sábado, 27 de maio de 2017

GAY SE ACHA UMA MULHER ENTRE AS MULHERES DA OTAN



'Primeiro-marido' rouba a cena em foto na reunião da Otan

Paula Bicalho








Gauthier Destenay é casado com o primeiro-ministro de Luxemburgo, Xavier Bettel

A tradicional foto com as primeiras-damas dos chefes de estado durante a reunião da Otan (Organização do Tratado do Atlántico Norte) teve, neste ano, a presença de um homem. É Gauthier Destenay, casado com o primeiro-ministro de Luxemburgo, Xavier Bettel. A imagem teve grande repercussão e chamou atenção do mundo todo.
O “primeiro-marido”, como Gauthier vem sendo chamado, aparece na foto, ao lado da primeira-dama americana, Melania Trump, a nova primeira-dama francesa, Brigitte Macron e a rainha Matilde, da Bélgica.
O casal formado por Gauthier e Xavier vive em união civil desde 2010 e se casou em 2015 em Luxemburgo, depois da aprovação do casamento gay. Bettel se tornou o 1º primeiro-ministro abertamente homossexual do país e, atualmente, é o único no mundo.


SITUAÇÃO ATUAL DO BRASIL



O que o Brasil quer

Manoel Hygino 







Não deixo de ler os jornais pelas beiradas, para conhecer o que as manchetes não revelam. O que menos se ouve recentemente é sobre as Forças Armadas. Explica-se: a situação é tão grave, tão delicada, que elas não gostariam de assumir mais uma vez o governo, hipótese muito remota, aliás. Mas os oficiais generais não são palermas: sabem o que fazem.
Leio, num canto de página do dia 20, a nota: “O Centro de Comunicação Social do Exército informa que, na tarde de hoje (19 de maio), convocados pelo senhor ministro da Defesa, os três comandantes da Força compareceram a uma audiência com o senhor presidente da República, em que foi discutida a conjuntura atual. No encontro, foi destacada a estrita observância das Forças Armadas aos ditames constitucionais. O general Villas Bôas, comandante do Exército, reafirma que a atuação da Força Terrestre tem por base os pilares da estabilidade, legalidade e legitimidade, e ressalta a coesão e unidade de pensamento entre as Forças Armadas”. Ótimo.
Em 20 de maio, dia de São Bernardino de Sena, os jornais estavam em polvorosa, os telefones não cessavam de tocar, havia microfones e câmeras de tv e rádios pelas ruas, o trabalhador temia as dificuldades de locomover-se, em Brasília e áreas estratégicas de São Paulo e Rio. As manchetes esclareceram: Janot acusa Temer de corrupção, obstrução e organização criminosa; “O Estadão” e a “Folha de S. Paulo” focalizavam o mesmo assunto. As folhas internacionais soltavam títulos semelhantes, inclusive o “Clarín”, de Buenos Aires e o lisboeta “Público”. O “Financial Times” sublinhava que “Temer não renuncia” e “El País”, de Madri, destacava a crise brasileira.
A situação é afrodescendente. Um sem número de pessoas, de alto coturno no mundo político e empresarial, acusavam, denunciavam, delatavam ou eram acusados, denunciados ou delatantes. Gravações de som e vídeo traziam de volta o espectro da inquietação.
O presidente reage. Os herdeiros do caos insuflam e Temer reafirma: “Não renunciarei”. Dilma é apontada como pedinte de R$ 40 milhões a um grupo poderoso. Joesley Batista admite ter pago R$ 200 milhões a Mantega. O ministro Fachin põe as manguinhas de fora contra Aécio e a irmã. É lamentável o que acontece.
O presidente manteve reuniões diárias com o chefe do gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen, e telefonou várias vezes para o ministro Raul Jungmann, da Defesa, preocupado com as manifestações do dia 24 em Brasília. A Inteligência da Polícia Rodoviária Federal alertou que mais de cem ônibus tinham sido fretados por sindicalistas a caminho de Brasília. Duzentos homens do Exército já estavam a postos em frente ao Ministério da Justiça desde às 16h do dia 23.
Às 16h59, as agências informativas diziam que, depois de bombas e fogo na Esplanada dos Ministérios, na capital federal, determinara-se esvaziamento dos prédios, que apresentaram parcialmente destruídos. Temer autoriza que tropas federais reforcem a segurança, onde se realizavam desde cedo manifestações de protesto contra o governo. Renovo a pergunta: para onde vamos? A quem interessa a desordem? Quem está pagando a conta dos malfeitores? O Brasil quer paz.


sexta-feira, 26 de maio de 2017

NO BRASIL CURSOS TÉCNICOS POSSIBILITAM EMPREGO MAIS FÁCIL



65% dos jovens que têm curso técnico conseguem emprego na área em um ano

Tatiana Moraes









TURMA DO SENAI – Alunos que fazem um curso técnico têm 50% a mais de chances de conseguir uma vaga, quando comparado àqueles que não possuem

A partir de 2018, o Brasil começará a sentir os efeitos da recuperação econômica. A previsão do Boletim Focus é a de que o país cresça 2,5% na comparação com este ano. Como reflexo, é esperado que o desemprego, cuja taxa se aproxima dos 14% e faz mais de 14 milhões de vítimas, ceda. Em um ambiente de concorrência extrema, possuir qualificação profissional pode ser a diferença entre conseguir um bom emprego e ficar a ver navios. E, nesse cenário, os cursos técnicos se destacam.
“Quando o assunto é concorrência, quem tem um curso técnico tem 50% a mais de chances de conseguir uma vaga, quando comparado a quem não tem. E o salário de quem tem curso técnico é 30% maior do que profissionais não especializados”, afirma o gerente de Educação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Edmar Fernandes de Alcântara. De acordo com ele, 65% dos jovens que fazem curso técnico conseguem emprego na área em um ano.
O técnico de manutenção automotiva Leandro Carvalho de Souza, hoje com 19 anos, dá rosto aos números. Em 2015, ele se formou no Senai e duas semanas depois já estava empregado. “Sempre tive afinidade com a área automotiva e sabia que queria seguir nela. Imediatamente após fazer o curso consegui um bom emprego. As pessoas acham que tem que fazer curso superior para se destacar no mercado, mas o técnico não deixa nada a dever”, afirma.
O gerente de Educação do Senai concorda. Segundo ele, é necessário desmistificar a ideia de que curso superior é a melhor forma de acessar o mercado de trabalho. “O ensino superior é uma forma de acesso, não a única”, ressalta.
Alcântara destaca que os brasileiros, por cultura, superestimam o terceiro grau. “Nos países desenvolvidos não há distinção entre quem tem curso técnico e quem tem curso superior”, diz.
Ele afirma, ainda, que há mais vagas para técnicos. “Para construir um prédio são necessários um engenheiro, quatro técnicos em edificação e diversos eletricistas”, exemplifica.
Custo
O Senai oferece mais de 50 cursos técnicos em 27 setores da indústria e está presente em 62 municípios mineiros, em todas as regiões do Estado. A mensalidade custa entre R$ 290 e R$ 500, dependendo do grau tecnológico do curso, que dura em média um ano e seis meses.
Rubens Menin é condecorado como o Industrial de 2017
Presidente do Conselho de Administração da MRV Engenharia, Rubens Menin Teixeira de Souza foi condecorado como Industrial do Ano 2017 pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg),na noite de ontem, no Minascentro.
A construtora mineira é a maior em atuação no ramo residencial da América Latina, segundo dados da consultoria Economática
Outros 14 empresários receberam a Medalha do Mérito Industrial. O vice-presidente da Fiemg, Aguinaldo Diniz Filho, foi agraciado com a Comenda do Mérito Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI).


JUSTIÇA DOS EUA VETA DECRETO DE TRUMP



Tribunal dos EUA veta decreto de Trump para barrar imigrantes de alguns países

Estadão Conteúdo









Na avaliação da corte, o presidente deve ter agido com motivações impróprias ao tentar barrar temporariamente a entrada no país de viajantes

Um tribunal de apelações sediado na Virgínia rejeitou nesta quinta-feira (25) o pedido do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que volte a vigorar um decreto revisado de Trump sobre a imigração. Na avaliação da corte, o presidente deve ter agido com motivações impróprias ao tentar barrar temporariamente a entrada no país de viajantes de seis países de maioria muçulmana.

"Nós avaliamos que o observador razoável iria concluir que o propósito primário é excluir pessoas dos Estados Unidos com base em suas crenças religiosas", afirmou o juiz Roger Gregory.

A decisão é mais uma de uma série de derrotas jurídicas para a Casa Branca. Com ela, o governo pode recorrer à Suprema Corte. Caso esta intervenha no assunto, esse se tornaria um teste importante do poder presidencial, menos de um ano após a posse.

A decisão do Quarto Circuito judicial validou a decisão do juiz de Maryland que em março impediu que o presidente implementasse uma proibição de 90 dias da chegada de pessoas de Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen. Trump disse que as restrições, firmada em 6 de março, seriam necessárias para proteger o país de ameaças terroristas. Já as contestações ao decreto alegavam que o presidente tentava fazer valer declarações de campanha sobre barrar muçulmanos. Fonte: Dow Jones Newswires.




AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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