terça-feira, 4 de dezembro de 2018

O PRESIDENTE DA ARGENTINA E BOLSONARO QUEREM AVANÇAR EM ACORDO MERCOSUL-UNIÃO EUROPEIA


Macri diz que Bolsonaro quer avançar em acordo Mercosul-EU

Agência Brasil








Macri antecipou que deve conversar com Bolsonaro nos próximos meses e debater o tema

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, afirmou nesta segunda-feira (3) que, antes da Cúpula dos Líderes do G20, que acabou há dois dias em Buenos Aires, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse a ele que quer avançar nas negociações entre o Nercado Comum do Sul (Mercosul) e a União Europeia (UE).
"Falei antes de começar o G20 com o meu novo colega Jair Bolsonaro, e ele me confirmou que quer avançar neste acordo, mas precisa ver como está e tomar a sua posição", disse Macri, em entrevista coletiva, em Buenos Aires, convocada para analisar os resultados da reunião dos líderes das maiores economias mundiais.

A União Europeia e o Mercosul negociam um acordo baseado em três pilares - diálogo político, cooperação e livre-comércio - há quase duas décadas. Nos últimos dois anos, o processo ganhou fôlego, e várias são as vozes que consideravam que a assinatura definitiva esteja próxima.

Macri antecipou nesta segunda-feira que deve conversar com Bolsonaro nos próximos meses e debater o tema e anunciou que, no próximo dia 10, haverá uma nova reunião técnica entre a União Europeia e o Mercosul, quando deve acontecer algum "avanço".
"Claramente é um acordo muito demorado. Há mais de 20 anos que esta negociação existe."

O presidente argentino disse que todos os líderes concordaram que esse acordo é uma grande oportunidade para todos e citou a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, o presidente francês, Emmanuel Macron, e os primeiros-ministros da Espanha, Pedro Sánchez, e da Itália, Giuseppe Conte.

"Infelizmente todas essas demoras fizeram com que haja uma nova autoridade [Jair Bolsonaro], embora ainda não tenha assumido no Brasil", ressaltou.

Entre as 17 reuniões bilaterais que ocorreram de forma paralela à cúpula do G20, Macri destacou a que manteve com a primeira-ministra britânica, Theresa May. "Sabemos que o Reino Unido está se separando da Europa, e isso também abre oportunidade de gerar convênios de troca específicos com o Mercosul, e eles também estão abertos", afirmou.

COLUNA ESPLANADA DO DIA 04/12/2018


O Senado

Coluna Esplanada – Leandro Mazzini 









Uma preocupação da ala política da equipe de transição do futuro Governo de Jair Bolsonaro (PSL) é a composição no Senado Federal. Enquanto o ex-presidente e poderoso Renan Calheiros (MDB-AL), um ‘Dilmista’ assumido, articula em telefonemas sua candidatura e votos, há no staff de Bolsonaro um plano para criar uma frente suprapartidária e apresentar um nome viável em contraponto, que seja pelo menos de Centro. Por ora, o principal cotado é o senador Lasier Martins (PSD-RS).
Aguardem
Quem acompanha Flávio Bolsonaro há anos na ALERJ como estadual sabe o poder de convencimento e discurso aguerrido do senador eleito. Ele é mais combatente que o pai.

Malhete Esplanadeiro
Já são 13 os ministros maçons no Governo futuro Bolsonaro.
Polícia na pista
Uma das campeãs de voto bolsonarista em São Paulo, a federal eleita Joice Hasselmann recebeu em caixa uma cabeça de porco e uma peruca com ameaça de morte.
Respeito!
A Homofobia poderá ser equiparada ao racismo como crime inafiançável e imprescritível. Como não avança proposta no conservador Congresso, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT) tenta por vias da mais alta corte do País. Por meio do Mandado de Injunção 4733 no Supremo Tribunal Federal.
Cerco judicial
O caso promete polêmica - porque a Câmara pode puxar para si a responsabilidade se houver esforço de frente suprapartidária (o que não existe ainda). No Mandado, a ABGLT requer “reconhecimento de que ‘a homofobia e a transfobia se enquadram no conceito ontológico-constitucional de racismo”, ou que sejam entendidas como “discriminações atentatórias a direitos e liberdades fundamentais”.
Saldão
Encalharam nas livrarias de Brasília duas biografias de nomes nacionais do cenário político que caíram em desgraça (eleitoral e judicial). O preço de “A vida quer é coragem”, sobre história de Dilma Rousseff, caiu de R$ 39,90 para R$ 2,99. Já “Aécio Neves: Quando a política vale a pena” (será?) teve baixa de R$ 29,90 para R$ 4,95.
Viva o Rio
O federal Otávio Leite, ex-vice-prefeito do Rio de Janeiro e especialista no assunto, assumirá mês que vem a Secretaria Estadual de Turismo com o desafio de manter a capital como principal porta de entrada do turismo internacional, e chamativo para os brasileiros. Já tem trabalhado muito em contatos com bureaus de turismo.
Parceiros
Otávio foi o primeiro a cumprimentar o futuro ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que apesar de mineiro também tem um carinho especial pela cidade maravilhosa.
Vem encrenca
As maiores brigas esperadas na Câmara Federal: O homossexual Jean Willys (PSOL-RJ) com o metido a machão e ator pornô Alexandre Frota (PSL-SP); Os direitistas Joice Hasselmann e Kim Kataguiri (DEM-SP) com qualquer deputado de esquerda. E Tiririca narrando do fundo do plenário.
Aliás..
O que esperar de concreto e republicano desse Congresso!?
Parece..
Muitos apontam a pastora Damares Alves, indicada por Bolsonaro para o Ministério de Direitos Humanos, como uma apadrinhada do senador renegado Magno Malta, em cujo gabinete ela atua. Não é.
..Mas não é
O presidente quis fazer um agrado ao amigo aliado que – por ora – está sem cargo na cúpula da Esplanada. E não deu. Mal se falam atualmente.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

BOLSONARO DEFINE NOME DO MINISTRO DO MEIO AMBIENTE NESSA SEMANA


Bolsonaro espera definir nome para o Meio Ambiente nesta semana

Agência Brasil









O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse neste domingo (2) que espera decidir o nome que ocupará o Ministério do Meio Ambiente nesta semana. Bolsonaro falou com jornalistas na entrada do avião em que embarcou para São Paulo, onde assistirá à partida de futebol entre Palmeiras e Vitória, no Estádio Allianz Parque.
"[Nossa agenda] Continua. A gente espera que se resolva a questão do Ministério do Meio Ambiente. E, daí, fechou a questão", respondeu ele a uma repórter sobre como seria sua agenda nesta semana.
Na semana passada, o presidente havia adiantado que há "meia dúzia" de nomes sendo avaliados para a pasta. Entre eles, estaria o agrônomo Xico Graziano, que foi do governo Fernando Henrique Cardoso e pertenceu aos quadros do PSDB.
"Indústria de multas"
Bolsonaro voltou a fazer críticas à aplicação de multas ambientais. Segundo ele, existe uma "indústria de multas" no setor como "a que existe no asfalto", referindo-se a radares de monitoramento de velocidade nas estradas.
"O governo é especialista em perseguir quem trabalha no Brasil", disse ele, que afirmou que "o Brasil é o país que mais preserva o meio ambiente", mas que alguns fiscais ambientais cometem abusos. "Esse pessoal vai deixar de trabalhar dessa forma".
Bolsonaro embarcou em um voo comercial às 12h40 no Aeroporto Santos Dumont em direção a Congonhas, em São Paulo, aonde chegou às 13h40.

PROTESTOS VIOLENTOS EM PARIS POR AUMENTO DE COMBUSTÍVEIS E CUSTO DE VIDA


Protesto contra aumento de impostos em Paris deixa 80 feridos

Estadão Conteúdo







Um protesto contra o aumento dos impostos sobre combustíveis e o alto custo de vida na França se transformou em um motim nesse sábado (1º) em Paris. Os manifestantes construíram barricadas no meio das ruas, atearam fogo e lançaram pedras contra os policiais, que, por sua vez, dispararam bombas de gás lacrimogêneo e usaram canhões d'água para tentar dispersar a multidão. O confronto deixou pelo menos 80 pessoas feridas, incluindo 16 policiais. Outras 183 pessoas foram presas.

Este é o terceiro fim de semana consecutivo de confrontos em Paris. A cena na capital francesa contrastou acentuadamente com os protestos de sábado em outras regiões francesas, onde manifestações e bloqueios de estradas eram em grande medida pacíficos. Autoridades francesas disseram ter contado 36 mil manifestantes em todo o país, incluindo 5,5 mil em Paris.

Os confrontos na capital francesa começaram no início de sábado perto do Arco do Triunfo e continuaram durante a tarde em várias ruas da área mais turística da cidade. Grupos de manifestantes construíram barricadas improvisadas no meio das ruas, atearam fogo em carros e lixeiras, e picharam o monumento. Alguns manifestantes removeram as barreiras que protegiam o Túmulo do Soldado Desconhecido da Primeira Guerra Mundial, sob o monumento do Arco do Triunfo, para posar perto da chama eterna e cantar o hino nacional.

A prefeita de Paris Anne Hidalgo declarou em sua conta no Twitter sua "indignação" e "profunda tristeza", dizendo que a violência "não é aceitável". O primeiro-ministro francês Edouard Philippe afirmou que alguns manifestantes atacaram a polícia "com uma violência raramente vista", levando às prisões.

Em Buenos Aires, o presidente francês, Emmanuel Macron, disse que os manifestantes violentos que atacaram policiais e picharam o Arco do Triunfo seriam denunciados e prometeu que eles serão "responsabilizados por seus atos". Segundo ele, os protestos "não têm nada a ver com a expressão pacífica de uma raiva legítima". Para Macron, "nenhuma causa justifica" os ataques contra a polícia ou saques a lojas e edifícios em chamas.

O presidente francês disse que realizará uma reunião do governo de emergência neste domingo e cancelou sua ida a uma conferência sobre o clima na Polônia.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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