segunda-feira, 27 de março de 2017

AVALANCHE PROVOCADA PELA NEVE MATA NO JAPÃO



Avalanche mata ao menos oito estudantes e fere outros 40 no Japão

Estadao Conteúdo








Bombeiros resgatam sobreviventes da avalanche que atingiu a cidade de Nasu

Oito estudantes do ensino médio morreram depois que uma avalanche atingiu-os enquanto estavam treinando escalada em uma estação de esqui nesta segunda-feira na cidade de Nasu, na província de Tochigi, no Japão.

De acordo com o prefeito, 40 outras pessoas ficaram feridas, sendo que duas delas estão em estado grave. A cidade de Nasu fica a 190 quilômetros ao norte de Tóquio. Acredita-se que 14 pessoas ainda estejam desaparecidas.

A Agência de Gestão de Incêndios e Desastres disse que oito pessoas foram encontradas sem sinais vitais.

Segundo a mídia do Japão, os estudantes estavam participando de um curso de três dias do programa de formação para membros de clubes de montanhismo de sete escolas da região. Fonte: Associated Press.

A REFORMA TRIBUTÁRIA DE TRUMP É PARA AUMENTAR OU BAIXAR IMPOSTOS?

EUA: Trump tenta acelerar reforma tributária após derrota no Congresso
 
Estadão Conteúdo








                        
A falha dos parlamentares republicanos no Congresso dos Estados Unidos para revogar o sistema de saúde implementado Barack Obama é um sério golpe para outra grande parte da agenda do presidente Donald Trump: a reforma tributária.

Trump e o presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, dizem que em breve voltarão sua atenção para a primeira grande revisão do código tributário em mais de 30 anos. Mas terão que fazer isso sem o impulso que seria dado por uma vitória na questão da revisão do sistema de saúde.

O plano de saúde do Partido Republicano teria revogado quase US$ 1 trilhão em impostos promulgados sob o Ato de Cuidados Acessíveis de Obama. O projeto de lei associou os cortes de impostos à redução de despesas com o sistema de saúde, por isso não aumentaria o déficit orçamentário. "Sim, isso torna a reforma fiscal mais difícil", disse Ryan. "Mas não o torna impossível".

Os republicanos da Câmara não conseguiram votos suficientes na sexta-feira para revogar e substituir uma lei muito criticada pelas lideranças do partido, levantando dúvidas sobre sua capacidade de aprovar outros projetos com alto grau de complexidade.

O deputado republicano Jodey Arrington reconheceu que o fracasso de sexta-feira o deixou com dúvidas sobre a capacidade do partido de levar adiante grandes reformas. "Esta foi minha primeira grande votação, e nossa primeira grande iniciativa neste nível de dificuldade, como será a reforma tributária", disse o calouro. "Eu acho que isso teria nos dado um tremendo ímpeto, e a derrota breca este impulso".

O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse na sexta-feira que o governo planeja se voltar rapidamente para a reforma tributária com o objetivo de obter a aprovação pelo Congresso em agosto. "A saúde é uma questão muito complicada", disse Mnuchin. "De certa forma, a reforma tributária é muito mais simples".

O objetivo geral para os republicanos é reduzir as alíquotas para indivíduos e empresas, e compensar a perda de receitas por meio da redução de isenções, deduções e créditos. Rever essa legislação é difícil por conta do custo político. Atualmente, as regras beneficiam um número grande de pessoas.

Por exemplo, quase 34 milhões de famílias reivindicaram a dedução de juros de hipoteca em 2016, reduzindo suas contas de impostos em US$ 65 bilhões. Além disso, mais de 43 milhões de famílias deduziram seus impostos estaduais e locais, vendas e impostos sobre bens pessoais de sua renda tributável federal no ano passado. A dedução reduziu suas contas fiscais federais em quase US$ 70 bilhões. Fonte: Associated Press.


sábado, 25 de março de 2017

LULA E DILMA ESTÃO SENDO INVESTIGADOS PELA PGR



PGR pede que investigação de Dilma e Lula seja prorrogada e continue no STF

Estadão Contéudo












Procurador-geral da República, Rodrigo Janot

A Procuradoria-Geral da República (PGR) devolveu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o inquérito que investiga uma suposta obstrução de justiça envolvendo os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, os ex-ministros Aloizio Mercadante e José Eduardo Cardozo, além de dois integrantes do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O pedido é para que as investigações sejam prorrogadas por mais 60 dias e para que o inquérito completo continue a tramitar no Supremo, segundo informações obtidas pela reportagem. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, indicou ao STF as diligências que deseja cumprir antes de concluir a investigação, entre elas, ouvir o empresário Marcelo Odebrecht.

A avaliação de Janot diverge, a princípio, da conclusão da Polícia Federal. Há um mês, a PF encaminhou relatório ao STF no qual atribui a Lula, Dilma e Mercadante o crime de obstrução de Justiça. O delegado da PF Marlon Cajado dos Santos sugeria que os três fossem denunciados criminalmente, mas em primeiro grau judicial, por não possuírem mais foro privilegiado.

Ao pedir a continuidade das investigações, Janot indica que ainda não é possível concluir pela acusação criminal dos envolvidos e ainda solicita que o caso continue a tramitar no STF apesar da perda de foro de parte dos investigados. O caso está na Corte pois também estão entre os alvos do inquérito os ministros do STJ Marcelo Navarro Ribeiro Dantas e Francisco Falcão, que possuem foro no Supremo.

Para a PF, o "conjunto probatório é suficiente" para acusar criminalmente Dilma, Lula e Mercadante.

O pedido de prorrogação das investigações deverá ser analisado pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte. O caso tramita sob sigilo.

A investigação é sobre a tentativa de atrapalhar as investigações da Lava Jato pela então presidente Dilma, pelo ex-presidente Lula e ex-ministros de Estado. Os três fatos que embasam o inquérito são a nomeação de Lula para o cargo de ministro chefe da Casa Civil por Dilma; a indicação do ministro Marcelo Navarro para o STJ, em episódio que envolve o ex-presidente da Corte, Francisco Falcão; e uma conversa gravada entre Mercadante e um assessor do senador cassado Delcídio no Senado após a prisão do ex-parlamentar.

De acordo com delação premiada de Delcídio, a nomeação de Navarro para o STJ foi negociada para favorecer o empreiteiro Marcelo Odebrecht, preso desde junho de 2015, que tinha pedido de liberdade em tramitação na Corte. Marcelo Odebrecht deverá ser ouvido no inquérito sobre esse fato.

Os investigados negam as acusações e a participação em tratativas para obstruir a Justiça.

A EUROPA PERMANECERÁ UNIDA - A UNIÃO FAZ A FORÇA



União Europeia: Após 60 anos, líderes adotam otimismo mesmo sem Reino Unido

Estadao Conteudo
Hoje em Dia - Belo Horizonte






Os líderes da União Europeia marcaram o 60º aniversário de seu tratado de fundação neste sábado como um ponto de mudança de tendência em sua história, sabendo que o Reino Unido vai desencadear oficialmente o processo de divórcio do bloco na próxima semana.

Os líderes presentes na reunião tentaram passar a mensagem de que a união é o único caminho a percorrer em um mundo globalizado, mas a ausência da primeira-ministra britânica Theresa May foi um símbolo da crise que os outros 27 países da UE estão passando.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, chamou o Brexit de "uma tragédia". O Presidente do Conselho da UE, Donald Tusk, disse que a única forma de a UE sobreviver é a unidade sustentada. "A Europa como uma entidade política será unida ou não será", disse ele aos líderes do bloco em uma sessão solene, precisamente no mesmo recinto ornamentado da antiga Colina do Capitólio, onde foi assinado o Tratado de Roma que fundou a UE Em 25 de março de 1957.

"Só uma Europa unida pode ser uma Europa soberana em relação ao resto do mundo", disse Tusk. "Só uma Europa soberana garante a independência de suas nações, garante a liberdade para seus cidadãos", completou.

Em uma série de discursos, os líderes da UE também reconheceram como o bloco se desviou para uma estrutura complicada que lentamente perdeu contato com seus cidadãos, agravada pela grave crise financeira que atingiu vários países membros na última década.

O primeiro-ministro italiano, Paolo Gentiloni, que foi anfitrião da cúpula, disse que nos últimos 12 anos o desenvolvimento da UE tinha parado. "Infelizmente, paramos", disse ele. "Isso provocou uma crise de rejeição".

Ao mesmo tempo, porém, a cúpula na Roma passou também uma mensagem de otimismo. "Sim, temos problemas, sim, há dificuldades, sim, haverá crise no futuro, mas estamos juntos e avançamos", disse Gentiloni. "Temos força para começar de novo".

No final da sessão, os 27 líderes assinaram uma nova Declaração de Roma dizendo que "a unidade europeia é um empreendimento audaz e sólido". "Nós nos unimos para melhor. A Europa é o nosso futuro comum ", disse a declaração. Fonte: Associated Press.

O BRASIL PERDE EXPORTAÇÃO DE MATÉRIA PRIMA - CARNE



Brasil tem queda de 90% nas exportações de carne e Maggi diz que situação é 'coisa absurda'

Estadão Contéudo











O ministro da Agricultura, Blairo Maggi

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, classificou como "uma coisa absurda" a queda de mais de 90% nas exportações de carne, após as revelações da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal. As receitas recuaram de uma média diária de US$ 63 milhões para US$ 74 mil.

Ele estimou que as exportações poderão ser regularizadas num prazo entre uma semana e 15 dias. Ainda assim, o prejuízo já ocorreu. No mínimo, os frigoríficos perderam de uma semana a 15 dias nos volumes de produção que haviam programado para este ano.

Maggi informou que, após regularizado o comércio, fará uma viagem ao exterior e visitará os principais mercados da carne brasileira.

Na próxima semana, ele recebe o comissário europeu para Saúde e Segurança Alimentar, Vytenis Andriukaitis. Segundo explicou, a visita já estava programada, pois o europeu participará de um evento em Brasília.

Maggi acrescentou que Andriukaitis já deu declarações avaliando que o Brasil é seguro e que não há problema com a carne brasileira. "Se ele disser isso no Brasil, vai nos ajudar muito."

Sobre o recall de carne realizado nesta sexta-feira, 24, pela Secretaria do Consumidor do Ministério da Justiça, o ministro disse que "não acha nada". Ele classificou como natural que os órgãos do governo tomem suas providências. "Como não houve laudos, eu gostaria de esperar. O Ministério da Agricultura segue essa política", disse.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

  Brasil e Mundo ...