segunda-feira, 12 de março de 2018

REAÇÃO BRASILEIRA À SOBRETAXAÇÃO DO AÇO IMPOSTA PELOS EUA



Temer discute reação à sobretaxa ao aço, libera recursos e reúne-se com aliados

Estadão Conteúdo











Temer participa da cerimônia de assinatura do termo de adesão ao Programa Internet para Todos e de liberação de recursos para municípios

O presidente Michel Temer recebe às 10h desta segunda-feira (12), no Palácio do Planalto, os ministros das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e o interino da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima. No encontro, eles devem bater o martelo sobre a reação brasileira às sobretaxas impostas pelo governo norte-americano de Donald Trump às importações de aço (25%) e de alumínio (10%).

A estratégia do governo, como disse Marcos Jorge ao Broadcast semana passada, é apresentar recursos em dois órgãos dos Estados Unidos contra a decisão de Trump. Ele afirmou ver chances de o Brasil não ser atingido pela medida. "Queremos que o Brasil seja excluído assim como o Canadá e o México", disse. Os recursos serão levados ao Departamento de Comércio norte-americano e ao Escritório de Representação Comercial dos EUA.

Na parte da tarde, Temer participa da cerimônia de assinatura do termo de adesão ao Programa Internet para Todos e de liberação de recursos para municípios. O evento está marcado para as 15h.

Depois, às 17h, o presidente recebe o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevedo. Às 18h, Temer tem reunião no Planalto com vice-líderes da base aliada no Congresso Nacional.

GREVE DOS CORREIOS NACIONAL - TEM QUE PRIVATIZAR



Trabalhadores dos Correios entram em greve segunda-feira

Estadão Conteúdo










Funcionários dos Correios entrarão em greve

Os trabalhadores dos Correios entram em greve amanhã em todo o Brasil por tempo indeterminado. O principal motivo da paralisação é evitar mudanças no plano de saúde dos funcionários, que envolvem a cobrança de mensalidades do titular e de dependentes.

A categoria cruza os braços no mesmo dia em que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) começa julgamento referente ao plano de saúde, depois de trabalhadores e empresa terem, sem sucesso, tentado chegar a um acordo sobre a questão.

Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT), a direção da empresa quer que os funcionários arquem com mensalidades do plano, assim como a retirada de dependentes. Além disso, afirma, o benefício poderá ser reajustado conforme a idade, chegando a mensalidades acima de R$ 900,00.

A greve também servirá para protestar contra as alterações no Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), a terceirização na área de tratamento, a privatização da empresa, suspensão das férias dos trabalhadores, extinção do diferencial de mercado e a redução do salário da área administrativa. A categoria defende ainda a contratação de novos funcionários via concurso público e o fim dos planos de demissão.

Apesar de a paralisação estar marcada para começar amanhã, os funcionários que trabalham de madrugada já entram em greve a partir das 22h deste domingo.


MÍSSIL HIPERSÔNICO DA RÚSSIA - ARMA IDEAL



Rússia testa com sucesso míssil hipersônico

Agence France-Presse






Arma ideal, considerou o presidente Vladimir Putin

A Rússia anunciou neste domingo (11) que lançou com sucesso um míssil hipersônico, que o presidente Vladimir Putin chamou de "arma ideal" quando apresentou uma série de armas de nova geração, no começo do mês.
O míssil de alta precisão Kinzhal (Punhal) foi lançado de um avião supersônico MiG-31 que decolou de uma base do distrito militar sul da Rússia, anunciou o ministério da Defesa.
"O lançamento aconteceu como se esperava, o míssil hipersônico alcançou o objetivo", afirmou o ministério.
O míssil Kinzhal integra a série de novas armas da Rússia que Putin revelou no início de março, poucos dias antes da eleição presidencial de 18 de março.
Putin afirmou na ocasião que o míssil voa a uma velocidade 10 vezes superior a do som.

O JAPÃO TAMBÉM TEM SEUS ESCÂNDALOS



Japão reconhece que alterou documentos de escândalo ligado à esposa de premiê

Estadão Conteúdo









O escândalo, que veio à tona há cerca de um ano, continua no radar apesar de uma grande vitória eleitoral de Abe

O Ministério de Finanças do Japão admitiu hoje que alterou documentos de um crescente escândalo relacionado à esposa do primeiro-ministro Shinzo Abe.

Os documentos forjados estão ligados à venda de um terreno público ao operador de escolas Moritomo Gakuen, em Osaka, por valor equivalente a um sétimo do preço avaliado, com suposta participação da primeira-dama Akie Abe, que apoia a política educacional ultranacionalista da escola.

O escândalo, que veio à tona há cerca de um ano, continua no radar apesar de uma grande vitória eleitoral de Abe, em julho do ano passado, uma vez que parlamentares de oposição continuaram a acompanhar o caso. Recentemente, um grande jornal local divulgou ter encontrado evidências de que o ministério alterou documentos depois que o escândalo se tornou público.

O ministro de Finanças, Taro Aso, admitiu que uma investigação conduzida pela pasta e promotores identificou alterações em 14 documentos. Segundo Aso, as mudanças, feitas entre fevereiro e abril do ano passado, foram feitas para que os documentos ficassem em linha com justificativas feitas por uma autoridade responsável pela venda do terreno, Nobuhisa Sagawa, em resposta a questões de parlamentares oposicionistas.

Posteriormente, Sagawa foi promovido à chefe da Receita Federal do país. Ele renunciou na última sexta-feira (09) e uma outra autoridade supostamente ligada ao caso teria se suicidado. Sagawa também admitiu ter destruído documentos.

Aso negou ter sofrido pressão política, mas se recusa a revelar de onde vieram as instruções para falsificar os documentos.

A oposição alega que houve pressão política na venda do terreno, mas Abe negou estar envolvido em quaisquer irregularidades em várias ocasiões. Por enquanto, não há indicação de que Abe ou sua esposa tenha cometido algum crime. Fonte: Associated Press.



AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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