sexta-feira, 7 de abril de 2017

AMERICANOS PUNEM OS ATAQUES QUÍMICOS NA SÍRIA COM BOMBAS



EUA lançam mísseis sobre a Síria e países criticam

Estadão Conteúdo (*)









Ataque americano teria sido uma resposta aos ataques químicos na Síria

Turquia, Arábia Saudita, Israel e Austrália foram alguns dos países que se declararam favoráveis ao bombardeio realizado pelos Estados Unidos à base aérea de Shayrat, na província de Homs, na madrugada desta sexta-feira (no horário sírio).

Para a Turquia, o bombardeio foi "importante e significativo". No entanto, o vice-primeiro ministro turco, Numan Kurtulmus, ressaltou a importância de adotar uma posição dura e persistente contra o presidente sírio Bashar Assad que o tornasse "incapaz de prejudicar seu povo". "A barbárie do regime de Assad precisa ser parada imediatamente", disse Kurtulmus.

Já a Arábia Saudita classificou a ação dos EUA como uma "decisão corajosa". Para o Ministério das Relações Exteriores do país, o lançamento dos mísseis foi a resposta certa aos "crimes deste regime contra o seu povo à luz do fracasso da comunidade internacional para detê-lo". Turquia e Arábia Saudita fazem oposição ao regime de Assad e têm apoiado a luta dos rebeldes contra o governo.

O embaixador de Israel na Organização das Nações Unidas (ONU), Danny Danon, disse a uma emissora de TV que o ataque enviou uma "mensagem tripla". Segundo Danon, o bombardeio avisa os sírios para pararem de usar armas químicas, envia um recado ao Irã e à Coreia do Norte e também comunica a comunidade internacional que "se a ONU é incapaz de agir nessas situações, nós agiremos". Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, havia dito que "essa mensagem vai ressoar não só em Damasco, mas em Teerã, Pyongyang e em outros lugares."

Um dos primeiros países a se pronunciar sobre o ataque, a Austrália dá "forte apoio à resposta rápida e justa dos EUA". De acordo com o primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, a retaliação "envia uma mensagem forte ao regime de Assad e foi conduzida no mesmo espaço aéreo em que aconteceu o ataque químico". "Mas nós não estamos em guerra com a Síria", ressaltou.

Contra
 
Entre os países que condenaram o bombardeio, o Irã frisou que a "ação unilateral é perigosa, destrutiva e viola os princípios da lei internacional". O país é um dos maiores aliados de Bashar Assad.

A candidata de extrema direita à presidência da França, Marine Le Pen, disse que o presidente dos EUA, Donald Trump, está tentando ser o "policial do mundo" com os ataques à Síria e sugeriu que a ação pode sair pela culatra. No passado, Le Pen já expressou apoio a Assad e se disse surpresa com a ação repentina de Trump.

Síria diz que bombardeio americano matou 9 civis
 
Pelo menos nove civis, entre eles quatro crianças, morreram hoje (7) e outros sete ficaram feridos no bombardeio americano contra uma base militar síria, informou a agência oficial Sana. As vítimas civis estavam nos povoados de Al Hamrat, Al Shayrat e Al Manzul, situados nos arredores da base área de Shayrat, atacada pelos Estados Unidos. A informação é da agência de notícias EFE.

A agência Sana acrescentou que o ataque também causou uma grande destruição nas casas desses povoados da província de Homs. Em Shayrat caíram dois mísseis Tomahawk que provocaram a morte de cinco civis, entre eles três crianças, enquanto em Al Hamrat morreram outras quatro pessoas, entre eles um menor, pelo impacto de um míssil, segundo a agência.

Na cidade de Al Manzul, que fica a quatro quilômetros da base aérea, sete pessoas ficaram feridas. O Exército sírio confirmou que seis militares morreram no ataque, mas o Observatório Sírio de Direitos Humanos elevou o número de vítimas militares a sete, incluindo um comandante.

(*) Com Agência Brasil




quinta-feira, 6 de abril de 2017

ATAQUE QUÍMICO OU A LIBERAÇÃO DE ARMAS QUÍMICAS NA SÍRIA



Mortes em ataque químico na Síria sobem para 72 e ONU fala em crime de guerra

Estadão Conteúdo









O número de mortos em um suspeito ataque químico no norte da Síria subiu para 72 nesta quarta-feira, informaram ativistas, levando os sobreviventes a se esconderem em abrigos subterrâneos. O ataque foi um dos mais mortais realizados durante a guerra civil no país que já dura seis anos.

De acordo com um grupo de oposição síria, novos ataques aéreos atingiram a cidade de Khan Sheikhoun um dia após o ataque que a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, culpou o governo do presidente Bashar Assad, dizendo que seus patronos, como a Rússia e o Irã, possuem "grande responsabilidade moral" pelas mortes.

Os governos de Damasco e Moscou negaram estarem por trás do ataque. O Ministério de Defesa da Rússia, no entanto, disse mais tarde que os agentes tóxicos foram liberados quando um ataque aéreo sírio atingiu um arsenal rebelde.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos disse que dos 72 mortos, 20 eram crianças e 17 mulheres.

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) fará uma reunião de emergência nesta quarta-feira em resposta ao ataque.

"Os terríveis acontecimentos de ontem demonstram que, infelizmente, crimes de guerra estão acontecendo", disse a ONU. Fonte: Associated Press

TERRORISMO NA RUSSIA



Seis suspeitos de ligação com organizações terroristas são detidos na Rússia

Estadão Conteúdo






14 pessoas morreram em decorrência da explosão

Seis pessoas foram detidas por suspeitas de estarem ligadas ao terrorismo em São Petersburgo, na Rússia, informou o Comitê Investigativo, o órgão de investigação russa nesta quarta-feira.

De acordo com o órgão, os homens presos vieram das ex-repúblicas soviéticas da Ásia Central. Os investigadores suspeitam que eles sejam recrutadores de homens para se juntar às organizações de grupos terroristas na Ásia Central, como o Estado Islâmico, Frente Nusra e outros grupos desde novembro de 2015.

Um homem-bomba detonou explosivos dentro de um trem em alta velocidade na segunda-feira, matando 14 pessoas e ferindo cerca de 50.

No entanto, os investigadores ainda não possuem evidência de conexão com o homem-bomba, que foi identificado como Akbarjon Djalilov, de 23 anos, que teria nascido na ex-república soviética e adquirido a nacionalidade russa.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse às autoridades de segurança regional que o ataque ao metrô destaca a ameaça de terrorismo não está sendo reduzida.

"Vemos que, infelizmente, a situação não está melhorando. Os recentes acontecimentos trágicos em São Petersburgo são a melhor confirmação disso", disse Putin

Os investigadores disseram ainda que estão procurando a casa do homem-bomba. Fonte: Associated Press

ESPIONAGEM AMERICANA EM EVIDÊNCIA



Assessora de Obama diz que Inteligência do governo não espionou equipe de Trump

Estadão Conteúdo













"Isso é absolutamente falso", declarou a representante do ex-presidente americano

Susan Rice, assessora de Segurança Nacional do ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, negou firmemente que ela ou outros ex-funcionários do antigo governo americano usaram relatórios do serviço secreto de inteligência para espionar aliados de Donald Trump, atual presidente, para fins políticos.

"Isso é absolutamente falso", declarou Rice. Segundo uma autoridade do governo americano, Rice teria pedido à agentes de espionagem para fornecer a ela nomes de aliados de Trump que apareceram em relatórios de inteligência. O cargo oficial que Rice ocupava permitiria que ela tivesse acesso a esses dados por questões de segurança nacional.

Em entrevista, Rice reconheceu que algumas vezes perguntava por nomes de americanos citados em relatórios. Ela não confirmou se teve acesso à dados relacionados com a equipe de Trump, mas ela afirmou que relatórios ligados à Rússia aumentaram nos últimos meses das eleições presidenciais.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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