terça-feira, 7 de setembro de 2021

PARA CRIAR E TRANSFORMAR NEGÓCIOS DEVEMOS ABANDONAR VELHAS CERTEZAS

 

Empreendedorismo

Abandonar velhas certezas para criar e transformar negócios

Olhar atento para o futuro é vital na criação e

transformação dos negócios, avalia especialista

Especialista no tema, Beia Carvalho explica que é preciso abandonar velhas certezas e compreender que os “empreendimentos nasceram para crescer”; 

Segundo o relatório da Global Entrepreneurship Monitor 2020 o Brasil perdeu cerca de 10 milhões de empreendedores, com mais de 3 anos de atividade no mercado, no último ano. A crise econômica, impulsionada pela pandemia, foi um dos principais fatores. Entretanto, essa mesma instabilidade impulsionou a abertura de novas empresas, passando de 32,2 milhões em 2019 para 32,6 milhões em 2020. A maior parte das pessoas que resolveu investir em um negócio próprio no período tenta contornar a falta de empregos. Nesse contexto, o que os novos empresários podem fazer para garantir a manutenção e saúde dos negócios? Como os que não conseguiram se manter na pandemia podem retomar?

As respostas não são tão simples, mas Beia Carvalho, publicitária, fundadora e presidente do think tank 5 Years From Now aponta que “compreender que empreendimentos nasceram para crescer e não existe lugar para a mentalidade de ‘eu quero ficar desse tamanhinho’” pode fazer a diferença. Além disso, destaca o exercício da autoconfiança, disposição para trocar ideias com outros empresários e o investimento em tecnologia.

Para empreender

Segundo Beia, algumas pessoas podem ser consideradas empreendedoras por natureza. “São aquelas que quando entrevistadas contam que vendiam limonada aos 4 anos de idade e nunca pararam de inventar e se entregar a novos negócios”. Segundo a palestrante também há os que compreendem a necessidade de desenvolver um conjunto de habilidades e/ou contratar profissionais para atuar em áreas-chaves que não dominam. Essa consciência contribui para a sobrevivência dos negócios aliada a um olhar atento para as tendências.

Por isso ela sugere “dedicar no mínimo um dia da semana para pensar em seu negócio dali a 5 anos e, de preferência, fazer isso, num encontro (networking) com outro empresário. Pode ser do mesmo ramo de atuação, pode ser um negócio maior ou menor, local ou internacional”. Explica ainda que é importante pensar no futuro, sem deixar a ansiedade tomar conta.

“Minha fórmula é muito fácil e tem a ver com 2 palavrinhas: “e se?”. Quando se aplica “e se …”, em referência ao passado, o resultado é o saudosismo, a sensação de derrota: “ah se eu tivesse feito isso e não aquilo, agora eu estaria …”. Em referência ao futuro, o resultado é o exercício da imaginação, da combinação de ideias, da inovação, não causa ansiedade. Abre caminhos possíveis, a sensação de estar livre para pensar e criar coisas que ainda não existem”, ensina.

Na opinião de Beia, será cada vez mais comum a automatização, robotização e terceirização de processos e serviços. “Parece simples e lógico, mas poucas empresas, estão dando o devido valor às tecnologias de aceleração. A pandemia não perdoou os que só sabiam operar no offline. Como eu sempre digo: a transformação digital não é um puxadinho”.

A palestrante também aponta outras transformações sociais que impactaram o mundo dos negócios e devem continuar sendo observadas no futuro. “Movimentos como “Vidas Pretas Importam”, “Me Too”, a aceleração das tendências de diversidade e inclusão dos grupos LGBTQIA+P, pessoas com deficiência, e a maior escolarização das mulheres têm trazido transformações inimagináveis há 5 anos”.

As mulheres

Cerca de 30 milhões de brasileiras empreendem no país, segundo dados do Global Entrepreneurship Monitor. “As mulheres estão se empoderando e o número de empresárias cresce em todo o mundo, em várias áreas do conhecimento e de atuação do mercado”, comenta Beia.

Segundo a palestrante, apesar dos impactos negativos da pandemia, que levaram muitas mulheres a abandonar o sonho do negócio próprio, a tendência é de uma participação feminina cada vez maior no empreendedorismo. “O empreendedorismo feminino, de todas as cores e gêneros, é ao mesmo tempo uma realidade e uma tendência”, adverte.

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segunda-feira, 6 de setembro de 2021

FUSÃO DE PARTIDOS PODE CRIAR O SUPER CENTRÃO

 

Aliança do Centrão
Por
Wesley Oliveira – Gazeta do Povo
Brasília

Ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, tem buscado partidos do Centrão para fundir com o PP| Foto: Isac Nóbrega/PR

Além da articulação política do governo do presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, está empenhado em promover uma fusão do PP com pelo menos outros dois partidos do Centrão. Nos últimos dias, Nogueira passou a procurar líderes do PSL e do Republicanos para tentar viabilizar uma união que resultasse em um grande partido dentro do Congresso.


O entorno do ministro da Casa Civil admite que a estratégia tem como pano de fundo aumentar a governabilidade de Jair Bolsonaro e com isso ampliar a viabilidade política do presidente para 2022. Uma fusão entre os partidos garantiria a maior bancada da Câmara com 126 deputados, o que facilitaria a aprovação de matérias de interesse do Palácio do Planalto no ano eleitoral. Como comparação, as atuais duas maiores bancadas partidárias (de PT e PSL) têm cada uma 53 cadeiras.

Fusão ampliaria fatia do fundo eleitoral, mas não atrairia Bolsonaro
Outro ponto em discussão entre os envolvidos nas negociações seria a participação do novo partido no fundo eleitoral em 2022. Depois do veto de Bolsonaro aos R$ 5,7 bilhões que haviam sido incluídos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), líderes do Centrão trabalham agora por um montante de R$ 4 bilhões para financiar os candidatos em 2022.

Mesmo com a fusão, o presidente Bolsonaro não deverá se filiar ao novo partido. No entanto, a possibilidade de volta das coligações aprovada pela Câmara e a espera de votação pelo Senado poderia garantir ao presidente acesso ao fundo eleitoral, caso ele vá para uma legenda nanica (o presidente negocia, por exemplo, com o Patriota).

Segundo aliados de Nogueira, dentro do PP existe uma resistência à filiação de Bolsonaro em diversos diretórios estaduais. Além disso, integrantes do partido não estariam dispostos a dividir o fundo eleitoral com a bancada de deputados bolsonaristas que pretendem seguir o presidente para o seu futuro partido.

Com a fusão e volta das coligações, o novo partido conseguiria fundos para financiar todas as candidaturas, além de oferecer estrutura para o projeto de reeleição de Bolsonaro. Entretanto, ainda não há previsão para que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a possibilidade de coligações seja votada no Senado, onde há resistências à matéria. Para entrar em vigor para 2022, o projeto precisa ser aprovado até outubro, um ano antes das eleições.

Acordos regionais podem dificultar a fusão 
Além de Ciro Nogueira, a possibilidade de fusão conta com a simpatia do presidente nacional do PSL, Luciano Bivar (PE). O cacique do partido que abrigou a candidatura de Bolsonaro em 2018 já admite aos seus interlocutores que teme uma redução do tamanho da legenda em 2022 com a saída de deputados bolsonaristas.

Na esteira da eleição de Bolsonaro, o PSL conseguiu eleger 53 deputados e com isso conquistou a maior bancada da Câmara. A representatividade na Casa é determinante para definir o montante do fundo eleitoral e do tempo de propaganda no rádio e na TV.

No entanto, deputados da ala contrária ao presidente Bolsonaro do PSL tentam frear as negociações de fusão e tentam levar o partido para a chamada terceira via. O partido filiou o apresentador José Luiz Datena e vem testando seu nome em pesquisas. Em outra frente, integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) articulam uma filiação ao PSL, entre eles o deputado Kim Kataguiri (SP), que atualmente integra do DEM.

Já no PP, a aproximação de dirigentes estaduais do partido com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido o empecilho para Ciro Nogueira. Em visita ao Nordeste, o líder petista esteve reunido com lideranças do partido e recebeu sinalizações de apoio já no primeiro turno das eleições.

Vice-governador da Bahia, João Leão (PP), anunciou apoio a Lula a despeito de seu partido fazer parte da base aliada do governo Bolsonaro. “Estamos juntos com Lula independente de qualquer condição”, disse Leão. De acordo com Leão, os diretórios estaduais têm liberdade para formar suas próprias alianças. Líderes petistas admitem que será possível consolidar apoios do PP na maior parte dos estados do Nordeste, mesmo sem o respaldo de uma aliança nacional.

O deputado André Fufuca (MA) assumiu interinamente a presidência do PP com a ida de Nogueira para a Casa Civil. Ao portal Metrópoles, ele desconversou sobre a possibilidade de fusão e reafirmou a tradição da legenda em fazer alianças de acordo com os interesses regionais.

“São três partidos que estão crescendo e com expectativa de aumentar a bancada. Como vão se juntar? (…) O PP sempre respeitou muito a democracia estadual. Cada estado tem uma história”, declarou.

Republicanos rejeita fusão
Já o presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira (SP), negou a possibilidade de fusão com o PP e o PSL. Ligado à Igreja Universal, o partido tem mantido pragmatismo em relação ao apoio a Bolsonaro, mas o líder da denominação, bispo Edir Macedo, tem deixado em aberto a possibilidade de romper com o projeto de reeleição com o presidente.

“O Republicanos não irá se fundir com PP e PSL ou com qualquer outro partido. Isso não procede e é informação já negada diversas vezes. O Republicanos completou 16 anos e segue firme para ser um dos maiores partidos do Brasil”, afirmou Marcos Pereira

DEM já foi cortejado para participar da fusão
Essa não é a primeira tentativa de Ciro Nogueira de promover uma fusão entre o PP e outras legendas do Centrão. Antes de cortejar o Republicanos, o ministro da Casa Civil já tinha mantido conversas com líderes do PSL e do DEM.

Rachado desde o começo deste ano depois que o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (RJ) não conseguiu eleger seu sucessor para a presidência da Casa, a ala do ninho democrata próxima ao governo Bolsonaro passou a encampar a fusão com o PP e o PSL. No entanto, o presidente nacional do DEM, ex-prefeito de Salvador ACM Neto conseguiu frear as negociações e tirou o partido do radar.

Oficialmente o DEM integra o grupo que tenta viabilizar uma candidatura de terceira via para as eleições de 2022 e vem testando o nome do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta como pré-candidato à presidência. Em outra frente, ACM Neto planeja disputar o governo do estado da Bahia e uma união com o pré-candidato pelo PDT, Ciro Gomes, não é descartada. Pedetistas e democratras, inclusive, admitem que Mandetta poderia ser vice na chapa do grupo.

“Eu e Ciro conversamos e nos entendemos perfeitamente, pois os valores eram maiores. O próximo passo é exatamente exercícios como esse em que a gente vai vendo aqueles que pregam que somos, diferentes, assimétricos, incapazes, vão se surpreender que não somos. Existem pesadelos que só sonhos para sair deles”, sinalizou Mandetta durante uma live da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

Mesmo assim, ACM Neto pretende entregar o diretório estadual do Rio de Janeiro para o deputado Sóstenes Calvancante, que faz parte da bancada evangélica na Câmara, e é próximo do presidente Jair Bolsonaro. A ideia é manter na legenda outros nomes do partido no estado que são próximos do Palácio do Planalto, entre eles o deputado Marcos Soares, filho do missionário RR Soares.


Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/ministro-de-bolsonaro-trabalha-por-fusao-que-geraria-superpartido/
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INTERFERÊNCIA DA ANVISA IMPEDE JOGO BRASIL X ARGENTINA

 

ANÁLISE

Brasil x Argentina foi cancelado| Foto: Estadão Conteúdo
Por
Mauro Cezar Pereira

SAO PAULO, BRAZIL – SEPTEMBER 05: Health staff members argue with Head coach of Argentina Lionel Scaloni (C) and players of Brazil and Argentina during a match between Brazil and Argentina as part of South American Qualifiers for Qatar 2022 at Arena Corinthians on September 05, 2021 in Sao Paulo, Brazil. (Photo by Alexandre Schneider/Getty Images)


É preciso ser muito ingênuo para acreditar que os argentinos resolveram, sem mais nem menos, levar ao gramado da Neo Química Arena quatro jogadores que atuam na Inglaterra, moram no Reino Unido, portanto, e a priori precisariam passar por uma quarentena após o desembarque no Brasil. Ainda mais depois de tudo o que aconteceu nos últimos tempos.

Já tivemos Copa América de última hora em solo brasileiro entre junho e julho. E com o entra-e-sai dos próprios integrantes da delegação argentina, que voltava ao Centro de Treinamentos de Ezeiza, perto do aeroporto internacional, em Buenos Aires, após cada compromisso pelo certame que inicialmente seria lá. E tudo estava bem para todos os envolvidos.

Como informou o jornalista Marcel Rizzo, no UOL, há um acordo de de flexibilização sanitária na entrada das delegações nos países para jogos. Vem do ano passado e envolve a Conmebol e os governos dos dez países a ela filiados. Assim os jogadores do Brasil entraram no Chile e jogaram quatro dias antes, sem quarentena. Está claro que os argentinos confiaram nisso.

Segundo o jornal Clarín, a AFA (Asociación del Fútbol Argentino) tinha a palavra da Conmebol de que tudo estava em ordem e os quatro atletas que atuam no futebol inglês poderiam atuar em solo brasileiro como jogaram na quinta-feira, como visitantes, frente à Venezuela. O imbróglio é muito maior do que se imagina e não pode ser analisado de maneira simplista.

VEJA TAMBÉM:

CBF se diz “surpresa” com ação da Anvisa durante Brasil e Argentina
É evidente que ao não preencherem corretamente o formulário de entrada no país, os atletas argentinos erraram. Mas o fizeram por iniciativa própria, os quatro(!) ou seguindo orientações da entidade, que de acordo com as informações do maior jornal da Argentina acreditava que estava tudo contornado? Está claro que não é algo tão simples como tratam alguns.

Ainda de acordo com o UOL, “no alto escalão da Conmebol, a versão é que houve um acordo com as autoridades brasileiras para que os jogadores participassem da partida mesmo sem ter seguido a quarentena”. E mais: “o discurso que vem da entidade sul-americana é que ontem (sábado) o ministro da Saúde deu as garantias que o jogo fosse disputado”.

Não é difícil perceber quem está errado, complicado é enxergar alguém com total razão. Até a Anvisa pode ser questionada, afinal poderia ter ido aos jogadores com a Polícia Federal e encaminhá-los à quarentena, ou imediata deportação, sexta-feira, quando a delegação argentina chegou a São Paulo, sábado ou domingo antes da saída do ônibus para o estádio.


Leia mais em: https://www.umdoisesportes.com.br/colunas-e-blogs/mauro-cezar/dificil-e-achar-alguem-100-certo-apos-o-brasil-x-argentina-que-nao-aconteceu/
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INOVAÇÃO DIGITAL É RESPONSÃVEL PELA SOBREVIVÊNCIA DOS NEGÓCIOS

 

André Abreu*

As empresas têm se preocupado cada vez mais com a transformação digital. Porém, alcançar a maturidade para essa ação nem sempre é tão simples quanto parece. Cerca de 70% dos processos de transformação digital falham, um número alarmante diante da importância desse assunto no atual mundo dos negócios.

Um dos principais motivos para isso é a falta de um plano estratégico que, muitas vezes, pode contar com parceiros de dentro ou fora da companhia. Em qualquer ciclo de planejamento de um projeto, o início é a definição dos objetivos. E, com a jornada de digitalização, não é diferente. 

Por ser muito ampla e essencial para a sobrevivência dos negócios, essa avalanche de inovação corre o risco de iniciar repentinamente sem a devida estratégia prévia, e é aí que mora o perigo. Muitas empresas afirmam sentir dificuldade de ter um monitoramento eficaz do progresso dessa transformação em direção aos resultados esperados. Porém, ao tentar fazer esse acompanhamento, percebe-se que a maioria delas não tinha uma definição clara de quais as reais expectativas da companhia ao iniciar sua trajetória rumo ao digital.

Outro erro bastante comum é a empresa não definir o board do negócio. As organizações tradicionais que iniciam seus processos de forma segregada – sem a colaboração de todas as áreas – tendem a ter problemas durante e após sua conclusão. Isso porque o comprometimento da liderança e stakeholders é essencial para a mudança de cultura da empresa, que precisa iniciar dos tomadores de decisões até atingir todas as pessoas colaboradoras.

Além disso, as empresas não podem perder de vista seu maior ativo: o cliente. A jornada de compra deixou de ser linear e passou a ter inúmeros pontos de contato. Isso significa que as empresas precisam garantir uma boa experiência, independentemente do canal.

E é aí que entram as estratégias omnichannel, que passam a ter o consumidor como ponto de partida, o famoso conceito de customer centric, para qualquer tomada de decisão: orientando produto, preço e comunicação em favor dele. 

Uma transformação completa não acontece da noite para o dia. Por isso, é preciso levantar uma equipe responsável, que esteja devidamente capacitada para analisar e mitigar todos os riscos para dar início ao plano de ação. Também é necessário ter em mente que isso precisa ser uma mudança completa, que acontece de dentro para fora, e não ao contrário.

Não basta passar a imagem de uma empresa inovadora. É ideal verificar se existe a necessidade de mexer no modelo de negócio ou fazer adaptações nele. Adotar uma cultura a favor da inovação é importante e garante que os negócios mantenham seu produto relevante na nova economia.

Por mais complexa que possa parecer, a transformação digital é um caminho sem volta para as empresas que dependem desse importante passo para terem destaque no mercado cada vez mais competitivo. Mas, ela precisa ter suas bases bem edificadas para garantir que esse processo desafiador gere bons resultados a médio e longo prazo!

*CEO e fundador da BossaBox

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Nossa Startup caracteriza por ser um negócio com ideias muito inovadoras e grande disposição para inovar e satisfazer as necessidades do mercado.

Nos destacamos nas formas de atendimento, na precificação ou até no modo como o serviço é entregue, a nossa startup busca fugir do que o mercado já oferece para se destacar ainda mais.

Muitos acreditam que desenvolver um projeto de inovação demanda uma ideia 100% nova no mercado. É preciso desmistificar esse conceito, pois a inovação pode ser reconhecida em outros aspectos importantes como a concepção ou melhoria de um produto, a agregação de novas funcionalidades ou características a um produto já existente, ou até mesmo, um processo que implique em melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade ao negócio.

inovação é a palavra-chave da nossa startup. Nossa empresa busca oferecer soluções criativas para demandas que sempre existiram, mas não eram aproveitadas pelo mercado.

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DEPUTADA FEDERAL DEPÕE NA PF

 

 Poder360 

Deputada Carla Zambelli disse à PF que não cometeu nenhum ato ilícito e que estará nos atos do 7 de Setembro © Michel Jesus/Câmara dos Deputados Deputada Carla Zambelli disse à PF que não cometeu nenhum ato ilícito e que estará nos atos do 7 de Setembro

Intimada a depor no inquérito para apurar a suposta organização de atos violentos na próxima 3ª feira (7.set.2021), a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) prestou neste domingo (5.set) informações à PF (Polícia Federal). Disse que continuará questionando “atitudes e decisões arbitrárias e inconstitucionais” e que tem imunidade por “quaisquer opiniões sobre atitudes do ministro Alexandre de Moraes”.

“Eu, como parlamentar, tenho imunidade por quaisquer opiniões palavras e votos. Inclusive opiniões sobre atitudes do min Alexandre de Moraes”, disse em vídeo publicado nas suas redes sociais depois do depoimento.

“Em momento nenhum critiquei a instituição Supremo Tribunal Federal, nem o Poder Executivo, nem o Poder Legislativo, nem a derrubada de qualquer poder. Mas sim questionei, e continuarei questionando atitudes e decisões arbitrarias e inconstitucionais, como esses inquéritos inconstitucionais abertos no STF como esse a que respondo, inclusive agora”, completou.

convocação para a oitiva partiu do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. Em comunicado divulgado pela sua assessoria, Zambelli afirmou que decidiu acatar a exigência do magistrado por entender ser positiva a celeridade dos esclarecimentos. Disse também que as atitudes de Moraes levam o país à “insegurança jurídica internacional”. 

Segundo o comunicado, publicado em seu site, a deputada respondeu a questionamentos da PF sobre publicações em sua conta no Twitter com críticas as STF, sobre os atos do 7 de Setembro e a respeito do caminhoneiro bolsonarista Marcos Antônio Pereira, conhecido como Zé Trovão. Ele é alvo do mesmo inquérito, e recebeu um mandado de prisão do ministro Alexandre de Moraes.Publicidadex

Perguntada se deseja a destituição dos ministros do STF, disse: “Jamais defendi que algum cidadão ofendesse ou praticasse atos hostis contra ministros ou qualquer pessoa”. Afirmou que não praticou nenhum ato ilícito.

Declarou também que luta por um país “igual e sem os abusos, seja de quem for”. Disse que ninguém está acima da lei e que todas as suas manifestações “sempre foram no sentido de conclamar o povo para a festa da Democracia”.

“Quem defende a liberdade e as balizas constitucionais jamais trataria por ‘organização criminosa’ ou ‘ato antidemocrático’ uma reunião da sociedade com suas famílias e seus representantes para protestar pacificamente contra a corrupção, ou, cantar o hino e comemorar uma data histórica”, afirmou.

Na última 6ª feira (3.set.2021), a PF prendeu o blogueiro bolsonarista Wellington Macedo, suspeito de articular atos antidemocráticos no 7 de Setembro.

Ao final, o comunicado traz alguns apontamentos sobre o ministro Alexandre de Moraes e o STF:

“1. As atitudes do Ministro Alexandre de Moraes têm levado o país à insegurança jurídica internacional que gera desgaste público e redução de investimentos em infraestrutura. Afinal “onde vamos parar”?

2. Qual será o limite para este tipo de abusos de autoridade contra cidadãos comuns e autoridades que representam milhares de brasileiros?

3. Alexandre de Moraes, que era para ser o guardião da Constituição, tem dado qual tipo de exemplo aos operadores do Direito no país, como professores, alunos, advogados, policiais, juízes, desembargadores, promotores, procuradores e escritores? Eles também poderão agir, a partir do exemplo, ao arrepio da Lei?

4. Supremo é o povo brasileiro e a nossa Constituição Federal, a qual garante esta superioridade, concluindo, portanto, que tanto a deputada quanto ele, Ministro Alexandre de Moraes, são SERVIDORES deste mesmo povo.

5. Pede, mais uma vez, que sejam libertados os presos políticos e respeitada a escolha democrática da eleição do nosso Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.

6. Afirma que não teme qualquer tipo de retaliação quando sua vida é dirigida e conduzida por Deus.”

ZÉ TROVÃO CONTINUA SOLTO E VAI PARTICIPAR DOS PROTESTOS DE 7 DE SETEMBRO

 

Jornal Estadão

Alvo de uma ordem de prisão após convocar “atos violentos de protesto” para o 7 de Setembro, o caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes – conhecido como Zé Trovão – publicou um vídeo em suas redes sociais no qual diz que estará na Avenida Paulista durante a manifestação programada para o feriado. Ele ainda manda uma mensagem para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que expediu o pedido de prisão contra ele, e sugere: “que tal você mesmo vir à Paulista no dia 7 de setembro e me prender?”

O caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes publicou um vídeo em suas redes sociais no qual diz que estará na Avenida Paulista durante a manifestação programada para o feriado© Shutterstock O caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes publicou um vídeo em suas redes sociais no qual diz que estará na Avenida Paulista durante a manifestação programada para o feriado

No vídeo, ele ainda argumenta que a prisão não teria base legal. “Hoje é dia 4 de setembro de 2021, a Polícia Federal até o momento não cumpriu o mandado de prisão expedido pelo Alexandre de Moraes à minha pessoa, porque ordens ilegais não se cumprem”, diz o caminhoneiro para, em seguida, fazer o “convite”.

A ordem de prisão contra o caminhoneiro foi expedida na sexta, 3, no âmbito de um inquérito aberto para investigar a organização de manifestações violentas no feriado. A mesma investigação resultou na prisão do blogueiro bolsonarista Wellington Macedo de Souza.Publicidadex

O blogueiro já havia sido alvo de buscas no último dia 20 na operação que atingiu o cantor Sérgio Reis. Ele também teve o canal de YouTube e o perfil no Instagram suspensos na investigação.

Desde o dia 20 de agosto, Trovão está proibido por ordem judicial de se aproximar de um raio de um quilômetro da Praça dos Três Poderes. A mesma proibição vale para o cantor Sérgio Reis, o deputado Otoni de Paula e outras nove pessoas que, segundo a investigação, defendiam um ‘levante’ em Brasília no 7 de Setembro.

Além disso, Moraes também ordenou o bloqueio de uma chave Pix (e da conta a ela vinculada) que, segundo a PGR, tem recebido ‘doações de particulares para financiar a paralisação’ planejada pelo grupo.

‘Levante’

Segundo a decisão que determinou as operações de busca e apreensão, no mês passado, a articulação para uma espécie de ‘levante’ no 7 de Setembro teve início com Zé Trovão. O caminhoneiro, diz o documento assinado por Moraes, “incitou seguidores, a pretexto de fazer um pronunciamento sobre uma suposta greve dos caminhoneiros, a invadir o Supremo e o Congresso Nacional e a ‘partir pra cima’ do Presidente e do Relator da CPI da Pandemia de modo a ‘resolver o problema (do aumento) dos combustíveis no Brasil'”.

A Procuradoria-Geral da República relatou que o caminhoneiro bolsonarista se ‘empolgou” com a repercussão da live e seguiu postando vídeos convocando a população a ‘exigir a exoneração dos onze ministros do STF’, dizendo ainda ter feito um contato com ‘o agronegócio’, para ‘apoiar sua causa’. De acordo com a Procuradoria, havia uma ‘preocupação de se evitar que órgãos de segurança pública tomem conhecimento da conspiração em andamento’.

Ainda segundo o órgão, a partir do dia 15 de julho, passaram a circular nas redes sociais publicações com as frases “Paralisação dos caminhoneiro e o povo”, “exoneração dos ministros do STF”, “07 de setembro 2021” e “agro, caminhoneiros e o povo, juntos num só objetivo”. Dez dias depois, a mobilização teria começado a tomar forma, indicou o Ministério Público Federal, com uma reunião realizada no hotel no Blue Tree Premium Faria Lima, ‘sob os auspícios do “Movimento Pro Brasil”‘.

PRODUTORRES RURAIS VÃO PARTICIPAR DOS PROTESTOS DE 7 DE SETEMBRO

 

Atos pró-governo
Por
Wesley Oliveira – Gazeta do Povo
Brasília

Presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), Antônio Galvan, está entre os organizadores dos atos de 07 de setembro| Foto:

Entre os diversos grupos que deverão participar dos atos convocados para o próximo dia 7 de setembro a favor do governo do presidente Jair Bolsonaro, entidades ruralistas despontam nas redes sociais como as principais organizadoras das mobilizações. Integrantes do Movimento Brasil Verde e Amarelo, os ruralistas defendem pautas como a liberdade do Brasil, afrouxamento de regras ambientais, obras de infraestrutura, entre outros pontos. 

O grupo, composto por mais de 100 associações e sindicatos ligados ao agronegócio, surgiu em 2017 para contestar a decisão do STF de declarar a constitucionalidade da cobrança do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) sobre o produtor rural pessoa física, um impasse que segue até hoje, com uma dívida do fundo já passa dos R$ 10 bilhões.

Entretanto, o Movimento Brasil Verde e Amarelo ganhou notoriedade nos últimos meses depois que passou a encampar a defesa do governo. Ruralistas do movimento foram os principais organizadores dos atos pró-governo do dia 15 de maio deste ano. Naquela ocasião, os manifestantes criticavam as medidas de restrição impostas pelos governadores em diversos estados por conta da pandemia.

“É um momento mágico para o agronegócio, uma movimentação pela liberdade e pela democracia. Foi um movimento ordeiro, inclusive com a presença de muitas famílias. Não foi uma comemoração, mas sim um ato pela nossa pátria. Estamos aqui lutando pela liberdade, democracia, independência dos três poderes e pelo voto auditável. É um momento de dar apoio ao presidente e seus ministros, que estão fazendo um trabalho de excelência. Me sinto orgulhoso dos nossos produtores rurais que estavam presentes, mesmo neste momento de pandemia”, afirmou naquele dia Márcio Bonesi, presidente da Aprosoja Paraná.

No mês passado, o Movimento Brasil Verde e Amarelo tentou organizar um churrasco para cerca de 2 mil ruralistas com a presença do presidente Bolsonaro na cidade de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. A prefeitura havia concedido um decreto que permitia a realização do evento, mas a Justiça entendeu que liberação feria as regras sanitárias do Estado de São Paulo para o enfrentamento da pandemia da Covid-19 – que autorizavam a ocupação de até 60% de estabelecimentos e não permitem a realização de eventos do tipo. Após a decisão judicial, a prefeitura cancelou o aval.

Além do Movimento Brasil Verde Amarelo, a mobilização pró-governo conta com o apoio de outros grupos, como a União Democrática Ruralista (UDR) e o Sindicato Rural de Uberlândia (MG).

Liderança
Antônio Galvan, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), está entre os principais líderes do movimento – oficialmente, a entidade não confirma a participação na organização das manifestações.

A articulação que ele tem feito em favor dos atos pró-governo, porém, divide opiniões dentro do próprio setor. Alguns, como o deputado Neri Geller (PP-MT) e o ex-senador e ex-ministro Blairo Maggi, o repreendem por “usar” a Aprosoja “para fazer política”.

“Nem todos os sojicultores defendem a mesma tese. A Aprosoja deve defender os interesses comuns dos produtores e não fazer política. Sempre prezamos esta independência”, disse Maggi ao portal RDNews.

Galvan é um dos investigados no inquérito que apura a convocação de atos antidemocráticos, aberto pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Recentemente, ele e Sergio Reis foram alvos de mandados de buscas e apreensão, depois que o cantor sertanejo e diversos produtores de soja gravaram um vídeo na sede da Aprosoja, em Brasília, convocando seguidores para as manifestações de 7 de setembro. Galvan é citado por Moraes como possível patrocinador de uma suposta paralisação.

O ruralista se defende das acusações. Afirmou que o apoio da Aprosoja aos protestos foi definido em assembleias estaduais pela maioria dos 240 mil associados e que nem ele nem a entidade contribuíram com nenhum centavo para a organização do ato. “Quem me conhece sabe que sou mão-de-vaca. Já presto um trabalho voluntário para o setor como dirigente e não tem sentido colocar a mão no bolso”, disse Galvan após prestar depoimento à Polícia Federal.

Ainda de acordo com o empresário, ele só foi envolvido no inquérito por ter recebido Sérgio Reis na sede da Aprosoja. “Não fiz nada de ilícito. Minha fala foi dentro da legalidade. Fui envolvido nisso apenas por receber por cortesia o artista Sérgio Reis, de 81 anos, na sede da Aprosoja. Meu único envolvimento foi aparecer em fotos e vídeos com ele. Nunca apoiei depredação ou violência e nossos movimentos sempre foram ordeiros”, completou.

Além do depoimento à PF, Antônio Galvan e os demais líderes do movimento não podem se comunicar entre si nem usar redes sociais, segundo a decisão do ministro Alexandre de Moraes. Eles também foram proibidos de chegar a menos de um quilômetro de distância da Praça dos Três Poderes e de participar de eventos em ruas e monumentos do Distrito Federal. No entanto, o presidente da Aprosoja afirmou que estava recorrendo dessa decisão por considerá-la arbitrária.

Financiamento dos atos
De acordo com Antônio Galvan, o financiamento dos atos do 7 de setembro ocorria de forma espontânea, por doação de empresários ao Movimento Brasil Verde e Amarelo. O grupo estava recebendo essas doações por meio de uma chave PIX e chegou a divulgar que, entre os dias 03 e 09 de agosto, recebeu quase R$ 15 mil em doações.

Contudo, essa chave PIX e a conta vinculada a ela foram bloqueadas por decisão do ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do inquérito envolvendo Galvan e Sérgio Reis. De acordo com o processo, o caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes (Zé Trovão), também investigado, teria alegado que estaria recebendo apoio de empresários do agronegócio para “‘custear a viagem’ de populares até a capital federal”, com “a pretensão de ‘salvar o país dessa carniça podre chamada ministros podres do STF’”, afirmando também que “só volta para casa com ‘tudo resolvido’”.

O sindicato Rural de Uberlândia, por sua vez, promete oferecer ônibus de graça para seus associados na “Caravana para Brasília em Defesa do Brasil”. Os cerca de 425 km serão cumpridos em um bate-volta, com saída pela manhã e retorno à tarde.

Bancada ruralista e entidades se dividem sobre as manifestações
Com mais de 250 parlamentares, a bancada ruralista tem se dividido entre apoiadores e críticos aos movimentos marcados para o dia 7 de setembro.

A deputada Aline Sleutjes (PSL-PR), presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, já confirmou presença nos atos do dia 7 de setembro e convocou seus apoiadores.

Por outro lado, o ex-presidente da Frente Parlamentar Agropecuária, o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), criticou os ataques feitos ao Poder Judiciário e disse que as declarações atrapalham o setor produtivo.

“Essa é uma questão de natureza política, não tem nada a ver com o setor”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo o emedebista que é presidente da Fundação Ulysses Guimarães – entidade do MDB que recentemente lançou um manifesto para nortear as articulações da ala do seu partido que defende uma terceira via como alternativa à polarização entre Bolsonaro e Lula (PT) nas eleições do ano que vem.

Outro sinal de reprovação aos atos de 7 de setembro veio da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag). A entidade foi uma das signatárias de uma carta, divulgada nesta semana, que cobrou das lideranças do país uma postura “à altura” do Brasil e criticou a possibilidade de “aventuras radicais” do governo.

“Em nome de nossos setores, cumprimos o dever de nos juntar a muitas outras vozes responsáveis, em chamamento a que nossas lideranças se mostrem à altura do Brasil e de sua História agora prestes a celebrar o bicentenário da Independência”, afirma o texto assinado por Abag e entidades que representam setores como a soja, o óleo de palma e a indústria de celulose.

A Abag também deve ser uma das signatárias do manifesto que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) está preparando, com um pedido de harmonia entre os três Poderes. A ideia era que o documento fosse divulgado ainda nesta semana, no entanto, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, foi pressionado a postergar a publicação do texto para depois das manifestações de 7 de setembro.


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PEQUENOS PROVEDORES DE INTERNET PODERÃO DISPUTAR O 5G

Comunicações

Por
Alexandre Garcia – Gazeta do Povo

ANTENAS DE CELULAR – CURITIBA – 10/02/14 – Economia – Aumento no ritmo de instalacao de antenas de telefonia movel na cidade. Os novos tipos de antenas tendem a ser instaladas no topo de predios, diferentes das antigas torres. Foto: Marcelo Andrade. Agencia de Noticias Gazeta do Povo

Pequenos provedores também poderão participar da disputa pelo 5G, diz a Anatel.| Foto: Marcelo Andrade / Gazeta do Povo

Sexta-feira, eu falei da queixa de pequenos provedores – seriam 14 mil provedores no país – que reclamam que ficariam fora do edital do 5G no Brasil. Agora a Anatel esclarece que não ficarão fora; que a faixa de 700 MHz como de 400 MHz, e o de 3,5 GHz, que é o 5G, precisa também entrar nos distritos, nos municípios, nos pequenos municípios, e que está aberta à participação dos pequenos. Inclusive porque os grandes conhecidos aqui no Brasil vão ficar fora, já entraram no edital anterior, numa concorrência anterior. E precisa de investimento, R$ 200 milhões cada um, provavelmente podem se juntar em associações.

Então, de qualquer maneira, levantar o assunto é muito bom para que ninguém fique de fora; aqueles que estão se queixando, que sejam recebidos para conversar e esclarecer essas coisas. O que interessa é que tenhamos todos, principalmente o agro, que chegue lá ao agro o 5G, que é absolutamente necessário.

O Rio Grande do Sul apoiando o Sete de Setembro
Por falar em agro, a Farsul, a federação das associações rurais do Rio Grande do Sul, quase centenária, que representa um estado que já foi celeiro do Brasil e que neste momento está realizando a Expointer, a maior exposição agropecuária do Rio Grande do Sul, na 44.ª edição, reuniu seu Conselho Deliberativo e fez uma nota de apoio ao movimento do Sete de Setembro. A nota diz “Ordem e Progresso”, e abaixo: “manifestamos nosso repúdio ao viés político adotado pela mais alta corte do Poder Judiciário brasileiro, assim como a omissão de posição do Senado Federal diante de seu papel institucional; atitudes que nos levam a significativo grau de desarmonia entre os poderes da União. Sempre respeitando as leis, o Conselho de Representantes da Farsul manifesta seu apoio ao movimento cívico, pacífico, ordeiro e democrático do Sete de Setembro”.

O Rio Grande do Sul, que num determinado momento da política brasileira sediou a Legalidade, que garantiu a posse do vice João Goulart quando Jânio Quadros renunciou, também se manifestou através de sua Federação das Indústrias, que diz, numa nota assinada pelo presidente: “uma data de união dos poderes da República que devem trabalhar pelo povo, e não tolher esse mesmo povo, que lhe concedeu a autoridade dos respectivos limites constitucionais. Nenhum poder pode exorbitar esses limites para se colocar acima dos demais”, diz a Fiergs, lá no Rio Grande do Sul.

Aproveito para lembrar as pessoas que ninguém precisa pedir licença para se manifestar, para se reunir na rua, porque isso está garantido pelo inciso XVI do artigo 5.º da Constituição. Ninguém precisa pedir licença para expressar a sua opinião porque isso está garantido pela Constituição, no artigo 5.º, no artigo 220. Não precisa pedir licença. Só para esclarecer o óbvio, mas, enfim, nos dias de hoje estamos precisando fazer esse tipo de esclarecimento.

Imposto sobre remédio e combustível
Fiquei sabendo que lá no Rio Grande do Sul também está vigorando esse preço médio calculado sobre o consumo final de remédios para cobrar ICMS. É uma coisa incrível cobrar imposto sobre remédio, mas esse tal preço médio ponderado do consumidor final está sendo usado para cobrar mais ICMS sobre os combustíveis, sobre um preço final que muita gente diz não ser o preço final; que é superior ao preço final. Então, o governo federal, que tirou o PIS/Pasep à razão de 33 centavos em cada litro de combustível, está esperando que os governos dos estados cobrem um pouquinho menos de ICMS para ver se baixa o preço do combustível. A Petrobras fica com um terço do preço; o resto, a maior parte, é imposto.

Liberdade para a doutora Raíssa
Um registro: a juíza Nemora de Lima Janssen, de Porto Seguro, garantiu à doutora Raíssa, essa salvadora de vidas, que ela continue salvando vidas. O Ministério Público tentou denunciá-la e a denúncia foi indeferida pela juíza, dizendo que quando tudo é novidade, do vírus às vacinas, quando tudo é novidade não se pode impedir um tratamento, tudo o que for possível para combater este maldito vírus. A juíza foi sensata e, sobretudo, humanitária.


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AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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