sexta-feira, 30 de junho de 2017

COLUNA ESPLANADA DO DIA 30/06/2017



Dória candidato em SP

Coluna Esplanada – Leandro Mazzini 







João Dória Jr. passou por Brasília, falou como prefeito, mas agiu como candidato: encontrou políticos de diferentes legendas e empresários. Aos entusiastas de seu nome para presidente, uma revelação: ele almeja o Governo de São Paulo na eleição de 2018. É o trato com o padrinho Geraldo Alckmin – que em janeiro será lançado por Dória nas prévias no PSDB como candidato ao Planalto. Caso Alckmin fique inviabilizado, tucanos lançarão o nome de Dória a tempo. Em almoço com empresários ontem, ele encerrou a palestra: “Contem comigo, como brasileiro e prefeito, por enquanto”.
Intensivão
Dória visitou os presidentes da Câmara, do Senado e líderes do PSDB. À noite tinha jantar na casa do deputado Izalci, presidente do PSDB-DF.
Time
Embora negue em público que será candidato em 2018, Dória Jr. segue a linha de José Serra, que se elegeu prefeito, administrou dois anos, e se elegeu governador.
Homenagem
Marco Aurélio Costa, ex-dono do Piantela, fez almoço em homenagem a José Dirceu no domingo, em Brasília. O ex-ministro foi com a família e a inseparável tornozeleira.
Imperador
Dirceu reencontrou os amigos que não o abandonaram – ao contrário dos que o bajulavam quando ministro. Ele revelou que leu, na cadeia, livros sobre Napoleão.
Joelho no queixo
Vai ter choradeira dos engravatados. O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, enviou ofício para o presidente da Comissão de Orçamento, senador Dario Berger, solicitando alteração no Projeto de Lei que trata do Orçamento Geral da União para 2018. Foi claro e direto: que as passagens aéreas compradas por quaisquer instituições dos três Poderes sejam para a classe econômica dos aviões.
Corte para valer
No ofício o ministro crava que a determinação valerá para todos, dos servidores federais até para chefes do Ministério Público, ministros do Executivo e das Altas Cortes; para deputados e senadores; vice e presidente da República. Vale inclusive para viagens internacionais. Veja o ofício neste link, < http://bit.ly/2s3a2Do >
Mãos à obra
A categoria da infraestrutura nacional aguarda a sanção, e sem vetos, da MP 765/2016. Os artigos conferem autonomia e reais condições de trabalho aos servidores concursados responsáveis por toda a infraestrutura de grande porte do país.
Os sem-noção
Apesar de não parecer, a vaga de ministro-substituto do TSE é muito disputada. Tanto que o advogado Erick Pereira, apesar de não compor a lista, tem sido alvo de ataques.
Voz do povo
Consulta pública realizada pelo Senado mostra ampla rejeição à reforma trabalhista: mais de 129 mil pessoas já se manifestaram contra a proposta e apenas 5.700 a favor.
Cabo de guerra
O presidente Michel Temer e a equipe econômica travam um cabo de guerra em meio à crise. Enquanto ele busca votos para derrubar a denúncia da PGR, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, cobra no Senado votação da reforma trabalhista.
Cabo de guerra 2
Temer não vê “clima” para propor as alterações nas regras do PIS, da Cofins, do ICMS e do ISS. Mas o mercado tem pressa e precisa sobreviver, cobra a equipe econômica. Temer titubeia em chancelar a equipe econômica a enviar uma MP ao Congresso com mudanças nas regras do PIS e da Cofins.
Meia-ponte, volver!
Olha a situação da ponte binacional Oiapoque (AP) - São Jorge (Guiana). A obra, após cinco anos pronta e sem uso, foi inaugurada sem festa em maio. Faz sentido. Só os guianeses podem atravessar para o lado brasileiro, sem serem parados. O daqui que se aventura a passar para lá é barrado nas guaritas, porque precisa de visto.
Gigi consultor
Gilmar Mendes não gosta de jornalistas. Ele foi um dos protagonistas do fim da obrigatoriedade do diploma para a profissão, sem sequer visitar uma redação ou uma faculdade de comunicação, à época da votação na Corte.
Ponto Final
“Esse pessoal enlouqueceu. É uma casta que se considera acima de tudo e de todos”.
Do líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ), sobre a proposta da nova Lei da Magistratura com mais e amplas benesses financeiras para togados.


PARLAMENTO EUROPEU QUER SUSPENDER ACORDO COM O MERCOSUL DEVIDO CRISE POLÍTICA



Crise no Brasil põe acordo entre UE e Mercosul em xeque

Estadão Conteúdo











Sede do Parlamento Europeu em Bruxelas

Um grupo de deputados europeus pediu que a negociação para a criação de um acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a Europa seja suspensa diante da crise política no Brasil. Numa carta à chefe da diplomacia de Bruxelas, os eurodeputados citam a instabilidade do governo de Michel Temer e as acusações de corrupção envolvendo o chefe de Estado no País. 

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A negociação, que começou em 1999, estava finalmente numa fase decisiva, com os governos tanto da Europa quanto do bloco sul-americano dispostos a fechar um entendimento até o fim do ano. Para isso, porém, os dois lados precisam ceder. A Europa tem de incluir uma abertura maior para seu mercado no setor agrícola e de carnes, enquanto o Mercosul terá de admitir um corte mais profundo de tarifas no setor industrial.

Mas a crise política hoje no Brasil põe uma pressão extra sobre o processo. No Parlamento Europeu, 22 deputados enviaram uma carta para a chefe da diplomacia da Comissão Europeia, Federica Mogherini, alertando que a negociação "precisa ser interrompida diante da crise política no Brasil".

A carta é assinada por representantes de quatro grupos políticos. Além da instabilidade política, a carta obtida pelo Estado ainda alerta Federica sobre o "aumento da violência no campo e o uso de forças armadas para reprimir protestos".

Um dos grupos que apoiaram a iniciativa foi o Podemos, partido na Europa que chacoalhou a política espanhola nos últimos anos. De acordo com o deputado Xabier Benito, vice-presidente da Comissão para o Mercosul dentro do Parlamento, o "Tribunal Superior de Justiça investiga o presidente Temer e seu entorno político por supostos delitos de corrupção".

Miguel Urbán, porta-voz de Podemos na Europa, também insiste que é "absolutamente inaceitável que a Comissão Europeia continue com as negociações de um acordo de comércio com o Mercosul sem considerar a grave situação de direitos humanos no Brasil."

Demanda

Além de suspender imediatamente o acordo, o grupo pede que a comissão "avalie o impacto sobre os direitos humanos das relações de comércio e investimentos existentes entre a UE e o Mercosul".

O grupo de deputados representa menos de 10% do Parlamento Europeu. Mas fontes apontam que os deputados que assinaram a carta ocupam cargos importantes dentro das comissões de trabalho do Parlamento.

Oficialmente, Bruxelas indica que continua comprometida com o processo. Um dos objetivos é de ter um acordo desenhado já para dezembro para ser anunciado no mesmo mês durante da Conferência Ministerial da OMC, em Buenos Aires. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

JOVEM COM PINTAS QUER SER MISS MALÁSIA



Jovem com manchas em todo o corpo quer ser Miss Malásia

Estadão Conteúdo








Evita Delmundo tem 20 anos e nasceu com pintas no rosto e no corpo,

Uma jovem da Malásia que sofreu bullying quando criança e adolescente pode ser a próxima Miss Universo. Evita Delmundo tem 20 anos e nasceu com pintas no rosto e no corpo.

Quando estudava, seus colegas de escola a chamavam de 'monstro' e 'cookies com gotas de chocolate' por conta das pintas. Porém, no ensino médio, ela resolveu aceitar melhor a si mesma, apoiada por sua mãe, que dava aula na escola em que ela estudava.

"Definitivamente, não foi fácil. Eu sofri bullying no ensino fundamental e as outras crianças me chamavam de nomes como 'monstro', o que era realmente muito duro de lidar sendo uma criança tão nova", contou ela ao Daily Mail.

"No ensino infantil, ninguém queria ser meu amigo. Eu lembro de uma professora tendo de pedir para duas meninas me acompanharem durante uma atividade, e elas ficavam cochichando: 'Por que nós temos que tratá-la como uma princesa?'. Isso quebrou meu coração. Eu disse que elas não tinham que me seguir e, então, elas foram embora imediatamente. Basicamente, eu era uma menina solitária", comentou Evita.

Na infância e na pré-adolescência, Evita tinha muita vontade de tirar as pintas com cirurgias. Os médicos, porém, alertavam sua família que o procedimento poderia pôr a saúde da menina em risco. Além disso, as pintas não eram causadas por nenhuma doença, são apenas pintas comuns.

Quando ela tinha 16 anos, decidiu se aceitar como era. Evita então começou a ter aulas de canto e de violão, o que a ajudou a gostar mais de si mesma. Agora, Evita trabalha em uma cafeteria e, recentemente, fez audições para o Miss Malásia. Se ganhar a competição, ela vai representar o país no Miss Universo.

A primeira audição ocorreu no dia 17 de junho, e agora ela está esperando os resultados para saber se vai continuar para as próximas fases da competição. Evita ressalta que, mesmo se ela não conseguir bons resultados na competição, não terá sua confiança abalada e vai continuar entrando em outros concursos de beleza.

"Eu aprendi a aceitar minhas marcas de nascença e me amar. Lentamente, eu ganhei confiança para mostrar como sou única. Os jurados me perguntaram várias coisas, sobre como eu iria promover a Malásia se ganhasse o Miss Universo. Eu estou cruzando os dedos. Se eu não ganhar, é apenas uma competição", completou.


NORUEGA E ALEMANHA CORTAM VERBA PARA A CONSERVAÇÃO DA FLORESTA AMAZONIA



Alemanha deve cortar verba para Amazônia

Estadão Conteúdo









O governo da Alemanha, segundo maior colaborador do Fundo da Amazônia depois da Noruega, também deve reduzir seu repasse ao programa, caso a alta projetada do desmatamento no ano passado se confirme em 2017. Nos últimos dois anos, o desmatamento da Amazônia subiu quase 60%.

O aviso foi dado pelo diretor de Política Climática do Ministério do Meio Ambiente alemão, Karsten Sach, em visita ao governo brasileiro. Ele participou nesta terça-feira, 27, de um evento sobre metas de longo prazo de redução de mudanças climáticas.

"Nós queremos aumentar nossa cooperação com o Brasil, porque temos uma longa e boa tradição. Mas o que a Noruega decidiu foi consultando a gente, porque trabalhamos muito próximos, e essa medida é uma consequência do que combinamos desde o começo com o governo brasileiro - de pagamento com base em resultados. Como a taxa de desmatamento cresceu nos últimos dois anos, o Brasil recebe menos dinheiro. Isso é simplesmente uma consequência automática do aumento da taxa de desmatamento."

Mas ao contrário da Noruega, que estimou pagamento máximo de cerca de US$ 35 milhões neste ano, conforme regras do fundo, a Alemanha ainda não falou em valores. Sach ressaltou que a Alemanha ficou feliz com o veto do presidente Michel Temer às medidas provisórias que reduziam o tamanho de unidades de conservação na Amazônia, mas informou que segue atento aos próximos passos.

"Dá tempo para ter propostas melhores, a discussão não está terminada, mas foi um passo importante para restaurar confiança. Nós, Alemanha e Noruega, estamos apoiando o Brasil no futuro. Pensamos até em intensificar isso, mas estamos olhando atentamente para ver reduções no desmatamento e se isso é feito de modo transparente."

Fórmula

O secretário de Mudança do Clima e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Everton Lucero, não reagiu com surpresa à informação. "Não é decisão unilateral de Alemanha ou da Noruega. É a aplicação de uma fórmula que foi definida lá atrás, em 2008, quando o fundo foi criado."

Ele ressaltou que essa diminuição de recursos não deve afetar as ações de combate ao desmatamento. "O BNDES dispõe de recursos líquidos de R$ 1 bilhão, que estão à espera de projetos. Claro que, no longo prazo, se continuarmos aplicando essa atualização da fórmula, aí tende a reduzir o limite do fundo."

O Fundo da Amazônia tem até agora apenas três projetos aprovados em 2017. Mas outros 19 estão sob análise ou em consultas. No total, para que fossem aprovados, o fundo precisaria desembolsar US$ 175 milhões, cinco vezes o valor que a Noruega repassará ao Brasil.

*A REPÓRTER VIAJOU A CONVITE DO INSTITUTO CLIMA E SOCIEDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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