sábado, 19 de novembro de 2016

REDES SOCIAIS ESTÃO CENSURADAS POR GOVERNOS



Censura a redes sociais reduz liberdade na internet

AFP 







A liberdade de expressão na internet piorou pelo sexto ano consecutivo em 2016, devido a medidas contra redes sociais e aplicativos de mensagens por governos que pretendem eliminar dissidências, alertou nesta nesta segunda-feira a Freedom House.
O relatório "Liberdade na Rede", realizado pela organização, aponta que um crescente número de governos restringem ou censuram as plataformas de mensagens, como o Whatsapp, além das populares redes sociais. "As populares redes sociais como Facebook e Twitter estiveram sujeitas a uma crescente censura durante vários anos, mas agora os governos perseguem cada vez mais aplicativos de mensagens como WhatsApp e Telegram", disse Sanja Kelly, diretora da pesquisa. "Os aplicativos de mensagem podem propagar informação com rapidez e segurança, e alguns governos o veem como uma ameaça", acrescentou.
O relatório afirma que 34 dos 65 países estudados tiveram uma deterioração da liberdade na internet desde junho de 2015.
Entre os que sofreram maior degradação se destacam Equador, Uganda, Bangladesh, Camboja e Líbia, enquanto a liberdade de expressão on-line melhorou no Sri Lanka, na Zâmbia e nos Estados Unidos, devido à aprovação de leis que limitam a coleta de metadados das telecomunicações.
A Freedom House informou que 67% dos usuários de internet vivem em países onde se censuram críticas ao governo, aos militares e à família governante.
Os governos de 24 países limitaram ou bloquearam o acesso às redes sociais e ferramentas de comunicação, contra 15 do ano passado.
Mesmo alguns governos democráticos tomaram medidas contra aplicativos que utilizam funções de criptografia, o que se considera uma ameaça à segurança nacional.
A China foi o país que mais afetou a liberdade de expressão na internet pelo segundo ano consecutivo, seguido de Síria e Irã, apontou o relatório da Freedom House, que critica novas leis que condenam a sete anos de prisão aqueles que espalharem rumores nas redes sociais, algo frequentemente utilizado para prender ativistas políticos.

OBAMA REUNE LÍDERES EUROPEUS PELA ÚLTIMA VEZ COMO PRESIDENTE DOS EUA



Obama se encontra com líderes europeus pela última vez como presidente

Estadão Conteúdo 







O presidente dos EUA, Barack Obama, em encontro com a Chanceller alemã Angela Merkel
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se encontrou líderes da Alemanha, França, Reino Unido, Itália e França nesta sexta-feira para discutir questões de segurança exterior e política externa. Esta é a última vez que Obama viaja à Europa e participa de um encontro do tipo como chefe de Estado.

Autoridades da Casa Branca afirmaram, antes do encontro, que a reunião deve avançar sobre assuntos como o combate ao grupo extremista Estado Islâmico, a crise de refugiados e os conflitos da Síria e na Ucrânia. Membros do governo alemão também disseram que a relação do Ocidente com a Rússia também estão na agenda.

"E certamente eles discutirão o resultado na eleição dos EUA", afirmou Ben Rhodes, um dos conselheiros de Obama sobre segurança nacional.

Líderes europeus coçam a cabeça enquanto tentam projetar os possíveis impactos da chegada de Donald Trump à Casa Branca, no ano que vem, e devem questionar Obama sobre as intenções do sucessor, disseram observadores.

Durante sua campanha, Trump aventou a possível reaproximação com a Rússia e o presidente da Síria, Bashar Al-Assad, o que poderia entrar em conflito com a atual postura da Europa Ocidental em relação a Moscou e sua participação no conflito sírio. Líderes europeus também estão preocupados com a possibilidade de Trump pedir por um aumento dos gastos militares em seus países em troca da manutenção dos EUA dentro da Aliança do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Autoridades alemãs e britânicas afirmaram que o Brexit não está na lista dos assuntos a serem discutidos, mas que a chanceler alemã Angela Merkel e a primeira-ministra Theresa May devem abordar o assunto em uma das reuniões bilaterais que acontecerão paralelamente ao encontro com o presidente norte-americano. Fonte: Dow Jones Newswires.

INGLATERRA PREPARA PARA INICIAR O BREXIT



Theresa May diz que governo britânico está pronto para iniciar Brexit em março

Estadão Conteúdo






"Eu quero ver isso como um processo suave", afirma a primeira ministra do Reino Unido, Theresa May,

A primeira ministra do Reino Unido, Theresa May, disse, nesta sexta-feira, que seu governo irá iniciar a saída britânica da União Europeia, o chamado "Brexit", em março do ano que vem. May discursou ao lado da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, em Berlim, após um encontro que envolveu os líderes da Itália, Reino Unido, Alemanha, França e Espanha com o presidente dos EUA, Barack Obama. As declaração dadas por May vão ao encontro do que foi revelado pela imprensa britânica de que o governo não tinha um plano de saída da UE cinco meses após o referendo. O Brexit também pode ter sido atrasado após a Suprema Corte britânica ter dito que o governo precisaria da aprovação do Parlamento para começar a saída do Reino Unido do bloco. "Eu quero ver isso como um processo suave, ordenado e estou trabalhando para uma solução de interesse do Reino Unido, mas que também esteja no interesse dos nossos parceiros europeus", disse May. Fonte: Dow Jones Newswires.

Theresa May: veja o perfil da nova dama de ferro



Theresa May cumprimenta rainha no Palácio de Buckingham

Theresa May entra para a história do Reino Unido  como a primeira mulher a assumir o governo em 25 anos, desde o fim da era de Margaret Thatcher.  Prestes a completar 60 anos de idade, May nasceu em Sussex, no Sul da Inglaterra, e foi criada em Oxfordshire. Assim como Tatcher, May vem de uma família de classe média-baixa, filha de um reverendo anglicano e neta de duas empregadas domésticas.

Graduada em Geografia pela Universidade de Oxford, a nova premier trabalhou no Banco da Inglaterra por seis anos e foi chefe da Unidade de Assuntos Europeus da Association for Payment Clearing Services (Apacs).  É casada com Philip John May, um executivo do setor bancário, desde 1980 e não tem filhos. Theresa gosta de passear, de cozinhar e é conservadora e protestante praticante, mas já se manifestou a favor do casamento entre pessoas do mesmos sexo.  Theresa May foi eleita deputada pelo distrito de Maidenhead pela primeira vez em 1997 e foi também a primeira mulher a assumir a Presidência do Partido Conservador em 2002. Desde 2010, ela é ministra do Interior do Reino Unido. Na política, ficou  conhecida por sua linha implacável contra o crime.

 Desde que o primeiro-ministro David Cameron anunciou sua renúncia ao posto devido à derrota no referendo Brexit, sobre a saída do país da União Europeia (UE), May era uma das mais cotadas à sucessão.  Apesar de ter apoiado, assim como Cameron, que o Reino Unido permanecesse na UE, a ministra afirma que o resultado do plebiscito deve ser respeitado.






sexta-feira, 18 de novembro de 2016

O HOMEM NÃO SABE VIVER EM HARMONIA COM A NATUREZA



Restam menos de 300 onças-pintadas na Mata Atlântica

Estadão Conteúdo
Hoje em Dia - Belo Horizonte








Cerca de 85% do hábitat original das onças-pintadas na Mata Atlântica já desapareceu

A onça-pintada está definitivamente ameaçada de extinção na Mata Atlântica. Menos de 300 desses magníficos felinos ainda sobrevivem no bioma, espalhados e isolados em pequenas populações pelo Brasil, Argentina e Paraguai, segundo um trabalho publicado nesta quarta-feira (16), na revista Scientific Reports. É o mais completo levantamento já feito sobre a população remanescente de onças-pintadas na Mata Atlântica.
As causas do declínio são óbvias. Cerca de 85% do hábitat original das onças-pintadas (ou jaguares, como também são conhecidas) na Mata Atlântica já desapareceu, e apenas 7% das florestas que restam ainda estão em bom estado de conservação, com tamanho e alimento suficientes para abrigar a espécie, segundo os cientistas. Não bastasse isso, as poucas onças sobreviventes são frequentemente perseguidas e atacadas por caçadores e fazendeiros.

"Perda e fragmentação de hábitat são as principais causas de declínio das onças-pintadas, mas a mortalidade induzida pelo homem é a principal ameaça às populações remanescentes", dizem os autores do trabalho, que incluem pesquisadores do Brasil, Argentina, Paraguai e Porto Rico. A Mata Atlântica, segundo eles, corre risco de se tornar a primeira floresta no mundo a ter o seu maior predador extinto. Para saber mais sobre o assunto, acesse o especial multimídia Fauna Invisível da Mata Atlântica: http://infograficos.estadao.com.br/cidades/fauna-invisivel/; e conheça a história da onça-pintada Soneca, que desapareceu misteriosamente nas florestas do Vale do Ribeira - provavelmente morta por palmiteiros. Com dezenas de fotos, vídeos, mapas, entrevistas e infográficos interativos.

AS ARMADILHAS DA INTERNET E OS FOTÓGRAFOS NÃO NOS DEIXAM TRABALHAR

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