (atração, engajamento e encantamento) para manter seu flywheel girando e ajudar sua empresa a crescer melhor.
Estratégias de atração
As estratégias de inbound marketing para atrair seu público-alvo e suas buyer personas estão ligadas à criação e ao desenvolvimento de conteúdo.
Para alcançar seu público, comece criando e publicando conteúdo que gere valor, como artigos que são colocados diariamente no site da ValeOn e também no site da ValeOn Notícias, ofertas de conteúdo e mídias sociais. Exemplos interessantes são guias sobre como usar seus produtos, informações sobre como a sua solução pode resolver os desafios encontrados pelo cliente, depoimentos de clientes e detalhes sobre as promoções ou descontos.
Para atrair seu público em um nível mais profundo através do inbound marketing, otimize todo o conteúdo com uma estratégia de SEO. Uma estratégia de SEO exige que você tenha palavras-chaves e frases específicas relacionadas aos seus produtos e serviços, os desafios que você consegue resolver para o cliente e as formas como você pode ajudar os membros do público-alvo.
Isso vai permitir que os conteúdos e as informações da sua empresa apareçam de forma orgânica na página de resultados do mecanismo de pesquisa (SERP) para as pessoas que estão buscando essas informações, também chamadas de público-alvo ou os clientes certos para a sua empresa.
Estratégias de engajamento
Ao utilizar estratégias de inbound para engajar seu público, é importante comunicar e tratar os leads e clientes de uma forma que incentive-os a querer uma relação de longo prazo com você. Ao utilizar essas estratégias de engajamento, incorpore informações sobre o valor que sua empresa pode oferecer a eles.
Uma estratégia de engajamento específica pode ser a forma como você lida e gerencia as chamadas de vendas inbound. Concentre-se em como os representantes do atendimento ao cliente lidam com as chamadas de pessoas interessadas e prospects. Além disso, sempre venda soluções em vez de vender produtos. Com isso, seus negócios serão benéficos para ambas as partes, ou seja, você vai gerar valor para os clientes certos.
Estratégias de encantamento
Com as estratégias de inbound de encantamento, seus clientes ficam felizes e sentem-se apoiados mesmo depois de terem feito uma compra. Essas estratégias envolvem transformar sua equipe em consultores e especialistas que possam ajudar os clientes sempre que precisarem.
Incorporar chatbots bem pensados e oportunos e pesquisas para auxiliar e solicitar feedback dos clientes é uma ótima forma de encantar essas pessoas. Bots e pesquisas precisam ser compartilhados em momentos específicos ao longo da jornada do cliente para garantir que façam sentido e tenham valor.
Por exemplo, chatbots podem ajudar clientes atuais a configurar uma nova técnica ou tática que você tenha começado a oferecer e que possa ser benéfica para o cliente. Além disso, uma pesquisa de satisfação poderá ser enviada 6 meses depois da compra para obter feedback e buscar oportunidades de melhoria.
A escuta de mídias sociais é outra estratégia importante na hora de encantar os clientes. Os seguidores das redes sociais podem usar um perfil da sua empresa para oferecer feedback, fazer perguntas ou compartilhar experiências com seus produtos e serviços. Responda essas interações com informações úteis, auxilie e incentive os seguidores. Isso mostra que você está ouvindo e se importa com eles.
E, por fim, uma estratégia de inbound de encantamento é aquela que auxilia os clientes em qualquer situação, mesmo que sua empresa não obtenha nenhum ganho direto com ela. Lembre-se: um cliente encantado vira defensor e promotor da marca, por isso sempre interaja com atenção, em todos os casos.
Como usar a metodologia inbound no marketing
Como profissional de marketing inbound, seu objetivo é atrair novos prospects para a sua empresa, envolvê-los em larga escala e encantá-los individualmente.
Você também colabora com as equipes de vendas e de atendimento para manter a roda girando bem e ajuda na expansão dos negócios. Dá trabalho, mas a metodologia inbound e o Marketing Hub facilitam a sua vida.
SOBRE A STARTUP ValeOn
A Startup ValeOn através da sua Plataforma Comercial que é um site marketplace diferenciado, procura atender os nossos clientes e os consumidores adotando a metodologia inbound e aplicando estratégias de vendas eficaz para o nosso público-alvo oferecendo a eles relações significativas e duradouras aplicando os três mandamentos básicos: atrair, engajar e encantar.
Afinal, quando os nossos clientes têm sucesso, nós também temos.
VOCÊ CONHECE A ValeOn?
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A ValeOn é uma caixinha de possibilidades. Você pode moldar ela em torno do negócio. O que é muito importante. O nosso é colocar o consumidor no centro e entender o que ele precisa. A ValeOn possibilita que você empresário consiga oferecer, especificamente para o seu consumidor, a melhor experiência. A ValeOn já é tradicional e reconhecida no mercado, onde você empresário pode contar com a experiência e funcionalidades de uma tecnologia corporativa que atende as principais operações robustas do mundo essencial e fundamental. A ValeOn além de trazer mais segurança e credibilidade para o seu negócio, também resulta em muita troca de conhecimento e ótimos resultados para ambos os lados, como toda boa parceria entre empresas deve ser. Lembrem-se que a ValeOn é uma Startup Marketplace de Ipatinga-MG que tem a responsabilidade de levar o cliente até à sua empresa e que temos potencial para transformar mercados, impactar consumidores e revirar empresas e indústrias onde nossos produtos e serviços têm capacidade de escala e de atrair os investimentos corretos para o nosso crescimento.
VALEON UMA STARTUP INOVADORA
A Startup ValeOn um marketplace que tem um site que é uma Plataforma Comercial é também uma nova empresa da região do Vale do Aço que tem um forte relacionamento com a tecnologia.
Nossa Startup caracteriza por ser um negócio com ideias muito inovadoras e grande disposição para inovar e satisfazer as necessidades do mercado.
Nos destacamos na forma de atendimento, na precificação ou até no modo como o serviço é entregue, a nossa startup busca fugir do que o mercado já oferece para se destacar ainda mais.
Muitos acreditam que desenvolver um projeto de inovação demanda uma ideia 100% nova no mercado. É preciso desmistificar esse conceito, pois a inovação pode ser reconhecida em outros aspectos importantes como a concepção ou melhoria de um produto, a agregação de novas funcionalidades ou características a um produto já existente, ou até mesmo, um processo que implique em melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade ao negócio.
A inovação é a palavra-chave da nossa startup. Nossa empresa busca oferecer soluções criativas para demandas que sempre existiram, mas não eram aproveitadas pelo mercado.
Nossa startup procura resolver problemas e oferecer serviços inovadores no mercado.
Você não quer que qualquer pessoa acesse o seu site da Valeon. Você quer pessoas que tenham mais probabilidade de se tornarem leads e, o mais importante, clientes satisfeitos. Como fazer isso acontecer? É preciso atrair mais clientes certos, com conteúdo relevante no momento oportuno.
Use a ferramenta de estratégia de conteúdo para construir seu nome como autoridade nos mecanismos de busca e no posicionamento de resultados dos assuntos que mais interessam aos seus prospects. Publique o post do seu blog ou conteúdo em vídeo nas redes sociais usando as ferramentas de mídias sociais. Crie anúncios para aumentar o reconhecimento da sua marca no público-alvo. Ao longo de cada estágio, você terá relatórios para analisar todas as ações para saber o que está funcionando e onde é preciso melhorar.
Engajar Use o site da startup Valeon para atrair e para criar relacionamentos duradouros com prospects nos canais que eles quiserem: e-mail, whatsappp ou aplicativos de mensagem. Use as ferramentas de conversão, como CTAs, formulários e fluxos de leads, para coletar informações dos prospects que visitam o seu site.
Use todas as informações de prospects e de clientes no CRM para personalizar a experiência do site a partir de conteúdos inteligentes. Personalize também toda a jornada de compra a partir de e-mails e fluxos de trabalho. Fidelize clientes com uma segmentação precisa dos seus anúncios e conteúdos publicados em redes sociais. Escolha entre centenas de integrações de conexão para adicionar mais ferramentas e recursos que atendam às necessidades exclusivas da sua empresa.
Encantar
Use o e-mail junto com o site Valeon para apresentar sempre as informações certas à pessoa certa e no momento oportuno. Aproveite a caixa de entrada de conversas para deixar suas equipes de vendas e de atendimento em sintonia, a fim de criar conversas contextualizadas com quem você atende. Crie conteúdos marcantes que os seus prospects possam compartilhar com amigos e familiares nos formatos mais adequados para eles, como o conteúdo no site da Valeon.
Use o inbound marketing para crescer melhor
O que sustenta essa metodologia é uma plataforma completa de software para ações de marketing na Plataforma Comercial da Valeon, vendas, atendimento e CRM. Essas ferramentas são poderosas mesmo sozinhas, mas ficam ainda melhores quando utilizadas em conjunto, ajudando na expansão da sua empresa com a metodologia inbound.
Ao combinar a metodologia inbound com o site marketplace da Valeon, você faz sua empresa crescer e estimula os clientes a comprarem mais, a terem um relacionamento mais duradouro com a marca, a recomendá-la para os amigos e contar ao mundo como eles gostam dela.