sexta-feira, 19 de junho de 2020

NOTÍCIAS DO DIA 19/06/2020


Agenda do dia: veja o que você precisa saber hoje


 

POLÍTICA
- Bolsonaro critica operação: 'Queiroz não estava foragido'
Jair Bolsonaro, em sua live semanal, comentou pela primeira vez sobre a prisão de Fabrício Queiroz. Ele criticou a operação, que chamou de “espetaculosa”, e disse que se o Ministério Público tivessem pedido, Queiroz teria comparecido “tranquilamente” para prestar esclarecimentos. (Via Veja)
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BRASIL
- Brasil registra 1.238 mortes por Covid-19 em 24 horas
O Brasil já tem 978.142 casos confirmados de covid-19 e 47.748 mortes pela doença, seguno o Ministério da Saúde. Foram registrados 22.765 novos casos  e 1.238 mortes confirmadas em 24 horas. (Via Poder360)

SAÚDE
- Covid-19: OMS prevê centenas de milhões de vacinas até o fim do ano
De acordo com a OMS, centenas de milhões de doses de vacinas para a COVID-19 deverão estar disponíveis até o final do ano para serem aplicadas nas pessoas mais vulneráveis. A agência tem objetivo de atingir 2 bilhões de doses até o final de 2021. (Via AFP)

MUNDO
- Coronavírus: Nova York entrará na segunda fase de reabertura
Nova York inciará a segunda fase de reabertura na próxima segunda-feira 22. Escritórios, lojas, restaurantes ao ar livre, cabeleireiros e barbearias estão entre as empresas autorizadas a reabrir suas portas durante a fase dois. (Via Veja)

ECONOMIA
- Dólar salta 2% com cena política e chega a R$ 5,37
O dólar fechou em forte alta ante o real nesta quinta-feira, não apenas revertendo a queda acumulada no mês como passando a subir. O dólar à vista subiu 2,10%, a 5,3715. (Via Reuters)

ESPORTES
- Flamengo vence o Bangu na volta do Carioca
Após 96 dias sem entrar em campo a bola voltou a rolar no Brasil. No retorno do Carioca, o Flamengo venceu o Bangu por 3 a 0 nesta quinta e garantiu sua classificação antecipada para as semis da Taça Rio. (Via LanceNet)


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quinta-feira, 18 de junho de 2020

DESLOCAMENTO FORÇADO AUMENTA NO MUNDO


Número de pessoas em deslocamento forçado bate recorde em 2019, alerta ONU

Agência Brasil






O número de pessoas no mundo em deslocamento forçado – causado por guerras, conflitos e perseguições – atingiu um patamar sem precedentes no final de 2019: 79,5 milhões ou cerca de 1% da população mundial. Em 2010, esse número era 41 milhões. Os dados, divulgados hoje (18), estão no relatório Tendências Globais, da Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).
De acordo com o documento, das 79,5 milhões de pessoas deslocadas forçadamente, 45,7 milhões tiveram que fugir para regiões dentro de seus próprios países, 29,6 milhões estavam reconhecidas como refugiadas fora do país de origem e 4,2 milhões aguardavam o resultado de pedidos de reconhecimento da condição de refúgio. Segundo a Acnur, o número de crianças deslocadas é de 30 a 34 milhões, equiparável à populações da Austrália, Dinamarca e Mongólia juntas.
De acordo com a agência da ONU, o forte aumento no número de deslocados (de 41 milhões em 2010 para 79,5 no final de 2019, um aumento de 93,9%) está relacionado principalmente aos deslocamentos que ocorreram em 2019, particularmente na República Democrática do Congo, na região do Sahel, no Iêmen e na Síria – que entrou em seu décimo ano de conflito e contabiliza, sozinha, 13,2 milhões de pessoas refugiadas, solicitantes da condição de refugiado ou pessoas deslocadas internamente, totalizando um sexto dos deslocados no mundo.
A Acnur destaca ainda a situação dos venezuelanos fora do país, “muitos dos quais não estão legalmente registrados como refugiados ou solicitantes de refúgio, mas para quem são necessários sensíveis arranjos que assegurem sua proteção”.
De acordo com a agência da ONU, 80% das pessoas deslocadas forçadamente no mundo estão em países ou territórios afetados por grave insegurança alimentar e desnutrição. Mais de três quartos dos refugiados do mundo (77%) estão em situações de deslocamento de longo prazo como, por exemplo, no Afeganistão, na quinta década de conflito. A Acnur ressalta também que cerca de 85% dos refugiados estão em países em desenvolvimento, geralmente em um país vizinho ao de onde fugiram.
O relatório ainda mostra que cinco países contabilizam dois terços das pessoas deslocadas forçadamente, além das fronteiras nacionais: Síria, Venezuela, Afeganistão, Sudão do Sul e Mianmar.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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