terça-feira, 13 de julho de 2021

NUNCA DEIXE OUTRA PESSOA DIZER QUEM VOCÊ É!

 

Mauro Condé*

marie-curie-com-einstein-e-outros - Portal Galego da Língua - PGL.gal

“Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens”. Pitágoras

Acabo de voltar de uma viagem rumo ao conhecimento, usando como meio de transporte excelentes livros sobre a evolução da Ciência.

Eles me levaram para os alpes franceses, no início de 1934, onde fui recebido por Marie Curie, a quem fui logo pedindo:

Ensina-me algo que eu ainda não saiba e tenha o poder de mudar a minha vida para melhor.

– Não dê atenção aos críticos, principalmente quando te criticarem mais pela pessoa que você é do que pelo conteúdo de suas ideias. Os invejosos geralmente sofrem por falta de contra-argumentos inteligentes.

Marie Curie enfrentou todo tipo de preconceito no final do século XIX, por ser mulher e por ter vindo de uma família pobre da Polônia.

Ainda criança, perdeu a mãe e a irmã mais velha, vítimas de doenças que ela não entendia e nem aceitava.

Transformou uma depressão em obsessão por contribuir para que os seres humanos nunca mais morressem precocemente de doenças que pudessem ser evitadas ou tratadas.

Barrada em seu país ao tentar o ingresso na Universidade, persistente se mudou para Paris, onde trabalhou como governanta para estudar nas horas de folga até se tornar a primeira mulher a obter um doutorado.

Marie se casou com outro cientista, Pierre Curie e juntos iniciaram investigações sobre a radioatividade, termo que ela inventou ao provar que os cientistas da época tinham incompreendido o átomo.

Eles acabaram descobrindo dois novos elementos químicos, o Polônio e o Rádio.

Foi a primeira mulher a ser agraciada com o Prêmio Nobel e de maneira dupla.

Na primeira oportunidade ganhou, ao lado do marido, o Nobel de Física em 1903.

Mesmo depois da morte de Pierre, ela continuou suas pesquisas e conquistou o Nobel de Química em 1911.

Seu marido Pierre Curie morreu atropelado por uma carroça.

Suas descobertas levaram ao Raio-X e à Radioterapia para tratamento de câncer, que na França é conhecida como Curieterapia.

Quando eclodiu a Primeira Guerra Mundial, Marie Curie foi para os campos de batalhas, onde instalou unidades de Raio-X e conseguiu salvar a vida de milhares de soldados.

Em 1911, literalmente registrou sua entrada para a história ao ser fotografada ao lado de Einstein e dezenas de outros famosos cientistas, durante a considerada “maior reunião de pessoas inteligentes do planeta”.

Se puder, veja no Netflix o filme Radioactive, sobre a história de sua vida.

*Palestrante, Consultor e Fundador do Blog do Maluco

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VIAGEM DE BILIONÁRIO AMERICANO AO ESPAÇO

 

Ciência


Ciência

Richard Branson: Como foi a viagem do bilionário ao espaço

Richard Branson se tornou o primeiro dos novos pioneiros do turismo espacial a experimentar seu próprio veículo, vencendo Jeff Bezos e Elon Musk - Virgin Galactic
Richard Branson se tornou o primeiro dos novos pioneiros do turismo espacial a experimentar seu próprio veículo, vencendo Jeff Bezos e Elon Musk Imagem: Virgin Galactic

Jonathan Amos

Correspondente de ciência da BBC

Empresário britânico realizou a ambição de uma vida ao voar a bordo de avião espacial

O bilionário Richard Branson chegou com sucesso à fronteira do espaço a bordo de foguete desenvolvido pela sua empresa Virgin Galactic.

O empresário britânico voou acima do Novo México, nos Estados Unidos, no veículo que sua companhia vem desenvolvendo há 17 anos.

A viagem foi, segundo ele, a “experiência de uma vida”.

Branson voltou em segurança para a Terra pouco mais de uma hora depois de deixar o solo.

“Sonhei com esse momento desde que era criança, mas, honestamente, nada pode prepará-lo para a visão da Terra do espaço”, disse ele em entrevista coletiva após o voo. “A coisa toda foi simplesmente mágica.”

A viagem também o torna o primeiro dos novos pioneiros do turismo espacial a experimentar seu próprio veículo, vencendo Jeff Bezos da Amazon e Elon Musk da SpaceX.

O Unity voa no céu do Novo México - Virgin Galactic - Virgin Galactic
O Unity voa no céu do Novo México Imagem: Virgin Galactic

A altura atingida por Branson no avião-foguete, conhecido como Unity, foi de 85 km.

O empresário foi acompanhado na missão pelos dois pilotos do veículo, Dave Mackay e Michael Masucci, e por três funcionários da Galactic – Beth Moses, Colin Bennett e Sirisha Bandla.

O trio e Branson receberam Asas de Astronauta Comercial após o voo, pelas mãos do ex-comandante de estação espacial e astronauta canadense Chris Hadfield. O emblema é distribuído pela FAA (Administração Federal de Aviação, agência que regulamenta a aviação civil nos Estados Unidos) a tripulantes de voos espaciais comerciais realizados em segurança.

Branson classificou o voo como um teste da experiência de turismo espacial que ele espera começar a vender a clientes no próximo ano.

“Eu estava com meu caderno e anotei 30 ou 40 pequenas coisas que tornarão a experiência da próxima pessoa que for para o espaço conosco muito melhor”, disse ele. “A única maneira de você encontrar essas pequenas coisas às vezes é entrar em uma espaçonave, ir ao espaço e experimentar por si mesmo.”

Cerca de 600 pessoas já fizeram depósitos para passagens que vão custar até US$ 250 mil (R$ 1,3 milhão).

São pessoas que desejam atingir uma altura em que possam ver o céu escurecer e se maravilhar com o horizonte da Terra enquanto ele se curva ao longe. O voo também deve proporcionar a essas pessoas cerca de cinco minutos de ausência de peso, durante os quais eles poderão flutuar dentro da cabine do Unity.

Foi um longo caminho para Branson chegar a este ponto. Ele anunciou sua intenção de fazer um avião espacial em 2004, com a crença de que poderia iniciar um serviço comercial em 2007.

Mas dificuldades técnicas, incluindo um acidente fatal durante um voo de desenvolvimento em 2014, fizeram do projeto espacial um dos empreendimentos mais desafiadores de sua carreira.

Também no voo: dois pilotos e três tripulantes da Virgin Galactic - Virgin Galactic - Virgin Galactic
Também no voo: dois pilotos e três tripulantes da Virgin Galactic Imagem: Virgin Galactic

O turismo espacial é um setor que está reaquecendo após hiato de uma década, e está prestes a se tornar muito competitivo.

Ao longo dos anos 2000, sete indivíduos ricos pagaram para visitar a Estação Espacial Internacional (ISS). Mas esse turismo, organizado sob o patrocínio da agência espacial russa, cessou em 2009.

Agora, novas iniciativas não faltam. Além da abordagem de Branson, há projetos vindos do fundador da Amazon, Jeff Bezos, e do empresário de tecnologia da Califórnia Elon Musk.

Os russos também estão reeditando seus voos comerciais para a ISS, e há até quem queira lançar estações espaciais privadas para as pessoas visitarem. Entre eles está a Axiom, empresa fundada por um ex-gerente do programa ISS da Nasa.

Elon Musk viajou ao Novo México para apoiar seu amigo e, após o voo, Bezos enviou seus parabéns.

Há claramente, no entanto, uma aresta no relacionamento Branson-Bezos.

Na sexta-feira (09/07), a empresa espacial Blue Origin, do bilionário do varejo eletrônico, publicou um tweet que mirava o veículo Unity da Virgin Galactic.https://platform.twitter.com/embed/Tweet.html?dnt=false&embedId=twitter-widget-0&features=eyJ0ZndfZXhwZXJpbWVudHNfY29va2llX2V4cGlyYXRpb24iOnsiYnVja2V0IjoxMjA5NjAwLCJ2ZXJzaW9uIjpudWxsfSwidGZ3X2hvcml6b25fdHdlZXRfZW1iZWRfOTU1NSI6eyJidWNrZXQiOiJodGUiLCJ2ZXJzaW9uIjpudWxsfSwidGZ3X3R3ZWV0X2VtYmVkX2NsaWNrYWJpbGl0eV8xMjEwMiI6eyJidWNrZXQiOiJjb250cm9sIiwidmVyc2lvbiI6bnVsbH19&frame=false&hideCard=false&hideThread=false&id=1413521627116032001&lang=pt&origin=https%3A%2F%2Fwww.uol.com.br%2Ftilt%2Fnoticias%2Fbbc%2F2021%2F07%2F12%2Frichard-branson-como-foi-a-viagem-do-bilionario-ao-espaco.htm&sessionId=1e6dec5f69ecb73cda5ebd808c0943a139220ee5&siteScreenName=tiltuol%20%40UOL&theme=light&widgetsVersion=82e1070%3A1619632193066&width=550px

A postagem repetia uma alegação de que qualquer pessoa que voasse no avião-foguete teria para sempre um asterisco ao lado do nome, porque não alcançaria a altitude “reconhecida internacionalmente” onde começa o espaço – a chamada linha Kármán de 100 km.

O governo dos Estados Unidos sempre reconheceu o limite do espaço como estando a cerca de 80 km de altura e concede Asas de Astronauta a qualquer pessoa que ultrapasse essa altitude. Antes desse domingo, apenas 580 pessoas haviam estado acima dessa altura.

A altura máxima alcançável pelo Unity é de aproximadamente 90 km - Mars Scientific - Mars Scientific
A altura máxima alcançável pelo Unity é de aproximadamente 90 km Imagem: Mars Scientific

O avião espacial Unity

O Unity é um veículo suborbital. Isso significa que ele não pode atingir a velocidade e altitude necessárias para mantê-lo no espaço e dar a volta ao globo.

O veículo foi projetado para oferecer aos passageiros uma vista deslumbrante no topo da subida e permitir que eles experimentem a ausência de peso por alguns minutos.

O Unity é primeiro carregado por um avião muito maior a uma altitude de cerca de 15 km, onde é lançado.

Um motor de foguete na parte traseira do avião é acionado para impulsionar a aeronave em direção ao espaço.

A altura máxima alcançável pelo Unity é de aproximadamente 90 km. Os passageiros podem se desafivelar para flutuar até uma janela.

O Unity dobra seus cones de cauda na descida para estabilizar a queda antes de deslizar de volta para casa.

CPI DA COVID VOLTA A OUVIR DEPOIMENTOS HOJE

 

Depoimento
CPI da Covid ouve diretora da Precisa Medicamentos nesta terça-feira (13)
PorGazeta do Povo

Emanuela Medrades, diretora técnica da Precisa Medicamentos, vai prestar depoimento à CPI nesta terça-feira (13).| Foto: Pedro França/Agência Senado.

A CPI da Covid ouve nesta terça-feira (13) o depoimento de Emanuela Medrades, diretora técnica da Precisa Medicamentos. A empresa é alvo da comissão por fazer a intermediação nas negociações para a compra da vacina Covaxin. A reunião está prevista para começar às 9h.

A defesa de Emanuela Medrades chegou a recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que ela não fosse obrigada a comparecer à sessão. O presidente da Corte, Luiz Fux, rejeitou o pedido. No entanto, Fux autorizou a diretora a permanecer em silêncio no depoimento.

Os senadores Otto Alencar (PSD-BA) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) apresentaram o requerimento para a convocação da diretora O pedido foi aprovado pelo colegiado no dia 30 de junho, quando também foi aprovada a transferência de sigilo telefônico e telemático da convocada. Com informações da Agência Senado.

O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF). | Foto: Pedro França/Agência Senado

O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) negou em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, na segunda-feira (12), ter gravado a conversa que teve com o presidente Jair Bolsonaro sobre o contrato da vacina Covaxin quando estava acompanhado de seu irmão, mas não descartou a possibilidade de existir uma gravação. “Eu jamais gravaria um presidente da República, mas eu não estava sozinho na sala”, disse.

Miranda disse ainda ter relatado de forma privada a integrantes da CPI da Covid o nome do político que supostamente teria ameaçado o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. “Se Pazuello der o nome, eu confirmo. Esse nome não é do meu partido”, disse na entrevista.


Investigação
Prevaricação se aplica ao servidor público, não a mim, diz Bolsonaro sobre caso Covaxin

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na segunda feira (12) que o crime de prevaricação se aplica a servidor público e não a ele. A declaração ocorreu no dia em que a Polícia Federal abriu inquérito para apurar se houve o crime contra a administração pública no caso da compra da vacina Covaxin.

“O que eu entendo é que a prevaricação se aplica ao servidor público, não se aplicaria a mim. Mas, qualquer denúncia de corrupção, eu tomo providência. Até o do Luís Lima (sic), mesmo conhecendo toda a vida pregressa dele e atual dele, eu conversei com o Pazuello”, disse Bolsonaro a jornalistas.


Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/breves/prevaricacao-se-aplica-ao-servidor-publico-nao-a-mim-diz-bolsonaro-sobre-caso-covaxin/
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SPRAY ISRAELENSE REDUZ A CARGA VIRAL EM 95% E SUBSTITUI AS VACINAS

 

CORONAVÍRUS

Fim da linha para as vacinas contra o COVID-19

Noticiasdesiao11/07/2021

Enovid, um spray fabricado em Israel, reduz as cargas virais em casos confirmados de COVID-19 em 95% em 24 horas e 99% em 72 horas. Terão os cientistas encontrado, enfim, uma forma eficaz de combater a epidemia?

A notícia avançada na manhã deste domingo, 11, pelo Jerusalem Post, reforça aquilo que há meses se vinha desenhando. E Israel passará a vender o spray nasal antiviral Enovid já na próxima semana.

O spray fabricado em Israel pode ser usado até cinco vezes ao dia e é adequado para crianças a partir dos 12 anos. Depois de intensas rondas de pesquisas, o medicamento foi finalmente aprovado pelo Ministério da saúde de Israel e passará, finalmente, a ser comercializado.

“O spray que desenvolvemos foi comprovado não apenas como um bloqueador de vírus que causa a COVID-19, mas também como um assassino [desse vírus]”, afirmou a cientista Gilly Regev, CEO e fundadora da SaNOtize, a empresa responsável por esta invenção.

Uma vez que a maioria das infecções por COVID-19 são nasais, a SaNOtize acredita que esta é uma forma eficaz de reduzir a disseminação e infecção de COVID-19. O medicamento foi capaz de suprimir o vírus SARS-CoV-2 em dois minutos, incluindo as variantes Alpha e Gamma, de acordo com o comunicado. Atualmente está sendo testado também em relação à variante Delta .

O spray emprega óxido nítrico como barreira mecânica e química contra infecções virais no nariz, que é onde doenças respiratórias como o COVID-19 se infiltram no corpo.

O spray também é eficaz contra outros vírus respiratórios, como os vírus causadores da gripe.

MAZAL TOV, YISRAEL!

ANDS | JPOST

POVO CUBANO PROTESTA NAS RUAS POR MELHORES CONDIÇÕES ECONÔMICAS

Protestos

Por
Alexandre Garcia – Gazeta do Povo

Idosa expõe a bandeira cubana em sua varanda, em Havana: Cuba vivenciou domingo de protestos inéditos.| Foto: Ernesto Mastrascusa/EFE

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que dá as diretrizes do orçamento federal do ano que vem, tem que ser aprovada antes de começar o recesso parlamentar, previsto para o dia 18 de julho. Portanto, 17 de julho é o último dia para isso ou não vai ter férias no Congresso.

Qual é o significado dessa lei? É ela que vai estabelecer, por exemplo, quanto vai ser o salário mínimo no ano que vem. Estamos apostando aí que vai passar de R$ 1.100 para R$ 1.150, porque o aumento vai ficar restrito à inflação em tempos de emergência. A LDO vai estabelecer também, por exemplo, qual é o déficit primário previsto.

Só para lembrar, no governo Dilma foi um caos. O déficit aumentou ano após anos e acabou “explodindo”. No primeiro ano do governo Bolsonaro, o déficit ficou mais ou menos contido em R$ 95 bilhões. Mas aí veio a pandemia e “explodiu” de vez: R$ 743 bilhões de desequilíbrio, entre a receita primária e os gastos primários. Para 2022, a LDO está prevendo R$ 170 bilhões de déficit.

E a CPI da Covid, que quer continuar trabalhando no recesso, vai tentar obstruir a votação da LDO para que não haja recesso e eles possam continuar funcionando. Porque não depende do presidente do Senado — é a Constituição que manda entrar em recesso e ponto final. A menos que a LDO não seja aprovada.

Dono da Precisa quer depor, mas CPI não quer ouvir
Nesta terça-feira (13), a CPI irá ouvir uma diretora da Precisa Medicamentos. O presidente da empresa queria vir à CPI, mas os senadores não querem, porque sabem que o presidente da empresa é quem tem as informações corretas, certas, e aí pode derrubar mais essa narrativa das supostas irregularidades na compra da vacina Covaxin, que nem aconteceu.

Cresce a fome no mundo
A FAO, que é a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, está mostrando que em um ano a pandemia botou no mapa da fome, da desnutrição, mais 160 milhões de pessoas. Dá quase a população de um Brasil — é o número de adultos no Brasil. Já são 800 milhões de pessoas no mundo passando fome, principalmente na Ásia, África, América Latina e Caribe.

Cuba acorda
O povo cubano resolveu reagir depois de 60 anos de opressão, de falta de liberdade, de 17 mil fuzilamentos, de gente morrendo nas prisões e afogada fugindo para a Flórida, onde vivem mais de 1,5 milhão de cubanos.

Na ilha que é um pouquinho maior que Pernambuco vivem 11 milhões de cubanos em situação deplorável. Depois que acabou a União Soviética, eles não tiveram mais auxílio econômico. E aí prometeram bem-estar e igualdade, mas não deram nem uma coisa e nem outra, e tira a liberdade.

O povo não aguentou mais, saiu às ruas no último domingo (11) pedindo liberdade, pedindo Cuba Livre, e veio a repressão. Porque o povo está desarmado, um povo desarmado fica sujeito à opressão. Não tem armas para reagir, a menos que aconteça como na Romênia, quando o ex-ditador Nicolae Ceausescu foi derrubado por um povo que estava armado apenas por suas mãos. Mas acabou que uma parte das Forças Armadas mudou de lado, e ele foi derrubado, julgado sumariamente e fuzilado.

Em Cuba, certamente, os privilegiados do partido comunista, que tem uma vida diferente, devem estar com medo disso e por isso defendem a sua sobrevivência reprimindo as manifestações.

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/povo-cubano-reage-apos-60-anos-de-opressao-cuba/
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A ECONOMIA BRASILEIRA VAI CRESCER COM FORÇA EM 2021

 

Recuperação do PIB

Por
J.R. Guzzo – Gazeta do Povo

Economia cresceu 5% no primeiro trimestre de 2021, o que recupera todo o desastre do ano passado e vai ainda adiante.| Foto: Anamul/Unsplash

Eis aí: a economia brasileira vai crescer com força este ano, pela primeira vez desde o começo do governo do presidente Jair Bolsonaro. Após os horrendos resultados de 2020, quando o país recuou 4% por causa da paralisação radical da atividade econômica trazida pela Covid, aqui e no resto do mundo, esperava-se por um desastre semelhante em 2021; afinal, o ano começou com o “lockdown” à toda, para a alegria das “autoridades locais” e para todos os que querem que Bolsonaro vá embora do governo o mais cedo possível. Muita gente, na verdade, rezava pela continuação da desgraça em 2021 e, se possível, para 2022, quando a eleição presidencial seria feita com a economia em ruínas.

Não é isso que está acontecendo. Ao encerrar-se o primeiro trimestre do ano ficou claro que a recuperação não apenas tinha começado, mas vinha forte — 5% de crescimento em 2021, o que recupera todo o desastre do ano passado e vai ainda adiante. Seria um número “bolha”, destinado a desfazer-se nas previsões seguintes? Pelo jeito não. Segundo o último cálculo do Banco Central, os dados são bons para todo o semestre; o crescimento deste ano, com base no que aconteceu até agora, deve ser de 5,2%, o maior dos últimos onze anos.

É natural, com a progressiva retomada da produção, que os números sejam altos — afinal, o percentual de aumento está sendo feito sobre uma base muito baixa. Mas é indiscutível que o Brasil voltou a funcionar, e que está melhor do que estava.

O desastre provocado pela pandemia da Covid foi para ninguém botar defeito, sobretudo no mercado de trabalho; o fechamento geral do “fique em casa”, para ficar num exemplo só, levou o desemprego para as vizinhanças dos 15%, piorando ainda mais os 14% atingidos no auge da recessão de Dilma Rousseff. Mas já neste primeiro semestre de 2021 foram criados 1,2 milhão de empregos com carteira assinada; são postos de trabalho recuperados, e se a retomada continuar nesse ritmo, não há como não haver consequência na economia.

O ano não acabou, é claro, e o ano-chave de 2022 ainda nem começou. Para 2021 ter 5,2% de crescimento, o segundo semestre terá de repetir o primeiro; para o ano da eleição ser forte, será preciso repetir 2021. Cada vez mais, daqui para a frente, a política terá de prestar atenção ao que está acontecendo não apenas no seu mundinho, mas também no front da economia.


Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/jr-guzzo/economia-brasileira-melhora-apesar-dos-pessimistas-de-plantao/
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segunda-feira, 12 de julho de 2021

O BRASIL ESTÁ NA FASE DE COPIAR-CRIAR-INOVAR EM TECNOLOGIA

 

Editorial
Por
Gazeta do Povo

Indústria – fábrica – mecânica – usinagem – tornearia – retífica – maquinas – torno – freza – fresa – mecânica industrial – metalurgico – metalurgica – maquinas e equipamentos industriais – Delsoto Usinagem de Peças Industriais, em São José dos Pinhais – indústria automotiva – maquina pesada – economia – inflação –

| Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

A renda por habitante – usualmente citada nos livros e textos econômicos como “renda per capita” – é uma medida essencial para definir o grau de desenvolvimento de um país e as possibilidades de bem-estar social médio de sua população. A renda nada mais é que o outro lado do produto, pois um bem ou serviço vendido por um valor monetário tem esse valor distribuído por todos os fatores que participaram no processo de produção, que são: trabalho, recursos naturais (matérias-primas), capital (máquinas e instrumentos de produção) e iniciativa empresarial. Os economistas usam um modelo macroeconômico para medir o produto nacional (bens e serviços de consumo, e bens de capital físico) e a renda nacional (salários, aluguéis, juros e lucros). Renda e produto têm valores iguais, pois, como dito, são as duas faces da mesma moeda.

O produto que é feito dentro do território nacional e sem calcular o desgaste do estoque de capital físico usado no processo produtivo é chamado de Produto Interno Bruto (PIB). O valor do produto por habitante (ou da renda por habitante) é obtido dividindo o PIB pela população total. Pela acumulação de dados sobre a realidade ao longo dos séculos, sabe-se que o padrão de vida médio de um país depende do tamanho do produto (ou renda) por habitante, e o conceito de país desenvolvido vem da constatação de que assim é definido aquele no qual praticamente não há miséria, a pobreza é bastante reduzida e o bem-estar social médio é bastante bom em termos de satisfação das necessidades de conforto material.

Para importar tanto mais quanto possível da revolução tecnológica que roda o mundo, o país necessita ampliar a abertura internacional e elevar sua participação no comércio exterior

Não há dados exatos, mas estima-se que a renda per capita em dólares capaz de propiciar um padrão médio considerado desenvolvido esteja em torno do mínimo de US$ 25 mil/ano. Para comparar, a renda per capita brasileira em 2020, medida pelo “dólar PPC” (paridade de poder de compra), estava em US$ 11 mil/ano, enquanto a dos Estados Unidos era de US$ 44 mil/ano. Isto é, a renda por habitante no Brasil representava um quarto da norte-americana; logo, o bem-estar social médio possível do Brasil é bastante inferior ao dos Estados Unidos. O único meio de haver aumento da renda por habitante é o PIB crescer anualmente mais que a taxa de aumento da população, o que exige aumento significativo da produtividade (produção por hora trabalhada). Esse é o maior desafio brasileiro para o crescimento econômico e o consequente desenvolvimento social, para o qual os dois fatores cruciais são o trabalho e o capital físico.

Quanto ao trabalho, não custa repetir que a população economicamente ativa (aquela em condições de trabalhar, no total 106 milhões atualmente) precisa evoluir em termos de escolaridade média e aumento da qualificação profissional. Em relação ao capital físico, é necessária sua expansão em termos quantitativos e sua modernização em termos tecnológicos. Esse quadro coloca o país diante de duas expressões mágicas: educação e qualificação técnica (para o trabalho) e incorporação tecnológica (para o capital físico). O conhecimento tecnológico em si tornou-se quase um quinto fator de produção, tal é sua relevância para promover o aumento da produtividade. Porém, ainda que grande parte da tecnologia esteja embutida dentro de máquinas, equipamentos e sistemas físicos, aí incluída a inteligência artificial e os robôs cognitivos, os trabalhadores em sentido geral também precisam incorporar as novas tecnologias em seu domínio intelectual e em suas habilidades técnicas. Dizendo de outra forma, a tecnologia é um conjunto imenso de processos e meios de executar atividades internalizados nas máquinas e nos sistemas produtivos, sobre os quais as pessoas atuam segundo sua qualificação profissional em face do atual nível do conhecimento tecnológico.


Ocorre que a tecnologia moderna é revolucionária, capaz de gerar expressivo aumento da produtividade, e está sendo desenvolvida fora do Brasil. Para importar tanto mais quanto possível dessa revolução tecnológica que roda o mundo, o país necessita ampliar a abertura internacional e elevar sua participação no comércio exterior, ainda que somente isso não seja suficiente. Quando o país importa tecnologia estrangeira, o sistema produtivo interno realiza a primeira fase, que é aplicar o que comprou do resto do mundo, ou seja: copiar, porém pagando. A segunda fase se dá quando o país desenvolve novos processos e novas técnicas de forma a inovar sobre a tecnologia que foi importada, e isso exige investimento em ciência, pesquisa e programas de aperfeiçoamento da tecnologia conhecida. A terceira fase é a de criar, no sentido de desenvolver tecnologias inéditas e inovações que o mundo ainda não conhece. Nesta fase, com exceção de um caso ou outro de sucesso (como aconteceu com as técnicas agrícolas), o Brasil é ignorado pela pobreza de sua criação tecnológica.

A discussão sobre o subdesenvolvimento, a baixa renda por habitante e a pobreza brasileira roda e roda… e acaba sempre no mesmo lugar: o déficit educacional e o baixo conhecimento tecnológico incorporado ao sistema produtivo. Apesar de algumas honrosas exceções em que a tecnologia desenvolvida internamente está presente, no geral o atraso econômico brasileiro tem causa nas duas questões referidas: educação e tecnologia. Por óbvio, também o elevado desemprego contribui para piorar o atraso, ao deixar uma gigantesca massa de trabalhadores fora da produção que entram no denominador da fração usada para calcular o produto por habitante. Embora possa parecer que se está tratando de questões técnicas e econômicas complexas não populares, o problema do conhecimento tecnológico insuficiente e a dificuldade do país em evoluir nos três estágios – copiar, inovar e criar – são questões que precisam entrar no debate público e na agenda dos políticos para, a partir daí, tornarem-se prioridades nos programas governamentais nacionais e regionais.


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CPI DA COVID NÃO QUER OUVIR O DEPUTADO RICARDO BARROS CITADO VÁRIAS VEZES

 redação TV Cultura

O deputado Ricardo Barros (PP/PR), líder do governo na Câmara, usou as redes sociais neste domingo (11) para fazer pressão na CPI da Covid. Ele diz que quer ser ouvido na comissão, mas os senadores não dão direito de defesa a ele, já que seu nome foi citado 96 vezes.© Flickr/Senado Federal

“Meu nome já foi citado 96 vezes na CPI. Todos os depoentes me isentaram. O dono da Precisa já disse que não me encontra há três anos. Reafirmo que não participei das negociações da COVAXIN. Por que a CPI só me ataca e não me dá direito à defesa?! Isso tem nome: COVARDIA”, disse Barros.

Essa não é a primeira vez que o deputado pede para depor na CPI da Covid. Na semana passada, ele foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir para ser ouvido antes do recesso parlamentar.

O nome do líder na Câmara começou ser citado após depoimento do deputado Luis Miranda (DEM/DF). Ele confessou que o presidente Jair Bolsonaro mencionou o nome de Barros depois que ouviu o alerta de que haveria irregularidades no processo de importação da Covaxin.

A confissão aconteceu depois dos senadores Simone Tebet (MDB) e Alessandro Vieira (Cidadania) pressionarem o parlamentar. Anteriormente, Miranda tinha afirmado que não se lembrava do nome do parlamentar que Bolsonaro atribuiu responsabilidade aos problemas nas tratativas com o imunizante indiano.

Barros ainda não foi incluído na agenda de depoimentos da CPI. Nesta semana serão ouvidos Emanuele Medrades (Diretora da Precisa), Reverendo Amilton (Presidente da Senah), Coronel Marcelo Blanco (ex-assessor do Ministério da Saúde) e Cristiano Carvalho (representante da Davati).

 

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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