sábado, 12 de junho de 2021

CPI QUER QUEBRAR SIGILO DE VÁRIAS PESSOAS DO GOVERNO E DE EMPRESAS

 

Ex-ministro, ex-assessor do Ministério da Saúde e secretários da pasta querem que a Corte torne inválida decisão que senadores tomaram nesta quinta-feira (10).

Por Fernanda Vivas, G1 — Brasília – Globo


VÍDEO: Veja quem teve o sigilo quebrado pela CPI da Covid

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Alguns dos alvos dos requerimentos de quebra de sigilo aprovados pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid nesta quinta-feira (10) acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a decisão dos senadores e manter a restrição de acesso a seus dados telefônicos e telemáticos.

A chamada “transferência” do sigilo telefônico inclui o registro e a duração de todas as ligações feitas e recebidas conforme período delimitado pelos senadores. A transferência do sigilo telemático solicita o envio de uma série de informações, entre as quais cópias do conteúdo armazenado, lista de contatos, cópia de e-mails e localizações de acesso à conta.

CPI aprova quebra de sigilo de Pazuello, Ernesto Araújo e mais 18 pessoas e empresas

CPI aprova quebra de sigilo de Pazuello, Ernesto Araújo e mais 18 pessoas e empresashttps://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

Até esta sexta-feira (11), o STF recebeu mandados de segurança de:

  • Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores
  • Zoser Hardman, ex-assessor especial do Ministério da Saúde;
  • Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, conhecida como “Capitã Cloroquina”;
  • Hélio Angotti Neto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde.

Advogados dos quatro pedem que o Supremo suspenda as quebras de sigilo.

A defesa de Ernesto Araújo argumenta que “o que se vê no requerimento aprovado pela CPI do Senado é uma miríade de atos abusivos que se quer perpetrar contra a intimidade do impetrante, ao vasculhar a sua vida na expectativa de encontrar algo desabonador”.

No pedido ao STF, a defesa de Hardman afirmou que a quebra de sigilos é “ilegal e arbitrária”; que o requerimento votado não tem “fundamentação concreta para justificar a decretação da medida excepcional e extremada”; e que não cabe a quebra de sigilo em relação a uma pessoa não investigada formalmente.

“Com efeito, o paciente exerceu o cargo de assessor especial, assim como outros assessores especiais, e em nenhum momento, em razão das atividades regimentais inerentes ao cargo, teria condições de praticar nenhuma das condutas que são objeto de investigação”, sustentou.

A defesa de Mayra Pinheiro afirmou que não há necessidade da quebra de sigilo. Declarou também que “não há pertinência temática entre a diligência e o objeto investigado” e que o pedido revela uma “violência contra a dignidade” da secretária do Ministério da Saúde.

“A devassa imposta pelo ato ilegal, abarcando a quebra de sigilo, inclusive, de sua locomoção e de seus acessos à rede mundial de computadores, apenas para exemplificar, aliada à longa extensão temporal, a partir em abril de 2020, revela nada mais do que uma acintosa violência contra a dignidade da impetrante.”https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

A defesa de Angotti considerou que ele está sendo “vítima de um ato abusivo praticado pela autoridade impetrada, o qual é desprovido de fundamentação específica, desarrazoado e desproporcional”.

Alvos da quebra de sigilo

Entre os que tiveram o sigilo quebrado estão o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, o empresário bilionário Carlos Wizard, a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI), Francieli Fontana Fantinato, e o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Alexandre Figueiredo Marques, apontado como autor de uma nota falsa sobre a quantidade de óbitos por Covid-19.

Com a medida, a comissão busca obter detalhes das negociações sobre aquisição de vacinas e as conversas entre um suposto “gabinete paralelo” que teria assessorado o governo.

A CPI também aprovou a quebra de sigilo fiscal e bancário de empresas de publicidade. A ação visa apurar o disparo de mensagens em massa com conteúdos falsos sobre o combate à Covid-19 e quem teria financiado a propagação de notícias fraudulentas.

A CPI ainda solicitou às empresas cópia dos contratos firmados com outras pessoas físicas e jurídicas, comprovante dos serviços, notas fiscais e detalhamento de contratos.

Foram aprovadas as quebras do sigilo telefônico e telemático de:

  • Filipe Martins, assessor internacional da Presidência da República;
  • Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores;
  • Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde;
  • Carlos Wizard, empresário;
  • Zoser Hardman, ex-assessor especial do Ministério da Saúde;
  • Túlio Silveira, representante da Precisa Medicamentos;
  • Paolo Zanotto, biologista;
  • Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Amazonas;
  • Luciano Dias Azevedo, médico;
  • Hélio Angotti Neto, Secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde;
  • Francisco Ferreira Filho, Coordenador do Comitê da Crise do Amazonas;
  • Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos;
  • Francieli Fontana Fantinato, coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI);
  • Flávio Werneck, ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde;
  • Antônio Elcio Franco Filho; ex-secretário Executivo do Ministério da Saúde;
  • Camile Giaretta Sachetti, ex-diretora do departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde;
  • Arnaldo Correia de Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde;
  • Alexandre Figueiredo Costa e Silva Marques, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU);
  • Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde;
  • Empresa PPR – Profissionais de Publicidade Reunidos;
  • Calya/Y2 Propaganda e Marketing;
  • Artplan Comunicação;

Também foi aprovada a transferência do sigilo bancário e fiscal de:

  • Associação Dignidade Médica de Pernambuco;
  • Empresa PPR – Profissionais de Publicidade Reunidos;
  • Calya/Y2 Propaganda e Marketing;
  • Artplan Comunicação;

BOLSONARO PARTICIPA HOJE DE MOTOCIATA EM SÃO PAULO

 

 Bruno Ribeiro – Jornal Estadão

O presidente Jair Bolsonaro confirmou participação neste sábado, 12, na capital paulista, de uma motociata em apoio ao seu governo. A manifestação foi organizada por integrantes de clubes de tiro e de motociclismo do interior de São Paulo e de Estados vizinhos. O ato foi divulgado também por parlamentares da base aliada ao presidente e grupos que, em São Paulo, vinham organizando protestos contra o governador João Doria (PSDB).

O ato deve ter início por volta das 10h, saindo do Sambódromo do Anhembi, na zona norte, e seguindo pela Marginal do Tietê até a Rodovia dos Bandeirantes. O trajeto prevê um percurso até o trevo do km 47, em Jundiaí, para então retornar à capital. Na cidade, o grupo seguirá até o obelisco do Ibirapuera. Antes do evento, Bolsonaro deve participar de uma cerimônia no Colégio Militar de São Paulo.Publicidadex

Durante o percurso, o painel eletrônico das rodovias, segundo apurou o Estadão, trará a seguinte mensagem: Use máscara. Doria afirmou durante entrevista na quarta-feira, no Palácio dos Bandeirantes, que, caso Bolsonaro não use a proteção durante a motociata, será multado por desrespeito às normas sanitárias. “Ele será multado como qualquer outro cidadão que não usar máscara”, disse. Nesta sexta, pela manhã, o presidente respondeu questionando se Doria era o “doninho” de São Paulo.

Desde quarta-feira, a capital paulista começou a receber integrantes de motoclubes paulistas, fluminenses, mineiros, sul-mato-grossenses e paranaenses. Muitos estão hospedados em hotéis próximos ao sambódromo, local da concentração. Em um desses hotéis, funcionários confirmaram ao Estadão o aumento da ocupação.

No último dia 28, Bolsonaro participou de ato similar, com grande público, no Rio, onde foi recebido pelo governador Cláudio Castro (PL) e dividiu palanque com o general e ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello – o episódio causou desgaste ao Exército, que decidiu não punir o general da ativa pela participação de ato político.

Em São Paulo, os motociclistas e atiradores começaram a convocar os atos nas redes sociais, mas com menor intensidade do que o evento no Rio. Levantamento feito com o programa Brandwatch, de análise de redes, mostra que, dois dias antes do ato do Rio, havia mais de 344 mil postagens sobre o evento; desta vez, até anteontem, foram 31 mil publicações.

Um comerciante da zona sul da capital que, no começo do ano, entrou no radar da inteligência da Polícia Militar por causa de ameaças ao governador João Doria, também começou a convocar a população para a manifestação. Jackson Vilar (cujo nome de batismo é Jarkson), que também é pastor, passou a divulgar o evento como “Acelera para Cristo com Bolsonaro”. Ele passou a cadastrar participantes pela internet e divulgou um código Pix para receber doações. O gesto provocou críticas de motociclistas.

Estadão tentou contato com Vilar, que não respondeu. Ao confirmar que vai participar do ato, o comerciante terá de ficar na garupa: sua carteira de habilitação é categoria “B”, que permite a condução apenas de automóveis. Vilar já foi indiciado por estelionato, em 2017, pelo 27.º Distrito Policial (Ibirapuera).

Segurança

Polícia Militar paulista, que manteve conversas com o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) ao longo da semana, vai reforçar a vigília de pontes e viadutos por onde a motociata deve passar, para evitar que objetos sejam arremessados nos manifestantes. No fim do ato, no Ibirapuera, dois drones devem ser usados pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para acompanhar o ato. Ao menos um carro de som deve ir ao local. Segundo informações da Secretaria Estadual da Segurança Pública, cerca de 6,7 mil policiais devem trabalhar no acompanhamento da manifestação.

Além do aparato formal, ostensivo, montado com pessoal do Comando Militar do Sudeste, das polícias federal, militar e civil, Bolsonaro terá ainda um reforçado esquema de segurança próxima. O GSI contará com cerca de 40 agentes usando motos, infiltrados entre os motociclistas manifestantes. Isso, sem contar os batedores e os agentes do grupo regular da presidência.

ECONOMIA AQUECIDA EM PLENA PANDEMIA

 


O país dos desafios

Por
Alexandre Garcia – Gazeta do Povo

Agronegócio mais uma vez puxou o crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2021.| Foto: Michel Willian/Arquivo/Gazeta do Povo

É uma tendência que pode ser uma mudança estável, com o tempo. Este país ciclotímico se movimenta em altos e baixos com fases de pessimismo e otimismo. O otimismo e o entusiasmo levaram ao milagre econômico dos anos 70, com crescimento médio de 11,2% do PIB por um período de quatro anos. Despencamos nos anos Dilma, perdendo mais de 7% do PIB em dois anos e deixando mais de 12 milhões de desempregados. Agora, a despeito das restrições da pandemia, do pessimismo, do medo, parece que o país se sentiu desafiado. E o otimismo furou a bolha da má-notícia.

Acompanhava um seminário de banco de que sou cliente, e senti isso. O ex-secretário de economia, hoje economista-chefe do banco, Mansueto Almeida, está apostando em crescimento do PIB em 5,3%. Foi além da previsão da Fundação Getúlio Vargas, de 4,2% e até superou instituição concorrente, que previu 5,2%. Nada mais eloquente que a Bolsa de Valores ultrapassando os 130 mil pontos, depois de ter estado na casa dos 60 mil pontos quando sofreu com a pregação do pânico. É retrato da confiança nas ações que representam o capital das empresas; confiança no futuro, aposta em vigor empresarial. Até o dólar se encolheu.

No comércio exterior, acúmulo mensal de superávits, mesmo com o crescimento das importações que, aliás, indica atividade econômica se recuperando. O agro, que não parou nunca, desponta como a locomotiva do processo, agora com a indústria reaquecendo, como mostra a demanda de aço, a produção de caminhões, o salto em máquinas e equipamentos, a indústria da construção animada e, consequência de tudo, a recuperação de empregos com carteira assinada. Até mesmo as contas públicas mostram resultados, com recordes de arrecadação federal, a previsão de fechar quatro anos com menor despesa primária que a recebida, e dívida pública não de 100% do PIB como se temia, mas de menos de 85%.

Depois da reforma da Previdência, veio a pandemia, mas também o auxílio emergencial. E já estão aí as novas leis: do gás, das falências, do saneamento, Banco Central independente e encaminhamento das reformas administrativa, tributária, a privatização da Eletrobras (atenção para o jabuti da Câmara), lei da cabotagem. Na prevalência do pessimismo, afundam todos – primeiro os pessimistas. Otimistas são os que se sentem desafiados a vencer.
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O PRAZER DO DIABO É QUE LUTEMOS CONTRA ELE USANDO AS MESMAS ARMAS

Por
Paulo Polzonoff Jr. – Gazeta do Povo

o prazer do diabo está em fazer com que lutemos contra ele usando suas armas diabólicas.| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Assisto, mais uma vez, a uma sessão da CPI da Covid. E, quando percebo, estou soltando um palavrão daqueles bem impublicáveis para o apartamento semivazio. “Vai, Queiroga, bate na mesa. Chama o Renan do que ele é! Por que um tipo como esse vive?”, pergunto, na esperança de que o ministro da Saúde incorpore um Alborghetti e ponha os pingos nos devidos is e, por que não?, jotas.

Confesso envergonhado: a CPI, expressão mais evidente e ruidosa da política brasileira atual, desperta o que há de pior em mim. Fico indignado e, nessa indignação, sinto quaisquer resquícios de inteligência, prudência e parcimônia se esvaírem de mim. Torno-me, ainda que por apenas uns minutinhos, moralmente oco.

E é desse vazio moral, ainda que circunstancial e, no meu caso, graças a Deus restrito aos momentos que passo diante da televisão para acompanhar a Turma do Renanzinho, que se aproveitam os políticos para nos escravizar. Quando dou por mim, isto é, quando saio desse transe, percebo que Renan ou Aziz ou aquele outro de voz fina estão usando minha própria indignação para controlar meus sentimentos, eliminando os de alta estirpe e fomentando meus instintos mais primitivos, para usar a expressão imortalizada por Roberto Jefferson.

Porque, a rigor, e por mais abjetos que sejam os políticos alvos de nossa ira, somos nós, envenenados pela indignação, pelo senso de justiça e pela impotência, que acabamos dando poder a essas figuras nefastas, sejam elas de esquerda, direita, centro ou uma diagonal qualquer. Não fosse nosso desejo de ver a chamada moralidade pública imposta meio que à força, eles seriam apenas o que são: uns fantoches de Leviatã que não valem nem um tostão furado.

Mas não se engane. Os políticos sabem como nos manter nessa coleira. Tanto sabem que vivem justamente de nos oferecer mais e mais motivos para nos deixar indignados. Os escândalos a conta-gotas, as falas enviesadas, a desonestidade intelectual escancarada – tudo isso é ingrediente para uma poção que nos hipnotiza e aprisiona.

Tentação
Resistir à indignação, portanto, é preciso. Mas é mais fácil falar do que fazer. Outro dia mesmo, esbravejando em silêncio (!) diante de mais uma estupidez qualquer do relator da CPI (ou talvez do presidente ou ainda do cara de voz fina), me vi quase transformado num desses consequencialistas que, despudorados, andaram ocupando as páginas dos jornais para desejar a morte de seus inimigos políticos.

Quase. O que me impediu a metamorfose completa nesse monstrengo revolto foi justamente a constatação de que o Mal não está somente nos feitos tortos dos políticos que despertam minha indignação, mas também no meu próprio desejo de consertar o mundo por meio da violência verbal estéril e de uma visão de mundo (passageira) bastante próxima de um fatalismo ultrapessimista. Aquela coisa de dizer que o mundo está todo errado ou que o Brasil não tem jeito mesmo, sabe?

Consertar a política, essa política pequena, eleitoreira, feita de interesses insuportavelmente mesquinhos, de discursos cínicos, de mentiras ao cubo e da estupidez perversa dos que não têm compromisso com a Eternidade, é uma tentação. Sim, aquela mesma na qual não desejamos cair ao rezarmos o Pai Nosso. É como se o diabo sussurrasse em nossos ouvidos, nos seduzindo com a promessa de que seremos capazes de mudar o mundo ou acabar com esse estado de coisas por ele próprio criado.

Parece um fim nobre, não? Até divino – diria alguém dado a heresias. O problema é que, ao nos oferecer isso, o diabo abre sua maletinha 007 e nos mostra todo o um arsenal de argumentação e ação pautadas por ardis, intrigas e, novamente, fomento à indignação – aquela mesma indignação dos primeiros parágrafos, que nos torna ocos e suscetíveis ao controle do Mal.

É aí que está a tentação à qual temos que resistir. Porque o prazer do diabo está em fazer com que lutemos contra ele usando suas armas diabólicas.

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O DIA DA MORTE VALE A PENA VIVER?

 

Por
Francisco Escorsim – Gazeta do Povo

Detalhe de “No leito de morte”, de Edvard Munch.| Foto: Wikimedia Commons

“Mas parece que chegou o instante de aceitar em cheio a misteriosa vida dos que um dia vão morrer”, escreveu Clarice Lispector em seu Um Sopro de Vida, livro publicado apenas depois de sua morte, por câncer, ocorrida em 1977. Trata-se de (mais um) de seus romances curtos em que retrata o processo doloroso de criação de um escritor, mantido anônimo, criando um personagem, Angela Pralini, que seria uma espécie de alter-ego seu, mas que ganha vontade própria, surpreendendo seu criador.

É, portanto, não a dor do processo de criação da arte, mas da própria vida: “E agora sou obrigado a me interromper porque Ângela interrompeu a vida indo para a terra. Mas não a terra em que se é enterrado e sim a terra em que se revive. Com chuva abundante nas florestas e o sussurro das ventanias”.

As obras de Clarice são marcadas pela angústia e pelo desespero, o que faz com que muitos leitores sintam que a leitura os “deprime”. Compreendo, mas esse desespero e angústia não dão a forma final, nem a última palavra. É o contrário, tudo na obra de Clarice toma a forma de uma explosão de vida que transcende suas histórias, como Angela Pralini, que serve aqui como símbolo disso.

A todo aquele que sobrevive à morte próxima, seja por que causa for, assim como a todo aquele que realmente a aceitou, a vida que ainda resta se transfigura em algo maior e melhor. Em algo sagrado

A angústia exasperante que sentimos lendo Clarice é por não podermos escapar de um confronto inescapável com o vazio da morte, olhando-a de frente, com tudo de angustiante que isso traz. Angela, em Um Sopro de Vida, pergunta-se: “Na hora de minha morte – que é que eu faço? Me ensinem como é que se morre. Eu não sei”. Ninguém sabe. Olhar para a morte pelo fim que ela obviamente significa só pode ser, em parte, desesperador. Preciso “lembrar” do que estamos a viver com essa pandemia?

Volto à citação com que abri este escrito. É preciso “aceitar em cheio a misteriosa vida dos que um dia vão morrer”. Repare bem como, para “aceitar em cheio” a vida, é preciso também e antes aceitar a morte. Mas como saber se a aceitamos de verdade? Creio que somente quando a morte fica próxima demais, como tantos ficaram ao padecer da Covid-19. Ainda que não tenham desenvolvido a forma mais grave. Não há quem, diante do teste positivo, não lute contra o medo da morte próxima.

Mesmo quem não a pegou (ainda?) certamente conhece alguém próximo que passou por isso. Que eu saiba (ainda?) não a peguei, mas já perdi a conta da quantidade de pessoas próximas que sofreram por causa da doença. Alguns morreram, infelizmente, mas a maioria, graças a Deus, se recuperou. Agora mesmo, enquanto escrevo, recebo a boa notícia de um amigo de longa data, internado na UTI com 80% do pulmão comprometido, apresentando melhora consistente. Imaginar o que ele passou é me imaginar passando pelo mesmo. E sentir medo, muito medo. Como encarar isso, chegando àquela aceitação da morte?


Nesta semana, terminei de assistir à terceira temporada do ótimo seriado O Método Kominski, disponível na Netflix, com uma atuação soberba de Michael Douglas como um professor de atores. A certa altura, quando está a dar uma aula de atuação para cenas de morte, ensinou: “Conforme a vida lentamente se esvai e oscilamos no limite da não existência, como sussurraríamos as últimas palavras de sabedoria e perspicácia? Mas é isso que acontece quando a morte se aproxima? As pessoas exigem promessas de quem estão deixando para trás? Confessam seus pecados? Fazem uma piada? (…) Estou pedindo que pensem no que realmente acontece nesses momentos finais. Não estou falando de mortes violentas e chocantes. Estou falando de quando você sabe o que está vindo. Quando você já se entregou ao último truque de mágica. Quando realmente desaparecemos. Sentei ao lado da cama e segurei a mão de amigos e pessoas queridas enquanto elas davam seu último suspiro e posso dizer o seguinte: o dramático solilóquio no fim da vida é um absurdo completo. Se algo está sendo dito, é internamente. Quase conseguimos ouvir. Elas têm uma conversa interna repleta de incredulidade e admiração pelo fato de suas vidas estarem chegando ao fim. Mal percebem que você está ali. Para os que estão morrendo, os vivos são irrelevantes. Então, se algum dia tiverem a oportunidade de atuar numa cena assim, façam com respeito, considerem-na sagrada”.

Quando “atuamos” de fato diante da realidade imaginada da nossa própria morte, o chamado memento mori, o medo diminui consideravelmente e a aceitação se apresenta pelo que de fato é: vida mais viva do que a mera existência. Aí entendemos uma das epígrafes de Um Sopro de Vida, de autoria da própria Clarice: “Haverá um ano em que haverá um mês em que haverá uma semana em que haverá um dia em que haverá uma hora em que haverá um minuto em que haverá um segundo e dentro do segundo haverá o não tempo sagrado da morte transfigurada”.

A todo aquele que sobrevive à morte próxima, seja por que causa for, assim como a todo aquele que realmente a aceitou, a vida que ainda resta se transfigura em algo maior e melhor. Em algo sagrado. Viver, daí, será como o narrador-escritor anônimo de Um Sopro de Vida escreveu: “Viver é uma espécie de loucura que a morte faz”.


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sexta-feira, 11 de junho de 2021

PROBLEMAS COM O DESLOCAMENTO DA RETINA

 

Luiz Henrique Matos – Jornal Estadão

Enquanto voltávamos para São Paulo um dia após o réveillon, tive a ideia de escrever um conto sobre um homem que viajava no banco de passageiro de um carro em direção à sua casa, com a esposa ao volante, as crianças atrás e ele tentava, a todo custo, guardar cada fragmento de lembrança dos rostos delas porque sabia que ficaria cego no dia seguinte. O conto se chamaria “Um dia antes da escuridão” e narraria a véspera do convívio com a tragédia inevitável. Eu pensava nos pormenores da história e no seu possível final quando a Manu interrompeu meu devaneio com alguma pergunta sobre o trânsito. Ela dirigia, o olhar atento à estrada vazia à nossa frente, as meninas distraídas com a paisagem no banco de trás, o sol da manhã invadindo a janela e revestindo suas peles com os primeiros raios de luz e eu, já cego de um olho, lutava para guardar na memória aqueles instantes e a forma de seus rostos, apavorado com a possibilidade de perder completamente a visão nas horas seguintes.

As nuvens no céu à frente escureciam o horizonte em contraste com a manhã ensolarada até então. Teríamos de encarar uma chuva forte na estrada. O cinza nas nuvens precipitava a escuridão. Escuridão. Só pensávamos nisso, o personagem do conto e eu. A partir do dia seguinte, minha vida poderia ser toda de sombras e a incerteza do que seria o diagnóstico médico para o que eu estava passando martelava uma contagem regressiva em minha cabeça.

Um dia antes da escuridão, a vida era só medo e sombras.

*

Como criar um álbum de retratos na mente? Na iminência de uma despedida, da perda de algo precioso ou do fim programado, a mente tenta se encarregar de construir suas imagens. Eu me fixava nos detalhes, nos sinais que precisava registrar, como pequenos filmes que deveriam habitar na memória dali para sempre. O mundo todo, para mim, poderia estar restrito ao repertório de imagens que vi até aquele momento, eu pensava. Acontecesse o que temia, eu não veria minhas meninas envelhecerem, não conheceria os rostos de meus netos, não fixaria o olhar em minhas rugas no espelho, testemunharia o futuro a partir de outra perspectiva. Os sentidos todos seriam os outros, mas não a visão. O toque, a escuta, o olfato (que já é bem ruim), o paladar, mas não o olhar. O calor do sol, o frescor da brisa, o aroma das ervas, o toque da pele… a vida toda seria diferente diante daquela possibilidade cada vez mais real e naquela hora eu só tentava absorver e reter as cenas que poderiam se tornar minhas últimas lembranças visuais antes de tudo apagar finalmente.

*

Não fiquei cego. Entre consultas e exames e consultas e exames e exames e consultas naquele domingo e nas 24 horas seguintes, seguidas de um diagnóstico de “descolamento da retina” e uma longa espera para internação no hospital, terminei a noite de segunda-feira em uma cirurgia que levaria algumas horas e, segundo prognóstico médico, pouco mais de três meses de recuperação, se tivesse sucesso.

Se. Duas letras que me acompanharam diariamente nas semanas que sucederam.

*

Como aprender a meditar? Procurei no Google. Em casa, deitado de bruços como parte dos cuidados do pós-operatório, eu lutava para administrar o tédio. Precisava caminhar mirando o chão para não atrapalhar a cicatrização. Queixo encostado no peito. Quatro colírios de hora em hora. Escutei podcasts, audiobooks, programas de tv e fazia minhas orações, exercícios de respiração e mindfulness para tentar meditar e de algum jeito dispersar o caos que se instalava em minha mente.

Tem um filme meio velho chamado Inception (se você ainda não viu… não precisa) em que um ladrão atua no inconsciente de suas vítimas roubando ideias de dentro dos seus sonhos. A trama leva a cenas em que os personagens entram em sonhos dentro de sonhos e depois outros sonhos ao ponto que você precisa ficar voltando o filme ou interromper a esposa para tentar entender onde está na história. Quando voltei para casa depois da cirurgia, foi mais ou menos assim também. Passei a viver uma quarentena dentro da quarentena. Uma parada forçada, só que já estava tudo parado. Meus planos de curto prazo e a pequena rotina que vinha seguindo nos últimos meses – com trabalho, corrida, escrita e leitura – parou de forma abrupta. O ano começou com uma pausa dentro da pausa em que a vida já estava, hiato do hiato, colchetes dentro dos parênteses. É, você entendeu.

Um descolamento na rotina.

*

Nunca fui esse tipo de gente que consegue extrair aprendizados quando enfrenta adversidades. Eu só sofro e pronto. Pronto, não, eu fico sofrendo. Ainda assim, diria que sou um otimista contrariado, um devoto cético, um esperançoso ressabiado. Desejo sinceramente que tudo vá bem, mas sempre tem esse mas emendando algo depois da vírgula. E preciso me policiar pra não ficar em conserva naquelas lamúrias. Desta vez, não foi diferente.

No entanto, fui beneficiado com o fato de que me restou muito pouco a fazer no processo pós-operatório senão gastar as horas pensando, fazendo minhas preces e à medida que as luzes e certa nitidez voltavam em meu olho, me peguei mais atento à ideia de capturar os instantes de cada dia como se fossem memórias eternas a serem fixadas para sempre. Anoto esses fragmentos em meu caderno, menos como um diário e mais como um amontoado de sensações que aparecem com um sentido quase inédito e que talvez sirvam para me ensinar algo no futuro. Agora, cada novo dia ainda me parece como aquela manhã de janeiro no carro e os raios de luz e camadas de cores no céu, no papel ou numa tela adquiriram um aspecto mágico. Não mais como a véspera da escuridão, mas como o alvorecer.

Há novos jeitos de enxergar as coisas. As distorções, a falta de profundidade, a perda da visão periférica. Aos poucos, fui forçado a calcular meus movimentos e passos e notar tudo ao meu redor com outro olhar. Eu não tinha certeza de que aquilo seria temporário e a ideia de que havia grandes chances daquela limitação se tornar permanente, acabou ampliando minha capacidade de perceber o entorno (além de despertar certo grau de empatia com quem lida com isso cotidianamente).

Memórias. A possibilidade da perda repentina de algo, a iminência do desconhecido, os ciclos de acasos a que estamos sujeitos todos os dias… nós invariavelmente tropeçamos nas circunstâncias e fatalidades que nos afetam. E isso pode acontecer a qualquer momento.

*

Recuperei a visão. Tive alta há alguns dias. Mas, ficaram sequelas. Elas lembram a todo instante de que estou sujeito ao inesperado, que tragédias não enviam recados com antecedência para que estejamos prontos. Poderia ter sido outra coisa, poderia ter sido algo fatal. As cicatrizes me servem de alerta sobre a fragilidade da nossa carne e da possibilidade sempre iminente de que algo aconteça. A vida é fugaz, esse sopro e tenho me pego refletindo sobre prioridades. Encaro, em escrutínio, o rosto de minha esposa, me pego capturado pelos olhares e expressões de minhas filhas, deito o olhar sobre uma árvore na rua. E tenho sentido certo contentamento com a existência e grato por coisas que me pareciam obviedades.

Um dia depois da escuridão, a esperança renova seu brilho.

Ilhado no sonho dentro do sonho, não pude jamais esquecer que há uma tragédia em curso no mundo. A sombra da dúvida paira sobre cada um de nós, a escuridão é real no amanhã de muitos de nossos irmãos e irmãs. O absurdo em que estamos imersos tenta nos dragar para um estado de alienação e cegueira, mas a contagem cotidiana nos números de casos e mortos pela pandemia, só amplifica o grito lá dentro clamando para que pessoas não virem dados, para que não nos esqueçamos, para que as histórias dos que partiram sejam um memorial de sua existência e que a permanência dos que sobrevivem seja digna, no mínimo digna, pelo menos nobre, de alguma forma merecedora, rendida, exultante, prostrada em reverência e rendida em gratidão pela dádiva que é viver.

Que nossos olhos se abram.

PITCH DA STARTUP VALEON

 

Moysés Peruhype Carlech – CEO da Valeon

1 – PROBLEMAS QUE A STARTUP VALEON RESOLVE:

A dinâmica empresarial cria fluxos no qual a população busca por produtos e serviços cada vez mais especializados. Desse modo a dinâmica e a rede comercial gera interferências em todas as cidades aqui do Vale do Aço.

Existem as mudanças de costumes e hábitos inseridos na sociedade que por meio das tecnologias acessíveis e do marketing chegam até aos menores lugares, levando o ideário de consumismo e facilitando que esses locais igualmente tenham oportunidade de acesso aos diversos produtos.

A facilidade no acesso as novas tecnologias, à propaganda e estímulo ao consumismo fazem com que mesmo, com o comércio físico existente nessas cidades, ocorra a difusão das compras por meio da internet.

O setor terciário agrega as atividades que não fazem e nem reestruturaram objetos físicos e que se concretizam no momento em que são realizadas, dividindo-se em categorias (comércio varejista e atacadista, prestação de serviços, atividades de educação, profissionais liberais, sistema financeiro, marketing, etc.)

Queremos destacar a área de marketing que é o nosso negócio que contribui na ampliação do leque de informações através da publicidade e propaganda das Empresas, Serviços e Profissionais da nossa região através do site que é uma Plataforma Comercial da Startup Valeon.

A Plataforma Comercial da Startup Valeon é uma empresa nacional, desenvolvedora de soluções de Tecnologia da informação com foco em divulgação empresarial. Atua no mercado corporativo desde 2019 atendendo as necessidades das empresas que demandam serviços de alta qualidade, ganhos comerciais e que precisam da Tecnologia da informação como vantagem competitiva.

Nosso principal produto é a Plataforma Comercial Valeon um marketplace concebido para revolucionar o sistema de divulgação das empresas da região e alavancar as suas vendas.

A Plataforma Comercial Valeon veio para suprir as demandas da região no que tange à divulgação dos produtos/serviços de suas empresas com uma proposta diferenciada nos seus serviços para a conquista cada vez maior de mais clientes e públicos.

2 – O QUE FAZ A STARTUP VALEON

A Statup Valeon através do seu site que é uma Plataforma Comercial feita para fazer publicidade e propaganda online das Empresas, Serviços e Profissionais Liberais da região do Vale do Aço para as suas 27 (vinte e sete) cidades.

A nossa Plataforma de Compras e Vendas que ora disponibilizamos para utilização das Empresas, Prestadores de Serviços e Profissionais Autônomos e para a audiência é um produto inovador sem concorrentes na região e foi projetada para atender às necessidades locais e oferecemos condições de adesão muito mais em conta que qualquer outro meio de comunicação.

3 – VALEON É UM MARKETPLACE – QUE FAZ UM MARKETPLACE?

Marketplace é um site de comércio eletrônico no qual são anunciados produtos das empresas, serviços e profissionais liberais dos parceiros anunciantes.

Um marketplace funciona como um shopping virtual e dessa forma as vantagens desse modelo de negócio atinge todos os envolvidos.

Os consumidores podem comparar os preços, orçamentos e avaliações de vários profissionais nesta vitrine online de conquistar mais clientes.

Marketplace é na realidade uma junção de palavras: Market (mercado em inglês) e Place (lugar em inglês). É basicamente, um lugar onde se faz comércio.

O marketplace remete a um conceito mais coletivo de vendas online. Nessa plataforma, diferentes lojas podem anunciar seus produtos dando aos consumidores um leque de opções.

4 –  MERCADO DA STARTUP VALEON

O nosso mercado será atingir os 766 mil habitantes do Vale do Aço e poder divulgar os produtos / serviços para vocês clientes, lojistas, prestadores de serviços e profissionais autônomos e obter dos consumidores e usuários a sua audiência.

Viemos para suprir as demandas da região no que tange a divulgação de produtos/serviços cuja finalidade é a prestação de serviços diferenciados para a conquista cada vez maior de mais clientes e públicos.

O QUE OFERECEMOS E VANTANGENS COMPETITIVAS

  • Fazemos anúncios de publicidade para vários tipos de Empresas, Serviços e para Profissionais Liberais;
  • Temos excelente custo x benefício;
  • Nossos sites: (https://valedoacoonline.com.br/ e https://valeonnoticias.com.br/) têm grande penetração no mercado consumidor com um bom marketing fit que satisfaz esse mercado;
  • A nossa Plataforma Comercial Valeon permite total flexibilidade de anúncios, promoções e de produtos, além de oferecer serviços de divulgação de Ofertas de Supermercados e de Veículos;
  • Os resultados são mensurados através de métricas diária/mensal;
  • O seu negócio estará disponível para milhares de Internautas através de uma vitrine aberta na principal avenida do mundo, 24 horas por dia, 7 dias da semana;
  • A sua empresa fica visível para milhares de pessoas que nem sabiam que ela existe;
  • Somos altamente comprometidos com os nossos clientes no atendimento de suas demandas e prazos e inteiramente engajados para aumentar as suas vendas.

5 – DIFERENCIAL DA STARTUP VALEON?

  • Eficiência: A Valeon inova, resolvendo as necessidades dos seus clientes de forma simples e direta, tendo como base a alta tecnologia dos seus serviços e graças à sua equipe técnica altamente capacitada.
  • Acessibilidade: A Valeon foi concebida para ser utilizada de forma simples e fácil para todos os usuários que acessam a sua Plataforma Comercial , demonstrando o nosso modelo de comunicação que tem como princípio o fácil acesso à comunicação direta com uma estrutura ágil de serviços.
  • Abrangência: A Valeon atenderá a todos os nichos de mercado da região e especialmente aos pequenos e microempresários da região que não conseguem entrar no comércio eletrônico para usufruir dos benefícios que ele proporciona.
  • Comprometimento: A Valeon é altamente comprometida com os seus clientes no atendimento das suas demandas e prazos. O nosso objetivo será atingir os 766 mil habitantes do Vale do Aço e poder divulgar para eles os produtos/serviços das empresas das diversas cidades que compõem a micro-região do Vale do Aço e obter dos consumidores e usuários a sua audiência.

6 – OBJETIVOS FUTUROS DA STARTUP VALEON

Vamos tornar a nossa marca VALEON conhecida em toda a região como uma forma de ser desenvolvedora do comércio da região e também de alavancar as vendas do comércio local.

7 – DESCRIÇÃO DA STARTUP VALEON

A Plataforma Comercial da Valeon é um site moderno, responsivo, profissional, projetado para atender às necessidades dos serviços da região onde existem várias formas de busca: por cidades, por empresas, por produtos, por atividades, por município e por procura.

Detalhe interessante dessa inovação da Valeon é que os lojistas/prestadores de serviços/profissionais autônomos inscritos na Plataforma não precisarão fazer nenhuma publicidade ou propaganda, quem o fará é a equipe da Valeon responsável pela plataforma.

Sobre a publicidade de divulgação dos nossos clientes será feita em todas as redes sociais: Facebook, Instagran, WhatsApp, Google, Linkedin, Rádios locais, Jornais locais e onde for possível fazê-la.

Ao entrar no nosso site você empresário e consumidor terá a oportunidade de verificar que se trata de um projeto de site diferenciado dos demais, pois, “tem tudo no mesmo lugar” e você poderá compartilhar além dos conteúdos das empresas, encontrará também: notícias, músicas e uma compilação excelente das diversas atrações do turismo da região.

8- EQUIPE DA VALEON

Somos PROFISSIONAIS ao extremo o nosso objetivo é oferecer serviços de Tecnologia da Informação com agilidade, comprometimento e baixo custo, agregando valor e inovação ao negócio de nossos clientes e respeitando a sociedade e o meio ambiente.

Temos EXPERIÊNCIA suficiente para resolver as necessidades dos nossos clientes de forma simples e direta tendo como base a alta tecnologia dos nossos serviços e graças à nossa equipe técnica altamente especializada.

A criação da startup Valeon adveio de uma situação de GESTÃO ESTRATÉGICA apropriada para atender a todos os nichos de mercado da região e especialmente os pequenos empresários que não conseguem entrar no comércio eletrônico para usufruir dos benefícios que ele proporciona.

Temos CONHECIMENTO do que estamos fazendo e viemos com o propósito de solucionar e otimizar o problema de divulgação das empresas da região de maneira inovadora e disruptiva através da criatividade e estudos constantes aliados a métodos de trabalho diferenciados dos nossos serviços e estamos desenvolvendo soluções estratégicas conectadas à constante evolução do mercado.

9 – CONTATOS

Nossos contatos: Fones: (31) 3827-2297 e (31) 98428-0590 (Wpp)

E-MAIL: valeonbrasil@gmail.com

Site: https://valedoacoonline.com.br/

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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