sexta-feira, 25 de junho de 2021

NARRATIVAS DEVEM SER NOCAUTEADAS

 

Por
Luís Ernesto Lacombe – Gazeta do Povo

| Foto: andreas160578/Pixabay

São muitas narrativas. Estão prontinhas para enganar principalmente os leitores de manchetes. Mentiras completas e meias verdades que arrastam os desavisados, desatentos e desinformados e estimulam os já mal-intencionados. Há uma turma que se especializou nisso, em tentativas de assassinato de reputação. Sua falta de caráter, sua leviandade, desonestidade, seu mau-caratismo não têm limites.

Grande parte da imprensa, infelizmente, está nessa, como cúmplice até de senadores da República, de juízes da suprema corte, de uma oposição destrutiva, até de parlamentar que se diz governista. Não se constrange com a inconsistência, com linhas tortas que não estão nem aí para a realidade, por falas que não resistiriam a duas ou três perguntas que um bando não quer fazer e tenta impedir que se façam.

Há uma turma que se especializou nisso, em tentativas de assassinato de reputação. Sua falta de caráter, sua leviandade, desonestidade, seu mau-caratismo não têm limites

Quem pode perguntar? De quem desejam “respostas”? É sério que acham normal a tentativa de impor narrativas contra aqueles que definem como seus inimigos? Políticos, jornalistas, médicos, cientistas, empresários… Não é como nas guerras, que têm regras. Está valendo tudo. E eu pergunto: é assim que vamos estabelecer a moralidade pública, a ética?

Quem somos nós, afinal? Quais são os critérios, os parâmetros, os referenciais, as leis, os códigos, as regras que usamos para decidir o que é legal e moral, ou ilegal e imoral? O que está atrelado ao bem, o que está atrelado ao mal? Quem tem o direito de definir isso? Quanta manipulação, quantas interpretações equivocadas, grosseiras, maldosas serão permitidas, em doses de veneno distribuídas diariamente, a todo instante?

Há falsas promessas de salvação e segurança. E toda indecência e todo indecente devem ser rechaçados. Chega de narrativas! Não podemos aceitar passivamente a condenação a um mundo de enganações e mentiras.


Longe da verdade
Não importa quem seja, em que área profissional atue, toda pessoa deveria ter algumas características imprescindíveis a qualquer jornalista. Precisamos ser, todos nós, desconfiados, curiosos. Nunca houve, aliás, e agora está muito claro, os detentores da verdade. Há os que se vendem assim, com arrogância e prepotência. É preciso questioná-los, apurar profundamente tudo o que propalam.

Deixo aqui uma pergunta final, fazendo uma analogia com um dos esportes que pratico: o boxe. Se você entrasse num ringue como deve ser, calçando luvas, e visse no outro canto o seu adversário usando soco-inglês nas duas mãos e tendo uma faca na cintura, o que faria? Sairia do ringue e voltaria a ele também portando armas? Ou faria de tudo para convencer seu oponente a jogar dentro das regras? Eu não vou tirar minhas luvas.


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NOVO MINISTRO DO MEIO AMBIENTE

 

Sucessor de Salles

Por
Rodolfo Costa – Gazeta do Povo
Brasília

Joaquim Leite, era secretário da Amazônia e Serviços Ambientais desde abril de 2020.| Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O novo ministro do Meio Ambiente (MMA), Joaquim Leite, já despacha com as responsabilidades e atribuições que o cargo lhe traz. Tão logo o agora ex-ministro Ricardo Salles pediu demissão, Leite passou a conduzir a pasta com a promessa de manter os rumos da política ambiental até então vigente, da qual, inclusive, faz parte desde 2019.

Até quarta-feira (23), Leite era o titular da Secretaria da Amazônia e Serviços Ambientais, cargo que ocupava desde abril de 2020, antes sob o nome de Secretaria da Amazônia e Serviços Ambientais. O novo ministro chegou ao governo em julho de 2019, quando assumiu a direção do Departamento de Florestas.

A escolha do presidente Jair Bolsonaro por Leite diz muito sobre o que o governo espera dele: a continuidade das políticas liberais de preservação ambiental com a participação do setor privado. O novo chefe do MMA é um defensor de que ações de preservação de florestas nativas sejam remuneradas.

Foi com essa linha de política ambiental que Joaquim Leite chegou ao governo. A defesa pela agenda de desenvolvimento sustentável e de trazer indivíduos ou organizações públicas ou privadas para ajudar na preservação do meio ambiente conquistou Salles.

O que muda na política ambiental do governo Bolsonaro após a saída de Ricardo Salles?
Vai abrir diálogo com ambientalistas e ONGs
Vai focar no combate ao desmatamento
Vai reforçar laços com o agronegócio
Vai focar na diplomacia e resgatar o Fundo Amazônia
Nada, vai continuar tudo igual
Leite e Salles têm perfis diferentes, mas isso não significa ruptura na gestão
O novo ministro do Meio Ambiente tem um perfil diferente de Salles, mas isso não significa que a gestão vai mudar. “Os dois têm a mesma linha no campo da gestão ambiental, só que o Joaquim consegue conversar melhor com as pessoas”, aponta um interlocutor do Palácio do Planalto.

Um deputado da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara reforça a leitura. “Ele é muito inteligente, entende muito de florestas, mas é uma pessoa mais light, despojada, anda de calça jeans, sabe conversar com as ONGs [Organizações Não-Governamentais], não é tão incisivo quanto o Salles, o Bolsonaro”, sustenta o parlamentar.

Outro deputado do colegiado pondera que esse perfil mais conciliador de Joaquim Leite pode ser um trunfo. “O ministro se dá melhor com os mais diferentes espectros políticos, até com a esquerda. É uma pessoa de mais fino trato, digamos. Por isso, todos conseguem conviver com ele melhor, e isso pode ajudar o governo”, avalia.

Os mais próximos de Leite confirmam as observações feitas pelas três fontes ouvidas e afirmam que, de fato, o novo ministro tem um perfil de maior conciliação e poder de articulação com os diferentes espectros políticos. “É mais uma diferença de estilo, ele é de escutar mais pessoas [que o Salles]”, reconhece um interlocutor do ministro. “Mas a política ambiental não vai mudar de rumo”, complementa.

Joaquim Leite é ainda, ao contrário do antecessor, “avesso aos holofotes e preza muito pela discrição”, segundo um interlocutor.

O que o perfil e a capacidade de articulação de Joaquim Leite agregam ao MMA
Um exemplo prático do que o perfil de Joaquim Leite agregou ao governo é a formulação do Programa Floresta+. A iniciativa foi capitaneada pelo novo ministro e sua equipe técnica quando ainda era secretário de Florestas e Desenvolvimento Sustentável.

O programa foi apresentado em julho de 2020 com a promessa de valorizar as ações de preservação de florestas nativas. O projeto inicial vai ser realizado na Amazônia Legal, onde serão destinados mais de R$ 500 milhões para atividades que melhorem, conservem e recuperem a natureza.

Do Floresta+ Amazônia, Leite criou enquanto secretário o Floresta+ Carbono e o Floresta+ Empreendedor. A primeira ação tem o intuito de complementar e reforçar os investimentos e esforços para a redução de emissões de gases poluentes por desmatamento. O segundo foi proposto para capacitar líderes empreendedores a fim de conectar pequenos empresários e pagadores de serviços ambientais.

Os três programas foram construídos por Leite após ouvir parlamentares dos mais diferentes partidos e espectros políticos. “Ele foi ao Congresso ouvir a todos”, afirma um assessor. Além de políticos, também escutou 80 entidades, das quais 60 são ONGs. “Mas ele só ouviu as que tinham subsídios técnicos para contribuir”, acrescenta.

Dessas conversas e a construção dos programas fomentando o debate de premiar quem ajudar a preservar a Amazônia, Leite articulou a aprovação do projeto de lei (PL) 5.028/2020. O texto foi aprovado pelo Congresso e sancionado em janeiro por Bolsonaro, originando a Lei nº 14.119/21, que institui a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PNPSA).


Quais as prioridades e o que esperar da gestão de Leite como ministro
O PNPSA, na prática, regulamenta o artigo 41 do novo Código Florestal, a Lei nº 12.651/12. Com ele em vigor dando segurança jurídica para os programas Floresta+ Amazônia e os outros “braços”, Joaquim Leite vinha pavimentando os mecanismos para colocá-los em prática.

Agora como ministro, a missão dele é assegurar a execução dos programas, com a seleção de beneficiários e demais definições. Segundo afirmam interlocutores do ministro, a expectativa é de que isso ocorra no segundo semestre. “Mas está tudo dentro do cronograma”, assegura um assessor.

Basicamente, dar continuidade e aperfeiçoar as políticas ambientais que construiu enquanto secretário é o que estará prioritariamente na mira de Leite neste início de gestão como ministro. Instrumentos que viabilizem todas as ações do Floresta+ serão apresentados nos próximos meses, bem como outros “braços” do programa. Até o ano que vem, o ministro espera lançar o Floresta+ Água.

Outra prioridade de Leite para este ano — essa na área internacional — é conquistar a almejada regulamentação dos créditos de carbono na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (Cop-26), em novembro, em Glasgow, Escócia. Essa é uma pauta trabalhada pelo MMA desde 2019.

Como explicou Salles em abril deste ano, é com esses créditos de carbono — uma espécie de “moeda” que um país ganha ao reduzir suas emissões de dióxido de carbono (CO2) — que o governo espera receber recursos para a agenda ambiental. Na Cúpula do Clima, Bolsonaro disse que duplicaria recursos para a fiscalização ambiental, mas o governo cortou R$ 240 milhões do Orçamento do MMA.

Os desafios que Leite terá pela frente
Todas as ações e prioridades que Joaquim Leite terá pela frente como ministro têm como objetivo conter o desmatamento na Amazônia Legal com o provimento do desenvolvimento sustentável, a pauta central da política ambiental do governo Bolsonaro.

Em março, a Floresta Amazônia perdeu 810 quilômetros quadrados de floresta, o que significa um aumento de 216% em relação ao mesmo mês de 2020, informa o site G1. Em todo o ano passado na comparação com 2019, o desmatamento subiu 9,5%.

A queda do desmatamento, por sinal, se transformou em uma condicionante imposta pela Noruega para reativar o Fundo Amazônia. Até paralisar os investimentos no Brasil, o país europeu era o maior financiador do fundo, tendo repassado R$ 3,1 bilhões entre 2008 e 2018, informou o site DW.

Tanto Salles quanto Bolsonaro sinalizaram nos últimos meses o desejo por recursos estrangeiros. “É preciso haver justa remuneração pelos serviços ambientais prestados pelo nossos biomas ao planeta, como forma de reconhecer o caráter econômico das atividades de conservação. Estamos, reitero, abertos à cooperação internacional”, disse o presidente da República na Cúpula do Clima.

Outro desafio que Leite terá pela frente é a articulação de uma regularização fundiária, reconhecida por deputados federais e senadores como uma importante pauta para combater desmatamentos e queimadas na Amazônia.

Uma outra missão será garantir segurança jurídica ao setor madeireiro na Amazônia. No Pará, por exemplo, empresas entraram na mira de operações da Polícia Federal (PF) sob suspeita de exportação ilegal. A corporação, inclusive, incluiu Salles no âmbito dessas investigações. A Gazeta do Povo explicou o imbróglio e como a insegurança jurídica afeta empresas e favorece o mercado negro de madeira.

Conheça o currículo de Joaquim Leite
O novo ministro do Meio Ambiente é formado em Administração de Empresas pela Universidade de Marília e tem mestrado em MBA Executivo pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper-SP). Oriundo do agronegócio, foi produtor de café entre 1991 e 2002, segundo seu próprio currículo.

A experiência como produtor de café o levou a ser conselheiro da Sociedade Rural Brasileira (SRB) de 1996 a 2019, quando se desincompatibilizou para assumir o cargo no governo. Também foi diretor da LOT Incorporações e consultor administrativo da Suplicy Café Especiais.

O ministro adquiriu experiência na área de desenvolvimento sustentável na MRPL Consultoria, onde atuou por 16 anos. Nessa empresa, foi diretor operacional e trabalhou com manejo sustentável de baixo impacto e no Projeto de Carbono REDD+ da consultoria.

Ou seja, nessa consultoria, Joaquim Leite trabalhou em um projeto de redução de emissões por desmatamento e degradação florestal (REDD+). Dessa experiência e do manejo sustentável florestal que o ministro tirou boa parte de suas ideias nas diferentes propostas do Programa Floresta+.

Como secretário, Leite se tornou membro da Comissão de Preservação do Conselho Nacional da Amazônia Legal, colegiado chefiado pelo vice-presidente Hamilton Mourão. O ministro também assumiu a presidência da Comissão Executiva para Controle do Desmatamento Ilegal e Recuperação da Vegetação Nativa (CONAVEG) e da Comissão Nacional para Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa Provenientes do Desmatamento e da Degradação Florestal (CONAREDD+).


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CONGRESSO É OBRIGADO A VOTAR IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS

 

Editorial
Por
Gazeta do Povo

Marco Aurélio aceitou argumentação do PSol e votou pela obrigatoriedade de o Congresso aprovar um imposto sobre grandes fortunas.| Foto: Nelson Jr./STF

Um partido político decidido a torcer a Constituição e a contornar o Poder Legislativo para fazer prevalecer sua plataforma política encontra um ministro do Supremo Tribunal Federal incapaz de interpretar corretamente um simples trecho da Carta Magna. É assim que devemos entender o voto do relator Marco Aurélio Mello na ação em que o PSol pede ao STF que obrigue o Congresso Nacional a aprovar uma lei que institua o imposto sobre grandes fortunas. A ação foi proposta em 2019 e entra em plenário virtual nesta sexta-feira, dia 25, já com a posição do relator. Os demais ministros terão até 2 de agosto para votar – um prazo dilatado devido ao recesso judiciário.

O PSol buscou a Justiça alegando “omissão” do Congresso, pois a não implantação do imposto sobre grandes fortunas violaria o artigo 153, inciso VII da Constituição, segundo o qual “Compete à União instituir impostos sobre (…) grandes fortunas, nos termos de lei complementar”. No entanto, uma leitura rápida do texto constitucional já permite concluir que ele não impõe nenhuma obrigação à União neste sentido; apenas estabelece a competência – ou seja, tal imposto só pode ser instituído pelo poder público federal, jamais por estados, Distrito Federal ou municípios. Da mesma forma, o artigo 155 enumera os tributos que podem ser cobrados pelos estados e o 156, pelos municípios.

Mesmo quem defende a instituição do imposto precisa repudiar o truque usado pelo PSol e endossado por Marco Aurélio para contornar o Poder Legislativo

Tanto a Procuradoria-Geral da República quanto a Advocacia-Geral da União lembraram esta diferença óbvia, ainda em 2019, mas Marco Aurélio resolveu ignorá-la, ao escrever, em seu voto, que, “passados 31 anos da previsão constitucional, que venha o imposto, presente a eficácia, a concretude da Constituição Federal. Com a palavra o Congresso Nacional”, fazendo a única concessão de não estabelecer prazo para que o Legislativo aprove o imposto.

Afinal, é disso que se trata – para o PSol e para Marco Aurélio, não basta que o Congresso coloque em votação um projeto de lei instituindo o imposto sobre grandes fortunas: é preciso aprová-lo. Nenhum outro resultado serve. Anula-se, portanto, qualquer autonomia da parte dos representantes escolhidos pela população. Um partido político demonstra, assim, seu desprezo pela via legislativa e pelo parlamento, buscando que o Judiciário imponha não apenas o que o Congresso tem de votar, mas como deve votar. No dicionário dos partidos de esquerda que constantemente recorrem a esse tipo de expediente, e também no dicionário de ao menos alguns ministros do STF, “omissão” é, na verdade, “omissão em produzir os resultados que eu desejo”.

VEJA TAMBÉM:
A Justiça como atalho da política (editorial de 25 de janeiro de 2021)
A má qualidade das leis e a judicialização de tudo (editorial de 13 de setembro de 2020)
Luiz Fux à frente do STF e o ativismo judicial (editorial de 11 de setembro de 2020)
Importante ressalvar, aqui, que não nos interessa neste momento analisar o imposto sobre grandes fortunas propriamente dito. Seus defensores alegam, por exemplo, que ele serve como fator de justiça tributária, a desejada situação na qual quem tem mais contribui com mais. Os contrários apontam para experiências de fuga de capitais em outros países que o instituíram. De qualquer forma, como temos enfatizado em toda a discussão sobre o fatiamento da reforma tributária, imposto nenhum pode ser instituído sem analisar como ele afeta todo o restante da tributação. O que é preciso ressaltar, neste momento, é que o locus para a discussão deste tema é o Congresso Nacional, jamais o STF. Mesmo quem defende a instituição do imposto precisa repudiar o truque usado pelo PSol e endossado por Marco Aurélio para contornar o Poder Legislativo.

Que um partido incapaz de conquistar amplo apoio popular nas urnas – o que se reflete em número baixo de parlamentares eleitos – queira buscar no Poder Judiciário um meio de impor as plataformas que não consegue fazer prevalecer pela via do debate no Legislativo é algo que se tornou bastante corriqueiro no Brasil atual, até porque no Supremo há muitos ministros dispostos a jogar esse jogo. Que esse mesmo partido pretenda distorcer um texto bastante simples da Constituição para atingir seu objetivo também não chega a ser surpreendente. Mas que o mais experiente membro da corte concorde com uma distorção tão evidente é motivo para enorme preocupação, que só reforça a sensação de que o maior promotor de insegurança jurídica no país é justamente a corte que deveria zelar pela segurança e pela estabilidade advindas da fidelidade à Constituição.


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quarta-feira, 23 de junho de 2021

MOURÃO ISENTA BOLSONARO DE FAVORECER A PANDEMIA NO BRASIL

 

PODER 360

  Para vice-presidente, crise sanitária no Brasil não deve ser colocada nas costas de Bolsonaro © Sérgio Lima/Poder360 Para vice-presidente, crise sanitária no Brasil não deve ser colocada nas costas de Bolsonaro

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, declarou em entrevista ao jornalista Roberto D’Avila da GloboNews, na noite da 3ª feira (22.jun.2021), que o maior erro do governo federal no combate à pandemia foi não ter feito “uma campanha de esclarecimento da população sobre a realidade da doença”.

Vou dizer para ti qual é o nosso maior erro. Na minha visão, a questão de comunicação, desde o ano passado, de campanhas de esclarecimento da população. Eu acho que este foi o grande erro: [não ter feito] uma campanha de esclarecimento firme, como tivemos no passado, de outras vacinas. Então, uma campanha de esclarecimento da população sobre a realidade da doença, orientações o tempo todo para a população“, disse Mourão.

Na entrevista, Mourão também isentou o presidente Jair Bolsonaro da crise enfrentada pelo Brasil neste momento.

Eu não coloco nas costas do presidente essas coisas que têm acontecido. Não é tudo nas costas dele. Cada um tem a sua parcela de erro nesse pacote todo aí. É um país desigual: desigual regionalmente e desigual socioeconomicamente. É um país continental. Então, a gente olha outro país que sofreu tanto quanto a gente ainda continua com gente falecendo por essa doença, que são os Estados Unidos“, opinou.

Bolsonaro é crítico das orientações de isolamento social e uso de máscara feitas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) para controle da pandemia. O presidente também não é um incentivador da vacina e defende o uso precoce de medicamentos sem eficácia comprovada para combater a covid-19, como a hidroxicloroquina e a ivermectina.

Quando questionado sobre a atuação do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, Mourão disse ele “deveria ter compreendido que estava em função política [quando se tornou ministro], já tinha atingindo o patamar mais elevado [nas Forças Armadas] e era hora de ir para a reserva“, apesar de reforçar o seu apreço pelo ex-ministro.

No último domingo (20.jun.2021), o Brasil ultrapassou a Índia na média diária de mortes por covid-19  e se tornou líder do ranking mundial. De acordo com dados do site Our World In Data, nesse dia, a média móvel brasileira era de 2.060, enquanto a indiana estava em 1.975.

O país asiático havia assumido a ponta do ranking em 26 de abril, depois de ultrapassar o Brasil, que esteve no topo desde 9 de março –data em que superou os Estados Unidos. O país norte-americano começou a registrar queda considerável de vítimas quando avançou com a vacinação. Para comparação, no mesmo domingo, a média móvel de óbitos nos Estados Unidos foi de 281.

TECNOLOGIA QUER CONTROLAR TUDO

 

Controle total

Por
Daniel Lopez – Gazeta do Povo

Bill Gates e Xi Jinping possuem em comum não apenas o interesse em estudar pandemias, mas também o controle climático| Foto: Financial Times/Getty Images

A pandemia surgiu como uma enorme surpresa, que ceifou empregos, vidas e sonhos. Mas, por outro lado, abriu um cenário de oportunidades para quem tinha dinheiro em caixa. Com a crise econômica, muitos conseguiram comprar imóveis mais baratos, aumentar sua exposição ao dólar etc. Agora imagine um fundo de investimento trilionário que conta, além de seu gigantesco patrimônio, com a ajuda estatal no caso de um possível risco de falência. Eles teriam capacidade de comprar cidades, estados e quase países inteiros. A transferência de bens e serviços do cidadão comum e dos pequenos negócios para os grandes players do mercado abriu caminho para uma enorme concentração de capital e de poder, o que cria o ambiente perfeito para que sejam tirados da gaveta os projetos mais loucos e ambiciosos.

No artigo anterior, comentei sobre uma matéria do Wall Street Journal mostrando que os fundos de investimento estão direcionando pesadamente suas estratégias na compra de residências nos EUA. Em alguns casos, pagam valores acima da avaliação de mercado. Esses conglomerados conseguem conduzir essa prática, talvez, por saberem que o Banco Central norte-americano vai continuar imprimindo dinheiro desenfreadamente para garantir eventuais prejuízos. Um privilégio impensável para o cidadão comum, que sempre acaba pagando pelas ajudas que o governo concede às empresas consideradas “too big to fail”, ou seja, “grandes demais para fracassarem”. Porém, assim como aconteceu na sequência da crise de 2008, essas megacorporações devem continuar sendo subsidiadas pelo tesouro americano, o que lhes oferece ainda mais incentivo para “ousar” em suas operações.

O novo problema é que, enquanto esse movimento acelerado de aquisição de imóveis pelos maiores fundos de investimento do mundo pode conduzir a uma nova bolha imobiliária, aqueles que se cansaram da vida nas grandes cidades também estão vendo uma estranha situação surgir. Outros conglomerados estão investindo pesadamente na aquisição de terras agricultáveis, o que fez de Bill Gates, por exemplo, o maior detentor privado desse tipo de propriedade no ano de 2021. Para o criador da Microsoft, o objetivo de gastar tanto dinheiro na compra de terras é totalmente nobre: desenvolver sementes mais produtivas, evitar o desmatamento, expandir a produção de biocombustíveis e ajudar o continente africano a superar suas dificuldades climáticas. Tomara que seja isso mesmo. Mas, num mundo onde escutamos falar tanto em Great Reset, Green New Deal, Quarta Revolução Industrial e capitalismo verde, tudo parece fazer parte de um processo mais amplo: reformar a relação dos humanos entre si, com o Estado e com a ideia de propriedade privada. Se as residências e as terras agricultáveis estiverem nas mãos dos grandes conglomerados, a ideia de que “você não terá nada, mas será feliz” pode estar passando de uma tendência para uma agenda.

A cada dia, surge uma ideia mais louca que a outra. Falando em Gates, não podemos nos esquecer do seu projeto de borrifar poeira na atmosfera para escurecer o sol, com o fim de solucionar o problema do aquecimento global. Eu achei que o magnata da tecnologia já havia abandonado esse pensamento, mas uma matéria recente na revista Forbes mostrou que o plano está mais firme do que nunca, uma vez que estava programado para este mês de junho o lançamento de um balão na Suécia que liberaria pó de calcário como teste. Graças à manifestação de organizações ambientais e conselhos indígenas o experimento foi interrompido. Muitos começaram a questionar: a quem caberia a decisão de modificar o clima? A pergunta esconde uma realidade: tais estudos são antigos, ambiciosos e possuem um desdobramento geopolítico, e a pandemia está abrindo caminho para que essas pesquisas voltem a acontecer.

Para você que não conhecia esse ramo das estratégias militares, na década de 1940, o Projeto Cirrus foi uma das primeiras tentativas de modificar um furacão. Em 1962, uma parceria entre o Departamento de Comércio dos Estados Unidos e a Marinha americana deu origem ao Projeto Stormfury, cujo objetivo era enfraquecer ciclones tropicais. O Projeto BATON continuou as pesquisas, tentando expandir o conhecimento sobre como funcionavam as tempestades. Mas somente a Operação Popeye colocaria em prática militar os conhecimentos reunidos nas iniciativas anteriores. Esse foi um plano altamente secreto dirigido pelos americanos na época da Guerra do Vietnã. O objetivo era prolongar a estação de chuvas no sudeste asiático, que acabou atrapalhando toda a logística tática do exército vietnamita. Depois que a informação chegou ao conhecimento do público, a mudança climática como estratégia de guerra foi proibida pela Convenção de Modificação Ambiental.

Mas isso não impediu que as pesquisas e projetos continuassem. O programa chinês de modificação do clima figura entre os maiores do mundo, e já abrange uma área maior do que a Índia. O Conselho de Estado chegou a emitir uma nota recente em que anunciou a consolidação de um sistema desenvolvido de alteração climática até o ano de 2025, exatamente a data selecionada pela Força Aérea americana para se tornar a “dona do clima”. Parece que, além da disputa sobre quem possui o maior número de laboratórios de pesquisas biológicas de segurança máxima, Washington e Pequim estão também dispostos a competir sobre quem será o maior controlador climático. Era só o que faltava.

Post scriptum: para sua reflexão

Enquanto vivemos o fantasma de um novo racionamento de energia em virtude da seca que estamos enfrentando, a China tem conseguido aumentar artificialmente a incidência de chuvas para proteger suas áreas agricultáveis. Essa é mais uma tecnologia que poderia colocar o Brasil em posição menos vulnerável.

Já os indianos não gostam muito da ideia, uma vez que temem a utilização da tecnologia para atrapalhar suas monções, tão importantes para a economia local.

Já faz muito tempo que os chineses manipulam o clima para evitar que chova em Pequim na ocasião de grandes eventos, como a inauguração das olimpíadas de 2008 e nas celebrações do dia 1º de outubro, quando se comemora o aniversário da República Popular da China com um grande desfile militar.

No final das contas, nos resta torcer para que não seja mais uma tecnologia apresentada como benéfica, mas usada secretamente para o mal.


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TESTES DE IVERMECTINA CONTRA COVID

 

 Poder360 

A Universidade de Oxford, no Reino Unido, anunciou nesta quarta-feira (23.jun.2020) que está realizando testes para verificar se a ivermectina é eficiente no tratamento contra a covid. O objetivo do estudo é ajudar pacientes a se recuperarem da doença sem a necessidade de internação hospitalar. Mais de 5.000 voluntários já foram recrutados.

A ivermectina é um medicamento antiparasitário seguro usado para o tratamento de sarna e piolho, por exemplo© Stevepb/Pixabay A ivermectina é um medicamento antiparasitário seguro usado para o tratamento de sarna e piolho, por exemplo

Apoiado pelo governo britânico, o teste do medicamento é o sétimo estudo realizado pelo projeto, que foi batizado de Principle (Princípio em inglês). O mesmo estudo clínico já mostrou que os antibióticos azitromicina e doxiciclina são ineficazes no tratamento da covid-19 em estágio inicial.

O investigador-chefe adjunto do projeto, professor Chris Butler, do Departamento de Ciências da Saúde de Atenção Primária de Nuffield da Universidade de Oxford, explicou a escolha do medicamento pelo fato da “ivermectina estar prontamente disponível no mundo todo e ter sido amplamente utilizada para muitas outras doenças infecciosas, por isso é um medicamento bem conhecido com um bom perfil de segurança”.

A ivermectina é um fármaco antiparasitário usado para o tratamento de sarna e piolho, por exemplo. Em fevereiro deste ano, a Merck, empresa farmacêutica que produz a substância, afirmou que não há base científica para comprovar a eficácia do medicamento no tratamento da covid.

O uso precoce de ivermectina, assim como a cloroquina e a hidroxicloroquina, é encorajado pelo presidente Jair Bolsonaro para o tratamento da covid.

Bolsonaro já chegou a publicar uma mensagem no Twitter afirmando que a baixa taxa de óbitos por coronavírus em países africanos tem relação com a distribuição em massa da ivermectina,o que não é verdade.

O medicamento já é utilizado em alguns países, como o Brasil, para tratar a covid-19, apesar de não haver evidências suficientes de ensaios clínicos em grande escala que demonstrem que ela pode acelerar a recuperação da doença ou reduzir a internação.

Butler citou que a ivermectina teve resultados positivos em testes-piloto, mas que os estudos precisam ser aprofundados. “Ao incluir ivermectina em um ensaio em grande escala como o Principle, esperamos obter evidências robustas para determinar a eficácia no tratamento e se há benefícios ou danos associados ao seu uso”, completou.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades reguladores da União Europeia, dos Estados Unidos e do Brasil recomendarem que a ivermectina não seja usada em pacientes com a doença.

DEVEMOS FIXAR EM COISAS QUE REALMENTE MERECEM PRESTÍGIO

 

Mauro Condé*

“A pintura é poesia sem palavras”. Voltaire



Acabo de voltar de uma viagem rumo ao conhecimento, usando como meio de transporte excelentes livros sobre artes.

Eles me levaram para um ateliê de pintura na cidade holandesa de Delft, no ano de 1650, onde fui recebido pelo famoso pintor Johannes Vermeer, a quem fui logo pedindo:

Ensina-me algo que eu ainda não saiba e tenha o poder de mudar a minha vida para melhor.

– Desenvolva olhos de lince para enxergar além do óbvio visível aos olhos.

Vermeer foi um dos maiores artistas da história de todos os tempos.

Ele deixou um legado secular, cujas obras já duram quase 400 anos.

Vivemos atualmente num mundo saturado pelo falso glamour provocado pela superficialidade das redes sociais.

O curioso é que cerca de quatro séculos atrás, Vermeer foi um dos primeiros a fazer uma crítica social sobre a necessidade de realmente focarmos nossas energias e nosso entusiasmo em coisas que genuinamente mereçam prestígio.

Ele usou o seu trabalho de forma magistral para chamar a atenção para o fato de que o extraordinário pode estar escondido dentro das coisas ordinárias do cotidiano.

Vivemos num mundo que valoriza o superlativo, os heróis com seus feitos, suas posses e suas conquistas.

E esquecemos que precisamos de muito pouco para sermos mais felizes.

Vermeer provou que a felicidade reside nas coisas mais simples da vida.

Desafiou a sabedoria convencional dos artistas da época ao basear suas pinturas em imagens de pessoas comuns, realizando atividades rotineiras em cenários simples.

Uma das suas pinturas que eu mais adoro revistar é “A leiteira”. de 1657 (pesquise-a na internet para confirmar a sua beleza).

Pintar mulheres serviçais, preparando o pão e o leite, não tinha apelo nenhum para o mundo das artes numa época que valorizava afrescos ornados com celebridades em ambientes de luxo.

Vermeer viu numa doméstica despejando o leite numa leiteira uma cena que registrou para a posteridade.

Ele viu o que ninguém viu e retratou sua visão transferindo o glamour do opulento para o que de mais simples e humilde havia na vida, nem por isso de menor valor.

Em tempos de pandemia, a arte pode funcionar como um bálsamo contra o stress, o tédio e a monotonia.

Procure relaxar visitando museus e obras de arte, de forma gratuita pela internet.

Visite as obras Vermeer e sinta como o menos na verdade vale mais.

*Palestrante, Consultor e Fundador do Blog do Maluco.

VALEON UMA STARTUP INOVADORA

A Startup Valeon é uma nova empresa da região do Vale do Aço que tem um forte relacionamento com a tecnologia.

Em geral, elas se caracterizam por ser um negócio com ideias muito inovadoras e grande disposição para inovar e satisfazer as necessidades do mercado.

Seja nas formas de atendimento, na precificação ou até no modo como o serviço é entregue, as startups buscam fugir do que o mercado já oferece para se destacarem ainda mais.

Muitos acreditam que desenvolver um projeto de inovação demanda uma ideia 100% nova no mercado. É preciso desmistificar esse conceito, pois a inovação pode ser reconhecida em outros aspectos importantes como a concepção ou melhoria de um produto, a agregação de novas funcionalidades ou características a um produto já existente, ou até mesmo, um processo que implique em melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade ao negócio.

inovação é a palavra-chave de qualquer startup. Essas empresas buscam oferecer soluções criativas para demandas que sempre existiram, mas não eram aproveitadas pelo mercado.

As startups procuram resolver problemas e oferecer serviços inovadores no mercado.

Estamos lutando com as empresas para MUDAREM DE MENTALIDADE referente à forma de fazer publicidade à moda antiga, rádio, tv, jornais, etc., quando hoje em dia, todos estão ligados online através dos seus celulares e consultando as mídias sociais a todo momento.

Somos PROFISSIONAIS ao extremo o nosso objetivo é oferecer serviços de Tecnologia da Informação com agilidade, comprometimento e baixo custo, agregando valor e inovação ao negócio de nossos clientes e respeitando a sociedade e o meio ambiente.

Temos EXPERIÊNCIA suficiente para resolver as necessidades dos nossos clientes de forma simples e direta tendo como base a alta tecnologia dos nossos serviços e graças à nossa equipe técnica altamente especializada.

A criação da startup Valeon adveio de uma situação de GESTÃO ESTRATÉGICA apropriada para atender a todos os nichos de mercado da região e especialmente os pequenos empresários que não conseguem entrar no comércio eletrônico para usufruir dos benefícios que ele proporciona.

Temos CONHECIMENTO do que estamos fazendo e viemos com o propósito de solucionar e otimizar o problema de divulgação das empresas da região de maneira inovadora e disruptiva através da criatividade e estudos constantes aliados a métodos de trabalho diferenciados dos nossos serviços e estamos desenvolvendo soluções estratégicas conectadas à constante evolução do mercado.

Dessa forma estamos APROVEITANDO AS OPORTUNIDADES que o mercado nos oferece onde o seu negócio estará disponível através de uma vitrine aberta na principal avenida do mundo chamada Plataforma Comercial Valeon 24 horas por dia e 7 dias da semana.

Nossos contatos: Fones: (31) 3827-2297 e (31) 98428-0590 (WP)

E-MAIL: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

PRESIDENTE DA CÂMARA DIZ QUE NÃO VAI ENCAMINHAR IMPEACHMENTE DE BOLSONARO

 

 redação TV Cultura 

Em entrevista ao jornal O Globo publicada nesta terça-feira (22), o Presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL), afirmou que não há condições para abrir um processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. Lira também afirmou que a CPI da Covid é um erro e diminuiu o impacto do atraso na compra de vacinas contra o vírus.

© Reprodução/Câmara dos Deputados

Para ele, a comissão polarizou politicamente e não vai trazer efeito algum a não ser que “pegue” alguma coisa. Lira  também afirmou que, nas contas dele, se o governo federal tivesse aceitado a primeira proposta da Pfizer, o Brasil teria 3 milhões de doses a mais do imunizante, segundo ele isso ajudaria muita gente. Ainda assim, o político questiona se isso seria uma solução à pandemia.

Quando perguntado se há condições necessárias para a abertura de um processo de impeachment contra Bolsonaro, Arthur Lira afirmou que não, e que o impeachment é feito com circunstâncias. Ele citou como exemplos uma política fiscal desorganizada e uma “economia troncha”.

Segundo ele, as mais de 500 mil mortes não formam o cenário necessário para abrir um processo de afastamento do presidente. Por fim, ainda apontou que os mais de 100 processos seguirão engavetados enquanto a economia seguir crescendo.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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